– Terminal Desaba antes da hora? A Crise Aérea continua

Quem costuma viajar de avião sente na pele o caos que os aeroportos brasileiros estão.

E não é que em Cumbica, com terminais improvisados para aumentar a sua capacidade, ocorreu um desabamento do novo saguão que seria entregue em poucos dias?

Adaptaram uma nova área por R$ 86 milhões, ao invés de fazer algo decente, seguro e permanente. E agora, José?

Novamente, quem paga a conta é o passageiro.

– Campeonato por Pontos Corridos e Mata-Mata: o que é mais justo?

Estamos na derradeira rodada do Campeonato Brasileiro. Depois de 37 rodadas, fica a pergunta: gosta dos Pontos Corridos ou prefere o Mata-Mata?

Sou a favor dos pontos corridos, pois considero o sistema mais justo. Privilegia a regularidade e promove a emoção em cada rodada.

Porém…

De todo, não acho ruim o sistema de jogos eliminatórios (o popular mata-mata). Ter um evento único como final monopoliza as atenções. Domingo, por exemplo, teremos várias finais (para Título, classificação a Libertadores e Rebaixamento) e a atenção estará repartidíssima entre tantas partidas. Os Cearenses estarão atentos para a queda ou não do seu clube; Flamenguistas preocupados com a vaga para a Liberta-12, e assim por diante.

Já pensaram se um único jogo ocorresse para decidir o Brasileirão, onde o Brasil inteiro estivesse concentrado para a finalíssima? E, pela tabela, líder contra vice-líder? Teríamos um só jogo parando o Brasil, que seria Corinthians X Vasco. Não teríamos vários jogos dividindo o país.

Mas, ainda assim, prefiro os pontos corridos. Premia, na prática, o melhor.

E você: o que prefere? Deixe seu comentário:

– A Kodak tem Prejuízos há 4 anos! E a Culpa é de quem?

Um ícone americano, a Kodac, tão tradicional em câmeras e filmes fotográficos, está em grande crise. E o que fazer?

Extraído da Exame (http://is.gd/MYcA9H)

A KODAK ESTÁ MUITO MAL NA FOTO

Os números apresentados na mais recente conferência para os investidores da Kodak, no início de novembro, não chegaram a surpreender. No terceiro trimestre, a companhia registrou prejuízo de 222 milhões de dólares e queda no faturamento nos primeiros nove meses do ano de 17% em relação ao mesmo período de 2010.

A agonia enfrentada por uma das empresas mais tradicionais dos Estados Unidos já se arrasta há mais de uma década. Desde o fim dos anos 90, a Kodak vem encolhendo e sangrando.

No ano passado, as perdas chegaram a 687 milhões de dólares e, de acordo com as previsões de mercado, neste ano a empresa, que não ganha dinheiro desde 2007, deve fechar com mais prejuízos de cerca de 420 milhões de dólares. 

Em seu pronunciamento na última divulgação de resultados, o presidente mundial da Kodak, o espanhol Antonio Pérez, abriu o jogo — embora isso fosse desnecessário: a situação é dramática.

A companhia precisa levantar recursos urgentemente para continuar a operar em 2012 e isso vai depender do sucesso da venda de cerca de 1 100 patentes depositadas nos Estados Unidos e relacionadas à tecnologia de imagens digitais. Incapaz de explorar as inovações que desenvolveu, a Kodak decidiu abrir mão delas.

As patentes, que poderiam interessar a empresas como Apple, Microsoft, além de fabricantes de equipamentos fotográficos e software, são avaliadas pelo mercado em pouco mais de 2 bilhões de dólares — quantia suficiente para manter a Kodak viva mais alguns anos.

Em outubro, a Imax, empresa especializada na exibição de filmes 3D, anunciou ter assinado um acordo para usar tecnologias para cinema digital desenvolvidas pela Kodak — o valor não foi divulgado. A expectativa é que a Imax consiga, já em 2013, aumentar a qualidade e a nitidez da imagem nas supertelas, com pretos mais intensos, cores mais vibrantes e contrastes mais definidos. 

Intensificar esse tipo de acordo é a única opção com que a Kodak conta no momento para refazer seu caixa. “Sou obrigado a informá-los sobre a situação, que pode parecer alarmante, mas quero ressaltar que estamos muito confiantes e otimistas sobre o sucesso da construção da nova Kodak”, disse Pérez durante a conferência.