– Internet às vezes cansa!

De saco cheio da Internet!

Cansa ver as timelines lotadas de Fake News! Como tem idiota publicando manchete mentirosa, “pagando pau pra político” e disseminando notícias para enganar os outros.

É de torrar a paciência… E tem coitado que lê e diz todo pimpão: “mas eu vi na Internet, eu vi”!

INTERNET É COMO PAPEL. ACEITA TUDO.

Fui. Não se leve muito a sério algumas Redes Sociais que se transformaram em Anti Sociais em alguns momentos.

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– Análise da Arbitragem de Paulista 2×1 Joseense

Comecemos pelos bandeiras: Samuel Augusto Vieira Paião, bandeira 2, foi muito bem. Nos vários lances de “impedimento-ou-não” logo no começo do jogo, acertou todos. Idem ao longo dos 90 minutos. Risser Jarussi Corrêa, o bandeira 1, foi um pouco menos exigido e acertou tudo.

Quanto ao árbitro Márcio Mattos dos Santos, ele foi bem melhor do que a atuação contra o Amparo, dias atrás. Correu bastante, gesticulou claramente as marcações e esteve atento.

Alguns lances: importantes:

1 – Aos 15m, depois de bate-rebate onde a equipe do Joseense, antes de ameaçar reclamar uma mão na bola, atentamente percebeu que não foi infração, sinalizou com firmeza e mandou seguir.

2- Aos 24m, o jogo ficou mais pegado e o árbitro começou a ter dificuldade. Aos poucos, foi dominado a situação mais tensa e até os 30 minutos (quando houve a pausa para a hidratação) tudo voltou a ser mais amistoso.

3- Aos 35m, Diego (JOS) cometeu pênalti em Hurick (PFC). Bem marcado, sem cartão, lance simples.

4 – Aos 38m, no lance reclamado de suposto pênalti de Favalli (PFC), acertou ao não marcar a penalidade, pois o zagueiro Giovanni (JOS) não atinge nem bola nem jogador. Tropeçou simplesmente.

5 – Aos 54m , Vinícius (JOS) cometeu uma falta mais forte em Carlinhos (PFC), onde não necessitava do Cartão Amarelo, pois a advertência verbal era suficiente. E o fez corretamente: deu a bronca “na medida certa” (corrigindo a crítica de que estava conversando demais na sua última evolução).

6 – Na metade do 2º tempo, uma observação: Tuxa (PFC), que estava no banco, entra no jogo e “voa em campo”, pois é o artilheiro do time, estava poupado e joga bem descansado. A zaga só o parava com as faltas (4 em 20 minutos). Faltou a advertência verbal para coibir o rodízio de faltas utilizado. Também no final do jogo existiu um momento mais crítico de ânimos acirrados, mas não tão relevante para atrapalhar a avaliação geral do juizão.

Placar: 2×1
Faltas: 9×15
Cartões 0x2
Público: 1.871 pagantes
Renda: R$ 11.360,00

– Você conhece o Santuário da Mãe Desatadora dos Nós?

Tornou-se muito popular nos últimos anos uma veneração à Virgem Maria sob o título de Nossa Senhora Desatadora dos Nós. E como devoto mariano que sou, fomos em família participar da Missa no Santuário dedicado a ela, no Jardim Santa Genebra, em Campinas.

Que surpresa!

A Igreja era a antiga boate Rhodes (ou algo escrito assim, do tempo que ela e a Pachát eram famosas na cidade). Tudo reformado, transformado num local de paz, espiritualidade e acolhimento.

A celebração ocorreu com todos os simbolismos mais tradicionais possíveis (afinal, é um templo católico e não faz nada de diferente que o Vaticano possa se queixar). A riqueza nos ritos coincide com a simplicidade da fé. Maravilhoso! Sem contar os inúmeros quadros de passagens bíblicas, a decoração cuidadosa e a própria arquitetura.

Vale a pena rezar nesse “pedacinho do Céu”. Saímos em Comunhão Plena com Cristo, fortalecidos em espírito e sabedoria!

Aqui, rápidas fotos: um velário bonito, a Capela do Santíssimo, o Altar da Santa e a Oração tão bonita:

– Índia: e o absurdo Machismo

Esse texto, abaixo, tem 9 anos. Mas não tem como não se impressionar…

Sobre as mulheres na Índia, compartilho:

MACHISMO INDIANO

Muito me assustou uma matéria publicada pela Revista Superinteressante deste mês de Junho/2009. Nela, há uma reportagem a respeito das Castas Indianas (tema que ficou na moda devido a novela da Globo). Mas o que impressiona são os números e hábitos das mulheres locais!

Na Índia, é um fardo para as famílias criar uma menina. Muitos abortos são cometidos, pois ter uma filha é um custo alto: a maioria das mulheres não trabalha, e ao crescer, ela é entregue a um novo e o pai dela deve dar presentes à família do noivo, o que inclui desde pedras preciosas até veículos!

Naquele país, apenas 48% das mulheres são alfabetizadas (e entenda alfabetizada na Índia o fato de apenas escrever o próprio nome.

Lá, abortar uma menina não é um pecado, mas uma “providência” (que absurdo!). Tanto que o governo proibiu que os médicos divulguem o sexo do bebê nas ultrassonografias, a fim de evitar o aborto. Muitos aceitam sacrificar sua filha, para que o primeiro filho seja homem e o pai possa “reencarnar” nele.

Devido a isso, hoje há 9 homens para cada mulher. Casar tem sido difícil, o que faz com que exista  o comércio cada vez maior de “compra de esposas”. Nas vilas pobres, troca-se mulher por búfalos. Amor no casamento? Lá não é assim… Amor se constrói aos poucos, depois de casado.

Quando a mulher fica viúva, ou o seu cunhado a toma por esposa, ou ela faz voto perpétuo de castidade. Ou seja, casamento de mulheres viúvas, não existe!

Em caso de divórcio, a mulher só tem direito as jóias que ganhou. Nada do marido deve pertencer a ela. E, como é perceptível até na novela, a esposa é proibida de citar o nome do esposo. Apenas deve chamá-lo de “Marido”. Em alguns vilarejos, ela só pode fazer as refeições depois do marido, pois é sinal de submissão a ele.

Modos e hábitos diferentes dos nossos. O que mais impressiona é que, para eles, nós somos os diferentes…

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– Universitários e Drogas: um número alarmante!

Leio que a Secretaria Nacional de Política sobre Drogas divulgou um número arrepiante! Em sua última pesquisa, anunciou que 48,7% dos estudantes de ensino superior já usaram drogas ilícitas (pesquisa que envolveu 18.000 universitários em 27 capitais). Destes, 20% correm risco de dependência.

Sou Professor Universitário na Área de Administração. E é inimaginável entrar na sala de aula e crer que metade dos meus alunos já experimentou drogas ilícitas… Talvez os números da pesquisa, se feitos no Interior, tenham outro resultado. Não creio que cidades como Jundiaí, Itu, Salto e outras da nossa região tenham esse indicador.

O problema é a facilidade de acesso às drogas. No meu tempo de estudante, nunca víamos drogas com frequência. Felizmente, nunca tive o desprazer nem a vontade de experimentá-las.

A banalização do problema faz com que os jovens vejam as drogas com mais naturalidade, o que é ruim. Os universitários são o futuro da nação, pois eles têm o privilégio de frequentar os bancos acadêmicos e pertencerem a uma minoria populacional de padrão intelectual mais elevado. É uma pena que isso ocorra entre eles.

E você, universitário? Acredita que esse número seja alto na sua faculdade?

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– 6 cliques para um sábado de paz!

Bom dia amigos! Me divertindo em cliques logo cedinho, unindo a paixão pela fotografia com a necessidade de ter inspiração!

Para tanto, fui fazer meu cooper matutino. Já correu também? Motivando no clique 1:

Durante o treino, conversando com o Céu pela intercessão do Imaculado Coração de Maria. Corpo, Mente e Alma devem estar sadios em plenitude… Meditando no clique 2:

Pós-treino, alongando no jardim. E a beleza e delicadeza das nossa roseiras? Contemplando no clique 3:

E para espairecer, 5 minutos admirando o infinito que amanhece. Você quem escolhe a foto melhor –

… o 4o clique do dia com a luz da alvorada:

… ou o 5o clique com o brilho imenso do sol:

Não importa qual o clique mobgráfico preferido, o que vale é esse sorriso, abaixo, que me fará feliz. Depois da atividade física, minha caçulinha Estela acordou e verdadeiramente se embebedou de leite! Que delícia!

O clique 6 de fofurice, bem engraçadinho da bebê, aqui:

Ótimo sábado a todos nós!

#FOTOGRAFIAéNOSSOhobby

– Insultos no Futebol com temas de Homofobia, Racismo, Sexismo, entre outros, cansaram!

Certa feita, eu já entendi (mesmo sem concordância) que o campo de futebol era o local onde o sujeito desabafava de seus problemas existenciais. Discordava, mas sabia que era inevitável (pela cultura imposta) que o juiz de futebol fosse xingado de todos os adjetivos negativos possíveis (mesmo eu sendo árbitro e já tendo escutado “de tudo”).

Para felicidade de quem pensa (como sempre defendi) que isso era errado e uma hora ou outra a coisa deveria mudar, parece estar existindo uma luz no fim do túnel. Aos poucos, vai se entendendo que a arquibancada não pode ser mais uma terra sem lei.

Em 2017, havíamos contado a história de como a FIFA começou a punir rigorosamente (com multas financeiras pesadas) as equipes que estavam cometendo gritos de intolerância de qualquer origem (incluindo de ordem política e religiosa). Isso ocorreu pois no Interior de São Paulo, durante a Copa São Paulo de Futebol Jr daquele ano, passou a gritar “BICHA” (com o “i“ estendido) aos goleiros adversários.

A muitos, de nada valeu, embora a própria CBF tenha sido multada 4 vezes em jogos das Eliminatórias da Copa do Mundo para 2018.

Pois bem: agora, a Conmebol começa a praticar a mesma iniciativa e multa a CBF por US$ 15 mil os gritos homofóbicos da torcida brasileira no jogo de estreia contra a Bolívia. É trocado para a entidade milionária, mas é simbólica a atitude. Que os clubes abram os olhos.

Ao invés de querer intimidar o adversário com gritos de bicha, macaco, entre outros tantos, por quê não gritar A FAVOR da sua equipe?

O texto citado acima, extraído de:
https://pergunteaoarbitro.wordpress.com/2017/01/09/paremos-com-gritos-homofobicos-pelo-habito-pela-forca-ou-pela-multa/

PAREMOS COM GRITOS HOMOFÓBICOS: PELO HÁBITO, PELA FORÇA OU PELA MULTA.

Tempos atrás, a FIFA se preocupou com os atos racistas que eram acompanhados de ações políticas em jogos na Europa, em especial nos países que formavam a Iugoslávia (Sérvia, Croácia, Montenegro, especificamente). Posteriormente, a “moda das ofensas” passou para a Itália (objetivamente: ofensas a negros e saudações fascistas). Mais recentemente, esse fenômeno racista migrou para a Espanha e alguns atos isolados na Argentina e Brasil.

Em todos eles, ocorreram algum tipo de punição: a Lazio (ITA) jogou com portões fechados, o Estrela Vermelha (SER) perdeu mando, o Villareal (ESP) foi multado e o Grêmio (BRA) eliminado na Copa do Brasil.

No conjunto de medidas contra a intolerância, a FIFA solicitou que os árbitros relatem em súmula (e parem o jogo, se for o caso) qualquer manifestação racial, religiosa, política e homofóbica.

Se a torcida jogar bananas em campo (como certa feita aconteceu com Daniel Alves, enquanto atleta do Barcelona), o jogo deve parar pois é racismo explícito. Se o jogador comemorar um gol tirando a camisa com os dizeres Jesus é o Rei ou Alá é Grande, o atleta deve receber cartão amarelo por desconfigurar o uniforme e ser citado para julgamento por apologia religiosa. Se o jogador, após um gol, saudar a torcida com o gesto de Hi Hitler imortalizado pelos nazistas, ele não recebe o cartão mas é citado por manifestação política. E, por fim, se os torcedores fazerem cânticos ou gritos homofóbicos, o árbitro deve relatar nos documentos da partida (se eles forem contínuos, o jogo pode até ser paralisado).

É nesse último item que chamo a atenção: no México, os torcedores gritavam PUTO (que é uma palavra similar a VIADO no coloquial espanhol) quando o goleiro cobrava o tiro de meta. Tal prática, ao mesmo tempo que começou a ser abolida aos poucos lá fora, passou a ser praticada no Brasil pela torcida do Corinthians, especificamente tendo nascida num jogo contra o São Paulo, a cada tiro de meta cobrado por Rogério Ceni (trocando-se o PUTO por BICHA, com um longo tempo no IIIIII até o chute do arqueiro). Palmeirenses, santistas e até os próprios são-paulinos, primeiras vítimas do ato, começaram a imitar.

Nesta cruzada contra a homofobia, a FIFA resolveu reforçar a orientação para que tal prática fosse extinta. Recentemente, a CBF foi punida por 20 mil francos suiços (65 mil dólares) por tais gritos na partida pelas Eliminatórias entre Brasil x Colômbia em Manaus, ocorrida em setembro. Neste mesmo “pacotão de punições” foram multadas equipes e seleções em Honduras, Albânia, Itália, México, Canadá, Argentina, Paraguai e Peru. O Chile, além da multa, perdeu um mando de jogo nas Eliminatórias da Copa do Mundo de 2018.

Em parceira com a ONG Fare Network, a FIFA, depois destas punições, reforçou o pedido e o monitoramento (replicado pelas Federações / Confederações Nacionais e suas entidades filiadas), para que árbitros, clubes e federações sejam agentes denunciadores de tais situações, sejam essas personagens testemunhas ou vítimas. Ou seja: um árbitro deve relatar se presenciar os gritos, uma equipe pode denunciar se sentir atacada ou um goleiro pode até pedir a punição ao clube cuja torcida praticou a homofobia.

Porém, esses gritos de BICHA foram praticados novamente em jogo da Seleção Brasileira, dessa vez contra a Bolívia em Natal, também pelas Eliminatórias, com punição de  R$ 83 mil. Outros nove países também foram punidos por gritos homofóbicos, além do Irã, por cânticos religiosos do Islã.

Aqui no Brasil, os grandes clubes da Capital têm pedido, através do sistema de som, que os torcedores não pratiquem tal ato. Infelizmente, há aqueles que ainda não sabem das medidas recomendadas e as punições que podem receber.

Então, seja na Copa São Paulo de Futebol Jr ou em Copa do Mundo, os clubes e Seleções podem ser severamente multados ou até perderem o mando caso os torcedores gritem BICHA na arquibancada.

IMPORTANTE – sabemos que na cultura do futebol algumas situações são discutíveis (eu, que fui árbitro de futebol por tanto tempo, sei bem disso). Xingar o juiz de ladrão ou outros impropérios é algo “aceitável e comum” (não levando em conta o politicamente correto e nem que se ofende a pessoa, mas sim uma personagem). Mas se existe um novo momento no futebol, uma mudança de cultura, seja ela forçada por multas e punições ou por clamor social, que cumpra-se!

Torcedor, diante de tudo isso: seja prudente!

EM TEMPO – a FIFA colocou em seu game, o FIFA 17, a opção de “vestir o atleta nas cores do arco-íris”, em alusão à campanha contra homofobia (Stonewall’s Rainbow Laces). E aqui acrescento: não confunda a opção sexual, particular de cada um, com APOLOGIA (sempre condenável).

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– Pra quê, Ministro?

Disse ontem nosso Ministro da Educação Abraham Weintraub, via twitter:

“No passado, o avião presidencial já transportou drogas em maior quantidade. Alguém sabe o peso do Lula ou da Dilma?”

Pra quê?

Criar polêmica desnecessária com o Brasil já estando dividido, é totalmente imprudente!

Ô país que – dos dois lados radicais – ainda está em campanha por um 3o turno que não existe. É hora de somar a nação, juntar as inteligências independente de ideologia, ser patriota de verdade, e não fazer piadinha que leva os adversários políticos a uma maior cizânia.

Nosso Brasil pode ter discordância política, pois vivemos numa democracia mas sempre respeitosa e com críticas construtivasO que não pode é fanatismo cego nem  autoridade fazendo brincadeira de estudante colegial sem qualquer tipo de sensibilidade.

(A referência foi feita por conta da prisão de um militar no avião da FAB, discutimos ela aqui: https://professorrafaelporcari.com/2019/06/27/quem-e-o-militar-com-cocaina-no-aviao-da-fab/)

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– Festa Junina sem Santos? Uma novidade…

Parece exagero, mas não é. São João e outros santos católicos das festas além das joaninas – sejam em épocas juninas ou julinas – são retirados das menções por conta de coerência religiosa a quem não confessa a mesma fé.

Diferente! Extraído de:

https://noticias.uol.com.br/cotidiano/ultimas-noticias/2017/06/23/festa-sem-joao-evangelica-adapta-a-junina-com-musica-gospel-e-crentao-sem-alcool.htm

FESTA “SEM JOÃO” EVANGÉLICA ADAPTA A JUNINA COM MÚSICA GOSPEL E “CRENTÃO” SEM ÁLCOOL

Santo Antonio, São João e São Pedro. As festas juninas estão entre as celebrações mais populares do país, mas contêm o elemento religioso, do catolicismo, que costumava afastar evangélicos das comemorações.

Há ainda elementos de festa pagã –os cultos solares, que já aconteciam na Antiguidade nos dias de solstício de verão no hemisfério Norte– e sincretismos religiosos –é o início do ano agrícola para os indígenas brasileiros, que cultivavam o milho, um dos principais integrantes da mesa junina– abominados pelas igrejas evangélicas.

O fim dessa resistência, no entanto, foi ensaiado e já é praticado em comunidades evangélicas do Nordeste ao Sul, sem no entanto elementos que remetam ao que os adeptos desaprovam.

As fogueiras, por exemplo, nem sempre são acesas. Os santos não existem (a Festa de São João virou a de “Sem João, com Cristo”) e as bebidas não incluem álcool. O quentão (cachaça fervida com gengibre) virou o “crentão” (algum suco fervido com gengibre). Há até o vinho crente, feito com suco de uva.

“O crentão é um quentão sem álcool. Não tem mastro, não tem fogueira. Alguns pastores, que são muito radicais, acham que tudo o que não é evangélico é errado. Mas aproveitamos uma festa boa e tiramos aquilo que pode ter erro e fazemos a festa apenas para a congregação”, afirma o pastor Cristiano Mendes, 34, da Congregação Luterana São Paulo, de Curitiba.

Segundo o pastor, a ideia é apenas ter a caracterização caipira e as comidas. Foi criada a pedido do movimento jovem da igreja para arrecadar fundos para os departamentos de jovens, atrair vizinhos e ter o seu lucro.

“A festa junina é uma tradição brasileira. Não é só da Igreja Católica. É feito na igreja, mas sem conotação cristã. Acontece o culto jovem e depois é a confraternização. A gente ia mudar o nome para festa caipira. É uma oportunidade de confraternização, sem estar ligado aos santos. Falam em festa de são João, mas não são para o santo em si”, afirma o pastor Cristiano. “Acredito que possa ter [algo pagão], mas nunca fui em uma que tenha tido. É só uma cópia do que acontece no Nordeste.”

Alguns pastores, que são muito radicais, acham que tudo o que não é evangélico é errado. Mas aproveitamos uma festa boa e tiramos aquilo que pode ter erro

Cristiano Mendes, pastor da Congregação Luterana São Paulo, de Curitiba

Em São Bernardo do Campo (SP), a Bola de Neve Church fará no sábado (24) a Festa do Crentão. No ano passado, o evento reuniu 1.400 pessoas, segundo a organização. O tema de 2017 é bem distante do universo junino: Bollywood, o polo cinematográfico indiano, inspirado na Hollywood norte-americana.

“Amendoim, no máximo”

Em Itamotinga, no interior da Bahia, a festa do Sem João surgiu como alternativa aos retiros realizados nesta época do ano. “A maioria das igrejas saem em retiro espiritual, mas a nossa nunca saiu”, afirma Andressa Caldas, 23, líder do grupo de louvor da Igreja Batista da cidade. “É um encontro com jovens. Ninguém leva roupa caipira; é uma reunião, um encontro. A gente faz oficina para meninos e meninas, as dinâmicas, um período de louvor, tem outros jovens. A comida típica que a gente come é amendoim, no máximo. Tomamos apenas refrigerante”, diz.

Ela cita uma passagem da “Bíblia” para expor sua contrariedade às festas tradicionais de São João. “Em uma passagem, a filha de Herodes [Salomé] pede a cabeça de João Batista. E muitos gritam [quando veem a cabeça decapitada]: ‘Viva são João’. João é um grande homem de Deus, e a gente não comemora. Por isso tiram a cabeça dele e falam isso”, diz. Os três livros bíblicos que citam a decapitação de João (de Mateus, Marcos e Lucas), no entanto, não têm essa menção.

Diácono da Igreja Presbiteriana do Brasil em Funcionário IV, em João Pessoa (PB), Diego Monteiro Pacheco é um dos organizadores do “Sem João, Com Cristo” da igreja, que será realizado no dia 1º de julho. “Não comemoramos, só aproveitamos a data para ficarmos em comunhão, palavra e oração. A nossa maior preocupação é quanto a nossos jovens não se sentirem atraídos pelos festejos pagãos e acabarem indo para outra comemoração além da igreja. Por isso alugamos um local, onde possamos ficar um pouco distante dos festejos, e lá glorificar a Deus”, diz.

Na igreja na capital paraibana, Monteiro diz que há alguns limites, relacionados a alguns hábitos da festa tradicional. “Não vemos mal algum em comer comida de milho e usar camisa quadriculada. Isso é de cada pessoa. Mas não fazemos nada que engrandeça outros significados. A quadrilha, ela tem um significado pagão forte, e nossa intenção não é trazer isso à tona, e sim glorificar a Deus.”

Na Bola de Neve Church da capital paranaense, a festa ainda não aderiu ao nome “Sem João, com Cristo”. “Rola músicas cristãs no ritmo de festa junina, oração… Enfim, é uma comunhão só que a caráter. Sempre convidamos pessoas que não são pessoas evangélicas. Às vezes, tem quadrilha. E tem o nosso crentão, com suco. É bom, sim”, diz Ana Paula de Oliveira, 33.

Tem quadrilha? Às vezes…

As danças de quadrilha, quando existem, são com o forró da banda gospel Shallom. “Festa de crente oferece comida, festa do mundo oferece cachaça; festa de crente termina com alegria, festa do mundo quando acaba é sem graça; festa de crente tem hora pra terminar, festa do mundo só termina quando há faca”, diz a letra de “Incompatibilidade”, sucesso nos arraiais adaptados “É uma música polêmica, porque trata de forma descontraída [das diferenças entre as festas]. A gente costuma abrir alguns eventos [com ela]. É um tanto diferente, a gente trata o assunto que, para nós, é uma verdade: o cara toma bebida alcoólica, e aí acontece um acidente”, afirma o proprietário da banda, Sandro Sacramento.

Segundo o músico, os convites para as festas de Sem João, com Cristo vêm acontecendo com frequência de cinco anos para cá. “É mais como uma estratégia no segmento evangélico”, diz. “Neste mês de junho, muitos jovens não têm outra atividade e se desviaram da religião nesse período: se sentiram tentados por uma festa junina, tomaram um gole de cerveja e foram atraídos pelo ritmo. E a gente quer mostrar que o forró não está restrito ao segmento secular, que a palavra de Deus pode estar inserida. É se reunir, ouvir um pé de serra com a família, botar os brinquedos com as crianças.”

Festa de crente oferece comida, festa do mundo oferece cachaça; festa de crente termina com alegria, festa do mundo quando acaba é sem graça; festa de crente tem hora pra terminar, festa do mundo só termina quando há faca [continua no link acima].

 

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– Viva a Serra do Japi!

Nesta época de “pré-férias” (ou férias para alguns que já podem descansar), vale dar uma fugida para coisas que não se pode fazer durante a rotina.

“Filar a boia” na casa da sogra e pescar no lago do sogro, à beira da Serra do Japi, são algumas delas!

Viva a natureza – e o descanso, logicamente. Apesar de ser 6a feira e dia útil, espairecer se faz necessário. Especialmente com esse recanto maravilhoso clicado e reproduzido abaixo:

🌲🌳🌴🌱🌿 #paisagem #natureza #fotografia #SerraDoJapi #lago #nature #inspiração #inspiration #céu #nuvens #árvores #relax

#FOTOGRAFIAéNOSSOhobby

– Não é Fake News: a Copa América 2019 teve jogo com público menor que a “Bezinha” Paulista…

O que dizer da Conmebol, que com preços abusivos e bagunça na venda de ingressos, conseguiu afastar os torcedores da Copa América?

Acredite: na 4a divisão do futebol de São Paulo (chamada pela FPF de “Segunda Divisão Sub 23” e apelidada pelos torcedores carinhosamente de “Bezinha”, pois vem depois da A1, A2 e A3), o jogo entre XV de Jaú X União Barbarense teve mais público que duas partidas da Copa América!

Extraído de: https://globoesporte.globo.com/sp/tem-esporte/futebol/noticia/jogo-da-4a-divisao-de-sp-tem-publico-pagante-maior-do-que-duas-partidas-da-copa-america.ghtml

JOGO DA 4a DIVISÃO DE SP TEM PÚBLICO PAGANTE MAIOR DO QUE DUAS PARTIDAS DA COPA AMÉRICA

XV de Jaú e Barbarense tem mais de cinco mil pagantes, superando públicos dos confrontos entre Bolívia e Venezuela; Equador e Japão na rodada decisiva da competição sul-americana

A partida entre XV de Jaú 1 x 2 União Barbarense, válida pela 13ª e penúltima rodada da fase de classificação do Grupo 2 da Segundona do Campeonato Paulista, que na prática é a quarta e última divisão do estadual de São Paulo, registrou público de 5.064 pagantes. A marca impressiona se comparada com dois jogos decisivos no encerramento da primeira fase da Copa América.

O publico presente no estádio Zezinho Magalhães, em Jaú, supera os registrados em dois confrontos disputados no Mineirão e válidos pela Copa América: Bolívia 1 x 3 Venezuela jogaram para 4.640 pagantes, enquanto Equador 1 x 1 Japão teve a presença de apenas 2.106 pagantes.

Quando comparado o valor médio de cada ingresso, podemos ter uma das explicações para o baixo público na Copa América: o torcedor desembolsou R$ 143 para assistir Equador e Japão e R$ 136 para Bolívia e Venezuela. O jogo entre XV de Jaú e União Barbarense custou em média R$ 5 para cada torcedor presente no estádio.

Mineirão vazio para Bolívia x Venezuela — Foto: Rafael Araújo

Mineirão vazio para Bolívia x Venezuela — Foto: Rafael Araújo

– A necessária decisão de não permitir o senador presidário de ter férias no Caribe

Pegou muito mal a decisão da Justiça do Distrito Federal na qual o senador Acir Gurgacz (PDT), preso por corrupção e que está em prisão domiciliar, pudesse “ter uma pausa na condenação” para descansar no Caribe. Iria se hospedar num luxuoso resort com casino, localizado em Aruba, cuja diária custa R$ 4.000,00. O mês de relaxamento incluiria por lá as comemorações do seu aniversário de casamento.

O juiz Alexandre de Moraes revogou a decisão alegando que:

“Tendo em vista notícia amplamente divulgada, na data de hoje, de que o sentenciado Acir Marcos Gurgacz que cumpre pena privativa de liberdade, foi autorizado (…) a “passar férias” fora do país, determino: (…) 2) a revogação da indevida suspensão da execução do cumprimento da pena privativa de liberdade, bem como da autorização de viagem que foram concedidas por aquele Juízo”.

A pergunta que fica é: como / por quê / pra quê queriam dar essa boa vida a quem cometeu crime?

Eduardo Anizelli/Folhapress

– Qual o proveito da Copa América 2019 para a Seleção Brasileira, diante do Mundial do Catar em 2022?

O que você prefere: conquistar a Copa América em 2019 ou a Copa do Mundo em 2022?

Aliás: a importância em vencer uma competição regional perante a um mundial é vista pelo número de estrelas na camisa: as 5 estrelinhas na Amarelinha representam alguma Copa América?

Vamos lá: o Japão jogou com 3 equipes nesse mesmo período (Mundial Sub 20, Torneio de Toulon e Copa América), visando formar uma geração vencedora para as Olimpíadas de Tóquio em 2020 e dar experiência para os mesmos chegarem bem preparados ao Mundial do Catar 2022.

É óbvio que o Brasil não é do mesmo nível do Japão e a cobrança é sempre ganhar tudo o que disputa. Mas seria impensável que em 2022 não teremos nomes como Rodrygo, Vinícius Jr, talvez Anthony, entre tantos outros, vestindo a camisa da Seleção. Por quê não dar experiência a eles agora, na nossa Copa América doméstica?

Considerando as convocações e o time que está jogando, sabendo que Tite precisa ganhar a Competição que é no Brasil e acalmar os críticos, é entendível que se convoque o que se tem de melhor hoje e/ou os de confiança do treinador. Ele quer ganhar a todo custo, e aí se vê a pouca preocupação em renovar o Escrete Canarinho para a Copa do Mundo (lembrando que no ano que vem haverá outra Copa América, e aí já estaremos prontos para ver qual será o esboço (em 2020) para o trabalho em 2022.

Sinceramente, acho que o trabalho deveria ter começado em 2019 (e não começar na Copa América Colômbia-Argentina em 2020), mas entendo os motivos como citado acima (embora não concorde). Penso que a Seleção de 2019 está longe de ter metade dos seus atletas para a próxima Copa do Mundo. Ou se crê que Daniel Alves, Miranda e tantos outros estarão em Doha trabalhando para levantar a Taça?

Ops: o Zé Boca de Bagre, famoso amigo do professor Reinaldo Basile, aqui de Jundiaí, disse: se a Seleção se classificar para a Copa pois tem as Eliminatórias, né? E se tiver Copa no Catar antes de prenderem até o Sheik!

Ah, o sheik não prendem não, professor. O cheque dele é quente que nem o país dele e deve ter sido distribuído para muita gente…

 

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– Quem é o militar com Cocaína no Avião da FAB

Causou espanto a prisão de um militar com 39 kg de cocaína no avião reserva da comitiva que levava o presidente Jair Bolsonaro à reunião de cúpula do G20 no Japão. Quando fizeram escala em Sevilha, descobriu-se na maleta dele 37 embalagens com pouco mais de 1kg do entorpecente.

O vice-presidente Hamilton Mourão classificou muito bem o caso: chamou o militar como uma mula bem qualificada (mula é o sujeito que transporta drogas a troco de dinheiro, não é o traficante propriamente dito – e sendo das Forças Armadas, a mula seria dificilmente reconhecida). Disse ainda que “o flagelo das drogas é um grande mal e que nem as Forças Armadas estão imunes a ele” – no que tem razão! As drogas (tráfico e uso) estão acabando com nossa sociedade.

Outro problema é que estão querendo politizar a coisa. Esse militar (o 2o Sargento da Aeronáutica Manoel Silva Rodrigues) já viajou com o staff presidencial 29 vezes, com Dilma, Temer e o próprio Bolsonaro, dentro e fora do país.

No Portal da Transparência do Governo, conta que o sargento Manoel (classificado pela FAB como Comissário de Bordo na missão) recebe R$ 7.298,00. A Folha de São Paulo revelou que atualmente ele passava por dificuldades financeiras e estava com despesas do condomínio em atraso.

Todo mundo pode fraquejar, variando a intensidade, resistência e resiliência de pessoa para pessoa. Uns aceitam delitos, outros se deprimem, outros desistem e se suicidam. Há aqueles que se apegam à fé. Por fim: há os que ficam sem orientação alguma. É claro que, por ter formação militar, será cobrado bastante – mas isso não o faz um “super-homem”.

A reflexão dessa falta grave que quero fazer é a mesma do general Mourão: que maldito flagelo é esse das drogas!

Imagine como as autoridades devem estar irritadas… esse sargento vai sofrer bastante até delatar quem era o traficante a quem estava prestando o serviço. Mas vai contar? E o medo de represália contra a família dele?

Que sinuca de bico, amigos… eu não queria estar na pele deste militar.

– Análise Pré-Jogo da Arbitragem para Paulista x Joseense (árbitro com 2a chance), VAR e casa cheia.

Na tarde desta 4a feira, a FPF divulgou a arbitragem para a Rodada 14 (última da 1a fase) do Campeonato Paulista 2a divisão de Profissionais (Sub23), onde estão escalados árbitros bem experientes em série A2 nos jogos decisivos e árbitros mais jovens nas partidas que “cumprem tabela”.

Para o confronto do Galo da Terra da Uva contra o Tigre do Vale do Paraíba foi escalado o quarteto formado por:

Árbitro: Márcio Mattos dos Santos, 33 anos.
Árbitro Assistente 1: Risser Jarussi Corrêa, 39 anos.
Árbitro Assistente 2: Samuel Augusto Vieira Paião, 35 anos.
Quarto Árbitro: Rudnei Ferreira de Medeiros, 40 anos.

Márcio foi o mesmo árbitro que esteve atuando na partida entre Paulista 3×2 Amparo na 1a fase, onde até começou bem o jogo, mas foi se perdendo em excesso de conversa com atletas, demonstrou um certo preciosíssimo em detalhes irrelevantes (por ser seu primeiro ano de arbitragem em jogos profissionais, apitou “com o livrinho de regras debaixo do braço” – expressão usada para quem não tem experiência e se atrapalha – e acabou se enrolando), culminando com a falta de autoridade que tornou permissiva a cera do time visitante (curiosamente, apesar de tantos atendimentos médicos, paralisações e outros momentos de bola parada, na súmula constam incríveis 34 minutos de jogo efetivo no primeiro tempo e de 30 minutos no segundototalmente fora da realidade do que aconteceu).

A nossa análise da partida citada acima está em: https://pergunteaoarbitro.wordpress.com/2019/05/01/analise-da-arbitragem-de-paulista-3×2-amparo/

É claro que todo árbitro tem seu aprendizado e pode ter tido uma jornada infeliz. Para ser reavaliado, o árbitro voltou a ser escalado no Jayme Cintra e para ajudá-lo dois experientíssimos bandeiras: Risser Jarussi Corrêa e Samuel Paião, que aqui já estiveram por diversas vezes nas divisões melhores que o Paulista frequentou. Até o 4o árbitro será um suporte para o juizão, já que tem 40 anos de idade. Dessa forma, “bola para frente” e desejamos sucesso ao Márcio Mattos dos Santos, a fim de mostrar que aquela atuação foi uma exceção do que está acostumado a fazer (não sei se é, mas torçamos que seja).

Aproveitando: fui questionado por amigos nessa semana sobre a chance de existir árbitro de vídeo nas fases finais desta divisão. A chance é zero, por quatro motivos:

1- O custo: A empresa Hawk-Eye Innovations é a responsável pelo VAR na Copa do Brasil, e o equipamento todo e os gastos de instalação chegam a R$ 50.000,00 aproximadamente na Copa do Brasil. No Paulistão da Série A1, conseguiu-se “no pacote” fechado baratear para R$ 28.000,00 / jogo. Ainda assim é caro.

2- Fora esse gasto, existe a necessidade de homologação pela FIFA, onde o estádio deve passar pelos testes off-lines em partidas oficiais antes dos jogos em que se pretende ter o VAR na fase desejada. Ou seja: faz-se todo o procedimento idêntico a de um jogo com VAR, com câmeras, árbitro de vídeo, bandeira de vídeo, assistente para fiscalizar o protocolo e outras pessoas, mas não se usa de verdade pois é em condição experimental. Dando certo, a FIFA “bate o carimbo” e permite o uso oficial nos jogos desejados. É o custo de pelo menos um jogo com VAR, sem usá-lo.

3- Não tivemos na A2 nem na A3 o VAR. Seria incoerente ter na 2a divisão.

4- Deveria-se ter a anuência de todas as equipes durante o Conselho Arbitral, e nada disso foi nem sequer questionado.

Por fim, haverá grande público para este jogo, já que várias iniciativas do clube, dos parceiros e das empresas envolvidas estão barateando o ingresso e convidando famílias para vir ao campo. Será a oportunidade do Paulista FC fechar esta fase com recorde de arrecadação, de torcida e de percentual de aproveitamento de pontos conquistados no campeonato. Prestigie o Galo, torcedor! E que as autoridades permitam o acesso fácil às arquibancadas…

Acompanhe a transmissão de Paulista FC x CA Joseense pela Rádio Difusora Jundiaiense AM 810, com o comando de Adilson Freddo. Narração de Rafael Mainini; comentários de Heitor Freddo e Robinson “Berró” Machado; análise da arbitragem com Rafael Porcari; reportagens de Luiz Antonio “Cobrinha” de Oliveira. Domingo, às 10h00 – mas a jornada esportiva começa a partir das 09h00 para você ter a melhor informação com o Time Forte do Esporte!