– A aposentadoria dos Senadores e a de um trabalhador brasileiro qualquer. Veja “somente” a questão do Plano de Saúde…

A Reforma da Previdência Social está sendo discutida nesta semana em Brasília. No Senado, os políticos debaterão especificamente a mudança do regime exclusivo que eles têm (hoje, ganhando aposentadoria integral quando aposentam) para o regime comum a todos, cujo teto é de R$ 5.839,45.

Você acredita que os senhores senadores aprovarão a redução da aposentadoria de R$ 33.763,00 (que recebem hoje) para o valor máximo de um brasileiro “normal”, citado acima?

É lógico que não. Mas ainda há os outros privilégios, ou melhor, mordomias! Pense: será que os senadores ficam na fila do SUS aguardando a “vez da consulta”? Ou no balcão dos planos de saúde esperando autorização para exames? Nada disso!

Veja se não é um tapa na cara: cada senador tem direito ao Plano de Saúde que atende uma rede credenciada ampla (incluindo Albert Einstein e Sírio-Libanês, os dois melhores do Brasil), além de qualquer outra consulta médica ou exame particular através de reembolso (não há limite de gastos). Isso inclui cônjuge e filhos de até 24 anos. Vale também a ex-senadores (o plano é VITALÍCIO, basta ter trabalhado 6 meses – incluindo a regra também aos suplentes de senadores).

O único limite, vejam só, é para dentistas, cujos valores não podem passar de R$ 25.998,96 anuais por pessoa.

Lembrando ainda: se o Senador for cassado por corrupção ou cometer crimes, não perde nenhum dos benefícios acima!

Um tapa na cara do povo, não? NUNCA eles votarão contra eles próprios.

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09.216.837/0001-47. Esse número vale uma vaga na Primeira Divisão do Paulistão 2020!

A “terceira vaga da A2 do Paulistão“, visando o acesso para a A1, existe mesmo?

Desde que se ventilou a compra do Bragantino por parte do Red Bull, se tem falado sobre isso. Mas não é bem assim: inscrevem-se para a disputa da A1 as equipes que são remanescentes e as ascendentes da A2. E elas têm CNPJ ativo, pois são pessoas jurídicas. Se existir o Red Bull Bragantino, a equipe jogará com o CNPJ do antigo Bragantino, e disputará a A1 regional e a B nacional com ele. E o CNPJ originário do Red Bull Brasil (no título desta postagem) ficará inscrito na FPF até oficializar a desistência e/ou encerrar a atividade da firma antiga.

Pense: qualquer agremiação pode comprar esse CNPJDessa forma, a vaga na A1 que “sobraria” caso a PJ do antigo Red Bull nada faça (lembrando que uma empresa não pode ter dois times na mesma divisão) pode ser preenchida com quem conseguir fazer negócio com o Toro Loko.

É natural que suba o 3o colocado da Série A2, caso o Red Bull nada faça com a outra vaga.  Esqueça que “não vai cair o São Caetano”, pois o regulamento é claro. Mas pense: qual a vantagem que o Red Bull levaria em não negociar seu CNPJ e simplesmente encerrar a PJ que usou até agora, gastando dinheiro para fechar a empresa ao invés de ganhar dinheiro repassando a empresa (e por conseguinte, a vaga)?

Imagine, por exemplo, se o Deportivo Brasil de Porto Feliz (que é de propriedade do Shandong Luneng, da China) ou o Audax-Osasco, notadamente endinheiradas agremiações que não são clubes, mas empresas de futebol, resolvem comprar este citado (e limpo) CNPJ? Disputarão dentro da lei a Série A1 de 2020 do Paulistão. E se fizer com rapidez, levam a série D 2019 do Brasileirão (pois creio que o Red Bull consegue o índice técnico). 

A questão é: o Red Bull encerrará o CNPJ simplesmente, ou aceitará vendê-lo para alguém que faça alguma proposta (já que qualquer valor é lucro nesse negócio)?

Aguardemos. Quem sabe teremos uma nova equipe rica na elite do Paulistão, ao invés de um tradicional pequeno clube?

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-80 tiros no inocente. Que despreparo…

O que se pode fazer com a morte covarde, inocente e injusta do músico negro confundido por uma equipe policial com bandidos, tão repercutida nessa semana?

Foram disparados 80 tiros no veículo do pobre coitado, que foi morto sem saber por quê. E agora?

Dar armas para pessoas despreparadas não funciona. Há de se treinar mais (e orientar os cuidados de maneira mais forte).

Aliás, a capa do diário carioca “EXTRA” foi emblemática! Abaixo:

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– O que te escraviza no dia-a-dia?

Neste tempo de Quaresma, a Liturgia da Igreja Católica nos convida à conversão, ao abandono das práticas antigas que sejam indevidas e à reconstrução de uma pessoa melhor.

Hoje, a Boa-Nova anuncia que devemos nos manter livres, vivendo na Verdade (em Deus, sem mentiras, à Luz do Espírito Santo, colhendo os frutos da não dependência ou da libertação das amarras).

Enfim: o que te escraviza hoje? Qual o seu vício a ser eliminado? O que há de melhorar no nosso comportamento?

Abaixo, a linda e necessária leitura:

EVANGELHO DE SÃO JOÃO 8,31-42

Naquele tempo, Jesus disse aos judeus que nele tinham acreditado: “Se permanecerdes na minha palavra, sereis verdadeiramente meus discípulos, e conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará”. Responderam eles: “Somos descendentes de Abraão, e nunca fomos escravos de ninguém. Como podes dizer: ‘Vós vos tornareis livres’?”
Jesus respondeu: “Em verdade, em verdade vos digo, todo aquele que comete pecado é escravo do pecado. O escravo não permanece para sempre numa família, mas o filho permanece nela para sempre. Se, pois, o Filho vos libertar, sereis verdadeiramente livres. Bem sei que sois descendentes de Abraão; no entanto, procurais matar-me, porque a minha palavra não é acolhida por vós. Eu falo o que vi junto do Pai; e vós fazeis o que ouvistes do vosso pai”.
Eles responderam então: “Nosso pai é Abraão”. Disse-lhes Jesus: “Se sois filhos de Abraão, praticai as obras de Abraão! Mas agora, vós procurais matar-me, a mim, que vos falei a verdade que ouvi de Deus. Isto, Abraão não o fez. Vós fazeis as obras do vosso pai”.
Disseram-lhe, então: “Nós não nascemos do adultério, temos um só pai: Deus”. Respondeu-lhes Jesus: “Se Deus fosse vosso Pai, certamente me amaríeis, porque de Deus é que eu saí, e vim. Não vim por mim mesmo, mas foi ele que me enviou”.

— Palavra da Salvação.
— Glória a vós, Senhor.

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– ReforAmar: a moça que criou um projeto de Reformas com Amor!

Admiro pessoas que sabem fazer de tudo para mudar o mundo para melhor!

Quer conhecer um caso assim?

Conheça Fernanda, que sentiu na pele a dor da pobreza e dificuldades na vida. Hoje, luta por quem precisa!

Extraído de: https://g1.globo.com/olha-que-legal/noticia/2019/04/07/a-menina-que-cresceu-sonhando-com-um-lar-sem-goteiras-e-hoje-transforma-casas-de-graca.ghtml

A MENINA QUE CRESCEU SONHANDO COM UM LAR SEM GOTEIRAS E HOJE ‘TRANSFORMA CASAS’ DE GRAÇA

Fernanda Silmara Silva dos Santos se inspirou em dificuldades enfrentadas na infância, na casa de taipa e cheia de goteiras onde vivia, em Natal, para começar ação que envolve hoje 70 voluntários.

Fernanda ainda era criança quando olhava para o teto e pensava: “Sinto raiva da chuva”.

Ela morava com os pais e os cinco irmãos em uma casa “bem pequena, de taipa e tijolos brancos” em Natal, no Rio Grande do Norte, onde tinham sala, cozinha, dois quartos e um banheiro nos fundos do quintal – com um monte de goteiras.

Quando chovia, uma caixa de fogão transformada em guarda-roupa, a cama e o chão sempre ficavam encharcados. O “reboco antigo”, de barro, também infiltrava e o cheiro que ficava no ar – para “vergonha” da menina – foi chamado de ruim por um amigo da escola.

“O que eu pensava era que quando crescesse ia querer uma casa que não tivesse goteiras”, diz. “Era com isso que eu sonhava.”

Hoje técnica em controle ambiental, tecnóloga em construção de edifícios e prestes a se formar em Engenharia Civil, ela lembra da história para explicar por que, aos 21 anos, decidiu criar um projeto voluntário para reformar casas, sem cobrar nada.

O projeto nasceu em julho de 2018 e recebeu o nome de ReforAmar – uma “junção de reforma com amor” que idealizou influenciada pela própria história vida e com o qual pretende “mudar o que mais incomoda” a pessoas de baixa renda, asilos e, futuramente, também a abrigos de crianças. “A Fernanda criança ia querer que trocassem o telhado, para não cair mais chuva dentro de casa, mas para outras pessoas pode haver outras prioridades”, diz. E isso vai desde paredes pintadas até obras maiores.

A ação atendeu até agora cinco casas e um asilo em Natal. O número de voluntários passou de cinco para 70 em menos de um ano, e cinco novas obras são previstas até dezembro. É um alcance que Fernanda espera aumentar. “A intenção é chegar a outras cidades e quem sabe crescer a ponto de também poder contratar pessoas. Mas tudo com os pés no chão”.

INSPIRAÇÃO PARA COMEÇAR

O desejo de mudança que a menina alimentava para as próprias condições de moradia foi a maior inspiração para o projeto e para o caminho profissional que decidiu trilhar.

Filha de uma empregada doméstica e de um ex-padeiro, ela cresceu assistindo ao pai e posteriormente ao padastro derrubando e construindo paredes – “por partes e aos poucos”, para melhorar a casa.

Já aos 18 anos e morando sozinha em um “quartinho” no imóvel, após o restante da família se mudar, um tio aposentado se ofereceu para ajudá-la em uma possível reforma.

Ele trabalharia de graça. Só precisaria do material para a obra.

“Queria que as pessoas tivessem uma transformação de vida como eu tive vendo o meu tio Erivan construindo uma casa nova para mim”, diz Fernanda. “E isso não é uma questão só de autoestima para elas. É uma questão de saúde. Tem muita gente vivendo em lugares insalubres”.

Um outro trabalho voluntário que ela desenvolveu dos 15 aos 17 anos com amigos – e que só parou porque teria menos disponibilidade com a universidade – também serviu de ingrediente nessa história.

O projeto funcionava aos sábados, quando eles atravessavam a cidade com nariz de palhaço, tiaras, chapéus, tinta e maquiagem dentro da bolsa.

O grupo pintava o rosto e se vestia em banheiros de hospitais, para fazer mágica, teatro e brincar com as crianças internadas. Fernanda começou a fazer vendo outras pessoas que conhecia em ações semelhantes.

“Isso desperta a solidariedade nas pessoas e se multiplica”, acredita ela.

“E a gente saía mais feliz e mais grato de lá. A gente ganhava coisas muito mais importantes do que dinheiro. Era abraço, sorriso, as crianças pedindo para a gente ficar mais. Acredito que fazendo isso o universo nos manda coisas boas”.

No projeto voltado a reformas, além de gratidão ela diz receber um extra: é “experiência profissional e social” para ela e os outros voluntários.

O grupo é formado por estudantes de diversas áreas, mas principalmente da construção civil, e inclui engenheiros e arquitetos já formados e pós-graduados.

“Eu chamei meus amigos para participar e eles adoraram a ideia”.

Fotos e vídeos postados no Instagram mostram o grupo limpando fachadas, lixando e pintando paredes – ou com as mãos literalmente na massa.

Na primeira ação, eram apenas Fernanda e quatro amigos. Andando pelas ruas do Alecrim, o bairro de comércio popular onde ela cresceu em Natal, eles encontraram a casa onde poderiam começar.

Dentro do imóvel estavam uma artesã e o marido, na época desempregado – “desconfiados” ao ouvirem a “boa ação” batendo na porta.

“Eles não quiseram abrir e nós tivemos que pedir os contatos deles a uma vizinha para ligar e explicar a história”.

A história que ouviram de volta foi de que Leila, a dona, “sempre teve vergonha da frente da casa e nunca teve condições de pintar”. “O dinheiro que recebia era só para remédios e comida”.

Os voluntários dividiram então o custo que teriam, um total de R$ 200 que tiraram dos próprios bolsos, para comprar os primeiros pincéis, tintas e materiais como selador, uma espécie de base para deixar a parede em melhores condições de pintura.

Foi daí que vieram as primeiras imagens de “antes e depois” que postaram nas redes sociais e o incentivo para que o projeto começasse a deslanchar.

“Algumas casas nós encontramos buscando pelas ruas, mas também deixamos um link no Instagram para as pessoas mandarem fotos e histórias”, diz Fernanda.

“Com essas indicações, nós vamos conversar com as pessoas, perguntamos o que as incomoda, avaliamos a estrutura, fazemos medições, uma maquete eletrônica de como vai ficar e o orçamento. Daí postamos tudo no Instagram com fotos e a lista de o que vamos precisar. Arrecadamos sacos de cimento, tinta, outros produtos e dinheiro com essa divulgação na rede. E então quando estamos com o material vamos lá fazer, sem cobrar nada”.

Entre os contemplados está Bruna, que precisou deixar a faculdade para cuidar da mãe, vítima de AVC, e das duas filhas pequenas.

Em um vídeo divulgado na rede social, Bruna diz que a reforma era “um sonho” – e a casa amarela e de paredes descascadas onde morava com a família aparece em fotos, vídeos e stories com reboco novo e, agora, pintada de azul.

Sala, janelas e porta também foram renovados e a frente ganhou um pequeno jardim vertical, feito com estrados de madeira reciclados e a ajuda das crianças.

Em meio aos 70 voluntários, há quem doe mão de obra, materiais de construção e dinheiro.

Uma empresa de materiais elétricos recentemente aderiu à causa.

O grupo precisou ainda do reforço de pedreiros e para encontrar ao menos um que se engajasse na ação teve de buscá-los em uma página de classificados online, e adicionar vários para conversar. Foi aí que acharam Jacson.

Outros profissionais, como o grafiteiro Paulo, também se juntaram à empreitada.

Nesse caso específico, ele ajudou a dar vida à fachada de um asilo que abriga aproximadamente 50 idosos.

“Eles tinham um muro branco na frente, antigo, sujo, e uma placa pequena com o nome Lar da Vovozinha. O lugar passava despercebido”, diz Fernanda, e foi isso o que os voluntários mudaram a muitas mãos e com esse reforço no final do ano passado.

Em 2019, quando já voltaram a entrar em campo, eles fizeram a fachada, a sala e a cozinha de um homem de 96 anos que, segundo descrevem, toma conta de duas filhas”.

“Foi a ação que fizemos em fevereiro. Inicialmente faríamos a sala e a fachada, mas acabamos arrecadando mais do que precisávamos e compramos um armário para eles, porque o que tinham estava caindo. Também pintamos a cozinha”, diz Fernanda.

A próxima reforma, segundo os planos que anuncia, será realizada no final de abril.

“Será o nosso maior passo”, descreve a idealizadora. “Estamos fazendo o planejamento, as propostas e esperamos fazer a obra em três finais de semana. Queremos fazer a casa completa, derrubar a fachada e o banheiro, trocar o telhado e a instalação elétrica”.

Por trás das paredes, desta vez, está o que chama de “indicação de coração”.

É um amigo que conheceu aos 15 anos e que junto com ela se vestia de palhaço para alegrar crianças nos hospitais. “Desde que eu criei o projeto pensava em reformar a casa dele”, diz Fernanda.

“Ele trabalha como vendedor ambulante e o irmão entrega panfletos para lojas. É a pessoa mais humilde que eu conheço, não por questões financeiras, mas porque eu sei que mesmo também precisando dessa ajuda ele ajuda ao próximo”.

Fernanda diz que o projeto que criou “não tem data para acabar”.

Além de literalmente por a mão na massa como voluntária e de estudar, ela trabalha ajudando a contratar pessoal para obras e também na área de eventos, como operadora de caixa e servindo ao público.

Com o diploma de engenheira em mãos, sua expectativa é se especializar em perícia e patologia de edificações, assim como na área de gestão de projetos. No futuro, pretende abrir a própria empresa e continuar a ação voluntária.

A menina tem hoje 22 anos e vive na mesma casa que já foi de taipa. Hoje, não vê mais goteiras nem sente o cheiro que lhe envergonhou um dia – graças à reforma que o tio, um ex-funcionário de supermercado, fez com as próprias mãos, tendo ela e o irmão como ajudantes. A chuva, quando chega, é agora bem-vinda: “É bom demais ficar em casa com uma chuvinha tirando o calor de Natal”.

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Fernanda pintava o rosto, usava tiaras e nariz de palhaço para animar crianças em hospitais de Natal: “Saía feliz” — Foto: Arquivo pessoal/BBC

– Quarta-feira de cores!

Bom dia amigos! Vamos levantar da cama e praticar exercícios?

Para ter mais qualidade de vida, fui correr. Meu clique motivacional:

Durante o treino, correndo e meditando os mistérios do Santo Terço, a fim de aliviar a alma e ganhar as indulgências benditas e desejadas. Meu clique devocional:

Depois de suar a camisa, é hora de alongar no jardim. E nossas flores com pétalas molhadas? Clique contemplativo da natureza: 

E como o céu está bem cinzento nesse amanhecer, sem nenhuma graça para ser clicado e aqui postado, aí vai o entardecer de ontem, de nuvens escuras – porém com as cores refletidas em suas pontas pelo sol na hora do poente. Clique de admiração:

#FotografiaÉnossoHobby