– Amigos que Nos Protegem

Há coisas boas que não nos damos conta: uma delas é possuirmos amigos que rezam por nós.

Independente da sua fé, crença ou convicção: mas não é muito bom saber que quando vacilamos na fé, alguém pede por nós ao Alto?

Chame como quiser: oração, reza, intercessão…  devemos ter certeza de que muitas vezes já fomos ajudados por Deus pelos pedidos de alguém (e, claro, primeiro pela sua bondade).

– Só para reforçar… FELIZ DIA DOS PAIS

Nos posts anteriores do blog, já deixei minha mensagem de carinho pelo Dia dos Pais. Mas sabe como é…

É TÃO BOM SER PAI!

Bem sincero, com linguajar informal: Putz, ser pai é indiscritível!

Quando soube que a Andréia estava grávida, não cabia de alegria! Estourei champagne, gritei, pulei… não sabia o que fazer.

E quando soube que seria pai de menina, coisa que eu nem imaginava?

Estava preparado para ser pai tanto de menina ou menino, mas, no fundo, acho que o homem se condiciona mais para receber um homenzinho. Quando soube que seria a Marininha… me senti o homem mais importante da face da terra!

Me recordo que fui à primeira loja de brinquedos que encontrei e comprei um monte de bonequinhas. A vendedora perguntou quantos anos tinha minha filha, e eu… kkk… tentei dizer que ela ainda estava na barriga da mãe dela, mas de tão encantado, chorei. E a vendedora se emocionou e chorou junto!!! Precisava ter filmado isso… rsrsrs

Vale a pena, pois hoje a minha filha é tão amiga…

Carinhosa, sarrista, ela adora fazer maluquices para ver minhas caretas! E quando vamos ao cinema, ficamos a semana inteira incorporando os personagens. Agora, a onda é brincar de “Valente”, a princesinha da Disney.

Olha ela aqui: http://www.youtube.com/watch?v=upL5fbEiC-k

Vivo a paternidade intensamente. E agradeço todos os dias a Deus por me fazer pai, e me ter dado um pai tão bondoso, honesto e justo, que ensinou tudo o que sei e me fez ser o que sou.

Pai, te amo. Se eu for metade do que o senhor é, serei um gigante!

FELIZ DIA DOS PAIS

– A Função Social da… Motoserra?

Às vezes, pessoas públicas devem ficar caladas, se o argumento não for convincente. Leia a idiotice que o Deputado Federal do DEM-RR, Luciano Pizzatto, a respeito do desmatamento – basicamente, para ele, é importante desmatar para dar oportunidade de plantar!.

O que os defensores domeio ambiente devem entender é que o universo é violento e destrutivo. Ao derrubar uma árvore, estamos na verdade dando o direito de outra árvore nascer”.

Acredite, ele é deputado e disse isso mesmo!!!

– Enfermeiras contra a Erotização da Imagem

Ora essa! As enfermeiras estão em pé de guerra com qualquer tipo de alusão pejorativa à atividade delas. Já conseguiram que os programas de TV não utilizem mulheres com fetiche de enfermeiras, além de programas de humor que utilizam de tal expediente. Agora, até o Google terá que retirar páginas pejorativas. Estão em defesa da imagem da sua atividade…

Extraído de: http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EMI76111-15220,00-ENFERMEIRA+NAO+PODE+SER+EROTIZADA.html

ENFERMEIRAS CONTRA EROTIZAÇÃO DA IMAGEM

Os conselhos de enfermagem processam artistas e televisões que perpetuam o imaginário erótico em torno da enfermeira

por Nelito Fernandes

Se existe uma coisa que deixa as enfermeiras doentes é personagem de televisão mostrando enfermeira sexy. Aí não há remédio: é processo na certa. Pelo menos 15 ações movidas por associações profissionais da categoria já tiraram do ar figuras que reforçam o fetiche. A última vítima da fúria das profissionais foi Luciana Gimenez. Uma liminar impediu o Superpop de exibir qualquer reportagem mostrando strippers fantasiadas de enfermeira. Agora, o Conselho Regional de Enfermagem do Rio de Janeiro (Coren-RJ) estuda uma ação contra o Google. Quer que o buscador pare de exibir imagens de enfermeiras sensuais e não indexe mais sites que façam referência a elas com conotação sexual. Mas isso não deixa a liberdade de expressão dodói?

“Qualquer proibição é uma forma de cerceamento da manifestação artística e cultural, garantidas pela Constituição”, diz o superintendente da Rede TV!, Dennis Munhoz. A presidente do Coren-RJ, Rejane de Almeida, diz que a exibição desse tipo de personagem reforça o fetiche. “As enfermeiras acabam sofrendo assédio sexual por causa disso. Principalmente no caso em que o doente não está debilitado, como pacientes de ortopedia. Há vários casos em que a enfermeira vai fazer a higiene e o paciente fica excitado”, diz ela.

É complicado, mas o fetiche vem mesmo da televisão. Para o psicólogo social Bernardo Jablonski, o desejo nada tem a ver com as personagens que aparecem. “A enfermeira cuida, pega e toca no paciente. Existe também uma tendência de desejo a profissionais que servem, como o pedreiro, o encanador. Quando você está doente, quem fica na beira da cama, cuidando? Sua mãe. Em última análise, é uma reaproximação edípica”, diz Jablonski, que também é autor do humorístico Zorra total. Como redator, ele considera a proibição absurda. “Há um cerceamento. Hoje na TV os vilões só podem ser empresários, senão alguma classe reclama. Isso é um exagero, uma radicalização”, diz. Presidente do Coren de São Paulo, Cláudio Porto discorda. “Entendemos o direito à liberdade de expressão, mas não podemos ser coniventes quando esse direito induz a sociedade a pensar de uma forma distorcida sobre uma profissão”, diz.

A Justiça, que é cega, não quer mesmo ver enfermeiras eróticas: até agora as associações não perderam sequer um processo. Na lista dos proibidos estão Alexandre Frota (não, ele não se fantasiava de enfermeira, ainda bem, mas criou uma personagem feminina), Flávia Alessandra, Tom Cavalcante e muitos outros (leia abaixo). E não é preciso nem mesmo ser enfermeira para ser vetado. Tom Cavalcante teve de abandonar o bordão “Chama a enfermeira”. A personagem de Flávia Alessandra que fingia ser enfermeira, mas era stripper, teve de inventar outra desculpa para o marido e deixou de sair de casa vestida de uniforme branco. Frota matou sua Enfermeira do Funk, que estava prestes a sair na Playboy fantasiada. Já Scheila Carvalho, que mostrava o tchan vestida de enfermeira na música “Turma do batente”, também teve de parar. A canção falava sobre várias profissões e Scheila disse que escolheu vestir a roupa para homenagear amigas e parentes que são enfermeiras. A letra da música dizia o seguinte: Ela pega na cabeça e o dodói passa/e o dodói passa e o dodói passa/e ela pega na cintura e o dodói passa.

O dodói pode até passar, mas a ira das enfermeiras não. As associações também ficam fulas com DVDs pornôs. O filme Hipertensão sexual, cheio de cenas eróticas com enfermeiras, teve de ser recolhido e a produtora Sex Sites Editorial se comprometeu a não fazer mais nada com o tema. Três sites de venda de produtos eróticos também foram obrigados a tirar do ar fantasias de enfermeirinhas. Um deles foi condenado a pagar R$ 20 mil de indenização por desrespeitar a ordem judicial. O dinheiro, segundo a associação, foi usado em cursos para enfermeiras. Frota teria de desembolsar R$ 1 milhão se desobedecesse. É dinheiro suficiente para deixar qualquer um doente.

– O Brasil é o País de que Esporte: Futebol ou Vôlei?

Já cansamos de falar do fiasco do futebol masculino brasileiro nos Jogos Olímpicos de Londres 2012. Mas do futebol feminino, não podemos cobrar tanto, pois não há investimentos.

E o que dizer do vôlei?

O histórico olímpico e, principalmente, os resultados da atual Olimpíada, mostram quem o futebol perde de goleada em medalhas e elogios para o Voleibol!

Com equipes sazonais, sem serem ligadas aos clubes de futebol, com pouca grana e alguma torcida nos campeonatos locais, a Pátria está de Joelheiras!

Qual é o segredo? Garra + Disposição dos Atletas? Nível Técnico inferior dos Adversários (claro que não)? Organização dos dirigentes? Enfim… Por quê o Voleibol Brasileiro é sucesso absoluto nos torneios em que disputa?

(ops: me refiro fiasco ao futebol masculino pois, pelos adversários e pelos nomes que estavam lá, a obrigação era a de vencer- dos demais esportes, não dava para cobrar).

 

– Turitas Americanos no Brasil Desconhecem Brasília

Olha só: divulgou-se uma pesquisa onde 75% dos turistas que chegam dos EUA aqui no Brasil desconhecem que Brasília é nossa capital.

Normal. E se fizéssemos uma pesquisa perguntando aos brasileiros qual a capital dos americanos? Tenho certeza que Nova Iorque ganharia de Washington.

Aliás, há muitas cidades que são as mais importantes de um país e que não são as capitais. Embora Roma, Paris ou Buenos Aires sejam as capitais e principais cidades respectivamente de Itália, França e Argentina, não vale dizer o mesmo de Johannesburgo, São Paulo, Zurique, Sidney, entre tantas outras.

Ter a maior economia nem sempre representa ser a capital política e administrativa, embora sua força econômica a influencie.

– Graça Forte se segura, se segura…

Quem está no ramo de combustíveis sabe que, num piscar de olhos, a Petrobrás pode surpreender e aumentar os preços.

Depois de 15 anos, a empresa registrou prejuízo, e a parcela de acionistas (ela é estatal com capital misto) está forçando um significativo aumento, que oneraria a Gasolina em mais de R$ 0,20.

A presidente da empresa, Graça Foster, nega aumento. Mas nitidamente percebe-se que é da boca-pra-fora

Antes das Eleições, duvido que mexam no preço. Mas na segunda-feira seguinte ao pleito… xiiii… os bolsos dos consumidores que tomem cuidado!

– R$ 30,00: O Preço de Uma Vida na Síria

Para alguns, a vida não vale nada. Todos nós vemos a guerra civil que está ocorrendo na Síria. E, devido ao noticiário dos Jogos Olímpicos e Mensalão, nós, brasileiros, deixamos um pouco de lado as manchetes do Oriente Médio.

Enquanto isso, leio que lá em Aleppo, norte da Síria, foi preso o shabiha Ali Hussein Mawas.

Sabe o que é um shabiha? É um matador de aluguel, que cobra 1000 libras sírias por cabeça morta. Em reais: 30,00.

É o valor que alguns dão por uma vida lá… Será que por aqui não temos também matadores de aluguel?

Infelizmente, sim.

– Feliz Nosso Dia!!!

Parabéns a todos nós, papais!

A paternidade, sem dúvida, é um dom, presente, agrado e missão de Deus aos homens. Como é que de um bicho feio como eu pode surgir tão bela florzinha?

– Te amo, Pai!

Não sou de comemorar datas.

Sou de lembrá-las, mas não festejá-las, pois, afinal, todo dia é dia das mães, dos avós, da consciência disso ou daquilo…

Mas me rendo ao dia dos pais. É muito bom ser pai e ter pai!

 Meu pai é meu melhor amigo.

Porém, tenho pena dele.

Por quê?

Porque quando eu nasci, ele ainda tinha cabelo, bigode vistoso, saúde de ferro.

Veja como ele estava radiante:

 

  Antes de mim, ele era ainda um galã!

 O terror da Ermida e do Medeiros, um rebelde sem causa:

 

 Claro que contribui para a sua calvície. Dei trabalho, não era nenhum anjinho:

 

 O bigode do meu velho já não é mais o mesmo. Demos uma judiada legal nele…

Olhe como ele ficou:

 

 

 

Mas o importante é que o amamos e nos sentimos amados por ele.

Meu pai é minha inspiração, meu herói, meu companheiro.

Meu modelo e meu tudo.

Graças a ele, aprendi e sinto como é importante ser um bom pai.

E, como ser avô é ser pai duas vezes, um velho pai volta à infância com a neta:

 

 Tudo isso por uma família linda!

  

 FELIZ DIA DOS PAIS! Te amamos, pai!

– Olimpíada de Londres: A Diversidade de Modalidades e Peso das Conquistas

A Seleção Brasileira de Futebol conquistou a Medalha de Prata nos Jogos Olímpicos de Londres. Normal, é um time sem espírito olímpico, cheio de vaidades, mal convocado e pessimamente escalado. É uma opinião antiga, sem ufanismo.

Aliás, o futebol é um esporte realmente a parte das Olimpíadas, e já escrevemos isso várias vezes nesse espaço. De tanto “não-olímpico”, repararam que o futebol só permite duas medalhas (feminino e masculino), enquanto que outros esportes permitem mais? Por exemplo: esgrima (são 3 categorias dos 2 sexos = 6 medalhas).

Aliás, outra incompatibilidade: se o que vale é competir, o maior número de medalhas que deve decidir a classificação, e não o número de Ouros. Por exemplo: o Cazaquistão tem mais medalhas de Ouro do que o Brasil (pelo levantamento de peso); porém, menos medalhas no quadro geral (até o último sábado). Ou seja: um determinado país especializado num esporte pode ficar a frente do que outros poliesportivos, por tal ranking.

E você, concorda com esse tipo de classificação? Deixe seu comentário:

– Os Carros Mais e Menos Poluentes do Brasil

Essa vem do relatório “Indicadores de Desenvolvimento Sustentável 2012 do IBGE”; Sistema Onda Verde do IBAMA e do Laboratório de Poluição Atmosférica da Universidade de São Paulo: Hoje, os carros novos estão bem adequados à lei que coíbe poluição por gás carbônico. Agora, a preocupação é com o Ozônio, formado da reação do óxido nitroso + hidrocarbonetos.

Quer saber quem mais emite esses gases?

  • os carros que mais poluem óxido nitroso (em g/km)
  • 91,7% do limite máximo da lei: Chery Tiggo, Kia Carnival e Renault Symbol
  • 86,7%: Fiorino Ambulância e Uno Ie 1.3
  • 85,8%: Celta 1.4 e Prisma 1.4
  • os carros que menos poluem óxido nitroso (em g/km)
  • 1,7% do limite máximo da lei: BMW 135, Ford Fusion, Nissan Livinia e Porsche 911
  • 2,5%: Nissan Tiida
  • 3,3%: Tucson 2.7
  • ————————————————————————
  • os carros que mais poluem hidrocarbonetos (em g/km)
  • 100% do limite máximo da lei: BMW 530, Fiat Strada Trekking, Mitsubishi L200, Pajero Sport, Renault Logan, Renault Sandero, Renault Symbol e Subaru Forester
  • 98%: Fiat Palio, Fiat palio Weekend e Fiat Siena 1.0
  • os carros que menos poluem hidrocarbonetos (em g/km)
  • 0%: VW Gol, Renault Kangoo, Renault Megane
  • 4%: Nissan Sentra

– As Invenções de 2015

Estamos em 2012. E como todo aquele que foi adolescente na década de 80, já devo ter assistido inúmeras vezes a trilogia “De Volta para o Futuro”, com Michael J Fox e Christoffer Lambert.

Sabe o que é curioso? Por acaso, assisti o filme 2 (aquele em que Marty McFly vai para o futuro). O filme é ambientado em 1985, e a trama pula 30 anos à frente. Olha o sarro: em 2015, os carros voam! Os skates flutuam! Os tênis se auto-amarram, entre outras tantas coisas…

Fico pensando: as invenções malucas dos roteiristas de 1985 não aconteceram. Porém, estamos em 2012 e outras ainda mais malucas surgiram, as quais eles nem imaginavam…

– Dia de Santa Clara

Hoje é Dia de Santa Clara de Assis!

Compartilho a bela história dessa santa, abaixo, com a referida citação:

HISTÓRIA DE SANTA CLARA
Século XII, Assis, na Itália. Nasce Clara Favorone, filha de Hortolona e Favarone, uma família considerada nobre na sociedade local. Acredita-se que a data mais precisa de seu nascimento é 1194 (embora há historiadores que apontem o ano de 1193), em plena Idade Média, marcada pelo desmoronamento do sistema feudal e o crescimento do comércio.
Como filha primogênita, natural que sua mãe Hortolona temesse pela gravidez e, principalmente, pelo parto. Extremamente religiosa, ela sempre pedia um bom parto em suas orações, quando, um dia, ouviu uma voz que lhe dizia: “Não temas, mulher, porque terás um parto normal e a luz daquela que vai nascer resplandecerá com mais claridade que um dia de sol”. Por esse motivo, no Batismo, deu o nome de Clara.
A menina Clara cresceu num ambiente de nobreza e fartura, pois segundo o biógrafo Tomás de Celano, o pai era militar e a família, dos dois lados, de cavaleiros. Seu pai, Favarone, filho de Ofredúcio e neto de Bernardino, morava com os irmãos em uma bela e grandiosa casa, que a família possuía junto à Catedral de Assis havia mais de cinqüenta anos, embora eles também eram proprietários rurais, com castelos nas redondezas. Mas Clara também teve o suporte da fé. Sua mãe não se descuidou de educá-la para ações mais nobres ainda, principalmente fazendo piedade e caridade com o mais necessitados.
É Celano quem fala: “Estendia a mão com prazer para os pobres e, da abundância de sua casa, supria a indigência de muitos”. Nesse período da Idade Média, o dinheiro foi se tornando um novo rei. Os pobres e os doentes, aqueles que não podiam subir na escala social, eram marginalizados. Celano lembra bem que, mesmo vivendo em um ambiente de riqueza e ostentação, Clara compreendia que as aparências e os adornos mundanos podiam ser enganosos. “Foi compreendendo que as coisas da terra, por mais belas que fossem, não podiam prender seu coração”.
É bom lembrar que a cultura cavalheiresca foi a primeira da Idade Média a ser elaborada por leigos e não por clérigos e tinha uma proposta de como deviam ser educadas as mulheres para serem agradáveis, discretas, piedosas, vindo a ser gentis esposas e mães de família. Tinham, enfim, que cuidar da boa fama e, as nobres, tinham uma vida bastante reclusa, enquanto as outras participavam dos negócios dos maridos, da luta diária para manter a família e para construir a civilização da cidade.
A menina Clara, mesmo vivendo em um ambiente de riqueza e ostentação, aos poucos foi cultivando a vida piedosa e simples, uma característica que mais tarde ficaria evidente como mulher consagrada a Deus.
Quando estava próxima de completar 18 anos, os pais já começaram a pensar no seu casamento. Clara não concordava com a idéia de se casar tão jovem e estava sempre adiando a decisão. Na realidade, ela começava a se interessar pelo projeto de vida de um jovem de Assis: Francisco. Tomás de Celano explica assim: “Quando ouviu falar do então famoso Francisco que, como homem novo, renovava com novas virtudes o caminho da perfeição, tão apagado no mundo, quis logo vê-lo e ouvi-lo, movida pelo Pai dos espíritos, de quem, embora de modo diferente, tinham recebido os primeiros impulsos”.
Clara sempre esteve bem informada sobre os passos de Francisco em Assis, isso porque Frei Rufino e Frei Silvestre eram seus parentes. Não poucas vezes ela escutou as pregações de Francisco, que costumava falar na Igreja de São Rufino ou na Catedral de São Jorge.
A pregação de Francisco impressionava porque era diferente dos “sermões”. Em suas palavras e em seu modo de ser havia alguma coisa nova. Era certamente a força do Evangelho que transparecia. Francisco se apresentava vestido com muita simplicidade, sem aparato nem ostentação. Suas palavras são inflamadas de amor a Deus. Clara fica sabendo que a vida dos irmãos é extremamente pobre.
Segundo Celano, Francisco a visitou, e ela o fez mais vezes ainda, moderando a freqüência dos encontros para evitar que aquela busca divina fosse notada pelas pessoas e mal interpretada por boatos.
“A moça saía de casa levando uma só companheira e freqüentava os encontros secretos com o homem de Deus. Suas palavras pareciam flamejantes e considerava suas ações sobre-humanas”. A companheira de Clara nos encontros com Francisco foi Bona de Guelfúcio, testemunha em seu Processo e irmã de Pacífica de Guelfúcio, uma das primeiras religiosas de São Damião. Já com 18 anos, Clara tinha consciência de que não seria compreendida por seus pais quando desse passo decisivo. Havia confiado a Francisco como desejava realizar sua vocação e ele a guiaria para cumprir os desígnios de Deus. “Então se submeteu toda ao conselho de Francisco, tomando-o como condutor de seu caminho, depois de Deus. Por isso, sua alma ficou pendente de suas santas exortações, e a acolhia num coração caloroso tudo que ele lhe ensinava sobre o bom Jesus. Já tinha dificuldade para suportar a elegância dos enfeites mundanos, e desprezava como lixo tudo que aplaudem lá fora, para poder ganhar a Cristo”, completa o seu biógrafo.
Em pouco tempo, Clara chegou à Porciúncula. Francisco a acolheu e lhe deu as boas-vindas. Comovida, ela entrou na igreja, ajoelhou-se diante do altar e, por alguns instantes, deteve-se em oração. Depois, levantou-se com decisão; tirou o calçado, despiu-se do vestido de brocado e o trocou por uma túnica grosseira, retirou seu rico cinto e o substituiu por uma corda áspera.
Em seguida, ajoelhou-se ainda; soltou de uma vez os cabelos que deslizaram sobre os ombros; depois, permaneceu com a cabeça inclinada, à espera do último sacrifício.
Francisco recolheu com delicadeza a loura cabeleira e, bem devagarzinho, a cortou. A cerimônia estava acabada.
A reação dos parentes
Como era de se prever, a reação dos parentes de Clara não se fez esperar. Pela manhã, apenas descobriram sua fuga, puseram-se em pé de guerra e rapidamente chegaram ao mosteiro de São Paulo para reconduzi-la à casa. Ameaçaram arrombar a porta. Querem Clara, viva ou morta. Com o aparato exterior e as ameaças, esperam assustá-la, mas iludem-se! Clara é irremovível. Visto que era vã toda a ameaça, recorrem às boas maneiras, às lisonjas e às promessas; fazem apelo aos sentimentos, à dor da mãe, das irmãs, de toda a família, mas Clara é inflexível; sabe que está mais em segurança entre aquelas paredes do que se estivesse num castelo.
Agarra-se ao altar
Quando se dá conta de que estão a ponto de perder o controle e recorrer à violência, Clara, com um gesto, fez desmoronar todas as ilusões deles: foge para a igreja e corre para junto ao altar; com uma das mãos segura a toalha e com a outra retira o véu da cabeça, fazendo-a aparecer sem os cabelos que haviam sido cortados. Demonstrava, assim, ser agora consagrada a Deus e que ninguém podia tocá-la. Diante de tanta firmeza, aos familiares outra coisa não restou senão abandonarem a igreja e o mosteiro e partirem confusos.
Transferida para o mosteiro de Santo Ângelo
Em São Paulo, Clara pôde permanecer só poucos dias. Foram talvez as próprias monjas a solicitar o afastamento dela depois da confusão provocada por sua presença. Francisco interessou-se pela transferência dela. Mais uma vez, dirigiu-se aos Padres Beneditinos e obteve a transferência de Clara para o mosteiro de Santo Ângelo de Panzo.
Finalmente um pouco de paz!
Na quietude e no silencio do mosteiro de Santo Ângelo, Clara pôde revigorar o seu ideal de vida. Apegava-se cuidadosamente às prescrições da Regra de São Bento, que possui como fundamento: “Ora et Labora”! Com isso, Clara não pretendia, certamente, abraçar a Regra de São Bento. Não teria tido sentido sua fuga para a Porciúncula, durante a noite, seu total abandono a Deus para além de qualquer estrutura, a exemplo de Francisco.No mosteiro de Santo Ângelo, Clara viveu por algumas semanas. Foram para ela dias de serenidade e de alegria indescritíveis.
A alegria de Clara estava toda no sentir-se amada e protegida pelo Senhor, como mesmo amor com que uma mãe protege sua filhinha. A fuga de casa lhe havia fechado o mundo às costas para abrir-lhe um umbral do mistério de Deus. Sua vida, agora, havia se transformado em um arco-íris de oração e contemplação: em um agradecimento alegre e infantil. Fugira de casa em uma noite de primavera, para abraçar o ideal de total pobreza, e encontrara a verdadeira liberdade, a perfeita alegria. Havia atingido o seu sonho.
Encontra-se com sua irmã Inês
Clara sentia a necessidade de externar sua ardente experiência mística. Quase todos os dias, sua irmã Inês ia visitá-la: era uma jovem belíssima, de somente quinze anos, de grande sensibilidade para com o sobrenatural. Depois da fuga de Clara, os familiares haviam depositado nela sua esperança.
“Cara Inês — confiava-lhe a irmã — lembra-te: é preferível viver um só dia na casa do Senhor, que mil dias fora dela. A juventude é vento que passa. A beleza se desvanece como a fumaça. A vida termina e aqui não fica nada. Clara e Inês, que se julgavam portadoras de nova Ordem, não podiam certamente permanecer em Santo Angelo de Panzo.
Francisco obteve para elas o pequeno convento anexo a São Damião, juntamente com a igrejinha na qual haviam ido rezar tantas vezes.
São Damião se tomará, assim, cenáculo de mulheres apaixonadas pelo Senhor, uma semente destinada a germinar uma fileira de almas belas, sequazes intransigentes dos ensinamentos do Poverello.
Afinal, Francisco o havia predito, como conta Clara, em seu testamento.”Tendo subido no muro da dita igreja, assim gritava então, com voz elevada e em língua francesa: ‘Venham e ajudem-me nesta obra do mosteiro de São Damião, porque, dentro em breve, virão habitá-lo mulheres e, por sua fama e pela santidade de sua vida, dar-se-á glória ao Pai nosso celeste, em toda a sua Santa Igreja”.
Clara e Inês não ficaram por muito tempo sozinhas, porque muitas jovens de Assis foram atraídas por seu exemplo.
Destas primeiras companheiras, ficam-nos, além do nome, também documentação que testemunha a santidade de sua vida e sua fidelidade, sem compromisso algum, em seguir o exemplo de Clara.
Pouco depois da entrada em São Damião, pediu para unir-se às irmãs Offreducci uma amiga de infância de Clara, Pacífica; e de Perúgia, chegou Benvenuta, conhecida nos anos da fuga de Assis, juntamente com toda a sua família . Depois, juntou-se Balvina de Martino; no ano seguinte, Filipa, filha de Leonardo de Gisleno.
Todas prometeram obediência a São Francisco, que não deixará de seguir a pequena comunidade, com extrema diligencia e com o amor que merecia a mais bela flor do jardim espiritual.
Para as irmãs, que começaram a ser chamadas “Damianitas”, depois de terem provado sua coragem, a própria Clara prescreveu, com evangélica simplicidade, uma regra a ser observada. Em 1215, ela havia impetrado à Sé Apostólica a aprovação do Privilégio da Pobreza, documento singular, único, com o qual a Santa queria, aprovada pelo Papa, a escolha, para ela e suas sequazes, de não aceitar nenhuma posse.
E, na Regra Selada, aprovada pela forma de vida da nova comunidade, está escrito: “O bem aventurado pai, considerando que não temíamos nenhuma pobreza, fadiga, tribulação, humilhação e nenhum desprezo do mundo, que, antes, os tínhamos em conta de grande delícia, movido de paterno afeto, escreveu para nós a forma de vida deste modo:
“Como, por divina inspiração, vos fizestes filhas e servas do altíssimo Sumo Rei, o Pai celeste, e desposastes o Espírito Santo, escolhendo viver segundo a perfeição do Santo Evangelho, quero e prometo, de minha parte e por meus frades, ter sempre de vós e deles atento cuidado e especial solicitude’. O que ele, com toda a fidelidade, cumpriu enquanto viveu e quis que fosse sempre cumprido pelos frades”.
Depois de três anos de vida monástica, Francisco julgou oportuno dar à comunidade de São Damião um esboço de organização: pensou em nomear uma abadessa. Esta não podia ser senão Clara, a primogênita da Ordem.
Mas Clara refutou: “Não, não eu, Francisco! Fugi de todas as honras e da vaidade do mundo, não posso me colocar no comando das minhas irmãs. Quero só servir e obedecer!”
“Bem!” – disse-lhe Francisco em resposta – “se tu queres obedecer, então eu te peço que o faças por obediência!”.
Desejosa da palavra de Deus
Clara, apenas eleita abadessa, sentia necessidade de uma ajuda segura: temia, sobretudo, não ir pelo caminho da perfeita pobreza. Por isso, teria desejado encontrar-se mais vezes com Francisco. Mas o “Poverello” estava muitas vezes longe de Assis e evitava dirigir-se freqüentemente a São Damião para não suscitar “admiração e suspeita” entre as pessoas.
Havia recomendado aos seus frades para não terem muita “familiaridade” com as monjas e não entrarem nos seus mosteiros. E nisto, ele queria ser o exemplo. Em São Damião, Clara se encontrou, finalmente, à vontade.
Transpondo aquelas paredes em ruínas, compreendeu ter chegado para onde Deus, havia tanto tempo, a conduzia. Isso lhe diziam a nudez das paredes, a desolação dos locais, os muros sem reboco, as rústicas tábuas nem mesmo esquadradas do assim chamado “pequeno coro”, a escada íngreme e desconexa que levava ao dormitório, um grande quarto nu e frio.
Sem dúvida, era o convento mais pobre jamais visto: a verdadeira cidadela da Santa Pobreza.
Francisco havia predito a Clara que outras senhoras a haveriam de seguir e abraçariam o seu ideal de vida. Depois de Inês, a primeira a acorrer a São Damião foi Pacífica de Guelfuceio, aquela que a ajudou na fuga noturna.
Depois, veio Benvinda de Perusa, sua caríssima amiga. Em seguida, ajuntaram-se Balvina de Offreduccio, Cecília de Gualtiero, Angelúcia de Angeleio, Filipa de Ghislerio, Francisca de messer Capitâneo, Amata de Martino e tantas outras. Beatriz, irmã menor de Clara, e a mamãe Hortolana completaram o grupo.
Nasceu, assim, em São Damião, a segunda Ordem franciscana, o ramo feminino, ao qual Francisco gostava de chamar o das “Senhoras Pobres”.
Um oásis de paz
Em pouco tempo, a comunidade de São Damião tornou-se um autêntico oásis de paz, onde tudo era calor e intimidade.
A própria desolação do local, das paredes, dos utensílios, transmitiam serenidade e alegria. Lamento nenhum se levantava de São Damião: a pobreza da casa, incômodos, os leitos, o frio, a fome, não atormentavam. As Irmãs, quanto mais pobres, mais se sentiam contentes.
Clara, cada recanto do convento era um recanto do paraíso, cheio de calor e de intimidade: um perene convite à festa, à alegria.
As mais pobres do mundo
Nada era de sua propriedade, mas tudo era aceito como empréstimo; julgavam-se “peregrinas e forasteiras neste mundo”. Andavam de pés descalços em todas as estações, com vestimentas grosseiras e uma corda à cintura, a cabeça raspada e coberta com um pano branco e preto.
Seu alimento era “moderado e austero”; haviam-se proposto “jejuar durante todo o ano”. Por leito, tinha uma esteira estendida sobre o pavimento nu e, por travesseiro, um pedaço de madeira. O dormitório era um grande quarto frio e miserável, onde os pobres catres eram alinhados junto à parede.
Segundo Tomás de Celano, Clara estava muito doente depois de quarenta anos vivendo em extrema pobreza. “O vigor de corpo, castigado nos primeiros anos pela austeridade da penitência, foi vencido no final por dura enfermidade, para enriquecê-la, doente, com o mérito das obras. A virtude aperfeiçoa-se na enfermidade”, diz o biógrafo.
Quando a enfermidade começa a se agravar, Clara recebe a visita do Cardeal de Óstia, padroeiro e protetor da família franciscana. Tratava-se do Cardeal Reinaldo de Segni, que mais tarde seria o Papa Alexandre IV. Foi ele que obteve do Papa a confirmação do Privilégio da Pobreza.
Sabendo do estado de Clara, o Papa Inocêncio IV,que residira com a Cúria em Perúsia no período de 1251 a 1253, foi logo visitar a serva de Cristo com os cardeais, como conta a Legenda: “Entrou no mosteiro, foi ao leito, chegou a mão à boca da doente para que a beijasse. Ela a tomou agradecida e pediu com maior reverência para beijar o pé do Apostólico. Depois pediu com rosto angelical ao Sumo Pontífice a remissão de todos os pecados. Ele exclamou: “Oxalá precisasse eu de tão pouco perdão!” A irmã Inês veio de Monticelli, onde era abadessa, para visitar a Irmã Clara. Ao ver o estado dela, chorou muito. E foi consolada pela irmã: “Irmã caríssima, apraz a Deus que eu me vá; tu, porém, deixa de lado o pranto, porque chegarás junto do Senhor logo depois de mim, e Ele te concederá um grande consolo antes que eu me aparte de ti”. Na realidade, Inês morreu logo depois.
Tomás de Celano relata que no final pareceu debater-se em agonia durante muitos dias, nos quais foi crescendo a fé das pessoas e a devoção do povo. Também foi honrada diariamente como verdadeira santa por visitas freqüentes de cardeais e prelados. O admirável é que, não podendo tomar alimento algum durante dezessete dias, revigorava-se o Senhor com tanta fortaleza, que ela confortava no serviço de Cristo todos que a visitavam.
No leito de Clara, a presença dos frades: Frei Junípero, Frei Ângelo e Frei Leão.
O biógrafo diz que, no momento da partida, Clara conversava com sua alma nestes termos: “Vai segura, porque tens um bom companheiro de viagem. Vai, porque aquele que te criou, também te santificou e cuidando de ti, como uma mãe cuida de seu filho, te amou com terno amor. Senhor, sede bendito porque me criaste”.
A agonia durou uma noite inteira. Na manhã de 11 de agosto de 1253, Clara entrava na glória e ia encontrar-se com o Amado Esposo de sua alma. Nas portas do paraíso seria recebida pelo Pai Francisco.
a Legenda de Santa Clara, logo após a sua morte, as pessoas “afluíram em tamanha multidão que a cidade parecia deserta”. Até o podestá, ou prefeito, apresentou-se imediatamente “com um cortejo de cavaleiros e uma tropa de homens armados”. E, no dia seguinte, moveu-se a corte pontifícia inteira. Foi, então, que o papa e os cardeais, “achando que não era seguro nem digno que tão precioso corpo ficasse longe dos cidadãos, levaram-no honrosamente para São Jorge, com hinos de louvor, ao som das trombetas e com solene júbilo” (LSC 37).
Logo depois, a igreja de São Jorge foi reformada e ampliada, transformando-se na Basílica de Santa Clara, que ainda estava em obras quando, no dia 3 de outubro de 1260, seu corpo foi solenemente transladado. Lá ficou até 1850. O sarcófago foi descoberto no dia 30 de agosto desse ano, e aberto no dia 23 de setembro.
A partir daí, cavou-se uma cripta no solo da basílica e se cuidou de apresentar o corpo da Santa, revestido de hábito e deitado sobre um colchão, dentro de um precioso relicário, para que os peregrinos pudessem venerá-la. Tudo isso ficou pronto no dia 30 de outubro de 1872.
Clara foi canonizada no ano de 1255, pelo Papa Alexandre IV, já que o Papa Inocêncio IV morreu em dezembro de 1254. O anúncio solene foi feito na antiga cidade de Anagni, conquistada pelos romanos no século IV aC. Não se sabe exatamente a data, mas há uma corrente que coloca como marco o dia 15 de agosto, festa da Assunção.
Antes de partir, Clara deixou a sua bênção:
Eu vos abençôo, ainda viva, e
e abençoar-vos-ei depois da morte;
quanto posso vos bendigo,
E mais do que posso vos abençôo com todas
As bênçãos com as quais o Pai das misericórdias
Abençoa e abençoará os seus filhos
Do céu e da terra.
Extraído de:
http://www.ofmsantoantonio.org/historiaSantos/santaClara.html

– Entendendo e Respeitando as Diferentes Personalidades e Caráteres, do Ponto de Vista Cristão

Cada indivíduo tem um conjunto de atributos – virtudes, talentos, fraquezas, deficiências, características pessoais que as fazem ser únicas no mundo. Por mais parecido que alguém seja, ninguém é igual a ninguém. E essas peculiaridades ajudam a formar a personalidade das pessoas, sejam elas mais extrovertidas, tímidas, inquietas, entre tantas…

Sendo assim, as pessoas diferem de opinião; de gosto; de humor; de simpatia. E, com tantas diferenças e individualidades, devem conviver bem, respeitando-se e convivendo harmonicamente.

Cristo nos diz:

Amai-vos uns aos outros como eu vos amei”.

Ora, amar as pessoas que já amamos é fácil. Àquelas que nutrimos simpatia, idem.

E quando falamos de pessoas rotuladas como “mau caráter”, marcadas pela sociedade como cidadãos que não servem de exemplo ou que vemos hábitos ruins? Como amá-las?

Claro que isso é difícil. Todos querem se aproximar de pessoas de bom caráter, e buscam evitar o mau-caratismo. Mas como conviver?

Respeitando aquele que pode ter se desviado do bom caminho, já é um começo. Ajudando-o a mudar de vida, um segundo passo.

Mas não se esqueça: alguém que tenha bom caráter e que esteja se relacionando com pessoas que são ditas “transgressoras”, deve tomar cuidado para ao invés de influenciar positivamente, não se influenciar negativamente. Tem que ter PERSONALIDADE!

Lembra-se do que nossas mães diziam sobre “ter cuidado para não andar com má companhia?” Pois é: você deve evitar o hábito e a influência da ‘má companhia’, mas contagiar com o bom-caratismo o próximo.

Difícil, né? Missão para cristãos de boa vontade, de bom caráter e de personalidade persistente.

Sendo assim, que tal refletir sobre alguns pontos?

  1. Todos gostamos que respeitem a nossa personalidade ou individualidade. Mas respeitamos sempre as características do próximo? Sendo assim, diga: o que você tem dificuldade em suportar nas pessoas; que lhe irrita; aquilo que você considera um defeito?
  2. O que você acha que irrita nas pessoas que convivem consigo, aquilo que você sabe que é da sua personalidade e que incomoda os outros?
  3. O que fazer para suportar o que não gostamos e mudar aquilo que as pessoas não gostam de nós?

– Análise da Arbitragem, sem Análise: o Profissionalismo de Heber Roberto Lopes

Tenho pena do bom árbitro Heber Roberto Lopes. Está passando dias difíceis. Se não bastasse ter sido julgado e suspenso injustamente por 15 dias no STJD (assunto discutido em: http://is.gd/STJDapita), sua mãe faleceu em Londrina/PR, às vésperas do jogo Fluminense X São Paulo que apitou. E, na partida, um fato incomum: concedeu 1 minuto de silêncio precedendo o início do jogo em memória da própria mãe.

Lamentavelmente, no Brasil, muitos torcedores não respeitam os “minutos de silêncio” concedidos. E nem na excepcionalidade desta 5ª feira, quando a genitora do próprio juiz é a homenageada. Muito barulho na arquibancada e muita gente não dando importância. Tanto que aos 4 minutos de jogo, após uma falta no meio de campo, a falecida mãe do árbitro foi lembrada, de modo indevido. Triste sina de um juiz de futebol: ouve a mãe ser xingada sem culpa, até no dia do seu passamento.

Fico pensando: não foi fácil para o Heber ter cumprido essa escala. Particularmente, eu abdicaria da escala pelo óbvio motivo. Mas respeito quem não o faça, pelos motivos pessoais de cada um, como apitar a peleja como homenagem póstuma.

Mas reflita: e você, se fosse o árbitro? Agiria da mesma forma e apitaria o jogo?

Difícil questão a ser respondida.

Ao Heber, meus pêsames e minhas orações. Que sua mãe descanse em paz.

– Rosicléia está com a Razão!

Rosicleia Campos é a treinadora da equipe olímpica de judô, e no último domingo desabafou sobre as críticas aos atletas que não conquistam medalhas, chamando os reclamantes de “ignorantes“.  

Ela foi perfeita em sua entrevista e queixa (citação abaixo): para muitos, não existe o direito de perder; só tem valor aquele que ganha!

Me lembrei do fantástico e polêmico piloto de Fórmula 1 Nelson Piquet. Um dia ele disse que:

o segundo colocado ou vice campeão nada mais do que o primeiro perdedor“. 

Discordo. Há de ver os méritos e dificuldades de quem conquista boas colocações. E é justamente tal pensamento derrotista que atrapalha o desenvolvimento do esporte. 

Aliás, falamos de Olimpíada e não é justamente o espírito olímpico que prega que o “importante é competir“?

Falta isso aos exagerados e rigorosos críticos. Há de se criticar quem tem bom recurso técnico e financeiro, e na hora H, por falta de profissionalismo fica a desejar. Mas de atleta de esporte amador brasileiro, não dá para cobrar. 

Extraído de: http://m.espn.com.br/vid-aud-noticia-ip.php?id_va=273466&sext=1

ROSICLEIA CHORA, DESABAFA E RECLAMA DOS CRÍTICOS

Uma das grandes responsáveis pelo grande momento do judô feminino e pelo bom desempenho nos últimos anos, a treinadora Rosicleia Campos voltou ao país sem o esperado sorriso no rosto. Triste com os fortes questionamentos que alguns atletas da equipe brasileira sofreram durante os Jogos Olímpicos de Londres, a técnica não conteve as lágrimas e atacou os críticos neste domingo. 

“O povo brasileiro é ignorante, no sentido de ignorar o esporte. Só temos Olimpíadas de quatro em quatro anos, e só sabe o que é quem está lá. Só sabe onde o calo aperta quem veste o sapato. Quero ver ir para a Rússia, ficar uma semana lá comendo mal e treinando. Quando a gente volta e lê as críticas, dá vontade de matar”, disse a comandante em sua primeira coletiva desde que retornou da Inglaterra.

De acordo com Rosicleia, que está no comando da equipe desde 2005, apenas as pessoas que vivem o esporte sabem a dor de ver seus principais atletas serem derrotados e se disse chateada por ver críticas de pessoas que não sabem o que falam.

“A gente vive o esporte, doa a vida pelo esporte. Demos a nossa vida pelo judô. Quando você vê o Leandro Guilheiro perdendo, a Rafaela (Silva)… Eles são heróis. É muito triste para a gente, que está do lado de cá, ler depoimentos de brasileiros que não sabem o que estão falando”, analisou.

Dona da única medalha de ouro do Brasil até o momento, Sarah Menezes defendeu a postura de Rosicleia e lembrou que a treinadora é extremamente importante para a equipe brasileira de judô. 

“A participação dela é excelente. Melhora sua autoestima. Se você está nervoso, ela consegue controlar. Ela consegue levar além e frear quando tem de frear. Está sempre ali nas horas boas e ruins”, comentou Sarah. 

Já Mayra Aguiar, que conquistou o bronze em sua categoria, chamou a treinadora de “mãezona” e não poupou elogios. 

“É uma mãezona, né? Uma palavra dela pode mudar uma luta. O papel dela ali fora pesa muito. Eu sei que, independentemente do que acontecer, eu tenho o apoio dela e estou segura. É uma pessoa ótima, uma técnica ótima e estou feliz por compartilhar esse momento com ela”, completou.

– O Melhor Professor dos EUA pode ser um Brasileiro!

Orgulho aos Educadores Brasileiros: o professor Alexandre Lopes, brasileiro que leciona nos EUA, concorre ao prêmio “Professor do Ano”, cujo prêmio será entregue na Casa Branca pelo presidente americano (B. Obama ou M. Ronney).

Extraído de Isto É, edição 2230, pg 102

UM BRASILEIRO ENTRE OS MELHORES PROFESSORES DOS EUA

por Paulo Rocha

O carioca Alexandre Lopes vence 180 mil docentes na Flórida e concorre ao título de Professor Nacional do Ano por seu trabalho com alunos especiais.

Um brasileiro está fazendo história nos Estados Unidos. O carioca Alexandre Lopes, 43 anos, natural de Petrópolis (RJ), acaba de ser eleito o melhor professor do Estado da Flórida e agora concorre ao título de melhor dos EUA. A conquista foi realizada após mais de seis meses de um rigoroso processo seletivo, que incluiu etapas regionais, municipais e estaduais. Lopes foi eleito o melhor entre cerca de 180 mil docentes da rede de ensino público da Flórida por seu trabalho realizado com crianças com necessidades especiais em idade pré-escolar. Há oito anos, o brasileiro atua como professor de educação inclusiva na escola Carol City Elementary, em Miami (Flórida), onde leciona para meninos e meninas de famílias de baixa renda – muitos deles autistas. A ideia de concorrer à premiação partiu da própria instituição onde Lopes trabalha. “Fiquei lisonjeado com a indicação, mas nunca achei que eu chegaria tão longe. Minha ficha ainda está caindo”, afirma.

A paixão do brasileiro pela educação foi despertada ainda na infância, porém Lopes só passou a trabalhar como professor após imigrar para os Estados Unidos, em 1995. Depois de atuar como comissário de bordo por mais de seis anos, em 2001 ele decidiu largar o emprego para correr atrás do seu antigo desejo. Sua ideia original era se tornar professor de línguas estrangeiras, mas uma conselheira vocacional o orientou a atuar na área de educação inclusiva. “Na época eu nem sabia o que isso significava, mas logo que entendi me apaixonei e decidi começar um mestrado na área”, diz. Enquanto realizava as entrevistas e dissertações para concorrer ao título de melhor professor da Flórida, Lopes ainda conciliava o trabalho como docente com o doutorado em educação na Universidade Internacional da Flórida. Agora ele deve permanecer um ano longe das salas de aula, cumprindo a agenda de compromissos que seu novo título exige, e que inclui palestras e a participação em workshops sobre educação.

O resultado da eleição para melhor professor dos Estados Unidos só será divulgado em abril de 2013, em uma cerimônia na Casa Branca com a presença do presidente americano. Mas, independentemente de ganhar a etapa nacional ou não, o brasileiro garante que já tem motivos de sobra para comemorar. “Só o fato de poder inspirar a paixão pela educação e, ao mesmo tempo, me tornar motivo de orgulho para o meu país já me faz sentir realizado.”

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– A Cara Energia Elétrica

O Governo Paraguaio quer renegociar o valor da energia elétrica excedente de Itaipu, vendida ao Brasil (como é uma binacional, a hidreelétrica produz para os 2 países). Se fechada a negociação, lá vem aumento!

Porém, só europeus e japoneses pagam em seus lares uma conta tão alta quanto a nossa, segundo matéria da Época dessa semana. Veja o custo em R$/MWh:

1- Dinamarca: 724

24- Japão: 472

10- Brasil: 376

11- Turquia: 374

17- Estados Unidos: 235

19- México: 180

20 – Coréia do Sul: 169

Nossa renda é compatível para tal tarifa de luz?

– Quando o STJD resolve Reapitar um Jogo

Precedente perigoso…

Heber Roberto Lopes foi suspenso por 15 dias pelo STJD, por um suposto erro na partida entre América/RN X Ceará/CE.

No referido jogo, o goleiro potiguar Valdemar atingiu com um pontapé o atacante adversário. A equipe cearense pediu Cartão Vermelho, mas Heber aplicou o Cartão Amarelo.

Independente se errou o não na partida, o fato  é que ele foi indiciado e julgado. Os auditores o puniram , mesmo com uma coerente defesa do árbitro, que disse:

Eu vejo ele (o goleiro) indo em direção à bola, erra o tempo e atinge o adversário sem a intenção”.

Pela explicação, é amarelo. Mas repararam que, se a partir de agora os togados do STJD discordarem do árbitro, arbitrariedades como essas poderão acontecer?

Os auditores que “julgam faltas”, “marcam pênaltis” ou “revaliam o critério disciplinar do árbitro”, são de fato, capacitados para isso? Entendem de arbitragem e regras?

O mais irônico: erros piores aconteceram durante o ano (e recentes), e nada foi feito. Os equívocos graves do brasiliense Wilton Sampaio no jogo Coritiba X Palmeiras a favor do time paulista, ou do gaúcho Fabrício Neves na partida Cruzeiro X Palmeiras a favor da equipe mineira, não foram levados em conta? Por que só agora, após o filho do Sveiter assumir o STJD, que ocorre tal mudança?

Lembrando: e o Chicão de Alagoas (Francisco Carlos do Nascimento), árbitro FIFA que errou em dois jogos do Flamengo marcando pênaltis inexistentes (contra Bahia e Santos)? A ele, nenhuma punição do STJD, tanto que Chicão apitou Botafogo X Palmeiras nesta 4ª feira (e ainda vestiu o fardamento preto no jogo em que o Fogão jogou de preto e cinza… não tem camisa azul ou vermelha?).

E os pênaltis polêmicos do árbitro Emerson Ferreira/MG na partida entre Atlético-GO X São Paulo? O STJD também não viu?

Fica ainda algo mais curioso: para esta quinta-feira, no jogo Fluminense X São Paulo, estava escalado Sandro Meira Ricci. Porém, Ricci já estava anteriormente escalado pela Conmebol para um jogo da Copa Sulamericana, e a CBF se viu obrigada a uma nova escala, sorteando Heber. O STJD suspendeu Heber pela suposta deficiência, mas o liberou para a partida pelo Brasileirão para que não se tenha um 3º árbitro sorteado no clássico dos Tricolores Carioca X Paulista.

Só que Heber também já estava escalado para outro jogo: Portuguesa X Botafogo, no sábado, pela rodada do Brasileirão de final de semana.

Novo sorteio?

Nada disso, liberado também. Ou seja: pode apitar a vontade os 2 próximos jogos que só se cumpre a pena no período de descanso.

Julga o que não deveria julgar; e depois pune de mentirinha… triste realidade da Justiça Desportiva do Brasil.

Punido, de verdade, somente o árbitro sergipano Cláudio Francisco de Lima e Silva, de Bahia X Grêmio, que terá que como castigo ficar reestudando a Regra 5 (O ÁRBITRO), porque a CA-CBF entendeu que ele falhou na autoridade do jogo, prejudicando o Bahia.

Falta total de critério para promoção de árbitros; idem para punição.

– Anéis Olímpicos: Continentes ou Países são Representados?

Símbolo das Olimpíadas, criado em 1912, representa a união entre as nações. Os 5 anéis não indicam os 5 continentes, como muitos acreditam. Juntamente com o branco do fundo, eles representam, na verdade, as cores das bandeiras dos 28 países que disputaram as Olimpíadas daquele ano, em Estocolmo, Suécia.

Sua origem se dá pelo francês Piérre de Frédy, mais conhecido como Barão de Coubertin, fundador das Olimpíadas Modernas. O barão se inspirou em outra entidade que ele ajudou a fundar, a União das Sociedades Francesas de Esportes Atléticos, em 1887. O logo da instituição era formado por dois anéis.

(extraído de: Revista Superinteressante, Ed Agosto/2012, pg42, por Rodrigo Ortega).

– Coringão, Pizza e Novela: Sua opção é…?

A minha já foi feita. Após uma tarde gostosa com a filhota, saudosa da esposa trabalhando, dormimos bem cedinho. Bom, “dormimos” é expressão para dizer que a pequeninha já foi pra cama, e pai sozinho em casa, colocando o trabalho em ordem, fica “zappiando” a TV. E vou ser bem sincero: assistir a Corinthians X Atlético-GO é dose para leão! Que joguinho fraco!

Repararam que a ressaca pós-títulos é desastrosa? O Corinthians que vi no 1º tempo (não houve pique para o 2º) é um arremedo do Campeão da Libertadores, de dias atrás. Idem ao Palmeiras, Campeão da Copa do Brasil.

Como o intervalo é descanso puro, sintonizei a Novela das 8 e… puxa! Carminha X Nina, Seu Leleco + Dona Muricy e os personagens (que não sei o nome) do Otávio Muller e da Paula Bullamarqui dão de 10 a 0 no enfadonho jogo.

Melhor que isso? Só a pizza de hoje!

– A Absurda Dieta de Phelps: 12.000 calorias!

Michael Phelps, o nadador americano que quebrou o recorde de medalhas conquistadas em Olimpíadas, de fato é um fenômeno. E sabe por que podemos reafirmar isso? Veja essa matéria da Olimpíada de Pequim (4 anos atrás). Ele contou sobre o que come para treinar (fenomenal mesmo):

CAFÉ DA MANHÃ

3 sanduíches de ovo frito,

queijo,

alface,

tomate,

cebolas,

batata frita,

maionese,

3 xícaras de café,

omelete com 5 ovos,

tigela de cereais,

3 fatias de torradas com açúcar, e,

3 panquecas de chocolate.

ALMOÇO

½ k de macarrão,

2 sanduíches de queijo + presunto + maionese,

1000 calorias de energético.

JANTAR

repete o almoço, acrescentando 1 pizza inteira.

Se você acha que come muito, o que dizer de Phelps? A diferença é que ele queima isso nadando… (são 12.000 calorias!)

Extraído de: http://globoesporte.globo.com/Esportes/Pequim2008/Noticias/0,,MUL723450-16072,00.html

MICHAEL PHELPS E SUA ABSURDA DIETA DE 12.000 CALORIAS DIÁRIAS

Logo que começou a ganhar seu caminhão de medalhas nestas Olimpíadas, o nadador americano Michael Phelps descreveu sua rotina em Pequim: comer, dormir e nadar. E coloca comer nisso. Ele revelou seu cardápio ao site do jornal inglês Guardian e salta aos olhos o fato de ingerir 12.000 calorias em sua dieta diária. Seis vezes mais que um adulto normal.

No café da manhã ele dá o início com três sanduíches de ovo frito, mas com alguns elementos a mais: queijo, alface, tomate, cebolas fritas e claro, maionese, afinal ele é americano. Para se divertir um pouco mais, três xícaras de café e uma omelete com cinco ovos e uma tigela de cereais. Mas ainda não acabou. Três fatias de torradas com açúcar e para terminar três panquecas de chocolate.

Aí vem o almoço. Meio quilo de macarrão e dois sanduíches grandes de queijo com presunto no pão branco com muita maionese. Para ter certeza de que seu corpo não ficará sem combustível, 1.000 calorias de bebida energética.

E finalmente chega a hora do jantar, já com muita fome. Mais meio quilo de macarrão e uma pizza inteira, além de mais 1.000 calorias de bebida energética. Assim termina o dia do maior atleta olímpico de todos os tempos.

– Duas Perguntas Que Não Devem Ser Respondidas sobre… Lucas e Coréia!

1-Leio que o bom jogador sãopaulino Lucas pode ser vendido ao Paris-Saint Germain por mais de R$ 105 milhões de reais.

Se ele vale tudo isso, quanto valeria Zico, Zidane, Cruyf, Baggio, Francescoli…?

2-Me recordo que em 2002 o árbitro equatoriano Byron Moreno apitou de forma estranha a partida válida pelas oiutavas-de-final da Copa, entre Itália X Coréia do Sul. Se por vias oficiais ou oficiosas, descobriu-se que o placar foi “encomendado” para que o anfitrião chegasse a uma quarta-de-final.

O escandaloso pênalti não marcado hoje (Olimpíada 2012) pelo árbitro tcheco na partida entre Brasil X Coréia do Sul, a favor do nosso adversário, não teve o mesmo peso de erro de Copa do Mundo, mas que pelo momento do jogo foi desestruturante, ah foi!

Coreanos podem reclamar?

– Advogados do Mensalão curam até Insônia! O Flagra dos Juízes do STJ.

Que flagra do Jornal “O Globo”: O blablablá dos advogados dos acusados do Mensalão é tão entediante, que fez 2 dos juízes do Supremo Tribunal desmaiarem de sono!

Pudera: ouvir os advogados de José Dirceu, Genoíno, entre outros, deve ser dose mesmo. Afinal, é duro convencer que eles não estejam envolvidos no escândalo.

Extraído de: http://oglobo.globo.com/pais/ministros-demonstram-cansaco-durante-julgamento-do-mensalao-5705349

MINISTROS DEMONSTRAM CANSAÇO DURANTE O JULGAMENTO DO MENSALÃO

Joaquim Barbosa e Gilmar Mendes acompanham maratona de argumentações no 3º dia do processo

 

No terceiro dia de julgamento do mensalão no Supremo Tribunal Federal (STF), alguns ministros deram sinais de cansaço. Os ministros Joaquim Barbosa, relator do processo, Gilmar Mendes e Celso de Mello chegaram a fechar os olhos ao longo da sessão de ontem.

A aparente fadiga dos magistrados contrastava com o nervosismo dos advogados escalados para falar durante a sessão. O julgamento começou na semana passada e deve se estender até setembro, conforme cálculos feitos pelos próprios defensores.

O cansaço dos ministros foi notado até mesmo pelo presidente do Supremo, Ayres Britto. No encerramento da sessão, depois de mais de cinco horas de discursos, Ayres Britto disse que iria sugerir o fim dos trabalhos para não prejudicar os advogados.

— A defesa leva desvantagem por pegar julgadores cansados quando a sessão é muito longa — disse o presidente.

Joaquim Barbosa e Gilmar Mendes chegaram a fechar os olhos várias vezes durante a sessão, até mesmo num dos momentos em que os fotógrafos foram autorizados a entrar no plenário e registrar cenas do julgamento.

A entrada dos fotógrafos é sempre o momento mais ruidoso das sessões, em geral silenciosas. Alberto Toron, advogado de João Paulo Cunha (PT-SP), disse que é difícil para qualquer espectador prestar atenção numa fala superior a 50 minutos.

Na defesa, suor e pigarro

Enquanto os advogados falavam, os ministros Luiz Fux e Cármen Lúcia faziam anotações. Os ministros Marco Aurélio Mello, Rosa Weber, Cezar Peluso fizeram consultas aos documentos do processo por várias vezes.

No lado oposto, era evidente o nervosismo de alguns advogados. José Luís de Oliveira Lima, defensor de José Dirceu e o primeiro a falar, confessou que estava tenso logo na abertura da exposição.

— Advogado que não sente um frio na barriga, que não fica com as mãos geladas, não fará uma boa defesa — disse Oliveira Lima ao chegar ao púlpito para defender Dirceu.

Em mensagem enviada pelo celular ao advogado, Dirceu mandou um agradecimento: “eternamente grato”.

Luiz Fernando Pacheco, encarregado da defesa de José Genoino, estava ainda mais tenso. Bebericou num copo d’água, revirou páginas do discurso e enxugou o suor do rosto todo o tempo.

Pacheco só relaxou um pouco ao terminar a explanação e saiu do plenário para fumar um cigarro.

— O nervosismo é a contrapartida do senso de responsabilidade — disse Pacheco.

Arnaldo Malheiros afirmou que se sentiu aliviado após defender Delúbio Soares no plenário do STF. Acometido de um pigarro durante sua fala, atribuiu o problema à seca de Brasília. Ele usou apenas 33 minutos do tempo de uma hora para apresentar seus argumentos.

— Não usei mais tempo por falta de carga acusatória e também para não encher a paciência dos ministros — explicou Malheiros.

Defensor de Marcos Valério, Marcelo Leonardo afirmou que estava com a sensação de “dever cumprido”. Contou que recebeu mensagens no celular elogiando sua atuação. A mais comemorada foi a de seu pai, o advogado Jair Leonardo Lopes, de 88 anos, que ainda atua no Direito:

— Receber elogio dele é tudo para mim.

Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/pais/ministros-demonstram-cansaco-durante-julgamento-do-mensalao-5705349#ixzz22tZNmbHd 
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– Oscar Pistorius: o Nome da Olimpíada de Londres

Não me importa quem ganhou medalha ou não nos Jogos Olímpicos de Londres-12. Se o que vale é participar e dar exemplo, que mensagem podemos tirar do carismático sulafricano Oscar Pistorius, deficiente que disputou o atletismo (com bons resultados)?

Além da persistência, o sem-número de ações filantrópicas merece louvor. Aplausos a ele!

– Limites para Ofensas no Esporte? A Reclamação que Funcionou!

Mais um caso polêmico de ofensa à arbitragem via Twitter. Agora, o presidente do Bahia, Marcelo Guimarães Filho, desabafou pela Rede Social xingando o árbitro Cláudio Francisco Lima e Silva (árbitro de Grêmio 3 X 1 Bahia) com os dizeres:

Esse juiz desqualificado, vagabundo, fdp e descarado!!!!!! Não pode apitar mais jogo nenhum. Nem do Bahia nem de nenhum outro clube.”

E não é que o protesto deu certo? Após tantos erros no Brasileirão 2012, o trio de arbitragem deste jogo foi punido (primeira punição a árbitros nesse ano).

Fica clara a indagação: Por que outros árbitros que também erraram não foram punidos? Mudou o critério da CA-CBF?

– Como Medir a Contribuição do Conhecimento das Pessoas dentro das Organizações

Compartilho um belo texto sobre o grande desafio de se medir a contribuição do conhecimento das pessoas dentro das organizações. Aproveite e reflita: como medir a sua contribuição dentro da empresa?

Extraído do blog do jornalista especializado em Mundo Corporativo, José Renato Santiago Jr (http://www.jrsantiago.com.br/edit.html)

O GRANDE DESAFIO DA GESTÃO DO CONHECIMENTO: MEDIR A SUA CONTRIBUIÇÃO

Um dos grandes desafios das práticas relacionadas com a gestão do conhecimento diz respeito a medição de sua efetiva contribuição junto aos resultados de uma empresa.

Assim como os vários modelos de gestão que, digamos, “caem no gosto” dos profissionais de uma organização, a gestão do conhecimento muitas vezes é contestada por não conseguir apresentar resultados práticos, que possam ser medidos e claramente notados.

Ao pesquisarmos junto aos profissionais de diferentes níveis hierárquicos e que fazem parte de organizações atuantes em distintos segmentos do mercado, é quase que unânime a aprovação quanto a importância das práticas que norteiam a gestão do conhecimento (GC).

Da mesma forma, a efetiva mensuração da contribuição desta, é “o que pega”.

Ora bolas, assim como as práticas de GC estão fortemente fundamentadas aos valores intangíveis e tácitos, não é demais da conta “cobrar” que seus benefícios devam ser facilmente mensuráveis?

Pois bem, não, a GC deve realmente envolver práticas que permitam visualizar o bem que pode proporcionar a uma organização…

…e mais que isso… deve ser possível que seja feita uma adequada análise sob diferentes dimensões… quer sejam  econômicos financeiras, estratégicas, operacionais, de recursos humanos… apenas para citar algumas delas… 

É possível, e para plagiar alguém: Yes, We can…

Através de metodologias adequadas, da definição de premissas estratégicas, de um cuidado redobrado com questões pertinentes ao uso de tecnologias adequadas e da correta gestão dos colaboradores, é claramente factível medir o sucesso das iniciativas de gestão do conhecimento em qualquer organização.

Certamente, há cuidados a serem tomados…

Um dos primeiros está, certamente, relacionado com a definição dos objetivos que estas práticas deverão atender… “… é o começar pelo começo…”

A definição de indicadores também possui grande importância, e para isto é importante considerar 2 diferentes tipos, o primeiro quanto a própria eficiência das iniciativas de GC e o segundo relacionado a efetiva contribuição destas junto aos resultados organizacionais.

Por fim, há a relevância da definição das diferentes dimensões a serem consideradas… pois bem, falaremos mais sobre isso nas próximas semanas…

– Gol Contra em lance de Impedimento vale? O curioso gol anulado em Palmeiras X Internacional

Ontem, na Arena Barueri, um lance incomum: um jogador marca um gol contra em situação de impedimento do adversário!

Diego Forlán, do Internacional, cobra uma falta onde a bola vai em direção à grande área palmeirense. Índio, que estava em posição de impedimento, corre para alcançá-la; porém, o zagueiro Leandro Amaro vai disputá-la e, por acidente, faz o gol contra.

Gol legal ou não? Vamos discuti-lo:

(Para quem não viu a situação inusitada, o vídeo pode ser acessado aqui: http://www.youtube.com/watch?v=tLK7t7bIx3M . Sugiro a escuta na função “mudo”, pois há um erro no comentário do lance.)

Leve em conta que para se marcar um impedimento, há 3 condições necessárias para o árbitro e o árbitro assistente analisarem no lance.

São elas (impostas pela Regra 11 – Impedimento –  aqui resumidamente):

O jogador estará impedido se estiver mais próximo da linha de fundo do que a bola exceto se tiver 2 ou mais atletas entre eles ou em mesma linha- não valendo impedimento para lances de escanteio, arremesso lateral ou tiro de meta (quando lançada por companheiro)”.

Ele estará em impedimento ativo quando:

A-    Interferir ativamente no lance, tocando-a;

B-    Interferir contra um adversário;

C-    Interferir por tirar proveito da sua posição.”

Veja que universo de situações interessantes podemos analisar nessa jogada, até definirmos o que realmente aconteceu ou não no lance. Há 10 simulações de possibilidades:

  1. Se Leandro Amaro não corresse para a jogada, mas Índio tocasse na bola (acertando ou não o gol), estaria em impedimento ativo.
  2. Se Leandro Amaro não corresse para a jogada, mas Índio tentasse tocar a bola e não conseguisse, e ela fosse diretamente ao gol pela cobrança de falta, o gol deveria ser validado (seria, nessa situação, impedimento passivo, pois ao término da jogada, ele não interferiu).
  3. Se Leandro Amaro não corresse para a jogada, e Índio permanecesse imóvel no lance, mas o goleiro Bruno desse um rebote na cobrança de falta e a bola sobrasse para o jogador colorado nesse segundo lance, deveria ser marcado o impedimento (rebote/desvio é como trave, não tira impedimento).
  4. Se Leandro Amaro e Índio se mantivessem imóveis, e a bola fosse dominada por Bruno, que a lançaria por engano aos pés de Índio, o lance é legal, pois veio de uma bola cuja posse era do adversário.
  5. Se Leandro Amaro corresse para a jogada, a dominasse e perdesse na sequência a posse de bola em disputa com Índio, o lance é legal (não há impedimento, pois houve a posse de bola que criou um terceiro lance).
  6. Se Leandro Amaro corresse para a jogada, desse um bico para o seu campo de ataque e a bola fosse dominada por um companheiro, segue o lance pela vantagem percebida à equipe palmeirense.
  7. Se Leandro Amaro corresse para a jogada, errasse a bola e ela sobrasse à Índio, deveria ser marcado o impedimento pois Índio estaria em impedimento ativo por interferir na jogada.
  8. Se Leandro Amaro corresse para a jogada e desse um carrinho por trás em Índio, deveria ser expulso por jogo brusco grave e marcado tiro livre indireto a favor do Palmeiras, pois Índio estava em posição de impedimento (aplica-se a sanção disciplinar, motivada pela violência, mas não se marca pênalti).
  9. Se Leandro Amaro corresse para a jogada e com a bola indo em direção ao gol, ele a segura com as mãos, não se marca pênalti nem se aplica cartão, caso Índio tivesse corrido junto (não evitou um gol pois Índio está em impedimento ativo).
  10. Se Leandro Amaro corresse para a jogada e com a bola indo em direção ao gol, ele a segura com as mãos e Índio ficasse imóvel na jogada, se marca pênalti e se expulsa Leandro Amaro por impedir um gol, já que o colorado estava em impedimento passivo.

Na jogada de ontem, na minha interpretação, à luz da Regra do Jogo:

Leandro Amaro corre para a jogada, mas Índio, que está em posição de impedimento no momento da cobrança de falta, corre também. Portanto, Índio está em impedimento ativo por interferir contra o adversário e o lance deve ser paralisado. Ou seja, Leandro Amaro só tenta a jogada pois vê seu adversário buscando a bola – a corrida de Índio na jogada é o fator que faz Leandro Amaro tentar a disputa, já que ele não sabe se o jogador está em impedimento ou não. Ter batido no corpo do palmeirense ou não é irrelevante nesse momento, já que a corrida inicial mostra que houve a situação B da Regra 11, citada acima

.

Portanto, acertou o bandeira Luís C. Teixeira ao marcar o impedimento, em um lance difícil da partida.

Pensa que é fácil arbitrar futebol? Tudo isso deve ser pensado em frações de segundo e no calor da partida!

*ATENÇÃO: VEJA A DATA DA POSTAGEM, POIS AS REGRAS MUDAM.

– Gol Contra em lance de Impedimento vale? O curioso gol anulado em Palmeiras X Internacional

Ontem, na Arena Barueri, um lance incomum: um jogador marca um gol contra em situação de impedimento do adversário!

Diego Forlán, do Internacional, cobra uma falta onde a bola vai em direção à grande área palmeirense. Índio, que estava em posição de impedimento, corre para alcançá-la; porém, o zagueiro Leandro Amaro vai disputá-la e, por acidente, faz o gol contra.

Gol legal ou não? Vamos discuti-lo:

(Para quem não viu a situação inusitada, o vídeo pode ser acessado aqui: http://www.youtube.com/watch?v=tLK7t7bIx3M . Sugiro a escuta na função “mudo”, pois há um erro no comentário do lance.)

Leve em conta que para se marcar um impedimento, há 3 condições necessárias para o árbitro e o árbitro assistente analisarem no lance.

São elas (impostas pela Regra 11 – Impedimento –  aqui resumidamente):

O jogador estará impedido se estiver mais próximo da linha de fundo do que a bola exceto se tiver 2 ou mais atletas entre eles ou em mesma linha- não valendo impedimento para lances de escanteio, arremesso lateral ou tiro de meta (quando lançada por companheiro)”.

Ele estará em impedimento ativo quando:

A-    Interferir ativamente no lance, tocando-a;

B-    Interferir contra um adversário;

C-    Interferir por tirar proveito da sua posição.”

Veja que universo de situações interessantes podemos analisar nessa jogada, até definirmos o que realmente aconteceu ou não no lance. Há 10 simulações de possibilidades:

  1. Se Leandro Amaro não corresse para a jogada, mas Índio tocasse na bola (acertando ou não o gol), estaria em impedimento ativo.
  2. Se Leandro Amaro não corresse para a jogada, mas Índio tentasse tocar a bola e não conseguisse, e ela fosse diretamente ao gol pela cobrança de falta, o gol deveria ser validado (seria, nessa situação, impedimento passivo, pois ao término da jogada, ele não interferiu).
  3. Se Leandro Amaro não corresse para a jogada, e Índio permanecesse imóvel no lance, mas o goleiro Bruno desse um rebote na cobrança de falta e a bola sobrasse para o jogador colorado nesse segundo lance, deveria ser marcado o impedimento (rebote/desvio é como trave, não tira impedimento).
  4. Se Leandro Amaro e Índio se mantivessem imóveis, e a bola fosse dominada por Bruno, que a lançaria por engano aos pés de Índio, o lance é legal, pois veio de uma bola cuja posse era do adversário.
  5. Se Leandro Amaro corresse para a jogada, a dominasse e perdesse na sequência a posse de bola em disputa com Índio, o lance é legal (não há impedimento, pois houve a posse de bola que criou um terceiro lance).
  6. Se Leandro Amaro corresse para a jogada, desse um bico para o seu campo de ataque e a bola fosse dominada por um companheiro, segue o lance pela vantagem percebida à equipe palmeirense.
  7. Se Leandro Amaro corresse para a jogada, errasse a bola e ela sobrasse à Índio, deveria ser marcado o impedimento pois Índio estaria em impedimento ativo por interferir na jogada.
  8. Se Leandro Amaro corresse para a jogada e desse um carrinho por trás em Índio, deveria ser expulso por jogo brusco grave e marcado tiro livre indireto a favor do Palmeiras, pois Índio estava em posição de impedimento (aplica-se a sanção disciplinar, motivada pela violência, mas não se marca pênalti).
  9. Se Leandro Amaro corresse para a jogada e com a bola indo em direção ao gol, ele a segura com as mãos, não se marca pênalti nem se aplica cartão, caso Índio tivesse corrido junto (não evitou um gol pois Índio está em impedimento ativo).
  10. Se Leandro Amaro corresse para a jogada e com a bola indo em direção ao gol, ele a segura com as mãos e Índio ficasse imóvel na jogada, se marca pênalti e se expulsa Leandro Amaro por impedir um gol, já que o colorado estava em impedimento passivo.

Na jogada de ontem, na minha interpretação, à luz da Regra do Jogo:

Leandro Amaro corre para a jogada, mas Índio, que está em posição de impedimento no momento da cobrança de falta, corre também. Portanto, Índio está em impedimento ativo por interferir contra o adversário e o lance deve ser paralisado. Ou seja, Leandro Amaro só tenta a jogada pois vê seu adversário buscando a bola – a corrida de Índio na jogada é o fator que faz Leandro Amaro tentar a disputa, já que ele não sabe se o jogador está em impedimento ou não. Ter batido no corpo do palmeirense ou não é irrelevante nesse momento, já que a corrida inicial mostra que houve a situação B da Regra 11, citada acima.

Portanto, acertou o bandeira Luís C. Teixeira ao marcar o impedimento, em um lance difícil da partida.

Pensa que é fácil arbitrar futebol? Tudo isso deve ser pensado em frações de segundo e no calor da partida!

*ATENÇÃO: VEJA A DATA DA POSTAGEM, POIS AS REGRAS MUDAM.

– Prazeres da Vida

Coisas gostosas da vida: deixar a filhinha arrancar seus últimos fios de cabelo, só para vê-la feliz…

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– Palmeiras em Jundiaí: uma boa solução!

Torcedores do Palmeiras estão se manifestando nas redes sociais contra os jogos do time em Barueri (já que o Palestra Itália está em reformas e o Pacaembu é indesejado pela diretoria, que o rotula como “casa do Corinthians” – embora não seja).

Já que procuram uma nova casa, que tal o estádio Jayme Cintra?

Perto da capital, bom acesso, ótimas instalações. Bom para o Palmeiras, bom para o Paulista FC, proprietário da arena. Sem contar que, recentemente, quando o Palmeiras disputou um jogo pela Copa do Brasil aqui, Luís Felipe Scolari gostou (recordando: o treinador estava sendo criticado até aquele momento, e em Jundiaí foi ovacionado pela torcida).

Quem sabe as diretorias não poderiam entrar num acordo? A imensa colônia jundiaiense ficaria agradecida.

– Prejuízo da Petrobrás alerta Motoristas

Olha lá: a Petrobrás teve prejuízo no último trimestre, após 15 anos contabilizando lucros. Os motivos são: variação do câmbio e preço baixo no mercado interno.

Entenda-se por preço baixo a comparação com o mercado externo, pois, logicamente, é caro para o consumidor brasileiro, devido a alta carga de impostos.

O medo é: anunciou prejuízo, na sequência se anuncia aumento de preços. Aguardemos!

– A Demissão de Delúbio Soares

Delúbio Soares, o tesoureiro do PT e envolvido com o Mensalão, foi demitido das suas funções como professor de matemática em Goiás.

E sabem o por quê?

Por 4 anos e 2 meses (entre 1994 a 1998), não trabalhou nenhum dia, mas recebeu todos os seus salários, totalizando quase R$ 170.000,00.

A pergunta é: vai devolver o dinheiro?

DELÚBIO É DEMITIDO POR FALTAR 100 DIAS NO TRABALHO

O ex-tesoureiro do PT, Delúbio Soares, foi exonerado nesta sexta-feira, 3, do cargo de professor de Matemática da rede pública de ensino em Goiânia (GO).

O decreto foi assinado pelo secretário de Educação, Thiago Peixoto, e deverá ser publicado no Diário Oficial do Estado, na próxima segunda-feira (6).

Delúbio Soares recebeu salários e não trabalhou no período entre setembro de 1994 e janeiro de1998. Foram 100 meses sem bater o ponto, não aparecer nas salas de aula, nem justificar a ausência ao tranbalho. Delúbio era professor de Matemática concursado.

O secretário Thiago Peixoto, um ex-deputado estadual pelo PMDB, não foi localizado para comentar a decisão. O decreto de exoneração deverá ser publicado no Diário Oficial do Estado, na próxima segunda-feira, 6.

100 dias. Oficialmente, a demissão ocorre dois anos e três meses após o Tribunal de Justiça de Goiás (TJGO) ter condenado Delúbio Soares a devolver os R$ 164.695,51 que recebeu do Estado sem trabalhar durante 100 meses. Ou seja, no período entre os meses de setembro de 1994 e janeiro de 1998, e entre fevereiro de 2001 a janeiro de 2005.

A decisão do juiz João Waldeck Félix de Souza, da 2a. Câmara Cível, e foi anunciada no dia 19 de maio de 2010.

Na época, diligências da justiça descobriram que Delúbio Soares faltava nas salas de aula, mas trabalhava diariamente no PT, e até viajava a serviço do partido.

Porém, o status de professor faltoso foi mantido graças à conivência do Sindicato dos Trabalhadores Professores (Sintego), filiado ao PT, onde a presidente do Sindicato na época, Noeme Diná Silva, fazia vistas grossas, mas foi condenada solidariamente, pela Justiça.

De acordo com a decisão judicial, o Sindicato liberava licenças médicas para Delúbio, que era concursado e lotado na Secretaria Estadual de Educação (SEE) de Goiás.

Além do ressarcimento do dinheiro, o ex-tesoureiro do PT foi condenado à perda dos direitos políticos por oito anos, e proibido de celebrar contratos om o Poder Público, ou receber incentivos fiscais e creditícios, direta ou indiretamente, pelo prazo de 12 anos.

– Prazer em Correr

Uma das coisas mais prazerosas que faço é o Cooper pela manhã. Às vezes, em horários alternativos, mas preferencialmente sempre cedo.

Você tem menos trânsito atrapalhando, mais disposição e melhor concentração. Em certos momentos, é possível conversar com Deus, refletir, pensar na vida.

Além de que, é saudável, claro. Todas as químicas ruins do corpo queimam, deixando você a todo vapor!

http://instagram.com/p/KkIWLZnYyH/

Que tal iniciar uma sequência de treinos também? de certo, não se arrependerá!