– O tempo do brasileiro em frente a TV: É muito ou é pouco?

Leio no blog “Parabólica”, do José Armando Vannucci no Portal Jovem Pan, que cada brasileiro em 2015 assistiu a média 04h28 de televisão.

Se pensar bem, para um adulto é pouco. Talvez para outros, um tempo normal. Para pouquíssimos, muito.

Ou estou enganado?

Particularmente, assisto muito pouco a minha TV. Por falta de tempo! Com a facilidade da Internet, você pode degustar de programas de rádio e televisão no carro, em meio a outros afazeres e não necessariamente ficar sentado em frente ao monitor.

O certo é: medir a audiência da TV com base em televisores ligados, parece-me ultrapassado.

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– Mexeram com o Neymar…

Trocar a pancadaria pela bola no pé! É isso que sempre defendo.

Na minha carreira de árbitro, cansei de ver jogador “cabeça-de-bagre” provocando craque adversário. E o provocado revidava com pancada e acabava sendo expulso.

Com exceção, alguns craques respiravam fundo e respondiam com dribles desconcertantes. E foi exatamente isso que eu vi na semana passada na partida entre Barcelona x Valência.

Neymar levou um safanão de um zagueiro que o mandou para fora de campo. O marcador lhe tirou um sarro, fazendo gesto de que ele “falava muito”.

Pra quê…

Irritado, o atacante brasileiro deu passe de letra, carretilha, chapéu, caneta e outras humilhações. Impressionante!

O vídeo está disponível no blog do Bom Dia no seguinte endereço: https://www.youtube.com/watch?v=AnrBM1hj2pA

Ou, se preferir, clique abaixo: 

– Homofobia ou Heterofobia?

Tempos atrás, uma confusão ocorreu em frente ao Mackenzie. Homossexuais reclamavam de homofobia e acabaram extrapolando contra o chanceler da instituição, Augustus Nicodemus (matéria retrada em Veja SP, edição de 01 de dezembro de 2010). 

Todos somos iguais perante Deus. Discriminação de qualquer forma é crime no Brasil. Até aí, sem discussões. 

A preocupação é: parece que aqueles que não concordam com a homossexualidade acabam sendo marginalizados. E aqueles que marginalizam não concordam com a heterossexualidade. 

Algo muito importante: defender o homossexualismo não é fazer apologia dele; praticá-lo não dá direito também de criticar o heteressexualismo

Independente da opção sexual, todos devem-se respeitar mutuamente. Nas “Cartas à Redação” da mesma Veja SP, na edição posterior, uma leitora escreveu acertadamente o que penso: 

HOMOFOBIA 

Gostaria de manifestar minha solidariedade ao chanceler Augustus Nicodemus, do Instituto Presbiteriano Mackenzie (“Confusão no Mackenzie”, 1º de dezembro). É importante salientar que a Constituição eleva à condição de direito fundamental a liberdade de consciência e de crença, mediante previsão no artigo 5º, inciso VI, que assim dispõe: “É inviolável a liberdade de consciência e de crença, sendo assegurado o livre exercício dos cultos religiosos e garantida, na forma da lei, a proteção aos locais de culto e a suas liturgias”. Ocorre que o Projeto de Lei nº 122/06 (Lei da Homofobia) criminaliza qualquer manifestação contrária ao homossexualismo. Ora, a “Bíblia Sagrada”, que é o fundamento das religiões mais praticadas no Brasil (catolicismo e protestantismo), faz diversas referências contrárias à prática do homossexualismo. Não significa dizer que se deva tolerar a discriminação de homossexuais, os quais, como todo ser humano, precisam ser respeitados. Porém, também não se podem cercear os direitos garantidos pela Constituição à liberdade de consciência e de culto, que, uma vez fundados na “Bíblia Sagrada”, não se coadunam com a homossexualidade. Ou será que o livro mais lido no mundo será tirado de circulação no Brasil, assim como se pretende fazer com as obras de Monteiro Lobato?
CLAUDIA RODRIGUES ALMEIDA

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