– O belo fim de tarde de hoje!

O dia está acabando, e o entardecer desta 3a feira foi simplesmente espetacular!

Olhe só que clique bacana a natureza nos proporcionou

#FOTOGRAFIAéNOSSOhobby

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– Cheiro de que todo mundo quer ser candidato…

A entrevista do prefeito Luiz Fernando Machado ao Adilson Freddo, o áudio supostamente vazado, e o cenário político da cidade de Jundiaí, mostram claramente: o ex-deputado Miguel Haddad, que deve naturalmente ser candidato a prefeito nas próximas eleições municipais (afinal, é o nome jundiaiense mais forte do seu partido, o PSDB), não deve abrir mão do seu desejo. E o atual mandatário, Luiz Fernando (que é do seu partido), logicamente quer tentar a reeleição.

Mas será que o prefeito abriria mão da reeleição, como o falecido Ary Fossen fez em situação semelhante?

Provavelmente não.

Tá com uma cara que teremos Miguel pelo PSDB e Luiz por um outro partido… E quem seriam os outros candidatos nesse cenário? Ricardo Benassi? Márcia Pará? Gerson Sartori? Pedro Bigardi? Cesar Tayar? Algum outro?

Não sei. Mas seja quem for (um dos outros ou o mesmo que continue), que seja bom para a nossa Terra da Uva.

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– Melhorar a Qualidade de Vida dos Funcionários e a Produtividade nas Empresas

Um modismo que está dando certo: as empresas liberam parte da jornada de trabalho dos funcionários em troca de maior eficiência no trabalho.

Abaixo, extraído de Isto É, ed, 2333, pg 74-76

OS FUNCIONÁRIOS FOLGAM, AS EMPRESAS LUCRAM

Uma tendência ganha espaço no mundo corporativo brasileiro: companhias de todos os portes reduzem o horário de trabalho dos empregados e recebem em troca o aumento da produtividade

Por Luísa Purchio

São quase oito horas da manhã e Weenna Ribeiro, 36 anos, já deixou a filha Júlia, de 6, na escola. De lá, a analista de recursos humanos segue para a Bosch, multinacional alemã de engenharia e eletrônica sediada em Campinas (SP). Ao meio-dia, Weena termina o expediente, desliga o computador e vai buscar Júlia no colégio. O resto do dia elas passam juntas. A jornada reduzida é fruto de uma negociação que a executiva fez depois que Júlia ficou doente. “Tive que repensar a vida”, diz. Replanejar tudo significou pedir demissão da própria Bosch. O afastamento, porém, durou apenas um ano. De volta à multinacional, Weena trabalha atualmente quatro horas por dia. O salário caiu, mas a vida melhorou. “Conviver com uma criança não tem preço”, afirma. A história descrita acima representa uma tendência cada vez mais presente nas empresas brasileiras. Elas descobriram que, ao fazer concessões na jornada de trabalho, é possível manter os melhores quadros. Mais do que isso: horários flexíveis podem até aumentar a produtividade – e, portanto, trazer melhores resultados para os balanços.

Um caso interessante é o da empresa de recrutamento Vagas.com, uma das líderes do setor no País. A Vagas não estabelece horários fixos de entrada e saída e muitas das hierarquias foram suprimidas. O modelo, que recebe o nome de holocracia, estimula o surgimento de líderes naturais e não os impostos pela direção. “Eu não saio da empresa nem por um salário mais alto”, diz Marina Corrêa Peliello, 26 anos, responsável por intermediar os contatos entre um candidato a uma vaga e futuros empregadores. O resultado desse jeito diferente de ser está na performance econômica: há muito tempo a Vagas cresce acima de 20% ao ano. No Brasil, a flexibilidade da jornada tem sido adotada por empresas de todos os portes. A Mondelez, multinacional americana que detém marcas como Lacta e Trident, dispensa de trabalhar depois das 13h, em duas sextas-feiras do mês, os 1,5 mil funcionários da área administrativa de São Paulo.

Estimular a felicidade dos funcionários não é uma questão de bondade por parte das empresas. Trata-se, acima de tudo, de uma preocupação financeira. Presidente do Google, que adota uma política de flexibilidade total nos horários de trabalho, Larry Page defende que, no futuro próximo, quem não entender isso ficará condenado ao fracasso. O mexicano Carlos Slim, o homem mais rico do mundo, vai além. Segundo ele, em breve os finais de semana terão de ser ampliados para que as pessoas desfrutem de tempo livre e, assim, se sintam estimuladas a produzir mais no horário do expediente. O recado é claro. Não interessa manter um empregado12 horas dentro de um escritório fechado se ele não produz a contento. No mundo do trabalho moderno, o funcionário fica na empresa apenas o tempo realmente necessário – simular eficiência não vai funcionar mais. “A ideia é fazer com que a pessoa fique na empresa o tempo que quiser, mas produzindo”, afirma Alexandre Teixeira, jornalista e autor do livro “Felicidade S.A.”.

As novas relações entre funcionários e empregadores estão sendo construídas com a ajuda da internet. Graças a ela, é possível trabalhar remotamente, numa praia distante ou num prédio comercial, e em qualquer horário, de manhã ou de madrugada. O próximo desafio será evitar que a facilidade proporcionada pela tecnologia não tenha um efeito adverso – o de fazer com que as pessoas trabalhem o tempo todo, em qualquer lugar. No Brasil, outra dificuldade é adaptar a legislação trabalhista para as novas demandas do mercado. “Pela CLT, a empresa tem de controlar o número de horas que o funcionário trabalha”, afirma o especialista Alexandre Teixeira. “Se não controlar, ela fica sujeita a uma ação trabalhista.” Para o professor de gestão de pessoas da USP Wilson Amorim, o ideal seria deixar o funcionário escolher em qual regime deseja trabalhar. “O modelo pode ser vantajoso para uns, mas prejudicial a outros”, afirma. Outro entrave é a cultura organizacional da maioria das empresas brasileiras. No ano passado, o Banco Mundial promoveu em São Paulo um projeto-piloto com 20 companhias interessadas em flexibilizar os horários de trabalho dos funcionários. Depois de seis meses de estudos e discussões, só duas empresas adotaram novas práticas de gestão.

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– A letra Y é uma vogal ou uma consoante?

Sempre aprendi na escola que tínhamos 5 vogais: a, e, i, o, u. Mas nunca me perguntaram sobre o Y, que passou a fazer parte oficial do nosso alfabeto há pouco tempo.

No meu tempo, Y era uma semivogal com som de vogal. Ao menos, ERA…

Será que estou certo? Parece que não. Temos, então, 6 vogais?

Extraído de: https://aprenderportugues.com.br/y-e-vogal-ou-consoante/

Y É VOGAL OU CONSOANTE?

Talvez você nunca tenha se perguntado se a letra Y é vogal ou consoante? Mas não tem problema, nós criamos a dúvida e, em ato contínuo, trazemos a resposta para você.

Até o ano de 2009, a Língua Portuguesa possuía oficialmente 23 letras (A, B, C, D, E, F, G, H, I, J, L ,M ,N ,O, P, Q, R, S, T ,U, V, X, Z), sendo 18 consoantes e 5 vogais.

Porém, no Brasil, após o advento do novo acordo ortográfico, foram introduzidas mais 3 letras, quais sejam: K, W e Y.

Atualmente, no Brasil, o alfabeto oficial é o seguinte: A, B, C, D, E, F, G, H, I, J, K, L ,M ,N, O, P, Q, R, S, T ,U, V, W, X, Y, Z.

Antes mesmo da incorporação, comumente já víamos palavras estrangeiras sendo usadas com essas letras ao nosso redor. Veja alguns exemplos: Whisky, Km (quilômetro), Kaiser, Flanfklyn, Yoga, Web, Kart, Layout, Nylon, Wi-fi, Karaokê, Yakisoba.

Mas afinal… Y é vogal ou consoante?

Em que pese a polêmica que esta pergunta gerou entre os gramáticos e no público em geral, a maioria entende que a letra y (ípsilon) é uma vogal, que deve ser empregada com o mesmo som da vogal i.

Em razão disso, as vogais do nosso idioma são: A, E, I, Y, O, U.

Portanto, podemos usar corretamente, a título de exemplo, as seguintes palavras:

  • Yago
    Yasmin
    Yoga
    Youtube
    Yamaha

Existem ainda teses apontando que o y é uma semivogal e não uma vogal. Mas isso extrapola o nosso objetivo aqui.

Então, em meio a grandes polêmicas, devemos saber que a letra Y não é uma consoante.

O conhecimento de que ela é uma vogal já nos basta. Se você gostou deste conteúdo, então compartilhe-o com seus amigos. Propague o conhecimento!

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– Como se Proteger nas Dificuldades?

Muitas vezes passamos por dificuldades no dia-a-dia. Além dos problemas cotidianos, existem nossas próprias fraquezas e pontualidades. Nesses últimos dias, por exemplo, tenho sofrido com a impaciência, pois, confesso, ando estressado com tantas coisas.

Nesses momentos, vale uma reflexão encorajadora, extraída de um bíblico texto de São Paulo:

Revistam-se de todas as armas de Deus para que possam resistir quando forem atacados, e para que depois de terem feito tudo continuem firmes. Mantenham-se pois firmes, cingidos com o cinturão da verdade e protegidos com o colete da justiça de Deus. Que os vossos pés estejam calçados com o zelo em anunciar o Evangelho da paz. E sobretudo a fé, pois é um escudo que vos protege contra o fogo disparado pelo inimigo sobre as vossas vidas. Também é necessário o capacete da salvação, assim como a espada do Espírito, que é a palavra de Deus.”

Efésios 6,13-18

Belíssimo, não? Precisamos dos Dons do Espírito Santo para que seus Frutos possam brotar. E, para isso, precisamos estar de bem com Deus, com o próximo e conosco mesmo.

– Limites Permissíveis e Transponíveis no Futebol

Dando uma fuçada na temática futebol e violência, deparei-me com esse texto que já tem 10 anos, mas que pode ser tão atual… Ele fala sobre os torcedores brigões e a má educação no esporte.

Vale a pena dar uma relembrada e verificar se algo mudou:

NO FUTEBOL PODE TUDO?

Ao ler nesta tarde que uma torcida organizada do Fluminense-RJ invadiu o campo de treino da equipe para bater nos jogadores, após a eliminação na Copa do Brasil, e que um desses membros acabou atingindo com um soco o atleta Diguinho, fiquei pensando: até onde vai o limite do permitido e o proibido no futebol?

Dentro do microuniverso que o futebol representa na sociedade, parece que o mesmo está num mundo a parte, onde os padrões de relacionamento, os conceitos éticos e sociais são ditados por regras exclusivas, fora mesmo do ambiente desportivo. Aliás, tal situação mostra que o futebol, dentro destas características, definitivamente deixa de ser esporte.

Que direito uma pessoa tem de invadir o local de outra e agredí-la, simplesmente porque não gosta do resultado do seu trabalho? Se nas nossas atividades profissionais fora do futebol formos agredidos no exercício da nossa labuta, o agressor tem que ser preso imediatamente. Deveria ser assim no futebol também!

Alguém acha que o agressor do jogador cumprirá pena na cadeia?

Busque trazer tal exemplo para as arquibancadas: nós, árbitros, somos ofendidos antes mesmo de iniciarmos uma partida de futebol, com dizeres que nos caluniam desde os familiares até a nossa dignidade. Mas, pela cultura futebolística imposta, isso é normal! O torcedor está no “direito” de proferir palavrões pessoais à nossa conduta e aos nossos entes queridos. E isso, lamentavelmente, não tende a mudar.

Se o futebol é um espetáculo, tal comportamento não se vê em outras artes. Você pode vaiar uma peça de teatro ou um filme na sala do cinema, mas raramente isso acontece. É a boa educação. Simplesmente você não recomenda a outras pessoas tal entretenimento.

No último clássico Palmeiras X São Paulo, 158 pessoas foram detidas por perturbação à ordem, agressões e tumulto. Ninguém ficou preso. Aliás, tais notícias deixaram de ser novidades.

O que impressiona é que cada vez mais a violência para com os jogadores, e porque não, também aos árbitros e dirigentes, avança assustadoramente. E incluo aqui os jornalistas! Ou as pessoas se esqueceram das tentativas de agressões à cabine da rádio CBN no Pacaembu neste ano? Ou das ofensas contra a Sportv na Vila Belmiro no ano passado?

Infelizmente, o futebol está ficando perigoso para aqueles que verdadeiramente amam o esporte bretão que se tornou paixão nacional. Tudo em decorrência da impunidade e permissividade dos baderneiros das arquibancadas.

Apenas uma pergunta: como é que um grupo de torcedores, numa plena terça-feira útil, pode se dar o luxo de não trabalhar e agredir os jogadores que estão trabalhando?

Um último detalhe: nesta quarta-feira, na final da Liga dos Campeões da Europa, em Roma (Manchester United X Barcelona), todos os torcedores que entrarão no Estádio Olímpico devem portar seus documentos de identidade (e aos estrangeiros o passaporte) para ter acesso às arquibancadas e sentar no seu lugar numerado. Não que eles sejam mais civilizados, mas sim porque haverá punições em caso de brigas.

Abaixo, a notícia sobre a agressão, extraída de: http://www.abril.com.br/noticias/esportes/futebol/fluminense/torcedores-invadem-treino-flu-agridem-diguinho-399122.shtml

TORCEDORES INVADEM TREINO DO FLU E AGRIDEM JOGADORES

A eliminação da Copa do Brasil e a goleada por 4 a 1 sofrida para o Santos em pleno Maracanã no último domingo pelo Campeonato Brasileiro, definitivamente, acabaram com a paz no Fluminense. Nesta terça-feira, integrantes de uma torcida organizada do clube invadiram o treino da equipe nas Laranjeiras e chegaram a agredir Diguinho.

O volante, que não joga há dois meses em virtude de uma pneumonia e de uma lesão na coxa, foi atingido por um soco, mas logo seguranças do clube interviram e impediram um incidente de piores proporções. Em seguida, dez policiais militares reforçaram a segurança.

No protesto dos torcedores, os principais alvos dos xingamentos foram o lateral direito Eduardo Ratinho, o meia Thiago Neves e o coordenador de futebol, Alexandre Faria.

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O campo, infelizmente, virou ringue!

– Tipos de Boa Ajuda Corporativa

Ter ajuda é bom na Administração de Empresas. Mas ter alguém chato, crítico, sempre contrário a você, faz bem também!

Extraído de: http://epocanegocios.globo.com/Revista/Common/0,,EMI292507-16366,00-TRES+TIPOS+DE+AJUDA.html

TRÊS TIPOS DE AJUDA

Você precisa de um coach, de um empreendedor… e de um ‘do-contra’

Por Paulo Eduardo Nogueira

Reza um aforismo de Peter Drucker, um dos padroeiros da administração moderna: “Cultura começa com as pessoas certas e cultura se alimenta de estratégia no café da manhã”.

Mas quem são as pessoas certas? Os consultores de inovação G. Michael Maddock e Raphael Louis Vitón sugerem três tipos que podem ajudar muito na transformação de ideias em produtos ou serviços inovadores.

O primeiro é o coach desafiador, que instiga os funcionários a ir além dos limites autoimpostos e a correr riscos que normalmente evitariam.

O segundo é o empreendedor, aquele que enxerga oportunidades de negócios onde outros veem dificuldades, e adora desafios.

O terceiro é alguém que seja o seu oposto. A experiência mostra que empresas de grande sucesso combinaram executivos com mentalidades diferentes para gerar choque criativo de ideias: se você é yang, procure seu yin.

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– Uma bela 3a feira se inicia!

Olá amigos, bom dia!
Como de costume: acordei bem cedinho, corri, rezei e contemplei a manhã. Mas como sou apaixonado por mobgrafia e um cara que gosta de motivar, compartilho 5 cliques desta terça feira para animar a labuta:

👊🏻Verticalizando o esqueleto para suar a camisa.
Sem enrolar: vamos correr?
🏃🏻 #Fui #RunningForHealth #run #cooper #corrida #sport #esporte #running #asics #underarmour #motivação

🙏🏻Correndo e Meditando:
Ó #NossaSenhoraDaSalete, rogai por nós que recorremos a vós. #Amém.”
 #Fé #Santidade #Catolicismo #Jesus #Cristo #MãeDeDeus #Maria #NossaSenhora #Salete #PorUmMundoDePaz #Peace #Tolerância #Fraternidade

🌺Fim de #cooper.
Alongando e curtindo a beleza das #flores – suado, cansado e feliz!
🏁 #corrida #treino #flor #flower #flowers #pétalas #pétala #jardim #jardinagem #garden #flora #run #running #esporte #alongamento

🌅06H00 – Despertando, #Jundiaí.
Que a #TerçaFeira possa valer a pena!
🍃 #sol #sun #sky #céu #photo #nature #morning #alvorada #natureza #horizonte #fotografia #pictureoftheday #paisagem #inspiração #amanhecer #mobgraphy #mobgrafia #AmoJundiaí

🗾Um #céu #azul e #rosa totalmente inspirador! Não é para admirar?
Simplesmente completar a beleza gratuita da #natureza nesta #pintura do infinito.
🎨 #paisagem #fotografia #mobgrafia #inspirador #sky #landscapes #picture #landscapes #goodmorning

Enfim, com essas cores, tenhamos uma ótima jornada!

Animou um pouco? Tomara que sim! 

#FOTOGRAFIAéNOSSOhobby