– 6 anos de uma “garfada” na Libertadores da América (Corinthians 1×1 Boca Júniors)

Detesto usar termos que levem à suspeita de má intenção na arbitragem. Vivi no meio e sei como funciona, quando “é” ou “não é” picaretagem.

exatos 6 anos, vi algo que “é”. Em 16 de maio de 2013, depois da confusão na Bolívia (o assassinato de Kelvin Spada e seus desdobramentos em Oruro), o árbitro paraguaio Carlos Amarilla assaltou o Corinthians no Pacaembu contra o Boca Júniors.

Relembre a análise da sua estranha atuação que fizemos no nosso blog na época, pós jogo:

ANÁLISE DA ARBITRAGEM DE CORINTHIANS 1X1 BOCA JÚNIORS

Erros determinantes na decisiva partida da Libertadores da América no Pacaembu. Vamos a eles?

Foram 4 momentos importantes:

LANCE 1– 09’: Emerson Sheik e Marin dentro da área, o corinthiano está prestes a dominar a bola e o zagueiro argentino dá um tapa deliberado nela. Pênalti! E aí não tenho dúvida sobre o motivo do árbitro errar: ele estava mal posicionado, fora da diagonal, num lado cego da jogada. Repare que ele vem da direita para o centro do ataque do Corinthians, enquanto deveria estar mais do lado esquerdo. Neste caso, se tivéssemos o árbitro assistente adicional (AAA) posicionado na linha de meta, poderia-se ajudar o árbitro paraguaio Carlos Amarilla. Não foi equívoco de interpretação, o juizão (creia-se) não deve ter visto a mão. Primeiro erro da arbitragem.

Um erro sempre traz consequências negativas: o zagueiro 29 Marin já tinha recebido amarelo. Se fosse marcado pênalti, segundo amarelo e expulsão. Mas foi Sheik quem recebeu a Advertência por reclamação…

LANCE 2– 23’: Emerson lança a Romarinho, que está a aproximadamente 1 metro do penúltimo adversário (portanto, posição legal). Ele ganha do argentino e fica de frente para o gol, chutando para as redes. Porém, o assistente no1 Rodinei Aquino marcou impedimento. Romarinho faz o gol com o goleiro já “desistindo” da defesa, devido ao bandeira ter levantado seu instrumento. Ora, isso é irrelevante, pois fatalmente o gol seria marcado, caso o lance não fosse paralisado, pela “situação clara de gol”. Segundo erro da arbitragem, em lance fácil.

LANCE 3 – 60’: Sheik cruza, Paolo Guerreiro tenta o gol de cabeça, o goleiro Orion espalma e no rebote Paulinho consegue fazer o gol. Lance anulado. Houve a dúvida se foi marcado impedimento ou falta. Verifique que o bandeira no2 Carlos Cáceres ergueu seu instrumento quando Paulinho vai disputá-la. Portanto, impedimento. Terceiro erro da arbitragem.

Confesso que não consegui ver se o árbitro reiniciou o lance com tiro livre indireto (assim, teria confirmado o impedimento do bandeira, com gesto de braço erguido) ou com tiro livre direto (alegando alguma falta, gesto do braço abaixado). Em particular, Paulinho e Caruzzo se aguarram diversas vezes. Um árbitro caseiro marcaria pênalti; um árbitro fraco marcaria falta de ataque; e um árbitro bom mandaria seguir o lance.

LANCE 4 – 81’: Sheik está na grande área e o adversário dá um empurrão. Em jogos mais calmos, o erro passaria batido. Mas, novamente faço a observação: se tivéssemos o AAA atrás do gol, novo pênalti seria marcadoQuarto erro do árbitro.

Aliás, que se registre: tanto na 3a feira quanto nesta 4a as arbitragens frustaram a expectativa: Juan Soto era talento em ascensão em Palmeiras x Tijuana, e Carlos Amarilla talento reconhecido em Corinthians x Boca JuniorsAmbos decepcionaram…

Lembrando que no prazo de uma semana, o “trio de ferro paulista” foi eliminado da Libertadores. Má fase dos clubes de São Paulo, somada à má fase da arbitragem.

Uma última observação: para quem gosta de teorias conspiratórias, vale o registro: Amarilla é quase um “brasiguiao”, o árbitro preferido da CBF nos amistosos da Seleção Brasileira na América do Sul. E como há una certa rinha política entre Marco Polo Del Nero e Andrés Sanches… (Ops: eu não creio nisso, prefiro pensar em algo mandado pela Conmebol – vide caso de Oruro…!).

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– Quarta-Feira em Cinco Fotos!

Olá amigos! Torcendo para que tenhamos um bom dia de vida, logo cedinho fui correr como de costume. Um clique de motivação abaixo (1):

Durante o cooper, pensando nas coisas do Céu, e hoje pedindo a intercessão da Virgem Maria, invocada como Nossa Senhora de Fátima. Clique de reflexão no amor de mãe (2):

Ufa, depois de suar, relaxar! Alongando no jardim, com a beleza das rosas. Essa aqui é uma das minhas roseiras preferidas. Clique de coloração para a tela (3):

E para que o dia seja inspirado, um horizonte inspirador. Que cenário foi esse pintado pelo Criador? Clique de contemplação (4):

Ok, para que tenhamos uma 4a feira perfeita, a lembrança de uma maravilhosa pedalada com minha Estelinha, brincando de se esconder atrás das flores que colhíamos no caminho da nossa pequena aventura. Clique fofurice (5):

#FOTOGRAFIAéNOSSOhobby

 

– Relembrando os 11 valores do Futebol, segundo a UEFA

Veja que bacana: há 8 anos o ex-jogador Michel Platini assumia a presidência da UEFA, “escalando” para seu mandato o respeito a 11 valores para o futebol.

Veja se são pontos atuais (embora o próprio Platini tenha sido acusado de corrupção).

Abaixo, extraído de: http://pt.uefa.com/uefa/keytopics/kind=64/newsid=813465.html

FUTEBOL E RESPONSABILIDADE SOCIAL

Michel Platini, Presidente da UEFA, apresentou 11 valores-chave, o número de jogadores de uma equipa de futebol, como base para as futuras actividades e diálogos do organismo a nível político, económico, social e desportivo.

Onze valores
Platini destacou os 11 valores num discurso aos representantes das 53 federações que compõem a UEFA, delegados da família do futebol mundial e convidados do XXXIII Congresso Ordinário da UEFA, realizado em Copenhaga, na Dinamarca, na quarta-feira.

Os valores da UEFA para o futuro do futebol europeu, apresentados por Platini, são os seguintes:

1-Futebol em primeiro lugar
Em tudo o que fazemos, o futebol deve vir sempre em primeiro lugar, e o elemento mais importante a ter em consideração. O futebol é um jogo, antes mesmo de ser um produto; um desporto, antes de ser um mercado; um espectáculo, antes de ser um negócio.

2-Estrutura piramidal e subsidiariedade
A nível internacional e europeu, a autonomia do desporto é reflectida pela estrutura piramidal do futebol. FIFA, UEFA e as federações nacionais trabalham de mãos dadas, enquanto respeitam o princípio de subsidiariedade. Isto permite-nos defender os interesses do futebol da melhor maneira possível.

3-Unidade e liderança
A UEFA não opera de forma autoritária. Vamos continuar a mostrar uma liderança forte, mas a operar segundo um princípio de consenso. Para além das federações nacionais, vamos envolver todos os intervenientes (ligas, clubes, jogadores) no processo de decisão do futebol europeu, em particular através do Conselho Estratégico para o Futebol Profissional, para que o Comité Executivo possa tomar as decisões certas. E temos como objectivo aprofundar a relação com os adeptos do futebol, sem os quais não haveria o jogo a nível profissional.

4-Boa governação e autonomia
A UEFA e as federações que dela fazem parte comprometem-se com a boa governação. Isso significa abertura, democracia, transparência e responsabilidade. Imbuída neste espírito, a UEFA defende a autonomia da estrutura do desporto, para que os órgãos que tutelam o futebol – com as federações nacionais à cabeça – sejam os elementos de decisão definitiva nos assuntos que dizem respeito à modalidade, sem que haja interferência excessiva dos governos.

5-Futebol de formação e solidariedade
O Futebol assenta na formação, jogado em toda a parte por homens e mulheres; rapazes e raparigas. O futebol profissional é só a ponta do icebergue. A UEFA vai continuar a ser solidária, cada vez mais, para proteger o futuro do futebol e transmitir os benefícios alargados que o nosso desporto traz à sociedade como um todo. E é também porque a força do futebol assenta na formação que temos de preservar as identidades locais, regionais e nacionais do jogo, sempre de acordo com a lei.

6-Protecção aos jovens e educação
Como órgão que gere o futebol europeu, a UEFA tem uma responsabilidade desportiva e moral. As transferências de jogadores menores acarretam inúmeros riscos. Não nos esqueçamos que jogadores menores de 18 anos são crianças ou adolescentes. Queremos proteger o futuro das crianças no futebol e impedi-las de serem levadas da sua pátria para outros países ainda muito novas.

7-Integridade desportiva e apostas
As apostas são uma fonte de financiamento, mas também um risco para o futebol, especialmente para a integridade das competições. É justo que o futebol obtenha a sua quota-parte de receitas provenientes das apostas. No entanto, a nossa atenção principal deve centrar-se no empenho total em proteger a integridade desportiva e a gestão adequada das nossas competições, de modo a preservar o verdadeiro espírito do jogo.

8-Equidade financeira e regularidade de competições
A UEFA apoia o “fair play” dentro e fora do terreno de jogo. A equidade financeira significa que os clubes operam de forma transparente e responsável, para proteger as competições desportivas e os próprios clubes. A equidade financeira serve para que os clubes não entrem numa espiral de dívidas de modo a poderem competir com os seus rivais, mas sim para que o façam com os seus próprios meios, isto é, de forma sustentável e com os recursos que geram.

9-Selecções e clubes
O futebol de selecções e de clubes são vitais e elementos complementares do futebol. A UEFA vai permanecer empenhada em assegurar que o equilíbrio é mantido, e se possível reforçado, já que o desenvolvimento do jogo a nível nacional, europeu e mundial depende disso.

10-Respeito
O respeito é um valor chave do futebol. Respeito pelo jogo, integridade, diversidade, dignidade, saúde dos jogadores, regras, árbitros, adversários e adeptos. A nossa mensagem é clara: tolerância zero para com o racismo, violência e doping. O futebol une as pessoas e ultrapassa as diferenças existentes. A cor da pele é invisível sob a camisola e, para a UEFA, vai ser sempre assim. O racismo e qualquer outra forma de discriminação nunca serão tolerados. A UEFA não vai pactuar com a violência, seja no campo ou nas bancadas. O futebol tem que dar o exemplo.

11-Modelo desportivo europeu e especificidade do desporto
A UEFA é um organismo europeu e permanece totalmente comprometida com o modelo desportivo europeu, que se caracteriza pela promoção e despromoção, o princípio da solidariedade, bem como das competições abertas e oportunidade para todos. É isto que o desporto – em especial o futebol – representa. Temos que proteger este modelo porque o desporto não é simplesmente um negócio como outro qualquer, e não podemos permitir que seja ameaçado. Vamos continuar a defender a especificidade do desporto e estamos convencidos que os nossos argumentos vão prevalecer, para bem do futebol.

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– O “Anjo bom da Bahia”! Irmã Dulce, enfim, será canonizada!

Uma das mulheres mais respeitadas ao longo dos tempos nos dias modernos, foi Irmã Dulce, tão querida pelos pobres que ela tanto ajudou. Uma santa em vida!

Agora o Vaticano anuncia: os milagres necessários ao processo de canonização (ou seja, decretar que se aceita que alguém entrou no Céu e está na Comunhão dos Santos, ganhando o reconhecimento de santidade pela Igreja Católica) foram comprovados.

Portanto, em breve, o Brasil ganhará a primeira santa nascida no país: Santa Dulce dos Pobres!

Extraído de: https://brasil.estadao.com.br/noticias/geral,vaticano-reconhece-segundo-milagre-e-irma-dulce-sera-proclamada-santa,70002828165

IRMÃ DULCE SERÁ DECLARADA SANTA

O Papa Francisco assinou nesta segunda-feira, 13, um decreto que reconhece o segundo milagre atribuído a Irmã Dulce e fará com que ela seja proclamada santa. Irmã Dulce foi beatificada em 22 de maio de 2011.

A informação foi divulgada pelo “Vatican News”, canal oficial de comunicação da Santa Sé. O site afirma que a canonização da Irmã Dulce acontecerá em celebração solene de canonizações.

Francisco recebeu em audiência, nesta segunda-feira, o prefeito da Congregação das Causas dos Santos, cardeal Angelo Becciu, e autorizou a promulgação do decreto.

O milagre é atribuído à intercessão da beata Dulce Lopes Pontes (nome de batismo: Maria Rita Lopes de Sousa Brito), conhecida como Irmã Dulce – “O Anjo bom da Bahia”, recordada por sua obras de caridade e de assistência aos pobres e necessitados. A canonização de Irmã Dulce será a terceira mais rápida da história (27 anos após seu falecimento) segundo a instituição Obras Sociais Irmã Dulce (Osid).

Religiosa da Congregação das Irmãs Missionárias da Imaculada Conceição da Mãe de Deus, a Beata Irmã Dulce nasceu em Salvador em 26 de maio de 1914 e ali faleceu em 22 de maio de 1992.

O processo para o reconhecimento da santidade de Irmã Dulce foi iniciado em janeiro de 2000, quando os restos mortais da freira, que estavam na Igreja da Conceição da Praia, foram transferidos para a Capela do Convento Santo Antônio, na sede das Obras Sociais Irmã Dulce, também em Salvador. Nesta segunda, o papa também reconheceu, por decreto, as virtudes “heroicas” do religioso Salvador Pinzetta (nome de batismo, Hermínio Pinzetta), religioso da Ordem dos Frades Menores Capuchinhos, nascido em Casca, no Rio Grande do Sul, em 27 de julho de 1911, e falecido em Flores da Cunha, no mesmo Estado, em 31 de maio de 1972.

Etapas do processo de canonização

A canonização de Irmã Dulce foi iniciada em janeiro de 2000. Em abril de 2009, o papa Bento XVI reconheceu as virtudes heroicas da Serva de Deus Dulce Lopes Pontes, autorizando oficialmente a concessão do título de Venerável à religiosa.

O título é o reconhecimento de que Irmã Dulce viveu, em grau heroico, as virtudes cristãs da fé, esperança e caridade.

Em outubro de 2010, a Congregação para a Causa dos Santos, através de voto favorável e unânime de seu colégio de cardeais e bispos, atestou a autenticidade do primeiro milagre atribuído à Irmã Dulce, cumprindo, dessa forma, a última etapa do processo de beatificação. Já no dia 10 de dezembro de 2010, o papa Bento XVI autorizou a promulgação do decreto do primeiro milagre.

Irmã Dulce foi então beatificada no dia 22 de maio de 2011, em cerimônia realizada no Parque de Exposições de Salvador, reunindo mais de 70 mil pessoas. Na ocasião, a freira baiana foi coroada como a primeira beata nascida na Bahia e passou a se chamar Bem-aventurada Dulce dos Pobres, tendo o dia 13 de agosto como data oficial de celebração de sua festa litúrgica. Faltava apenas a validação de um segundo milagre para que a religiosa fosse então canonizada.

Quem foi Irmã Dulce

Maria Rita de Souza Brito Lopes Pontes nasceu em 26 de maio de 1914 em Salvador (BA). Segunda filha do dentista Augusto Lopes Pontes e de Dulce Maria de Souza Brito Lopes Pontes, a menina que gostava de soltar pipa e jogar futebol manifestou o interesse pela vida religiosa no início da adolescência.

Segundo a instituições Obras Sociais Irmã Dulce, por volta de 1927, aos 13 anos de idade, a adolescente começou a atender doentes no portão de casa, conhecida mais tarde como ‘A Portaria de São Francisco’, tal a aglomeração de desassistidos.

Em 1933, a jovem ingressou na Congregação das Irmãs Missionárias da Imaculada Conceição da Mãe de Deus, no Convento de Nossa Senhora do Carmo, em São Cristóvão (Sergipe). No mesmo ano, recebeu o hábito e adotou, em homenagem à sua mãe, o nome de Irmã Dulce.

EM 1935, Irmã Dulce iniciou um trabalho assistencial nas comunidades carentes, sobretudo nos Alagados, conjunto de palafitas que se consolidara na parte interna do bairro de Itapagipe. Nessa mesma época, começou a atender também aos operários, criando um posto médico e fundando, em 1936, a União Operária São Francisco – primeira organização operária católica do estado.

Em 1939 ocorreu o fato que definiu o futuro de sua ação social: a invasão de cinco casas, na Ilha dos Ratos, para abrigar doentes que não tinham onde ficar. Dez anos depois, Irmã Dulce ocupou, com autorização da sua superiora, o galinheiro do Convento Santo Antonio (inaugurado dois anos antes), levando para lá 70 doentes.

A iniciativa deu origem à tradição oral propagada há pelo povo baiano de que a freira construiu o maior hospital da Bahia a partir de um galinheiro. Em 1959, foi estabelecida oficialmente a Associação Obras Sociais Irmã Dulce e, no ano seguinte, inaugurado o Albergue Santo Antônio.

Doentes, albergados, deficientes e órfãos: o trabalho assistencial de Irmã Dulce que respirava com apenas 20% da capacidade pulmonar, atingiu proporções ainda maiores nas três décadas seguintes, sendo definido pela própria freira como “a última porta” a quem recorrem os menos assistidos.

Irmã Dulce morreu no dia 13 de março de 1992, aos 77 anos, no Convento Santo Antônio, ao lado de seus doentes. O túmulo da freira está na Capela das Relíquias, local para onde seus restos mortais foram transferidos após exumação, em 9 de junho de 2010. A visitação está aberta durante todos os dias, das 7h às 18h. A capela fica no Santuário de Irmã Dulce, na Avenida Dendezeiros do Bonfim (no bairro do Bonfim), em Salvador.

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– Ninguém vai abrir a Caixa Preta do BNDES?

Todo mundo comenta, reclama, sabe e cobra a respeito do Banco Nacional de Desenvolvimento Social, o BNDES. Afinal, a instituição foi acusada (justamente) por soltar crédito muito barato “aos amigos do Rei”, ou seja, às grandes empresas aliadas em corrupção ao ex-presidente Lula. Nações como Venezuela, Angola e Cuba (ditaduras esquerdistas) receberam altos valores, e o retorno, até agora, nenhum.

Dito isso, lembro-me que na última eleição a população cobrou veementemente que o BNDES fosse investigado. Mas até agora… o que aconteceu com essa “caixa preta”? É tão difícil de se abrir ou não se pode?

Atualmente, de maneira correta não se solta crédito a empresas que não precisam  de dinheiro barato e nem aos aliados políticos. Só que a quem precisa, esse recurso está fechado também! O BNDES cortou TUDO, descriteriosamente.

Até quando o brasileiro vai ficar esperando que o banco seja bem administrado de verdade e os recursos liberados adequadamente? Já era hora para o atual Governo esclarecer tudo isso…

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– Há 2 anos, momento de felicidade ímpar!

Exatamente em 14 de maio de 2017, celebrava-se o dia das mães. E celebrávamos também a saída da nossa caçulinha Maria Estela Porcari da UTI do Hospital Santa Elisa, indo para o quarto (como um verdadeiro presente da data comemorada para a mamãe Andréia).

Lembramos a publicação dessa maravilhosa notícia emhttps://professorrafaelporcari.com/2017/05/14/nosso-presente-do-dia-das-maes-foi-a-saida-da-uti-de-nossa-filhinha/

Vejam só como estava tão pequenina na época:

Agora, dois anos depois, tão gordinha! Abaixo:

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A minha foto preferida:

Graças a Deus!

– Cores da 3a feira!

Tenhamos todos um dia inspirado com esse belo amanhecer clicado abaixo:

(Hoje, 14/05/19, 06H20, na divida das cidades de Jundiaí e Itupeva.)

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– Os critérios para escalar árbitros nas divisões menores!

Aqui, um exercício de rememorização bem bacana para falar algumas coisas sobre a arbitragem na última divisão profissional do Estado de São Paulo. Vamos lá:

Ao invés de usar “Segunda Divisão Profissional Sub 23” (que na prática é a 4a divisão), usei ÚLTIMA (sem demérito) no parágrafo acima pois é sempre na última divisão que você pode começar a testar um juiz de futebol. 

Por motivos óbvios, você não testará um árbitro que tem dúvida da sua qualidade logo num jogo de A3 ou A2. Por ser incógnita, tem que testar nos jogos amadores e só depois dar chance na divisão profissional mais baixa. Dessa forma, é natural que erros ocorreram. E aí, quando já se percebe que o árbitro faz o be-a-bá muito bem, escala-se em jogos mais difíceis para se ter a real noção do quão ele reage em meio a pressão.

Um exemplo: quando eu tinha 19 ou 20 anos, já atuando nos jogos amadores da FPF, fui escalado para a minha primeira partida em que apitaria jogadores profissionais, na série B1B (que virou B2 e que na prática era a quinta e última divisão na década de 90). O jogo era Flamengo de Guarulhos x Jacareí (se permitia qualquer jogador independente de idade, e havia uma seleção de veteranos no time homônimo do RJ: Gilmar, ex-goleiro do Palmeiras, era o capitão).

A partida foi tranquilíssima: 10×0 para o time da casa (e com um a menos, pois expulsei o zagueiro flamenguista). A diferença entre os clubes era grande demais, e após o jogo, o “seu Abel” (Abel Barroso Sobrinho, um homem mítico da arbitragem paulista) foi ao vestiário e disse que me escalaram próximo da Capital para me conhecerem melhor.

Dessa forma, a escala seguinte foi um pouquinho mais difícil, aumentando gradativamente. Descíamos para a série B3 (a sexta divisão) para os jogos mais disputados, ou subíamos para a B1 (que é a divisão que o Paulista está hoje) para ganharmos experiência. Daí até se chegar à A3 e A2, revezando escalas como quarto-árbitro na A1.

Isso era “subir degrau-a-degrau”, “passo-a-passo”, sem atropelos na carreira e ganhando maturidade.

Quando o Galo começou a cair da série A1 para a derrocada atual, nós vimos jovens árbitros querendo oportunidade mesclados com árbitros experientes em final de carreira, somente para dizer que “tiveram escalas”. O critério estava mudando pela comissão de árbitros que atuava na época mais recente.

Para que árbitros beirando os 45 anos em jogos da última divisão, que fossem “de meio de tabela”? Não faz sentido, tem que colocar jovens. Me recordo que numa temporada da B1B, tínhamos a final entre o Aparecida x Lousano Valinhos, e quem apitou foi o Alfredo Santos Loebeling, que já era conhecido e que seu propósito era “evitar confusão na final”. Entendo bem: era para dar segurança a um jogo importante, não era oportuno testar. Mas nas demais partidas, os novatos foram escalados.

Na atual Comissão de Árbitros, com o Ednilson Corona (já era assim com o José Henrique de Carvalho, que não está mais na CA-FPF), a coisa “voltou a ser inteligente”. Jovens árbitros estão tendo oportunidade, e o Estádio Jayme Cintra é propício para alguém vir observar in loco, como o acontecido décadas atrás comigo em Guarulhos.

Nas últimas partidas, tivemos árbitros muito inexperientes em jogos do Paulista (e um deles, que não conheço pessoalmente mas que elogiei a excelente atuação foi João Victor Gobbi). Os amigos da CA-FPF, que lêem as análises de jogos que publico, sabem desse bom valor. Outros foram razoáveis e, segundo amigos que estiveram no Vale do Paraíba, uma péssima última atuação do árbitro (eu não estava presente nesta transmissão).

A “amplitude de competência” (das piores às melhores atuações) é grande na 4a divisão. Assim, é aceitável que se teste, mas em jogos em que exista maior necessidade de atenção e experiência, é preciso colocar árbitros mais amadurecidos.

Enfim, acho valido que outros árbitros sejam colocados à prova, mas nem sempre em jogos do Paulista. A questão é que, como o Galo se tornou o “grandão” frente os demais (pela história e pela atual campanha), é natural que se coloquem árbitros com mais dúvida para serem escalados pois a lógica diz que, se perder pontos por erro de arbitragem, o time “sente menos prejuízo” devido ao potencial que tem. 

Uma lógica que discuto, claro. Mas vale a reclamação formal, se realmente foi ruim a atuação (assim como os elogios relatados quando se vai bem).

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– O dificílimo lance do gol mal anulado do Vasco e observações da constrangedora situação envolvendo Sidão! Ah, Redes Sociais.

Que lance difícil (embora mal anulado) o gol do Vasco contra o Santos, hein?

Veja esse curto vídeo: https://youtu.be/Fz4qRl2tC4w. Aos 6 segundos, Maxi Lopez (VAS) está em impedimento passivo (nesse tipo de situação, há pelos menos 20 anos não pode se anular um gol, se ele resulta de um posicionamento como esse, ou seja, sem participar da jogada). Um jogador do Vasco que tem a posse de bola, nesse instante, a passa para um companheiro (não a Maxi Lopez). Esse jogador é quem vai tocar para o gringo, que já saiu da posição de impedimento e está na mesma linha da zaga santista. Aqui, um lance extremamente ajustado, difícil para o olho nu e também para o recurso tecnológico, especialmente pois a bola é carregada até o instante de que está em mesma linha (tudo coincidentemente, não havia tempo para o atacante pensar nisso, nem para o bandeira ser convicto – e com a orientação nova, em lances assim de dúvida, deixe a jogada seguir até a consulta ao VAR).

O grande problema é que existe uma imagem congelada, circulando nas Redes Sociais, onde esse atleta carrega a bola e Maxi Lopez ainda está voltando do impedimento. Não é ali que deve se atentar se está impedindo ou não, é no detalhe do milésimo de segundo quando a bola é tocada – e aí o lance está regular, pois o argentino passa a estar em situação legal.

Tal jogada é maravilhosa para se discutir e entender detalhes da Regra do Jogo, embora seja uma sacanagem condenar o erro na marcação (mesmo com árbitro de vídeo) tamanha a dificuldade. É lance bacana para Escola de Árbitros. Entretanto, pelo que jogou o Santos FC (que intensidade esse time tem, e como sai da mesmice do futebol brasileiro), o gol talvez não implicaria num resultado diferente do que vitória santista. ATUALIZANDO – imagens didáticas aqui: https://wp.me/p4RTuC-nek.

O que chamou a atenção na partida, logicamente, foi o caso do goleiro Sidão, que levou o prêmio de melhor em campo pela equipe da TV Globo (embora tenha tido uma horrorosa atuação) por ironia dos torcedores que votaram no site da emissora. E eis o problema: com todo respeito, o cara que foi o pior em campo (infelizmente seu trabalho foi péssimo) e que já estava chateado não só por isso, mas por uma série de fatores particulares extra-campo (e a data do dia das mães tem uma relação com esses problemas), acabou sendo humilhado ao vivo.

Sejamos justos: a repórter, além da equipe que narrou e comentou o jogo, estavam constrangidos com tal fato (já se sabe que a direção de esportes ordenou que o troféu fosse entregue mesmo assim). Sidão, elegantemente, não mandou todos para “aquele indelicado lugar”.

A Globo já pediu desculpas e disse que mudará o método de votação. Mas fica a constatação: o perigo do “tudo pode” das redes sociais, onde os imbecis têm a mesma oportunidade de se expressar (isso faz parte da democracia) do que um cara educado e sensato. Às pessoas físicas, basta exclui-las do seu Facebook ou Twitter. Às empresas, já é algo mais difícil de controlar.

Força Sidão! Respeito sempre se fará necessário.

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– As imagens para um lance discutível, bom para se debater!

Falamos sobre o complicadíssimo lance do gol do Vasco no jogo contra o Santos, postagens atrás (vide aqui: https://wp.me/p4RTuC-nef)

Explicando por imagens (lembrando que no vídeo, em tempo real, sempre é melhor):

1- O 1o lance: o de Amarelo toca para o Azul (deve ser o Picachu). Maxi Lopez, que é o Vermelho, em impedimento passivo (se a bola vai para ele aí, passa a ser impedimento ativo).

2- O 2o lance: o de Azul recebe o toque do de Amarelo, e Maxi vai voltando devagar, enquanto o corintiano começa a se projetar.

3- Quando sai o passe do Azul para o Maxi (não na imagem congelada da Globo, onde ele está com ela dominada, antes de soltar efetivamente), o Maxi está em linha com o zagueiro.

Portanto, gol legal!

– Eu queria ser a Tartaruga dessa foto…

Como a segunda-feira começou feia, cinzenta, e sem graça, um clique colorido de verde-natureza (de dias atrás) para desejar esperança na semana que se inicia! Abaixo, o clique das 13h no Parque Botâncio Eloy Chaves, em Jundiaí (vale a pena conhecê-lo):

Tomando um banho de sol relaxadamente, esperando o almoço fazer digestão e sem se preocupar com a vida: é essa a situação da tartaruga que encontramos em cima da pedra à beira do lago! E que preguiça…

Inveja?

#FOTOGRAFIAéNOSSOhobby

– O acerto da não marcação de pênalti em Corinthians 0x0 Grêmio.

O treinador do Grêmio, Renato Gaúcho, reclamou do pênalti primeiramente marcado e depois corretamente revisto e anulado pelo árbitro Marcelo de Lima Henrique através do vídeo na Arena de Itaquera. Foi “bola na mão” da defesa do Corinthians e não “mão intencional na bola” (nem movimento antinatural).

Aqui residem duas situações:

1. Muita gente confundindo nos comentários (especialmente em Redes Sociais) de que a Regra mudou e toda bola que bater no braço ou na mão é infração. Nada disso! O que mudou é que tal situação é verdadeira a partir de agora em lance que possa surgir um gol, batendo no braço / ou mão do atacante. Na defesa, continua a mesma coisa!

2. O goleiro Paulo Victor, à Rádio Bandeirantes no pós-jogo, sustentou que entendeu ter sido pênalti pois:

“A gente recebe muita palestra da CBF sobre isso e ouve sempre falar que tem que jogar com o braço colado no corpo, senão é pênalti”.

Se ouviu isso mesmo, foi um enorme equívoco de quem mal orientou. Lembre-se: a posição dos braços não pressupõe necessariamente infração, A NÃO SER QUE SEJA MOVIMENTO ANTINATURAL, ou seja, que o atleta tenha disfarçadamente a intenção de que a bola bata em sua mão, correndo de maneira não-natural com seus braços.

A mim, sempre ficou claro que o que confunde o atleta é o uso equivocado da expressão dita e repetida pela CBF “correr risco da bola bater em sua mão“, pois isso representa situação de imprudência e, na avaliação da marcação de faltas, somente no uso da mão na bola na defesa não entra a questão de ser imprudente, mas é exclusivamente a de ter intenção.

Caso fosse válida a afirmação de Paulo Victor, todo atleta teria que andar anatomicamente desengonçado. Já viu correr no futebol com os braços colados ao corpo? Ou ainda: viraria “queimada”, pois o atacante iria mirar a mão / braço do defensor.

Parabéns ao árbitro por fazer bom uso do VAR.

 

– Domingo Lindo!

Nem é preciso escrever nada, pois a paisagem de hoje diz tudo. Veja o amanhecer às 06h20 em Jundiaí, na Rodovia Anhanguera:

#FOTOGRAFIAéNOSSOhobby

– Tenha juízo, Neymar!

Viram as punições que sofreu Neymar nesta semana?

Três jogos de suspensão pela UEFA, por conta de ir até o vestiário da arbitragem reclamar e socar na porta após a eliminação da Champions League; mais três jogos pela Federação Francesa após a agressão ao torcedor ocorrida na premiação de vice-campeão da Copa da França.

Que coisa, Ney Jr. Jogue apenas futebol, coisa que você sabe fazer bem. Mas cuidado: as atitudes extra-jogo (aqui, não estou me referindo a fora do esporte / vida privada, mas após o apito final) estão trazendo muita repulsa e nenhum elogio. Para alguém que foi proclamado por muitos como ídolo (sejamos justos: Neymar nunca disse que é um ídolo das pessoas embora tenha sido catapultado a tal; tampouco eu o considero modelo de admiração pelo comportamento – somente o tenho admiração pelo futebol jogado), falta melhorar demais a conduta.

A propósito, é inegável que, apesar destes problemas, a Seleção Brasileira ainda é Neymar + 10. Porém, longe de vestir a braçadeira de capitão.

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– A Criativa Guerra de Memes no Brasil

A Direita e a Esquerda radicais batem-boca no país. Ou melhor: “batem-dedos nos teclados”, pois o mundo virtual é onde as pessoas “perdem o medo de ofender” e não percebem a razão dos limites. Quem consegue ser sensato, apenas observa.

E uma das coisas que mais prolifera são os “Memes”. Inegavelmente são criativos (descartando-se os de Fake News).

Na figura desta postagem (abaixo), um exemplo de como todos os lados querem ter razão:

1- Os Anti-Bolsonaros publicam uma matéria do “Sensacionalista”, fazendo alusão de que a famosa babá da TV, a Supernany, precisa dar um jeito nos “filhos travessos” do presidente.

2- Já os Bolsonaristas ironizam o corte de verbas de cursos de humanas, mostrando um casal de idosos carregando um jovem comunista, em uma cena de vagabundagem explícita do rapaz, escarnindo o presidente com o nome de “Bozo”.

Claro, existirão sempre os críticos, os gozadores e os manifestantes criativos. Todos podem se expressar e defender seu lado, é a democracia. O que não pode acontecer são mentiras ou injúrias, pois aí perdeu-se a razão.

– Sabadão de cores vibrantes!

👊🏻Bom dia!
Com que roupa eu vou? Não sei. Só sei que vou correr!
Verticalizando o esqueleto para o #cooper diário. Quem vem junto?
🏃🏻 #Fui #RunningForHealth #run #corrida #sport #esporte #running

🙏🏻Correndo e Meditando com o #BomJesus de #Pirapora!
“Ó #Senhor Bom #Jesus, socorrei-nos em nossas angústias. Amém.”
⛪ #Fé #Santidade #Catolicismo #Cristo #MãeDeDeus #Maria #NossaSenhora #PorUmMundoDePaz #Peace #Tolerância #Fraternidade

🌺Fim de #cooper!
Suado, cansado e feliz, alongando e curtindo a beleza das #flores. Hoje, com as mini #begônias (clique de ontem).
🏁 #corrida #treino #flor #flower #flowers #pétalas #pétala #jardim #jardinagem #garden #flora #run #running #esporte #alongamento

🌅Desperte, #Jundiaí.
Que tenhamos um ótimo #sábado com esse cenário ímpar!
🍃 #sol #sun #sky #céu #photo #nature #morning #alvorada #natureza #horizonte #fotografia #pictureoftheday #paisagem #inspiração #amanhecer #mobgraphy #mobgrafia #AmoJundiaí

OPS: Se você achou bonitas as cores da manhã, veja a do #anoitecer de 6ª (não pude deixar de postar o clique da noite caindo):
“A #natureza pode ser bela nos mais diversos horários. Como não se sentir inspirado?”
📸#paisagem #fotografia #céu #mobgrafia #noite #cores

#FOTOGRAFIAéNOSSOhobby

– Sábado é dia dedicado à devoção de Nossa Senhora.

A Igreja Católica devota o sábado às preces marianas. E você sabe por quê?

Abaixo, extraído de: https://arqbrasilia.com.br/a-devocao-a-nossa-senhora-no-sabado/

A DEVOÇÃO A NOSSA SENHORA NO SÁBADO

por Aloísio Parreiras

A Igreja tem por costume dedicar o dia de sábado à devoção a Nossa Senhora. A razão dessa devoção é simples e está relacionada ao evento da Paixão, Morte e Ressurreição de Jesus, pois no Sábado, depois da Sexta-Feira Santa, a Virgem Maria foi a única pessoa que permaneceu firme, em sua fé, esperando a ressurreição de Jesus Cristo. Aquele Sábado Santo foi o dia em que Nossa Senhora permaneceu sozinha em oração, sem ter a presença física de Jesus ao seu lado e, por isso, esse dia foi considerado o Sábado da solidão, do deserto, da morte e do luto. Foi o dia em que Maria Santíssima chorou e sofreu pela ausência de seu Filho.

No Sábado que precedeu a Ressurreição de Nosso Senhor Jesus Cristo, somente Nossa Senhora, em toda a Terra, personificou a Igreja Católica, pois, como nos contam os Evangelhos, depois da morte de Cristo, os Apóstolos, os Discípulos e as Santas Mulheres titubearam na fé, esqueceram as promessas de Cristo referentes à Sua ressurreição e se trancaram em suas casas com medo de serem perseguidos.

Naquele Sábado Santo, ou melhor, desde a Sexta-Feira Santa, Nossa Senhora não vacilou, em nenhum momento, na firmeza da fé. Ela continuou firme na certeza de que, por ser Deus, Cristo iria ressuscitar no Domingo, anunciando uma nova alvorada. Mesmo tendo conhecimento de que os Apóstolos estavam vivenciando a hora trágica da dúvida, a Virgem Maria continuou meditando, no silêncio e no abandono, esperando o raiar dos primeiros raios da ressurreição do Senhor.

Com o desenvolvimento da História da Igreja, muitos fiéis passaram a celebrar o dia de sábado com muitos atos de piedade cristã, em honra da Santa Mãe de Deus. São João Damasceno, no século VIII, em seus escritos, faz referência à celebração do sábado dedicado a Maria na Igreja do Oriente. Posteriormente, encontramos nos livros litúrgicos dos séculos IX e X missas em honra de Maria no sábado. Nos séculos XII e XIII, os grandes teólogos, tais como São Bernardo, São Tomás de Aquino e São Boaventura, explicavam a dedicação dos sábados a Nossa Senhora, evidenciando o tempo do descanso do Cristo no túmulo. Naquele Sábado, todas as pessoas haviam abandonado Cristo; apenas a Virgem Maria continuou a acreditar e, por isso, este é o seu dia. No século XVI, mais precisamente em 1570, o Missal Romano de São Pio V apresentou uma Liturgia da Missa de Nossa Senhora nos Sábados.

Em pleno século XX, nas aparições de Nossa Senhora, em Fátima, nos dias 13 de junho e 13 de julho de 1917, Nossa Senhora solicitou à vidente Lúcia que divulgasse o costume de dedicar os sábados em sua honra e devoção. Pediu também que, em especial, nos sábados, rezássemos o terço em reparação dos pecados: “Jesus quer estabelecer no mundo a devoção do meu Imaculado Coração. Se fizerem o que eu vos disser, muitas almas serão salvas e haverá paz. Voltarei para pedir a consagração da Rússia ao meu Coração Imaculado e a devoção reparadora dos primeiros sábados”.

Atendendo aos pedidos e clamores de Nossa Senhora de Fátima, muitos fiéis católicos passaram a incluir e valorizar as devoções marianas no dia de sábado, entre outras, as mil Ave-Marias, o Rosário em família, a oração do Ofício da Imaculada, os cinco sábados em devoção à Virgem, a participação na Eucaristia e a realização de obras de misericórdia em favor do próximo.

O Ofício da Imaculada, que rezamos aos sábados, é a Liturgia opcional de devoção a Maria que é rezada pelos sacerdotes, monges e freiras. Na recitação do Ofício da Imaculada, todos nós somos chamados a participar. Nesta prece, recitam-se os salmos, leituras, hinos e orações para honrar a Santa Maria, Mãe de Deus.

Por meio do exercício da oração do Rosário, que nos sábados possui um aroma mais mariano, nós aprendemos com a Virgem Mãe a colocarmos o Cristo no centro de nossas vidas e de todas as coisas. Quando dobramos os nossos joelhos e rezamos o Rosário, nós revivemos os momentos significativos da História da Salvação, percorrendo as várias etapas da vida e da missão de Jesus, ou seja, participamos, de alguma forma, da conversão dos pecados e na construção da paz no mundo.

Hoje, mais do que nunca, o mundo precisa de orações. Hoje, mais do que nunca, devemos recorrer a Nossa Senhora, pois Ela é a cheia de graças, a onipotência suplicante, que nos ensina a caminhar, mesmo em meio às tempestades, com a firmeza da fé. Juntos da Virgem Mãe, nós aprendemos que quem pede uma graça a Deus, deve antes de tudo acreditar que será atendido. Deve ter fé que, no tempo oportuno, Deus ouvirá.

Contemplando a pessoa da Virgem Maria na solidão do Sábado Santo, nós aprendemos que quem tem fé aguarda, não vacila, não se amedronta, ama e espera. Naquele Sábado Santo, Ela confirmou a solidez de sua fé, mesmo diante das trevas da morte e, por isso, contemplou a noite por excelência da fé e da esperança. Enquanto tudo estava mergulhado na escuridão, a Virgem Mãe vigiava. Vigiando, ao chegar os primeiros raios do esperado Domingo da Ressurreição, a Virgem Maria, certamente, se encontrou com o Cristo vivo e Ressuscitado e participou efusivamente da alegria da Ressurreição.

Mãe amada, Nossa Senhora do Sábado, fazei que também nós vigiemos no silêncio das noites escuras, crendo e esperando na Palavra e nas promessas de Cristo. Agindo assim, nós encontraremos, no tempo anunciado, na plenitude da luz e da vida, o nosso Redentor, primícias dos ressuscitados, que reina com o Pai e o Espírito Santo pelos séculos dos séculos. Amém!

Imagem do Sagrado Coração de Maria, da Paróquia do Imaculado Coração, Campinas / SP (autoria pessoal).

– Neto, o jogador que representa a maioria dos boleiros brasileiros e que luta como qualquer outro cidadão com dificuldades.

Tomei conhecimento do calvário deste humilde e bom zagueiro através do jornalista Thiago Batista de Olim, ao ler sua postagem no site “Esporte Jundiaí”.

Abaixo, a história de Neto, mais um ilustre desconhecido jogador de futebol do Brasil, operário da bola e que representa a real situação dos atletas – diferente do que muitos possam pensar, baseando-se equivocadamente nos excessos e extravagâncias dos jogadores de ponta e que ganham fortunas (que na verdade são poucos).

Extraído de: https://www.esportejundiai.com/2019/05/paulista-neto-busca-vitoria-fora-dos.html?m=1

NETO BUSCA VITÓRIA FORA DOS CAMPOS TODOS OS DIAS

O zagueiro Neto neste domingo deverá disputar a sua terceira partida com a camisa do Paulista na 4ª divisão do Paulistão. Mas todos os dias ele trava uma batalha fora dos campos, onde espera também rebater para bem longe o drama da sua filha, a Lívia. A menina nasceu de forma prematura, e está há 4 meses internada. Ela já passou por três cirurgias, uma inclusive no coração. Isso que era para ser gêmeos, pois o menino, que também nasceu prematuro, faleceu.

“É um dos momentos mais complicados da vida. Minha filha está internada há 4 meses, pois nasceu prematura de seis meses, pesando 715 gramas. Somente tenho que agradecer minha esposa (Ana Paula) que está com ela todos os dias e todos os momentos e me dando força para continuar lutando neste momento”, contou o jogador, que após os treinamentos, corre para o hospital para dar todo suporte necessário a sua família.

“Tento ajudar a minha família psicologicamente. O momento é difícil, não deixo minha esposa abalar, pois sei que é complicado para mim e também para ela, vivendo todos os dias e ela está lá todos os dias e esse é o jeito que tento ajudar minha família”, completou.

A história de vida de Neto já merece ser contada. Ele nunca teve base. Começou a jogar com 19 anos e estava no time do Batatais, que foi vice-campeão da Copa São Paulo de 2017. Neto inclusive chegou a enfrentar o Paulista, que no campo venceu por 5 a 1, mas foi desclassificado em virtude de ter utilizado de forma irregular Helton Mattheus, que adulterou a sua identidade.

“Antes de jogar futebol eu era servente de pedreiro. Meu 1º clube foi o Batatais e fomos vice-campeões da Copa São Paulo de 2017. Em seguida fui para o São Bernardo (na Série A2), antes de atuar no futebol japonês e agora estou no Paulista”, contou o jogador.

No ano de 2017, Neto esteve relacionado e presente em 29 jogos, e somente levou 3 amarelos e não foi expulso em nenhum jogo, entre Copa SP, Série A-2 e Copa Paulista.

No futebol ele tenta esquecer os problemas pessoais que vive, mas em alguns momentos não consegue. “Falar que o futebol ajuda a esquecer 100% estarei mentindo. Tem vários momentos que lembro da minha esposa e da minha família. Mas temos que trabalhar para dar o melhor para eles”.

Dentro de campo ele é apenas elogios ao time, que tem campanha de quatro vitórias e um empate. “Esperava campanha boa, time é bom, unido, bem taticamente e bem trabalhado. Agora invicto não esperava não”.

Mas o jogador é toda família, em especial a sua mulher, a especial Ana Paula. “Minha esposa é um exemplo para toda minha vida”

– Com pesar, tenho que admitir: na dúvida, apito amigo ao hermano! Sobre Boca Juniors 2×1 Athlético Paranaense

Detesto usar alguns chavões apelativos, mas NUNCA assisti (em competições internacionais televisivas) jogo algum no qual, em lance duvidoso, o Boca Juniors não tenha sido favorecido. 

Alguém pode até dizer que no campeonato argentino “essa raridade” já aconteceu, mas na Libertadores e Sulamericana, não. Que força o time portenho tem na Conmebol. E como os árbitros têm medo do Estádio La Bombonera! Aliás, escalar o equatoriano Carlos Orbe, um ilustre desconhecido no cenário sul-americano em tal praça, é temerável.

Três situações para discussão:

1- O pênalti por mão na bola (para mim intencional) de Bufarini. Lance duvidoso, mas entendo que foi ato deliberado. Portanto, pênalti não marcado e erro do árbitro.

2 – O gol de Lopez (empate do Boca): impedimento totalmente ignorado.

3 – A expulsão de Wellington após carrinho em Tevez: como sou totalmente defensor do Fair Play, não critico o cartão vermelho. O jogador deveria ter evitado tal prática, ainda mais onde estava jogando e contra quem disputava a bola. Faltou a “boa” malandragem (ou experiência, se preferir).

Após a partida, o treinador paranaense Tiago Nunes disse que seria impossível ganhar do Boca em seu estádio sem o VAR.

Será?

Do jeito que o VAR está sendo mal usado na América do Sul, não garanto que ainda assim teríamos os mesmos erros. Afinal, quem interpreta os lances são pessoas falíveis (ou que as vezes tendem a ser mais falíveis do que as outras).

Juan Mabromata/AFP

– Por quê voltar atrás na questão do amianto?

Quem conhece a história do cimento amianto, sabe o quão ele é nocivo e como foi polemizado no Brasil.

As famosas “telhas e caixas d’água de amianto“, conhecidas da população pelo preço mais baixo, têm em seus fabricantes um lobby muito grande para a liberação, juntamente com as mineradoras do produto.

Sabidamente, o amianto é um cancerígeno que já foi proibido quase no mundo inteiro. Tempos atrás, já houve tentativa para que se liberasse a exploração dele em nosso país, alegando que tínhamos um “produto diferente” do resto do planeta. Lêdo engano…

Pergunte para o familiar que perdeu seu parente motivado pelo câncer (esse ainda incurável) adquirido do manuseio de amianto, o que ele acha da proposta de alguns políticos para voltar à permissão da sua comercialização. São milhares de pessoas segundo os órgãos de saúde brasileiros.

Algo que não deveria se dar atenção, infelizmente, volta à baila.

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– Despertando a 6a feira em Fotos, com 6 momentos motivacionais:

Bom dia amigos! Vamos pular da cama, pessoal?
Tudo pronto para suar mais uma vez em busca de saúde.
S’imbora correr a fim de produzir e curtir a tão necessária endorfina?
Clique 1:

Correndo e Meditando no dia de Santo Antonino de Florença, um dominicano que viveu o Evangelho na radicalidade, celebrado hoje pela Igreja Católica.
Clique 2:

Fim de cooper!
Suado, cansado e feliz, alongando e curtindo a beleza das flores.
Clique 3:

Pontualmente: 06h00! Uma foto de horizonte colorido. Natureza de beleza gratuita, com o urbano e o rural contrastando.
Clique 4:

Despertando a bela manhã, ó Terra querida Jundiaí.
Que a jornada diária possa valer a pena!
Clique 5:

Um céu azul-róseo totalmente inspirador.
Como não contemplar as cores desta sexta-feira, anunciando uma ótima oportunidade para viver?
Clique 6:

#FOTOGRAFIAéNOSSOhobby

– E daí, Diego?

Coisas que eu não entenderei: o medalhista olímpico Diego Hypólito, um ginasta de alta categoria, assumiu ao UOL a sua homossexualidade.

Claro que muita gente dirá: “Eu já sabia”. Mas e daí?

Vai mudar o dólar? Transformará a minha ou a sua vida? A repercussão na mídia não está exagerada?

De forma bem educada e objetiva: todos somos pessoas! Se ele gosta de homem, não pode ser condenado pois é uma questão particular que diz respeito a ele. Ao mesmo tempo, nada que se faça apologia do fato ser “um diferencial vantajoso” para o atleta! Ele continua sendo o mesmo esportista, pois ser homossexual não deve ser motivo de repulsa na sociedade, mas também não de qualidade

Não perdemos tempo nesse país com coisas desnecessárias? Os ativistas vibrammas aí é algo desta parcela populacional. A maior parte do brasileiro nem se importa. Aqui, em particular, algo que irrita: o fato de dizer que não assumia pois não poderia ser ídolo! Já não comporta-se mais tal afirmação na sociedade… 

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– Pichar a troco de quê?

Leia essa pequena nota do Portal G1 sobre uma senhora que sofreu acidente em SP:

“Uma mulher caiu de um prédio por volta de 4h desta quinta-feira (9) na Rua Rocha, no bairro da Bela Vista, região central de São Paulo.
Segundo a Polícia Militar, a mulher caiu do prédio quando fazia uma pichação. Ela foi encaminhada para o Hospital das Clínicas com ferimentos graves. O caso foi apresentado para registro no 78º DP (Jardins).”

Quer dizer que a cidadã estava trepada no prédio, vandalizando durante a madrugada?

Mas e acordar cedo para o dia de serviço? E o prejuízo dos moradores vítimas do ato (e que nada fizeram a essa pessoa)? Para quê poluir visualmente?

Infelizmente, aqui vale o ditado de “quem procura, acha”. Aceitou correr o risco de morte para uma imbecil atitude criminosa, e pagou o preço por isso.

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Mulher caiu de prédio na Bela Vista — Foto: Reprodução/Google Street View, reproduzida por G1.

– Análise Pré-Jogo da Arbitragem para Joseense x Paulista

Nesta Rodada 7 do Paulistão da Segunda Divisão de Profissionais Sub 23, para o jogo entre Joseense x Paulista, apitará Rodrigo Santos.

Rodrigo tem 10 anos de carreira e 33 de idade. Tem trabalhado já há algum tempo em vários jogos da Segunda Divisão e eventualmente na A3. Na A2 e A1, só teve oportunidade como quarto-árbitro.

Em jogos do Galo, o árbitro nunca atuou como árbitro central, sempre como reserva. Nas partidas as quais tive a informação de seu trabalho, costuma coibir jogadas mais viris e não pensa duas vezes em dar cartões (gosta do rigor).

É mais um juiz procurando seu espaço no futebol. Que agarre a chance que tem pois, todo jogo do Paulista neste torneio, é olhado como “jogo de time grande”.

Infelizmente, a FPF ainda não divulgou os bandeiras para o jogo (tem sido uma praxe a demora na divulgação dos mesmos).

– Uma 5a muito bela em 5 cliques e muitas hastaghs!

👊🏻Bom dia!
Hora de levantar para fazer a jornada render. E suar a #camisa nos faz ter #motivação.
Sem ter #preguiça, vamos ao #cooper diário?
🏃🏻 #Fui #RunningForHealth #run #nike #corrida #sport #esporte #running

🙏🏻Correndo e Meditando durante a atividade física:
“Ó #NossaSenhoraDaPurificação, rogai por nós que recorremos a vós. #Amém.”
#Fé #Santidade #Catolicismo #Jesus #Cristo #MãeDeDeus #Maria #NossaSenhora #PorUmMundoDePaz #Peace #Tolerância #Fraternidade

🌺Fim de #cooper!
Mesmo estando suado, cansado e feliz, vale a pena ficar alongando no #jardim e curtindo a beleza das #flores (essa, clicada ontem).
🏁 #corrida #treino #flor #flower #flowers #pétalas #pétala #jardinagem #garden #flora #run #running #esporte #alongamento

🌅06h15 – Desperte, #Jundiaí.
Que a #quintafeira possa valer a pena!
🍃 #sol #sun #sky #céu #photo #nature #morning #alvorada #natureza #horizonte #fotografia #pictureoftheday #paisagem #inspiração #amanhecer #mobgraphy #mobgrafia #AmoJundiaí

📸Ops: e como hoje é 5a feira (dia de #tbt), vale a #foto de uma recordação do passeio gostoso para deixar a postagem bonita!
A esposa e a filha mais velha sempre maravilhosas; a caçula ainda com meia dúzia de cabelinhos e eu com o rosto gordo, beeeeem acima do peso!
👨‍👩‍👧‍👧 #família #family #sorrisos #felicidade #PaiDeMeninas #amor #carinho #love

#FOTOGRAFIAéNOSSOhobby

– A Insistência das Lagostas e Vinho Caro para o STF não é uma afronta à sociedade?

Em um país onde faltam hospitais e leitos, escolas e creches, além de recursos financeiros para outras necessidades, o gasto do dinheiro público (que vem do meu, do seu e dos nossos impostos) deve ser algo muito cuidadoso, não?

Mas não é o que se vê: na semana passada, escandalizamo-nos com a licitação do Supremo Tribunal Federal para a compra de grandes quantidades de Lagosta, Camarão e Vinho Caríssimo, com a recomendação de que “o vinho, em sua totalidade, deve ter sido envelhecido em barril de carvalho francês, americano ou ambos, de primeiro uso, por período mínimo de 12 meses”.

A Justiça Federal suspendeu esse processo, num ato de bom senso, mas ontem o STF conseguiu derrubar a suspensão e fazer valer o edital de compra.

Tais mordomias não nos fazem desacreditar no Supremo?

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– Quando o monitor do VAR vira Altar, precisamos colocar as coisas em seu lugar!

Tenho o maior cuidado ao tratar desse assunto tão espinhoso, e que respeito demais: a fé! Possuo a minha (sou católico praticante e leigo engajado em pastorais na minha paróquia – aqui na Diocese de Jundiaí), e sempre tive como base para o exercício fiel da minha espiritualidade o convívio harmonioso com as outras crenças e com as pessoas que em nada acreditam. E para isso ocorrer, deve-se ter “os pés nos chão e o coração no Céu”, pois afinal, crer como fanático cega a pessoa da prática correta da sua religião.

Digo isso pelo acontecido no Estádio Cícero Pompeu de Toledo, o Morumbi, em razão da partida entre São Paulo 1×1 Flamengo pelo Brasileirão 2019. E explico:

Fui árbitro de futebol trabalhando em mais de 700 partidas profissionais e amadoras, e sempre a religião esteve presente no esporte. Pude observar o grande sincretismo religioso, onde se vê de tudo, como jogador que é evangélico, mas reza a oração católica da Ave-Maria, aceita trabalho de pai-de-santo para se recuperar de lesão e dá 3 pulinhos com o pé direito no gramado para ter sorte através da influência esotérica. Portanto, não se critique, mas respeite a individualidade da fé, praticando-a conforme o que se crê.

Na partida citada, observou-se e se tornou um pequeno “mau espetáculo” a reza do árbitro Ricardo Marques Ribeiro na cabine onde ele avalia os lances do VAR. Uma cena fotografada, filmada, discutida e criticada pela imprensa pela exposição. Somada a má atuação do juiz, virou destaque no noticiário esportivo tal desnecessária demonstração de fé.

Ora, precisa-se de tal lugar para uma oração? O local do VAR não é altar! Deus nos ouve em qualquer lugar, se por voz alta ou por pensamento; nos escuta no barulho e no silêncio. Se você está sozinho numa igreja, sinagoga, mesquita, templo, terreiro, montanha ou qualquer lugar, ali você pode encontrar um ambiente de introspecção para a sua oração pessoal. E se esse ambiente está com mais pessoas, vale o mesmo para a fé coletiva na missa, culto, sabath ou outra cerimônia. Da mesma forma, o árbitro que quer pedir proteção ao seu trabalho, deve escolher um espaço no seu vestiário para a sua prece; e se desejar antes da partida fazer uma oração coletiva com sua equipe de arbitragem (ecumênica, se existirem pessoas de fé diferente do que a sua), o faça antes de entrar em campo.

Não sei qual a religião que Ricardo Marques Ribeiro professa, mas o respeito. Porém, entendo inoportuno (e até um pouco profano, misturado com proselitismo) se expor num local em que nada se deve misturar, onde a tendência de se provocar uma polêmica é grande.

Independente da atuação discutível neste jogo de domingo (e até mesmo as de outras partidas ruins, – já o elogiei e o critiquei; já contestei o escudo FIFA que não o acho merecedor – mas sempre respeitosamente), a manifestação religiosa pública numa partida de futebol é algo a ser evitado. Isso vem de uma orientação da FIFA, importunada pela Federação da Dinamarca, que se impressionou com o “mini-culto” provocado por Kaká e uma demonstração de fanatismo religioso pós-Copa das Confederações da África do Sul. De tal forma, surgiu essa postagem (oportuna, creio eu) sobre religião e futebol, que convido a leitura no link abaixo, explicando tal situação indevida.

Compartilho em: https://wp.me/p4RTuC-54g.

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– E a Kraft Heinz está perdendo força para as marcas próprias dos mercados?

Todo mundo sabe que Jorge Paulo Lemann, o dono da Brahma que comprou as demais cervejarias nacionais e virou Ambev, foi ao exterior e virou Inbev, comprou a icônica Budweiser e se transformou Ab Inbev, é considerado o “papa dos negócios” no mundo da Administração de Empresas. Seus diversos outros empreendimentos na área de alimentação, comércio e serviços se valorizam ainda mais quando põe a mão! Entretanto, há um grandiosíssimo “Calcanhar de Aquiles”: a Kraft Heinz.

Outrora a marca Nabisco, comprada pela Kraft Foods e somada à Heinz (a mesma das maioneses, mostardas e catchups tão deliciosos), quando adquiridas todas elas por Lemann e fundidas numa só, imaginava-se no crescimento ainda mais sólido dessas respeitadas empresas. Porém, apesar dos produtos de reconhecida qualidade e tradição, o problema tem sido mundo afora algo que floresce ainda mais no Brasil: a aceitação das marcas próprias das grandes redes varejistas – elas, que são o principal canal de distribuição da Kraft Heinz.

Cada vez mais os “genéricos marcas próprias”, entendendo-se como o produto do nome do supermercado, faz sucesso entre os consumidores pela boa qualidade e preço mais barato. E isso envolve todas as demais empresas: você deixa de comprar o tradicional “Pão Pullman” para comprar o “Pão de Forma Carrefour”, de semelhante qualidade e preço mais baixo. Ou troca a Gelatina Royal (lembram do jingle: “Abra a Booooca, é Royal”?) pela Gelatina Taeq (do Pão de Açucar). Ou opta pelo creme de chocolate com avelãs da Casino (a dona do Extra) por ser parecido mas bem mais barato do que o consagrado Nutella.

Pela gama de produtos dessas marcas de supermercados que concorrem com os da Kraft Heinz, o “baque” sofrido passa a ser grande. Especialmente se levando em conta que quem os fabrica e comercializa são os mesmos que distribuem os da agora ameaçada gigante.

Sabe qual o tamanho desse impacto?

Na divulgação do último trimestre de 2018, um prejuízo de mais de US$ 12 bi, segundo Hugo Vidotto, na última edição da Revista Veja)!

Uau.

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– O Volátil torcedor de futebol. Volátil mesmo?

Veja que interessante, ao longo da história, algumas discussões insistentes:

Copa de 50: “goleiro negro não serve, olha o que fez Barbosa na final contra o Uruguai”. Aí tivemos Dida e outros tantos calando os críticos. Mas a discussão, a quem ainda tem preconceito, resumiu-se a: “quando um goleiro negro ganhou algo importante na Seleção Brasileira?”

Seleção de 82: “jogou bonito, mas não ganhou nada. O que vale é o resultado final”. Então surge Carlos Alberto Parreira ganhando invicto o Mundial dos EUA com o futebol pragmático, confortando os defensores do futebol resultadista. Hoje, com o Palmeiras sendo o atual campeão brasileiro e o Corinthians o atual campeão paulista, volta-se à baila: vale a pena jogar feio e ser campeão, ou se prefere assistir a jogos de equipes ofensivas e que jogam bonito, como o time santista de Sampaoli, eliminado das competições mas aplaudido pela torcida?

Messi da 4ª feira passada: “Monstro”, “Pelé do século XXI”, “Extraterrestre”, “Decisivo”. Mas o Messi de ontem, 3ª feira, pós-derrota para o Liverpool: “Pipoqueiro”, “sem alma”, “não decide quando mais se precisa”, e até, acreditem, “Nunca foi tudo isso”.

Fernando Diniz, na metade do primeiro tempo em Porto Alegre, quando estava Grêmio 3×0 Fluminense: “vai ser demitido”, “enganador”, “fraco”, “sem consistência e irregular”. O mesmo Diniz, alguns minutos depois, estando Grêmio 4×5 Fluminense: “Genial”, “Corajoso”, “Modelo a ser seguido”.

Esses 4 exemplos foram provocativos para mostrar que, muitas vezes, não é o torcedor de futebol que muda tão fácil de opinião, mas sim a parcela de torcedores que defende as situações. Os admiradores de Messi estavam eufóricos no 600º gol do craque argentino, louvando-o nas redes sociais e, automaticamente, obrigando os críticos a se calarem. Esses apaixonados, hoje, continuam admirando Messi. Mas a parcela de torcedores antipáticos a Messi perde a timidez e detona o jogador após uma atuação apagada dele (e de todo o Barcelona) como a vista na Inglaterra.

Dessa forma, a volatilidade da torcida não é algo tão frequente nos dias atuais. Quem defende uma ideia, vai com ela até o fim (com exceções, lógico). O que muda é a força das postagens em redes sociais e comentários contra ou a favor de um time, jogador ou situação, por parte das parcelas.

Quem sempre gostou do futebol bem jogado, dificilmente criticará treinadores como Sampaoli, Telê Santana, Guardiola ou Klopp depois de uma derrota. Os críticos a eles serão os que defendem e sempre defenderam o “ganhar jogando feio”. E o contrário é verdade também.

Essa postagem, claro, foi motivada pelo incrível jogo entre Liverpool 4×0 Barcelona, revertendo o Barcelona 3×0 Liverpool. Por isso que o futebol é tão apaixonante, discutido, amado e odiado!

Viva o futebol ofensivo! Aliás, é tão difícil aceitar que uma equipe genial, mesmo com um elenco “um pouco inferior a outro”, pode vencê-la em uma disputa de mata-matas?

Por fim: meus “meia-dúzia” de favoritos ao título (e os de muita gente) eram, no começo da Champions League: Manchester City, Real Madrid, Barcelona, Liverpool, Juventus e PSG. Só um segue na briga…

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– Mudando o conceito de “radical e ponderado” do Governo

A eleição do presidente Jair Bolsonaro, um ultra-direitista de linha conservadora assumido, se deu por conta, sabidamente, do ranço proporcionado por anos de administração petista, iniciados de maneira populista e aparentemente eficiente nas questões sociais, mas que se mostrou ineficaz na solução dos problemas brasileiros (eram doses de resolução de problemas paliativos, temporários, não duradouros e “com previsão de vencimento”, mascarados por demagogia e turbinados com uma corrupção absurda, resultando na prisão do ex-presidente Luís Inácio Lula da Silva).

Entendendo-se às claras: quem votou em Bolsonaro, em grande parte, votou contra o PT e a corrupção. Haddad, que já havia perdido a eleição paulistana, carregou as críticas à sua gestão em SP juntamente com a antipatia petista. Manuela abriu mão de sua candidatura, e Marina Silva nem decolou. Ciro estagnou. Dessa forma, a esquerda radical e a esquerda moderada sucumbiram. Alckmin (que no papel é de um partido de centro-esquerda, mas na prática não), se afundou de vez (aliás, detesto as definições de centro e de direita em nosso país, como se fossemos ainda dos tempos dos jacobinos e girondinos da Revolução Francesa, onde surgem essas definições). Tivemos ainda a direita liberal do Partido Novo, onde Amoêdo tinha ao menos ideias claras mas perdeu votos daqueles que optaram pelo voto útil (tipo: ele não vai ganhar, apesar de que eu votaria nele; então voto em outro com mais chances de vitória”. E sobrou ainda Meirelles e Cabo Daciolo, cartas fora do baralho.

Terminado o processo eleitoral, independente de quem ganhou, devemos torcer para o sucesso da sua administração, pois isso gera resultado positivo para nós, brasileiros. Torcer contra é burrice, seja quem for o eleito. A democracia, em tese, funciona assim, e você terá os instrumentos e a liberdade de cobrança: de cobrar o que prometeu por parte de quem votou esperançoso no nome vencedor, e de cobrar para que se faça algo bom, por parte de quem não votou no ganhador.

Todo esse grande preâmbulo é para dizer o seguinte: muitos tinham medo de que os militares que estavam próximos de Jair Bolsonaro fossem radicais, e a censura e a ditadura ganhassem corpo (eu, que não votei no segundo turno nem em Jair Bolsonaro e nem em Fernando Haddad – votei em branco – era um desses temerosos).

E o que aconteceu?

Descobrimos que os generais militares do atual governo é que são os ponderados! Os radicais são os influenciados pelo pseudo-filósofo Olavo de Carvalho, um homem que foi astrólogo, muçulmano esotérico (não sabia que existia essa profissão de fé), que vive na Virgínia falando palavrões e ostentando seus cachimbos e cigarros nos vídeos que grava, mas que tem absurda influência sobre Bolsonaro e seus filhos. Aliás, no Ministério da Educação, o desastroso ex-ministro Ricardo Vélez e o polêmico atual ministro Abraham Weintraub, são olavistas assumidos e foram indicados por ele próprio.

Os racionais (e não radicais) são: o vice-presidente Hamilton Mourão (vide o caso da Venezuela, sempre pedindo diálogo e a não-guerra), o general Villas Boas, cadeirante atualmente mas que não perdeu o juízo, o comandante da força de paz no Haiti e hoje chefe do Gabinete de Segurança Institucional, o general Augusto Heleno (esse, em particular, penso ser um herói nacional, pois comandou o processo de paz sem ferir ninguém, defendendo sempre a diplomacia), e o general Carlos Alberto dos Santos Cruz (chamado por muitos de incorruptível, um cara sério, discreto e considerado intelectual – que sempre tem “jeitão de bravo” quando é fotografado).

Não é uma inversão de conceitos, mas uma constatação: os militares de hoje, que eu pensava serem radicais, são racionais e ponderados! E a turma dos aficcionados por Olavo de Carvalho, mostrando-se destrambelhados como ele, num cego fanatismo e radicalismo que assusta. E o pior: ambos são o Governo!

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– Sobre VAR e outros assuntos do futebol!

Compartilho um gostoso bate-papo com o jornalista Matheus Victorinno, do Jornal “A Verdade” de Várzea Paulista.

Falamos nessa oportunidade sobre arbitragem, futebol, novidades e muitas coisas bacanas. Compartilho em: https://www.youtube.com/watch?v=F09f5uSrHfU

– Senna, em homenagem na patinação do gelo!

Sensacional!

Viram esse patinador japonês mostrando sua habilidade ao som do “Tema da Vitória”, usando uma roupa que lembra o macacão de Ayrton Senna da Silva?

A homenagem ao piloto brasileiro foi incrível. Vale assistir com áudio ligado.

Aqui: https://www.youtube.com/watch?v=kiYHFp_J0HI&feature=youtu.be

– Uma boa 3a feira!

Olá amigos. Como de costume, acordamos bem cedinho para manter a saúde. Motivando para correr no clique 1:

Durante o treino, pensando nas coisas do Alto! Hoje, celebrando a fé no Sagrado Coração de Jesus. Clique 2:

Pós-treino, alongando no jardim e relaxando com a beleza das flores. Nossa roseira espetacular no clique 3:

Enfim: garoa nas redondezas, luz no infinito horizonte! Assim está nosso amanhecer desta terça-feira, sem filtros, para ser admirado. Clique 4:

Ótimo dia para todos!

#FOTOGRAFIAéNOSSOhobby

– Os países mais poluídos do mundo!

Em tempos de necessidade de se falar cada vez mais sobre a preservação do planeta Terra, leio sobre os países mais poluidores do mundo.

Sabe quais são eles?

Felizmente, o Brasil não está na lista dos “TOP 5”. Mas essa relação de nações é preocupante…

Extraído de: https://veja.abril.com.br/revista-veja/os-campeoes-mundiais-de-mortes-por-poluicao/

OS CAMPEÕES MUNDIAIS DE MORTES POR POLUIÇÃO

1) China
O número de mortes provocadas pela inalação de micropartículas poluentes no país asiático ficou em 1,075 milhão em 2016, de acordo com o último relatório State of Global Air (Estado Global do Ar), publicado anualmente pelo Health Effects Institute, de Boston. O índice chinês de poluição é de 56 microgramas por metro cúbico, mais que o dobro do recomendado pela OMS, de 25. A principal causa da poluição é a queima de carvão.

2) Índia,

3) Rússia,

4) Paquistão,

5) Bangladesh

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– Perguntar não ofende: e ser ofensivo, não funciona?

Nos anos 80, era um pecado jogar retrancadamente uma partida de futebol no Brasil. Você deveria buscar a vitória tentando o gol, atacando, jogando para a frente –  nunca esperando o erro do adversário para tentar o contra-ataque.

Com a derrocada das Seleções de 82 e 86, veio a era Lazzaroni e depois o pragmatismo de Parreira. Surgiu o “futebol de resultados”, de marcação forte, onde defender era a primeira necessidade; depois se preocupava com o ataque.

São estilos. Em 1994 funcionou, afinal, tínhamos uma sólida zaga formada por Aldair e Márcio Santos (seria Mozer e Ricardo Gomes a zaga titular, que se machucou), e na frente tínhamos “somente” Romário e Bebeto.

Agora, vemos as equipes europeias jogando à frente, como o Brasil jogava anteriormente. Sendo com intensidade, toque de bola incessante ou tik-tak, mas sempre buscando o gol. E os poucos que fazem isso no Brasil (ou que tentam), são criticados.

Ué, mas a nossa vocação e nossos anos de ouro não foram sempre de “sermos ofensivos”?

Ao assistir o Santos de Sampoli, o Fluminense de Diniz, entre outros, penso: não é mais prazeroso (e com tempo de treinamento adequado, eficiente) fazer futebol assim,?

Vide o 4×5 entre os tricolores gaúcho e carioca ontem…

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