– Temperança

Adoro quando em meio aos problemas, minha mulher diz:

“Um dia de cada vez”!

Sábias palavras. É justamente por aí. Sem atropelos, resolvendo paulatinamente e tentando passar com calma.

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– A dura missão na escolha de VAR e AVAR

Ser árbitro de vídeo e bandeira de vídeo são duas funções novas e difíceis no futebol. Digo isso pois o “jogo jogado em campo” tem suor, emoção e vibração. Lá dentro você está no mesmo calor (ou sintonia) dos atletas. Permite-se do gramado ter a melhor leitura do jogo.

Da cabine do VAR, com ar-condicionado e muitas telas, você pode ter a maior frieza e racionalidade para tomar uma decisão; embora, sejamos justos, difere do árbitro que em tese está mais próximo do lance e no clima da partida.

Mas sabe qual o grande problema das Comissões de Arbitragem? A ESCOLHA (não é sorteio) de quem irá para o vídeo!

Como é difícil escalar um VAR!

  • Se ele for menos experiente de quem apita, o árbitro desconfiará das suas informações e sugestões.
  • Se for muito experiente, o árbitro obedecerá cegamente.
  • Teriam eles que ter igualmente a mesma competência? E como achar colegas de naipe parecido? Ou ainda: aceitar uma correção de quem teoricamente é do seu mesmo nível e acatá-la sem vaidade?

Eu vivi algo parecido na função de quarto-árbitro em um jogo da série A1: foi em São Caetano do Sul, quando a maca entrou para retirar um jogador supostamente lesionado (estava dando pinta que era simulação só para fazer cera) e, ao sair pela linha lateral, o atleta saltou da maca pedindo para retornar ao campo, dispensando qualquer atendimento médico. O árbitro central (ele estava apenas a uma posição acima do que eu estava no ranking – que sempre foi fajuto) não percebeu. Avisei-o pelo rádio e… a resposta foi: “Se você acha que apita mais do que eu, toma o apito”.

Resolvemos depois a questão no vestiário de uma forma um pouco conturbada, mas fica a dica: existe o componente humano terrível chamado VAIDADE, ou, se preferir, a falta de HUMILDADE no trabalho em equipe.

Ainda vai demorar para se achar o bom termo de escalas para o VAR. Afinal, toda a vaidade é burra (inclusive a daqueles que gerenciam a carreira dos árbitros).

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– Mais de 60% dos Brasileiros trabalham no Tempo Livre

Veja que dado interessante: 61% dos brasileiros resolvem os problemas do trabalho em casa; mas 37% admitem que resolvem problemas da sua casa no trabalho. O quê fazer?

Extraído de Exame.com: http://is.gd/eW82ej

61% DOS BRASILEIROS RESOLVEM PROBLEMAS DE TRABALHO NO TEMPO LIVRE

Pesquisa mostra que, no Brasil, 36% dos profissionais precisam estar disponíveis para questões do trabalho num esquema 24/7

Além das jornadas de trabalho já extensas, mais da metade dos profissionais brasileiros admitem que resolvem questões do trabalho em seus momentos de folga. É o que aponta levantamento da consultoria Randstad divulgado neste mês.

Mesmo assim, quando comparados com chineses e indianos, os brasileiros são os que menos levam trabalho para casa. Na Índia, 69% dos profissionais afirmam que trabalham após o horário do expediente enquanto na China, 80% dos profissionais admitem esse tipo de comportamento.

A postura dos profissionais é um resultado direto da cultura corporativa. Na Índia, 61% dos profissionais afirmam que as empresas esperam que eles estejam disponíveis num esquema 24/7. Na China, 64% percebem isso. Já no Brasil, apenas 36% dos profissionais precisam estar disponíveis para questões do trabalho 24 horas por dia, sete dias por semana.

Ao ficar mais tempo ligados no trabalho, os chineses também são os que mais lidam com questões pessoais durante o expediente. Segundo a pesquisa, 60% aderem a esta prática. Na Índia, 49% fazem isso e no Brasil, 37% dos brasileiros resolvem problemas pessoais no trabalho.

Por outro lado, os indianos são os que mais distraem com a internet durante o expediente, segundo a pesquisa. No total, 51% deles admitem que se perdem durante o expediente navegando na rede.

No Brasil, apenas um em cada cinco profissionais admitem que se distraem facilmente com a internet no trabalho.

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– Desmistificando a parceria, entendendo o negócio e outras considerações (positivas e otimistas) para a estreia do Galo.

Não gosto de bobagens criadas e boatos disseminados. E fazê-los às vésperas do começo de um campeonato, é algo ruim.

Digo isso pois o contrato entre Paulista FC e a Kah Sports (através de uma de suas empresas, a Fut-Talentos) foi assinado. Feito isso, é necessário um voto de confiança ao parceiro. E é justamente quando começo a rascunhar esse texto, leio um cidadão escrevendo que seu garoto teria que pagar para jogar no Paulista. Será?

No mundo do futebol, cansamos de ouvir histórias de “treinadores-empresários” (alguns muito famosos) que cobram percentual de salários para escalar atletas como titular (ou até mesmo os agenciam na surdina). Isso é nojento. 

Existe também a modalidade de “compra de vaga”. Me recordo que certa vez fui apitar um jogo de aspirantes (nem existe mais o torneio) entre Palmeiras x Sãocarlense (não é o São Carlos, era o antigo time daquela cidade). A equipe passava por uma situação financeira delicada, e eis que o time ganhou a ajuda de um empresário coreano milionário que queria realizar o sonho do filho: ser jogador de futebol! Para tanto, “comprou” uma vaga no time. Bancou uniformes da Adidas, todas as despesas do campeonato e outras coisas importantes; em troca, o filho deveria ser titular. Respeitosamente, o jovem asiático (um meio-campista) era horroroso como boleiro! O time era razoável, mas o coreano afundava a equipe. Durou muito pouco esse negócio. 

Especificamente ao nosso Paulista, imagino que a coisa é completamente diferente. Em que pese existam / existiram algumas críticas iniciais no relacionamento com a imprensa (a adaptação às regras de entrevistas), o receio de um treinador até então desconhecido e com resultados ruins no Rio Branco, uma dúvida de quem eram as pessoas envolvidas e o trauma de um novo “português Paulo Fernandes e seu grupo monegasco”, agora existe um contrato assinado, um trabalho de pré-temporada realizado com o profissional (treino à noite para se adaptar ao horário do jogo não é muito comum; isso merece aplausos) e outras coisas positivas a se observar: em especial a separação do que é “escolinha de futebol” e “elenco de alto rendimento”. 

A Fut-Talentos tem Escola de Futebol, todos sabem. Existem dezenas de empreendimentos assim em nossa cidade, algumas escolinhas até com a bandeira franqueada de clubes grandes da capital. É um negócio comum, honesto, rentável. Como qualquer escola (de idiomas, profissionalizante, de dança, etc), cobra-se para estudar / aprender / aprimorar-se. Normal. E assim como os clubes constituídos tem suas franquias / escolinhas, há também as equipes “de fato”, os times que jogam pra valer, os atletas de alto rendimento, cujo lucro natural vem através de contratos assinados / agenciamento e direitos federativos.

Eu sempre falo como um mantra as palavras ética, honestidadetransparência. No momento, tudo tem parecido ser correto (até que se prove o contrário). Agora, a suposta denúncia de venda de vaga, feita no Facebook por um agente de jogador, é grave. Ou tem que provar, ou costumeiramente o acusado lhe mete um processo. Um time titular tem que jogar os melhores tecnicamente, não os que têm maior poder financeiro. Penso que seria um “tiro no pé” da própria empresa fazer isso, trazendo-lhe total descrédito e, logicamente, prejuízo (se tem um ótimo jogador que vale a pena ser colocado na vitrine que poderá render dinheiro alto, por que colocar um pereba pagante de mensalidade?).

A única coisa que poderia ser “perguntada”, a fim de tranquilizar a torcida, são as condições e cláusulas do contrato assinado. Claro, a Diretoria do Paulista poderá alegar que são dados sigilosos (a Kah Sports não tem obrigação de fazê-lo pois não tem torcedores, mas se alguém tiver que fazer, deveria ser o Paulista, que tem a torcida). Entendo a necessidade de preservação das cláusulas, é um direito da Diretoria apresentá-los ao Conselho e não publicamente, mas… há algo que impede de fazê-lo?

Seria uma “bola dentro” para o torcedor jundiaiense ter o conhecimento disso: o quanto cada um leva, percentual de atletas, divisão de receitas e gastos, etc. Se o presidente do Conselho, Dr Cláudio Levada (que tenho enorme respeito e sei da sua seriedade inconteste – o admiro desde os tempos dos bancos escolares – e faz anos), entende que não vale a pena ser divulgado, logicamente há de se respeitar pois não o faria à toa. Na verdade, penso que boa parte dos torcedores sofrem do medo do “Campus Pelé”, que sucumbiu o Paulista  e ainda traumatiza os jundiaienses. Aliás, por onde andam esses caras, que prometiam uma parceria na Suíça?

Enfim: toda a torcida para o sucesso de ambos (Paulista e Fut-Talentos)  pois a união deverá existir harmoniosamente. E boa sorte ao Galo daqui a pouco, na estreia contra o São José fora de casa.

Ops: não ganho nada em falar bem ou mal de A ou B, apenas faço a observação de maneira justa para poder cobrar quando necessário e aplaudir se justo for. Critico bastante, mas sempre com responsabilidade; quando creio ser pertinente, escrevo minhas considerações. E que assim seja.

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Imagem: reprodução do site Esporte Jundiaí

– E agora, Jair?

Eu vou confessar meu voto: não tive coragem (e não tenho) em votar em qualquer candidato do PT (que virou sinônimo de corrupção nesse país). Isso não quer dizer que votei no PSDB e muito menos no PSL, um acolchoado de apoiadores de várias realidades conflitantes.

Fernando Haddad não tinha a minha confiança, tampouco Jair Messias Bolsonaro. Votei em Branco (relutei muito tempo em não escolher qualquer candidato, entendia que tinha que escolher o “menos pior” em respeito a democracia. Porém, entendo que não escolher ninguém é algo democrático e demonstra a insatisfação com os nomes).

Terminado o pleito eleitoral, temos que torcer para que o Brasil dê certo, seja qual fosse o vencedor. Cobrar o que está errado e aplaudir o que está certo. É a democracia inteligente e cidadã.

Entretanto, decepciono-me ao ver que os filhos de Bolsonaro causam polêmicas desnecessárias, o próprio presidente se equivocando na escolha de ministros (o colombiano da Educação que o diga, só estão se salvando Guedes e Moro), sem contar o maluco do cara que se tornou o guru do Governo: Olavo de Carvalho, herói dos radicais (cruz-credo).

Agora, Bolsonaro diz que “não nasceu para ser presidente, mas militar”.

Xi… que vacilo! O capitão está fraquejando? Jânio renunciou, Getúlio se matou… E Bolsonaro, o que fará?

Pobre Brasil…

Resultado de imagem para Bolsonaro Olavo de Carvalho

– Um sábado muito belo em 5 cliques:

Olá amigos, estou verticalizando o esqueleto logo pela manhã!
Começando a rotina, pronto para suar a camisa, vamos correr?
Fui no Clique 1:

Durante a corrida, meditando e rezando:
Ó Maria, Mãe de Jesus, Rainha dos Anjos, rogai por nós que recorremos a vós. Amém.”
Clique 2:

Fim de cooper! E depois da atividade física, bem suado, cansado e feliz – alongando e curtindo a beleza e a brancura das flores! No clique 3:

Depois do exercício, contemplar o horizonte clareando no infinito!
Um sábado de amanhecer belíssimo. Que seja um bom dia para todos nós. Clique 4:

Como hoje é dia de descanso (atualmente meu sábado é), vou brincar com meu doce sorriso!
A filhota caçulinha “cabelinho de milho” aprendendo a pedalar é algo impagável. Um fofo clique 5:

#FOTOGRAFIAéNOSSOhobby