– A empresa mais lucrativa do mundo!

Apple? Google? Quem seria a empresa que mais dá lucro no mundo?

Segundo a Bloomberg, pela 1a vez a empresa de petróleo nacional da Arábia Saudita (um país fechadíssimo, é sabido), chamada de Saudi Aramco, divulgou seu lucro: 33,8 bilhões de dólares no exercício do último semestre, após produzir por um bom período 1,6 bilhão de litros (ou 10,3 milhões de barris), tendo 260,8 bilhões de barris em reservas e, supostamente, valendo quase 3 trilhões de dólares (a Apple vale 875 bilhões no mercado).

Em bilhões de dólares, comparando o mesmo período fiscal, os lucros das gigantes foram:

Saudi Aramco: 33,8

Apple: 28,9

Microsoft: 13,8

Google: 11,7

Shell: 7,4

Facebook: 6,9

Volkswagen: 6,8

Amazon: 0,9

Deu para entende o motivo de existir tanto dinheiro nos países árabes? Lá sobra petróleo e jorram petrodólares por todos os lados…

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– O acerto humano-tecnológico e o cumprimento do protocolo FIFA em Goiás 1×2 São Paulo

Tudo perfeito! Parabéns aos procedimentos da equipe de arbitragem que esteve no Serra Dourada para Goiás 1×2 São Paulo, pois cumpriu-se à risca o protocolo FIFA no gol validado do time goiano.

Explico: Ivan Carlos Bohn, o árbitro assistente 2, viu o atacante do Goiás receber a bola supostamente à frente (mas num lance originalmente ajustado, difícil). Não ergueu sua bandeira (é a nova orientação) a fim de terminar o lance, que resultou em gol e só aí sinalizou seu instrumento.

O motivo?

Se ele ergue a bandeira no momento adequado no qual entendeu estar impedido no calor do jogo (lembrando que era um lance duvidoso), não sairia a conclusão da jogada e o jogo pararia antes do gol.

Seguindo ainda a orientação do protocolo FIFA de que todo o gol OBRIGATORIAMENTE deve ser revisado pelo VAR, percebeu-se que um calcanhar da zaga são-paulina deu condição de jogo, e o gol, que poderia ter sido invalidado pelo difícilimo lance, tornou-se válido pelo equipamento eletrônico.

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– As Drogas da Inteligência

As drogas da inteligência (chamadas de “smarts drugs”) funcionam?

Aliás, para que servem?

Abaixo, uma matéria muito interessante sobre quem tem interesse sobre elas.

Em: https://g1.globo.com/ciencia-e-saude/noticia/2018/12/01/quais-sao-as-drogas-da-inteligencia-e-o-que-aconteceria-se-todos-recorressem-a-elas-para-turbinar-o-cerebro.ghtml

O QUE ACONTECERIA SE TODOS TOMASSEM AS DROGAS DA INTELIGÊNCIA E TURBINASSEM O CÉREBRO?

Cada vez mais pessoas estão fazendo uso dos chamados nootrópicos para melhorar seu desempenho no trabalho. Mas eles realmente funcionam?

Honoré de Balzac era um grande entusiasta dos benefícios do café para o cérebro. O renomado escritor francês seguia uma rotina rígida – todas as noites, vagava pelas ruas de Paris à procura de um local que estivesse aberto até meia-noite para tomar a bebida. Depois, escrevia até a manhã seguinte. Relatos indicam que ele consumia 50 xícaras de sua bebida favorita em um único dia.

Em determinado momento, ele passou a comer colheradas inteiras de café moído, que acreditava trazer benefícios quando em jejum.

Pode ter funcionado. Balzac foi um escritor prolífico e produziu quase cem romances, novelas e peças de teatro durante sua vida. Morreu de insuficiência cardíaca aos 51 anos.

Durante séculos, trabalhadores de todo o mundo fizeram o mesmo: consumiam café para enfrentar sua jornada diária. Mas isso vem mudando. Jovens que ingressam no mundo corporativo têm experimentado uma gama de substâncias que, segundo eles, melhoram suas habilidades mentais e os ajudam progredir em suas carreiras.

De fato, algumas dessas chamadas “drogas inteligentes” já são incrivelmente populares. Uma pesquisa recente com dezenas de milhares de pessoas descobriu que 30% dos americanos entrevistados afirmaram tê-las tomado nos últimos 12 meses.

Parece que em breve todos estaremos fazendo o mesmo – e é fácil se deixar levar pelas consequências. Será que essas substâncias vão nos levar a deslumbrantes invenções da era espacial? Ou talvez a uma explosão no crescimento econômico? A semana de trabalho pode ficar mais curta, à medida que as pessoas se tornem mais eficientes?

Para responder a essas perguntas, primeiro precisamos entender quais são essas drogas.

A “droga inteligente” original é o piracetam, que foi descoberto pelo cientista romeno Corneliu Giurgea no início dos anos 1960. Na época, ele estava buscando uma substância química que pudesse penetrar no cérebro e deixar as pessoas com sono. Após meses de testes, ele criou o “Compound 6215”.

Era seguro, tinha muito poucos efeitos colaterais – mas não funcionou. A droga não possibilitou uma melhor noite de sono a ninguém e pareceu funcionar de maneira oposta àquela pretendida.

O piracetam teve um efeito colateral surpreendente. Quando os pacientes fizeram uso da substância pelo menos uma vez por mês, suas memórias registraram melhorias substanciais. Giurgea imediatamente reconheceu a importância de suas descobertas e cunhou o termo “nootrópico”, que combina as palavras gregas para “mente” e “flexão”.

Hoje, esse medicamento é o favorito entre estudantes e jovens profissionais que buscam uma maneira de melhorar seu desempenho, embora até hoje, décadas depois da descoberta, não haja evidências de que a substância de fato ajude a incrementar as habilidades mentais de pessoas saudáveis.

Trata-se de uma droga que não tem aprovação da FDA (Food and Drugs Administration, órgão governamental que fiscaliza medicamentos e alimentos) nos EUA. No Brasil, é vendida em farmácias mediante receita médica.

O empresário e podcaster do Texas Mansal Denton toma o fenilpiracetam, um parente próximo de uma versão do piracetam originalmente desenvolvida pela União Soviética como um remédio para ajudar os astronautas a suportar as dificuldades da vida no espaço.

“O fenilpiracetam me deixa uma pessoa mais articulada. Então, acabo fazendo várias gravações (de podcasts) quando tomo”, diz ele.

Na verdade, esse cenário proporcionado por essas drogas é bastante típico. Embora muitas tenham uma legião de seguidores apaixonados, seus benefícios no cérebro são mínimos ou não comprovados por estudos científicos. O que nos leva a uma conclusão menos instigante: nada seria diferente.

E a creatina monohidratada? Esse suplemento dietético consiste em um pó branco, que geralmente é misturado em bebidas açucaradas ou milkshakes, ou tomado em forma de pílula. A substância química é encontrada naturalmente no cérebro, e agora já há algumas evidências de que tomar uma quantidade extra de creatina pode melhorar sua memória operacional e sua inteligência.

Mas, apesar de ser relativamente uma novidade entre jovens profissionais ambiciosos, a creatina tem uma longa história com fisiculturistas, que fazem uso dela há décadas para melhorar seus ganhos musculares. Nos EUA, suplementos esportivos são uma indústria multibilionária – e a maioria contém creatina.

De acordo com uma pesquisa realizada pelo instituto Ipsos Public Affairs no ano passado, 22% dos adultos disseram que tinham tomado um suplemento esportivo no período. Se a creatina tivesse um grande impacto no local de trabalho, certamente já teríamos visto alguns sinais disso.

Claro, existem drogas com mais poderes transformadores. “Acho que é muito claro que algumas funcionam”, diz Andrew Huberman, neurocientista da Universidade Stanford, nos EUA.

De fato, há uma categoria de drogas inteligentes que recebeu mais atenção de cientistas e biohackers – aqueles que buscam alterar sua própria biologia e habilidades – do que qualquer outra. São os chamados estimulantes.

Duas opções cada vez mais populares são anfetaminas e metilfenidato, medicamentos vendidos sob as marcas Adderall e Ritalina. Nos Estados Unidos, ambos são aprovados como tratamentos para pessoas com Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade (TDAH), um distúrbio comportamental caracterizado por sintomas de desatenção, inquietude e impulsividade.

Agora, essas drogas são amplamente usadas por pessoas em ambientes altamente competitivos, como uma forma de elas permanecerem focadas em tarefas específicas.

As anfetaminas têm um longo histórico como “drogas da inteligência” – do matemático húngaro Paul Erdös, que contou com elas para solucionar enigmas matemáticos, ao escritor inglês Graham Greene, que as usou para escrever dois livros ao mesmo tempo. Mais recentemente, há uma abundância de relatos em revistas sobre seu amplo uso em certas áreas, como jornalismo, artes e finanças.

Aqueles que tomaram anfetaminas juram que elas funcionam – embora não da maneira como você talvez pense. Em 2015, pesquisas mostraram que seu impacto sobre a inteligência é “modesto”. Mas a maioria das pessoas não as toma para melhorar suas habilidades mentais. O objetivo é melhorar sua energia mental e motivação para trabalhar.

Uma observação importante: tanto o Adderall quanto a Ritalina trazem sérios riscos e efeitos colaterais (ver abaixo).

Um dos resultados de tomar essas substâncias é a habilidade de solucionar tarefas mentalmente desgastantes, especialmente aquelas que proporcionam uma recompensa no final. Um estudo descobriu que muitas pessoas consideravam um problema matemático “interessante” quando faziam uso delas.

E SE O USO FOSSE DISSEMINADO?

Mas se toda a nossa força de trabalho começasse a se dopar com estimulantes desse tipo, parece provável que eles teriam dois efeitos principais.

Em primeiro lugar, as pessoas deixariam de evitar tarefas desagradáveis, e funcionários preguiçosos que talvez tenham aperfeiçoado a arte da procrastinação passariam a realizar suas tarefas agilmente, mantendo planilhas atualizadas e participando entusiasticamente de reuniões enfadonhas.

Em segundo lugar, os escritórios se tornariam ambientes significativamente mais competitivos.

O empresário e podcaster do Mansal Denton concorda. “Acho que os nootrópicos apenas tornam tudo cada vez mais competitivo. A facilidade de acesso ao capital intelectual russo e chinês nos Estados Unidos, por exemplo, está aumentando. E há uma disposição para obter qualquer vantagem possível que esteja disponível.”

Mas também estima-se que haveria prejuízos significativos. As anfetaminas são estruturalmente semelhantes à metanfetamina – uma droga recreativa potente e altamente viciante que arruinou diversas vidas e que pode ser fatal.

Tanto o Adderall quanto a Ritalina são medicamentos conhecidos por provocarem vício, e já existem inúmeros relatos de funcionários que lutaram para se livrar deles. Há também efeitos colaterais, como nervosismo, ansiedade, insônia, dores de estômago e até queda de cabelo, entre outros.

HAVERIA IMPACTO NA PRODUTIVIDADE?

Por fim, uma força de trabalho baseada em estimulantes não seria necessariamente mais produtiva no geral.

Considerando essas desvantagens, parece justo prever que os estimulantes vendidos sob receita médica provavelmente não mudarão o mundo tão cedo. Mas existe uma versão mais leve na praça, que você pode comprar em praticamente qualquer lugar: cafeína.

Nos Estados Unidos, as pessoas consomem mais café do que refrigerantes, chá e suco juntos. Infelizmente, ninguém jamais estimou seu impacto no crescimento econômico – mas muitos estudos encontraram muitos outros benefícios. Curiosamente, a cafeína traz comprovadamente mais benefícios do que o suplemento comercial à base de cafeína que a empresa de Woo criou, que atualmente é vendido a US$ 17,95 por 60 comprimidos.

Outra opção popular é a nicotina. Os cientistas estão cada vez mais certos de que essa droga é um poderoso nootrópico, com a capacidade de melhorar a memória de uma pessoa e ajudá-la a se concentrar em certas tarefas – embora também apresente riscos óbvios bem documentados e efeitos colaterais.

“Existem alguns neurocientistas muito famosos que mastigam Nicorette para melhorar seu funcionamento cognitivo. Mas eles são ex-fumantes e esse é o substituto deles”, diz Huberman.

Então, o que aconteceria se todos nós tomássemos pílulas da inteligência? Na verdade, a maioria de nós já faz uso delas todos os dias, enquanto bebemos nosso café da manhã. Mas Balzac poderia ter dito isso a você antes.

Pílulas, comprimidos, remédios, medicamentos — Foto: stevepb/Creative Commons

– Análise Pré-Jogo da Arbitragem para Paulista x União de Mogi

Para a partida entre Paulista x União de Mogi, uma escala diferente do que estava sendo habitual (ou seja: a de jovens árbitros sendo testados). Apitará Eleandro Pedro da Silva, de 43 anos, que há 22 anos ininterruptos apita pela FPF (por diversas temporadas na A2 e na A3), mas que nos últimos anos tem trabalhado como 4o árbitro e apitado jogos menores.

Neste ano, o árbitro (natural de Guararema) apitou 3 partidas na Copa São Paulo e trabalhou como árbitro reserva em 12 jogos (incluindo um da Segunda Divisão Sub 23). Começou a apitar jogos profissionais em 2019 apenas na Rodada 3 da mesma divisão: Manthiqueira 2×0 Atlético de Mogi. Depois trabalhou em Capão Bonito na partida entre Elosport 0x1 Marília, na Rodada 4.

Seu estilo de arbitragem é de deixar o jogo fluir, marcando poucas faltas e aplicando poucos cartões. Tem muita experiência, resta saber como está sua condição física (devido a idade e não estar apitando regularmente) e seu ritmo de jogo (pelo mesmo motivo).

Desejo boa sorte aos árbitros e grande jogo para as equipes.

Acompanhe a transmissão de Paulista x União de Mogi pela Rádio Difusora Jundiaiense AM 810, com o comando de Adilson Freddo. Narração de Rafael Mainini; comentários de Heitor Freddo e Robinson “Berró” Machado; análise da arbitragem com Rafael Porcari; reportagens de Luiz Antonio “Cobrinha” de Oliveira. Sábado às 15h00 – mas a jornada esportiva começa a partir das 14h00 para você ter a melhor informação com o Time Forte do Esporte.

– Guaidó e Maduro, EUA e Rússia. E o povo?

Enquanto a população venezuelana sofre, Maduro não larga o Governo ditatorial e Guaidó não tem firmeza para assumir. Por trás deles, os apoios explícitos da Rússia e dos EUA – o que significa que todos pensarão várias vezes antes de algo mais sério.

O duro é que quem sofre é o cidadão comum. Falta tudo no país – de emprego a mantimentos. E o maior problema é: quando isso vai se resolver?

Talvez pior do que isso seja outra questão: COMO vai se resolver?

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– Diego Ribas e a infração DUPLA na cobrança de falta em Internacional 2×1 Flamengo.

Nem bem a Regra mudou, e já existe tentativa de burla.

Veja só que interessante: aos 37 minutos do 2º tempo, Guerrero vai cobrar uma falta a favor do Internacional. A barreira do Flamengo está feita; o Colorado monta uma “mini-barreira” (dentro do permitido que surgiu com as novas orientações da Regramas que até agora não vejo eficácia), e… quando a cobrança vai ser executada, Diego, do Flamengo, está entre as duas barreiras (isso é irregular, não está a 9,15m da bola). E assim que o chute acontece, Diego comete outra falta: vai em direção da mini-barreira e a abre empurrando-a com o corpo.

Nesses casos, se deve:

se tudo aconteceu com a bola parada, aplicar cartão amarelo ao jogador e repetir a cobrança;

se o empurrão na barreira foi com a bola já chutada, aplicar cartão amarelo e marcar tiro livre direto no local da infração cometida por Diego (e se estivesse dentro da área, pênalti).

Atenção com a nova situação, árbitros. No Beira-Rio, ninguém (árbitro, assistentes ou VAR) observou essa irregularidade.

O vídeo em: https://globoesporte.globo.com/rs/futebol/brasileirao-serie-a/jogo/01-05-2019/internacional-flamengo.ghtml?video=7583170&utm_source=google&utm_medium=onebox%20#tr-video

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– Os Autodidatas da Pobreza!

Compartilho interessante matéria sobre um programa solidário com crianças da Etiópia. Lá, elas ganham tablets e, sozinhas, aprendem informática. Abaixo:

Extraído de: http://www.istoe.com.br/reportagens/250568_NATIVOS+DIGITAIS

NATIVOS DIGITAIS

Sem orientação, crianças de comunidades isoladas na Etiópia aprendem a manejar tablets e começam a se alfabetizar sozinhas

Por Juliana Tiraboschi

Para quem vive nas grandes cidades, a impressão é a de que as crianças já nascem sabendo como mexer em computadores e celulares. Mas será que em lugares pobres e isolados acontece o mesmo? Foi pensando nisso que o cientista Nicholas Negroponte, cofundador e professor do Laboratório de Mídia do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT), criou um projeto de distribuição de tablets para crianças de comunidades remotas na Etiópia. Os aparelhos foram abastecidos com aplicativos que ensinam crianças a ler e escrever. O cientista partiu do princípio de que é possível aprender de maneira autodidata.

Negroponte baseou-se em experiência adquirida no projeto que o tornou famoso. Em meados dos anos 2000, ele criou a organização sem fins lucrativos OLPC (Um Laptop por Criança, na sigla em inglês), que vende computadores de baixo custo (até US$ 200) para governos de vários países. O bom desempenho das crianças estimulou o cientista a desenvolver o projeto na Etiópia. Desde fevereiro, distribuiu 40 tablets em dois vilarejos do país, ambos localizados a cerca de 100 quilômetros da capital, Adis Abeba. Um aparelho para cada criança. São meninos e meninas analfabetos, entre 4 e 11 anos, que nunca frequentaram uma escola ou tinham tido contato com qualquer equipamento eletrônico. A única instrução fornecida foi sobre como reabastecer os dispositivos. Um adulto de cada comunidade aprendeu a carregar os tablets em uma estação movida a energia solar.

Cada aparelho foi equipado com cerca de 300 aplicativos de jogos, filmes, desenhos e atividades básicas de alfabetização. Em poucas semanas, as crianças já mexiam com desenvoltura nos aplicativos. Após sete meses de experimento, algumas conseguem esboçar suas primeiras letras e palavras. Para Matt Keller, vice-presidente de apoio global da OLPC, o caso que mais o impressionou foi o de um garoto de 4 anos. “A princípio pensei que ele tinha algum problema de desenvolvimento. Ele não olhava nos nossos olhos e se escondia atrás da mãe. Mas ele foi o primeiro em um dos vilarejos a descobrir como ligar o tablet, em apenas quatro minutos de tentativas, e depois passou a ensinar as outras crianças”, conta. Quando o menino conseguiu ligar o aparelho pela primeira vez, exclamou: “Eu sou um leão!” “Sempre que eu ia visitar o vilarejo, eu o chamava de leão. Um dia cheguei lá, ele me puxou pelo braço e me mostrou que havia escrito a palavra ‘lion’ no tablet. Ele aprendeu isso com os programas”, diz. Outro exemplo de resultados: os cientistas da OLPC desabilitaram as câmeras dos tablets, para poupar bateria. Mas as crianças fuçaram tanto que conseguiram desbloquear essa função e saíram tirando fotografias pelo vilarejo. Desde a época em que a OLPC foi criada, em 2005, há quem critique a distribuição de equipamentos tecnológicos sem que isso seja acompanhado de um treinamento que ensine a usá-los. “Eu acho que projetos como esse alcançam resultados limitados”, diz o engenheiro elétrico Lee Felsenstein, pioneiro no desenvolvimento dos primeiros computadores pessoais e fundador do Fonly, instituto de consultoria e desenvolvimento de projetos de tecnologia, como um programa recente que montou um sistema de informática em uma região rural do Laos. “Mesmo que as crianças aprendam a ler, a questão é o que elas estão lendo, os motivos e o significado dessas leituras. Os tablets podem ensinar palavras, mas, sem orientação, que é a função dos bons professores, esse é um tipo de aprendizado pobre”, afirma Felsenstein. “Acho que essa é uma visão que não entende a natureza intrínseca das crianças”, discorda Matt Keller. Independentemente de quem esteja certo, não dá para negar que estimular a curiosidade e o gosto pela leitura e escrita é sempre positivo, na selva ou na cidade.

– Um passeio na UNIDAM no nosso #tbt

Nos cliques de recordação às 5as feiras, conhecidos no mundo virtual como #tbt, o registro gostoso de um passeio em família no Horto Florestal, em Jundiaí. Fomos à UNIDAM (Unidade de Desenvolvimento Ambiental), onde as mudas das plantas da cidade ficam crescendo, à espera do seu plantio. Um lugar quase que desconhecido, mas muito bonito. Em 4 cliques, começando com nossa Estelinha plantando sua florzinha colorida:

Aqui há uma variedade de ricas flores coloridas:

Também as exóticas e/ou de “carinha engraçada” estão por aqui: essa, do clique abaixo, “sorriu” para nós:

Por fim: diversão!

#FOTOGRAFIAéNOSSOhobby

 

– 5a de Nuvens

Sem sol!
O #amanhecer de 5a feira está bem nublado (veja no clique abaixo). Mas não importa: há de ser um bom dia de vida. Ok?

☁️ #morning #landscapes #photo #mobgraphia #clouds

#FOTOGRAFIAéNOSSOhobby