– Maconha ao Volante

Ouvi e me assustei: o jornalista Junior Barranqueiros entrevistou em seu programa na Rádio Cidade, nesta última sexta-feira, o famoso toxicologista Dr Anthony Wong, a respeito do uso de narcóticos por motoristas. E a coisa é muito pior do que se pode imaginar.

Sem querer comparar com o álcool, mas se prendendo pelas populares maconha, cocaína e crack, o especialista falou sobre os riscos altíssimos para a segurança do trânsito por uso das drogas. Citou por exemplo um experimento com pilotos de avião: em simuladores de voo, após fumar um cigarro de maconha, somente depois de 6 horas os comandantes conseguiram aterrisar com segurança!

E tem gente que ainda quer amenizar o uso dos entorpecentes… vida saudável deve ser sempre defendida, sem qualquer uso de drogas, sejam elas quais forem.

Resultado de imagem para drogas no volante

– O erro da expulsão de Toró em São Paulo 0x0 Bahia

Daniel Nobre Bins, dentro do processo de renovação da arbitragem que começa a ser promovido por Leonardo Gaciba, se equivocou na expulsão do atacante são-paulino Toró.

O erro ocorreu após uma dividida com o goleiro, sem ser a chamada força-excessiva tampouco agressão. Não era nem lance para a consulta do VAR, de acordo com o Protocolo. Se importunado a consultar, é outra história. Entretanto, tornou-se um cartão vermelho injusto.

Sabe qual é a raiz desse erro?

Não é o uso do equipamento tecnológico nem o mau uso do árbitro de vídeo. É a falta da uniformização de critério humano!

Há tempos criticamos os árbitros engessados, mecanizados, bombados e fortões, que intimidam mas não tem técnica e trocam a autoridade pelo autoritarismo. São robôs automatizados que cumprem a regra fria sem entender o espírito dela. Os chamados juízes que apitam “com o livrinho embaixo do braço”.

E contraditoriamente, na hora que tem que existir um padrão (que é igualar os critérios interpretativos), deixam de ser robozinhos e potencializam o lado falível do homem. É aí que reside o problema!

Que o VAR está sendo pessimamente usado por muitos no Brasil, isso é verdade. Mas os “fatores não-tecnológicos” continuam ainda sendo preponderantes. Troque isso pelo nome de competência.

Resultado de imagem para são paulo x Bahia