– O Museu das ideias fracassadas

Você sabia que existe na Suécia um “Museu dos grandes fracassos criativos”? Ele foi inaugurado há quase 2 anos, e traz exemplos de produtos que se tornaram um fiasco.

Eis que curiosa a reportagem de quando estava prestes a abrir suas portas,

extraído da PEGN, em: https://revistapegn.globo.com/Banco-de-ideias/Diversao-e-turismo/noticia/2017/04/museu-reune-fracassos-de-grandes-empresas.html

MUSEU REÚNE FRACASSOS DE GRANDES EMPRESAS

Empreendedor sueco cria espaço para projetos de inovação que não deram certo

Uma máscara de beleza que promete tirar rugas com choques elétricos; um smartphone que, desmontado, se transforma em um videogame; uma Coca-Cola com sabor de café; uma lasanha fabricada por uma marca de pasta de dentes. Esses são alguns dos produtos expostos no Museu do Fracasso, que será aberto no dia 7 de junho na cidade de Helsimburgo, no sul da Suécia. A proposta é lembrar os equívocos e absurdos cometidos por empresas durante o desenvolvimento de novos produtos.

“Todas as pessoas que trabalham com inovação sabem que a grande maioria – de 80% a 90% – de todos os projetos fracassam. O problema é que as empresas só gostam de falar dos sucessos”, diz Samuel West, o empreendedor responsável pelo museu, em entrevista à Pequenas Empresas & Grandes Negócios. Na opinião de West, a melhor maneira de estimular a inovação é fazer as empresas – especialmente as de grande porte – falarem sobre seus erros. “Só assim os empreendedores se sentirão livres para cometer seus próprios equívocos, sem medo de inovar”, diz. Para provocar reflexão, foram incluídos no museu itens como a Bic for Her, uma caneta com um tom sexista, a Digital Camera da Kodak, que não permitia compartilhamento de fotos, e um DVD da Blockbuster, locadora aniquilada pelo surgimento do streaming. Confira abaixo a entrevista com o fundador do museu, Samuel West.

Por que você decidiu abrir o Museu do Fracasso?
Há sete anos, eu trabalho como pesquisador na área de psicologia organizacional. Então, tenho contato com muitos donos e gestores de empresas. Todas as pessoas que trabalham com pesquisa e desenvolvimento sabem a maioria dos projetos de inovação fracassa. Mas as companhias só falam sobre os seus sucessos. As empresas ainda não sabem como lidar com os seus erros, é preciso melhorar muito isso. O museu foi a forma que encontrei para estimular donos de pequenos e grandes negócios a lançar um novo olhar sobre o fracasso. Também quero inspirar pessoas que não são empreendedoras a ver os erros como uma oportunidade de aprendizado, e não como uma tragédia.

Qual é a atração que o fracasso exerce sobre as pessoas?
Todos nós já lemos milhares de histórias sobre empreendedores bem-sucedidos e negócios incríveis. Depois de um tempo, todas essas narrativas começam a soar iguais. Mas, no caso dos fracassos – especialmente o que envolvem inovação -, cada história é muito particular. A Kodac falhou por causa da sua inabilidade em adaptar o modelo de negócios. A Blockbuster falhou por causa da sua ambição em abrir cada vez mais locadoras. Muitas corporações erram ao tentar entrar em áreas nas quais não têm nenhuma expertise.

O que podemos aprender com os erros de outras empresas?
Quando você tem acesso aos erros dos outros, começa a se familiarizar com a ideia de que o fracasso também pode ser iluminador. Isso dá uma perspectiva única e necessária sobre os seus próprios problemas. No museu, alguns casos de inovação fracassada mostram a importância de saber quais são as necessidades que você está atendendo. O lugar está cheio de exemplos de tecnologias que foram lançadas sem que a empresa soubesse que problema estava resolvendo.

Você já teve sua dose de fracassos?
Eu ganho dinheiro com workshops, palestras e trabalhos como consultor. Sempre quis empreender, mas tenho um problema: não sou muito bom em vender minhas ideias. É por isso que comecei esse empreendimento de uma forma enxuta, sem grandes pretensões. Espero que o Museu do Fracasso não acabe virando uma peça no meu museu… (risos)

Existe algum produto no mercado hoje que seria um forte candidato a entrar no Museu do Fracasso?
Eu não tinha pensado nisso, mas acho que as tecnologias vestíveis são fortes candidatas. São produtos estúpidos, mesmo quando fazem o que prometem. É só você dar uma olhada no Apple Watch…

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– Meia Dúzia de fatos que mostram a esculhambação do futebol brasileiro!

Perceba:

1- Arbitragens ruins, sem critérios e comandadas por pessoas que orbitam os cargos de confiança há tempos (escolhidas por cartolas suspeitos e condenados pela Justiça) são vistas nos estaduais e nas competições nacionais;

2- Dirigentes de Sindicatos de Árbitros e de Atletas que não conseguem lutar a contento e resolver os anseios da categoria. Em alguns estados, lutando tão equivocadamente que parecem defender os patrões;

3- Clubes brasileiros sendo eliminados de competições internacionais por Mazembes, Rajas, Tolimas e Talleres “da vida”…

4- Seleção Brasileira Sub 20 com jogadores milionários não se classificando em 3 mundiais nas últimas 4 edições de eliminatórias que disputou. 

5- Um verdadeiro circo na decisão da Taça Guanabara no último domingo, dispensando qualquer comentário depois de tanta coisa ridícula. 

6 – E se não bastasse isso, passou despercebido pelo público o fato do Maracanã estar desapercebido dos registros dos pés de famosos, as marcas da “calçada da fama” do icônico estádio (a brincadeira com as palavras é proposital, tamanho o descabido). Mas não é que 73 peças, incluindo as pegadas de Nilton Santos, Romário e Gerson estavam guardadas em diversos “quartinhos”, incluindo um banheiro, no Maracanãzinho? Não foram roubadas, mas foram simplesmente esquecidas! Que desrespeito à memória / cultura do nosso futebol…

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– Os mais inteligentes estão fugindo do Brasil?

Uma matéria da Revista Veja do ano passado (ed 21/02/18, pg 30), despretensiosamente encontrada no meu revisteiro, traz uma informação importante: pessoas mais estudadas estão indo embora do nosso país para viver no Exterior.

Abaixo esse assunto tão interessante:

QUATRO SINAIS DE QUE O PAÍS VIVE UMA FUGA DE CÉREBROS

  1. Mais emigrantes têm nível superior – levantamento realizado pela consultoria especializada em expatriação JPJ Partners sobre uma base de dados composta de 240 clientes revela que, nos últimos quatro anos, o porcentual de pessoas com formação superior que se mudaram para os Estados Unidos subiu de 83% para 93%.
  2. Mais famílias inteiras se mudaram – Há quatro anos, 41% dos expatriados pesquisados eram casados e, destes, 63% tinham pelo menos um filho. Hoje, o percentual de expatriados casados subiu para 68% e o dos expatriados casados copm um filho ou mais atingiu 83%.
  3. A faixa etária dos expatriados aumentou – Até 2013, 61% dos pesquisados que haviam se mudado para os Estados Unidos tinham até 29 anos. Hoje, a massa migratória majoritária, que chega a 57% do total, tem entre 30 e 49 anos – justamente a fase em que os indivíduos tendem a ter uma carreira mais consolidada e maior poder aquisitivo.
  4. Quem foi não pretende voltar – 92% dos pesquisados dizem não ter planos de voltar a viver no Brasil nos próximos três anos. As principais razões para a saída são, pela ordem: a violência, a instabilidade econômica e a corrupção.

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– A Perfeição oferecida pelo VAR!

O VAR veio para consertar muitos erros da arbitragem. Mas aqui o primeiro caso de um “conserto perfeito”: o jogador expulso por segundo amarelo volta a campo para ser expulso por vermelho direto, retirando-se o amarelo equivocado!

Excelente decisão e procedimento correto!

Abaixo, extraído de: GloboEsporte.com

JUIZ CONSULTA O VAR E CHAMA JOGADOR EXPULSO DE VOLTA SÓ PARA EXPULSÁ-LO CORRETAMENTE

Lance curioso aconteceu na Polônia com o zagueiro francês William Rémy, do Legia Varsóvia

O VAR surgiu para ajudar os juízes, evitar erros, corrigir marcações equivocadas. Enfim, para tornar o futebol menos sujeito a equívocos. E às vezes ele serve só para deixar mais claro que o juiz acertou. Veja o que aconteceu no clássico polonês Legia Varsóvia 0 x 2 Cracóvia neste domingo: expulso aos 32 minutos do segundo tempo após receber o segundo cartão amarelo por pisar em um adversário caído, o zagueiro francês William Rémy, do Legia Varsóvia, já se dirigia para o vestiário quando foi chamado de volta ao campo pelo árbitro Piotr Lasyk.

O que pensou o Rémy? O juiz reviu o lance no VAR e vai retirar o cartão amarelo.

Acertou o zagueiro, mas não do jeito que ele imaginava. Realmente, Piotr Lasyk mudou de opinião após consultar o vídeo. Não era lance para amarelo, e sim para vermelho. Para ser completamente justo, o árbitro fez Rémy voltar a campo apenas para trocar a cor do cartão.

O zagueiro pisou no gramado, viu o juiz sinalizar que tinha retirado o amarelo e já se preparava para voltar ao jogo quando o apitador o chamou de volta para expulsá-lo novamente. Desta vez, com um vermelho direto, seguindo estritamente a recomendação do VAR.

Abaixo, a quase volta de Rémy ao jogo, e em seguida o lance que gerou a ‘dupla expulsão’ com a revisão do VAR.

Em: https://globoesporte.globo.com/blogs/brasil-mundial-fc/post/2019/02/18/juiz-consulta-o-var-e-chama-jogador-expulso-de-volta-so-para-expulsa-lo-corretamente.ghtml

O momento da segunda expulsão do francês William Rémy — Foto: Reprodução de TV

– A Cetamina: o anestégico que curaria temporariamente a Depressão?

Cada vez mais a ciência avança em áreas dificultosas até então. Uma delas: a tristeza crônica / depressão / estado retraído.

Eis que surge uma possível alternativa: a cetamina, uma droga em versões inalável (spray nasal) e intramuscular (injeção) está sendo testada para reduzir por alguns dias tais sintomas depressivos.

Funcionará?

Abaixo, extraído de: https://saude.abril.com.br/medicina/remedio-anestesico-pode-virar-tratamento-contra-a-depressao-resistente/

REMÉDIO ANESTÉSICO PODE VIRAR TRATAMENTO CONTRA A DEPRESSÃO RESISTENTE

O fármaco teria ação antidepressiva potente até em casos que não respondem ao tratamento normal. E seria o primeiro psicodélico contra doenças psiquiátricas

Por Ricardo Zorzetto, Agência Fapesp

Em setembro de 2018, a farmacêutica Janssen apresentou à agência reguladora de alimentos e medicamentos dos Estados Unidos (FDA, na sigla em inglês) um pedido de registro de uso novo para uma medicação antiga. O laboratório solicitou que o anestésico cetamina, sintetizado nos anos 1960, possa ser empregado contra a depressão que não cede aos antidepressivos, chamada de refratária ao tratamento (ou depressão resistente).

Nos últimos 20 anos, um número crescente de estudos sugere que, em doses baixas, a cetamina tem ação antidepressiva potente e rápida. No entanto, de fato a maior parte desses experimentos foi conduzida com poucas pessoas e por um período curto.

De qualquer jeito, uma única aplicação de cetaminada, injetada no músculo ou na corrente sanguínea, seria capaz de reduzir de modo significativo e relativamente duradouro (cerca de uma semana) a tristeza, a desesperança, a falta de motivação, a baixa autoestima e até os pensamentos suicidas que às vezes acompanham a depressão severa.

“Em doses de dez a 20 vezes inferiores às usadas na anestesia, a cetamina é um medicamento que ajuda a tirar a pessoa do fundo do poço”, afirma o psiquiatra Acioly Lacerda, professor da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), um dos pioneiros no uso experimental da droga contra a depressão no Brasil.

Um dos problemas de saúde mental mais frequentes no mundo, a depressão atinge 300 milhões de pessoas, segundo a Organização Mundial da Saúde. Pior: até metade não melhora com os antidepressivos disponíveis.

De olho nesse mercado, a Janssen desenvolveu uma versão da cetamina de aplicação mais simples para indivíduos com depressão. Trata-se de um spray nasal que deverá ser administrado sob supervisão médica.

Caso seja aprovada pela FDA, a cetamina inalável deve se tornar o primeiro composto da classe dos psicodélicos, que alteram a percepção da realidade, a ser adotado no tratamento de doenças psiquiátricas com respaldo de uma autoridade sanitária. Recentemente, tem crescido o interesse de profissionais de saúde mental no uso terapêutico de psicodélicos, muitos em estágio inicial de testes.

O produto da Janssen está em avaliações avançadas em seres humanos: os ensaios clínicos de fase 3, que medem a eficácia do produto, última etapa antes da liberação para comercialização.

Em maio, o grupo coordenado pela psiquiatra Carla Canuso, diretora de desenvolvimento clínico da Johnson & Johnson – empresa que comanda a Janssen –, publicou um artigo online no American Journal of Psychiatry em que mostra os resultados de uma etapa anterior, os ensaios de fase 2.

Realizado com pesquisadores da Universidade Yale, nos Estados Unidos, o estudo avaliou a segurança e deu indícios da possível eficácia do spray. Nele, 68 voluntários com depressão refratária e risco iminente de suicídio foram aleatoriamente indicados para receber duas doses semanais de cetamina intranasal por quatro semanas ou de um composto inócuo (placebo). Os dois grupos também foram tratados com um antidepressivo convencional. Segundo o trabalho, quem recebeu cetamina melhorou mais rápido, até o 11º dia dos testes.

Resultados preliminares de dois ensaios clínicos de fase 3, dos quais participam centenas de pessoas em 60 clínicas e hospitais de diversos países, inclusive do Brasil, foram apresentados em maio no encontro anual da Associação Americana de Psiquiatria e reforçam os achados anteriores.

“Se a resposta da cetamina intranasal continuar superior à do placebo nos estudos que estão terminando, a aprovação da FDA pode vir em até um ano”, diz o psiquiatra Lucas Quarantini, professor da Universidade Federal da Bahia (UFBA), que, como Lacerda, participa dos testes do medicamento da Janssen.

A CETAMINA JÁ VEM SENDO USADA CONTRA A DEPRESSÃO

Mesmo sem aprovação das autoridades de saúde, já ocorre nos Estados Unidos, e mais recentemente no Reino Unido e no Brasil, a prescrição de cetamina injetável contra a depressão refratária. Nesses países, o composto está registrado apenas como anestésico.

Seu uso psiquiátrico não consta da bula e é considerado excepcional (ou off-label). Por essa razão, a indicação da cetamina injetável contra a depressão ocorre por conta e risco do médico, que só deve recomendá-la se os benefícios para o paciente superarem os riscos.

Entre possíveis reações adversas há o risco de dependência e uma elevação temporária da pressão arterial. “O uso off-label é de responsabilidade de cada profissional”, informou a assessoria de comunicação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), que regula a venda de medicações no Brasil.

No país, a única empresa produtora de cetamina, o laboratório Cristália, entrou há cerca de oito meses com um pedido na Anvisa para que o tratamento da depressão passe a constar em bula. “Reunimos os estudos mostrando a segurança e eficácia do produto contra a depressão e estamos aguardando”, conta o médico Ogari Pacheco, cofundador do Cristália. Isso, claro, vale para a versão injetável – e não a em spray, da Janssen.

A aprovação pela autoridade sanitária daria respaldo aos médicos, que correm o risco de sofrer ações judiciais. Também representaria um passo inicial para que se torne possível pedir ao Ministério da Saúde a inclusão da cetamina, um remédio barato (a dose custa entre R$ 5 e R$ 10), na lista de medicamentos e procedimentos oferecidos pelo Sistema Único de Saúde (SUS) e pelos planos de saúde.

Hoje, clínicas e hospitais públicos que tratam depressão com cetamina dependem do setor de anestesiologia para fazer a compra. Na iniciativa privada, é preciso ter alvará para a aplicação de fármacos injetáveis, além de equipamentos para monitoração cardiorrespiratória e ressuscitação.

Nesses locais, cada aplicação sai por R$ 600 a R$ 1 200 por causa da infraestrutura exigida e do custo da hora das equipes médica e de enfermagem.
Lacerda calcula que cerca de 20 clínicas e hospitais brasileiros (ao menos seis ligados a universidades públicas) já ofereçam o tratamento com cetamina para a depressão. Na Unifesp, ele coordena uma equipe que atua em dois ambulatórios que funcionam todas as manhãs de segunda a sexta-feira e atendem apenas pacientes do SUS.

Nas duas unidades, dez pessoas são tratadas com cetamina por dia. “Em quatro anos, esse consórcio já realizou cerca de 6 mil aplicações de cetamina em aproximadamente 1 200 indivíduos”, conta. “Entre 60% e 65% deles apresentaram melhora considerável”, afirma o pesquisador.

“Há razão para ser otimista com o impacto da cetamina na sobrecarga que a depressão gera na saúde pública”, afirmou o psiquiatra americano John Krystal, professor da Universidade Yale, em entrevista a Revista Pesquisa Fapesp. “Nunca houve um medicamento que agisse de maneira tão rápida, eficiente e persistente.”

Krystal foi um dos pioneiros no uso da cetamina para tratar problemas psiquiátricos e hoje detém uma parte das patentes licenciadas pela Janssen para administração intranasal e seu uso para impulsos suicidas. Em meados dos anos 1990, ele começou a investigar o efeito de doses baixas do anestésico sobre o humor e, em 2000, publicou a primeira evidência de que ele produzia um efeito antidepressivo rápido em humanos.

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– IMPORTANTE: fazemos favor de Graça à rica FPF?

Eu defendo a generosidade, o “fazer favor sem nada esperar”, a solidariedade. É uma conduta de vida, pois àqueles menos favorecidos precisam da ajuda dos que mais têm. Não é discussão ideológica de capitalismo x consumismo, mas simplesmente cidadania (e para quem tem fé cristã: fraternidade).

Digo isso pois NÃO ENTENDO os inúmeros favores que a Prefeitura Municipal de Jundiaí (e respeito demais o prefeito Luiz Fernando Machado, enquanto pessoa e chefe do Executivo da nossa cidade) tem feito à FPF, CBF e SAFESP. A troco de nada?

Muitas vezes eu leio questionamentos de torcedores do Paulista FC pedindo intervenção do Município para ajudar o clube. Esses apelos aconteceram desde a decadência financeira do clube, e foram feitos desde os tempos de Miguel Haddad, passando pelo Pedro Bigardi e continuam sendo feitos à atual gestão. Sempre fui muito claro e insisto: sou totalmente contra a entidade pública ajudar com recursos de impostos (que eu pago tão suado) às entidades privadas, e especificamente ao Galo que tanto amamos. Eu prefiro ver que as verbas sejam ao Hospital São Vicente, às Escolas Municipais e coisas mais necessárias para a população como um todo. Reforço: digo isso apartidariamente (não voto em legendas, mas em pessoas).

Toda essa longa introdução é que me revolto ao ver os árbitros da CBF fazendo por dias os Testes Físicos na Pista de Atletismo do Bolão. Ora, é uma praça municipal onde o complexo esportivo deve ser prioritariamente a nós, jundiaienses. A CBF é rica, endinheirada, privada, manchada por escândalos de corrupção, e nós cedemos o Bolão DE GRAÇA!!!

O mesmo se aplica à milionária FPF, que esfola os clubes com suas taxas, exige “de tudo” para disputar os campeonatos e liberar os estádios, e que usa nossas dependências públicas sem nada pagar. Ao máximo, a troco de bolas de futebol.

Agora, o Sindicato dos Árbitros de Futebol de São Paulo, o SAFESP, na pessoa do Arthur Alves Jr, o presidente polêmico (denunciado por assédio sexual segundo a Folha em São Paulo, em: https://wp.me/p55Mu0-Ig e também por fraude nas Eleições, em: https://wp.me/p55Mu0-M8) anuncia que a 47a reunião da diretoria da entidade ocorrerá no Complexo Esportivo Nicolino de Lucca, o “ginásio do Bolão”. Tudo “na faixa”.

Quando o jogador Heltton Matheus, o gato da Copinha, foi descoberto como irregular, o atleta foi suspenso e o Paulista desclassificado da competição (às vésperas de jogar a final contra o Corinthians). O documento do jogador havia sido enviado pela FERJ, APROVADO pela FPF e o nosso “Galo pagou o pato pelo gato”. Essa rica FPF que usa de graça o Bolão levou em conta que o Paulista não era o responsável? NÃO! Sem bom-senso, eliminou o Tricolor!!!

Durante os campeonatos que o Paulista vem disputando, o Estádio Jayme Cintra se torna laboratório de árbitros jovens que fazem o que querem (errando a favor e contra por estarem sendo ainda trabalhados e em formação). Isso é respeito?

Dessa forma, eu (como contribuinte) ou você, leitor, que paga seus impostos, saiba: estamos ajudando a FPF (que não precisa dessa economia) a troco de nada (ou quase nada), como se dá o enunciado desta postagem.

Na pindura que o Paulista está, por quê a Prefeitura não exigir como contrapartida (e isso não é ilegal) que a FPF ajude financeiramente o clube de Jundiaí como sempre fez aos grandes da Capital – e que é algo corriqueiro?

Taí a dica: libere uma verba para pagamento a longo prazo, dona Federação (como faz a muitos clubes) para o Paulista jogar a série B sem tanta dificuldade, em troca do uso das instalações. Estará de acordo com a lei, não é imoral e seria adequado.

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– Ironias da Política

Quando Lula “rifou” Antonio Palocci, o médico, ex-prefeito de Ribeirão Preto e ex-Ministro da Fazenda, deu a entender que não queria se contaminar com a aura de corrupção que pairava sobre o então colega de partido. E uma das justificativas é que a “imprensa criava fatos”. Hoje, ambos estão na cadeia.

Agora, Bolsonaro demite Bebianno, seu aliado que se enrolou com a história dos “laranjas” de seu partido. O interessante é que Bolsonaro disse que a Folha de São Paulo “se acabaria por ela mesmo”, e em outra oportunidade, que “já se acabou”. E de onde surgiram as denúncias que derrubaram Bebianno? Da Folha!

Acho que a imprensa é um dos menores problemas desse país (se é que o termo “problema” é adequado para essa lógica, já que eu penso que precisamos de uma imprensa livre). O problema é, sem dúvida, políticos honestos – e de qualquer partido que seja!

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– Treinador ganha jogo? Não sei. Mas muda carreira de atleta…

É inesquecível a lembrança de que um dia, Eurico Miranda, o presidente do Vasco da Gama disse:

Técnico não ganha jogo, mas técnico ajuda a perder jogo“.

Veja o caso do santista Jean Mota: na sua melhor fase da carreira, marcou 8 gols em 51 jogos (em 2016). Ao final de 2018, estava pronto para ser mandado embora do Santos FC por deficiência técnica. Aí chegou Jorge Sampaoli, o novo treinador, que apostou nele e... em 7 jogos do Campeonato Paulista, 7 gols marcados

De 0,1568 gol por jogo, para a média de 1 gol por partida. Mudou a vida ou não do atleta?

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– Ótima 3a feira!

Vamos sacolejar o esqueleto? Como de costume, nossa postagem motivacional da manhã, buscando inspiração e qualidade de vida. Em 4 cliques:

👊🏻Bom dia!
#Correr faz parte da boa disciplina em busca de #saúde, relaxa a #mente e produz a sensação de bem-estar (tão necessária em nossos tempos).
Sendo assim, s’imbora suar?
🏃🏻#Fui #RunningForHealth #run #cooper #corrida #sport #esporte #running #Adidas

🙏🏻Correndo e Meditando com a #VirgemMaria, hoje invocada em minhas preces com o título de #NossaSenhoraDaAnunciação.
⛪ #Fé #Santidade #Catolicismo #Jesus #Cristo #MãeDeDeus #Maria #NossaSenhora #PorUmMundoDePaz #Peace #Tolerância #Fraternidade

🌺Fim de #cooper!
Suado, cansado e feliz, alongando e curtindo a beleza das #flores. Eis nossa #roseira de botões com #cores vibrantes!
🏁#corrida #treino #flor #flower #flowers #pétalas #pétala #jardim #jardinagem #garden #flora #run #running #esporte #alongamento

🌅Desperte, #Jundiaí, neste #amanhecer lusco-fusco!
Não vai ter sol de novo não?
🍃#sol #sun #sky #céu #photo #nature #morning #alvorada #natureza #horizonte #fotografia #pictureoftheday #paisagem #inspiração #mobgraphy #mobgrafia #AmoJundiaí

Que tenhamos uma maravilhosa terça-feira para todos nós!