– E daí, Diego?

Coisas que eu não entenderei: o medalhista olímpico Diego Hypólito, um ginasta de alta categoria, assumiu ao UOL a sua homossexualidade.

Claro que muita gente dirá: “Eu já sabia”. Mas e daí?

Vai mudar o dólar? Transformará a minha ou a sua vida? A repercussão na mídia não está exagerada?

De forma bem educada e objetiva: todos somos pessoas! Se ele gosta de homem, não pode ser condenado pois é uma questão particular que diz respeito a ele. Ao mesmo tempo, nada que se faça apologia do fato ser “um diferencial vantajoso” para o atleta! Ele continua sendo o mesmo esportista, pois ser homossexual não deve ser motivo de repulsa na sociedade, mas também não de qualidade

Não perdemos tempo nesse país com coisas desnecessárias? Os ativistas vibrammas aí é algo desta parcela populacional. A maior parte do brasileiro nem se importa. Aqui, em particular, algo que irrita: o fato de dizer que não assumia pois não poderia ser ídolo! Já não comporta-se mais tal afirmação na sociedade… 

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– Pichar a troco de quê?

Leia essa pequena nota do Portal G1 sobre uma senhora que sofreu acidente em SP:

“Uma mulher caiu de um prédio por volta de 4h desta quinta-feira (9) na Rua Rocha, no bairro da Bela Vista, região central de São Paulo.
Segundo a Polícia Militar, a mulher caiu do prédio quando fazia uma pichação. Ela foi encaminhada para o Hospital das Clínicas com ferimentos graves. O caso foi apresentado para registro no 78º DP (Jardins).”

Quer dizer que a cidadã estava trepada no prédio, vandalizando durante a madrugada?

Mas e acordar cedo para o dia de serviço? E o prejuízo dos moradores vítimas do ato (e que nada fizeram a essa pessoa)? Para quê poluir visualmente?

Infelizmente, aqui vale o ditado de “quem procura, acha”. Aceitou correr o risco de morte para uma imbecil atitude criminosa, e pagou o preço por isso.

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Mulher caiu de prédio na Bela Vista — Foto: Reprodução/Google Street View, reproduzida por G1.

– Você cuida da sua Saúde Mental?

Acho que essa imagem com algumas dicas para cuidar da saúde mental são válidas tanto para a vida pessoal quanto para a profissional, não?

Avalie, reflita e responda: de acordo com as dicas desse quadro (abaixo), estou evitando esses contratempos no meu dia-a-dia?

Aqui:

– O Vício do Consumismo

Bela e inteligente. Eis a declaração da atriz Fernanda Vasconcelos sobre o mundo consumista e a sede dos jovens em ter bens materialistas para a satisfação pessoal:

Quanto mais jovens alienados e consumistas se formarem, mais adultos doentes teremos no futuro. Esse ‘querer ser’ através do consumo é quase comparável à dependência química”.

Disse tudo. Comprar/gastar pode ser um vício, como o das drogas!

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– Análise Pré-Jogo da Arbitragem para Joseense x Paulista

Nesta Rodada 7 do Paulistão da Segunda Divisão de Profissionais Sub 23, para o jogo entre Joseense x Paulista, apitará Rodrigo Santos.

Rodrigo tem 10 anos de carreira e 33 de idade. Tem trabalhado já há algum tempo em vários jogos da Segunda Divisão e eventualmente na A3. Na A2 e A1, só teve oportunidade como quarto-árbitro.

Em jogos do Galo, o árbitro nunca atuou como árbitro central, sempre como reserva. Nas partidas as quais tive a informação de seu trabalho, costuma coibir jogadas mais viris e não pensa duas vezes em dar cartões (gosta do rigor).

É mais um juiz procurando seu espaço no futebol. Que agarre a chance que tem pois, todo jogo do Paulista neste torneio, é olhado como “jogo de time grande”.

Infelizmente, a FPF ainda não divulgou os bandeiras para o jogo (tem sido uma praxe a demora na divulgação dos mesmos).

– As Profissionais e o Sonho da Maternidade: como retomar a carreira?

Um assunto importante: muitas mulheres deixam o trabalho para se tornarem mães, desejosas de retomar a carreira profissional. Mas na prática… não é bem assim que funciona.

Extraído de: http://epoca.globo.com/vida/noticia/2016/05/ambicao-profissional-das-mulheres-aumenta-apos-o-nascimento-dos-filhos.html

A AMBIÇÃO PROFISSIONAL DAS MULHERES AUMENTA APÓS O NASCIMENTO DOS FILHOS

Por Marcos Coronato e Ana Helena Rodrigues

Há 154 anos, a americana Jennie Douglas entrava no Departamento do Tesouro dos Estados Unidos, em Washington – a primeira mulher na história a ser contratada pelo governo americano. A Guerra Civil arrancava os homens dos postos de trabalho. Jennie era uma experiência. Havia dúvidas sobre a capacidade dela para cortar e aparar cédulas recém-impressas, outra novidade naquele momento. Mas, como avaliou o chefe da área, “o primeiro dia de trabalho resolveu o assunto, em favor dela e das mulheres”. O governo contratou mais centenas de funcionárias nos anos seguintes. Terminada a guerra, em 1865, muitas poderiam voltar a se dedicar só à família. Mas a tendência era irreversível. Em 1870, o censo americano registrou pela primeira vez a categoria pequena, mas crescente, das mulheres com empregos formais fora de casa (antes, as mulheres tinham, usualmente, ocupações informais, autônomas e braçais). O censo passou também a dimensionar uma questão em debate até hoje. Como mulheres e homens podem trabalhar fora, obter realização profissional e criar filhos de forma saudável?

Entre as mulheres, em países democráticos, as oportunidades se multiplicam. Mas o avanço não acompanha o ritmo de crescimento das ambições femininas. Uma enquete organizada pela revista Crescer, feita em fevereiro e março, colheu opiniões de mais de 3 mil mães de crianças com até 11 anos de idade. E mostra a largura do fosso entre ambições e realidade. A pesquisa listou e ordenou sonhos e prioridades. Somemos as indicações recebidas por um certo sonho ou uma certa prioridade como “primeiro mais importante” e como “segundo mais importante”. De acordo com a pesquisa, o maior sonho das mulheres após ter filhos é retomar a carreira. Isso vem à frente de viajar o mundo (11%) e muito à frente de ter um bom relacionamento (2%) (leia o quadro abaixo). Sete em cada dez das mães sonham com um trabalho que as realize (71% indicam essa opção como o maior sonho ou o segundo maior sonho). Mas, diante das demandas familiares, apenas uma em cada dez consegue tratar isso como uma prioridade (9% indicam essa opção como a maior prioridade ou a segunda maior prioridade). Além das próprias mulheres, saem perdendo a sociedade e as organizações.

Uma mudança ainda incipiente vem indicando um rumo interessante. Parte dela é difusa – os parceiros mais atentos atuam pela igualdade de oportunidades para suas mulheres. Durante os três últimos anos, a administradora financeira Ana Paula Santos, de 30 anos, precisou dedicar mais tempo à carreira, na escola híbrida de negócios e design Polifonia. Seu marido, Eduardo, é designer de interiores e tem horário flexível no trabalho. Assim, ele consegue arrumar a agenda para trabalhar somente até o horário de buscar na escola o filho de Ana, Caio, de 10 anos. “Meu marido sempre fez tudo. Pega meu filho na escola, dá janta, ajuda na lição de casa. Coisas que não consigo fazer”, diz Ana. O avanço na carreira satisfaz Ana e beneficia a família. “Meu salário aumentou em 70% nos últimos três anos.”

Outra parte da mudança, porém, precisa vir de quem tem poder – empresas e governos. Organizações modernas vêm propondo benefícios para a mulher, o que é ótimo. Mas organizações extremamente modernas, interessadas em participar da solução do problema em grande escala, devem pensar em benefícios não apenas para a mulher, e sim para a família. Isso significa definir sistemas e culturas de trabalho que apoiem todos os funcionários, inclusive os homens, a planejar, ter e cuidar de filhos. Incentivar os homens a dividir meio a meio a responsabilidade parental significa apoiar as ambições femininas. “Muitas empresas e países ainda parecem pensar que a maioria das crianças só tem mãe”, diz a consultora Avivah Wittenberg-Cox, atuante há 20 anos nessa frente e fundadora da Rede de Mulheres Profissionais da Europa. “A cultura da maior parte das empresas é dominada e definida por homens. Essas companhias sofrem uma hemorragia de talentos femininos.”

A mudança apareceu em destaque no Relatório de Tendências do Ambiente de Trabalho de 2015 da Sodexo, uma empresa multinacional de benefícios trabalhistas, presente em 80 países. Uma tendência destacada no ano passado foi a “redefinição do ambiente de trabalho amigável para a família”. As organizações mais sensíveis ao tema perceberam o que as mães já sabiam. “Mães e pais tendem a ter responsabilidades substanciais tanto no trabalho como em casa. Em resposta, as organizações estão implementando ações ‘amigáveis à família’”, afirma o relatório, assinado por um painel de especialistas. As políticas incluem horários flexíveis para mulheres e homens com filhos pequenos. O estudo admite que os resultados ainda não são conclusivos – estamos desbravando território novo. Os governos terão papel fundamental nisso.

A Suécia, que ocupa a quarta posição no índice de igualdade de gênero do Fórum Econômico Mundial, foi o primeiro país a adotar a licença-paternidade, em 1974. Atualmente, o casal recebe por lei 480 dias de licença parental, a partir do nascimento da criança, e os dois juntos decidem como dividir esse tempo. Nos primeiros 390 dias, quem optar por ficar em casa recebe 80% do salário, pago pelo Estado. “Na Suécia, os homens (com filhos recém-nascidos) são obrigados a tirar pelo menos oito semanas de licença, ou perdem o benefício”, diz Avivah. A licença parental pode permitir que mãe e pai fiquem em casa, trabalhem meio período ou tenham horários mais flexíveis. Trata-se de um impulso igualitário – e benéfico para todos.

(Clique na Imagem abaixo para ampliá-la:)

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– Uma 5a muito bela em 5 cliques e muitas hastaghs!

👊🏻Bom dia!
Hora de levantar para fazer a jornada render. E suar a #camisa nos faz ter #motivação.
Sem ter #preguiça, vamos ao #cooper diário?
🏃🏻 #Fui #RunningForHealth #run #nike #corrida #sport #esporte #running

🙏🏻Correndo e Meditando durante a atividade física:
“Ó #NossaSenhoraDaPurificação, rogai por nós que recorremos a vós. #Amém.”
#Fé #Santidade #Catolicismo #Jesus #Cristo #MãeDeDeus #Maria #NossaSenhora #PorUmMundoDePaz #Peace #Tolerância #Fraternidade

🌺Fim de #cooper!
Mesmo estando suado, cansado e feliz, vale a pena ficar alongando no #jardim e curtindo a beleza das #flores (essa, clicada ontem).
🏁 #corrida #treino #flor #flower #flowers #pétalas #pétala #jardinagem #garden #flora #run #running #esporte #alongamento

🌅06h15 – Desperte, #Jundiaí.
Que a #quintafeira possa valer a pena!
🍃 #sol #sun #sky #céu #photo #nature #morning #alvorada #natureza #horizonte #fotografia #pictureoftheday #paisagem #inspiração #amanhecer #mobgraphy #mobgrafia #AmoJundiaí

📸Ops: e como hoje é 5a feira (dia de #tbt), vale a #foto de uma recordação do passeio gostoso para deixar a postagem bonita!
A esposa e a filha mais velha sempre maravilhosas; a caçula ainda com meia dúzia de cabelinhos e eu com o rosto gordo, beeeeem acima do peso!
👨‍👩‍👧‍👧 #família #family #sorrisos #felicidade #PaiDeMeninas #amor #carinho #love

#FOTOGRAFIAéNOSSOhobby