– Virou!

Uau!
O tempo virou completamente. Sumiu o céu azul e anoiteceu bem mais cedo, com vento e nuvens ameaçadoras.

17h30 – ao invés do lindo entardecer de ontem (veja aqui: https://wp.me/p4RTuC-n9Q), um horizonte escuro. Abaixo:

#FOTOGRAFIAéNOSSOhobby

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– O Fair Play do time de Bielsa

Marcelo Bielsa usou de um Fair Play “polêmico” na segunda divisão do Campeonato Inglês, e com isso perdeu a chance do acesso direto “dependendo das próprias pernas” da sua equipe, o Leeds.

Entenda como foi:

Extraído de: https://esporte.uol.com.br/futebol/campeonatos/ingles/ultimas-noticias/2019/04/28/time-de-bielsa-ignora-fair-play-faz-gol-e-gera-confusao-na-inglaterra.htm

TIME DE BIELSA IGNORA FAIR-PLAY, FAZ GOL E TREINADOR “DEVOLVE O GOL”

Em partida válida pela segunda divisão do Campeonato Inglês, Leeds e Aston Villa protagonizaram um duelo quente, que gerou muita confusão.

Até os 25 minutos do segundo tempo, as equipes empatavam em 0 a 0, até que tudo mudou. Jonathan Kodjia, do Aston Villa, foi derrubado por um adversário e ficou caído no gramado. O Leeds, porém, ignorou o fair-play, não jogou a bola para fora e continuou jogando normalmente.

Na sequência do lance, Mateusz Klich recebeu a bola e bateu colocado, abrindo 1 a 0. Como era de se imaginar, os jogadores do Villa se irritaram e partiram imediatamente para cima dos rivais, dando início à confusão.

Do lado de fora, o clima era igualmente quente, com a discussão entre os técnicos Marcelo Bielsa e John Terry. Nesse meio tempo, o atacante Anwar El Ghazi ainda foi expulso.

Mas a confusão não parou por aí. Bielsa decidiu agir sob o fair-play e mandou seu time parar completamente após a saída de bola do Aston Villa, permitindo o empate.

Assim, a partida terminou em 1 a 1 e agora o Leeds, em terceiro lugar com 83 pontos, não tem mais chances de conseguir o acesso de maneira direta.

O empate ainda ajudou um dos concorrentes do time na tabela: o Sheffield United venceu o Ipswich Town e garantiu a segunda colocação e a vaga na primeira divisão inglesa.

Resultado de imagem para Leeds e Aston Villa

 

– A Autolesão / Automutilação: um drama silencioso entre os jovens

Algo que pouco se discute, mas que está se tornando um fenômeno mundial (inclua os casos brasileiros): jovens que se ferem propositalmente por conta de depressão.

Assustador! E vale a atenção. Abaixo, extraído de: https://istoe.com.br/o-drama-da-automutilacao/

O DRAMA DA AUTOMUTILAÇÃO

Cresce o número de jovens e adultos que machucam a si próprios como forma de tentar aliviar a dor emocional. O problema é um dos sinais mais agudos da depressão e do risco de suicídio. No entanto, pouco se fala dele. É preciso quebrar mais este tabu

Fernando Lavieri e Luisa Purchio

Jovens e adultos brasileiros, principalmente entre 12 e 30 anos, estão encontrando na automutilação uma forma de tornar física a dor emocional. De 2011 a 2016, cresceu 204% a quantidade de pessoas que automutilam, de acordo com o Ministério da Saúde. A incidência é maior entre mulheres: dos 45.468 casos registrados em 2016, 30.013 eram da população feminina. Do total das automutilações, 27,4% foram tentativas de suicídio. Machucar-se de propósito, na verdade, é um dos sinais mais agudos do agravamento de crises que podem levar à morte.

A autolesão é um fenômeno mundial. Porém, integra a lista dos assuntos sobre os quais pouco se fala, embora esteja cada vez mais presente. Por isto, trazer o debate para a sociedade, tirá-lo do escuro e levá-lo para a mesa do café da manhã é fundamental para dar às pessoas a atenção necessária. Foi com este objetivo que o Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos lançou uma campanha sobre o assunto. Ela será feita por meio de vídeos com orientações compartilhados nas redes sociais e na elaboração de uma cartilha digital, com alguns exemplares impressos que serão entregues em escolas. “Temos que conscientizar as famílias e os professores para acompanhar o problema”, diz Ângela Gandra Martins, Secretária Nacional da Família. O primeiro vídeo foi estrelado pela modelo Luiza Brunet, que virou um símbolo na defesa da mulher: “Pouca gente pode perceber que, atrás de uma rotina aparentemente normal, pode haver um profundo sofrimento. Ele é capaz de levar a pessoa a cometer violência contra o seu próprio corpo. E até mesmo pôr fim a sua própria vida”, diz.

Apesar da repercussão baixa – em uma semana foram apenas 5,2 mil visualizações do vídeo no canal do ministério no Youtube e 18 mil no Instagram de Luiza Brunet – é boa a notícia de que o assunto está vindo à tona. Afinal, é muito difícil para os pais perceberem que o filho passa por esse problema. Quem pratica automutilação prefere escondê-la com pulseiras ou roupas de manga comprida, por exemplo.

Algumas dicas, porém, ajudam os responsáveis a perceberem que algo de errado está acontecendo, indicando a necessidade de auxílio médico com urgência. Sinais como perguntas sobre morte e perda da vontade de viver, alteração do sono e do peso, queda no desempenho escolar e em outras atividades estão entre os alertas. “O tratamento deve ser multidisciplinar, incluindo medicações, psicoterapia familiar e individual e terapias complementares como meditação e ioga”, diz a psicóloga Karina Okajima Fukumitsu, coordenadora da Pós-Graduação em estudo do suicídio na Universidade São Caetano do Sul. Há atendimento público nos Centros de Atenção Psicossocial, responsáveis pelo encaminhamento aos tratamentos necessários.

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Mitos sobre a automutilação também são um entrave para o tratamento. Frases como “ela só quer chamar a atenção” prejudicam a compreensão de que a pessoa que faz isso está pedindo socorro. “Na impossibilidade de lidar com o problema ou com a pessoa que o feriu, o indivíduo redireciona a agressividade contra seu próprio corpo. É comum ouvir que preferem sentir a dor física à emocional”, explica.

A autoagressão, no entanto, proporciona apenas um alívio momentâneo. O machucado até provoca uma descarga maior de endorfina, hormônio que alivia a dor e dá sensação de bem-estar, mas a tensão ou a depressão que estão por trás permanecem. Até que, em muitos casos, não são mais aliviados por nada. “Chega um momento em que os cortes não são mais suficientes e as pessoas recorrem ao suicídio. Não querem matar a si próprias, mas, sim, a dor interior”, diz Matheus Lima, 19 anos. O jovem se automutilava quando estava em depressão, mas superou a doença há cerca de três anos. Hoje, administra o grupo de apoio no Facebook “Automutilação #se apresente”. “Todos os dias recebemos diversos relatos e imagens”, conta. Neste caso, partilhar a dor na rede pode ajudar.

 

– A nova estratégia de barreira dupla em São Paulo 2×0 Botafogo

Uma das novidades das mudanças das Regras do Jogo é a proibição de que, em caso do time que defende fazer uma barreira na cobrança de falta, os adversários se misturem nela (a equipe defensora não tem direito de fazer a barreira, eles se aglutinam por que querem; quem pode reclamar é o batedor da falta, exigindo a distância – e daí a existência de casos onde quem cobra rápido abre mão dela).

Era muito comum aquela confusão de atacante ficando na frente da barreira ou misturado nela para atrapalhar (já que a barreira não existe na Regra do Jogo, os defensores se aglutinam e fazem esse “paredão” porque querem, como explicado acima). Mas se existir, os companheiros de quem cobrará a falta deverão a partir de agora se manterem distantes 1 metro.

Assim, vimos na Rodada 01 do Brasileirão uma mini-barreira do ataque, na cobrança de falta a favor do Botafogo. Tudo dentro da permissão da Regra.

A minha única dúvida é: ela funciona? Realmente ajuda o batedor?

Por ser algo novo, aguardemos.

– Já teve AQUELA vontade de mandar…?

Vendo e lendo algumas coisas, se referindo a certas pessoas que têm cargo de poder (não importa o setor de atividade), também outras que tem a influência da escrita, e algumas que simplesmente querem “causar”, penso cá com meus botões que um dito popular é extremamente verdadeiro:

Passarinho, de tanto andar com morcego, um dia poderá dormir de ponta cabeça. E mesmo que não durma, dirão que anda dormindo.”

Acrescento outro:

Diga-me com quem andas que direi quem tu és“.

Entendeu? Fuja de picaretas e crie boas amizades. Há tempos fiz isso com meia dúzia de “vagabundos” e me honro por não ter deles nem a amizade! E antes que achassem que eu era da mesma laia, mantive a integridade.

O gozado é que, ao observar algumas hipocrisias dessas pessoas, que já são esculhambadas (merecidamente) pela mídia, dá uma vontade de falar umas verdades…

Releve! É assim que se deve agir. E mantenha distância social e de negócios das mesmas. Junte-se sempre a pessoas de bem – e tudo fluirá!

Tudo isso reforço para dizer: o quão me impressiona o cara saber que fulano é bandido, e ainda por cima insiste em ser próximo dele! E age assim para conseguir benesses, mesmo com o discurso de que “é diferente”.

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– Aparência dos Treinadores influencia dentro de campo?

O Jornal Internacional de Psicologia dos Esportes (http://www.ijsp-online.com/) publicou um trabalho curioso da Universidade de Portsmouth: a aparência dos treinadores influencia no desempenho dos atletas. Quanto mais formal, maior inspiração aos atletas, sendo que o uso do terno e gravata traria a sensação de maior eficiência à equipe do que equipes cujo treinador usa agasalho esportivo!

E você, concorda com essa pesquisa? Deixe seu comentário:

Extraído de: International Journal of Sport Psychology

COACHES WEARING A SUIT WERE PERCEIVED AS BEING MORE STRATEGICALLY COMPETENT THAN THOSE WEARING SPORTING ATTIRE.

SPORTS coaches who wear suits on match days and tracksuits on training days are more likely to get the best out of their teams, according to new research.

Sports scientists at the University of Portsmouth studied the effect a coach’s appearance had on the players’ impressions of their competence.

Dr Richard Thelwell said: “We have found that the clothing that coaches wear can have a direct effect on the players’ perceptions of the coach’s ability.

“Players look to their coach to provide technical skills, to motivate them and to lead them. ” A coach in a suit suggests strategic prowess which is obviously ideal for a match.
“In our study, coaches wearing a suit were perceived as being more strategically competent than those wearing sporting attire.

“However, when wearing sporting attire, they were perceived to be more technically competent than those in a suit.”

For the research, published in the International Journal of Sport Psychology, the researchers asked 97 men and women to observe and give their reactions to static photographs of four different coaches.

The pictures depicted coaches who were of lean physique and dressed in a tracksuit, large physique and dressed in a tracksuit, lean physique and dressed in a suit and large physique and dressed in a suit.

The coach who was of large build and wearing smart clothes was uniformly ranked the lowest in terms of their competence to motivate, develop technique, develop game strategy, and build athlete character.

The coach who was lean and wearing a tracksuit was rated best for technical and character-building abilities which were skills most required at training and development of players and was rated equal best for “ability to motivate players.”

The coach who was lean and smartly dressed was rated best as a strategist, the skill most expected and required at matches. Dr Thelwell said: “First impressions can have a powerful and long-lasting effect, no matter how quickly judgements were made.

“From research, we know that sportsmen and women make snap decisions about their opponents based on first impressions.

“Such impressions then often influence the expectations of the performance outcome that results in success or failure.

“In coaching it is vital a strong rapport develops between the coach and the athlete.

“Sportsmen and women have to be willing to be persuaded to push the boundaries physically and mentally because the coach believes they can push harder or even because the coach just tells them to, but, to date, very little research has been done on what happens in those first few moments, and more importantly whether the athlete is prepared to go along with the coach’s ideals.

“While we are more aware of how athletes might judge coaches, we are still unaware of the processes that athletes go through to be able to develop impressions of coaches and this is something we are starting to look at.”

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– Dia de Santa Gianna Beretta Molla

Hoje é dia de uma mártire da causa contra o Aborto: celebra-se a festa da italiana Santa Gianna Beretta Molla, canonizada há pouco tempo. Abaixo, sua história e oração:

SANTA GIANNA BERETTA MOLLA (1922-1962) 
Gianna Beretta Molla, o décimo segundo filho do casal Alberto Bereta e Maria de Micheli, ambos da Ordem Terceira Franciscana, nasceu em Magenta (Milão,Itália), no dia 4 de outubro de 1922, dia de São Francisco. Desde sua primeira juventude, acolhe plenamente o dom da fé e a educação cristã, recebidas de seus ótimos pais. Esta formação religiosa ensina-lhe a considerar a vida como um dom maravilhoso de Deus, a ter confiança na Providência e a estimar a necessidade e a eficácia da oração.

No dia 4 de abril de 1928, com cinco anos e meio, fez a Primeira Comunhão. Desde esse dia, mesmo muito pequena, todos os dias acompanhava sua mãe à Santa Missa. Foi Crismada dois anos depois na Catedral de Bérgamo.
Durante os anos de estudos e na Universidade, enquanto se dedicava diligentemente aos seus deveres, vincula sua fé com um compromisso generoso de apostolado entre os jovens da Ação Católica e de caridade para com os idosos e os necessitados nas Conferências de São Vicente. Formou-se com louvor em medicina e cirurgia em 30 de novembro de 1949 pela Universidade de Pavia (Itália), em 1950 abre seu consultório médico em Mêsero (nos arredores de Milão). Entre seus clientes, demonstra especial cuidado para as mães, crianças, idosos e pobres.
Especializou-se em Pediatria na Universidade de Milão em 1952, mas freqüentou a Clínica Obstétrica Mangiagalli, pois por seu grande amor às crianças e às mães pretendia unir-se ao seu irmão, Padre Alberto, médico e missionário no Brasil que, com a ajuda do seu outro irmão engenheiro, Francesco, construíram um hospital na cidade de Grajaú, no Estado do Maranhão. A Beata Gianna, por sua saúde frágil, foi desaconselhada pelo Bispo Dom Bernareggi em vir ao Brasil.
Enquanto exercia sua profissão médica, que a considerava como uma «missão», aumenta seu generoso compromisso para com a Ação Católica, e consagra-se intensivamente em ajudar as adolescentes. Através do alpinismo e do esqui, manifesta sua grande alegria de viver e de gozar os encantos da natureza. Através da oração pessoal e da dos outros, questiona-se sobre sua vocação, considerando-a como dom de Deus. Opta pela vocação matrimonial, que a abraça com entusiasmo, assumindo total doação «para formar uma família realmente cristã».
Em 1954 conheceu o engenheiro Pietro Molla. Noivaram em 11 de abril de 1955. Prepara-se ao matrimônio com expansiva alegria e sorriso. Ao Senhor tudo agradece, e ora. Na basílica de São Martinho, em Magenta, casa aos 24 de setembro de 1955, tendo a cerimônia sido presidida por seu outro irmão Padre Giuseppe. Transforma-se em mulher totalmente feliz. Em novembro de 1956, já é a radiosa mãe de Pedro Luís (Pierluigi); em dezembro de 1957 de Mariolina (Maria Zita) e, em julho de 1959, de Laura. Com simplicidade e equilíbrio, harmoniza os deveres de mãe, de esposa, de médica e da grande alegria de viver.
Na quarta gravidez, aos 39 anos em setembro de 1961 no final do segundo mês de gravidez, vê-se atingida pelo sofrimento e pela dor. Aparece um fibroma no útero. Três opções lhe foram apresentadas: retirar o útero doente, o que ocasionaria a morte da criança, abortar o feto, ou a mais arriscada, submeter-se a uma cirurgia de risco e preservar a gravidez. Antes de ser operada, embora sabendo o grave perigo de prosseguir com a gravidez, suplica ao cirurgião “Salvem a criança, pois tem o direito de viver e ser feliz!” , então, entrega-se à Divina Providência e à oração. Submeteu-se à cirurgia no dia 6 de setembro de 1961. Com o feliz sucesso da cirurgia, agradece intensamente a Deus a salvação da vida do filho. Passa os sete meses que a distanciam do parto com admirável força de espírito e com a mesma dedicação de mãe e de médica. Receia e teme que seu filho possa nascer doente e suplica a Deus que isto não aconteça.
Alguns dias antes do parto, sempre com grande confiança na Providência, demonstra-se pronta a sacrificar sua vida para salvar a do filho: “Se deveis decidir entre mim e o filho, nenhuma hesitação: escolhei – e isto o exijo – a criança. Salvai-a”. Deu entrada, para o parto, no hospital de Monza, na sexta-feira da Semana Santa de 1962. Na manhã do dia seguinte, 21 de abril de 1962, nasce Joana Manuela (Gianna Emanuela). Apenas teve a filha por breves instantes nos braços. Apesar dos esforços para salvar a vida de ambos, na manhã de 28 de abril, em meio a atrozes dores e após ter repetido a jaculatória “Jesus eu te amo, eu te amo” morre santamente. Tinha 39 anos. Seus funerais transformaram-se em grande manifestação popular de profunda comoção, de fé e de oração. A Serva de Deus repousa no cemitério de Mêsero, distante 4 quilômetros de Magenta, nos arredores de Milão (Itália).
“Meditata immolazione” (imolação meditada), assim Paulo VI definiu o gesto da Beata Gianna recordando, no Ângelus dominical de 23 de setembro de 1973, “uma jovem mãe da Diocese de Milão que, para dar a vida à sua filha sacrificava, com imolação meditada, a própria”. É evidente, nas palavras do Santo Padre, a referência cristológica ao Calvário e à Eucaristia.
O milagre da beatificação aconteceu no Brasil, em 1977, na cidade de Grajaú, no Maranhão, naquele hospital onde queria ser missionária, onde foi beneficiada uma jovem protestante que tinha dado à luz.
Foi Beatificada pelo Papa João Paulo II, em 24 de abril de 1994 no Ano Internacional da Família, tendo sido considerada esposa amorosa, médica dedicada e mãe heróica, que renunciou à própria vida em favor da vida da filha, na ocasião da gestação e do parto.

Oração à Santa Gianna Beretta Molla

– Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo.
Deus Pai, que nos deste a Santa GIANNA como exemplo de esposa amorosa, que cercou de amor a sua família construindo uma verdadeira “Igreja Doméstica”, faz-me assimilar esse mesmo amor incondicional, consagrando minha vida ao Teu serviço junto aos que me cercam.
PAI NOSSO… ,AVE MARIA…,GLÓRIA AO PAI…
Jesus, Redentor da humanidade, que chamaste à Santa GIANNA à missão de médica do corpo e da alma, vendo o Teu sofrimento no irmão doente, fazei que, seguindo o exemplo da Tua serva, possa eu entender a minha dor e a do meu irmão, participando do sacrifício da Tua Santa Cruz.
PAI NOSSO… ,AVE MARIA…, GLÓRIA AO PAI…
Espírito Santo, fonte de todo o Amor, que infundiu no coração de Mãe da Santa GIANNA a coragem dos mártires, de testemunhar com a própria vida o amor à criança que trazia no seu ventre, colaborando de maneira extraordinária no Teu plano de criação, e, que durante toda a sua vida foi um exemplo de cristã de fé, esperança e caridade, faz-me torná-la com o exemplo para um autêntico caminho rumo à santidade.
PAI NOSSO… , AVE MARIA.., GLÓRIA AO PAI…
Ó Deus, Amante da Vida, que doaste à Santa GIANNA BERETTA MOLLA responder com plena generosidade à vocação cristã de esposa e mãe, concede também a mim (pessoa para quem quer obter a Graça), por sua intercessão (… FAZER O PEDIDO…) e também seguir fielmente os Teus Desígnios, para que resplandeça sempre nas nossas famílias a Graça que consagra o amor eterno e à vida humana. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, Teu Filho, que é Deus, e vive e reina Contigo na unidade do Espírito Santo, por todos os séculos dos séculos. AMÉM.
Rezemos, também, pela intercessão da Santa GIANNA.

Oração com Aprovação Eclesiástica
DOM DIÓGENES SILVA MATTHES
BISPO DIOCESANO DE FRANCA-SP
Patrona Diocesana da Pastoral Familiar Franca-SP

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– Neymar é o culpado pelo seu próprio mau comportamento na França? Será que…

Eu critico muitas vezes os atletas que não possuem uma conduta profissional adequada. E quando vejo casos como o do Neymar (que agrediu um torcedor que o provocava quando ele iria receber a medalha de vice-campeão contra o Rennes, pela Copa da França), seria muito simplório escrever o que seria lógico: já é um homem adulto, precisa ter equilíbrio emocional, tem muito dinheiro, blablablá…

Mas vou ponderar algo (que não justifica, mas ajuda a entender): o cara perdeu o título, o torcedor pede um cumprimento e ele atende; e, de maneira sacana, o suposto fã “corneta e ironiza” Neymar.

De cabeça quente, ouvir gracinha é dose… foi uma possível agressão verbal respondida por agressão física, motivada pelo calor do pós-jogo. REPITO: não justifica, Neymar errou mas… até Zidane reagiu com uma cabeçada contra o Materazzi, após provocado (e numa final de Copa do Mundo)!

O problema é que querem que Neymar seja o que não é. Deixem-o na dele, pois afinal, não está muito preocupado em ser exemplo.

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– A Fuga dos Estudantes da Escola simplesmente por desinteresse em Estudar!

A evasão escolar é um grave problema em nosso país. Mas talvez o motivo da fuga seja algo ainda mais grave: a falta de interesse em ir à escola!

Compartilho,

Extraído de: https://istoe.com.br/uma-nova-e-preocupante-evasao-escolar/

UMA NOVA E PREOCUPANTE EVASÃO ESCOLAR

Por Camila Brandalise

Mais da metade dos jovens brasileiros, de todas as classes sociais, perdeu o interesse pelos estudos e corre o risco de ficar fora do mercado de trabalho. Onde a nossa educação está falhando e qual o custo disso para o futuro do País?

A decisão de parar de estudar da auxiliar de limpeza Regina de Jesus Araújo, hoje com 24 anos, se deu por motivos econômicos. Há seis anos, quando ela morava com os pais, considerava ter uma estrutura de vida precária e preferiu se dedicar ao trabalho para conseguir se sustentar. Conciliar os estudos, na época, com 18 anos, não era viável. “Não tive incentivo nenhum para continuar na escola.” Hoje, mora sozinha e arca com as próprias contas. Para ter mais oportunidades profissionais, porém, percebeu que era preciso concluir a formação. E foi isso o que ela fez. Neste ano, cursa orgulhosa o primeiro ano do Ensino Médio em uma escola pública de São Paulo. “Quero ir para o ensino técnico. Gostaria de ser recepcionista porque gosto de trabalhar diretamente com as pessoas”, diz. É a tentativa de Regina para escapar de uma triste estatística, divulgada recentemente pelo Banco Mundial: 52% dos jovens brasileiros com idade entre 19 e 25 anos perderam o interesse pela escola e, por isso, correm o risco de ficar fora do mercado de trabalho. Parte dessa população simplesmente parou de estudar por necessidade financeira, como Regina havia feito, parte não consegue levar o colégio com o comprometimento que isso exige porque é obrigado a conciliar a atividade com trabalho informal e um terceiro grupo encontra-se atrasado em relação à série adequada à idade. Abandonar a escola para ajudar no sustento da família não é novidade. O que preocupa nos dados do relatório do Banco Mundial é que a falta de interesse pelos estudos avança para camadas sociais em que a necessidade de gerar renda não é a maior pressão. Um em cada três brasileiros de 19 anos está hoje fora da escola.

O documento aponta outro dado alarmante: a falta de participação dos jovens na construção da economia vinha diminuindo desde 2004, mas há quatro anos a tendência sofreu uma reversão. Isso ocorreu principalmente por causa do aumento de pessoas que não estão nem estudando nem trabalhando (os chamados “nem-nem”) e de jovens que estão desempregados ou em trabalhos informais. A justificativa imediata para o retrato tem a ver com o momento econômico atual do País, de crise financeira, desemprego e informalidade no trabalho. No entanto, há questões mais complexas por trás da situação. “A pergunta essencial que essa análise suscita para os formuladores de políticas é saber se, em condições econômicas menos favoráveis, é possível manter as conquistas anteriores em termos do engajamento juvenil. Esta é uma preocupação para um País cujo potencial de produtividade agora depende de forma tão crítica do engajamento de seus jovens”, diz o relatório.

A resposta, segundo consenso entre educadores, é a de que é possível manter os jovens em sua formação escolar independentemente da condição econômica da nação. Para isso, o sistema educacional precisa mudar. É necessário que o currículo se modernize o suficiente para despertar e manter o interesse dos jovens contemporâneos. “A escola que estamos oferecendo aos nossos adolescentes não dialoga com eles, não faz mais sentido”, afirma Mozart Neves Ramos, diretor de Articulação e Inovação do Instituto Ayrton Senna. “A escola do século XIX, com os alunos enfileirados e professor falando na frente, não funciona mais.”

Eixo estratégico

Há pelo País iniciativas que contemplam novos modelos. Sob a coordenação do Instituto Ayrton Senna, por exemplo, quinze escolas públicas de Santa Catarina adotaram mudanças importantes. “Estabelecemos um projeto de educação em tempo integral”, conta Ramos. Depois de um ano, a instituição comparou a taxa de abandono nesses colégios com as apresentadas por escolas do mesmo perfil socioeconômico. “O índice foi 50% menor”, informa o especialista.

É preciso promover mudanças no modelo de ensino que estimulem nos estudantes a curiosidade e habilidades como liderança

A educação integral é uma das alternativas para envolver alunos, motivá-los a pesquisar e incitar a curiosidade, tornando o ensino atraente ao mesmo tempo em que desenvolve o potencial dos jovens. Nesse modelo há ainda uma ênfase no desenvolvimento das chamadas competências socioemocionais, que trabalham habilidades fora da cartilha tradicional de ensino, como resiliência, empatia e liderança.

“Não é preciso criar novas disciplinas, mas sim oferecermos outras maneiras de trabalhar em sala de aula”, afirma Ramos. Alterações mais profundas como essas são vistas em maior escala apenas em escolas particulares que se propõem a oferecer uma nova maneira de ensinar, com mais envolvimento dos alunos, atenção específica para dificuldades ou habilidades individuais e desenvolvimento de conhecimentos que vão além das disciplinas básicas. São instituições, porém, com mensalidades altas — as mais inovadoras chegam a custar R$ 8 mil por mês —, que obviamente não podem ser pagas pela maioria da população. Há, portanto, necessidade de revisão e implantação, por políticas governamentais, de iniciativas que contemplem as mudanças na rede pública. Isso inclui investimento em formação e valorização de professores. “Temos que focar em um projeto de País que coloque educação como eixo estratégico”, afirma Priscila Cruz, fundadora e presidente-executiva do movimento Todos Pela Educação. “Ou fazemos isso ou o Brasil perderá o bonde da história de novo.”

Os prejuízos envolvem perdas individuais e também coletivas. Do ponto de vista pessoal, o documento do Banco Mundial mostra que os cidadãos de baixa escolaridade enfrentam falta de oportunidades e baixos salários. Os números revelam que quanto maior o índice de conclusão dos ciclos de ensino, maior o rendimento: até quatro anos na escola, o salário cresce 11,64% para cada ano estudado; de 14 a 18 anos de estudo, o salário cresce 35,65% por ano estudado. “Isso gera aumento no Produto Interno Bruto e melhor distribuição de renda”, explica Priscila. O Brasil todo sofre hoje com a queda da produtividade resultante da falta de conhecimento, informação e, muitas vezes, da incapacidade de formular raciocínios básicos. Sem uma população preparada para exigências de um mercado global de trabalho cada vez mais sofisticado, a tendência é o País seguir em ritmo de estagnação. O desafio é quebrar essa corrente.

“O desenvolvimento do Brasil é o desenvolvimento dos seus cidadãos”, afirma a representante do Todos pela Educação.

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– Hoje é o Domingo da Misericórdia!

Os domingos posteriores a Festa da Páscoa são conhecidos como “Domingo da Misericórdia”; dia de perdão, caridade e serviço. A data foi instituída pelo saudoso Papa João Paulo II, hoje santo da Igreja Católica.

Cá com meus botões: o mundo não seria diferente se todos os dias tivéssemos esse propósito?

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– Motivando a jornada em 5 cliques:

Bom dia, domingo.
Hora de estar em pé para o cooper matutino. S’imbora correr?

Durante a atividade física, meditando nas coisas do Alto: hoje, pedindo na invocação de Nossa Senhora da Santa Cabeça:

Pós-treino, alongando e relaxando no jardim. E a inspiração da beleza da natureza?

Pausa para contemplar o amanhecer: veja só que alvorada bucólica! Muito bonita e promissora para uma boa jornada:

06h40 – Último clique da manhã: o sol raiando para a nossa certeza de que teremos um domingo iluminado! E, de fato, será assim!

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