– Teremos a gigante Renault Fiat Chrysler?

Depois da italiana FIAT adquirir a americana Chrysler e formar o grupo FCA, a francesa Renault estuda se associar às marcas e formar o 3o maior grupo automobilístico do mundo!

Extraído de: https://economia.estadao.com.br/noticias/negocios,fiat-chrysler-apresenta-proposta-de-fusao-com-renault,70002844950

FIAT CHRYSLER PROPÕE FUSÃO COM A RENAULT

Segundo o projeto, a montadora ítalo-americana seria dona de 50% das ações e o restante seria de propriedade da companhia francesa; governo da França se diz favorável à aliança

MILÃO, ITÁLIA – A montadora Fiat Chrysler (FCA) apresentou nesta segunda-feira, 27, uma proposta de fusão com a francesa Renault, o que criaria o terceiro maior grupo mundial do setor.

Segundo a proposta da FCA, a montadora ítalo-americana seria dona de 50% das ações e o restante seria de propriedade da Renault. As ações teriam cotações nas bolsas de Nova York e Milão, explicou a Fiat Chrysler em um comunicado. O conselho administrativo da Renault se reunirá ainda nesta segunda para avaliar a proposta de fusão.

Segundo a FCA, a fusão criaria o terceiro maior grupo automobilístico do mundo, com vendas anuais de 8,7 milhões de veículos e “uma forte presença em regiões e segmentos chave”. A fusão não provocaria o fechamento de fábricas, afirmou a companhia.

Uma fonte próxima às negociações afirmou que não se espera uma decisão nesta segunda-feira, o que deve “demorar dias, até semanas”. O conselho de administração da Renault definirá apenas se estuda a proposta.

As ações dos dois grupos operavam em alta após o anúncio. O título da FCA chegou a registrar avanço de 18% na Bolsa de Milão, antes de recuar para 14,30%, a € 13,094. A ação da Renault subia 13,65%, a € 56,81.

Aprovação da França

O governo francês é favorável à aliança, mas “é necessário que as condições da fusão sejam favoráveis ao desenvolvimento econômico da Renault e evidentemente aos funcionários da Renault”, afirmou a porta-voz do governo francês, Sibeth Ndiaye.

A Fiat Chrysler indicou que a linha de produção das duas empresas é “ampla e complementar, e daria uma cobertura completa ao mercado, do segmento de luxo até o voltado para o grande público.

FCA e Renault produzem automóveis de nível intermediário e populares, o que significa que poderiam compartilhar os avanços tecnológicos, afirmam analistas.

A Renault poderia contribuir com sua tecnologia para o desenvolvimento de motores elétricos, enquanto a Fiat Chrysler entraria com sua conta no mercado americano e seus veículos 4×4 e picapes. / AFP

Companhias em números

Valor na Bolsa
Renault: € 17 bilhões / FCA: € 19 bilhões = Total: € 36 bilhões

Volume de negócios
Renault: € 57,4 bilhões em 2018 / FCA: € 110 bilhões = Total: € 167,4 bilhões

Volume de vendas anuais
Renault: 3,9 milhões de veículos vendidos em 2018 / FCA: 4,8 milhões = Total: 8,7 milhões

Lucro por veículo vendido
Renault: € 930 por veículo / FCA: € 848 por veículo

Principais marcas
Do grupo Renault: Renault, Dacia, Alpine, Lada e Samsung Motors / Da FCA: Fiat, Chrysler, Alfa Romeo, Jeep, Abarth, Lancia, Maserati, Dodge e Ram

(Fontes: fabricantes e Center Automotive Research)

Fiat Chrysler e Renault

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– A 3a idade está se tornando cada vez mais “ligada” na Web!

Sabe aquele adolescente que fica fascinado ao descobrir a Internet e o Mundo Virtual? Agora, imagine idosos e idosas que “renascem” ao navegarem na Web!

Eu conheço pessoas queridas como nessa bacana matéria abaixo. E você?

Extraído de: Revista Isto É, pg 82, ed 2274

VELHINHOS CONECTADOS

Eles invadiram as redes sociais, batem papo pelo computador, editam vídeos, enviam fotos, mantêm blogs e formam o grupo que mais cresce entre os usuários de internet no Brasil

Por Juliana Tiraboschi

Eles gostam de aprender coisas novas, recorrem frequentemente ao computador para pesquisar sobre os mais variados assuntos e adoram usar a internet para conversar com os amigos e conhecer gente. Pode parecer, mas esse não é o perfil médio dos jovens da geração X ou Y. Trata-se, na verdade, da descrição de um contingente de usuários da rede que só aumenta: o das pessoas com mais de 50 anos. Divulgada em maio pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a pesquisa “Acesso à internet e posse de telefone móvel celular para uso pessoal” constatou que, entre 2005 e 2011, aumentou em 222,3% o número de brasileiros com 50 anos ou mais de idade que entram na internet. Isso representa um aumento de 2,5 milhões para 8,1 milhões de pessoas no grupo dos conectados maduros. Foi a faixa etária que teve o maior crescimento no período.

Quem trabalha no meio não fica surpreso com esses números. “Os idosos têm muita fome de conhecimento”, diz Sérgio Contente, presidente de uma empresa de softwares e mantenedor da fundação que leva seu nome e promove cursos de informática para jovens carentes e para o público da terceira idade. Para ele, os membros desse grupo que ainda estão fora da rede gostariam de aprender a navegar pela internet e a usar softwares, mas têm receio de incomodar os familiares. Com base nos vovôs que frequentam os cursos, o incômodo seria mínimo. O que eles mais desejam é aprender a trocar e-mails, receber e enviar fotos, editar vídeos caseiros e usar o Facebook e o Skype para se comunicar com parentes e amigos.

Esse é o perfil de Luiza Soares Ribeiro, 88 anos. A dona de casa começou sua experiência com novas tecnologias ao ganhar um tablet de presente de uma de suas sete filhas em dezembro de 2012. Luiza aprendeu a dominar as funções básicas do aparelho e a utilizá-lo para colocar em prática seu passatempo favorito: jogar games de caça-palavras. Mas ela queria mais e, no início deste ano, soube de um curso básico de informática por meio de uma vizinha. Decidiu se matricular e aprofundar seus conhecimentos sobre navegação na internet. Gostou tanto que convenceu duas filhas – Mafalda Ribeiro, 68 anos, e Zoraide Trofino, 67 – a fazer o curso. Luiza frequenta um clube da terceira idade e diz que, apesar de uma ou outra dificuldade, aumenta o número de amigos que sabem lidar com as novas tecnologias. “Acho o Facebook um pouco difícil, a gente aprende mais devagar. Mas o que aparecer eu quero aprender”, afirma Luiza, que acabou de participar de uma oficina para conhecer as ferramentas da rede social.

Além dos laços afetivos, um grande impulso para a inserção dos idosos no mundo da computação vem da automatização de serviços como a declaração do Imposto de Renda e a movimentação de contas bancárias. A necessidade de estar em dia com esses avanços tecnológicos traz um efeito colateral benéfico. “É importante saber usar a internet, abre a nossa cabeça”, diz Mafalda, que gosta de usar o Facebook, ler notícias sobre novelas, pesquisar receitas e procurar informações sobre artesanato.

A bióloga aposentada Neuza Guerreiro de Carvalho, 83 anos, já é uma veterana na lida com os computadores. Começou a desvendar os segredos da informática em meados da década de 1990. “Meu filho e netos conversavam entre eles sobre o assunto e, para mim, era como ouvir chinês. Mas nunca fui de ficar por fora, então quis aprender”, diz. Sua principal motivação naquele momento foi usar o computador para registrar toda a história de sua família. “Não existia mais máquina de escrever, e não dava para escrever à mão”, afirma.

A familiaridade com o computador cresceu a ponto de, em 2008, a aposentada lançar o “Blog da Vovó Neuza”, que reúne textos sobre temas como cultura, arte, viagens e música clássica, seus hobbies favoritos. Para ela, o blog não é um passatempo, mas um trabalho. “Eu pesquiso, às vezes passo uma manhã inteira para escrever um post”, diz. Neuza comemora o fato de mais idosos estarem na rede, mas acha que eles ainda se contentam com pouco: “Tem gente que faz curso, compra computador e fica restrito a receber e-mail e repassar correntes de mensagens. Não sabe trabalhar uma foto, criar conteúdos ou fazer uma pesquisa.”

A psicóloga Andréa Jotta, pesquisadora do Núcleo de Pesquisa da Psicologia em Informática, da PUC/SP, tem percebido um aumento tanto no interesse dos idosos em acessar a internet quanto na oferta de portais com informações e serviços voltados para esse público. “Geralmente, eles se adaptam bem aos tablets, por conta da tecnologia touch screen e da facilidade em acessar aplicativos das redes sociais”, diz. Criados num tempo em que ainda dava para confiar na palavra, eles têm dificuldade para se adaptar às medidas de segurança necessárias para navegar tranquilamente. “Os idosos caem mais facilmente nesses golpes que chegam por e-mail”, diz Andréa. Por isso, muitos têm medo de usar serviços de acesso online às contas bancárias.

Mas o número de vovôs que dominam informática cresceu tanto que algumas empresas colocam cabeças grisalhas para trabalhar em seus computadores. Especializada em serviços de call center, a TMKT, de São Paulo, contratou 100 pessoas acima de 50 anos desde março de 2012. “Essa faixa etária apresenta um pouco de lentidão na digitação e no aprendizado de abrir as telas do computador, mas a disciplina, a força de vontade e o comprometimento fazem com que vençam essas dificuldades”, diz Sulamita Miranda, gerente de RH da empresa. Mara Pereira da Silva, 60 anos, voltou a trabalhar no call center depois de se aposentar como secretária há quatro anos. Para a profissional, com um bom treino as pessoas mais velhas podem trabalhar de forma tão eficiente quanto gente mais nova. “É estimulante trabalhar junto com os jovens. A gente sente que está no mesmo nível de conhecimento deles”, diz. Sinal de que, além de conectar os idosos com o mundo, os computadores funcionam como um virtual elixir da juventude.

– Pattaya, a Capital do Pecado

Cerca de 27.000 empregos são gerados pela “Sodoma e Gomorra” do século XXI, Pattaya, chamada de “capital do sexo“, onde mulheres, gays e outros gêneros se comercializam naturalmente.

Sim, existe um lugar onde a Luxúria e o Pecado reinam como algo correto (embora seja incompreensível para nós), com o argumento de que isso é feito para sustentar filhos bebês e pais idosos.

Assuste-se, extraído de: http://www.abr-il/pattaya

UMA NOITE EM PATTAYA, A “CAPITAL” DO SEXO

Conhecida como a “Sin City tailandesa” e “Sodoma e Gomorra moderna”, cidade é local de trabalho de dezenas de milhares de prostitutas

Por Vinicius Tamamoto

Quando começa a escurecer em Pattaya, na Tailândia, milhares de outdoors em neon são acesos em vários pontos da cidade para anunciar a principal atração local: a luxúria. Nos cerca de dois quilômetros da maior rua do país dedicada ao pecado, vejo placas cintilantes de casas como “The Hottest”, “Russian Girls” e “Lucifer Disko” enquanto garotas de salto alto me oferecem massagem a óleo a cada dez passos.

Entre a multidão, em plena segunda-feira, um homem me para e estende um menu com desenhos que lembram o kamasutra e opções tão intrigantes quanto pussy smoking cigarette show (“show da vagina fumante”) e pussy shooting banana show (“show da vagina atiradora de banana”). Não entro na casa, mas já dá para perceber o motivo que levou o local a ganhar a fama de “capital mundial do sexo”.

A VILA QUE VIROU POINT

Nem sempre foi assim. Tudo começou em 1959 quando 500 soldados americanos que lutavam na guerra do Vietnã foram passar os dias de folga do fronte na então pacata vila de pescadores. Sol, mar e calor elevaram Pattaya a um dos principais destinos de férias dos soldados, que chegavam aos montes.

Para atender aos anseios dos estrangeiros, ávidos por diversão, uma considerável indústria de entretenimento começou a ser estabelecida na cidade. A notícia do boom econômico gerado pelos soldados se espalhou rapidamente pelo país. Logo, muitos tailandeses deixavam suas casas no interior para tentar a vida no novo paraíso.

Hoje, a cidade tem um dos maiores distritos da luz vermelha do mundo, com milhares de estabelecimentos onde só os adultos entram. Vão do eufemismo das casas de massagem, passando pelos shows insanos das ladyboys, transexuais que se tornaram quase um símbolo do país, até casas com garotas especializadas na prática do pompoarismo.

O entretenimento atrai 1 milhão de homens à cidade todos os anos. A grande maioria é de europeus de cabelos grisalhos e barrigas salientes que normalmente desfilam orgulhosos com uma jovem e bonita tailandesa ao lado.

AUTORIDADES QUEREM ‘PURIFICAR’ A CIDADE

Desde o ano passado, no entanto, há uma cruzada em Pattaya contra a prostituição, atividade ilegal na Tailândia. Começou com a promessa da Ministra do Turismo, primeira mulher a ocupar o cargo no país, de erradicar a prática e reinventar o turismo tailandês, frequentemente associado ao sexo.

Mas foi a imagem libertina com que jornais ocidentais apresentaram a cidade em matérias publicadas entre o fim do ano passado e o início deste o que mais irritou o governo local. “Sin city” (cidade do pecado, em inglês) e “Sodoma e Gomorra moderna” foram algumas das definições nada polidas que pegaram muito mal em um país extremamente conservador.

Em fevereiro, um turista britânico de 62 anos foi agredido por policiais após ter sido pego em flagrante transando com uma prostituta dentro de um clube. No mesmo mês, duas dançarinas foram presas por se apresentarem nuas. As batidas policias aumentaram e a presença de oficiais na principal rua da cidade, onde se concentram as casas de shows, é grande.

LUTA POR DIREITOS

No Airport Club, uma das casas mais conhecidas de lá, moças com trajes curtos demais para comissárias de bordo tentam capturar os turistas. Para entrar, paga-se o equivalente a oito reais. No meio do salão apertado, dez dançarinas se apresentam de biquíni numa extensa passarela enquanto outras se sentam ao lado dos clientes para uma conversa mais íntima. Dois chineses enfiam uma porção de dólares na calcinha de uma delas.

“Escolhe uma”, diz uma garçonete que vem sentar ao meu lado. Digo que estou apenas conhecendo o lugar. Como a esmagadora maioria dos que trabalham ali, ela saiu de casa do interior do país, aprendeu inglês o suficiente para se comunicar com os turistas e hoje faz dinheiro em Pattaya. “Aqui é melhor, dá para ganhar mais”, afirma.

Quando outra moça, com um pouco mais de roupa, me oferece outra bebida, apresento-me como jornalista. “Ninguém aqui é má pessoa, todas estão ganhando dinheiro de forma honesta”, diz ela. “Muitas têm filhos ou pais idosos e precisam enviar o dinheiro que ganham para a família.”

Segundo os jornais, o mercado do sexo mantém 27.000 trabalhadores na cidade. O dado não é oficial. Enquanto as autoridades questionam a veracidade da informação, organizações como a Service Workers in Group Foundation, que trabalha para a integração das prostitutas na sociedade tailandesa, afirmam que o número é muito maior.

“Reprimir a atividade e prender dançarinas não irá resolver o problema”, disse Surang Janyam, diretora da fundação, a um jornal local. Para ela, é preciso pensar em políticas que melhorem a vida das prostitutas e garotos de programa. “Que tal descriminalizar a profissão trazendo esses trabalhadores à luz da lei para que eles possam ter direitos e serem tratados como seres humanos?”, indagou.

NÃO ERA AMOR…

A primeira vez que ouvi falar da “Sin city” tailandesa foi através de Peter H., um alemão de 52 anos e coração partido. Em Pattaya, ele conheceu um rapaz na Boyztown, uma área gigantesca com bares, saunas, baladas e clubes gays. Apaixonou-se à primeira vista. “Dei tudo para ele, viagens, presentes, mesada…” O relacionamento durou dois anos, mas não vingou. “Estava cego, não conseguia enxergar que ele só gostava do meu dinheiro”, ele me conta decepcionado.

Casos assim são comuns e, às vezes, até piores: pipocam histórias de europeus de meia idade que perderam tudo por lá. Segundo um levantamento feito pela Issarachon Foundation, que assiste moradores de rua, há no país mais de duzentos ocidentais desabrigados, muitos vivendo nas areias de Pattaya.

“Não vá lá, é muito perigoso”, me alertou o alemão iludido. Lembrei do conselho quando fui habilidosamente pescado para dentro de um bar por uma jovem e bela tailandesa. “I love you so much”, declarou-se depois de alguns minutos de conversa. Estivesse um pouquinho mais carente, teria acreditado.

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– A Impaciência ou o Fanatismo dos Torcedores na mudança da Grandeza das equipes.

Brigar por futebol vale a pena?

Vez ou outra nós vemos aficcionados torcedores invadirem treinos de seus times do coração para protestarem. É fanatismo, incoerentemente com os estádios vazios.

Será que a pressão que desce das arquibancadas ao campo é aceitável ou exagero?

Sou contra toda a forma de violência. Torcedor deve incentivar o seu time durante o jogo, e após ele, vaiar. Mas nada de transformar em ações práticas de agressão.

O treino é local de trabalho. Não gosto de momentos de briga nesse local. Mas pensemos: será que não está mudando a “feição” dos clubes brasileiros?

No começo do século XX, Bangu, América, São Cristóvão, Canto do Rio e Bonsucesso eram forças no futebol carioca. Aqui em São Paulo, tínhamos o Ypiranga, o Germânia, o Jabaquara…

Alguns encerraram as atividades, outros apequenaram-se. Hoje, temos novos clubes em destaque nos regionais: Audax e Red Bull, entre outros.

Será que daqui 30 anos, teremos os mesmos clubes que hoje ou ontem foram protagonistas? Quem era o Água Santa há 10 anos? E o São Caetano, há 20?

Aceitar novas realidades é importante. Noroeste, Marília, Paulista, Internacional e São José não são mais importantes coadjuvantes na 1a divisão de seus estados. Guarani e Portuguesa deixaram de serem importantes times da 1a nacional. Qual o futuro deles?

Aliás, qual o destino dos estaduais?

Sempre aprendi que quando estamos em um momento histórico, não percebemos que estamos fazendo história. E o fato a ser historiado no futuro é: o futebol brasileiro está em transição, seja no peso das camisas, na administração dos clubes e nas táticas dentro de campo. Se o final dessa mudança será positivo ou não, só o tempo dirá! E isso traz a reflexão: são lúcidos os protestos violentos de torcedores ou são em vão, pois eles de nada adiantarão?

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– Protesto não pode ter mentira! Francisco estava na Praia?

Enquanto eu estava escrevendo essa postagem, vi um amigo no Facebook desavisadamente postando a foto abaixo. Depois eu vi outro, mais outro e… vários!

Me refiro a uma imagem da lotada Praia de Copacabana, onde a chamada era a respeito da multidão que apoiava Bolsonaro nos protestos do domingo (não estou defendendo ou condenando a política de direita ou esquerda aqui, o assunto é outro). Eis que, ao ver a foto detalhadamente… do lado esquerdo há o PAPAMÓVEL!

Pô, o clique é de 2013, da Jornada Mundial da Juventude, com o veículo do Papa Francisco na tela.

Pra quê mentir? Por quê?

Aqui entro na seara política: tanto os fanáticos radicais de Lula quanto os do atual presidente Bolsonaro fazem essas artimanhas propositalmente. E muitos inocentes replicam pelas redes sociais, acreditam ser uma verdade quando não se passa de uma fake news.

São essas coisas que acabam com o Brasil: o radicalismo cego!

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– A invenção do ALÔ!

Puxa, não sei onde li ou escutei, só sei que: logo após o telefone ser inventado por Graham Bell,  criou-se uma regra de, ao atendê-lo, para a pessoa saber que você estava na linha, dizer: “você está aí” ou “tem alguém do outro lado”?

E sabe como surgiu o alô?

Com o pai da lâmpada elétrica, Thomas Edson! Ele se habitou a dizer Hello, e a moda pegou. O “Hello” virou “Alô” e até hoje é usado.

Imagem relacionada

– Motivo principal para NÃO existir a anulação de Botafogo 0x1 Palmeiras por suposto Erro de Direito

Prisão do ex-jogador Roni em Brasília; uso do VAR reclamado em diversos jogos no país afora; investigação sobre corrupção na gestão do Cruzeiro… tanta coisa acontecendo no futebol nesse final de semana que, duas outras quase não repercutiram como deveriam (e com razão, devido aos fatores citados): o Majestoso de domingo à noite e os preparativos da Seleção Brasileira que se apresentou para a Copa América.

Enfim: nessa noite/madrugada, outras questões extra-campo: o Botafogo-RJ confirmou que pedirá anulação do resultado do seu jogo por Erro de Direito no confronto contra o Palmeiras, e o Fluminense deu a entender que quer a anulação do cartão vermelho do seu goleiro Agenor pelo mesmo motivo. Aliás, as duas queixas são sobre “ferir o protocolo FIFA para o uso do VAR”.

No primeiro caso: o Fogão reclama que a partida foi paralisada para a consulta ao vídeo depois do jogo reiniciado, sendo que em um tiro de meta não precisa do apito do árbitro para ser cobrado. O árbitro Paulo Roberto Alves Junior realmente sinaliza que irá ver o VAR enquanto Gatito Fernandes e Gabriel estão tocando a bola após o tiro de meta (ou o tiro livre, é necessário observar o que se marcou, mas tecnicamente tanto faz). ENTRETANTO, esse reinício de jogo não pode ser entendido como legal pois precisa sim da autorização do árbitro por um detalhe: existiu a aplicação de um cartão amarelo a Deyverson antes dele! E as diretrizes das Regras do Jogo, junto com a orientação da FIFA sobre linguagem corporal do árbitro, dizem que após um cartão amarelo SEMPRE o reinício terá que ser com a autorização do árbitro mediante apito. Como o árbitro não apitou a autorização para a cobrança do tiro de meta após o cartão ao atacante palmeirense, o jogo não está reiniciado legalmente. Se a dúvida persistir, vale a leitura no Livro Oficial de Regras, página 198 do último volume publicado, sem prejuízo das novas alterações para 2019/2020 (livro novo ainda não publicado), pois esse ponto não foi alterado (é importante que os árbitros e ex-árbitros sempre o leiam). A queixa do Botafogo, portanto, não procede!

No segundo caso: o goleiro do time carioca (já tinha cartão amarelo) e se adianta ao defender um pênalti cobrado pela equipe baiana. Ele recebe o 2o Amarelo, é expulso antes do reinício da partida e isso ocorre graças a intervenção do VAR. Tal situação (a de verificar se o goleiro se adianta ou não para evitar um gol durante um tiro penal) está fora do protocolo FIFA para uso do VAR. Quem tem que observar isso é o bandeira e comunicar o árbitro, não o VAR nem o AVAR da cabine. A queixa do Fluminense procede! (OPS: Na verdade, não procede. ATUALIZANDO* ABAIXO, CORRIGINDO ESSE ITEM):

Captura de Tela 2019-05-27 às 04.14.51

A análise de Botafogo 0x1 Palmeiras em: https://professorrafaelporcari.com/2019/05/26/as-queixas-sobre-botafogo-0x1-palmeiras-procedem/

ATUALIZANDO*: As queixas do Fluminense não procedem. Corrijo com o Protocolo oficial do VAR onde permite que o árbitro de vídeo revise se o goleiro está se adiantando ou não (eu desconhecia esse item):

Captura de Tela 2019-05-27 às 08.36.19

– Que seja uma excelente segundona!


👊🏻Bom dia pessoal.
A semana está começando – gelada, é verdade. Mas não tem problema, pois há muita adrenalina para gastar!
Vamos correr?
🏃🏻 #Fui #RunningForHealth #run #cooper #corrida #sport #esporte #running

🙏🏻Correndo e Meditando:
Ó Jesus Eucarístico, vivo e presente em todos os sacrários da face da Terra, socorrei-nos. Amém.”
#Fé #Santidade #Catolicismo #JesusCristo #Cristo #MãeDeDeus #Maria #NossaSenhora #PorUmMundoDePaz #Peace #Tolerância #Fraternidade

🌺Fim de cooper!
Suado, cansado e feliz, alongando e curtindo a beleza das flores. Hoje, com a roseira “pink” trabalhada no aplicativo do celular. Bacana ou não?
🏁 #corrida #treino #flor #flower #flowers #pétalas #pétala #jardim #jardinagem #garden #flora #run #running #esporte #alongamento

🌅Desperte, Jundiaí, com seu infinito horizonte.
Que a segunda-feira possa valer a pena!
🍃 #sol #sun #sky #céu #photo #nature #morning #alvorada #natureza #horizonte #fotografia #pictureoftheday #paisagem #inspiração #amanhecer #mobgraphy #mobgrafia #AmoJundiaí

#FOTOGRAFIAéNOSSOhobby