– A Expulsão de Neymar em Santos X Grêmio foi justa?

Neste domingo, no Estádio Olímpico, o árbitro Nielson Dias se equivocou em um lance envolvendo Neymar & Pará, gerando grande polêmica não só no lance referido, mas também em relação à carreira do atleta referido.

Na jogada, há uma disputa de bola envolvendo os dois jogadores citados. Pará cai, e no chão, atinge Neymar com a sola da chuteira em sua perna, nitidamente de maneira deliberada. Isso é chamado pela regra de “jogo brusco grave”, punível com Cartão Vermelho. Na sequência, o atingido revida com um pisão no adversário (também punível com Cartão Vermelho). Nielson expulsa apenas Neymar, e dá falta para o Grêmio.

Claramente o árbitro não viu a falta de Pará, e isso se deve ao mau posicionamento dele no lance, extremamente próximo da jogada. Em situações como aquela, você perde a noção do acontecido, já que a pequena distância atrapalha a verdadeira interpretação. Não se tem a real noção da intensidade ou não da violência, distorcendo a decisão do árbitro. Prova disso é que a partida foi reiniciada a favor da equipe do Sul (se tivesse visto a falta e não punido corretamente disciplinarmente, ele daria tiro direto ao Santos com expulsão de Neymar, já que deve-se cobrar a primeira infração nesses casos).

Portanto, errou ao expulsar apenas o jogador do Santos. E tal erro desencadeou outra questão: Neymar é perseguido?

Deve-se levar em conta o seguinte: No começo da carreira, o garoto se jogava excessivamente; simulava, dissimulava e até foi criticado pelo experiente Renê Simões que disse que “estava-se criando um monstro”.

Agora, mais experiente, outras observações devem ser feitas: de fato, Neymar apanha muito. Tornou-se visado, e tal situação trouxe outro complicador à arbitragem: saber diferenciar três coisas, que são

  • 1-quando simula;
  • 2-quando sofre a falta de verdade; e,
  • 3-quando cai para fugir da falta (que, pela regra, deve-se considerar infração sofrida, já que o jogador pode pular para não ser atingido e evitar se lesionar – lembremo-nos que para se marcar uma falta, deve-se considerar o “atingir ou tentar atingir o adversário”, e isso permite que o contato físico seja desnecessário para considerar infração).

Hoje, Neymar simula bem menos em partidas domésticas (embora, ainda persista no erro de reclamar faltas em lances legais de disputa de bola e que sejam viris, ‘desabando no solo’). Porém, ele sofre com o rodízio de faltas, e esse problema é verdadeiro: os jogadores se revezam para cometer infrações, a fim de atrapalhar o árbitro e confundi-lo. Tal situação é problemática, já que se deve estar atento para punir o atleta que exceda num imaginário número de faltas (a regra não dá um número exato) com a aplicação de cartão amarelo, mesmo que ele esteja cometendo a sua primeira falta no jogo (a punição é uma espécie de ‘falta coletiva’).

Além do rodízio de faltas, Neymar tem sido vítima da má interpretação dos árbitros quanto “cair por consequência da fuga de lesões”. Se o atleta vai atingi-lo e ele pula para se preservar, é falta. Vide um lance típico nesse ano: no Paulistão, na partida São Paulo X Santos, o goleiro Rafael dá um carrinho que atingiria inevitavelmente o atacante Luís Fabiano, dentro da área. Porém, ele pula para não ser atingido e cai, sem que o goleiro o toque. Isso é pênalti, e foi bem marcado; e lances como esse têm acontecido com frequência com Neymar e nada tem sido feito. Pior: em algumas oportunidades, é entendido erroneamente como simulação.

Portanto, deve-se estar atento e, principalmente, isento para apitar jogos com Neymar. Uso o termo “isento” pois há receio de que os árbitros, chateados por serem enganados em lances de cai-cai (reforço: que ocorrem com menor frequência hoje), possam, na dúvida, marcar contra o garoto em lances dúbios.

Neymar paga o preço de uma fama criada. E deve tomar cuidado para não alimentá-la, evitando reclamações excessivas, outras vezes indevidas, além de evitar “esperar faltas” quando vai dividir, provocando inevitáveis quedas, até em trancos legais.

Por fim, duas observações:

1- Nielson apitou Santos X Grêmio no 1o turno, com muitas reclamações gaúchas. Repete-o no jogo de volta no Sul? Sabidamente, o sorteio é dirigido, não aleatório. Poderia-se evitar tal escala…

2- Muricy disse que Neymar deveria sair para o Exterior. Ora, se aqui no Brasil ele cai nas divididas, e lá fora, onde inúmeras “faltinhas bobas” não são marcadas? Vide as próprias atuações de Neymar em partidas internacionais e em jogos com árbitros estrangeiros.

E você: o que acha do comportamento de Neymar e das faltas que reclama? Deixe seu comentário:


(foto: Gazeta Esportiva)

– A Expulsão de Neymar na partida Grêmio X Santos

Neste domingo, no Estádio Olímpico, o árbitro Nielson Dias se equivocou em um lance envolvendo Neymar & Pará, gerando grande polêmica não só no lance referido, mas também em relação à carreira do atleta referido.

Na jogada, há uma disputa de bola envolvendo os dois jogadores citados. Pará cai, e no chão, atinge Neymar com a sola da chuteira em sua perna, nitidamente de maneira deliberada. Isso é chamado pela regra de “jogo brusco grave”, punível com Cartão Vermelho. Na sequência, o atingido revida com um pisão no adversário (também punível com Cartão Vermelho). Nielson expulsa apenas Neymar, e dá falta para o Grêmio.

Claramente o árbitro não viu a falta de Pará, e isso se deve ao mau posicionamento dele no lance, extremamente próximo da jogada. Em situações como aquela, você perde a noção do acontecido, já que a pequena distância atrapalha a verdadeira interpretação. Não se tem a real noção da intensidade ou não da violência, distorcendo a decisão do árbitro. Prova disso é que a partida foi reiniciada a favor da equipe do Sul (se tivesse visto a falta e não punido corretamente disciplinarmente, ele daria tiro direto ao Santos com expulsão de Neymar, já que deve-se cobrar a primeira infração nesses casos).

Portanto, errou ao expulsar apenas o jogador do Santos. E tal erro desencadeou outra questão: Neymar é perseguido?

Deve-se levar em conta o seguinte: No começo da carreira, o garoto se jogava excessivamente; simulava, dissimulava e até foi criticado pelo experiente Renê Simões que disse que “estava-se criando um monstro”.

Agora, mais experiente, outras observações devem ser feitas: de fato, Neymar apanha muito. Tornou-se visado, e tal situação trouxe outro complicador à arbitragem: saber diferenciar três coisas, que são

  • 1-quando simula;
  • 2-quando sofre a falta de verdade; e,
  • 3-quando cai para fugir da falta (que, pela regra, deve-se considerar infração sofrida, já que o jogador pode pular para não ser atingido e evitar se lesionar – lembremo-nos que para se marcar uma falta, deve-se considerar o “atingir ou tentar atingir o adversário”, e isso permite que o contato físico seja desnecessário para considerar infração).

Hoje, Neymar simula bem menos em partidas domésticas (embora, ainda persista no erro de reclamar faltas em lances legais de disputa de bola e que sejam viris, ‘desabando no solo’). Porém, ele sofre com o rodízio de faltas, e esse problema é verdadeiro: os jogadores se revezam para cometer infrações, a fim de atrapalhar o árbitro e confundi-lo. Tal situação é problemática, já que se deve estar atento para punir o atleta que exceda num imaginário número de faltas (a regra não dá um número exato) com a aplicação de cartão amarelo, mesmo que ele esteja cometendo a sua primeira falta no jogo (a punição é uma espécie de ‘falta coletiva’).

Além do rodízio de faltas, Neymar tem sido vítima da má interpretação dos árbitros quanto “cair por consequência da fuga de lesões”. Se o atleta vai atingi-lo e ele pula para se preservar, é falta. Vide um lance típico nesse ano: no Paulistão, na partida São Paulo X Santos, o goleiro Rafael dá um carrinho que atingiria inevitavelmente o atacante Luís Fabiano, dentro da área. Porém, ele pula para não ser atingido e cai, sem que o goleiro o toque. Isso é pênalti, e foi bem marcado; e lances como esse têm acontecido com frequência com Neymar e nada tem sido feito. Pior: em algumas oportunidades, é entendido erroneamente como simulação.

Portanto, deve-se estar atento e, principalmente, isento para apitar jogos com Neymar. Uso o termo “isento” pois há receio de que os árbitros, chateados por serem enganados em lances de cai-cai (reforço: que ocorrem com menor frequência hoje), possam, na dúvida, marcar contra o garoto em lances dúbios.

Neymar paga o preço de uma fama criada. E deve tomar cuidado para não alimentá-la, evitando reclamações excessivas, outras vezes indevidas, além de evitar “esperar faltas” quando vai dividir, provocando inevitáveis quedas, até em trancos legais.

Por fim, duas observações:

1- Nielson apitou Santos X Grêmio no 1o turno, com muitas reclamações gaúchas. Repete-o no jogo de volta no Sul? Sabidamente, o sorteio é dirigido, não aleatório. Poderia-se evitar tal escala…

2- Muricy disse que Neymar deveria sair para o Exterior. Ora, se aqui no Brasil ele cai nas divididas, e lá fora, onde inúmeras “faltinhas bobas” não são marcadas? Vide as próprias atuações de Neymar em partidas internacionais e em jogos com árbitros estrangeiros.

E você: o que acha do comportamento de Neymar e das faltas que reclama? Deixe seu comentário:


(foto: Gazeta Esportiva)

– A Bebida de James Bond

Em breve estreará o novo filme do agente 007: Skyfall. Porém, uma surpresa: o herói não pedirá, como de costume, um Martini. Pela primeira vez, rendido pelo patrocínio de US$ 45 milhões, Bond pedirá uma Heineken gelada!

Quem é fã se decepcionou… Só falta mudarem o bordão: “My name is Bond. James Bond” por algo mais comercial!

– Dia dos Santos Anjos Gabriel, Rafael e Miguel

Hoje é dia de São Gabriel, São Rafael e São Miguel. A Igreja Católica os celebra como “Arcanjos”, titulação dada pela sua importância.

Todo o início de nomes com “EL” se remete a Deus e a alguma ação.

Assim,

  • Gabriel = Deus anuncia (o anúncio a Maria)
  • Rafael = Deus cura (a cura de Tobit, pai de Tobias)
  • Miguel = Deus combate (a luta contra Lúcifer).

Eles estão entre nós, embora não os enxerguemos. São servos de Deus e nossos amigos.

Santos Anjos, roguem por nós!

– 20 anos de Impeachment de Collor é para Celebrar?

Muitos lembraram do Impeachment de Collor, há 20 anos. Recordo-me bem: começou com um Fiat Elba cuja origem do dinheiro era suspeita e deu no que deu…

O que seria necessário, comparado com os dias atuais, para uma condenação ao Lula, já que ambos tiveram problemas com recursos “não contabilizados”?

Aliás: não dá para comemorar, já que 20 anos depois, Collor é Senador da República.

Inacreditável e inaceitável.

Eleitor, muitas vezes, é bobo ou tem memória curta…

– O Exemplo de Klose passou Batido

Napoli e Lazio se enfrentaram na 3a feira. O atacante Klose fez um gol de mão, os seus companheiros comemoraram, o árbitro confirmou, e… eis que o jogador procurou o juizão e confessou que fez de mão!

E se tal lampejo de honestidade fosse observado no Brasil? O jogador seria condenado ou elogiado publicamente?

Caso raríssimo, e certamente utópico se por aqui.

Para quem não viu, aqui: http://www.youtube.com/watch?v=XoQhY2Zf0p4

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– Lembrança inusitada de Maluf foi o Presente do Dia do Rádio

Nesta semana, celebrou-se o “Dia do Rádio”. A Rádio Estadão Espn promoveu um encontro especial com os principais radialistas / âncoras da atualidade, por ocasião da data. E, no bate-papo, Heródoto Barbeiro contou um fato interessante:

Certa feita, Paulo Maluf foi entrevistado por ele, e disse que nunca teve dinheiro no exterior (mesmo as provas mostrando o contrário e hoje, nós, sabedores de todo o imbrólhio). E o jornalista, logicamente incrédulo, insistiu na dúvida. Eis que Maluf desafiou:

Se um dia alguém encontrar algum dinheiro em meu nome no exterior, dou uma procuração para que se dê todo o dinheiro para a Santa Casa de Misericórdias”.

Promessa de político… Será que as Santas Casas se animaram?

– A Briga pela Herança da H Stern

A rede de joalherias H Stern, fundada por Hans Stern, vive uma pendenga: 2 filhos fora do casamento do falecido Hans querem o direito de partilhar a herança. E fica a pergunta, bem formulada pelo O GLOBO: o que é mais importante: a paternidade biológica ou socioafetiva? A resposta pode vir acompanhada da possibilidade de ”paternidade financeira”…

Extraído de: http://is.gd/lo3HJw

A HERANÇA PRECIOSA DE H STERN

O que é mais importante: a paternidade biológica ou a paternidade socioafetiva? A resposta para essa delicada questão dará o desfecho à ação de reconhecimento de paternidade que corre na 2ª Vara de Família e envolve uma batalha por uma herança bilionária. De um lado, dois irmãos, de 52 e 54 anos, que descobriram recentemente, por exame de DNA, serem filhos biológicos do miliardário Hans Stern, fundador da rede de joalherias H. Stern que morreu em 2008. Agora eles querem o direito à fortuna, literalmente preciosa. Do outro lado do ringue, os quatro filhos legítimos de Hans, que sustentam a tese da paternidade socioafetiva: o verdadeiro pai é o que cria e dá afeto, e não o biológico. O caso foi revelado pela revista “Carta Capital”.

A expectativa é que a sentença sobre a ação de reconhecimento da paternidade, movida pelo dentista Milton Rezende Duarte e seu irmão Nélson (incapacitado por uma deficiência mental), saia ainda este ano.

A briga pela divisão do império brasileiro formado por 180 lojas espalhadas pelo mundo também é movida por fofocas de bastidores. Ainda vivo, Hans teria reconhecido outra filha fora do casamento, Maria Lídia. O fato é que ela foi incluída no testamento do bilionário, junto com os quatro outros herdeiros, embora não seja denominada de “filha” no texto. As informações dão conta de que Maria Lídia vive na Suíça atualmente e faz parte do inventário de cifras volumosas.

Por correr em segredo de Justiça, os escritórios de advocacia Zveiter (que cuida dos interesses dos dois irmãos) e Andrade & Fichtner (contratado pelos herdeiros Stern) não se pronunciam sobre a ação. No entanto, sabe-se que os advogados de Milton e Nélson esperam apenas o juiz da 2ª Vara de Família reconhecer a paternidade para ingressarem com pelo menos mais três outras ações: a anulação do testamento atual (do qual Milton e Nélson não fazem parte), medidas judiciais para preservar os direitos dos dois novos herdeiros da rede de joalherias e medidas para garantir a participação dos dois na sociedade da empresa.

Os irmãos Stern não fazem declarações sobre o caso familiar porque, de acordo com seus advogados, a paternidade sequer foi reconhecida ainda pelo juiz. A tese que os herdeiros defendem é que, mesmo que isso aconteça, Milton e Nélson não teriam direito à herança, já que por toda a vida tiveram outro homem como pai, que ao morrer, há 15 anos, deixou, inclusive, herança para os dois. Na batalha judicial, a tese dos Stern é que a paternidade socioafetiva se sobrepõe à paternidade biológica.

— Todos têm o direito de saber quem é seu pai, mas daí a ter direito a herança vai uma grande diferença. Isso não cria um direito hereditário. Até a idade madura, eles achavam ter outra pessoa como pai, que os registrou e os criou. Como ninguém pode ter dois pais, eles vão anular esse registro e renegar um pai de uma vida inteira? — argumenta uma pessoa próxima à família Stern, que prefere não se identificar.

Imbróglio começou logo após morte de Hans

O enredo novelesco para essa disputa bilionária envolvendo uma das cinco maiores joalheiras do mundo começou logo após a morte de Hans. Adeiza Rezende, a mãe de Milton e Nélson, revelou aos dois que Nélson era fruto de um romance que tivera, por seis anos, mesmo já casada, com o empresário Hans Stern, um alemão que abriu sua primeira joalheria nos anos 40 no Brasil.

Na época do caso amoroso, entre as décadas de 30 e 40, Hans ainda era solteiro. O marido de Adeiza, Milton, morreu sem saber sobre o romance ou a possibilidade de não ser o pai de Milton (por ser o primogênito recebeu o nome do pai) e Nélson.

Ao saber do segredo que a mãe guardou por décadas, Milton decidiu entrar com uma ação de reconhecimento de paternidade do irmão, ainda em 2008. Dois anos depois, por desconfiar de que ele próprio poderia ser também filho do bilionário, o dentista pediu um segundo reconhecimento de paternidade.

Ricardo, Ronaldo, Roberto e Rafael, os quatro herdeiros de Hans Stern, se recusaram a se submeter ao teste de DNA.

Os advogados do dentista, então, conseguiram na Justiça, no último dia 26 de junho, o direito a exumar o corpo do empresário para comprovar a paternidade. Os quatro herdeiros, então, voltaram atrás e concordaram em se submeter aos exames. Assim, a exumação do corpo foi suspensa.

Resultado do DNA anexado ao inventário

O resultado positivo do teste de paternidade saiu poucos dias depois da realização do exame. Os advogados dos dois irmãos já comunicaram o resultado à vara onde corre o inventário do empresário.

Procurado na terça-feira pelo GLOBO, Milton não foi encontrado. De acordo com sua secretária, o dentista está num congresso durante toda esta semana. Ele mantém um consultório no Méier e é o responsável legal pelo irmão, Nélson. A mãe dos dois vive atualmente nos Estados Unidos.A rede de joalherias H Stern, fundada por Hans Stern, vive uma pendenga: 2 filhos fora do casamento do falecido Hans querem o direito de partilhar a herança. E fica a pergunta, bem formulada pelo O GLOBO: o que é mais importante: a paternidade biológica ou socioafetiva? A resposta pode vir acompanhada da possibilidade de ”paternidade financeira”…

– O iOS 6 e seus Problemas

Inegavelmente, os produtos da Apple são muito bons. Muitas vezes, são chatos: vide o teclado do MacBook: até hoje não engulo o tal do “Option + n” para digitar o til, ou o “Command + X” para recortar, já que o “Control X” não funciona.

Tudo ok, no restante, a marca é de excelência pura. Porém, com o iOS 6, o iPhone está com muitos problemas: o aplicativo do Google Plus, por exemplo, devido a retirada dos mapas, não consegue localizar o seu local e simplesmente fecha. Outros aplicativos não estão adaptados e fecham sozinho (ou nem abrem)!

Ô dona Apple… capricha aí! Vamos estar prontos para as mudanças. Estou com saudades do iOS 5.

– Greve da NFL. E se fosse aqui?

O Futebol Americano está em crise. Os árbitros da Liga Profissional (NFL) entraram em greve por não acertar os salários, e os substitutos não estão desempenhando bom papel.

Aqui no Brasil, os árbitros poderiam se mobilizar contra pressões, condições de trabalho, assédio moral, falta de profissionalização da atividade, direitos trabalhistas, plano de carreira… Mas sabem quando o fizeram?

Nunca.

Alguém acredita que, na prática, as entidades representativas teriam coragem de promover uma greve nacional dos árbitros de futebol? Parariam o Brasileirão?

Esqueça. Utopia.

– O Fim de Serra?

O Vox Populi mostrou pela primeira vez Fernando Haddad à frente de José Serra na capital paulista. Depois, o Ibope “desconfirmou”.

Se o tucano não for ao segundo turno em São Paulo, provavelmente o desgaste político será muito grande; talvez, cabal! Seria o fim da carreira política de Serra?

Aliás, muitas surpresas na sucessão de Kassab: Chalita não decolou, Russomano disparou, entre outras observações.

O certo é que teremos segundo turno. Quem vai estar, é outra história!

OPS: E O BEIJO NA BOCA QUE LEVOU DA SUA ELEITORA? Há gosto pra tudo…

– Copa 2014: Árbitros do Brasil viram Dúvida!

Que pena. Wilson Luís Seneme reprovou no teste físico em Zurique, na Suiça, na semana de trabalhos para o Mundial 2014. E as regras da FIFA são claras: se reprovar alguém do trio (Seneme ou os bandeiras Emerson Carvalho e Alessandro Rocha Matos), volta embora todo mundo!

O teste físico é muito puxado, e sou contra ele. Se tem muita preocupação com o condicionamento dos árbitros, que correm mais do que os atletas, e se esquece da capacitação técnica. Além disso, se procura árbitros mais jovens. Ora, quanto mais velho, mais rodado e mais sábio se torna o árbitro! Um árbitro de 45 anos está no seu esplendor de competência técnico-disciplinar. Prefiro alguém com essas características do que um árbitro-corredor de 30.

Aliás, não foi só Seneme que se deu mal, mas a América do Sul. Roberto Silveira (Uruguai) e Daniel Abal (Argentina) também reprovaram. Os campeões mundiais de futebol do nosso continente poderão não ter representante na Copa que se realizará em nosso território!

Nada de desesperar, já que haverá outros testes. Mas a reprovação nessa altura da preparação é quase decisiva, sabidamente por todos. O Cel Aristeu Tavares, comandante dos Árbitros da CBF, já declarou publicamente que existe um plano B: Leandro Pedro Vuaden no apito e Marcelo Van Gassen na bandeira visando a vaga brasileira para 2014, caso necessitemos trocar. E se houver nova falha, ninguém representará o país (vale lembrar que Vuaden se juntou a Seneme na semana de preparação física que realizaram na Granja Comary).

imaginaram o Brasil não ter árbitro na Copa, e vermos atuando num dos jogos do Mundial apitando Norbert Hauata (Tahiti), com os bandeiras Mark Rule (Nova Zelândia) e Tevita Makasini (Tonga)? Afinal, a FIFA adora dar chances “técnicas” para árbitros de países inexpressivos no futebol e com poucas possibilidades de chegar à Copa… Claramente, são critérios políticos, de afagar aqueles que podem dar votos na Assembléia da entidade.

Não teríamos que ter os melhores, independente da origem? Dois ou três trios argentinos, brasileiros, italianos, ingleses, alemães… Para o Mundial, os mais capacitados, por favor.

Observação: Nas 19 edições da Copa do Mundo, apenas em 3 oportunidades não tivemos representantes (34, 38 e 58). Nas demais, os representantes foram indicados da FMF (1 vez), FERJ (9 vezes), FGF (4 vezes, sendo que elas ocorreram entre as 5 últimas edições) e apenas 2 vezes pela Federação Paulista de Futebol, com Romualdo Arppi Filho e João Etzel Filho.

No placar final, o RJ está com 9 Copas, RS 4 recentes, SP 2 e MG 1.

Nesta 20ª Copa do Mundo, teremos o paulista Seneme ou o gaúcho Vuaden? Ou ninguém?

A relação completa:

1930Gilberto de Almeida Rego-RJ (árbitro, com 49 anos)
1934 – nenhum
1938 – nenhum
1950 – Mário Vianna-RJ (árbitro, com 42 anos), Alberto da Gama Malcher e Mário Gardelli (auxiliares)
1954 – Mário Vianna-RJ (árbitro, com 46 anos)
1958 – nenhum
1962 – João Etzel Filho-SP (árbitro, com 46 anos)
1966 – Armando Marques-RJ (árbitro, com 36 anos)
1970 – Ayrton Vieira de Moraes-RJ (árbitro, com 46 anos)
1974 – Armando Marques-RJ (árbitro, com 44 anos)
1978 – Arnaldo Cézar Coelho-RJ (árbitro, com 35 anos)
1982 – Arnaldo Cézar Coelho-RJ (árbitro, com 39 anos)
1986 – Romualdo Arppi Filho-SP (árbitro, com 47 anos)
1990 – José Roberto Wright-RJ (árbitro, com 46 anos)
1994 – Renato Marsiglia-RS (árbitro, com 43 anos) e Paulo Jorge Alves (auxiliar)
1998 – Márcio Rezende de Freitas-MG (árbitro, com 38 anos) e Arnaldo Pinto (auxiliar)
2002 – Carlos Eugênio Simon-RS (árbitro, com 37 anos) e Jorge Paulo Gomes (auxiliar)
2006 – Carlos Eugênio Simon-RS (árbitro, com 41 anos), Aristeu L Tavares e Ednilson Corona (auxiliares)
2010 – Carlos Eugênio Simon-RS (árbitro, com 45 anos), Altemir Haussman e Roberto Braatz (auxiliares).

– Dona Dilma em Nova Iorque

Pelo fato do brasileiro Osvaldo Aranha ter sido o primeiro presidente da ONU, e a sede ser nos EUA, sempre a abertura dos trabalhos anuais da Conferência Mundial das Nações Unidas tem como discurso de abertura o do presidente do Brasil, seguido pelo do norte-americano.

Assim, precedendo Obama, Dilma atacou aqueles que chamam de protecionismo a política fiscal brasileira, diferenciando “protecionismo” de “salvaguarda”.

Gostei, ponto para a presidente.

Aliás, na sua fala abordou muito bem diversos assuntos, entre eles, a islamofobia. Foi na medida certa, no limite do respeito e da apologia.

Não votei em Dilma, discordo de muitas ações delas, mas é inegável que tem sido muito mais prudente na política internacional do que seu antecessor Lula, amigo do presidente sírio, iraniano, do falecido Kadaffi… por fim, Dilma corrige os equívocos de Luiz Inácio.

– A Boba Polêmica do ursinho TED

Bombou no Twitter ontem as hastags TED e PROTÓGENES, se referindo ao fato do deputado Protógenes Queiroz (PCdoB) estar revoltado com o ursinho TED.

Explico: estreará um filme onde o protagonista é um adulto que tem um ursinho de pelúcia com vida. Uma comédia não-infantil, com censura de 16 anos. Há insinuações sexuais e em determinado momento o urso e seu adulto fumam maconha.

Eu não gosto dessa temática. Não assistiria ao filme, nem recomendaria. Mas o deputado, desavisado, levou seu filho de 11 anos e ficou constrangido.

Ora, a culpa é do filme ou de Protógenes? O filme tem censura maior que a idade do filho dele; não é recomendado às crianças e não é um filme infantil. Não leu a sinopse?

Reitero: não gosto de filmes como esse. Mas aqui, quem pisou na bola foi o Protógenes.

– Tudo é Culpa do Árbitro no Brasileirão 2012?

“Presidente do Náutico-PE critica árbitro ofendendo-o de ladrão. “

“Site do Botafogo-RJ publica foto do árbitro chamando-o de safado. “

“Torcida organizada do Santos diz que Neymar apanha por culpa do árbitro.”

Vem cá: tá certo que a arbitragem está em péssima fase, mas tudo é culpa do árbitro? Salário atrasado do Vasco, fase brava do Palmeiras, contusões do São Paulo… tudo deve ser culpa deles também, né?

Hoje, as câmeras de TV mostram os erros que antes poucos viam. E também os acertos! Porém, errar dá muito mais discussão do que acertar… E a cada rodada derradeira, só tendem a aumentar as queixas contra os árbitros, já que nenhum dirigente ou treinador dirá: “contratei mal”, “escalei errado” ou me “equivoquei na substituição”.

Se quando a arbitragem está bem já é fácil taxá-la de culpada, imaginem quando ela está realmente mal, como agora!

E de novo os árbitros serão bodes-expiatórios para os clubes…

– Bradesco deixa de Ganhar “Muitíssimo” para ganhar “Muito”

Depois da presidente Dilma Rousseff reclamar da alta taxa de juros dos cartões de crédito, o Bradesco resolveu reduzi-la pela metade!

Quer dizer que baixou de “altíssimo” para “muito alto”. Ou alguém em sã consciência acredita viável usar o rotativo do cartão?

No Brasil, pasmem, a taxa anual atinge inaceitáveis 900%! Ou seja: uma compra em janeiro vai custar quase 10 vezes mais em dezembro!

Cortar pela metade ainda é muito pouco.

– Sobram Vagas para Alunos da Faculdade de Medicina na UFMG?

Coisas improváveis de serem lidas? Essa é uma delas: pelos motivos abaixo, a Universidade Federal de Minas Gerais procura alunos para a Faculdade de Medicina!

Extraído de: http://is.gd/lLOb40

UFMG, QUEM DIRIA, PROCURA ALUNOS PARA MEDICINA

A Universidade chega à inédita 8ª chamada para 49 cursos, inclusive o mais concorrido
A maior instituição de ensino superior do estado está convocando mais uma vez excedentes do vestibular de 2012 para se matricular amanhã e quinta-feira e ocupar 174 vagas ainda abertas. Por incrível que pareça, 24 cadeiras vazias estão no curso de medicina, que alcançou concorrência de 50 candidatos por vaga no último certame, mas teve número recorde de 116 excedentes convocados. O fenômeno está diretamente ligado à substituição da primeira fase do vestibular pelo Enem. Para se ter uma ideia, em 2010, apenas 17 estudantes foram chamados tardiamente para se matricularem medicina, número que saltou para 109 em 2011, quando o Enem passou a fazer parte da seleção. (Págs. 1 e 27)

– Corinthians Leva troféu Fair Play da Conmebol?

O futebol está, de fato, de pernas para o ar! E não é que o Corinthians foi agraciado pela Conmebol com o troféu Fair Play?

Piada ou não?

Para recebê-lo, a entidade deveria convidar Emerson Sheik. E para entregá-lo, que tal o zagueirão do Boca Jrs, Matías Caruzzo, aquele que foi mordido pelo corinthiano…

Acho que quem votou, não assistiu a final da Libertadores…

– Assalto Sexual?

Onde tivemos um debate dos candidatos à Prefeitura de São Paulo. Numa segunda-feira, as 22h30, e pela TV Gazeta, a audiência tende a ser baixa. Mas algo curioso: o candidato Carlos Gianazzi (PSOL) perguntou ao Russomano sobre “estupro”, e ele respondeu que já propôs a solução: mudar o termo “Estupro” para “Assalto Sexual”!

Segundo Russomano, a mulher se sentiria mais segura indo a delegacia dizer que foi assaltada sexualmente do que estuprada…

Durma-se com um barulho desse! É assim que se resolve a questão? Tema tão profundo escarniado…

– Irã quer proibir Google

O Irã tem pouquíssimo acesso à Internet. O governo dificulta a conexão e o hábito ainda é baixo. Porém, com medo de revoltas pelas redes sociais e busca de termos como “liberdade”, “democracia” e “práticas de ocidentalização”, o Governo Local quer proibir o Google e o Gmail de serem acessados por lá! Além disso, criará um buscador estatal, para que “os americanos não tentem influenciar o país”.

Democracia é isso aí! É brincadeira…

– O Perigoso Embate entre ‘nós’ e ‘eles’

Richard Branson, dono da área Virgin, é reconhecido mundialmente pela astúcia, ousadia e grande capacidade como administrador. Também escreve uma coluna mundial chamada “Direto do Topo”, reproduzida no Brasil pela Exame.

Aqui ele retrata um problema vivido certamente por nós: assumir vitórias e tentar fugir das derrotas. Fazendo uma brincadeira com os pronomes “nós” e “eles”, vemos como a impessoalidade traz problemas na Administração de Empresas:

Extraído de: http://portalexame.abril.com.br/revista/exame/edicoes/0971/secoes/perigoso-embate-eles-572747.html

O PERIGOSO EMBATE ENTRE “NÓS” E “ELES”

Toda empresa que abusa da impessoalidade tem problemas. Se o funcionário não se sente identificado com a companhia, ele não usará jamais o verbo na primeira pessoa do plural

De todas as espertezas gramaticais, nenhuma me irrita mais do que o uso conveniente de construções impessoais. Por exemplo, você pergunta a um vendedor se ele tem um produto qualquer e ele diz: “Desculpe, ficou decidido que a loja não trabalharia mais com essa marca”. No aeroporto, um funcionário da companhia aérea lhe diz: “Fomos informados de que o voo terá uma hora de atraso”. Essa impessoalidade misteriosa é sempre a culpada por todos os problemas. Quando a notícia é ruim, ela costuma ser dada de forma impessoal, ou apenas de maneira genérica com o sujeito “eles”. Ao passo que a notícia boa costuma vir na primeira pessoa do singular. (Como eu gostaria que minha professora lesse isso. Ela achava que eu não prestava atenção nas aulas!) Se a loja tem o produto desejado, o vendedor dirá: “Tenho, sim.” Quando o voo está no horário, o funcionário da empresa diz: “Tenho o prazer de comunicar que o voo 123 sairá no horário programado”.

Essa tendência merece atenção. Toda empresa que abusa da impessoalidade tem problemas. Se o funcionário não se sente identificado com a companhia, em situações críticas ele não usará jamais o verbo na primeira pessoa do singular – e muito menos do plural. Isso é sinal de que não está havendo comunicação entre os diferentes escalões. Em companhias desse tipo é comum que existam problemas generalizados – do desenvolvimento de produtos à prestação de serviços ao cliente. Pode parecer o maior clichê do mundo, mas o maior tesouro de qualquer empresa são seus empregados. Quando se deixa de observar esse princípio básico, o que se tem é esse antagonismo que contrapõe “nós” a “eles” – um embate velado entre as ações e os interesses da massa de funcionários e os principais executivos.

Basta ouvir as queixas mais comuns da equipe de vendas: “Eles (os chefes) nunca pedem nossa opinião para nada”. Ou ainda: “Se nos tivessem perguntado, teríamos dito que não adianta propor soluções abstratas para os problemas concretos que temos”. E o que dizem os executivos? “Parece que eles (os funcionários) não entendem. Será que não percebem que nossas propostas arrojadas vão ao encontro de uma clientela moderna?” Esse antagonismo, que coloca funcionários e executivos em lados opostos, jamais formará um “nós”. Se os empregados se sentem como se estivessem do lado de fora da empresa, de quem é a culpa? Talvez a administração não esteja investindo tanto quanto deveria para que eles se sintam devidamente valorizados. É fácil fazer esse diagnóstico. Basta perguntar a esses funcionários, por exemplo, onde eles conseguem informações sobre os novos produtos da empresa em que trabalham ou onde ficam sabendo das notícias que podem afetá-los. Se a resposta for “nos jornais” ou “no concorrente”, pode ter a certeza de que a empresa para eles é algo muito distante.

Essa queda de braço entre “nós” e “eles” é comum em qualquer grande corporação, portanto os executivos podem estar certos de que vão ter de lidar com isso a vida toda. Às vezes, encontro esse tipo de coisa nas empresas da Virgin. Quando uma pessoa qualquer me diz: “Desculpe, senhor Branson, mas me disseram que não faríamos mais isso”, respondo assim: “Disseram? Desculpe, pensei que você trabalhasse aqui”. Um pouco pesado, talvez, mas não há quem não entenda!

O problema fica pior ainda por causa de nossa dependência excessiva das tecnologias impessoais de comunicação. Um dos maiores desafios de qualquer executivo hoje é fazer com que as pessoas conversem de verdade umas com as outras. Reuniões presenciais e o velho brainstorming são fundamentais para qualquer empresa. Mandar um e-mail com um anexo de PowerPoint pode dar resultado em alguns casos, mas não na maior parte deles. É preciso adotar um estilo mais fluido de comunicação interna entre a administração e os empregados.

Na Virgin Atlantic, quando estamos bolando uma nova cabine para nossos aviões, chamamos o pessoal da administração, de projetos e de marketing para que acompanhem desde o início tudo o que será feito. Um representante do grupo que utilizará a cabine (isto é, um membro da tripulação) fará parte desse grupo, já que ele, em última análise, será responsável pelo sucesso ou pelo fracasso do novo local de trabalho. Se esse profissional não for convocado, corre-se o risco de ouvir o seguinte comentário da tripulação na primeira vez que entrar nessa cabine que custou milhões de dólares: “Hum, que beleza, mas onde fica a cafeteira?” Quando todos participam do desenvolvimento do produto, o projeto não só sai melhor como também potencializa o sentimento de orgulho próprio dos trabalhos em equipe. Todos saem ganhando, inclusive os clientes e os acionistas.

– Quando a Fase não ajuda… O erro de Botafogo X Corinthians

Ótimo árbitro em péssima fase, que quando não erra, erram por ele… já escrevemos isso algumas vezes para falarmos de Sandro Meira Ricci, neste 2012.

O bom árbitro, que nos 2 anos que precedeu o ingresso ao quadro da FIFA era o melhor do Brasil, foi decaindo nas suas atuações paulatinamente. Hoje, sempre acontece um erro relevante nos seus jogos. Claro que não deve ter desaprendido a apitar, mas que a fase é ruim, isso é claro.

Vejamos ontem: no Engenhão, na partida Botafogo X Corinthians, Romarinho finaliza para o gol. No rebote, Martinez sofre pênalti. Tudo ok, caso Martinez não estivesse impedido quando recebeu a infração.

Se um jogador está em impedimento ativo, o jogo deve ser paralisado. Se neste ínterim (o do soar do apito ou da percepção do árbitro de que seu assistente está com a bandeira levantada até a marcação) ocorrer uma infração, seja falta de jogo ou até mesmo uma agressão, nada está valendo. Portanto, deve-se marcar impedimento e não pênalti.

No lance, Sandro Meira Ricci não teve culpa do erro, pois foi levado a crer que Martinez estava legal na jogada pelo erro do bandeira. Assim, errou por tabela!

Já imaginaram se o botafoguense desse um carrinho violentíssimo por trás no argentino, ao invés da infração cometida e que gerou o pênalti? O atleta carioca seria expulso, e o jogo recomeçaria com tiro livre indireto A FAVOR do Botafogo (já que, apesar de não valer marcação técnica, as marcações disciplinares continuam a valer normalmente nessas situações).

A propósito, vários lances polêmicos na rodada: vide Fluminense X Náutico (disponível aqui: http://is.gd/QoTRhH) ou Ponte Preta X Vasco da Gama, com péssima atuação de Francisco Carlos Nascimento (Fifa/AL). Penso que o Cel Aristeu vai ter que trabalhar muito no seu cargo frente a CA-CBF…

Ops: não posso deixar passar batido- Jorge Nicola, em sua coluna nesta segunda-feira no Diário de São Paulo /Bom Dia, diz que a indisposição da torcida Mancha Alvi-Verde com o presidente palmeirense Arnaldo Tirone começou exatamente a partir do momento em que ele se recusou a bancar o Carnaval 2013 da agremiação… Ineditismo ou rotina na relação Dirigentes & Organizadas?

– Jundiaí sem Prefeito por duas semanas?

A Rádio Cidade informa que o prefeito Miguel Haddad se licenciará do cargo por 14 dias, para ajudar na campanha à Prefeitura de Luiz Fernando Machado, o candidato do seu partido.

Porém, não há vice-prefeito, já que Luiz Fernando exercia o cargo, mas como saiu candidato a Deputado Federal e hoje a prefeito, o cargo está vago.

O presidente da Câmara dos Vereadores está em campanha pela reeleição. A maior parte dos vereadores também.

Sendo assim…

QUEM VAI MANDAR EM JUNDIAÍ NAS PRÓXIMAS DUAS SEMANAS?

– Comprometimento X Envolvimento na Administração de Empresas

Você sabe diferenciar a exigência do Comprometimento e a do Envolvimento na sua atividade profissional?

Compartilho interessante matéria sobre o assunto:

Extraído de: http://www.jrsantiago.com.br/area_de_conhecimento/_Editorial/Comprometimento_x_Envolvimento__afinal_o_que_o_mercado_quer

COMPROMETIMENTO X ENVOLVIMENTO: AFINAL, O QUE O MERCADO QUER?

por José Renato Sátiro Santiago

Certamente duas condições que sempre surgem em nosso dia a dia profissional e, porque não dizer, pessoal.

Um interessante método que costuma facilitar o entendimento é o uso de metáforas.

Sendo assim, neste caso, o uso da estória da galinha e do porco pode ser bem útil.

Lá vai…

O café da manhã costuma ser considerada a principal alimentação diária para uma pessoa.

Infelizmente nem todos damos a ele a devida importância.

Mas isso é uma outra questão…

Convencionalmente a galinha e o porco fazem parte desta alimentação.

A galinha através do ovo ou, até mesmo, do omelete.

Já o porco ao fornecer o bacon ou a linguiça.

A galinha está envolvida no café da manhã.

Ela exerce um importante papel e continua viva para fornecer seus “serviços”.

Quanto ao porco, não há como negar seu comprometimento.

E depois… bem, ele não conseguirá voltar a prestar seus “serviços’, estará morto.

Em nossa vida profissional, dependendo do papel desenvolvido por cada pessoa, há diferentes condições.

O dono da empresa costuma estar envolvido em seu negócio ou projeto.

Se ele investir todos os seus recursos em um determinado negócio, ele estará comprometido.

Quando ele está comprometido com um negócio, seus riscos, como empresário, se elevam consideravelmente.

Justamente por isso que uma forma utilizada para reduzir os riscos é a diversificação de seus recursos.

Ao distribuir seus recursos, ele passará de comprometido para envolvido.

Isto estará longe de significar que ele se preocupará mais ou menos.

É uma questão de inteligência.

Cada um de nós, como profissionais, também podemos adotar a mesma estratégia.

Ao investir todos os nossos recursos, quer sejam materiais, intelectuais ou de qualquer outro tipo, em apenas um determinado projeto ou atividade, ficamos 100% dependentes dele.

Tal tipo de entendimento costuma ser comum junto as pessoas que são responsáveis ou “donas” de um projeto ou atividade, justamente porque costuma-se confundir envolvimento e comprometimento com atenção e dedicação.

Tanto atenção como dedicação podem ser encontrados em seu nível mais alto nos profissionais envolvidos com suas atividades.

Quando se exige o comprometimento, está se querendo algo muito maior do que aquilo que uma pessoa deve dispor.

Mesmo porque, em longo prazo, isto poderá voltar justamente contra aquele que o exigiu.

Sendo assim, que estejamos sempre envolvidos junto as nossas atividades e responsabilidades.