– Fé e Razão

Apenas uma bela citação do papa João Paulo II para inspirar o dia:

Fé e Razão: duas asas que nos elevam para o Céu

– As 7 Maiores Mentiras de um Curriculum Vitae

Cuidado ao formular seu curriculum vitae. Hoje, os curricula estão cada vez mais sendo pesquisados quanto à fidedignidade das suas informações. Para tanto, consultores em RH estão precavidos, segundo a matéria abaixo para 7 mentiras básicas e corriqueiras:

Extraído de: http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EMI69955-15259,00-AS+SETE+MAIORES+MENTIRAS+DO+CURRICULO.html

AS SETE MAIORES MENTIRAS DE UM CURRICULUM
Dar informações falsas para conseguir um emprego é uma tentação e um erro. Os casos mais comuns, como os especialistas os desmascaram – e como aumentar suas chances sem cometer deslizes éticos.
por Thiago Cid

De cada dez currículos que chegam às empresas, quatro têm informações distorcidas. E outros dois contêm mentiras deslavadas. A conclusão é da empresa de investigações Kroll, que presta serviço de análise de currículos para companhias, depois de analisar os dados de candidatos a emprego de nível gerencial para cima. A maquiagem curricular não é exclusividade brasileira. Nos Estados Unidos, a taxa de invenções destinadas a impressionar contratantes é bem parecida, segundo análises independentes do site Career Building e da consultoria Accu-Screen, especializada em vasculhar referências de candidatos a emprego.

O problema deverá crescer com o acirramento da competição por empregos. Desde o início da crise econômica, no final do ano passado, o Brasil fechou 700 mil vagas de emprego formal. E muita gente que se sente ameaçada já está tratando de procurar alternativas. A Manpower, empresa especializada em recrutamento, registrou um aumento de 50% no número de currículos recebidos. Numa situação assim, cresce a pressão para se destacar dos concorrentes e, consequentemente, a tentação de mentir ou exagerar no currículo. Não vale a pena.

Especialistas afirmam que mentir para arrumar emprego é um equívoco, em tempos de crise ou não. “Mentir pode garantir mais entrevistas, mas não garante emprego. Na verdade ajuda a afugentá-lo”, afirma o colunista de ÉPOCA Max Gehringer. Uma mentira, por mais “inocente” que seja, deixa o candidato numa situação constrangedora e quase sempre acaba eliminando suas chances de obter o emprego. “Para um selecionador, se o candidato mente na porta de entrada, é bem provável que continue mentindo”, diz Lizete Araújo, vice-presidente da Associação Brasileira de Recursos Humanos (ABRH).

É raro uma lorota relevante se manter de pé depois de um escrutínio do entrevistador. Em geral, ele é um profissional treinado para explorar as contradições entre o que está no papel e a fala do candidato. “Diante da capacitação que o pessoal de RH está adquirindo, é ingenuidade achar que dá para levar uma mentira adiante em uma entrevista”, afirma Carlos Eduardo Dias, sócio da Asap, empresa especializada em profissionais em início de carreira. Nas entrevistas, cada tópico listado no currículo é destrinchado pelo selecionador. Uma hesitação maior ou uma pequena incoerência já são um alerta de que aquele ponto é duvidoso.

Após a entrevista, os aprovados ainda passam pela peneira da checagem das referências – uma tarefa cada vez mais minuciosa em departamentos de RH e consultorias. “Hoje em dia, os selecionadores já têm conhecimento técnico para avaliar candidatos de setores muito específicos”, afirma a consultora Juliana Marotta, da Manpower. Ela é responsável pela checagem de currículos de aspirantes a vagas no setor de tecnologia da informação.

Os principais “maquiadores de currículo” são os jovens em início de carreira. Carentes de experiência, eles tendem a engordar seus CVs copiando modelos prontos, que geralmente pecam pelo exagero. Entre os candidatos a cargos mais graduados, como o de gerentes ou diretores, o risco de mentir é muito alto, até porque as empresas costumam investir mais na checagem. “Uma contratação de alto executivo é um investimento estratégico e delicado, por isso os cuidados de segurança são altos”, afirma José Augusto Minarelli, que há 26 anos ajuda executivos demitidos a arranjar emprego. Isso não significa que não haja mentiras nos altos escalões. Em 2007, Marilee Jones, a reitora da mais renomada universidade de tecnologia dos Estados Unidos, o Massachusetts Institute of Technology, pediu demissão. Motivo: descobriram que ela havia listado três cursos de especialização que não cursara.

É óbvio que a peneira dos selecionadores não identifica todos os mentirosos. Porém, mesmo os que conseguem vaga têm de conviver com o risco de ser desmascarados a qualquer momento, com consequências sérias para sua imagem profissional. Sem contar o drama de consciência por ter mentido. A seguir, as sete mentiras mais comuns, mencionadas por uma dezena de recrutadores e consultores, e as técnicas para detectá-las.

1. Idiomas
É a mentira mais popular. Trata-se daquele inglês “básico” que no currículo se torna “avançado”. É também a mentira mais fácil de ser identificada. Ocorre principalmente em seleções de jovens profissionais que não esperam uma avaliação rigorosa de seu domínio de idioma estrangeiro. Um simples teste ou uma conversa com o recrutador são suficientes para desmascarar o monoglota.

2. Qualificação
Inventar uma especialização técnica ou transformar um curso rápido em pós-graduação também são manobras muito comuns – e fatais – nos processos de seleção. Além da questão moral, se a fraude é descoberta, leva à dúvida sobre todas as competências que o candidato afirma ter. Essas mentiras são normalmente descobertas na entrevista, quando o recrutador pede detalhes dos cursos realizados – nome dos professores, das disciplinas etc. Se o candidato conseguir manter a farsa, ele ainda pode ser desmascarado quando checadores ligam para a universidade para conferir as informações. Algumas empresas são mais diretas: exigem o certificado dos cursos.

3. Cargos e funções
Muitos candidatos mentem sobre cargos em empregos anteriores para demonstrar experiência ou pleitear salário mais alto. Assim, um estagiário pode virar assistente, um supervisor vira gerente, e por aí vai. São dados de checagem relativamente fácil quando a entrevista é bem feita: o candidato costuma escorregar nos detalhes sobre seu passado profissional.

4. Participação em projetos
Esse tipo de mentira, relacionada a conquistas e projetos implementados em empregos anteriores, exige um esforço maior do recrutador. Por causa do passar do tempo e da rotatividade das empresas, muitas vezes é difícil entrar em contato com antigos colegas do projeto mencionado. Segundo Max Gehringer, esse problema começou a surgir nos anos 1980, quando passaram a circular currículos em primeira pessoa. “O currículo com as palavras ‘liderei’ ou ‘coordenei’ é complicado porque são ações difíceis de ser mensuradas e com resultados muitas vezes subjetivos”, diz Max. A estratégia dos recrutadores para detectar as invencionices é levar a entrevista a um nível de detalhe extremo, para capturar contradições. 

5. Motivo de desligamento
Se percebida, a mentira sobre os motivos da saída de empregos anteriores desperta a impressão de que o candidato quer esconder algo. Demissões nunca são bem vistas. Mas hoje, com a rotatividade tão alta, deixaram de ser um estigma. Mesmo assim, devem ser explicadas. Se o desligamento foi espinhoso, o melhor é demonstrar maturidade, assumir eventuais maus passos e mostrar que o episódio serviu de lição. Jogar a culpa no ex-chefe é tentador, mas o efeito é quase o mesmo de um pedido para desistir do processo de seleção.

6. Datas de entrada e saída de empregos
Esticar em alguns meses a permanência no emprego anterior pode ser até aceito pelo selecionador, para quem tem vergonha de dizer que estava desempregado. “Mas a manipulação de datas é intolerável quando ela tenta esconder um padrão de permanências curtas nos empregos”, afirma Vander Giovani, da Kroll. Uma ou duas passagens curtas podem ser devidas a dificuldades de adaptação, diz Giovani. Mais que isso é sinal de instabilidade e falta de habilidades sociais. “Há aqueles que nem sequer colocam experiências curtas para não destacar essa instabilidade”, afirma Carlos Eduardo Dias, da Asap. “Essa omissão é imperdoável.” E facilmente constatada por checadores, ao ligar para empresas ou observar a carteira de trabalho. 

7. Endereço
Muitos candidatos mentem em relação ao local de moradia por três motivos: imaginam que morar perto pode facilitar a contratação; acreditam que morar em um bairro mais pobre prejudique suas chances; ou tentam obter uma verba maior de vale-transporte. Nos dois primeiros casos, é uma mentira menos ofensiva, mas também não vale a pena. Quando for descoberta – pela checagem do comprovante de residência ou pela visita de um colega –, ela vai despertar desconfiança do empregador.

– Nas Barbas dos Federais!

SÓ NO BRASIL ! – A 10 km da Esplanada dos Ministérios, em Brasília, funciona a “Feira do Paraguai”, um tradicional ponto de venda de produtos pirateados e contrabandeados.

Precisa dizer algo?

Extraído de: http://portalexame.abril.com.br/revista/exame/edicoes/0948/economia/so-brasil-486158.html

NAS BARBAS DOS FEDERAIS

De terça a domingo, funciona em Brasília, a 10 quilômetros da Esplanada dos Ministérios, a “Feira do Paraguai”, um dos maiores centros de venda de produtos ilegais do país. O incrível é que a pirataria não só rola solta nas barbas do QG da Receita e da Polícia Federal mas também em terreno cedido pela União. Sim, são 70 000 metros quadrados doados pelo governo. Na época da doação, em 1997, a ideia foi concentrar ali ambulantes — que trabalhassem legalmente, é claro. Hoje, a feira é dominada por máfias e oferece todo tipo de muamba. Há desde cópias de produtos de grifes, como Louis Vuitton e Gucci, até remédios, armas e munição de procedência duvidosa — boa parte seria fruto de roubo de cargas. Como a contravenção permanece escancarada tão perto das autoridades? Parte da resposta é que há apenas seis auditores para fiscalizar toda a Região Centro-Oeste. Nos últimos três anos e meio, a PF e a Receita apreenderam 12,6 milhões de reais em mercadorias em batidas na feira. O valor é uma fração dos estimados 70 milhões por ano comercializados ilegalmente. Lá, como em tantas outras “feiras do Paraguai” espalhadas pelo país, a vizinhança com os federais não incomoda.

– Série de TV Humaniza Figura do Árbitro. Vem aí: FDP

Para quem gosta de futebol, imperdível. Olha só a série da HBO onde o protagonista será um árbitro de futebol. Elementos e personagens de grande audiência não faltarão:

Extraído de: http://esporte.uol.com.br/futebol/ultimas-noticias/2012/08/23/serie-de-tv-humaniza-figura-de-vilao-do-arbitro-e-usa-bandeirinha-gostosa-e-mae-briguenta.htm

SÉRIE DE TV HUMANIZA FIGURA DE VILÃO E USA BANDEIRINHA GOSTOSA E MÃE BRIGUENTA

Em tempos em que os homens do apito não saem das páginas esportivas em razão de polêmicas atuações, o universo da arbitragem ganha um esforço de humanização através da ficção. A série “FDP” estreia neste domingo no canal pago HBO [às 20h30, de Brasília] com a promessa de desconstruir a mais clássica figura de vilão do futebol, usando como trunfo alguns clichês deste ambiente como a bandeirinha sensual e a mãe de juiz.

Com direção de Adriano Civita, a série da produtora Prodigo Films contará com a primeira temporada de 13 episódios de 30 minutos. A história de “FDP” [uma sigla que até o torcedor menos afeito a arquibancadas vai reconhecer] gira em torno de Juarez Gomes da Silva. Interpretado por Eucir de Souza, o herói em questão é um árbitro correto que batalha seu caminho rumo à Copa do Mundo e precisa lidar com pressão no vestiário e ofertas de suborno. Mas enquanto as coisas caminham bem em campo, com oportunidade em jogo da Libertadores, a vida pessoal do juiz desmorona, graças ao fim de seu casamento. 

Neste pacote de descontrole da vida pessoal inclui-se uma separação após traição descoberta, a luta pela guarda do filho e o relacionamento com uma auxiliar de arbitragem, colega de campo.

Neste papel a série escalou a bela atriz Fernanda Franceschetto. Inspirada na experiência do futebol real de Ana Paula Oliveira, a personagem viverá na série a oportunidade de posar nua para uma revista masculina.

A figura da mãe de juiz também não poderia ficar de fora. Juarez Gomes da Silva aparecerá escoltado da genitora, que defenderá o filho de insultos e ainda tumultuará a vida cotidiana do protagonista.  

“Trazemos essa veracidade do mundo do árbitro, com temas como a mãe do juiz. Como é ser mãe de juiz, um personagem que é xingado o tempo todo? A gente pensou como tornar a vida dele mais dura. Aí pensamos: ‘e se o namorado novo da mãe fosse argentino? Fica bem pior’. E o desafio era construir todo esse processo sem que você odeie esse cara, algo para simpatizar com a figura do árbitro”, conta o responsável pela série.

O diretor de “FDP” teve a ideia de mergulhar no universo da arbitragem após ouvir relatos de seu personal trainer, um juiz que milita que partidas de divisões inferiores. Para construir o cenário em torno de Juarez Gomes da Silva, Adriano Civita contou com a consultoria técnica do ex-juiz Salvio Spínola. O criador do projeto ainda diz ter se inspirado na série norte-americana Californication, que tem como protagonista outra espécie de anti-herói, um escritor que depois de experimentar o sucesso enfrenta dificuldades criativas e problemas pessoais.

“Ele é um árbitro correto, idôneo, mas que também é um ser humano. Alguém que não controla tudo que está a sua volta, não tem o resultado final sob seu controle”, afirma Civita.

“Meu esforço é esse [de fazer o protagonista cair no gosto da audiência], mas não posso concluir pelo público. Mas acho que todo mundo vai simpatizar com o Juarez. Um homem divorciado, que errou uma vez [traição conjugal], mas isso não o condena. Que pode não ver um lance, mas isso também não o condena. Tentamos entender uma pessoa que é xingada antes mesmo de começar a exercer a sua profissão”, acrescenta o diretor.

Durante os 13 episódios da temporada inicial, “FDP” visitará temas como homossexualidade no futebol, “mala preta” e “mala branca”, doping e ponto eletrônico. Mas os criadores da série prometem balancear a dose de ação futebolística com temas mais pessoais, para tentar cativar o público de perfil “não-boleiro”.

NEYMAR FAZ PONTA, E SÉRIE PODE TER MARADONA NA 2ª TEMPORADA

Uma das atrações especiais na primeira temporada de “FDP” é aparição especial de nomes conhecidos do mundo do futebol, como Neymar, Rivelino, Dentinho, o ex-jogador Rincón, a bandeirinha Ana Paula Oliveira e o jornalista Juca Kfouri.

Para a segunda temporada, em produção ainda sem confirmação, a ideia dos criadores da série é contar com uma ponta do astro argentino Diego Maradona.

“A gente falou com o Maradona, mas não deu, a agenda acabou não batendo. Mas é até bom, porque existe a chance de contar com ele na segunda temporada”, conta o diretor da série.

Além de personagens do mundo boleiro, a série “FDP” apresenta em sua ficha técnica nomes de peso como o escritor José Roberto Torero, como um dos roteiristas, e Katia Lund [da equipe de Cidade de Deus] na codireção.

Outro destaque da série promete ser o espalhafatoso bandeirinha Carvalhosa, interpretado pelo ator Paulo Tiefenthaler. Além de colega de arbitragem, o personagem é amigo de Juarez e divide confusões fora dos gramados com o protagonista.

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