– Com pesar, tenho que admitir: na dúvida, apito amigo ao hermano! Sobre Boca Juniors 2×1 Athlético Paranaense

Detesto usar alguns chavões apelativos, mas NUNCA assisti (em competições internacionais televisivas) jogo algum no qual, em lance duvidoso, o Boca Juniors não tenha sido favorecido. 

Alguém pode até dizer que no campeonato argentino “essa raridade” já aconteceu, mas na Libertadores e Sulamericana, não. Que força o time portenho tem na Conmebol. E como os árbitros têm medo do Estádio La Bombonera! Aliás, escalar o equatoriano Carlos Orbe, um ilustre desconhecido no cenário sul-americano em tal praça, é temerável.

Três situações para discussão:

1- O pênalti por mão na bola (para mim intencional) de Bufarini. Lance duvidoso, mas entendo que foi ato deliberado. Portanto, pênalti não marcado e erro do árbitro.

2 – O gol de Lopez (empate do Boca): impedimento totalmente ignorado.

3 – A expulsão de Wellington após carrinho em Tevez: como sou totalmente defensor do Fair Play, não critico o cartão vermelho. O jogador deveria ter evitado tal prática, ainda mais onde estava jogando e contra quem disputava a bola. Faltou a “boa” malandragem (ou experiência, se preferir).

Após a partida, o treinador paranaense Tiago Nunes disse que seria impossível ganhar do Boca em seu estádio sem o VAR.

Será?

Do jeito que o VAR está sendo mal usado na América do Sul, não garanto que ainda assim teríamos os mesmos erros. Afinal, quem interpreta os lances são pessoas falíveis (ou que as vezes tendem a ser mais falíveis do que as outras).

Juan Mabromata/AFP

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