– “Nudes” entre casados e a nudez que repercutiu. CUIDADO!

A nudez enviada via Internet, conhecida por “nudes”, não é algo sem sentido entre os casais “casados e que moram juntos”? Que raio de fetiche é esse?

Se são casados e podem se relacionar na vida real, qual é a motivação para tirar uma foto no celular e transmiti-la à pessoa que coabita (e que às vezes pode estar ao seu lado)?

Muitas vezes, o mundo virtual, irreal, emburrece as relações sociais e conjugais. Digo isso pois o comediante Whindersson Nunes e sua esposa, a cantora Luísa Sonza, foram vítimas de fotos vazadas / hackeadas por bandidos da Web – e tal assunto ganhou corpo.

Claro, toda forma de vazamento de dados privados é condenável, um crime sem sombra de dúvidas e a pessoa faz o que quer com suas fotos. Mas… Quanta repercussão na Internet por causa de um casal que troca fotos pelados?

Vamos combinar: se o casal não fosse tão famoso entre os jovens, ninguém ficaria sabendo, seria “só” mais um caso de muitos outros. Digo “só” porque são inúmeros e dolorosos casos de pessoas anônimas. Como são famosos, ganhou destaque nacional. Mas já pensaram na VIDA PESSOAL da mocinha ou do rapazinho que sem orientação coloca uma foto pelada (o) ou com nu parcial na Internet, pelo prazer de um clique ousado (E DESNECESSÁRIO, UMA VAIDADE QUE PODERIA SER EVITADA)

E olhando pelo lado do meliante, outra coisa a ser observada: qual a graça em divulgar a foto de gente pelada? Para o bandido virtual, é ter o prazer de se gabar de famosos, extorquir dinheiro de milionários ou simplesmente bulinar um adolescente.

Imagine o estrago na vida dessa pobre vítima, caindo as fotos em mãos erradas, onde o remorso, a vergonha ou o constrangimento podem causar danos sérios. E não acredite que publicar em modo particular ou na modalidade de “só a quem permito” não cai no vazamento: um descuido de quem tirou a pose e a colocou na opção “público” sem perceber,  um amigo próximo que solta o clique, um ex-namorado(a) como vingança ou até uma assistência técnica picareta para mostrar que as falhas na segurança podem fazer isso.

O mundo de coisas desnecessárias tende a ser perigoso. EVITE-AS. É o melhor a fazer como prudência.

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Acima, uma foto discreta do casal que foi vítima, extraída da Web.

– A Disney quer construir uma Disneyworld Brazil?

Foi revelado que a Disney quer construir mais um dos seus parques temáticos fora dos EUA e está sondando a cidade de Brasília para investir.

Espaço, localização, rede hoteleira e outras análises são feitas para viabilizar o empreendimento (imaginaram se fosse na Capital Paulista, onde não se tem terreno de tal tamanho disponível e a preço viável?).

A Capital Federal teria interesse no negócio, justamente pela pasta do Turismo entender que é chegada a hora de tirar a imagem apenas de cidade-política, de arquitetura incrível mas cinza e sisuda para muitos.

Quem roda o mundo, sabe que lá no Exterior poucas pessoas conhecem Brasília como a capital do nosso país, achando ser o Rio de Janeiro, ou, pasmem, Buenos Aires (assim como os brasileiros pensam que a capital da Suíça é Zurique ou Genebra, mas que na verdade é Berna).

Confesso: imaginei que surgiriam piadas relacionadas à Política logo na sequência da notíciae surgiram: uma delas é que, caso tenhamos a “Disneylândia Brasil” em Brasília, até o Mickey poderia ser assaltado, o Pateta se tornaria lobbysta e o Tio Patinhas teria problemas de caixa 2 na sua Caixa-Forte. O Congresso Nacional, lógico, repleto de “Zé Cariocas”, o papagaio malandro que representa o país nesse universo da animação.

Brincadeiras à parte, seria realmente interessante um aporte desses em Brasília. Bom para todos.

ATUALIZANDO: Segundo a Rede Globo, através do Portal G1, essa notícia de que a Disney poderia ir para Brasília foi divulgada pelo Governo do DF e DESMENTIDA pela própria Disney.

Abaixo, de: https://g1.globo.com/df/distrito-federal/noticia/2019/02/06/disney-desmente-governo-do-df-e-diz-que-nao-ha-planos-para-a-construcao-de-parques-em-brasilia.ghtml

Disney desmente governo do DF e diz que ‘não há planos para a construção de parques’ em Brasília

Governo tinha falado em tratativas para trazer turma do Mickey à capital federal. Em 1961, negociação entre Juscelino Kubitschek e Walt Disney acabou frustrada

Após o governo do Distrito Federal ter anunciado a intenção de trazer um parque da Disney para a capital federal, a companhia do Mickey negou nesta quarta-feira (6) ao G1 que tenha planos de chamar também o Pato Donald e o restante da turma para morar no Brasil.

“Embora o Brasil seja um mercado atrativo, no momento não há planos para a construção de parques na região”, informou a Disney.
Ainda assim, como forma de não fechar as portas para o futuro, a empresa afirmou que “está sempre buscando caminhos para expandir seus negócios e, como parte desse processo, conversa com diferentes entidades”.

Na segunda-feira, o governador Ibaneis Rocha (MDB) disse que iria se reunir com representantes da multinacional ainda esta semana. O governo até chegou a ventilar a informação de que reservou uma área de 800 hectares em Sobradinho para abrigar a estrutura.

“Estou fazendo estudos em todas as áreas. Temos conversado com diversas áreas. Essa semana vem um representante da Disney ao Distrito Federal. São projetos que estamos buscando para dar novo perfil econômico ao DF”, disse Ibaneis na segunda.

O secretário de Projetos Especiais do DF, Everardo Gueiros, também tinha declarado que não poderia dar detalhes sobre o projeto “para não atrapalhar as negociações”.

No entanto, o G1 apurou que, ao contrário do que foi divulgado pelo governador, nenhum executivo da Disney marcou na agenda alguma reunião com o GDF para discutir o assunto.

Procurado, o governo do Distrito Federal não se posicionou sobre o tema até a publicação desta reportagem.

Boatos do tipo envolvendo o parque costumam surgir periodicamente. Em 2008, apareceu na internet a informação de que a Disney seria construída em Curitiba, no Paraná. A inauguração prometida era para 2013.

Já em 2010, um novo boato: de que um resort seria erguido entre São Paulo e Rio de Janeiro a tempo para a Olimpíada de 2016. Além dos Estados Unidos, atualmente a Disney tem parque em Hong Kong, Xangai, Tóquio e Paris.

Em 2016, empresários chegaram a anunciar para o ex-governador Rodrigo Rollemberg (PSB) um pacote de iniciativas com objetivo de desenvolver a economia do DF. Entre as ideias estava justamente a de criar um parque da Disney em Brasília. Segundo o grupo, havia tratativas em curso desde 2013.

A promessa de trazer o parque temático para Brasília remonta a Juscelino Kubitschek. Dono da página Histórias de Brasília, o publicitário João Carlos Amador diz que no final dos anos 1950, Walt Disney procurava um lugar para construção do segundo parque temático.

O primeiro, na Califórnia, já tinha sido inaugurado em 1955. Ele então selecionou alguns países que considerava interessantes para isto. Um deles, foi o Brasil.

“A convite do próprio Walt Disney, o então presidente do Brasil, Juscelino Kubitschek, até visitou a Disneylândia, em 1961, para que ele visse de perto como funcionava o espaço e como era a estrutura, para avaliar a possibilidade de construir algo semelhante no DF”, conta Amador.

O presidente JK acabou desistindo da ideia por questões burocráticas. “Walt Disney exigia que o espaço tivesse um sistema tributário próprio, sem fiscalizações e sem obedecer as leis brasileiras. Com isso, o segundo parque foi construído em Orlando, na Flórida, e se tornou o principal complexo da Disney do mundo.”

Ao pesquisar nos arquivos, o publicitário lembra que o “mais perto” que Brasília chegou da Disney foi quando um shopping da cidade construiu uma réplica do castelo da Cinderela, em 1997, como decoração de Natal. A estrutura é um dos símbolos da empresa do Mickey.

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– Wilmar Roldán no Talleres x São Paulo. Mas ele ainda é Top?

Eu me lembro que em 2012, quando o árbitro colombiano Wilmar Roldán aparecia bem no cenário internacional e era chamado de “novo Oscar Ruiz” (e se dizia admirador de Javier Castrilli), ele se envolveu numa confusão danada com Richarlysson (que tentou lhe agredir após receber injustamente um cartão vermelho) no jogo da Copa Sulamericana entre Libertad x São Paulo. Na oportunidade, foi acusado pelo lateral esquerdo Juan de racismo (e nunca nada foi comprovado).

No ano seguinte, quando jogaram São Paulo x Arsenal de Sarandí pela Libertadores, outra lambança de Roldán: brigou com o Tricolor para a troca de uniforme antes do começo do jogo (sendo mandante) e marcou um absurdo pênalti aos hermanos, fruto de uma bola que bateu despretensiosamente na mão de Cortês. No mesmo jogo, expulsou Luís Fabiano por reclamação.

Em 2015, no Morumbi, jogaram São Paulo x San Lorenzo com outra má atuação de Roldán, anulando um gol legítimo de Centurión, comprovando que, quando um árbitro não “dá química com um time”, não vale a pena insistir. Isso vale para grandes clubes ou para times pequenos, pois a maior parte deles tem um “juiz asa negra”. E os árbitros também: tem time que você DETESTA apitar pois sempre dá alguma “zica”.

Sua última participação em jogos do São Paulo foi em 2016, quando o Tricolor foi eliminado da Libertadores pelo Atlético Mineiro, sem influência da arbitragem.

No ano de 2017, na semifinal entre Lanus x River Plate, Roldán foi tão mal que desagradou as duas equipes. Mas prestigiado, apitou ainda a final da Copa Sulamericana naquele ano, entre Flamengo x Independiente, fazendo algo inédito: após marcar um pênalti inexistente de Cuellar, expulsou o flamenguista no pódio quando recebia a medalha de vice-campeão, por reclamar da atuação dele! Caso único no esporte mundial.

Para comprovar a má fase de Wilmar Roldán, é só lembrar que ele foi sacado da Copa do Mundo 2018 após errar demais na partida entre Inglaterra x Tunísia desprezando totalmente o VAR. Um mês depois, escalado na Libertadores para Colo-Colo x Corinthians, prejudicou o Timão numa outra péssima atuação.

Enfim: abra o olho, São Paulo. Roldán já apitou final de Libertadores da América, Copa do Mundo, mas… apesar de ser rodado e experiente, como “bom macaco velho”, sabe dar “um migué” quando precisa e tem padrinho muito forte (Quem? Não sei. Mas vide as escalas…). Tecnicamente, Wilmar Roldán corre bastante em campo graças ao seu bom porte físico, tem posicionamento regular no gramado (às vezes, percebo que não se coloca bem para visualizar as jogadas), tem bom discernimento técnico de faltas ou disputas mais viris e é bastante rigoroso disciplinarmente. Quando quer, apita muito bem – embora, sejamos justos, a irregularidade e alternância de boas e ruins atuações tem sido frequentes (especialmente entre jogos de clubes brasileiros).

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– O desafio e a dor de Francisco (e das vítimas também).

O Papa Francisco, no voo de volta de Abu Dabi, em entrevista aos jornalistas que o acompanhavam, reconheceu os tristes casos de abusos sexuais e a falta de operância da Igreja Católica para puní-los (situação que ele promete que vai se empenhar para acabar). Para mostrar a transparência do seu Pontificado, estando com o semblante triste, revelou que em alguns mosteiros há relatos de ABUSOS SOBRE FREIRAS, mantidas como ESCRAVAS SEXUAIS!

Imagine a tristeza desse homem, que tanto tem que chefiar a Igreja e orientar os fiéis, ao ver essa libertinagem no clero.

Claro, a dor das vítimas que silenciosamente não ousam declarar tal coisa, a fim de não ter que se expor publicamente (o que ocorre na maioria dos casos tão traumáticos), talvez seja maior.

Aí vem o questionamento: como pessoas que se consagram à vida religiosa, buscando levar o conforto espiritual, praticam tal atrocidade? Somente duas coisas podem responder isso: pré-disposição e tentação.

Infelizmente, o Inimigo de Deus usa dos servos dEle para tais ações demoníacas. Mas se ele está conseguindo entrar, é porque na humanidade desses padres e bispos houve uma porta aberta para tal, não? Quem fala de santidade (embora não seja santo porque é falível como qualquer homem ou mulher) PRECISA SE ESFORÇAR na vida em santidade, evitando as oportunidades e usando a armadura da oração e da fé!

Rezemos para os vocacionados servirem fielmente a Deus, pela Santa Igreja e pelas vítimas desses abusos.

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– Cadê o bueiro?

‪Pode, Arnaldo?‬

‪Olha o que dá não ter bueiro. Aliás, visualize a rua adiante e veja onde a enxurrada tomou conta: consegue ver a lombada?

‪Claro que não. Mas são DUAS lombadas encobertas. ‬

‪É avenida de asfalto, mas parece não ser…‬ Virou rotina: quando tem chuva, não saia para a rua (imagine os pedestres na calçada, o que eles padecem…).

Ops: É na Avenida Reynaldo Porcari, em frente ao Batalhão da Polícia Militar, em Jundiaí-SP.

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