– A denúncia contra a Ministra sobre sua filha indígena

Sabe aquela história “mal contada”, que sempre nos deixa com uma pulga atrás da orelha?

Pois bem: a Ministra dos Direitos Humanos, Damares Alves, é mãe adotiva de uma menina indígena (que por várias vezes já apareceu junto a ela, demonstrando muita felicidade). Só que agora surge uma matéria investigativa bombástica da Revista Época, dando a entender que, quando bebê, Lulu (a menina) foi levada a contragosto da  sua família por Damares. Teria sido roubada?

E aí? Neste assunto delicado, sempre prefiro ouvir os dois lados e a 3a parte (muitas vezes, a fundamental): o desejo / bem estar da criança.

Se verdade, seria uma loucura: Defensora dos Direitos Humanos sequestrando menor de idade não dá. E se foi um grande mal entendido produzido pela parte dos índios?

Muita calma nessa hora…

Abaixo, extraído de Época.com.br:

A HISTÓRIA DE LULU KAMAYURÁ, A ÍNDIA CRIADA COMO FILHA PELA MINISTRA

Índios do Xingu narram a partida da menina há 15 anos. “Chorei, e Lulu estava chorando também por deixar a avó”, diz a hoje octogenária Tanumakaru, apontada na aldeia como a “verdadeira mãe de Lulu”

Por Natália Portinari e Vinícius Sassine

Desde que a ministra da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, Damares Alves, assumiu uma cadeira no primeiro escalão do governo do presidente Jair Bolsonaro, uma ferida de 15 anos atrás voltou a arder no Xingu. A aldeia Kamayurá, no centro da reserva indígena no norte de Mato Grosso, é o berço de Kajutiti Lulu Kamayurá, de 20 anos. Damares a apresenta como sua filha adotiva. A adoção, porém, nunca foi formalizada legalmente. A condição em que a menina, então com 6 anos de idade, foi retirada da aldeia é motivo de polêmica entre os índios.

Lulu nasceu em 20 de maio de 1998, segundo seu registro. ÉPOCA foi ao Xingu ouvir dos kamayurás a história da menina que foi criada pela avó paterna, Tanumakaru, uma senhora de pele craquelada, cega de um olho. Eles afirmam que Damares levou a menina irregularmente da tribo. Alguns detalhes se perdem na memória dos índios, mas há um fio condutor que une o relato de todos eles. Lulu deixou a aldeia sob pretexto de fazer um tratamento dentário na cidade e nunca mais voltou. Contam que Damares e Márcia Suzuki, amiga e braço direito da ministra, se apresentaram como missionárias na aldeia. Disseram-se preocupadas com a saúde bucal da menina.

“Chorei, e Lulu estava chorando também por deixar a avó. Márcia levou na marra. Disse que ia mandar de volta, que quando entrasse de férias ia mandar aqui. Cadê?” Questionada sobre se sabia, no momento da partida de Lulu, que ela não mais retornaria, foi direta: “Nunca”.

A ministra Damares Alves procurou ÉPOCA quando a reportagem ainda estava no Xingu. Disse que estava “à disposição para responder às perguntas (…) sobre nossas crianças, sobre minha filha e sobre as famílias”. “Não temos nada a esconder. Mas insisto: tratem tudo com o olhar especial para estes povos, para as mães e crianças que sofrem”, afirmou, via WhatsApp.

Em Brasília, no entanto, ela se recusou a dar entrevista e respondeu apenas parcialmente a 14 questionamentos da revista. “Todos os direitos de Lulu Kamayurá foram observados. Nenhuma lei foi violada. A família biológica dela a visita regularmente. Tios, primos e irmãos que saíram com ela da aldeia residem em Brasília. Todos mantêm uma excelente relação afetiva.” Perguntamos por que Damares não devolveu a criança à aldeia após o tratamento. “Lulu Kamayurá já retornou à aldeia. Ela deixou o local com a família e jamais perdeu contato com seus parentes biológicos.” A questão sobre não ter adotado formalmente Lulu foi ignorada.

A assessoria de Damares diz que a ministra conheceu Lulu em Brasília, e não na aldeia, como dizem os índios.

Leia em ÉPOCA desta semana a reportagem completa sobre a saída de Lulu Kamayurá de sua aldeia no Xingu e a atuação da ministra Damares Alves em comunidades indígenas, a partir do relato de índios que vivem nesses lugares, de famílias atendidas que defendem esse trabalho, da Funai e de documentos de investigações.

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– A patada de Kanu em Dracena no Oeste 0x1 Palmeiras

O árbitro Salim Fende Chaves é um cara honesto, sujeito bacana e está tendo as oportunidade que todo árbitro quer e muitíssimos poucos têm. Basta aproveitá-las. Mas ignorar esse lance (foto na postagem abaixo) de Kanu em Edu Dracena é total falta de competência.

Só vi essa jogada que tanto repercutiu, não assisti esse jogo, portanto não posso comentar a arbitragem como um todo. Mas a quem possa querer saber sobre a qualidade de alguns trabalhos, a análise in loco de 3 partidas (na qual eu esperava boas atuações e…). Em:

Paulista x Primavera (4a divisão):
https://pergunteaoarbitro.wordpress.com/2018/08/26/analise-da-arbitragem-para-paulista-3×0-primavera/

de:

Paulista x Chapecoense (Copa São Paulo Jr):
https://pergunteaoarbitro.wordpress.com/2017/01/17/analise-da-arbitragem-de-paulista-1×0-chapecoense/

e de:

Paulista x Mirassol (Série A2):
https://pergunteaoarbitro.wordpress.com/2016/02/28/analise-da-arbitragem-de-paulista-1×1-mirassol/

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– Apenas por coerência… liberaremos a todos?

Um preso “comum” (que cometeu um crime qualquer, como “roubar uma galinha”) pode ir a enterro de irmão que faleceu?

Não. Devemos sempre ter piedade do próximo, mas a lei existe.

Então por que Lula, que está na cadeia por ter cometido crimes graves, poderia?

Aliás, por que Lula não foi ao enterro dos seus outros irmãos enquanto estava solto (segundo o jornalista Cláudio Humberto em seu Twitter, reproduzido abaixo)?

Assim, se não pode um preso qualquer, não deve poder Lula, nem Azeredo, nem Aécio (que deveria estar por lá), e qualquer outro condenado. Simples.

Lógico que ninguém quer passar por uma situação como essa, mas que o ex-presidente Luís Inácio está sentindo falta do céu azul, é notório. Nenhum presidiário deve gostar da privação, certo?

– Mercedes Benz Stadium: o palco da final de 2026?

Vi e me impressionei: o vídeo do Mercedes Benz Stadium, em Atlanta – EUA.

Lá, “joga soccer” pela MLS o Atlanta United e joga futebol americano pela NFL o Atlanta Falcon.

Assista e diga: não é o estádio mais moderno do mundo?

Dificilmente a final da Copa de 2026 não será jogada lá…

Filme em: https://youtu.be/RDyNvr8Pz-o

– #Tbt de inspiração e boas memórias

Se hoje é dia da brincadeira de #tbt (postar fotos numa quinta-feira qualquer com boas recordações), aqui vai uma bem bacana: um gostoso passeio no Jardim Botânico do Parque Eloy Chaves em Jundiaí-SP. Veja que bela:

Ao fim da tarde, curtir as flores que deixam com sua imagem a lembrança poética da mansidão e beleza. Abaixo:

Por fim, ao chegar à noitinha, dormir abraçadinho com a cachorrinha (mesmo que a musiquinha do “Palavra Cantada” não tenha sido suficiente para mantê-la acordada…) A recordação era de EU abraçar a filhota, mas perdi para a mascotinha kk). Olhe só:

Ótima 5a feira de beleza e ternura para todos nós!

#FotografiaÉnossoHobby

– A imoral mordomia dos cargos comissionados para a Mesa Diretora!

Dias atrás mostramos o quanto ganha um deputado federal (vide em: https://professorrafaelporcari.com/2019/01/28/salario-e-auxilios-de-um-deputado-federal-no-brasil/). 

Pois bem: e, estando às vésperas da Eleição para a presidência da Câmara, eis quantos assessores comissionados são contratados para os membros da Mesa Diretora (informações da Folha de São Paulo, 28/01/2019)! Fora os seus empregados como deputado eleito, o Presidente do Congresso e os demais membros têm direito ao seguinte número de “assessores extras”:

Presidente: 82 funcionários comissionados a mais.

1o Vice: 43

2o Vice: 31

1o Secretário: 37

2o Secretário: 36

3o Secretário: 35

4o Secretário: 33

1o Suplente: 11

2o Suplente: 11

3o Suplente: 11

4o Suplente: 11

Entendeu o motivo pelo qual o Deputado Rodrigo Maia não quer “largar o osso”e tantos outros políticos sonham com o cargo?

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– Ilusão de Ótica ou Erro Grosseiro?

Juro, quero ter boa vontade em elogiar bons árbitros e grandes atuações. Mas desde que a meritocracia se tornou um detalhe, a coisa está feia. Entretanto, devemos tomar cuidado para não sermos traídos por imagens que nos levem a ver o que não foi!

Veja esse lance no vídeo abaixo com o áudio ligado: ocorreu no Interior Paulista (Olímpia 1×3 Rio Preto) neste último final de semana. Gol Difícil ou Erro Grosseiro? Bandeira bobeou ou foi preciso na marcação? Ilusão de ótica ou nenhuma das alternativas? Compartilho:

Escala de Árbitros –

Árbitro: Rodrigo Pires de Oliveira; Bandeira 1: Marlon Spinola Bandeira; 2: Diogo Cruz Freire; Quarto Árbitro: Rogério dos Santos Laranjeira; Analista de Arbitragem: Wilson Cavallari.

 

– Como a Marvel e a DC se tornaram gigantes!

Essa matéria vale a pena ser lida pelos fãs de super-heróis e apaixonados por revistas em quadrinhos (como eu): a Revista Superinteressante de Janeiro / 2019, nas páginas 34 a 39, trouxe todo o histórico de como nasceram as poderosíssimas editoras Marvel e DC, que brigam nas TVs e Cinemas pelos bilhões de expectadores.

A propósito: você sabia que o Capitão América quase se tornou colega de estúdio do Superman?

Abaixo:

MARVEL X DC: UMA BREVE HISTÓRIA ENTRE AS EDITORAS DE HQ

A DC e a Marvel nasceram quase juntas, nos anos 1930, e sempre estiveram em pé de guerra. Desse embate, surgiu um novo gênero da cultura popular.

Por Rafael Battaglia

Quem sai da sessão de Vingadores: Guerra Infinita, um filme com orçamento de US$ 400 milhões e bilheteria de US$ 2 bilhões, muito provavelmente não imagina que, algumas décadas atrás, a Marvel se resumia a uma única salinha no final do corredor de uma revista pornô. A DC Comics não era muito mais charmosa: tinha o clima de um cartório.

Natural. Nas primeiras décadas do século 20, os quadrinhos eram vistos como material de quinta categoria, limitando-se a tiras de jornal, histórias pornográficas ou de terror. Harry Donenfeld, um dos precursores do mercado de distribuição de HQs, mantinha relações estreitas com gângsters.

Tudo mudou em 1938, quando uma das editoras que Donenfeld distribuía, a National Allied Publications, lançou a revista Action Comics 1, com um sujeito vestido de collant azul na capa. A National, que anos depois mudou o seu nome para DC (em homenagem a outra clássica revista, a Detective Comics), havia acabado de criar o Superman – inaugurando o gênero de super-heróis. A revistinha mensal alcançou tiragens superiores a 1 milhão de cópias, o que abriu as portas para a criação de mais superseres. Um ano depois nascia o Batman. Em 1940, já tínhamos Lanterna-Verde e Flash. Todos, sempre, vestindo trajes de luta-livre mexicana (é dali que vem a cueca por cima das calças colantes).

Pegando carona

Outros editores também tentavam a sorte no mundo dos quadrinhos. Um deles foi Martin Goodman. Na década de 1930, ele vendia revistas baratas por meio de dezenas de entidades editoriais. Parece impressionante, mas na verdade era só um modo de evitar pagar impostos.

Goodman jogava seguro e copiava o que estava fazendo sucesso. Ele lançou histórias genéricas de faroeste, policiais e aventuras na selva. Em 1939, porém, decidiu seguir os passos do Superman e lançou a revista Marvel Comics 1, com heróis como o androide Tocha-Humana e Namor, primeiros heróis da futura Marvel.

Em 1941, a dupla Joe Simon e Jack Kirby criou o Capitão América. O herói patriota que dava um soco em Hitler logo na sua estreia chamou a atenção, mas o sucesso parou por aí. Na década seguinte, Goodman tomou péssimas decisões de negócio e foi forçado a demitir quase toda a equipe de quadrinhos. A situação estava tão ruim que ele quase vendeu o Capitão para a DC.

Os anos 1950 acabaram sendo ruins para todo o mercado de quadrinhos. Críticos ao fenômeno diziam que as histórias eram as responsáveis pelo mau comportamento dos jovens. Em 1954, foi criado um código de conduta para as HQs e quase todas as editoras, com exceção da DC, viram as vendas caírem. A casa do Superman, então, virou uma empresa consolidada – e careta.

“Ao entrar nos escritórios da DC em 1960, os visitantes seriam perdoados se achassem que estavam entrando em uma empresa de seguros.” Quem traçou essa comparação foi Reed Tucker, autor do livro Pancadaria: por dentro do épico confronto Marvel vs. DC. O obra, lançada em 2018 no Brasil, conta em detalhes os bastidores das duas empresas. Seja como for, o fato é que a DC Comics tinha virado um conglomerado.

Gente como a gente

O jogo só começou a virar para Goodman em 1961. Em uma partida de golfe, ele ouviu Jack Liebowitz, um dos executivos da DC, se gabar do novo sucesso da editora, a Liga da Justiça. O chefão da Marvel correu para o único funcionário do setor de quadrinhos e pediu a ele que fizesse algo parecido. Seu nome? Stan Lee.

Lee, morto em novembro do ano passado, começou na Marvel ainda adolescente, e passou mais de 20 anos até lançar o seu primeiro sucesso. Meses após aquela partida de golfe, ele e Jack Kirby, que estava na DC, criaram o Quarteto Fantástico, uma família de super-heróis cheia de conflitos internos. A partir daí, a ascensão da Marvel foi de vento em popa. Homem-Aranha, X-Men, Os Vingadores… Quase todo o universo da editora foi criado nos anos seguintes.

Os novos heróis da Marvel foram um sopro de novidade no mercado. Eles eram imperfeitos, brigavam e estavam em uma realidade mais próxima dos leitores. A diferença estava até no visual: para cada uniforme impecável da DC, havia alguém como o Coisa, um grandalhão formado por pedras.

O crescimento da Marvel teve uma recepção controversa na DC. Ao mesmo tempo em que classificavam seus gibis como ruins, buscavam copiar o estilo da concorrente. A briga se tornava pública na seção de cartas dos gibis. Ambas as editoras mantinham espaços de conversa com o leitor, e tanto os editores da DC quanto Stan Lee e seus colegas aproveitavam o espaço para atacar uns aos outros.

Nessa Guerra Fria dos quadrinhos, os artistas de um lado não podiam nem pensar em passar para o outro. Convites para trocar de editora surgiam aos montes – uma estratégia que as duas usavam não só para melhorar suas equipes, mas em grande parte para desfalcar a outra. Uma das maiores viradas de casaca veio em 1970, quando a Marvel anunciou que Jack Kirby, o criador do Capitão América, estava indo para a DC. Depois dele, toda movimentação do tipo passou a ser acompanhada de perto pela indústria.

20% das 40 maiores bilheterias do cinema de todos os tempos são de filmes de super-heróis da Marvel ou da DC.

Infinitas crises

A Marvel seguiu crescendo até que, em 1972, ultrapassou a DC em vendas. Para comemorar a liderança (posto que até hoje permanece com ela), Goodman convidou todos para um jantar. O local não poderia ser mais sugestivo: um restaurante em frente ao escritório da DC.

Em 1979, uma lista das HQs mais vendidas nos EUA colocava os gibis da Marvel nas 20 primeiras posições. Cinco anos depois, a situação era ainda mais desproporcional, com a circulação chegando ao dobro da DC. O fraco desempenho da DC quase fez com que a Warner, a dona da editora, licenciasse seus personagens para a Marvel. Imagine o monopólio.

A DC esteve sempre presa aos pensamentos jurássicos de alguns executivos da marca, avessos a mudanças no trabalho que eles faziam desde os anos 1940. Um reflexo disso são certas posturas conservadoras da empresa. “Até pelo menos 2006, a posição oficial era de que a Mulher-Maravilha era virgem”, escreve Tucker.

Isso não significa, porém, que a DC jamais tenha inovado. Em 1985, ela lançou Crise nas Infinitas Terras, que revolucionou ao introduzir o conceito de grande saga – histórias tão significativas (e longas) que acabam influenciando as revistas de todos os outros personagens da casa. A Marvel ficou sabendo e produziu a toque de caixa uma tentativa de saga, chamada Guerras Secretas, meses antes. Mas não adiantou. A da DC, bem mais caprichada, foi a que entrou para a história.

Coisa de gente grande

Crise nas Infinitas Terras permitiu que a DC reiniciasse seu universo de heróis do zero – e deu total liberdade para os quadrinistas pensarem em novas histórias. Desse movimento, surgiram HQs mais sombrias, selos adultos e obras consagradas, como Batman: O Cavaleiro das Trevas, de Frank Miller, e Watchmen, de Alan Moore, esta última eleita pela revista Time como uma das melhores publicações do século 20. Se os quadrinhos deixaram de ser algo completamente voltado para crianças, o mérito é da DC.

Depois dessa revolução, outro setor do entretenimento descobriu que dava para ganhar dinheiro com super-heróis. O cinema, claro. A DC já fazia sucesso desde 1978, ano do clássico Superman – O Filme, com Christopher Reeve. Mas foi com Batman, de 1989, que a montanha de dinheiro cresceu. O filme de 1978 e suas três continuações, lançadas em 1981, 1983 e 1987, somaram uma bilheteria de US$ 1,1 bilhão em valores atuais. Batman fez US$ 835 milhões (também em valores de hoje) só com o filme de 1989 e, de quebra, se tornou um fenômeno do licenciamento – o logo do Batman usado no filme rendeu US$ 200 milhões de hoje pelo serviço de estampar camisetas, pantufas e chaveiros mundo afora. Pois é. Graças ao cinema, a DC assumia novamente a dianteira.

O poder de fogo de Batman e Superman, porém, atraiu dinheiro para a Marvel também – se a DC tinha estourado nas salas de exibição, a rival tinha tudo para seguir a mesma trilha. Ronald Perelman, então um investidor de Wall Street, comprou a empresa com o objetivo de fazê-la crescer na telona.

E fora também. Perelman lançou estratégias para tirar mais dinheiro dos quadrinhos. Era o caso das capas variantes. Os leitores chegavam a comprar mais de 20 versões do mesmo gibi para ter todas as versões de capas.

A Marvel também investiu na criatividade. O carro-chefe nessa fase foi o grupo de mutantes criados ainda nos anos 1960 por Stan Lee. X-Men Vol. 1, de 1991, que apresentava uma versão repaginada de Wolverine e cia., vendeu 8 milhões de cópias – e é até hoje o quadrinho mais vendido da história.

E a Marvel, que já liderava nos quadrinhos, virou uma máquina de imprimir dinheiro. Os melhores quadrinistas tinham grana para comprar avião particular – não é figura de linguagem. Chris Claremont, roteirista dos X-Men, comprou mesmo um.

Na DC, o triunfo financeiro no cinema não se refletia nos quadrinhos. Em 1992, ela amargava o terceiro lugar nas vendas de HQs e, para enfrentar a Marvel, decidiu matar o Superman, em uma história que virou notícia na TV e nos jornais.

A Marvel reagiu com mais sagas. Só em agosto de 1993, havia 120 títulos em circulação. A editora começava a dar passos maiores que as pernas. Perelman chegou a comprar uma distribuidora de quadrinhos para não depender mais de outras empresas nessa área. Péssima decisão: a subsidiária não dava conta da demanda da casa, e outras distribuidoras, que se consideraram traídas, não queriam mais trabalhar com a Marvel.

Nisso, os prejuízos foram se avolumando. Até que, em 1996, a editora entrou com um pedido de falência, com quase US$ 1 bilhão em dívidas.

Para se salvar, a Marvel fez um “saldão” de heróis e vendeu os direitos dos seus personagens mais famosos para estúdios de Hollywood. X-Men, comprado pela Fox, virou filme em 2000, e rendeu meio bilhão de dólares de hoje. Homem-Aranha, adquirido pela Sony, fez o dobro disso. Sim: passou de US$ 1 bilhão.

Aquilo que tinha restado da Marvel após a falência viu que estava marcando bobeira. E montou um plano para fazer dinheiro no cinema com os heróis que tinham sobrado na casa.

Homem de Ferro estreou em 2008, e bingo: rendeu mais de US$ 500 milhões. O êxito deu início ao que hoje se chama MCU (sigla em inglês para Universo Cinematográfico da Marvel). E mais importante: chamou a atenção da Disney – e a maior empresa de entretenimento da galáxia comprou a Marvel em 2009 por US$ 4 bilhões.

A DC ainda pena para criar o seu próprio universo, com problemas de público e crítica. A grande exceção é a trilogia do Batman dirigida por Christopher Nolan entre 2005 e 2012 – que consegue a proeza de ter um faturamento de nove dígitos (US$ 2,5 bi) e, ao mesmo tempo, constar nas listas de melhores filmes de todos os tempos. Algo tão significativo no mundo do cinema quanto aquilo que Infinitas Terras tinha produzido no dos quadrinhos lá atrás, nos anos 1980.

Hoje, das 40 maiores bilheterias da história do cinema, 20% são de filmes com heróis da Marvel ou da DC. E, ao que tudo indica, essa proporção seguirá aumentando. Porque a rivalidade entre as duas criou mais do que revolução na cultura pop. Presenteou a humanidade com toda uma nova mitologia.

– 4 cliques para uma ótima 4a feira!

Bom dia! Como o tempo urge, vamos curtir a nova oportunidade de viver cuidando do corpo com um bom cooper?
Fui no clique 1:

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Durante o treino, pensando no amor de Jesus e na intercessão da Virgem Maria, invocada hoje como Nossa Senhora da Saúde.
Rezando no clique 2:

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Terminada a atividade física, alongando com as flores do jardim!
Contemplando no clique 3:

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Enfim, indo tomar um belo banho vendo o céu maravilhoso.
Admirando no clique 4:

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Ótima 4a feira para todos nós!

#FotografiaÉnossoHobby

– Paulistão da 4a divisão vai ter bula ou não?

Concordo com o amigo e jornalista Thiago Batista de Olim: a Fórmula da 4a divisão estadual é horrorosa, precisando de bula para entender e com uma bagunça sem fim!

O arbitral acontecido nesse dia 29 na sede da FPF definiu que: Times ainda “a definir”; grupos de 5, 6 e 7 equipes; jogos eliminatórios sem cobranças de pênaltis; fases em que só um time do grupo de quatro são eliminados… Aff!

Para o torcedor de Jundiaí, o suspiro de que o Paulista FC não pedirá licença e disputará o torneio (bancando pelo respeitado empresário Milton Demarchi, da empresa jundiaiense Frutas DeMarchi – que o citemos pois é quem está ajudando o Galo a não fechar as portas e tem merecido os aplausos, e também pela pessoa idônea que é na nossa sociedade). Mais fôlego para esperar uma possível negociação com o Red Bull.

Abaixo, extraído de: https://www.esportejundiai.com/2019/01/paulistao-da-4-divisao-pode-tera-ate-37.html?fbclid=IwAR3_LsYZWwEZ66-q-iewUpRxgjReogusixAZjXV40SdDShdnXQncyA3Kk2o

PAULISTÃO DA 4A DIVISÃO PODE TER ATÉ 42 TIMES E 1A FASE MAIS ENXUTA

A 4ª divisão do Paulistão não terá a mesma quantidade de clubes em relação a temporada passada. A competição que teve 40 clubes em 2018, nesta temporada pode ter 35, mas pode chegar a 42, já que alguns clubes estão com pendências ainda a serem resolvidas junto a Federação. A competição novamente priorizará o lado técnico na fase eliminatória, premiando o time de melhor campanha com a “vitória” no confronto, em vez da definição da vaga ser na disputa de pênaltis.

Por conta da indefinição de 7 clubes – entre eles Amparo (participou da 4ª divisão em 2019), Osvaldo Cruz (participou ano passado) Guarulhos-GRU (participou ano passado), Fernandópolis (esteve ano passado), Talentos Dez, Catanduvense (que não pode participar do arbitral) e Catanduva Clube (também não pode participar do arbitral) a Federação Paulista ainda não soltou a lista de times participantes da competição. A maioria destes clubes estão com seus estádios sem laudos atualizados até a data desta terça-feira e a chance de não participarem é grande. O Paulista participou do conselho arbitral, sendo representado pelo gerente de futebol, Antônio Carlos Nogueira de Sá Junior, o Juninho.

A competição novamente será exclusiva para atletas até 23 anos. O torneio começa no dia 7 de abril. Segundo a Federação Paulista, a lista oficial de participantes deverá sair na quinta-feira, enquanto os grupos da 1ª fase, tabela e regulamento deverão ser divulgados no mês de fevereiro. Ficou definido que a competição não irá pausar, mesmo com a Copa América sendo disputada no Brasil.

Pelo Estatuto do Torcedor, a Federação terá que soltar a tabela e regulamento até o dia 6 de fevereiro (artigo 9º no Estatuto: É direito do torcedor que o regulamento, as tabelas da competição e o nome do Ouvidor da Competição sejam divulgados até 60 dias antes de seu início).

Formato

As duas primeiras fases do torneio serão regionalizadas. A 1ª fase terá 6 grupos com 5, 6 ou até 7 times em cada chave. Os quatro melhores de cada grupo avançam a 2ª fase que ainda será regionalizada. Na 2ª fase os 24 times seriam novamente divididos em 4 grupos de 6 times. Na 3ª fase, os 16 classificados seriam divididos em 4 grupos de 4 times, e a divisão seria no sistema de sorteio. A partir da 4ª fase, quando seria as quartas de final a competição será em fase eliminatória (com jogos de ida e volta).

Nada de pênaltis

Na fase eliminatória da competição, não haverá em hipótese nenhuma a disputa de pênaltis. Em caso de empate no placar agregado do confronto (soma dos resultados dos dois jogos), a vaga será do time de melhor campanha ao longo da competição.

A decisão foi da maioria dos clubes presentes – 23 votaram a favor da melhor campanha levar a vaga na fase eliminatória em caso de empate no agregado, enquanto 14 gostariam da disputa de pênaltis.

Clubes que participaram do arbitral

América de Rio Preto; Andradina; Barcelona; Flamengo de Guarulhos; Francana; Inter de Bebedouro; Itararé; Guarulhos-GRU; Santacruzense; Bandeirante; Brasilis; Assisense; Joseense; Taquaritinga; Elosport; XV de Jau; Fernandópolis; Manthiqueira; Mauá; Mauanese; Marília; Independente; Jabaquara; Jaguariúna; José Bonifácio; Paulista; Rio Branco; São José; Itapirense; Matonense; Tupã; União Barbarense; União Mogi; União Suzano; Vocem de Assis.

Clubes com pendência e podem ficar fora do campeonato

Amparo; Talentos Dez; Osvaldo Cruz; São-carlense; Fernandópolis; Catanduva; Catanduvense.

Entenda o formato

1ª fase – 6 grupos de 5, 6 ou 7 times – Turno e returno na chave

– Classificam-se os 4 melhores de cada grupo

2ª fase – 6 grupos de 4 times – Turno e returno na chave – Classificam-se os 2 melhores de cada grupo + os 4 melhores terceiros

3ª fase – 4 grupos de 4 times – Turno e returno na chave – Classificam-se os 2 melhores de cada grupo

4ª fase – Quartas de final – Jogos de ida e volta

– Com vantagem de jogar pelo empate na soma dos placares do confronto para os times de melhor campanha ao longo da competição

5ª fase – Semifinal – Jogos de ida e volta

– Com vantagem de jogar pelo empate na soma dos placares do confronto para os times de melhor campanha ao longo da competição

6ª fase – Final – Jogos de ida e volta

– Com vantagem de jogar pelo empate na soma dos placares e ficar com o título para o time de melhor campanha ao longo da competição

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– “Juiz Pelé” e “Pelé e o Juiz”

Muito interessante: em uma das últimas edições da “falecida” Revista Placar (Ed 1410, pg 82-96), há uma matéria bacana sobre 75 curiosidades sobre Pelé. E duas delas me chamaram a atenção:

1) Pelé e o gol que não entrou: Numa partida contra o Guarani na Vila Belmiro, Pelé deu uma sequência de chapéus e chutou para o gol. A bola bateu na trave e supostamente em cima da linha. O árbitro João Etzel deu o gol e o time campineiro o cercava reclamando. A justificativa do árbitro, dita em alto e bom som, segundo o Rei do Futebol, é que Etzel disse: Mesmo se não tiver sido gol, eu vou dar porque a jogada foi muito bonita. E é do Pelé, acabou a reclamação”. E o jogo seguiu.

2) Em 09 de novembro de 1961, houve um jogo inusitado na Vila Belmiro: Árbitros da Liga Santista de Futebol versus Combinado de Árbitros Paulistas. A arbitragem foi de Edson Arantes do Nascimento (isso mesmo!), sendo o bandeira 1 Célio (atacante do Jabaquara) e bandeira 2 Clóvis (zagueiro da Portuguesa Santista).

Se você pudesse escolher um trio de arbitragem formado por jogadores de futebol, como ele seria formado? E por quê?

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– A Influência dos Pais sobre os Filhos

Amor do Pai exerce influência sobre a personalidade da Criança, comprova estudo. Assim, a rejeição é também forte fator de influência, sendo que ela desencadeia a mesma sensação de hostilidade e agressividade nos pequenos.

Quer melhor motivo para nunca deixar de amar?

Extraído de: http://m.redetv.uol.com.br/jornalismo/ciencia/amor-do-pai-exerce-forte-influencia-na-personalidade-da-crianca

AMOR DO PAI EXERCE FORTE INFLUÊNCIA NA PERSONALIDADE DA CRIANÇA

Um estudo conduzido pela Universidade de Connecticut, nos Estados Unidos, mostra que as demonstrações de afeto e de rejeição do pai têm uma forte influência na personalidade da criança.

A pesquisa estudou 36 trabalhos envolvendo mais de 10 mil pessoas, entre crianças e adultos, e a rejeição paterna tem essa influência tão grande pois é mais comum do que a materna. A figura do homem é associada a prestígio e poder, e quando a criança é rejeitada por ele a sensação é como se ela tivesse sido esquecida ou preterida por alguém que eles consideram ser mais importante.

O estudo também mostrou que as partes do cérebro que são ativadas quando a criança se sente rejeitada é a mesma que se tornam ativas quando ela se machuca, mas com uma diferença: a dor psicológica pode ser revivida por anos e leva à insegurança, hostilidade e uma tendência à agressividade.

Já o pai que é presente e carinhoso tem o efeito contrário na formação da personalidade de seu filho: a criança cresçe feliz, segura e capaz de estabelecer ligações afetivas muito mais facilmente na vida adulta.

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– Gasolina Petrobrás a R$ 2,62 lá no Paraguai

Coisas de um país repleto de impostos e que não se importa com o seu povo!

Se aqui no Brasil a Gasolina está entre R$ 4,00 e R$ 4,19, em Salto de Guaira (a 1a cidade na divisa do Paraguai), a mesma Gasolina custa R$ 2,62.

Veja só (e é Posto Petrobrás!).

Assista em: https://www.youtube.com/watch?v=VfkqJ7sazB4&feature=youtu.be

 

– Vontade demais ou desleixo notório?

Avalie quem errou mais no Mineirão, no clássico entre Cruzeiro x Atlético

  1. O árbitro Wanderson Alves que, percebendo que se machucou, insistiu até o fim em continuar apitando o quente jogo (saiu pois mancava muito);
  2. O quarto-árbitro Ronei Cândido que, ao ter que substituir o juiz, não estava preparado a contento (demorou para estar equipado).

Aqui vai a observação de quem viu deveras vezes tais situações: os árbitros não querem dar o “braço a torcer” que se lesionam, mas querem ir até o final do jogo para não permitir que as Comissões de Árbitros deixem-os de colocar nas escalas. Dessa forma, corre-se o risco de comprometer a partida por deficiência física (que reflete nas outras qualificações necessárias para o seu trabalho).

Por outro lado, além do serviço administrativo, o quarto-árbitro é substituto imediato do árbitro central e deve estar com seu equipamento de arbitragem pronto para entrar em campo. Estariam todos os árbitros-reservas prontos para assumir a direção da partida?

Futebol é coisa para profissional – de todos os lados, incluindo a arbitragem (que na prática não é por força da cartolagem).

Boa sorte na recuperação de Wanderson Alves e que não tenha prejudicado a lesão ao forçar sua permanência em campo por minutos a mais.

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