– Análise Pré-Jogo da Arbitragem para Paulista x Portuguesa

Mudou a Comissão de Arbitragem e por conseguinte mudou a metodologia de sorteio dos árbitros. Pelo modelo adotado, sorteia-se o jogo para o árbitro através de colunas. E Thiago Luís Scarascati, árbitro da final da penúltima Copa São Paulo (e que considerei árbitro-revelação no Paulistão da série A1-2015 pelas regulares e firmes atuações), foi a sorteio para Marília x Guarani e Paulista x Portuguesa. Ganhou o jogo do Estádio Bento de Abreu, uma pena…

Dessa forma, ficou o jogo Paulista x Portuguesa e União Barbarense x Independente para Adriano de Assis Miranda. A ele foi sorteado o jogo do Jayme Cintra. Uma pena também…

O árbitro do próximo jogo do Galo apitou em 2014 Mogi Mirim 4×4 Paulista (remarcado para Itapira), debaixo de um dilúvio, partida na qual o técnico Beto Cavalcante confessou aos microfones do Time Forte do Esporte da Rádio Difusora que nunca tinha visto tantos erros. Na ocasião, “assinei embaixo”!

Para conhecer melhor o juizão, convido aos amigos a visitarem a análise da arbitragem daquela referida partida. É de assustar!

Link rápido em: http://wp.me/p55Mu0-f8

O que me conforta é que, pelos critérios da Comissão de Árbitros, MARxGUA e PFCxPOR foram considerados “clássicos” na metodologia de sorteio da arbitragem.

Acompanhe a transmissão de Paulista x Portuguesa pela Rádio Difusora Jundiaiense AM 810, com o comando de Adilson Freddo. Narração de Marcelo Tadeu; comentários de Robinson Berró Machado e Heitor Freddo; análise da arbitragem com Rafael Porcari; reportagens de Luiz Antonio “Cobrinha” de Oliveira. Na técnica Antonio Carlos Caparroz e André Luís Lucas. Sábado, às 17h00 – mas a jornada esportiva começa a partir das 16h00, para você ter a melhor informação com o Time Forte do Esporte!

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– Dinheiro ou Criatividade para Inovar?

Sempre questione a relação Competência Financeira X Competência Intelectual/Administrativa. Nem sempre ter dinheiro significa ter sucesso.

Veja só: o conhecidíssimo Clemente Nóbrega, em seu enésimo excepcional artigo, escreveu a respeito dos investimentos minguados no Brasil em INOVAÇÃO. E desafia: se investirmos mais dinheiro, teremos mais inovação?

Ele duvida. Responde que nem sempre dinheiro se transforma em bons resultados.

Extraído de: http://epocanegocios.globo.com/Revista/Common/0,,EMI177094-16644,00-O+FATOR+DECISIVO.html

O FATOR DECISIVO

O Brasil investe pouco em inovação – cerca de 1% do PIB. Será que mais uns bilhõezinhos melhorariam nossa performance? Duvido.

por Clemente Nóbrega

Em um artigo publicado em 2007, mostrei a correlação entre incompetência para inovar e instituições fracas – não há inovação sem que na sociedade haja confiança institucionalizada. Pesquisas mostram que não melhoramos nisso, mas temos outros pecados também. Fala-se que o país investe pouco em inovação – cerca de 1% do PIB (países ricos, duas ou três vezes mais). Será que mais uns bilhõezinhos melhorariam nossa performance? Duvido. Eu não aumentaria investimentos, rearranjaria recursos que já estão no sistema. Veja só. No mundo da gestão (de qualquer coisa, privada ou pública), só o que legitima é resultado – output, não input. Sucesso não é medido pelo que entra no sistema, mas pelo que sai dele. Não número de policiais nas ruas, mas redução de crimes. Não campanhas de vacinação, mas diminuição de doenças. Claro que inputs são aproximações – proxys, como dizem, para resultados esperados, mas um gestor que se limita a proxys não é um gestor, é um burocrata.

A Apple – empresa mais inovadora do mundo – investe bem menos em inovação do que a média das empresas de tecnologia, mas obtém muito mais resultado. É mais produtiva em inovar. Numa empresa, os dirigentes estabelecem diretrizes (metas a atingir e meios para que sejam alcançadas). Ex: “Queremos que, dentro de cinco anos, 20% de nossas receitas estejam sendo geradas por produtos que não existem hoje”. Os recursos que vão ser alocados para que a diretriz seja cumprida dependem da meta a alcançar, não é simples? O que as empresas inovadoras têm são processos gerenciados em função de metas de output de inovação. Assim: “Se tudo continuar sendo feito como vem sendo feito, cresceremos ‘x%’ ano que vem. Mas se quisermos inovar, então, em cima de ‘x%’, colocaremos, digamos, mais um ou dois pontos percentuais, que têm de vir de inovações. Ficando no ‘papai &mamãe’, cresceríamos 20%, mas a meta é 22%. Esses 2% além do ‘esperado’ são inovação na veia. O investimento para chegar lá será um percentual desse ‘extra’ que espero obter (um percentual aplicado aos 2%). Os 2% de inovação terão de ser desdobrados por todas as áreas produtivas da empresa. Cada uma dará sua contribuição para o todo. Não sabem como fazer? Treine-os, há método para isso. A unidade bateu sua meta de inovação? Prêmios, bônus, fanfarras. Não bateu? Bem, o que acontece com um vendedor que não vende? Com um financeiro que não planeja o fluxo de caixa? Não há mistério. É gestão pelas diretrizes. Tem meta, prazo, responsabilização e plano de ação. A cada período tudo se repete – um delta além do ‘papai & mamãe’, incorporando os ganhos do período anterior”.

A Apple investe bem menos em inovação do que
 a média, mas obtém muito mais resultado

Órgãos fomentadores de inovação devem parar de se medir pelo dinheiro que injetam no sistema, como se isso garantisse resultado. Sem gestão, não garante. O input que conta é conhecimento, mais que dinheiro. Atenção: o investimento em inovação (como percentual do resultado) tem de diminuir com o tempo, mas riqueza nova tem de ser criada continuamente. Possível, mas só com gestão da inovação.

* Clemente Nobrega é físico, escritor, consultor de empresas e autor do blog Ideias e Inovação no site de Época NEGÓCIOS

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– Fraude nas Eleições: um Golpe do Representante dos Árbitros?

Lamentável… Quanto mais mexe, mais fede!

O Uol traz como denúncia: as Eleições do Sindicato dos Árbitros da FPF, vencidas por Arthur Alves Jr, ex -membro da Comissão de Árbitros da FPF, foram FRAUDADAS.

Alguns árbitros supostamente teriam incluído seu nome e assinado como eleitor a presidente posteriormente? Se sim, que se apure quais árbitros foram enganados e quais foram coniventes.

Árbitro que topa participar de golpe pode apitar futebol? Fica a pergunta…

Abaixo, extraído de: http://esporte.uol.com.br/futebol/ultimas-noticias/2016/02/04/lista-de-votos-para-presidente-de-sindicato-de-arbitros-de-sp-foi-fraudada.htm

PRESIDENTE DO SINDICATO DOS ÁRBITROS DE SP USOU VOTOS FRAUDADOS

A assembleia geral em que o presidente do Sindicato dos Árbitros de Futebol do Estado de São Paulo foi eleito para o cargo, em 12 de outubro de 2014, contou com, pelo menos, 14 votos fraudados, de árbitros ou auxiliares que não estavam presentes na sede da entidade no dia da votação. Seus nomes e assinaturas foram incluídos na lista de presença posteriormente, conforme mostram documentos analisados pela reportagem (veja abaixo). Alguns desses árbitros estavam atuando nos gramados em outras cidades do país na mesma data em que ocorreu a assembleia.

O presidente do sindicato dos árbitros (Safesp) é Arthur Alves Junior. Ele era candidato único, e ainda assim fraudou a lista de presença da assembleia em que foi eleito. Procurado pelo UOL Esporte para explicar o ocorrido, ele preferiu não se pronunciar.

Esta não foi a única vez em que Alves Junior fraudou uma ata de assembleia do sindicato que preside. Conforme revelou o UOL Esporte no dia 14 de janeiro, a ata da assembleia geral da entidade do dia 30 de setembro do ano passado traz a assinatura de 163 árbitros ou auxiliares. Desses, no entanto, 59 não participaram da reunião, e tiveram seus nomes incluídos dias ou até semanas após a assembleia.

No dia 22 de janeiro, em virtude das fraudes nas atas e outras denúncias que pesam sobre o cartola do apito, como uso de verbas do sindicato para benefício próprio (veja mais abaixo), o vice-presidente do Safesp, Leonardo Schiavo Pedalini, enviou um requerimento administrativo à diretoria executiva do sindicato solicitando a suspensão e posterior exclusão de Arthur Alves Silva do quadro social da entidade.

“O atual Presidente da SAFESP, Senhor Arthur Alves, tem sido alvo de série de denúncias gravíssimas, quanto a sua conduta como dirigente, com sucessivos escândalos. (…) A postura do dirigente supracitada, que é de conhecimento de todos, mostra grave violação as normas estatutárias desta entidade”, afirma o documento. 

Agora, caberá à comissão de ética apreciar a denúncia de que seu presidente teria ferido dois aspectos do artigo 6º do estatuto do Safesp:

c) zelar pelo patrimônio e serviços do Sindicato, cuidando de sua correta aplicação;

f) pautar sua conduta profissional conforme os princípios da ética

Caso seja considerado culpado, uma assembleia geral será convocada para votar sua expulsão da entidade. Caso também se comprove que Alves Junior utilizou dinheiro do sindicato para o pagamento de contas pessoais, poderá ser aberta uma queixa-crime contra o dirigente, que então teria que responder pelos seus atos na Justiça criminal. 

A votação para presidente

Consta na ata de eleição do Safesp de 12 de outubro de 2014 que “foram registradas as presenças de 195 votantes, constatando-se um total de 195 assinaturas de associados do sindicato”.

A ata é acompanhada de cinco folhas de assinaturas. Os presentes assinam em ordem, cada um na linha abaixo ao anterior (apenas uma linha – rasurada – não conta com qualquer assinatura).

Na quinta e última folha, a assinatura do árbitro Leandro Bizzio Marinho consta na linha de número 183. No dia da votação, no entanto, ele estava apitando um jogo em Salvador, na Arena Fonte Nova, entre Bahia e Criciúma. Como as assinaturas na lista de presença são colocadas em ordem, isso significa que, obrigatoriamente, todos os 13 árbitros que assinaram a lista depois de Marinho também não o fizeram na assembleia.

Leandro Bizzio Marinho falou com o UOL Esporte e confirmou que estava, sim, apitando um jogo em Salvador no dia da votação do sindicato. Perguntado sobre o que teria ocorrido para que seu nome e assinatura constassem na lista de presença da assembleia, ele disse: “Eu não sei o que ocorreu. Precisaria ver este documento, não sei dizer agora.”

Já o árbitro auxiliar Rogerio Pablos Zanardo, que assinou a lista de votação na posição 186, e que também estava atuando na Fonte Nova, no mesmo jogo de Marinho, tem uma explicação para o ocorrido: “Realmente, eu não estava na assembleia. Mas, um tempo depois, eu fui no sindicato, e o Arthur (Alves Junior) me passou uma série de documentos para assinar. Entre eles, acredito que estava o desta votação, eu devo ter assinado por engano”.

Repare assinatura de Rogerio Pablos Zanardo (nº186) na lista de presença da assembleia em SP; no mesmo dia em que ele estava apitando em Salvador

Arte/UOL

Como se pode constatar no site da Federação Paulista de Futebol, o auxiliar Rogerio Pablos Zanardo atuava em Salvador no dia da eleição do sindicato de árbitros de São Paulo. Ainda assim, seu nome e assinatura constam na lista de presença (linha 186) da assembleia em que Arthur Alves Silva foi eleito presidente do Safesp

Outras denúncias e pedido de afastamento

A fraude em atas de assembleia não é a única denúncia que pesa contra o presidente do Safesp. Conforme o UOL Esporte também revelou no dia 14 de janeiro, o cartola do apito foi demitido do cargo na comissão de arbitragem que ocupava há dez anos na FPF (Federação Paulista de Futebol) após ter sido acusado de assédio moral e sexual pela árbitra Fifa Regildênia de Holanda Moura. A corregedoria da federação analisou a denúncia e acabou por recomendar a demissão de Junior, que nega ter feito qualquer coisa.

Além disso, o próprio vice-presidente do sindicato (Safesp), Leonardo Schiavo Pedalini, afirma haver indícios de que Arthur Alves utilizou o dinheiro da entidade para fins pessoais. Diz também que o presidente da entidade impede a diretoria a ter acesso às contas da entidade. Já um dos membros do Conselho Fiscal do sindicato diz que Arthur o compeliu a assinar o relatório de contas do ano passado sem ter tido acesso às notas correspondentes aos custos anunciados.

Após a publicação da reportagem do dia 14 de janeiro, Arthur Alves Silva – por meio de seu advogado – convidou os repórteres do UOL Esporte para uma visita à sede do sindicato, onde seriam exibidos documentos contábeis que provariam a improcedência das acusações, e também as atas de assembleia sob suspeita de fraude.

Quando a reportagem chegou no local, porém, o presidente do sindicato disse não estar de posse dos documentos contábeis. Afirmou que seu tesoureiro tivera que sair, e ele não sabia onde estavam. Já a lista de presença da assembleia eleitoral foi exibida. Quando, no entanto, os repórteres pediram para fotografar o documento (a fim de confrontar os nomes dos presentes com o calendário oficial de jogos de futebol), Arthur Alves Silva não permitiu, alegando que aquele documento seria apresentado para a Justiça e que, por esse motivo, não deveria ser publicado. Depois deste episódio, Silva não atendeu mais as ligações do portal.

Ocorre que atas de assembleias de sindicatos são documentos públicos, e o UOL Esporte obteve uma cópia junto ao Ministério Público do Estado de São Paulo, que instaurou um inquérito para verificar a lisura do pleito.

– A Moeda que não se Mensura o Valor

Elie Horn, o bilionário empreendedor brasileiro dono da Construtora Cyrela, judeu praticante e notoriamente conhecido como empresário de sucesso, disse à Robson Viturino, da Revista Época Negócios (Ed 24, pg 108), que quer doar metade da sua fortuna à Caridade. E na entrevista, uma frase me chamou a atenção:

A única moeda universal é o BEM. Esta não tem Banco Central. O resto fica aqui na terra

Parabéns. Dispensa qualquer comentário!

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– Sobre o gol não marcado de Cesar Vallejo 1×1 São Paulo e a Copa do Mundo dos Latinos

Se a FIFA utiliza o que há de melhor na sua competição máster – a Copa do Mundo – por quê a Conmebol não faz isso com a sua Copa do Mundo particular, a Libertadores?

Nesta 4a feira, uma bola bateu na trave e no chão, ultrapassando em 100% a meta do gol na partida do São Paulo FC no Peru. Lance rápido e difícil. Na Rede Globo, falou-se que o bandeira havia corrido como gesto característico “de que confirmava o gol”. O árbitro não deu. Mas ficou apenas na informação, sem imagem ou confirmação disso.

O certo é: por quê não se utiliza a tecnologia da linha do gol em tal importante torneio? Dinheiro não falta à entidade, visto os milhões de corrupção que por lá passaram.

Detalhe: sobre Roddy Zambrano, o árbitro de ontem, sempre ouvi a crítica de que ele era “auto-suficiente”, individualista demais sem aceitar cooperação dos bandeiras. E leio uma declaração do treinador do Nacional de Quito sobre ele:

Trata los partidos de manera dictatorial y hitleriana”.

Não precisa de tradução!

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– O Lord Inglês deveria servir de exemplo

No ano passado, John Buttifant Sewel, um lord inglês, (é o equivalente a deputado no Reino Unido) foi flagrado com cocaína e prostitutas, em uma orgia num apartamento funcional, pagando as garotas (200.00 libras cada) com dinheiro público. A opinião pública se escandalizou e ele renunciou.

Na ocasião, pediu desculpas pela fraqueza e declarou com franqueza:

– Eu só queria ser levado para o mau caminho

Mau caminho?

Aqui, o caminho traçado pelos políticos corruptos é pior! É dinheiro que se rouba dos investimentos em escolas e hospitais, de milhões de contribuintes necessitados e que não conseguem pagar os seus impostos.

Pior é que o eleitor os elegem, reelegem e os escuta dizendo que nada sabiam. E quando descobertos e escancarados, lutam por permanecer no poder!

Quando você viu um deputado se desculpar publicamente?

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– A Hora do Tudo ou Nada para o Paulista Futebol Clube

Não é segredo que o glorioso Paulista de Jundiaí está em grandes dificuldades financeiras. Para muitos, essa é a sina do Galo da Japi, sendo que os momentos de bonança foram exceções em sua história.

E, cá entre nós: é a mais pura verdade! O Tricolor da Terra da Uva viveu sempre de abnegados colaboradores, da força da torcida e de notáveis da cidade, que buscavam dar ao time força política, esportiva e econômica.

As parcerias que historicamente o Paulista teve foram fundamentais: a Magnata nos tirou da quase-licença; a Lousano nos deu a Copa SP; a Parmalat nos colocou no cenário nacional; e o Campus Pelé/ Banco Factor… nos trouxe dívidas!
Sejamos justos: o Vice-Campeonato Paulista de 2004 e a Copa do Brasil 2005 (o auge do Galo) foram os últimos suspiros de alegria coletiva. Não soubemos capitalizar as conquistas como deveríamos (é duro escrever e reconhecer isso). Pior de tudo: sucumbimos a um contrato mal feito e encardido que arruinou as finanças, em um relacionamento que nunca vingou. Jogadores como Marcinho, Nenê, Victor, Christian, Mossoró e outros tantos foram vendidos, mas o dinheiro foi pulverizado com outras dívidas.

Derradeiramente, um acordo desesperador foi feito com os recentes investidores portugueses que nada mais eram do que profissionais especializados em golpes, que nada contribuíram ao time. Só houve perda de tempo na preparação à A2.

E o que fazer?

Quando lançado o projeto Novo Paulista, o clima era de otimismo. Como os recursos financeiros e o apoio não resultaram no que se projetou, imperou o pessimismo. Agora é a hora: salvar o Paulista Futebol Clube da degola para a A3 e criar condições para o time não pedir licença dos Campeonatos Profissionais.

Sem dúvida, é uma missão hercúlea. Sabemos que os empresários não podem ajudar (por desejarem outros investimentos em mídia e pela situação econômica do país), que os torcedores são os mesmos de sempre (os apaixonados que estão com o time na fase boa e na fase ruim) e que o Poder Público, mesmo que queria, tem outras obrigações a serem cumpridas.

Tenho muita preocupação com o futuro do Galo que aprendemos a amar e torcer. Mas um alento: a crise tem mobilizado muita gente e os últimos acontecimentos feito despertar uma comoção na cidade.

Será que em um dos seus piores momentos na história, renascerá o Paulista? Capenga, humilde, cansado mas principalmente… vivo?

Vamos torcer, apoiar e contagiar. E depois de tudo isso, algo fundamental para a vida nova: uma auditoria independente das contas do Tricolor Jundiaiense, passando por todas as últimas gestões.

Aliás, qual o medo em prestar contas publicamente?

Repito em letras maiúsculas: depois do sufoco, que venha AUDITORIA.

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– Cores de um Mesmo Céu!

Como não se empolgar com a Natureza?

Um mesmo céu em dois cenários: quarta feira à tarde (claro, azulado), contrapondo-se com o amarelo-alaranjado desta bela manhã de 5a feira.

Há de ser um bom dia a todos nós!