– O susto dos Radares a 40 km no Pedágio

Vira-e-mexe vemos fake news de que concessionárias de rodovias estão multando nas praças de pedágio para quem passa nas cancelas acima de 40km na cobrança de SEM PARAR ou Conectcar (e seus concorrentes).

Agora, o que era mentira começa a se tornar uma verdade: a concessionária das estradas que cortam a região de Jau vai sim colocar radares a 40km a título de “manter a segurança no local”. A próxima iniciativa seria na região de Marília. Nas demais rodovias não há previsão.

Quer uma boa dica para evitar a multa? Respeite a lei de trânsito e não ultrapasse a velocidade máxima permitida. Quarenta km/h na praça do pedágio é razoável e, cá entre nós, não me parece ser mais um dos inúmeros casos da detestável “indústria da multa”!

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– A Professora de Química e o seu Doutorando em área de guerra (literalmente).

E não é mentira a história que impressiona, entre uma professora protagonista com um “roteiro de filme para formar seu aluno”, que surgiu nos últimos dias. E que aconteceu há 5 anos, sem que ninguém soubesse!

Charlotta Turner, Professora de Química Analítica da Universitária de Lund, na Suécia, soube que seu aluno que orientava no Doutorado, Firas Mohsin Jumaah, não poderia concluir o curso já que por ser iraquiano, foi passar uns dias em seu país-natal e acabou cercado por uma célula do grupo terrorista Estado Islâmico, que dominou a região e impediu a saída de moradores.

Não é que a docente contratou, acredite, um grupo de mercenários que o retirou de lá, e trouxe a família dele para tranquilizá-lo?

Disse a professora:

“Fiquei chateada com a situação do Firas porque ele era meu aluno e era minha a responsabilidade por ele entregar a tese”.

Tal empenho da professora impressiona. Mas contratar mercenário para trazer o aluno de volta, nunca vi!

Abaixo, extraído do noticiário sueco, em: https://www.thelocal.se/20181213/lund-professor-freed-student-from-islamic-state-warzone

LUND PROFESSOR FREED STUDENT FROM ISLAMIC WAR ZONE

Charlotta Turner, professor in Analytical Chemistry, received a text message from her student Firas Jumaah in 2014 telling her to to assume he would not finish his thesis if he had not returned within a week.

He and his family were, he told her, hiding out in a disused bleach factory, with the sounds of gunshots from Isis warriors roaming the town reverberating around them. Jumaah, who is from Iraq, is a member of the ethno-religious group Yazidi hated by Isis.

“I had no hope then at all,” Jumaah told Lund’s University Magazine LUM. “I was desperate. I just wanted to tell my supervisor what was happening. I had no idea that a professor would be able to do anything for us.”
Jumaah had voluntarily entered the war zone after his wife had rung him to say that Isis fighters had taken over the next-door village, killing all the men and taking the women into slavery.

“My wife was totally panicking. Everyone was shocked at how IS were behaving,” he said. “I took the first plane there to be with them. What sort of life would I have if anything had happened to them there?”

But Turner was not willing to leave her student to die without trying to do something.

“What was happening was completely unacceptable,” she told LUM. “I got so angry that IS was pushing itself into our world, exposing my doctoral student and his family to this, and disrupting the research.”

She contacted the university’s then security chief Per Gustafson.

“It was almost as if he’d been waiting for this kind of mission,” Turner said. “Per Gustafson said that we had a transport and security deal which stretched over the whole world.”

Over a few days of intense activity, Gustafson hired a security company which then arranged the rescue operation.

A few days later two Landcruisers carrying four heavily-armed mercenaries roared into the area where Jumaah was hiding, and sped him away to Erbil Airport together with his wife and two small children.

“I have never felt so privileged, so VIP,” Jumaah told LUM. “But at the same time I felt like a coward as I left my mother and sisters behind me.”

uckily the rest of his family survived Isis occupation, while Jumaah back in Sweden completed his PhD and now works for a pharmaceuticals company in Malmö. The family has almost finished paying the university back for the rescue operation.

“It was a unique event. As far as I know no other university has ever been involved in anything like it,” Gustafson said.

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Firas Jumaah and his former PHD supervisor Charlotta Turner. Photo: Kennet Ruona

– E morreu Gordon Banks, o “goleiro que parou Pelé”

No futebol, considera-se a maior defesa da história a que foi protagonizada por Gordon Banks na Copa de 1970, no Brasil x Inglaterra, salvando espetacularmente o gol que seria de Pelé.

Jogada de Rei para defesa fenomenal de Arqueiro Súdito da Rainha. 

Sem mais, o vídeo em: https://youtu.be/Hzfg0QCYoS0

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– Educação e Fé, Ciência e Religião, Razão e Emoção: conciliam bem nas Escolas ou são contradições?

Uma atual (porém histórica) discussão sempre foi sobre a relação harmoniosa ou não no comportamento social entre a fé e a razão, ou melhor: a religião e a ciência.

Mas quem disse que elas devem ser concorrenciais, e não complementares ou colaborativas no caráter e educação das pessoas (embora poucos pensem assim)? Gosto demais de uma frase de São João Paulo II de que “A Fé e a Razão são assas que nos elevam para o Céu”.

Leio na ultima edição da Revista Superinteressante, pg 8-9, sobre o debate da religiosidade e crenças dentro das instituições de ensino e pesquisa. Claro que o assunto é bem delicado, pois manter-se livre de proselitismo de crença (como todo professor tem que fazer) não pode ao mesmo tempo “descatequizar” um discente ao passo de transformá-lo em ateu. São coisas distintas, e reforço: desde quando a fé é inimiga da inteligência? Emoção e razão em equilíbrio, para um mundo melhor, por favor.

Algumas coisas discordo e outras concordo, mas gostaria de compartilhar. Abaixo:

LUGAR DE CRIANÇA É NA ESCOLA. LUGAR DE DEUS É NA IGREJA

As religiões são um pilar fundamental de quase todas as sociedades. Mas elas não devem pautar nem a educação pública, nem os laboratórios.

Por Bruno Vaiano

O método científico é simples. Consiste no que uma criança faz por instinto. Ela observa a areia da praia e percebe que a cor e a textura lembram Nescau ou Toddy. Ela levanta a hipótese de que a areia talvez tenha gosto de achocolatado. Ela testa essa hipótese com um experimento – isto é, comer a areia. O experimento revela que a hipótese está errada. Hora de refinar a hipótese, ou rejeitá-la. E aí partir para uma nova observação, que recomeça o processo (aquela bola de gude parece uma bala. Será uma bala?)

A rotina de um cientista adulto é parecida. Em 2017, 40 biólogos de várias nacionalidades espalharam 3,1 mil lagartinhas verdes de massa de modelar em 31 lugares. Eles queriam testar uma hipótese antiga da ecologia: a de que, em regiões próximas do Equador, há mais aves, mamíferos e insetos atrás de comida (ou, para usar o termo técnico, há mais interações entre espécies). Eles deixavam as presas fake alguns dias na natureza selvagem e depois verificavam se elas haviam sido mordidas. Conclusão? “Uma lagarta próxima aos polos tem oito vezes menos chance de ser mordida que uma lagarta no Equador”, me contou na época Larissa Boesing, da USP. “Para cada grau a mais de latitude, a probabilidade de a lagarta sobreviver intacta aumenta em 2,2%.”

Essa é uma maneira de adquirir conhecimento. Verificar uma hipótese na unha. A outra é consultar alguém que já verificou a hipótese. Quando uma criança faz isso, ela busca uma fonte confiável – a mãe, por exemplo. Um cientista, quando lê a descrição de um experimento realizado por outro cientista, avalia cada passo para saber se pode confiar nas conclusões.

Um cientista usa o conhecimento adquirido por outros cientistas como ponto de partida de seu trabalho. Caso contrário, a ciência seria um empreendimento coletivo estagnado. “Vou estudar uma lua de Júpiter. Vou começar testando pela enésima vez essa hipótese chamada gravidade.” Quando um certo número de crianças testam a mesma hipótese (de que areia teria gosto de Nescau) e chegam à mesma conclusão (de que não tem), forma-se uma teoria. Os cientistas chamam de teoria uma hipótese verificada várias vezes.

A palavra “teoria”, então, tem um significado diferente para a ciência: é uma explicação para algum aspecto da natureza que já foi testada e assinada embaixo. Não tem o significado de “suposição” ou “especulação” que os não cientistas costumam lhe atribuir. A teoria da tectônica de placas de Wegener e Wilson, a teoria da evolução por seleção natural de Darwin e a teoria da relatividade geral de Einstein são aceitas como fatos.

Dogmas, por outro lado, são informações sobre a natureza que não foram confirmadas experimentalmente. A única maneira de justificar a crença em um dogma é o argumento de autoridade: um livro sagrado carrega a palavra de Deus, e ela é indiscutível. Por isso mesmo, o único conhecimento que pode constar do currículo escolar é o científico. Todos têm direito à fé em algum dogma; todos têm direito a ter seu dogma respeitado e o dever de respeitar o dogma alheio.

Mas é essencial que o professor deixe o dogma na porta quando pega o giz. Nenhum professor deve afirmar que areia tem gosto de achocolatado, pois qualquer criança pode verificar que é mentira. Tampouco ele pode dizer que Jesus caminhou sobre as águas, que Deus ditou o Corão a Maomé ou que pular sete ondas para Iemanjá garante sorte. Nenhuma dessas hipóteses provou-se verdadeira. São todas questão de fé – algo profundo e estritamente pessoal.

E isso nos leva a outro problema da religião na escola pública: cada grupo tem a sua religião (principalmente em um país com tanta diversidade cultural como o nosso). Um cristão pode achar engraçado um índio Kaiapó acreditar que uma onça inventou a carne assada. O índio acha engraçado que o cristão acredite em uma mulher virgem que dá à luz. Um professor não tem tempo de abordar cada uma das várias fés que existem no Brasil. Não em pé de igualdade. E, se ele privilegiar uma, obviamente será em detrimento de outra. Alguém sempre acaba desrespeitado. A solução é ater-se à ciência – que vale para todos.

ANALFABETISMO CIENTÍFICO

Outro motivo para que o ensino público atenha-se à ciência é o maior déficit do País: o de conhecimento. Nossos estudantes ignoram fatos científicos básicos. 40% dos jovens entre 15 e 16 anos declaram não saber se o ser humano foi vítima de dinossauros carnívoros (a resposta é não). 44% não sabem que o planeta Terra tem 4,5 bilhões de anos de idade. Um terço acha falsa a afirmação de que o homem descende de outra espécie de primata. Os dados são de um estudo de 2015 com 2.404 alunos da rede pública de todo o Brasil.

Uma sociedade de analfabetos científicos é incapaz de combater, por exemplo, problemas de saúde pública. A versão resistente a antibióticos do bacilo de Koch, que é consequência da evolução por seleção natural, mata 250 mil pessoas por ano, segundo a OMS. Essa tuberculose anabolizada não distingue crentes e ateus. Sem a tectônica de placas de Wegener e Wilson, por sua vez, é impossível estudar terremotos, vulcões e tsunâmis – como o que matou 429 pessoas na Indonésia em dezembro. O bom das teorias é que elas valem até para quem não acredita nelas. Assim, permitem entender o mundo e torná-lo melhor.

Perceba que alfabetização científica não tem a ver com ser ou não ateu. 8% das teses e dissertações do departamento de biologia da USP contêm agradecimentos a Deus na dedicatória. Na veterinária, sobe para 38%. O biólogo Antonio Carlos Marques, que levantou esses dados, me confessou em 2016: “Eu entendo a necessidade pessoal de explicações metafísicas, mas como é que o próprio aluno não sente o conflito dentro de si quando religião e ciência se encontram?” De fato, é um conflito. Mas não há por que cobrar ateísmo de todo cientista. Cabe ao profissional entender-se com a própria consciência, contanto que ele separe aquilo que é fé daquilo que é fato.

E isso vale para todos os brasileiros. Este texto não advoga contra a fé nem pede que ninguém a deixe de lado. Só é preciso concordar que a religião, seja ela qual for, não pode interferir em políticas públicas de educação, de ciência ou de tecnologia. A separação entre Igreja e Estado, afinal, é como a teoria da evolução: sempre dá certo quando é testada. Deixá-la para trás a essa altura seria um retrocesso – um recuo tão grande quanto se voltássemos todos a comer areia.

 

– A polêmica em declarar o time do coração.

Normalmente, jornalista experiente costuma dizer que com o peso da idade vai torcendo para os amigos. E isso é verdade. Mas tem sim um time do coração também, cuja relação profissional é a barreira exata para à credibilidade do seu trabalho.

Repercutiu muito na última semana a imagem da emoção do jornalista Ivan Moré, que lembrou do seu pai e disse ser corintiano. Aí você se recorda de Milton Neves, Roberto Avalonne, Chico Lang, Juca Kfouri e Mauro Beting, que são jornalistas e torcedores assumidos dos seus clubes. Aliás, de todos esses, nos comentários, vejo o Mauro como o mais “totalmente imparcial”. Parabéns, não deve ser fácil aguentar a cornetagem da sua própria torcida quando escreve ou diz algo que o mais exacerbado se sinta desagradado.

Eu não declararia, apesar que, depois que você se torna árbitro de futebol e conhecer os bastidores dele, percebe que o esporte do ludismo infantil nada mais é do que um negócio profissional. Assim, por força do ofício, por perder o encanto e por entender que muitos torcedores não conseguiriam entender a separação, não digo publicamente meu time grande de infância. Mas, o time de hoje, adulto (que também era o de infância juntamente com o “grandão” que já não consigo mais torcer), publicamente todos sabem, é o Paulista Futebol Clube, Galo da Japi, Tricolor Jundiaiense. E aí por vários motivos: ser o primeiro campo de futebol que fui, influência do pai, estar na minha cidade, passar a minha infância torcendo (já disse aqui: meu jogo inesquecível “in loco” é Paulista x Palmeiras de São João da Boa Vista, gol do Ricardo Diabo Loiro nos acréscimos, no ano da campanha que culminou com a vitória sobre o Vocem de Assis por 7×1 no Parque Antártica na volta à Divisão de elite do futebol Paulista – mais importante e emocionante para mim, na época criança, do que a Copa do Brasil 2005).

Enfim:

1- Pessoa pública, em especial jornalista esportivo, dizer para quem torce, é um risco de se pagar o preço alto das patrulhas da Web.

2- Árbitro de Futebol, mais ainda! Acredite, acontece o fenômeno de se “desgostar do time” por conta de se tornar juiz, mas o principal é: você torce para “você mesmo, pela sua carreira”. Claro, falamos no início de quem já “pendurou o apito”, mas para quem está na ativa é inaceitável por lógica (Importante: vejo alguns poucos ex-Árbitros famosos torcendo para seus clubes grandes de infância – aí é com eles). Para os comentaristas de arbitragem, declarar o time grande cai na mesma seara da desconfiança por parte dos mais fanáticos, embora possam fazer com total isonomia.

3- Jogador de Futebol, outro problema: você consegue ver o são-paulino Rogério Ceni como treinador do Palmeiras? Eu não consigo, penso que a rejeição será grande. Aliás, repararam o número de atletas que o Corinthians está contratando que são redescobertos com fotos vestindo a camisa do Timão quando criança? Se forem para outro clube… Inesquecível a contratação do jogador Getterson pelo SPFC, que horas depois, descobriu-se no Twitter que era corintiano e fazia troça do São Paulo quando mais jovem e foi descontratado na sequência. O que aconteceu com a carreira dele? Alguém lembra hoje do Getterson? Se tivesse tomado cuidado, poderia ter agarrado a chance em jogar num time de expressão.

Dito tudo isso, responda:

1- Você torce para time grande e time pequeno? Essa vale para o torcedor que vai ao Estádio da sua cidade no Interior (Guarani e Ponte Preta, sabidamente, são exceções).

2- O que você acha de pessoas da imprensa declararem o seu time do coração? Essa se refere à figura conhecida nacionalmente, como Galvão Bueno, por exemplo.

Deixe seu comentário:

(Em tempo: para ficar claro, meu time de infância era o XXXX Atlético Clube e o Paulista FC; quando me tornei árbitro e vi os bastidores, percebi que o desgosto em ter simpatia pelo XXXXXX era grande mas não consegui deixar de gostar do Paulistaembora sendo vetado pela FPF em trabalhar no Jayme Cintra por força das regras da carreira, fui escalado algumas vezes em jogos do Galo como 4o árbitro, agindo com isenção e profissionalismo assim como faço hoje, em minhas análises como comentarista na Rádio Difusora, nas colunas postadas na Web e em outras mídias).

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– Por uma 3a feira bem proveitosa! Em 5 chiques e muitas hastags

👊🏻Sem enrolar?
Se o sono vai embora, taí uma boa oportunidade para aproveitar a madrugada e fazer algo produtivo.
Vamos correr?
🏃🏻#Fui! #RunningForHealth #run #cooper #corrida #sport #esporte #running #nike #mizuno #endorfina

🙏🏻Correndo e Meditando nesse sapientíssimo escrito de São Francisco de Assis (leia atentamente os dizeres da imagem).
⛪ #Fé #Santidade #Catolicismo #Jesus #Cristo #MãeDeDeus #Maria #NossaSenhora #PorUmMundoDePaz #Peace #Tolerância #Fraternidade

🌺Fim de cooper – suado, cansado e feliz, alongando e curtindo a beleza das flores do jardim.
Esse botão de #roseira vermelha, sem filtro, de ontem. Espetacular!
🏁 #corrida #treino #flor #flower flowers #pétalas #pétala #jardinagem #garden #flora #run #running #esporte

🌅A alvorada das 05h na estrada infinita! Levante da cama, povo.
🍃 #sol #sun #sky #céu #photo #nature #morning #natureza #horizonte #fotografia #pictureoftheday #paisagem #inspiração #amanhecer #mobgraphy #mobgrafia #AmoJundiaí

☀️ O amanhecer em Jundiaí: um pedaço de sol ou o compilado de nuvens? Qual deles será mais forte hoje?
Seja calor ou seja chuva, que tenhamos uma ótima terça-feira.
☁️ #paisagem #natureza #fotografia #landscape #inspiration
#fotografiaénossohobby

Ótimo dia para todos nós!

– Na marra, não vou sorrir, papai!

Coisas maravilhosas da vida: 

O fotógrafo disse para minha filhota: “DIGA X”! Olha a cara sincera de uma inocente que não quer tirar foto…

Depois ela tirou, ao brincar com o papai. Mas forçada, a bichinha é brava!

Olha o sorriso quando colaborou:

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