– Entendendo e Respeitando as Diferentes Personalidades e Caráteres, do Ponto de Vista Cristão

Cada indivíduo tem um conjunto de atributos – virtudes, talentos, fraquezas, deficiências, características pessoais que as fazem ser únicas no mundo. Por mais parecido que alguém seja, ninguém é igual a ninguém. E essas peculiaridades ajudam a formar a personalidade das pessoas, sejam elas mais extrovertidas, tímidas, inquietas, entre tantas…

Sendo assim, as pessoas diferem de opinião; de gosto; de humor; de simpatia. E, com tantas diferenças e individualidades, devem conviver bem, respeitando-se e convivendo harmonicamente.

Cristo nos diz:

Amai-vos uns aos outros como eu vos amei”.

Ora, amar as pessoas que já amamos é fácil. Àquelas que nutrimos simpatia, idem.

E quando falamos de pessoas rotuladas como “mau caráter”, marcadas pela sociedade como cidadãos que não servem de exemplo ou que vemos hábitos ruins? Como amá-las?

Claro que isso é difícil. Todos querem se aproximar de pessoas de bom caráter, e buscam evitar o mau-caratismo. Mas como conviver?

Respeitando aquele que pode ter se desviado do bom caminho, já é um começo. Ajudando-o a mudar de vida, um segundo passo.

Mas não se esqueça: alguém que tenha bom caráter e que esteja se relacionando com pessoas que são ditas “transgressoras”, deve tomar cuidado para ao invés de influenciar positivamente, não se influenciar negativamente. Tem que ter PERSONALIDADE!

Lembra-se do que nossas mães diziam sobre “ter cuidado para não andar com má companhia?” Pois é: você deve evitar o hábito e a influência da ‘má companhia’, mas contagiar com o bom-caratismo o próximo.

Difícil, né? Missão para cristãos de boa vontade, de bom caráter e de personalidade persistente.

Sendo assim, que tal refletir sobre alguns pontos?

  1. Todos gostamos que respeitem a nossa personalidade ou individualidade. Mas respeitamos sempre as características do próximo? Sendo assim, diga: o que você tem dificuldade em suportar nas pessoas; que lhe irrita; aquilo que você considera um defeito?
  2. O que você acha que irrita nas pessoas que convivem consigo, aquilo que você sabe que é da sua personalidade e que incomoda os outros?
  3. O que fazer para suportar o que não gostamos e mudar aquilo que as pessoas não gostam de nós?

– Análise da Arbitragem, sem Análise: o Profissionalismo de Heber Roberto Lopes

Tenho pena do bom árbitro Heber Roberto Lopes. Está passando dias difíceis. Se não bastasse ter sido julgado e suspenso injustamente por 15 dias no STJD (assunto discutido em: http://is.gd/STJDapita), sua mãe faleceu em Londrina/PR, às vésperas do jogo Fluminense X São Paulo que apitou. E, na partida, um fato incomum: concedeu 1 minuto de silêncio precedendo o início do jogo em memória da própria mãe.

Lamentavelmente, no Brasil, muitos torcedores não respeitam os “minutos de silêncio” concedidos. E nem na excepcionalidade desta 5ª feira, quando a genitora do próprio juiz é a homenageada. Muito barulho na arquibancada e muita gente não dando importância. Tanto que aos 4 minutos de jogo, após uma falta no meio de campo, a falecida mãe do árbitro foi lembrada, de modo indevido. Triste sina de um juiz de futebol: ouve a mãe ser xingada sem culpa, até no dia do seu passamento.

Fico pensando: não foi fácil para o Heber ter cumprido essa escala. Particularmente, eu abdicaria da escala pelo óbvio motivo. Mas respeito quem não o faça, pelos motivos pessoais de cada um, como apitar a peleja como homenagem póstuma.

Mas reflita: e você, se fosse o árbitro? Agiria da mesma forma e apitaria o jogo?

Difícil questão a ser respondida.

Ao Heber, meus pêsames e minhas orações. Que sua mãe descanse em paz.