– Miley Cyrus Pansexual!

A pequena atriz de Hannah Montana, da Disney, cresceu e escandalizou! Miley Cyrus, excepcional cantora, vez ou outra aparece se destacando em polêmicas. A mais nova se refere à sua sexualidade: declarou que é pansexual; ou seja, aprecia qualquer forma de sexo com humanos: homens masculinizados ou afeminados, idem a mulheres, bissexuais, transgêneros, transsexuais, etc, etc e etc.

A questão sexual dela é de foro íntimo, não nos interessa. Mas isso ajuda a vender jornal… Aliás, vivemos um tempo de vulgarização do sexo, não?

Sem hipocrisia ou demagogia: respeito o homossexual, mas não faço apologia da conduta. Ponto. Para mim e minha família, a heterossexualidade é o ideal. E isso não é ser homofóbico, é simplesmente ter uma conduta. Mas assusta saber que agora se tem o pansexualismo em pauta. Estará na moda o conceito?

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– O Pênalti de Dois Toques em Belarus

Confesso a minha ignorância: quem nasce em Belarus é… Não sei!

Mas no campeonato nacional de lá, um pênalti foi cobrado de maneira rara. Só vi sua pessoas fazerem isso: Cruyff pela Holanda e Euller (o “Filho do Vento”) pelo América Mineiro.

O árbitro autoriza a cobrança, o jogador finge que vai chutar forte para o gol e ao invés disso, dá um “toquinho” para seu companheiro que invade a área e faz o gol.

E isso pode?

Claro que pode. O Tiro Penal tem como exigências de que o jogador esteja identificado e toque a bola pra frente (não necessariamente com um chute forte para o gol). Se o cobrador enganar que vai chutar e outro é quem chuta, se for gol o lance deveria ser anulado. Se ele tocar para trás e alguém chutar, a cobrança deve ser repetida. E no caso do lance em Belarus (o vídeo está no link abaixo), se o jogador invadiu a área antes do toque do seu companheiro, a jogada é invalidada com tiro livre indireto no local da invasão.

Sensacional, não? Assista o lance em: http://mais.uol.com.br/view/15589835

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– Não acredito em Políticos!

Alberto Youseff, o doleiro, citou os peessedebistas Aécio Neves e Sérgio Guerra também como receptores de dinheiro sujo, assim como os inúmeros petistas e peemedebistas.

Não acredito. E não duvido. Infelizmente, políticos são todos iguais e as provas estão escancaradas.

Nessa, estou com o José Simão, que publicou: “Não há virgem na Zona”.

Concordo e assino embaixo.

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– Jogadores como Sacas de Café ?

Há pessoas que tem o dom de escrever bem em analogias. Leio o artigo “A CBF tem que acabar” sobre “exportação de café e futebol”!

Não resisti: compartilho-o pelo excepcional texto e conjunto de idéias as quais tenho certeza de que as pessoas que prezam pela lisura e competência no esporte gostarão. Nele, há dados impressionantes.

Extraído da Revista Superinteressante, Ed 336, pg 30-31 (Agosto/2014).

A CBF TEM QUE ACABAR

Por Alexandre Versignassi e Guilherme Pavarin

O Porto de Santos é a cafeteira do mundo: um terço do café torrado na Terra passa por ali, numa jornada que começa nas fazendas do Brasil e termina nas xícaras de Madri, Milão, Moscou, Kiev… Não só nas xícaras. O maior comprador do nosso estimulante preto, ao lado dos EUA, é a Alemanha. Mas eles não tomam tudo. Revendem uma parte razoável, porque é um negoçião: os alemães pagam mais ou menos R$ 400,00 em cada saca de 60 quilos e reexportam para o resto da Europa por R$ 800. Sem industrializar nada, só revendendo café “cru” mesmo, do jeito que ele sai das roças daqui. Não é malandragem, é logística: eles podem fazer isso graças à sua malha ferroviária cheia de tentáculos, veias e artérias. Reexportar dali para o resto da Europa é fácil. Num ano típico, os caras importam 18 milhões de sacas e revendem 12 milhões. Isso faz da Alemanha o terceiro maior exportador de café do mundo, atrás apenas do Brasil e do Vietnã. Tudo sem nunca ter plantado um pé de café.

Tem mais: das 6 milhões de sacas que ficam dentro da Alemanha, uma parte vai para Schwerin, uma cidadezinha de conto de fadas perto da fronteira com a Dinamarca. Por lá, os grãos brasileiros reencarnam na forma de cápsulas de Nespresso. E ganham preços que até outro dia só eram praticados no mercado de outro estimulante – branco. Um quilo dessas cápsulas acaba saindo por R$ 400,00 no varejo, quase 70 vezes o quilo do café cru. É 70 X 1 para a Alemanha.

No futebol é parecido. Exportamos o material cru, os atletas jovens, e importamos o produto acabado – não exatamente os jogadores, porque quando eles voltam geralmente estão é acabados mesmo. O que a gente compra é o espetáculo. Por mais que ninguém torça de verdade por um Real Madrid ou por um Bayern, todo mundo entende que o futebol para valer está lá fora, e que o Campeonato Brasileiro, na prática, é só uma série B do futebol mundial.

Um segunda divisão que alimenta a primeira com uma voracidade extrativista. O Brasil é o maior exportador mundial de jogadores, ao lado da Argentina. Vende por volta de 1.500 atletas/ano. Não faz sentido. Guido Mantega à parte, ainda estamos entre as dez maiores economias do planeta, à frente de destinos futebolísticos consagrados, como a Espanha e a Itália. Mesmo assim, nosso futebol não tem força econômica para reter pé-de-obra, e não para de ceder atletas para Madri, Milão, Moscou… E Kiev.

Até para a Ucrânia, que tem um PIB menor que o da cidade de São Paulo, a gente perde jogadores. Entre os atletas menos estrelados é pior ainda. Se o cara não consegue vaga nos times grandes daqui, qualquer tralha leva: Chipre, Malta, Bulgaria… Em 2013,

20 foram para o Vietnã, e dois ajudaram a engrossar a população das Ilhas Faroe, que tem 50 mil habitantes e PIB menor que o de Matão, uma cidade no interior de São Paulo (R$ 5 bilhões).

Até os 7 X l, o único patrimônio realmente sólido do futebol nacional era a Seleção. Sólido e lucrativo: a CBF faturou R$ 478 milhões com o time nacional em 2013. Só o patrocínio da camisa de treinos do time trouxe R$ 120 milhões. A Alemanha, segunda colocada nesse ranking, só levantou R$ 40 milhões com a dela. A Argentina, com Messi e tudo, R$ 10 milhões.

(…) Os 13 maiores clubes do País somam R$ 4,7 bilhões em dívidas. Tudo fruto de um péssimo gerenciamento, cuja inspiração vem lá de cima, da Confederação Brasileira de Futebol. Por essas, qualquer solução para o esporte passa pelo fim da CBF. Pelo fim do modelo atual, pelo menos. A entidade, hoje, é tão democrátíca quanto um feudo do século 13. Só existem 47 votantes para a presidência – 20 clubes da série A mais 27 federações estaduais. Ou seja: um colégio eleitoral altamente manipulável, que garante reeleições eternas para quem estiver lá em cima. (…).

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