– O juizão que abandonou o campo na Bundelisga!

Mais um acontecimento atípico no futebol: no Campeonato Alemão, jogaram Bayer Leverkusen 0x1 Borussia Dortmund, com muita reclamação da arbitragem por parte do treinador Roger Schmidit, técnico do Leverkusen.

O curioso é que o árbitro Felix Zwayer tomou uma atitude inusitada! Ele expulsou o treinador que se queixava, mas o mesmo não queria sair de campo. O que fez o juizão? Saiu ele próprio, junto com os bandeiras e o quarto árbitro!

Depois de 13 minutos, com o aceite do treinador em sair de campo, o quarteto voltou a campo e terminou o jogo.

Pode?

Se um jogador discordar de uma decisão do árbitro e impedir a continuidade do jogo, o árbitro deve esperar 5 minutos pelo aceite. Caso isso não ocorra, ele encerra a partida e registra em súmula.

Sair de campo e voltar? Nunca vi.

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– Jogador expulsa Árbitro! Na Turquia…

Hilário. Na partida entre Galatasaray 2×1 Trabzonspor, o gol decisivo surgiu de um pênalti duvidoso. O atacante do Galatasaray perde a bola em uma disputa com o zagueiro do Trabzonspor e cai.

Tranco legal ou empurrão?

O interessante é que o árbitro Deniz Bitnel marca a infração, e o camisa 39 Pedro Cavanda (que cometeu o suposto pênalti) vai reclamar e o empurra. Imediatamente o juizão mostra o Cartão Vermelho e na confusão perde o cartão errando o bolso que o guardava! Eis que o atleta do time prejudicado, Salih Dursun – camisa 24, não bobeia e pega o cartão, expulsando o árbitro (e com boa postura)!

Veja o vídeo: https://www.youtube.com/watch?v=mCBd-P3LJX4

– Um dia de expectativa frustrada no Thermas Water Park

Sabe quando você planeja um passeio e ele não é realmente aquilo que você esperava?

Não sei se dei azar, se foi uma excepcionalidade, se tudo deu errado para os organizadores do empreendimento ou se frequentemente se trabalha daquele jeito; mas sei que foi decepcionante e estressante nosso desejado dia de descanso em São Pedro, no Thermas Water Park.

Eu conheço o excepcional Thermas dos Laranjais em Olímpia-SP e também o Beach Park em Fortaleza-CE. Resolvi passear com minha família no Water Park para conhecer e por ser perto.

Fui no Domingo de Carnaval. No site, havia a opção de compra antecipada e a tabela de preços – dias normais, domingos, feriados e dias especiais. Apesar do domingo não ser um feriado, constava a tarifa mais cara: ou seja, um dia especial, mostrando que o Parque estava preparado para grande movimento.

Nosso martírio começou para entrar no estacionamento: na estrada de acesso, uma fila de carros onde esperamos por 20 minude tos. Não sabíamos do que se tratava, e ao ver que era simplesmente o movimento de entrada, assustamos.

Chegando na portaria, vimos que nossos ingressos comprados na Internet eram vouchers a serem trocados na bilheteria. Portanto: se você comprar pela Internet para evitar filas, esqueça o propósito! Uma fila imensa na qual entramos as 11h00 e desistimos as 11h30; afinal, andamos pouquíssimos metros. Resolvemos então almoçar para depois voltar a encarar a fila que, naturalmente, pelo horário, se reduziria.

No restaurante externo, também tivemos que esperar até 12h00, pois não servia almoço antes desse horário. O garçom (sim, só havia 1) não sabia explicar se criança pagava meia ou não no self-service, e a fila de espera aumentava. E não é que, para pagar o almoço, não aceitavam cartão de débito ou crédito pois as maquininhas estavam fora do ar? Assim, leve dinheiro para tais eventualidades.

Voltamos à fila da entrada: mais meia hora de espera e soubemos que não havia armários para locação a fim de guardar nosso pertences. Como poderíamos andar nas piscinas e por todo o parque com sacolas, carteiras e outros apetrechos na mão? Nos foi sugerido um guarda-volume, sem sucesso pela lotação. A moça dos armários nos disse que realmente eram poucos que se tinham disponíveis (nenhum para aquele momento) e que muitos estavam abertos pois as pessoas levavam as chaves e não dava para fazer manutenção. E o tempo passava, a paciência se esgotava e ninguém nada resolvia. Vimos uma hiper lotação nas piscinas e filas imensas por todos os lados. Resolvemos desistir e quando nossa filhinha percebeu que iríamos embora… imagine o choro de uma criança diante de uma piscina com o calor que fazia!

Fomos conversar com a gerente, Sra Ivani, que foi muito gentil e ouviu pacientemente nossas justas queixas. Ela nos ofertou a devolução do dinheiro ou que guardássemos nossas coisas no armário pessoal dela. Topamos a segunda alternativa, a fim da nossa pequeninha não ficar tão sentida e curtir o passeio.

O Water Park é bonito, piscinas bacanas, mas a infraestrutura ficou muito a desejar. Para comprar um sorvete, entre fila de pedido e retirada, pelo menos perda de meia hora. Comer lá dentro é caro e as filas desestimulantes. O principal ponto negativo e que me traz admiração é: se foi cobrado dia especial, é sabido que haveria movimento. Não há limite de ingressos a venda?

Ora, é claro que na hora que atinge um certo limite de vendas pela Web, deveria-se parar as vendas para aquele dia. E isso não acontece, sendo vendidas entradas na bilheteria física, mesmo com a quantidade absurda de gente que já estava lá dentro. Sem contar ainda que o Thermas está dentro de um condomínio, sendo também um clube para os condôminos que acessam as suas dependências.

Confesso a decepção total do que passamos naquele dia, salvo parcialmente graças ao esforço e atenção da gerente. Ficarei na curiosidade: em um domingo normal, lá é muito diferente? E nos domingos de movimento, sempre é aquele pandemônio?

Enfim: por quê se vende mais bilhetes do que o parque suporta? E isso não se discute, pois quem esteve lá no domingo 07/02/2016, não precisa ser especialista para observar a irresponsável superlotação.

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– SPFC 1×0 Rio Claro: E se a bola bater sem querer é falta?

Cuidado com o que você ouve sobre pênalti de mão na bola da nova regra. Isso não existe!

Digo isso pois na partida entre São Paulo x Rio Claro neste último domingo, a expressão inoportuna apareceu de forma perigosa na TV.

Explico: no primeiro tempo, uma bola foi chutada para o ataque do SPFC. Um jogador do Rio Claro a intercepta com o pé; por ter vindo rápida e com força, ela sobe e bate despretensiosamente em seu braço. Não foi mão intencional! Assim, não foi infração mas lance normal e “segue o jogo”!

Entretanto, ouvi o amigo ex-árbitro Paulo César de Oliveira (que respeito demais) comentando na Rede Globo que seria falta sim pois o braço aberto dá uma vantagem ao jogador. O narrador Cleber Machado ainda argumentou falando sobre a “dificuldade da nova regulamentação” mas de nada adiantou.

Ora, a Regra não mudou. O fator decisivo para se marcar uma mão na bola continua sendo a seguinte avaliação: o atleta teve intenção de tocar a bola com as mãos ou foi sem querer? A FIFA apenas orientou: tome cuidado com o jogador que fizer um movimento antinatural com os braços para ludibriar a arbitragem; ou seja, aquele que usar as mãos intencionalmente disfarçando que foi sem querer (como pular para disputar a bola com os braços esticados para cima, ter tempo para evitar o contato com o braço ou não, entre outras situações).

Dessa forma, uma bola veloz que desvia no pé de um jogador e bate em seu braço sem querer não pode ser considerada movimento antinatural tampouco intencional. Acertou o juizão em campo e errou o árbitro em seu comentário.

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– FHC e LULA. Nossos tristes Ex…

Realmente, a coisa está feia no Brasil.

A ex-amante de FHC, uma jornalista que dizem ter um filho com ele, alega que o filho não é dele. Mas ela diz que ele cuida com carinho do filho dela, não dele.

Cuida do filho que não é dele? E aí vem um rolo de suposto caso de corrupção envolvendo a Brasif, que seria uma fachada para uma conta onde a “pensão” de FHC era repassada à jornalista. Que coisa…

Lula usufrui de imóveis que não são dele. O tríplex na praia e o sítio cinematográfico do campo foram decorados pela sua esposa; eles frequentaram dioturnamente as dependências, sempre recebiam amigos, mas nunca foram donos dos imóveis. Então tá…

Lembre-se ainda de todos os escândalos envolvendo a família Sarney e, claro, o “impeachmado” Collor.

Nossos ex-presidentes são memoráveis, não?

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– Sim, foi um bom dia e será uma boa semana!

Começamos a segunda-feira, enfim. Hoje com chuva, mas a água que cai do céu é sempre bem-vinda.

Já fiz minhas atividades físicas deste começo de semana, assim como as faço rotineiramente. Ontem, entretanto, resolvi passar um dia sem computador e não postei os incentivos diários (aliás, esquecer a Internet, quando possível, é ótimo)!

O domingo foi muito bom. Olha aí nossa motivação da caminhada de 1 hora realizada:

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Durante o percurso, a meditação diária nas coisas do Alto. E ontem dedicada ao exemplo de vida e fé de São Pedro Damião, um santo que pregava a oração e a penitência para a conversão diária.

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Longe da tecnologia, foi muito bom alongar somente com o barulho dos bichos e o cheiro do mato, contemplando a beleza do jardim.

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Por fim, valeu a paisagem do amanhecer. Como não se inspirar com tal pintura?

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Ótima segunda-feira a todos.