– Se ao menos Shkreli usasse sua inteligência para o bem…

Você conhece a farmacêutica americana Phoenix AG?

Com uma gestão extremamente agressiva, seu presidente está na cadeia – comandando com muita virilidade a empresa!

Bem contestado pelos métodos, odiado pelos seus pares, mas sempre louvado pela capacidade.

Abaixo, conheça Martin Shkreli, no texto extraído de: https://exame.abril.com.br/negocios/mesmo-preso-ceo-mais-odiado-dos-eua-comanda-farmaceutica-ambiciosa/

MESMO PRESO, CEO MAIS ODIADO DOS EUA COMANDA FARMACÊUTICA AMBICIOSA

É possível afastar um empreendedor serial de sua paixão? O caso de Martin Shkreli, famoso por vender, orgulhoso, remédios a preços abusivos

Um presidiário consegue um celular contrabandeado e, através dele, continua a gerir seu negócio de drogas. A afirmação soa familiar no Brasil, mas estamos falando de Martin Shkreli, que já foi apelidado de “o executivo-chefe mais odiado dos Estados Unidos”. Preso no ano passado para cumprir uma pena de sete anos de cadeia, Shkreli foi aparentemente colocado em reclusão solitária (a direção da penitenciária não confirma) após o Wall Street Journal reportar que ele continuava a comandar sua pequena companhia farmacêutica, a Phoenix AG, dando ordens a partir da prisão.

A Phoenix é uma nova versão da Turing, o laboratório que valeu a Shkreli o ódio da classe médica e do público em geral por aumento abusivo de preços. O exemplo mais notório do abuso foi a droga Daraprim, um remédio para combater toxoplasmose que é usado no tratamento da Aids. Quando a Turing adquiriu os direitos, elevou o preço do remédio em 5.000%, de 13,50 dólares para 750 dólares (no Brasil, uma caixa com 30 comprimidos custa menos de 3 reais).

Não foi por isso, porém, que Shkreli foi preso, mas sim por ter ludibriado investidores com um esquema de pirâmide antes de fundar a Turing. O curioso é que Shkreli no final das contas compensou os investidores, com o sucesso de um negócio posterior (o laboratório Retrophin), que fundou com parte do dinheiro deles. E não foi pouco: um dos investidores recebeu 3 milhões de dólares, dez vezes mais do que os 300.000 dólares que havia aportado.

Mesmo assim, houve crime. Shkreli produziu relatórios fraudados e desviou dinheiro de sua própria companhia para pagar dívidas anteriores. Tivesse ele outro caráter, a justiça poderia ter-lhe sido mais complacente. Mas Shkreli é Shkreli: vieram à tona ameaças contra a família de um ex-empregado, assédio a uma jornalista nas redes sociais e declarações difíceis de aceitar (como a afirmação de que não apenas achava correto elevar astronomicamente o preço de um remédio vital e sem concorrentes similares, como ainda elevaria mais o preço em data oportuna).

Shkreli representa um incômodo à classe empresarial porque encarna valores tradicionais do mundo dos negócios. Algumas de suas crenças ecoam os mantras de muitas empresas admiradas: a missão de uma empresa é maximizar o lucro para seus acionistas; se você precisa burlar algumas regras para que as coisas deem certo, faça isso, afinal, “é melhor pedir desculpas do que pedir licença”. Além disso, Shkreli é um workaholic. Não aceita viver à custa do Estado, quer empreender, administrar seus negócios. Com um pouco de ironia, pode-se dizer que ele está “preso aos negócios”.

Seu plano, de acordo com um colega de cadeia ouvido pela Forbes, é tornar a Phoenix uma empresa multibilionária, com ele no comando. No começo do ano, segundo o WSJ, Shkreli demitiu o executivo-chefe interino pelo telefone, deixando-o no entanto no conselho do laboratório.

Além de supostamente manter suas atividades de CEO, Shkreli tem dado aulas de economia e administração aos colegas de Fort Dix, a prisão de segurança mínima para onde costumam ser enviados fraudadores, políticos corruptos e evasores de impostos. Neste caso, não dá para saber se devemos torcer para que aprendam ou não.

Há poucas dúvidas sobre o talento de Shkreli, e agora há poucas dúvidas sobre sua resiliência e sua energia produtiva. Vale para ele, no entanto, o que disse certa vez o Batman, sobre seu arquirrival Coringa, na série televisiva dos anos 1960: “se ao menos ele usasse sua inteligência para o bem…”

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– Pobre Rio de Janeiro…

Quando não é a corrupção dos políticos ou a violência do crime organizado (via milicianos ou traficantes), é a catástrofe climática que assola a outrora Cidade Maravilhosa.

Viram que chuva assustadora e calamitosa caiu no Rio de Janeiro?

Claro que obras preventivas para enchentes devem ser cobradas, mas há situações que o volume d’água é descontrolado. O desta noite de segunda-feira foi um exemplo disso. As imagens que vem de lá comprovam:

Resultado de imagem para Chuvas no Rio de janeiro

– Os Muçulmanos do Nordeste Brasileiro

Itabaianinha é uma cidade do interior do Sergipe que já foi manchete de vários programas de TV (alguns sensacionalistas) por ter um grande número de pessoas portadoras do nanismo. Agora, ganha destaque pela “conversão coletiva” de cristãos em islâmicos.

Maomé ganha muitos adeptos mundo afora, especialmente devido a imigração de refugiados árabes. Mas no Brasil, o fenômeno é diferente.

Abaixo a explicação, extraído de: Folha de São Paulo: https://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/2019/03/isla-ganha-seguidores-e-muda-cara-de-cidade-no-agreste-nordestino.shtml

ISLÃ GANHA SEGUIDORES E MUDA CARA DE CIDADE NO INTERIOR NORDESTINO

Ex-pastor evangélico funda mesquita e trabalha para difundir o nome de Alá

Por Karime Xavier

​Por uma estrada sinuosa, deixando uma fila interminável de coqueiros para trás, chega-se a Itabaianinha, no interior do Sergipe, após rodar 118 km desde Aracaju. Ali, na cidade de 40 mil habitantes, o céu está cheio de nuvens branquinhas. Algumas até parecem prometer chuva, mas ela não vai chegar.

Em certa medida, o cenário faz Dedé se lembrar das fotos e dos vídeos da Arábia Saudita que ele vê pela internet. De tão árida e quente, a terra ocre poderia ser a de Meca. A diferença é que, para pedir chuva, o nordestino reza para Padre Cícero. Já a turma do Dedé reza para Alá.

“Eu comecei cortando o batismo em nome da Trindade, depois cortei a Trindade, daí o povo começou a me chamar de doido aqui na cidade.”

Foi dessa maneira que Dedé, o ex-pastor evangélico José Renato de Jesus Vieira, 50, presidente fundador da Religião Islâmica de Itabaianinha, começou a transição de seu rebanho.

A cidade, que ficou conhecida no país por ter uma população considerável de anões devido a uma mutação genética, é agora também terra de muçulmanos no Nordeste.

Todos os dias, eles podem ser vistos orando em direção à cidade sagrada de Meca, como o Alcorão (o livro sagrado do islã) manda fazer cinco vezes ao dia.

Convidado por um amigo para ir até Aracaju e conhecer o islã, Dedé ficou em dúvida. Afinal de contas, era pastor. Já na primeira conversa com um seguidor da religião, porém, ele conta que se “encontrou”.

Dedé passou dois anos pesquisando em redes sociais e na própria Bíblia — pois ainda não tinha o Alcorão — o que era aquela religião.

A ideia de um único deus, Alá, foi determinante para sua escolha — o islã, com o cristianismo e o judaísmo, forma o tríptico de grandes religiões monoteístas do mundo e tem o segundo maior séquito (o cristianismo tem 31% da população global, e o islamismo, 23%, segundo um estudo de 2010 feito pelo Centro de Pesquisa Pew, nos EUA).

Então pastor, ele começou a transição de seu rebanho evangélico de forma gradual. Além de cortar o batismo em nome da Trindade e a própria Trindade, remanejou o protagonismo de Jesus, que passou a ser tratado como um profeta de Deus — a forma como ele é descrito no Alcorão — e não como o próprio Deus, na descrição da Bíblia.

Rosineide Alves Ferreira Vieira, 49, mulher de Dedé, diz que começou a achar estranho o comportamento do marido. “Ué, Jesus era um Salvador, agora ele não salva mais?”

Segundo Dedé, “houve um tombo na consciência e pensamento do povo”. “Eu parava um tempo e voltava, daí já abria a mente deles e todos começaram a entender e aceitar que precisariam usar véus, não comer carne de porco, orar cinco vezes ao dia e fazer o Ramadã.”

Essa transição durou dois anos, e a conversão coletiva — que eles preferem chamar de reversão — ocorreu no dia 24 de julho de 2017. A comunidade muçulmana de Itabaianinha tem, atualmente, 37 adeptos, além de 8 crianças e 10 futuros muçulmanos que aguardam a reversão.

Com ajuda de outro irmão, Dedé conseguiu levar um xeque (autoridade religiosa) para sua mesquita, o moçambicano Ali Momade, 36.

Na rotina de Dedé e Ali, estão as visitas a casas nos arredores da cidade para apresentar o Alcorão. Assim, começaram a propagar o islã.

No início, essas ações não foram bem vistas. “Havia gente de outras religiões que fazia até jejum para que o islã não conseguisse adeptos por aqui”, diz. “As pessoas achavam que Alá era um boneco de Buda”, diz Rosineide.

Para o xeque Ali, o interesse pela religião islâmica cresceu muito após os atentados de 11 de setembro de 2001 nos EUA, quando quase 3.000 pessoas foram mortas por terroristas pilotando aviões.

Ele diz que ao pesquisar quem eram os muçulmanos em um impulso de curiosidade, muitos gostavam dos preceitos e se convertiam. Segundo ele, o islã —termo que em árabe significa “submissão voluntária a Deus”— é um código de vida que serve tanto no campo político quanto social.

Para seguir à risca esses códigos, adaptações são necessárias, como a adoção dos véus e lenços, que o próprio xeque “importa” de São Paulo (o Alcorão recomenda que as mulheres se vistam com modéstia fora de casa, o que costuma ser interpretado como esconder corpo e cabelos).

Em meio ao tom pastel quase monocromático do sertão, os lenços coloridos sobressaem nas cabeças femininas.

Mas, além de curiosidade, os véus também geram preconceito. Josete Guimarães dos Santos, 52, uma das convertidas de Itabaianinha, diz que é comum ser chamada de “mulher bomba”. Ela afirma não ligar, pois acredita estar agradando a Alá.

Os hábitos alimentares também causam confusão. Muçulmanos não comem carne de porco, que consideram impura. Bebidas alcoólicas são proibidas e o abate de animais para consumo precisa seguir regras (é a carne halal).

Após a reversão de Neilma Santana, 22, filha de evangélica, houve uma pequena revolução em sua casa. “Sempre comi galinha sufocada (morta por estrangulamento) em casa, mas depois do islã, só posso comer galinha sangrada (por corte)”, diz. “Então para agradar a todos, matamos sempre duas galinhas.”

Se Neilma achou um meio de adaptar a dieta, o relacionamento ainda carece de oração. Ela vive com um rapaz não convertido e se pergunta se isso é permitido por Alá. Antes que alguém responda, dispara: “Não pode. Mas como se diz? Tudo tem seu tempo”.

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Mulheres nordestinas convertidas no mercado em Itabaianinha / SP (fot: Agência Folha)

– O lamentável Carille

O treinador Fábio Carille, após a classificação do Corinthians para a final do Paulistão-2019, protagonizou um daqueles chamados “momentos constrangedores.

Não me refiro à tentativa de explicar a retranca “a la Milton Buzzeto” contra o Santos, nem ao futebol fraquinho apresentado nas últimas rodadas, nem mesmo quanto a escalação improvável (e de certo modo surpreendente) de Pedrinho como titular, mas sim à questão de que há espião no Timão e que seria um “X9” da imprensa.

o jornalista André Ranieri, setorista do clube pela Rádio Jovem Pan, fez a pergunta de maneira educada para o treinador na coletiva sobre essa afirmação dita por ele na sexta-feira. E ele surtou!

Aliás, está se tornando comum ver a tal da “entrevista emburrada”, cheia de marra. Falar raivoso, responder irritado, e “pegar pilha” por quê? Tem sido assim também com Felipão e o VAR. Aliás, é por isso que Sampaoli é exaltado (e causa inveja aos treinadores): depois da partida, mesmo eliminado, o argentino não usou o termo “injustiça do placar pelo futebol mostrado”, mas disse que essas situações são as que fazem “o futebol lindo” e que não mudará o seu estilo de jogo.

Foi indagado ao treinador corintiano apenas algo criado pelo próprio Carille! Além da deselegância na resposta, mostrou-se irresponsável em deixar no ar uma acusação contra o repórter que fazia apenas seu trabalho jornalístico!

Não gostar da pergunta é algo normal (afinal, todos nós podemos ter ressalvas quanto a alguns assuntos). Mas um profissional altamente remunerado, por estar nervoso com um tema que ele mesmo considerou como conflito, NUNCA pode fazer tamanha bobagem em querer sugestionar à torcida (e falamos da 2a maior massa de torcedores do Brasil) uma falsa acusação apenas por incômodo.

Se Fábio Carille erra na semana passada por generalizar a imprensa, erra duas vezes ao falar bobagens como “a carapuça serviu”, “então foi você?”, ou fazer ilações como “por quê está tão incomodado”? Imaginem a dor-de-cabeça que ele cria para um profissional honesto no dia-a-dia, no caso o André Ranieri. Nesse mundo de fanatismo exacerbado e no momento em que se confunde liberdade de expressão com libertinagem e permissividade de ofensas gratuitas, é perigoso um torcedor radical (ou vários deles) atazanar (em) a vida de um inocente.

Uma pena que seja assim. E por tal sandice, quem acaba “pagando o pato” sem ser culpado é justamente aquele que somente questionou a generalização de uma forte queixa – insisto: tudo jogado na mídia, no caso, não pela imprensa, mas pelo próprio Carille!

Estaria o treinador realmente preparado para a pressão em maus momentos?

Lamentável.

– É legal. Mas é pouco!

As estrelas do filme “arrasa-quarteirão” Vingadores: Ultimato resolveram fazer caridade e doaram 5 milhões de dólares para um hospital infantil.

Mas cá entre nós: para uma produção que arrecadará bilhões e deixará os mega-milionários ainda mais afortunados, tal valor não seria… irrisório?

Claro, concordo que é muito dinheiro para um cidadão comum. Ótimo que doaram! Mas poderia ser algo mais generoso…

Extraído de: https://www.ocregister.com/2019/04/05/disney-joins-avengers-endgame-stars-to-donate-5-million-to-childrens-hospitals/

DISNEY JOINS ‘AVENGERS: ENDGAME’ STARS TO DONATE $5 MILLION TO CHILDREN’S HOSPITALS

Robert Downey Jr., Chris Hemsworth, Scarlett Johansson, Jeremy Renner, Paul Rudd and Brie Larson appear at the announcement at Disney California Adventure

The Walt Disney Company and its corporate partners donated $5 million to children’s hospitals today, April 5, with the help of the stars from the upcoming “Avengers: Endgame” film.

The Avengers Universe Unites charity was launched Friday at Disney California Adventure to provide comfort and inspiration to seriously ill children around the world, Disney officials said.

Brie Larson (Captain Marvel) chats with members of the Garden Grove Boys & Girls Club during a media event at the Disneyland Resort in Anaheim, CA, on Friday, Apr 5, 2019. Avengers; Robert Downey Jr., Chris Hemsworth, Scarlett Johansson, Jeremy Renner, Paul Rudd and Brie Larson, along with Disney CEO Bob Iger announced a donation of more than $5 million to nonprofits supporting children with critical illnesses, including $1 million in cash from Disney to Starlight Children’s Foundation. (Photo by Jeff Gritchen, Orange County Register/SCNG)

“The superheroes in Avengers personify traits like courage, perseverance, bravery and hope — the same traits countless kids and their families in children’s hospitals exhibit every day,” Disney CEO Bob Iger said at the event. “We are grateful to have the Avengers cast take time out of their day to be a part of this effort to lift spirits and bring comfort to children during a difficult time.”

Avengers stars Robert Downey Jr., Chris Hemsworth, Scarlett Johansson, Jeremy Renner, Paul Rudd and Brie Larson were on hand for the announcement at the Anaheim theme park.

The donation was made to non-profit groups that support children with critical illnesses, including the Starlight Children’s Foundation. Disney teamed with Lego, Hasbro, Funko and Amazon to donate toys and products to kids at children’s hospitals throughout the United States.

Children in Iron Man and Captain Marvel costumes from the Boys & Girls Clubs of Anaheim and Garden Grove were on hand to receive Avenger toys from Larson, who plays Captain Marvel in the super hero movies.

Starlight works with more than 800 children’s hospitals and other health facilities in the U.S.

“The kids who are here today are actually the ones who inspire us because you are the embodiment of the characters we represent,” Larson said.

The Avengers stars praised the children struggling with life-threatening illnesses and the support provided by their families.

“We are all so blessed, grateful and touched to be a part of this group, to meet so many of you and to be able to give something back,” Rudd said. “It isn’t just the kids who are affected, it’s the entire family.”

“Avengers: Endgame” opens in theaters April 26.

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Paul Rudd (Antman), left, Scarlett Johansson (Black Widow), Robert Downey, Jr (Ironman), Disney CEO Bob Iger, Brie Larson (Captain Marvel), Chris Hemsworth (Thor) and Jeremy Renner (Hawkeye) acknowledge the crowd after announcing charitable contributions during a media event at the Disneyland Resort in Anaheim, CA, on Friday, Apr 5, 2019. Avengers; Robert Downey Jr., Chris Hemsworth, Scarlett Johansson, Jeremy Renner, Paul Rudd and Brie Larson, along with Disney CEO Bob Iger announced a donation of more than $5 million to nonprofits supporting children with critical illnesses, including $1 million in cash from Disney to Starlight Children’s Foundation. (Photo by Jeff Gritchen, Orange County Register/SCNG)

– Para onde foi o dinheiro recolhido do imposto dos árbitros?

Quer dizer que o Sindicato dos Árbitros de Futebol do Estado de SP, que recebe as taxas das partidas que os juízes e bandeiras trabalham pela Federação Paulista de Futebol e a eles repassam, descontou o ISS mas não recolheu?

São R$ 336.000,00 que a Prefeitura Municipal de São Paulo está cobrando por valores não pagos do Imposto, segundo o processo que está na Justiça.

O presidente do SAFESP, Arthur Alves Jr, que é candidato à Re-re-eleição (e concomitantemente trabalha como Secretário da ANAF e presidente da Comissão de Árbitros da Federação da Paraíba) precisa explicar isso. Aliás, o espaço democrático desse blog publicará a explicação, caso exista.

A propósito, as Eleições do Safesp, que ocorreriam em Março, foram suspensas pela Justiça, após a chapa da oposição de Aurélio Sant’Anna Martins ser impugnada pela Comissão Eleitoral do próprio Sindicato.

– Flores para a 3a feira!

Bom dia amigos! Como a paisagem está carrancuda lá fora, nossa foto-inspiração vem com a joaninha passeando sobre a pétala da nossa roseira.

Claro que usei filtros do App Prisma, mas isso não faz a Natureza deixar de ser tão bela, não?

#FOTOGRAFIAéNOSSOhobby