– Disputa Eleitoral em São Paulo baseada no Populismo?

Celso Russomano, José Serra e Fernando Haddad estão respectivamente em 1º, 2º e 3º lugares na corrida à sucessão de Gilberto Kassab na capital paulistana.

Russomano ficou conhecido como o repórter que defendia o consumidor no extinto “Aqui Agora”. Popular, com discurso populista. Declarou que prefere Igrejas a Cadeias. Pertence ao PRB, partido criado pela Igreja Universal. Tem a desconfiança de muitos. Poucos sabem que ele é atualmente deputado. E o que fez como parlamentar?

Serra foi prefeito e assinou em cartório documento dizendo que cumpriria o mandato até o fim. Não cumpriu. Esconde o apoio de FHC mas alardeia pontos positivos de Kassab. Sem comentários.

Haddad ganhou um elogio de Lula: “foi o melhor Ministro da Educação da História desse país”. Uau, a educação brasileira é excepcional mesmo, sem problema algum, pois todos foram resolvidos por ele.

Ainda bem que voto em Jundiaí…

Em quem votar em SP? Chalita, Gianazzi, Soninha e Levy Fydelix teriam chances?

– Rede de Boataria ataca mais um: Renato Aragão

Uma grande injustiça ao Didi Mocó!

Cada vez mais assusta a força das pessoas mal-intencionadas usando a Internet. Agora, a febre da vez é atacar Renato Aragão. Algum gaiato inventou que ele faria um novo filme chamado “O Segundo Filho de Deus”, onde terminaria a missão não finalizada por Jesus.

Pelo Twitter e Facebook, DETONARAM Didi Mocó Sonrisal Colesterol Novagilno Mufumbo!

Porém, como era lógico… ninguém faria uma filme com temática tão descabível, principalmente um humorista!

Abaixo, Publicado originalmente no site “Os Trapalhões” (clique ao lado, em itálico) 

RENATO ARAGÃO NEGA FILME POLÊMICO CRISTÃO

Nos últimos dias, o comediante Renato Aragão foi, mais uma vez, vítima de boatos em sites da internet.

Dessa vez, foi divulgado que ele lançará um filme, intitulado “O Segundo Filho de Deus”, onde o personagem Didi viverá um suposto filho de Deus enviado à Terra com o objetivo de cumprir uma missão que Jesus Cristo não foi capaz de terminar.

Como nenhum site oficial de Renato Aragão noticiou a informação, o site OsTrapalhões.com resolveu confirmá-la entrando em contato com a filha do comediante, Lívian Aragão.

Por meio dela, o comediante negou todas as informações que foram publicadas nas matérias e disse que nunca cogitou lançar esse tipo de filme. Tudo não passou de boatos inventados na internet para denegrir a imagem de Renato Aragão, assim como fazem com outros artistas.

“Normalmente eu não respondo a esse tipo de boato, mas sempre que vai ao ar um programa de sucesso como o ‘Criança Esperança’ surgem os invejosos de plantão”, comentou Renato Aragão ao site UOL – que também o procurou para falar sobre uma suposta demissão de um funcionário que o teria chamado de “Seu Didi”.

CARTA PUBLICADA EM SEU BLOG

Antes de qualquer coisa, gostaria de agradecer o carinho, apoio e envolvimento do povo brasileiro na Campanha Criança Esperança 2012 – uma parceria da TV Globo e UNESCO. Nestes 27 anos, o engajamento do público que assiste ao programa tem provado que somos um povo sensível às carências e necessidades dos nossos semelhantes.

Infelizmente, meu coração tem se entristecido ao ler e ouvir tantas mentiras que estão circulando na mídia com respeito a minha pessoa e minha família. Só posso creditar este comportamento à inveja. Fico triste, pois minha família é uma família de bem, com defeitos sim, como qualquer família, mas que veste a camisa em prol de uma causa na qual acreditamos – o programa Criança Esperança.

Em minha casa e minha empresa, meus funcionários são tratados com respeito e os direitos humanos e trabalhistas de todos são garantidos. Embora não precise expor isto, a maioria dos meus funcionários tem mais de 10 anos de convivência conosco.

Jamais demiti, demitiria qualquer motorista ou funcionário por ter me chamado de Did. Absurdo tão grande, uma vez que nem eu mesmo consigo mais separar o Didi do Renato Aragão. Afinal, já são 50 anos de convivência entre os dois… Isto e as demais notas, boatos e afirmações, não passam de lendas urbanas que sempre são trazidas à tona na época do Criança Esperança, o que realmente me faz crer que são apenas frutos da inveja.

Minha empresa já produziu mais de 45 filmes, todos voltados para o entretenimento da família brasileira, respeitando nossos valores e nossa cultura. Sou católico e temente a Deus. Jamais abriria mão de minha fé incondicional em Jesus, o Filho Único de Deus. Gostaria, entretanto de relembrar que fé e ficção são áreas completamente distintas, mas que sempre despertaram polêmicas, desde Milton, em “Paraíso Perdido” até José Saramago em seu “Evangelho Segundo Jesus Cristo”. Mesmo estes gênios literários e suas polêmicas obras não foram capazes de rebaixar a Bíblia e as histórias de vida ali contidas a meros personagens de obras literárias ou de ficção. Por que digo isto, porque realmente escrevi um roteiro provisoriamente intitulado “O Segundo Filho de Deus”, obra de ficção com registro público na Biblioteca Nacional, a qual vem sendo deturpada, dizendo inclusive que eu teria a pretensão de ser o “novo” Jesus!, ABSURDO. O Didi é um grande atrapalhado, e em todos os filmes essa será sempre sua característica. Só para esclarecer, este roteiro inclusive já teve o título alterado para “O Segredo da Luz” e não há previsão para sua realização. Acredito que estas pessoas, que nem sequer tiveram acesso à obra, querem apenas incitar os incautos a juntarem-se a eles nesta invejosa empreitada de denegrir meu nome e desacreditar uma campanha séria que já comprovou sua atuação e eficácia em 27 anos de resultados positivos. Registro que nestes 27 anos isso sempre acontece… infelizmente.

Amigos, desculpem-me pelo desabafo. Mas há horas em que precisamos alçar a voz e proclamar a verdade, principalmente quando o alvo das mentiras passa a ser aquilo que mais prezamos: nossa família e nossa fé.

Mais uma vez, obrigado pelo apoio.

Renato (Didi) Aragão

Renato Aragão

– A compra de Seguidores no Twitter

Cada vez mais, os usuários do microblog Twitter conseguem artimanhas. Do indivíduo comum às grandes empresas, a busca por popularidade é incessante. A moda agora é comprar seguidores, que custam menos de R$ 0,01!

Veja como funciona,

extraído de: http://www.istoedinheiro.com.br/noticias/93946_O+SUBMUNDO+NO+TWITTER

O SUBMUNDO NO TWITTER

A compra e venda de seguidores virou moda no microblog, mas a prática pode arruinar as estratégias digitais das empresas.

Por João VARELLA

Séculos antes de Cristo, mesmo um grego eremita sem parentes ou amigos poderia ter um funeral movimentado. Bastava que reservasse uma verba para as carpideiras, mulheres pagas para entoar cânticos e chorar no rito fúnebre. A prática era tão disseminada que o legislador Sólon (638-558 a.C.) proibiu pessoas que não fossem parentes do falecido de entrar nas casas onde ocorriam os velórios. Esse parece ser o registro da primeira tentativa de regular o controverso mercado da popularidade, que se transformou profundamente ao longo do tempo – é cada vez mais comum a contratação de claques para animar comícios políticos e de celebridades que cobram para prestigiar um evento social ou promover uma casa noturna, por exemplo. 

Na web, o mais recente passo dessa evolução envolve as redes sociais. Acredite ou não, já é possível comprar um seguidor no Twitter por menos de R$ 0,01. O comércio de perfis se disseminou tanto entre os usuários do microblog que resultou em uma infinidade de contas infladas artificialmente, o que coloca em xeque a estratégia de marketing das empresas na internet, além de lançar dúvidas sobre a credibilidade do próprio Twitter. Embora esse tipo de expediente tenha sido proibido pelas normas de conduta do Twitter, empresa presidida pelo executivo americano Dick Costolo, o obscuro mercado da popularidade ganha força. Os dados a esse respeito são difusos, mas uma pesquisa recente do instituto americano Barracuda Labs, especializado em redes sociais, iluminou o tema. 

O levantamento mostrou que contas falsas criadas para incrementar o número de seguidores no microblog têm, em média, apenas 19 semanas. Mais: 61% foram criadas há menos de três meses. Outro sinal de crescimento vem da velha lei da oferta e procura, que gradativamente derruba os preços desse tráfico de fãs até patamares irrisórios. Comerciantes do site Fiverr, especializado em ofertas de perfis, oferecem até 32 mil seguidores pelo valor de US$ 5. Ou seja, o preço unitário é de US$ 0,00016 (um centavo de dólar compra 63 perfis). A maioria das páginas com ofertas de “followers” no Fiverr possui comentários positivos dos clientes do site, o que indica que muitos não veem problema em recorrer a esse tipo de medida. 

Também é comum o oferecimento de “curtidas” numa página institucional (fan page) do Facebook. Contatados pela DINHEIRO, Twitter e Facebook não comentaram o assunto. Com preços não tão atrativos quanto os do Fiverr, mas com o diferencial de arregimentar usuários locais, alguns jovens empreendedores brasileiros resolveram aproveitar a onda. Um deles é Bruno Maciel, 22 anos, de Formiga (MG), cidade que fica a cerca de 200 quilômetros de Belo Horizonte. Há três anos nesse ramo, Maciel é o proprietário dos sites Big Follow e Mais Followers, que oferecem cinco mil seguidores por R$ 500. Ele, no entanto, nega ser um “vendedor de seguidores”. Maciel descreve seu serviço como uma forma de aproximar as pessoas. 

“A fórmula mágica nesse relacionamento é conseguir seguidores e mantê-los unidos até que o meu cliente crie luz própria e consiga, independentemente de meus serviços, usuários de toda a ordem”, diz ele. Seja como for, o fato é que comercializar seguidores dá retorno aos criadores dos serviços. O ator Orlando Maciel, 17 anos, é proprietário do site TwitterMass, que vende cinco mil seguidores por R$ 120. Ele próprio se beneficia do seu sistema, criado há cerca de um ano – tem 234 mil seguidores, o dobro do comediante Beto Silva, do programa Casseta & Planeta, da Rede Globo. O comércio de seguidores virou moda, mas isso pode ser um tiro no pé, pois se volta contra a reputação de quem se serviu do expediente. 

Um dos motivos é que é embaraçoso explicar que, para ser popular, foi necessário recorrer à compra de seguidores. “A rede social está vinculada à sociabilidade, e isso não se faz com moeda”, afirma Beth Saad, professora da Universidade de São Paulo (USP) e pesquisadora de redes sociais. Pollyana Ferrari, professora da PUC-SP e consultora de mídias sociais, concorda com Beth e destaca outro aspecto. Muitos publicitários acreditariam que começar um perfil de uma grande empresa com poucos seguidores seria “um mico”, o que alimenta os serviços de compra e venda. “Uma empresa deve construir uma relação aos poucos com os usuários”, afirma Pollyana. “Não adianta nada dar um salto no número de fãs do dia para a noite.” 

Segundo Pollyana, usuários experientes detectam facilmente quem adquire seguidores pela alta quantidade de perfis falsos. Há até uma ferramenta para auxiliar nesse processo. A start-up americana Status People lançou recentemente um recurso chamado Fake Followers Check, que promete fazer essa averiguação. Como esses usuários comprados são inativos, falsos ou só leem em outro idioma, as ações de marketing feitas na rede social podem ser prejudicadas. “Isso bagunça os relatórios e métricas”, afirma Patricia Moura, professora de mídias sociais da universidade carioca Estácio de Sá. Um episódio recente com o candidato republicano à presidência dos EUA, Mitt Romney, ajuda a conhecer melhor as armadilhas que estão no caminho das redes sociais. 

O comitê de campanha passou por um grande constrangimento com a revelação de que o número de seguidores da conta de Romney no microblog cresceu 17% num único dia, 21 de julho. Um em cada quatro desses novos seguidores não tinha nenhum post no Twitter, num claro indício de que o perfil havia sido turbinado artificialmente. O comando do partido Republicano negou a compra de seguidores. “Se Twitter vencesse eleição, Lady Gaga ou Justin Bieber estariam governando o país”, disse Zac Moffatt, diretor de ações digitais da campanha de Romney, tentando minimizar a situação. Com a disseminação desse tipo de negócio na rede, quem deveria também estar preocupado é o próprio Twitter, de acordo com Alexandre Espírito Santo, professor de finanças do IBMEC: “Um dos artigos mais caros de uma empresa é a credibilidade, ainda mais no caso de redes sociais”, afirma.

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– Minha Filha no Estádio do Paulista!

Minha filha debutou nos gramados, junto c/o vovô Lili! Foi ao estádio assistir Paulista X Ituano. Essa imagem diz tudo:

Alegria que contagia! E a pipoca estava muito boa!

Ops: o único problema: O estádio Dr Jayme Cintra poderia ter um banheiro família, pois fica difícil pai/avô levar a filha/neta para o wc masculino…

– Contradições de um Tribunal de Justiça

Hoje, novamente um árbitro será julgado pelo STJD pelo fato dos membros entenderem que ao invés de Amarelo, o jogador deveria receber Vermelho.

Comentamos isso anteriormente em: http://www.redebomdia.com.br/blog/detalhe/11489/E+o+STJD+ataca+de+novo%21+Mudara+a+cor+do+cartao%3F .

A questão é: se tornará TENDÊNCIA?

Será que o STJD irá analisar todos os casos e todas as dúvidas?

Se sim, teremos 10 jogos julgados por semana, já que em TODAS as partidas sempre haverá dúvidas!

Em tempo: o árbitro Marcelo de Lima Henrique será o árbitro julgado essa noite, no mesmo horário em que estará pitando Santos X Bahia.

Covardia, não? Imagine a cabeça do árbitro apitando em Santos e sendo julgado no Rio de Janeiro…

– 1 Trilhão de Impostos

Hoje, poderemos alcançar a impressionante marca de 1 trilhão de reais pagos em impostos no Brasil.

Fico pensando… tanto imposto, e ao mesmo tempo vemos tanto desvio de verba, corrupção, golpe, dinheiro mal gasto…

Quem vê, pensa que sobra verba nesse país. Na verdade, sobraria sim, se não existisse desvios. Ah, se todo o imposto arrecadado fosse bem aproveitado na Saúde, Educação e Segurança.

– Hoje tem Real X Barça, mas eu quero Galo X Galo!

Hoje vou levar minha filhinha pela 1ª vez a um estádio de futebol. Assistiremos Paulista X Ituano, o confronto dos “dois galos” aqui no Jayme Cintra, em Jundiaí.

Em outros tempos, não seria esse o jogo escolhido para minha filha debutar num campo de futebol, devido a rivalidade das equipes. Mas, cá entre nós: numa 4ª feira útil, 15h, pela Copa Paulista? Não haverá briga de torcidas, e, aliás, devemos ter pouquíssima gente nas arquibancadas.

Espero uma vitória do nosso Galo Jundiaiense de presente para a torcedorazinha.

Aliás, alguns detalhes: meu amigo Maurício Fioretti, excelente árbitro, é quem vai apitar. Puxa, quase 20 anos de apito e o cara não foi indicado pela FPF à CBF? São essas coisas que revoltam… quanto árbitro ruim no Quadro Nacional e um bom árbitro como o Fioretti “escanteado”.

Curiosidade: Marcelo Martellote é o técnico do Ituano. E pensar que ele quase foi o técnico titular do Santos na Libertadores da América…

Por fim: tomara que as dificuldades financeiras do time não afetem os atletas em campo. Prefiro os jogadores do Sub20, jundiaienses da gema, tendo oportunidades, do que “Kariris” da vida no time… O que fizeram nos bastidores é lamentável!