– Obrigado por nada, Banco Itaú!

Poucas vezes vou ao banco, estrutura física. O que posso fazer, utilizo pela Internet.

Mas não é que à tarde toda as agências do banco Itaú ficaram sem receber, pagar, depositar, sacar, ou qualquer outra coisa que possa fazer?

Nem pelo atendimento humano, tampouco pelos caixas eletrônicos?

E se meu saldo ficou descoberto porque o banco não permitiu que eu depositasse: o Itaú irá me abonar de juros?

Idem para quem não conseguiu pagar suas contas em suas próprias agências…

Com o lucro bilionário que têm (R$ 5 BI NO ÚLTIMO TRIMESTRE), os bancos não podem permitir tais graves falhas.

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– Dificuldade para os Produtos Orgânicos em Jundiaí

Você conhece o pessoal da OCS Jundiaí Orgânicos?

É um pessoal do bem, que produtos alimentos sem agrotóxicos e que estão preocupados com o custo e o clima para plantio.

Compartilho:

PRODUTORES ORGÂNICOS ALERTAM PARA NOVO PERÍODO DE SECA E ESTIAGEM                                                                                                                                                                   Por Reinaldo Oliveira

Os produtores orgânicos da Organização de Controle Social Jundiaí Orgânicos realizaram sua reunião ordinária no dia 3 de agosto na Secretaria de Abastecimento, Agricultura e Turismo de Jundiaí, no 5º andar do Paço Municipal.

Na pauta a analise de visitas realizadas no período, com destaque para a promovida pela CAT e também a AGRIFAM. Os que visitaram a AGRIGOFAM relataram as novidades em desenvolvimento de novas ferramentas, sementes e outras. A próxima visita será no dia 18 de agosto no evento da BEJO Sementes em Bragança Paulista

Também foi feita uma explanação sobre a possibilidade da formação da Associação de Produtores Orgânicos, sobre normas, estatuto, custos e benefícios. Além disso, foi falado de outros assuntos como a participação em oficinas de formação, etc.

Falando do momento atual, como relação à produção e consumo de verduras, frutas, legumes e outros, manifestaram preocupação com um novo período de seca e com o abusivo aumento de custos da produção, com destaque para o da energia elétrica; neste sentido o Sr. Luiz Giasseti, que produz verduras e legumes há mais de 40 anos, observou que há uma diminuição do consumo destes produtos no período de inverno. Mas que diferente e de outros anos, neste o consumo se manteve.

Porém como é tradição dos produtores diminuem a produção no período de inverno e neste ano com este novo perfil de consumo, ele que faz a distribuição de seus produtos em mais de 265 pintos de venda, já notou falta de alguns produtos.

Aqui ele faz um alerta. Devido a tradição dos produtores diminuírem a produção no inverno, do alto custo da produção como o da energia, do transporte, etc, e um novo período de seca – haverá fiscalização das bombas de irrigação, ele prevê que haverá falta de produtos hortifrutis no mercado até o final do ano,

Importante lembrar que os produtores orgânicos da OCS Orgânicos Jundiaí estão todos os domingos das 7h as 12h na Feira Orgânica que se realiza na esquina da Avenida Luiz Latorre com a Avenida 9 de julho. Em breve também aos sábados de manhã até a tarde no Jardim Botânico.

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– O Anti-Herói Playboy

Só de imaginar, é assustador viver sobre o domínio de traficantes.

Cadê a paz? As virtudes do bem? A tranquilidade e a liberdade do dia-a-dia?

Ao ler sobre a morte de Playboy, o traficante mais procurado do RJ, e conhecer suas “audácias ações criminosas” e como dominava a comunidade em que vivia, fiquei estarrecido.

Como as autoridades deixam chegar ao inferno em que chegou? É um Estado Paralelo, do mal, acabando com o futuro das pessoas.

Lamentável…

Abaixo, sobre o bandido: http://g1.globo.com/rio-de-janeiro/noticia/2015/08/antes-do-crime-playboy-tinha-notas-baixas-e-perfil-normal-na-escola.html

ANTES DO CRIME, PLAYBOY TINHA NOTAS BAIXAS E PERFIL NORMAL NA ESCOLA

Antes de se tornar o traficante mais procurado do Rio, Celso Pinheiro Pimenta, o Playboy, morto no sábado (8) no Conjunto de Favelas da Pedreira, no Subúrbio, rodou por colégios de Laranjeiras, bairro de classe média na Zona Sul, onde foi criado. Apesar das notas baixas, funcionários se dizem surpresos com o rumo criminoso que tomou o jovem morador de uma cobertura na Rua Soares Cabral, a poucas quadras do Palácio Guanabara, sede do governo do estado.

“Tinha o comportamento normal de uma criança daquela idade; me surpreendeu ver o que aconteceu. Fico muito triste”, lamenta um funcionário do Colégio Laranjeiras, onde Playboy cursou a quinta e a sexta séries do ensino fundamental.

O G1 teve acesso aos boletins do então adolescente. O histórico mostra que, após repetir a 5ª série no Colégio Providência, sua mãe o matriculou, em 1995, no Colégio Laranjeiras, na Rua Conde de Baependi. Cursou todo o ano letivo e ficou em recuperação em artes e matemática, passando com média 5 nas duas disciplinas.

Em 1996, as notas baixas o fizeram ser reprovado em várias matérias, mas seus pais o levaram para outro colégio, para fazer dependência.

“É um procedimento comum quando os alunos estão passando dificuldades”, disse o funcionário.

Com 14 anos na época, se destacava apenas em educação física, em que colecionava notas dez. Em ciências, artes, história, português e matemática, as notas era ruins.

Comparsa de Pedro Dom

Mais velho, o filho de um jornaleiro que o batizou com seu nome, Celso, entrou no mundo do crime. Do roubo de carros, passou para o assalto a apartamentos, como integrante quadrilha de outro criminoso criado na classe média, Pedro Machado Lomba Neto, o Pedro Dom.

O grupo aterrorizava moradores de apartamentos de luxo na Zona Sul do Rio, com crimes agressivos e ousados. Pedro Dom foi morto em confronto com policiais em 2005.

Playboy, que recebeu o apelido justamente por ser de família de classe média, ganhou notoriedade nos últimos meses após, segundo a polícia, ordenar ações que afrontavam as autoridades.

Entre os crimes que teriam sido ordenados por ele estão a invasão de um complexo esportivo, onde criminosos ostentaram fuzis imitando “nado sincronizado”, e o roubo de 193 motos de dentro de um galpão terceirizado do Departamento de Transportes Rodoviários do Rio (Detro) na madrugada do dia 31 de dezembro, em Fazenda Botafogo – os veículos foram devolvidos depois, também a mando de Playboy.

Outra ação ousada que teria sido comandada por Celso foi uma grande festa realizada na véspera do aniversário de 450 anos do Rio no Morro da Pedreira, em Costa Barros, no Subúrbio.

Morto em operação conjunta

Condenando a 15 anos e oito meses de prisão, Playboy era foragido do Sistema Penitenciário e tinha recompensa oferecida por sua captura, pelo Disque Denúncia, em R$ 50 mil, a maior registrada no país.

A ação da Delegacia de Repressão a Entorpecentes (DRE) da Polícia Federal contou com 80 policiais, carros blindados, um helicóptero, e o apoio de policiais da Coordenadoria de Recursos Especiais (Core) da Polícia Civil, da inteligência da PM, e de policiais federais.

O criminoso era condenado por tráfico de drogas, roubo e homicídio qualificado. Era chefe de facção criminosa que atua no Morro da Pedreira.

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– Bairro Medeiros abandonado (Matéria do Cesar Tayar)

Não sou de direita, nem de esquerda, nem do PT, nem do PSDB, nem da 3a, da 4a ou de qualquer via.

Sou só um cidadão apartidáriomas não apolítico, que se interessa por algumas questões importantes. Uma delas, do ambiente e que nasci, cresci e vivo, que é o Bairro Medeiros.

Muito questionamos sobre Saúde (não deveríamos ter uma unidade de saúde maior, e com mais funcionários, a fim de não sobrecarregá-los?), Educação (não temos vagas suficientes, isso é notório), Locomoção (no horário de pico, para acessar o bairro, você fica parado quase na Rodovia Dom Gabriel), Meio Ambiente (o que está se desmatando por aqui…) e Segurança (isso, nem se discute…).

A verdade é que o bairro de chácaras, casas humildes e condomínios horizontais cresceu desordenadamente e está se verticalizando, sem qualquer infraestrutura.

Todo aquele que postar algo que chame a atenção para o abandono daqui pelas autoridades tem que ser divulgado.

Compartilho esse vídeo do Cesar Tayar, (conhecido, amado e odiado crítico das coisas da cidade de Jundiaí). Não há o que o desabone nesta matéria, só falou a verdade!

Está em: http://www.youtube.com/watch?v=rrfPI139r4s

OPS: insisto – não tem propósito político na minha postagem, é apenas de mostrar que realmente o bairro está esquecido. Antes que algum Mané faça comentário com conotação eleitoral, não sou candidato a nada, ok?

– Polêmica Pré-Jogo sobre a Arbitragem de Corinthians x Sport

Luiz Flávio de Oliveira apitará na próxima 4a feira o jogo entre Corinthians x Sport. As reclamações começaram antes do apito inicial, já que o Sport questiona o fato do árbitro ser paulista, apitando em território paulista um jogo de adversário paulista.

Sou amigo do Luiz Flávio e sei o quanto é honesto dentro e fora dos gramados. Mas evitaria tal escala! Principalmente pelo histórico dos dois times na última rodada. Vide:

No domingo, Atlético Paranaense 1×1 Sport foi um dos jogos das 11h. A equipe pernambucana vencia por 1×0 e levou o tento do Atlético aos 54 minutos do 2o tempo, em um jogo atípico: nenhum cartão amarelo e nenhum cartão vermelho aplicado. Muita reclamação da equipe do Sport, pois após sofrer o gol de empate do time da casa, o jogo acabou (dentro da Regra, isso é válido). O árbitro Anderson Daronco justificou os 7 minutos de acréscimos devido ao atendimento ao goleiro visitante (mas que não durou tudo isso).

No mesmo domingo, o São Paulo reclama de favorecimento ao Corinthians por um suposto pênalti não marcado após a bola na mão em Uendel, aos 48 minutos do segundo tempo. Eu não marcaria, mas aceito quem marcasse, devido a dificuldade do lance e a dúbia interpretação (considerações sobre essa “mão” nos links abaixo). Manuel Serapião Filho, da Escola de Árbitros da CBF, creditou como erro pró-Corinthians, pois declarou que “a rotação do tórax do corinthiano atrapalhou o árbitro Leandro Pedro Vuaden que não entendeu como movimento antinatural do braço mas sim como lance involuntário”.

Se o Sport entende que foi prejudicado e se está sendo questionado ao mesmo tempo que o Corinthians foi beneficiado, para quê não tomar os cuidados devidos para esta escala? A Comissão de Árbitros fomenta a polêmica que poderia ser evitada.

Em um mundo ideal, naturalidade do nascimento do árbitro não seria levada em conta. Mas a vida inteira os árbitros são de federações diferentes das equipes que estão envolvidas no jogo, E TAL CAUTELA FAZ SENTIDO EM UM AMBIENTE DE POLITICAGEM ONDE AS FEDERAÇÕES VISAM APENAS O SEU INTERESSE PARTICULAR.

Ademais: falta árbitro de fora para ter que escalar locais? No próprio Brasileirão se questionou o fato dos Árbitros Adicionais serem do mesmo estado do time mandante e chamou-se isso de “economia burra”. Radicalizou-se tanto?

A propósito: economia de dinheiro não é, pois é só ver a integração nacional promovida pelas escalas de árbitros de todo o território.

Quando surgiu esse propósito, chamou-se isso de “prova de honestidade”. Ora, prova de honestidade não deve ser encarada dessa forma! Prova de honestidade é a prestação de contas de quanto se gasta com a formação da arbitragem, se vale a pena gastar salários altíssimos (na casa dos R$ 50.000,00) aos cartolas do apito, E SE EXTINGUIR O FAMIGERADO ACEITE DE VETO.

Mas se existe o aceite de veto e a CA-CBF quer provar honestidade dos árbitros, não era melhor ela provar a sua própria?

Sobre “Veto”: para o GreNal de domingo, foi vetado qualquer árbitro gaúcho para o clássico do Rio Grande do Sul. Quem apitou Grêmio 5×0 Internacional foi o paraense Dewson Freitas. Aliás, Dewson, que apitou o Grêmio, o apitará de novo! Está escalado seguidamente em Atlético Mineiro x Grêmio, na 5a feira.

Está faltando árbitro ou estão simplesmente brincando com as escalas? Aliás, esse sorteio é realmente provocativo, pois escala árbitro de mesmo estado e repete escalação em jogo de árbitro de mesmo time. Tudo seria entendível se no Globinho da Sorte fossem colocados árbitros do quadro todo, habilitados para a série A, e os 10 primeiros sorteados fossem escalados. Mas não é assim…

Quer prova de independência e neutralidade? Coloque no mesmo pote as bolinhas dos árbitros da FIFA, dos Aspirantes, dos Especiais e dos CBF1 (que são os melhores, em tese). Sorteiem 30 nomes para os 30 próximos jogos! Dessa forma, não teremos árbitros vetados por ninguém por “histórico de jogo ruim”, tampouco sobre ser do mesmo estado da Federação e você acaba utilizando o quadro todo em privilegiar fulano ou beltrano.

Por quê a CBF não faz isso?

Aguardando respostas convincentes…

Sobre a iniciativa de árbitros de mesmo estado, quando ela surgiu, clique em: http://wp.me/p55Mu0-rN .

Sobre o jogo entre São Paulo 1×1 Corinthians do último domingo citado acima, clique em: http://wp.me/p55Mu0-uR .

Sobre a dificuldade em se marcar ou não o suposto pênalti, clique em: http://wp.me/p55Mu0-uX .

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– O Leão Cecil e o Ditador do Zimbábue

O Zimbábue possui um parque florestal chamado Hwange, uma reserva natural que protege os leões dos caçadores das redondezas. Naquele país, a caça é legalizada em determinados perímetros.

Eis que um dentista americano chamado Walter Palmer pagou 50 mil dólares para um cidadão local a fim de ajuda-lo a caçar um leão. Esse “guia” atraiu um leão do parque e que foi abatido.

Não é que o leão era Cecil, de 13 anos, considerado manso e símbolo da preservação local?

Agora, se faz campanha contra a caça legal. Empresas aéreas já decidiram não levar mais “troféus de caça” (peles de animais, cabeça de leão ou elefante, coisas do tipo). E muito se fala em ajudar o Zimbábue nessa luta.

O problema é que o Zimbábue é governado pelo ditador bilionário Robert Mugabe, dito comunista e que governa há décadas o pobre país. Recentemente, promoveu uma festa de casamento onde deu como lembranças iPhones de ouro (feitos especialmente pela Apple a ele, com personalização a cada convidado).

Você doaria dinheiro para Mugabe cuidar da preservação dos animais?

Difícil responder, hein?…

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– E não vão soltar o Paulinho?

Há quanto tempo o jornalista Paulo Cézar de Andrade Padro (do Blog do Paulinho) está preso?

Não o soltarão, é?

Parece-me que houve um grande exagero…

Repito uma pergunta feita neste post: https://professorrafaelporcari.com/2015/07/07/perguntar-nao-ofende-e-os-denunciados-pelo-paulinho/

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– O Acordo entre Sindipan e Portuguesa fere a Regra do Jogo?

A Portuguesa de Desportos acertou um patrocínio com o Sindicato das Panificadoras de São Paulo (Sindipan). Sua camisa estampará: “Pão é na Padaria”, com um nome de padaria diferente em cada uma das camisas (ao todo, são 13 padarias participantes).

Isso pode ou não?

Se entendermos que a Regra pede que as camisas sejam uniformes e não se pode entrar com camisas, calção e meias diferentes (exceto o goleiro), sendo que chuteiras não entram nesse quesito, a Lusa não poderá usar esse artifício. Tecnicamente, cada camisa possuirá um patrocinador diferente, se o time entrar em campo com 11 nomes de padarias estampados diferentemente em cada um dos 11 titulares.

Recordo-me vagamente que nos anos 90, uma distribuidora de filmes queria patrocinar uma equipe estampando 1 filme diferente em cada camisa. Não pode fazer a ação de marketing…

Uma solução seria jogar a cada partida com um único nome de padaria. O problema é: na Série C, se bobear, sobrará padaria para ser estampada e faltará jogo para utilizar todo mundo, já que a primeira fase é curta.

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