– O que farão os que promoveram a milionária vaquinha para José Dirceu?

Enquanto esteve na cadeia por culpa do Mensalão, José Dirceu recebeu a ajuda de admiradores que angariaram em doações quase R$ 1 milhão de reais pelas multas do processo. Foram mais de 3900 pessoas que se sensibilizaram com sua “injusta” prisão.

Agora, preso novamente (sob a acusação de ser mentor do Petrolão), José Dirceu teve R$ 20 milhões bloqueados na Justiça, fruto de corrupção.

Será que terão a mesma piedade desta vez? Deram 1 milhão de reais a quem tinha muito mais, além da ficha suja…

Abaixo, extraído de Veja.com:

OS DOADORES DE DIRCEU

Por Lauro Jardim 

A notícia da nova prisão de José Dirceu na Operação Pixuleco foi especialmente dura para 3 972 pessoas.

Trata-se dos incautos que, sensibilizados por supostas injustiças contra Dirceu no processo do mensalão, fizeram doações em dinheiro na vaquinha para o pagamento da multa imposta pelo STF. O milhão de reais arrecadado em dez dias de fevereiro de 2014, quando o nome do “guerreiro do povo brasileiro” ainda não aparecia na Lava-Jato, foi mais que suficiente para quitar os R$ 971.128,00 cobrados pela Justiça.

Contribuíram, além dos petistas Delúbio Soares e José Genoino, que repassaram a Dirceu R$ 163.000,00 excedentes de suas vaquinhas, o ator José de Abreu, o cineasta Luiz Carlos Barreto, o ex-presidente da OAB José Roberto Batochio e o escritor Fernando Morais.

Mas o bolso, e o orgulho, dessa turma devem ter doído ainda mais quando se soube que o mensaleiro recebia outro tipo de colaboração: as propinas sobre contratos da Petrobras, que ontem levaram Sergio Moro a bloquear nada menos que R$ 20 milhões de Dirceu.

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– Já tivemos Árbitras. Mas e Treinadoras no Futebol Masculino no Brasil?

Becky Hammon, ex-jogadora da WNBA por 16 anos, será a técnica do time masculino de basquete do San Antonio Spurs na temporada de verão. Becky ainda será assistente técnica de Gregg Popovich na temporada regular da NBA.

Já na NFL, o time de futebol americano Arizona Cardinals contratou a também ex-jogadora Jen Welter para ser estagiária da comissão técnica para a temporada 2015/2016.

Trazendo para a nossa realidade: será que um dia veremos Marta, Sissi ou Formiga dirigindo um time de futebol masculino do Brasileirão na Série A?

Na arbitragem, algumas mulheres venceram esse preconceito, como a árbitra Sílvia Regina de Oliveira e a bandeirinha Ana Paula Oliveira. Mas a situação delas era um pouco diferente, pois além da exigência técnica, sofriam com a exigência física – a de conseguir o mesmo preparo físico dos seus colegas homens para suportarem o desgaste de uma partida masculina.

No caso das treinadoras de futebol, a única exigência será a da competência técnica.

Em tempo: a baiana Sisleide Lima do Amor (Sissi), a 1a camisa 10 de destaque da Seleção Brasileira e que nos anos 90 jogou pelo Vasco da Gama e São Paulo, mora nos EUA. Tem 48 anos, é mãe e treinadora de equipes universitárias. Lá ela começou a carreira como assistente, se tornou técnica e hoje faz o curso de formação específica para obter a licença A – que autoriza o trabalho como treinadora profissional na MLS.

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– Hoje é Dia do Padre (São João Maria Vianney)

Festeja-se nesse dia 04 o Dia do Padre, em alusão a São João Maria Vianney.

Conheça sua história, extraída de CancaoNova.com

O CURA D’ARS

Também conhecido por Cura D’Ars, João Maria Vianney nasceu na França no ano de 1786, e enfrentou o difícil período em que a França foi abalada pela Revolução Napoleônica.

Camponês de mente rude, proveniente de uma família simples e bem religiosa, percebia desde de cedo sua vocação ao sacerdócio, mas antes de sua consagração, chegou a ser um desertor do exército, pois não conseguia “acertar” o passo com o seu batalhão.

Ele era um cristão íntimo de ‪#Jesus Cristo, servo de ‪#Maria e de grande vida penitencial, tanto assim que, somente graças à vida de piedade é que conseguiu chegar ao sacerdócio, porque não acompanhava intelectualmente as exigências do estudo do Latim, Filosofia e Teologia da época (curiosamente começou a ler e escrever somente com 18 anos de idade).

João Maria Vianney, ajudado por um antigo e amigo vigário, conseguiu tornar-se sacerdote e aceitou ser pároco na pequena aldeia “pagã”, chamada Ars, onde o povo era dado aos cabarés, vícios, bebedeiras, bailes, trabalhos aos domingos e blasfêmias; tanto assim que suspirou o Santo: “Neste meio, tenho medo até de me perder”. Dentro da lógica da natureza vem o medo; mas da Graça, a coragem. Com o Rosário nas mãos, joelhos dobrados diante do Santíssimo, testemunho de vida, sede pela salvação de todos e enorme disponibilidade para catequizar, o santo não só atende ao povo local como também ao de fora no Sacramento da Reconciliação.

Dessa forma, consumiu-se durante 40 anos por causa dos demais (chegando a permanecer 18 horas dentro de um Confessionário alimentando-se de batata e pão). Portanto, São João Maria Vianney, que viveu até aos 73 anos, tornou-se para o povo não somente exemplo de progresso e construção de uma ferrovia – que servia para a visita dos peregrinos – mas principalmente, e antes de tudo, exemplo de ‪santidade, de ‪dedicação e ‪perseverança na construção do caminho da salvação e progresso do Reino de ‪Deus para uma multidão, pois, como padre teve tudo de homem e ao mesmo tempo tudo de Deus.

‪São ‪João Maria ‪Vianney, rogai por nós!
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