– Rezar em Grandes, Pequenos ou em Nenhum Templo?

A Revista Época desta semana traz como matéria de capa os “Os Novos Templos da Fé”, por Humberto Maia Júnior (pg 84, Ed 709). Nela, se fala sobre a preocupação das Grandes Religiões em construir templos gigantescos, sejam cristãos, islâmicos ou de qualquer profissão de fé.

Há duas citações religiosas na matéria; a primeira, do Alcorão:

Maomé diz que a oração em conjunto é 27 vezes maior que a oração individual

E a segunda, da Bíblia:

Quando dois ou mais estiverem reunidos, ali estarei também

O mote é falar sobre a importância em orar em grupo; daí a construção de obras vultosas. Mas lembro de uma outra passagem, quando Jesus se retirou ao deserto para rezar e ficar a sós.

Particularmente, não gosto de grandes celebrações, tumultuadas, cheias de gente. Acaba, muitas vezes, ocorrendo dispersão espiritual. Você pode até não prestar atenção no pregador, por culpa do excesso de pessoas e barulho.

Claro, orar em comunidade tem seu valor. Mas confesso preferir as celebrações mais simples, quando o padre ou o pastor pode falar olhando para você, onde o silêncio de alguns momentos pode dizer muita coisa.

Independente se na Igreja ou não, conversar com Deus é importante. E ouvi-lo, mais ainda!

A matéria pode ser acessada no site da Época: Os Novos Templos que Renovam a Fé, em: http://is.gd/j8fiza

– Por mais de 1 bilhão, Kroton compra Unipar

O grupo Kroton, dono de importantes instituições de ensino como a Faculdade Pitágoras, se torna o segundo maior no ramo educacional, ao comprar a Universidade do Norte do Paraná.

Agora, a Anhanguera (SP) é a número 1 do Brasil, com 281 mil alunos, seguida pelo Kroton (MG) com 264 mil e pela Estácio de Sá (RJ), com 247 mil.

Cá entre nós: a cifra de R$ 1.300.000.000,00 é impressionante, não? Negócio assustador, de quem realmente tem ‘bala na agulha’!

NEGÓCIO BATE RECORDE NO SETOR DE EDUCAÇÃO

Empresa mineira investe R$ 1,3 bilhão em busca da liderança do emergente mercado de turmas à distância. Kroton e Unopar terão receita de R$ 1,1 bi e 2º lugar do ensino superior privado, atrás da rival Anhanguera

Por Toni Sciarreta

O ensino superior privado brasileiro teve ontem a conclusão do maior negócio já feito no país.

A mineira Kroton Educacional fechou a compra da Unopar, instituição do norte do Paraná focada no ensino superior à distância, por R$ 1,3 bilhão -cifra que impressionou analistas e bancos de investimento, que viram as fusões e aquisições minguarem no segundo semestre por causa da crise global.

É o segundo meganegócio em menos de três meses do ensino privado brasileiro, setor visto como imune a crises potenciais e que caminha com o aumento de renda da classe média emergente.

Em setembro, a paulista Anhanguera comprou a Uniban por R$ 510,6 milhões.

A aquisição da Unopar fará a Kroton somar mais 162 mil alunos (145 mil de ensino superior à distância e o restante presencial) aos atuais 102 mil. Fica atrás em total de estudantes do ensino superior só da rival Anhanguera, que tem cerca de 281,7 mil alunos. A fluminense Estácio de Sá é a terceira no ranking, com 248 mil estudantes.

O ensino à distância é uma “mina” de geração de caixa, segundo Rodrigo Galindo, presidente da Kroton.

“A principal característica desse negócio é a forte geração de caixa e de elevado crescimento. O ensino à distância cresce mais rápido do que o presencial no Brasil”, disse Galindo, para explicar a aquisição aos analistas.

Neste ano, somente os 145 mil alunos de educação à distância deram uma receita estimada em R$ 416 milhões à Unopar. Somados ao faturamento de R$ 699 milhões da própria Kroton, a nova empresa terá receitas combinadas de R$ 1,1 bilhão.

A Unopar é a maior instituição de ensino à distância no país, à frente da Anhanguera, que tem 83 mil alunos nessa modalidade.

O trabalho é desenvolvido a partir de 469 polos de ensino à distância, verdadeiros centros de tecnologia, em 422 municípios do país.

Todos têm o aval do Ministério da Educação.

Além do ensino à distância, a Unopar tem 16 mil alunos de graduação e pós presencial nos campi de Londrina, Arapongas e Bandeirantes, no norte do Paraná.

CONSOLIDAÇÃO

A aquisição foi costurada pelo Itaú BBA, maior banco de investimento no ramo de fusões, e será feita por meio da editora da Kroton.

Do total de R$ 1,3 bilhão, 80% serão pagos em três parcelas -R$ 650 milhões à vista, R$ 260 milhões em março de 2012 e os R$ 130 milhões restantes em um ano- e 20% em papéis da Kroton, que ontem recuaram 3,09%.

Para a rival Anhanguera, a consolidação da educação privada está só começando e terá novas operações.

“O mercado educacional brasileiro ainda está em processo de consolidação e são positivas essas movimentações, que demonstram a confiança do investidor na alta atratividade e na geração de valor”, disse, em nota.

– América Latina em 2100, como será?

O canal a cabo LIV passará uma reportagem interessante: “Como será a América Latina em 2100? Projeções econômicas, sociais e arquitetônicas”.

Sensacional. Claro, tudo será ‘chute’ (chutes calculados, evidentemente). Mas não é curioso imaginar o Brasil e seus vizinhos daqui 90 anos?

– Ministro do Desenvolvimento agradece ao Guardiola

Com o baile que o Santos levou no Japão, em noite de gala do Barcelona de Pepe Guardiola, o noticiário político fica um pouco esquecido.

Quem deve estar tomando um suspiro maior é o Ministro do Desenvolvimento Fernando Pimentel. Depois das denúncias de “O Globo”, quase caiu (mais um, hein?).

Será que até o ano que vem nenhum ministro vai cair?

– A Morte de Christopher Hitchens

O polêmico Christopher Hitchens faleceu nesta semana. Inteligentíssimo escritor, mas polêmico na mesma proporção, escrevia principalmente sobre uma de suas bandeiras: a apologia ao ateísmo. Dele é o livro “Deus Não é Grande” (2007), onde defende que:

Deus não existe, assim como a idéia de ter um Deus é idiota, infeliz e faz mal à saúde física e mental”.

Sua marca era se autodenominar “antiteísta”, ou seja, combater os que crêem. Uma pena, pois de tão inteligente que sempre foi, cegou-se para a fé.

Mas, enfim, deve-se respeitar todas as crenças. E as não-crenças também.

Compartilho o que escreveu Luiz Felipe Pondé, na Folha de São Paulo do último sábado:

Existe vida após a morte? Existe um Deus do outro lado? Valeu a pena ser honesto, fiel e generoso? Para um ateu, nada disso é importante. A morte é apenas a parada final do corpo. A máquina faliu.

Profundo, não?

– Verdadeira Copa do Mundo de Clubes: a fase decisiva da Champions League…

Hoje, ao assistir a exibição do Barcelona contra o Santos pelo Mundial de Clubes da FIFA, me convenço, com dor no coração: o Verdadeiro Mundial de Clubes é a Liga dos Campeões da Europa, em sua fase decisiva.

Os melhores jogadores estão lá; os maiores clubes, a grana e o futebol mais competitivo também. Digo isso sem sentimentalismo pois é a realidade.

E digo mais (isso já estava convencido): nos próximos 100 anos, não teremos um atleta jogando na América do Sul vencendo o Bola de Ouro da FIFA. Não há dúvidas.

E você, o que pensa sobre isso? Deixe seu comentário:

– Não Existe Prevenção contra Tragédias oriundas das Chuvas?

Morrerão pessoas neste verão. E nos próximos

Aloísio Mercadante, Ministro, sobre as tragédias possíveis das chuvas de verão.

Ora, realmente é difícil controlar a força e a imprevisibilidade da natureza. Mas em certos momentos/situações, é possível. Ou não?

O discurso do Mercadante é desanimador, embora sincero e realista. O que fazer?