– Há gente muito boa sempre!

Puxa, tantos serviços são reclamados e poucos elogiados. Mas quando merecem parabenizá-los, devem ser repercutidos.

Entre alguns exames que venho realizando para controlar a saúde, passei pela minha 4a experiência em 12 meses (uma colonoscopia e três endoscopias). A de hoje, parecia que daria tudo errado! Mas fui excepcionalmente bem atendido na Unimed Jundiaí (desde à recepção, passando pela enfermeira Renata e pelo Dr Flávio e seu Anestesista).

Quando o serviço é bom, vale aplaudir.

Anúncios

– Uma nova jogada surgida com as modificações da Regra: o tiro de meta em Benfica x Milan.

Viram esse lance ocorrido em um tiro de meta no Amistoso Internacional entre Benfica x Milan? O goleiro ergue a bola e o seu zagueiro a devolve de cabeça; na sequência, ele a pega com as mãos e lança com perfeição seu companheiro.

Agora não é mais necessário que a bola saia da grande área, e tal situação relatada se tornou possível não sendo entendido como um recuo ilegal. Aliás, como é legal estudar a Regra do Jogo!

Assista aqui: https://youtu.be/8jfE4R3Qtm0.

Em tempo: a IFAB entende como legal essa situação. Compartilho uma reportagem esclarecedora do assunto,  produzida pelo site Refnews, entrevistando o representante da entidade a respeito desse lance específico.

O link pode ser acessado em: https://refnews.wordpress.com/2019/07/30/ifab-explica-tiro-de-meta-polemico-em-jogo-entre-benfica-e-milan/

– Empreendimentos Lucrativos e Socialmente Corretos: o Negócio Social

Cada vez mais vemos preocupações em agregar valor social a bens e serviços. Porém, a busca de lucro vem atrelada ao desejo de ajuda. São os NEGÓCIOS-SOCIAIS.

Gosto muito desse assunto, e por isso compartilho esse interessante artigo da Revista Exame, abaixo (clique aqui para citação):

COMO CRIAR UM NEGÓCIO SOCIAL

por Daniela Moreira

O tempo em que a etiqueta “sem fins lucrativos” vinha necessariamente atrelada a uma operação com propósitos sociais ficou para trás. Hoje, as organizações que querem contribuir para a construção de um mundo melhor podem fazê-lo sem abrir mão de gerar receita e operar dentro das melhores práticas de gestão e eficiência do mercado.

Os “negócios sociais” começam a se consolidar como uma opção para quem quer empreender e, ao mesmo tempo, gerar impacto social. “É usar o potencial empreendedor para resolver questões de qualidade de vida de populações mais vulneráveis”, explica Maure Pessanha, diretora executiva do Centro de Formações em Negócios Sociais da Artemisia, aceleradora de negócios sociais. Entre os exemplos de iniciativas neste modelo estão negócios voltados a consumidores de classes C, D e E, como serviços de saúde e educação a baixo custo. “Tem que gerar receita, mas tem que resolver um problema social”, resume Rodrigo de Méllo Brito, co-fundador e diretor executive da Aliança Empreendedora. Confira a seguir algumas dicas dos especialistas para criar um negócio social:

Pesquise o público-alvo

Para ser relevante, um negócio social precisa atender às necessidades reais do seu público. Isso exige um contato muito próximo com os consumidores dos produtos e serviços a serem oferecidos.

Não presuma que uma demanda existe – busque verificar através de pesquisas e contatos constantes com os usuários exatamente o que eles querem. “É preciso entender muito bem do problema para poder traçar a estratégia de trás para a frente. Quanto o cliente está disposto a pagar pelo produto? Que tipo de meio de pagamento ele tem à disposição? É respondendo a essas perguntas que você poderá chegar a uma oferta ideal”, detalha Brito.

Encontre um modelo de negócio

Não há um consenso a respeito da constituição jurídica ideal para este tipo de negócio. Muitos nascem a partir de iniciativas de ONGs que precisam de recursos para se autofinanciar. Mas, cada vez mais, tornam-se comuns projetos que já nascem como negócios sociais. Neste caso, é importante pensar desde o início em um modelo que permita que o negócio seja autossustentável – se não a curto prazo, pelo menos em um futuro não muito distante.

“O capital inicial para começar um negócio pode vir de várias fontes, inclusive doações. O que não pode acontecer é contar doação como faturamento, isso é uma ilusão. No longo prazo, é preciso gerar receita”, destaca Maure. Os modelos de negócios são variados. Algumas empresas faturam com a venda dos próprios produtos e serviços oferecidos. Em outros casos, treinamentos e consultoria podem entrar como uma fonte de receita para sustentar um atendimento gratuito ao público.

Faça um bom plano de negócios

Como qualquer negócio que almeja o sucesso, um negócio social deve ter um plano de negócios, o documento que vai detalhar e traduzir em números qual será a oferta da empresa, o mercado em que ela vai atuar, seus concorrentes e projeções de ganhos e gastos potenciais. “O negócio social tem que ser, antes de tudo, um bom negócio, muito bem estruturado e administrado”, destaca Maure. Além de ajudar na hora de buscar recursos, este documento será útil na gestão do dia-a-dia do negócio.

Conduza um piloto

Para fazer os ajustes finos necessários no projeto e mostrar a potenciais investidores que a ideia é boa, fazer um piloto é um caminho interessante. “Teste o seu mercado assim que possível e veja se o produto tem valor para a comunidade”, recomenda Maure.

Busque recursos

A oferta de capital para negócios sociais vêm crescendo no Brasil. Fundos internacionais e até brasileiros, como a Voz Capital e a Sitawi, injetam recursos em projetos promissores em troca de uma fatia do negócio. Como muitos negócios sociais ainda nascem a partir de um modelo híbrido – ONGs que acabam migrando para o setor 2,5 gradativamente, em busca de sustentabilidade –, também é possível captar recursos tradicionalmente disponíveis para o terceiro setor, como verbas de institutos e fundos sociais de empresas. Outra opção é ir atrás de recursos dos programas de subvenção econômica governamentais.

Tenha paixão e perseverança

Um negócio social algumas vezes leva mais tempo para decolar que um negócio tradicional, por isso é fundamental que o empreendedor acredite muito na ideia e tenha persistência. “É importante ter uma visão, uma consciência do impacto do negócio”, diz Maure. Embora, no longo prazo, a remuneração de um executivo responsável por um negócio social possa se equiparar aos valores de mercado, assim como em qualquer empreendimento, e empreendedor terá que apertar o cinto até que o negócio se consolide. “Mesmo negócios tradicionais levam anos para ter escala. É preciso ter paciência”, aconselha Britto.  “A boa notícia é que até o investidor está disposto a esperar mais e ganhar menos, porque investe pelo impacto social”, conclui.

Resultado de imagem para Negócio social

– As dívidas de Ronaldinho Gaúcho

Não dá para entender como alguns jogadores de futebol ganham tanto dinheiro e se recusam a pagar tributos e taxas. Não é mais fácil pagar no momento do negócio, ficar tranquilo e depois esfriar a cabeça curtindo o que sobra?

O que seria: descuido com o gerenciamento contábil ou ganância a fim de querer enganar o fisco a todo custo?

Que pena, Ronaldinho Gaúcho. Craque da bola e miolo-mole nos negócios?

Abaixo, extraído de: https://istoe.com.br/com-divida-milionaria-ronaldinho-tem-57-imoveis-pela-justica/

COM DÍVIDA MILIONÁRIA, RONALDINHO TEM 57 IMÓVEIS BLOQUEADOS PELA JUSTIÇA

O ex-jogador Ronaldinho continua acumulando dívidas e problemas com a Justiça. Eleito melhor do mundo duas vezes e aposentado do futebol desde 2015, ele está com 57 imóveis bloqueados, sendo quatro deles penhorados, pelo Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul por causa de uma multa ambiental de R$ 9,5 milhões. As informações são do jornal Folha de S. Paulo.

Neste ano, Ronaldinho teve dois protestos, de R$ 6,3 milhões e outro de R$ 1 milhão, em razão de dívida ativa em Porto Alegre. Ele, segundo a Folha, também é cobrado pela Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional por R$ 793 mil.

Com dois passaportes retidos, Ronaldinho Gaúcho está impedido de deixar o Brasil. O impedimento foi imposto pela Justiça pela falta de pagamento de uma multa determinada pelo Ministério Público do Rio Grande do Sul. O ex-jogador e o irmão, Assis, iniciaram uma obra em área de preservação sem licença ambiental. A multa imposta ao jogador, porém, chegou a quase 10 milhões de reais por falta de pagamento.

De acordo com a Folha, dos 57 imóveis indisponíveis de Ronaldinho, 55 estão no Rio Grande do Sul e outros dois estão no Rio de Janeiro.

bomba.jpg

– Pobreza Desestrutura a Família ou vice-versa?

Daniel Moynihan, famoso sociólogo, certo dia declarou que:

A pobreza desestrutura a família

Ele se referia a prolongada dificuldade financeira como causadora de conflitos internos. Mas, cá entre nós, será que não é a desestruturação da família que verdadeiramente gera a pobreza? Aqui, amplia-se o conceito de pobreza financeira com a moral, espiritual, entre outras.

O que você pensa sobre isso?

imgres.jpg

– O VAR é um desastre, diz Arnaldo.

Leram a Folha de São Paulo do último domingo?

Em sua Seção de Esportes, página B7, o jornal publicou um artigo do ex-árbitro FIFA e emblemático comentarista da Rede Globo por muitos anos, Arnaldo César Coelho. Ele dissertou sobre o VAR, e faz algumas críticas que comungo com ele. Mais ainda: ele falou sobre “O Negócio VAR”.

DO JEITO QUE ESTÁ, O VAR É UM DESASTRE E MEXE COM A ESSÊNCIA DO FUTEBOL

​Com o tratamento atual, o VAR é um desastre.

Mexeram com a essência do futebol, que é o gol. O cara não vibra como poderia vibrar ou vibra depois de seis minutos. Isso é o principal.

Mudou o comportamento dos jogadores. Criou-se o hábito de reclamar sempre porque, com as reclamações acintosas, o VAR pensa: “Será que tem alguma coisa que não vi?”. Aí, vai pesquisar e gasta 6, 7, 10 minutos para ver o lance. A França foi campeã do mundo usando esse recurso da estreia à final.

Os árbitros perderam sua função. Você pode botar um gandula de bandeirinha. Ele entra ali para marcar lateral e fica com a bandeira para baixo nos lances de impedimento. Se sair o gol, vão revisar. Se vão revisar de qualquer maneira, para que levantar?

A marcação do impedimento não se resume àquela linha que traçam no gramado. A imagem tem de ser pausada no exato momento do passe. Já houve lances em que a imagem usada não era a do momento do passe.

Também não pode ser ignorado o negócio VAR. São 3 empresas no mundo que fazem. Uma é inglesa, que já entrou na Conmebol e em outros lugares; uma é belga, que está no Brasil, e uma é japonesa, que não emplacou e está refazendo seu equipamento. Tudo isso custa caro.

Os mesmos dirigentes que estão hoje na Fifa e decidiram implantar a arbitragem de vídeo eram contra quando estavam na Uefa. Agora, a entidade ministra cursos no mundo todo por uma grana alta. Sem falar nas empresas responsáveis pela operação.

Sou favorável à tecnologia, mas ela foi totalmente deturpada. Ela foi criada para mostrar se a bola entrou. Mas o custo benefício disso é muito caro.

Por isso e por não concordar com essa intolerância com o erro humano, sou cético. Da forma que está, o VAR é um desastre.

Resultado de imagem para VAR

– E quando você sente como Jó?

Já ouviu aquela cantiga popular sobre os “Escravos de Jó, que jogavam caxangá”?

é um personagem bíblico que nos traz a mensagem da confiança incontestável em Deus. Ele foi um homem temente ao Senhor, mas que foi perturbado pelo diabo que lhe tirava tudo na vida causando muito sofrimento.  Não entendia o porquê de tantas dores e angústias, mas vencia o inimigo confiando que, independente da razão ou não, confiava em Deus.

Vi essa figura “perdida na web” (abaixo) e me recordei dele. Impossível não nos questionarmos quantas vezes sofremos (ou achamos que sofremos) como Jó e nos lamentarmos. Conforme o versículo bíblico:

“Jó nunca viu a razão do seu sofrimento. Ele viu Deus e isso bastou”.

Entendemo-nos? Sem lamúrias desnecessárias e confiemos na Providência Divina.

Resultado de imagem para Jó nunca viu a razão

– A culpa de Fake News seria da tia do What’sApp?

Veja que interessante: li sobre Claire Wardle, a diretora de uma ONG chamada First Draft, que combate a informação falsa. Disse ela a respeito da proliferação de Fake News no nosso cotidiano:

“Podemos culpar as redes sociais, a nossa mãe e os Governos pela desinformação. Queremos uma solução fácil, que é culpar o Facebook. Mas todos somos responsáveis pela crise da informação”.

E não é verdade? Quantas vemos ingenuamente damos crédito a notícias falsas? Ou perdemos tempo em ler mentiras, fatos inverídicos e tantas bobagens’?

Já ouvi um amigo dizendo que “a culpa é da tia do What’sApp”, mostrando a figura daquela senhora simples, pura, e que replica fake news com a melhor das boas intenções sem saber! E isso é uma realidade indiscutível: quantos não são enganados e enganam os outros involuntariamente?

Resultado de imagem para Fake news

– Nosso jardim colorido na Terça-Feira!

(esse post foi de dias atrás, mas serve / servirá para hoje)

Não estamos na Primavera, mas colhemos flores do nosso jardim logo cedinho. Depois adubamos e fizemos a poda à espera da estação florida (está longe, eu sei). Mas quem gosta de natureza e de fotografia, ficará encantando com essa safra fora de época!

Escolha dos 8 botões, o mais bonito para inspirar essa 3a feira!

bomba.jpg

#FOTOGRAFIAéNOSSOhobby

– Que alvorada é essa?

Uau! Que paisagem belíssima do amanhecer de hoje.

Agora 07h30 em Jundiaí, com o sol rompendo as nuvens do céu inspirador. Veja:

Que tenhamos uma ótima 3a feira!

#FOTOGRAFIAéNOSSOhobby