– Ufa!

Dia 47 de aproximadamente 150 vencidos. Graças a Deus.

Tentando ser “pãe” na ausência da mamãe, que está se sacrificando por todos nós (motivo em: https://wp.me/p4RTuC-Bm4).

Aos trancos e barrancos, o dia acabou. Só isso.

Até amanhã.

– Você agrega ou você divide?

Você leva as pessoas a agregarem ou a conflitarem?

Você busca o debate educado ou xinga porque pensa diferente?

Você se considera um cara bacana na Web ou um chato a ser evitado?

E, principalmente, você faz bem ou você faz mal às pessoas com suas publicações?

Gostei muito desse meme (abaixo) pois permite a auto-reflexão: as coisas que nós falamos ou escrevemos, são tóxicas aos outros ou fomentam boas ideias e bons ideais?

Extraído de: http://namascaf.com/2020/03/31/humorzinho-se-voce-pudesse-comer-suas-palavrassua-alma-seria-nutrida-ou-envenenada/

Imagem extraída da Internet, autor desconhecido.

– Equilíbrio é a Palavra-Chave!

Um sábio amigo mandou essa reflexão. Concordo e assino embaixo:

Já que colocam fotos de gente morta nos maços de cigarros, por que não colocar também: de gente obesa em pacotes de batata frita, de animais torturados nos cosméticos, de acidentes de trânsito nas garrafas e latas de bebidas alcoólicas e de políticos corruptos nas guias de recolhimento de impostos?

Verdade ou não? Em tudo, há de se ter equilíbrio e correção.

Equilíbrio sempre | Escultura em rocha, Arte com seixos, Arte com ...

Imagem extraída da Internet, autor desconhecido.

– Análise Pré-Jogo da Arbitragem para Paulista x Amparo.

Na última reunião dos presidentes de clubes do Paulistão Sub 23 com Reinaldo Carneiro Bastos, em Araraquara, houve muita queixa dos cartolas quanto à baixíssima qualidade das arbitragens nesta divisão. Então o presidente da FPF ordenou que Ana Paula de Olivera, a chefe dos árbitros, convocasse uma mini-pré-temporada presencial no Hotel Panamby, em SP, para melhor preparar os juízes selecionados para esse torneio (eles haviam feito reuniões virtuais). Foram dois dias de trabalho: um no hotel, outro no Estádio do Canindé.

Diante disso, a escala foi definida para a abertura da divisão. Abaixo para Paulista x Amparo:

Árbitro: Paulo Santiago de Medeiros
Árbitro Assistente 1: Ademilson Lopes da Silva Filho
Árbitro Assistente 2: Fabrício da Silva Costa
Quarto Árbitro: Jose Donizete Gonçalves da Silva
Analista de Vídeo: Alexandre Luis Gonçalves
Paulo, o árbitro, é comerciante, tem 11 anos de carreira e 36 de idade. Entre 2017 e 2020, chegou a apitar até a A3, mas em 2021 só trabalhou em 2 jogos profissionais do Sub23. Neste ano, só foi escalado em 2 jogos da Copa SP Jr. Está sem ritmo de jogo profissional.
Em 2018, o árbitro apitou razoavelmente Paulista x Avaí pela Copinha, marcando muitas faltas e se mantendo longe das jogadas. Tomara que tenha melhorado. Relembre: https://pergunteaoarbitro.wordpress.com/2018/01/10/analise-da-arbitragem-de-paulista-0-x-1-avai/
Ademilson, o bandeira 1, trabalhou em vários jogos do Galo. No último, contra o Flamengo de Guarulhos no Jayme Cintra em 2021, errou um impedimento bisonho contra o Corvo. Mas no geral, é bom assistente.
Fabrício, o bandeira 2, tem pouquíssimos jogos profissionais na carreira em anos anteriores, e praticamente “reestreia” nesta partida em Jundiaí.
Torço para uma grande partida e uma boa arbitragem!
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Acompanhe a transmissão de Paulista x Amparo pela Rádio Difusora Jundiaiense AM 810, com o comando de Adilson Freddo. Narração de Rafael Mainini; comentários de Robinson Berró Machado; análise da arbitragem com Rafael Porcari; reportagens de Luiz Antonio “Cobrinha” de Oliveira. Sábado, às 15h00 – mas a jornada esportiva começa a partir das 14h00 para você ter a melhor informação com o Time Forte do Esporte!

– Cansou de si mesmo?

Já “cansou de si mesmo”?

Eu sim. E já externei várias vezes a necessidade que cada um de nós tem para mudar, de fazer algo diferente, de buscar novos desafios (mesmo tendo muitos compromissos diários ou sendo workaholic).

A questão é: mudar como?

Em trabalho? Em hábitos? Em qualidade de vida? Em padrão social?

Talvez em disposição, na forma de encara o dia-a-dia.

Particularmente, sou muito pilhado em tudo estar certinho. Metódico, sistemático mesmo. O correto, o justo, o ético e o moral estão sempre associados comigo, e não consigo desvencilhar-me dessas coisas, gerando excesso de preocupação, irritação, inconformismo!

Calma, não sou “certinho”, sou apenas um cara que gosta das coisas em ordemmas isso não me dá o direito de pegar no pé de quem pensa diferente ou de censurar o meu próximo.

Na verdade, a crise econômica / social / educacional que o país vive nos obriga a imaginar diversas situações. Tenho amigos que deixaram o Brasil, mas isso é uma solução?

Isso é mudar, concordo, mas não precisa ser algo tão radical (no meu caso).

O melhor mesmo é não desanimar, tentar ver o mundo de uma maneira menos ruim e saber que você não pode mudar o mundo sozinho (embora, não se pode acomodar com as injustiças sociais).

O maior medo é: por acompanhar alguns amigos que enfartaram tão jovens, ser vítima de um enfarto! É por isso que tenho que manter em alta o ânimo e praticar atividades físicas. Eu não quero viver com depressão, nem enlouquecer lentamente.

Ops: ao escrever essa última colocação, me lembrei que ela faz parte de uma música do polêmico Lobão (poeta, mas louco!), que fala sobre consciente e a “menor expressão de angústia”…

Taí, gostei. Compartilho para reflexão: e acrescento – valorize a vida, pois na canção abaixo se pede “para que você não tente se matar pelo menos nessa noite”. Não se mate nunca! Viva a vida, reinvente-se.

Escute clicando em: https://www.youtube.com/watch?v=U6hIdLm5qTU

– Suécia e a Ideologia de Gênero ao nível máximo!

Na Suécia, as escolas cada vez mais estão criando metodologias para que meninos e meninas sejam tratados sem distinção. E para isso, não usam mais os pronomes Ele ou Ela (Han e Hon), mas a palavra inventada Hen (que não distinguiria o gênero masculino e feminino).

E aí, você acha tal medida positiva ou negativa? Eu, particularmente, penso ser um erro muito grande querer “assexuar” a criança a fim de que ela escolha o que quer ser (como se isso fosse uma opção a ser escolhida) em algum momento da infância.

Deixe seu comentário:

(Abaixo, relato da pioneira escola, cujo método se espalhou para outras)

Extraído de: http://is.gd/S0yH6g

PRÉ ESCOLA PROÍBE QUE CRIANÇAS SEJAM TRATADAS COMO MENINOS OU MENINAS

Em conformidade com um currículo escolar nacional que busca combater a “estereotipação” dos papéis sexuais, uma pré-escola do distrito de Sodermalm da cidade de Estocolmo incorporou uma pedagogia sexualmente neutra que elimina completamente todas as referências ao sexo masculino e feminino.

Os professores e funcionários da pré-escola “Egalia” evitam usar palavras como “ele” ou “ela” e em vez disso se dirigem aos mais de 30 meninos e meninas, de idades variando entre 1 e 6 anos, como “amigos”.

“A sociedade espera que as meninas sejam garotinhas gentis e elegantes, e que os meninos sejam viris, duros e expansivos”, Jenny Johnsson, uma professora de 31 anos na escola que é sustentada por impostos dos trabalhadores suecos, disse para o jornal Daily Mail. “Egalia lhes dá uma oportunidade fantástica de ser quem quer que eles queiram ser”. A diretora Lotta Rajalin disse para a Associated Press que a escola contratou um “pedagogo de diversidade sexual” para ajudar os professores e funcionários a remover as referências masculinas e femininas na linguagem e conduta, indo ao ponto de garantir que os jogos infantis de blocos Lego e outros brinquedos de montagem sejam mantidos próximos aos brinquedos de utensílios de cozinha a fim de evitar que algum papel sexual tenha preferência.

Os pronomes suecos “han” e “hon” (ele e ela), por exemplo, foram substituídos na escola pela palavra sexualmente neutra “hen”, um termo inventado que não existe em sueco, mas é amplamente usado pelas feministas e homossexuais.
“Nós usamos a palavra ‘Hen’ por exemplo, quando um médico, policial, eletricista ou encanador, etc., está vindo à pré-escola”, disse Rajalin. “Nós não sabemos se é ele ou ela. Por isso, dizemos: ‘Hen está vindo aqui lá pelas 14h’.
Então as crianças poderão imaginar tanto um homem quanto uma mulher. Isso amplia a perspectiva delas”.

Além disso, não há livros infantis tradicionais como Branca de Neve, Cinderela ou os contos de fadas clássicos, disse Rajalin. Em vez disso, as prateleiras têm livros que lidam com duplas homossexuais, mães solteiras, filhos adotados e obras sobre “maneiras modernas de brincar”.

“Um exemplo concreto poderia ser quando as meninas estão brincando de casinha e o papel de mãe já foi pego por uma e elas começam a disputar”, disse Rajalin. “Então sugerimos duas ou três mães e assim por diante”.

Contudo, nem todos os pais suecos estão apoiando a agenda de seu país que está eliminando os papéis sexuais.

“Diferentes papéis sexuais não são problemáticos enquanto têm valor igual”, Tanja Bergkvist disse para a Associated Press, denunciando o que ela chamou de “loucura da diversidade sexual” na Suécia.

Bergkvist comentou que aqueles que estão promovendo a igualdade entre os sexos com iniciativas que demolem os papéis sexuais “dizem que há uma hierarquia onde tudo o que os meninos fazem recebe importância mais elevada, mas fico pensando: quem é que decide o que é que tem valor mais elevado? Por que há um valor mais elevado em brincar com carros?”

Bergkvist, que é uma crítica eloquente da promoção que o Estado faz de uma estrutura sexualmente neutra nas escolas e de ambientes acadêmicos focados em estudos de diversidade sexual, comentou em seu blog como exemplo da “loucura da diversidade sexual” no país que o Conselho de Ciências da Suécia, que é sustentado pelo governo, deu uma verba de 80 mil dólares para bolsas de estudos de pós-doutorado para pesquisas no “trompete como símbolo de diversidade sexual”.

Resultado de imagem para ideologia de gênero

Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida. Quem souber o autor, favor informar para crédito.

 

– De novo? Saiba tudo sobre o jogo “Baleia Azul” e tome cuidado com seus filhos!

Leio que dois “desafios” pela Internet estão em alta: o “respirar pó branco” para simular cocaína (inspirado na série “Euphoria”) e a volta daquele nefasto “Baleia Azul”. Fiquemos atentos!

Sobre esse último, abaixo, extraído de: O Globo.com (20/04/2017, 19h29). Abaixo:

O QUE SE SABE ATÉ AGORA SOBRE O JOGO DA “BALEIA AZUL”

Série de 50 desafios que estimulam o suicídio de jovens é investigada em diversos estados do Brasil

RIO — O jogo da “baleia azul”, série de 50 desafios cujo objetivo final do jogador é acabar com a própria vida, está movimentando as redes sociais, principalmente desde o início desta semana, quando a Delegacia de Repressão aos Crimes de Informática (DRCI) do Rio divulgou que está fazendo um rastreamento das redes sociais para reunir informações sobre o jogo. Um inquérito foi instaurado depois que a mãe de um menino de 12 anos denunciou que o garoto foi convidado a participar da série de desafios.

Entenda o jogo

O jogo consiste em uma série de 50 desafios diários, enviados à vítima por um “curador”. Há desde tarefas simples como desenhar uma baleia azul numa folha de papel até outras muito mais mórbidas, como cortar os lábios ou furar a palma da mão diversas vezes. Em outra tarefa, o participante deve “desenhar” uma baleia azul em seu antebraço com uma lâmina. Como desafio final, o jogador deve se matar.

O “curador” é quem envia ao participante do jogo os 50 desafios que ele deve cumprir diariamente até chegar ao suicídio. Se condenado, ele pode ficar preso por mais de 40 anos. (3 anos por associação criminosa, 8 anos por lesão grave, 6 meses por ameaça e 30 anos por homicídio).

O GLOBO teve acesso à mensagem recebida por um carioca de 22 anos convidando-o para entrar no jogo na última quinta-feira. No texto, há uma ameaça: “Caso nos bloqueie ou nos ignore, mandaremos seu número a nosso chefe. Ele pegará seus dados e descobrirá seu nome”.

A mensagem recebida por um jovem – Reprodução

O conjunto de tarefas se tornou preocupação para autoridades de diferentes países. A origem do jogo que incentiva o suicídio não é conhecida, mas os primeiros relatos surgiram na Rússia. Em fevereiro, duas adolescentes se jogaram do alto de um prédio de 14 andares em Irkutsk, na região da Sibéria. Segundo investigações, Yulia Konstantinova, de 15 anos, e Veronika Volkova, de 16, se suicidaram depois de percorrer as 50 tarefas enviadas. Em sua página no Facebook, Yulia tinha compartilhado a imagem de uma baleia azul.

O perfil das vítimas

A delegada Fernanda Fernandes, da Delegacia de Repressão aos Crimes de Informática (DRCI) do Rio, está traçando o perfil dos participantes da ‘Baleia Azul’. Segundo ela, os convidados a entrar no jogo são adolescentes que têm, em média, de 12 a 14 anos, e com tendência à depressão. A maioria resiste em sair do jogo por temer ameaças dos administradores.

Moradora da Zona Oeste do Rio, Mariana (nome fictício), de 15 anos, é uma sobrevivente e recomenda que outros jovens e adolescentes não embarquem no jogo macabro.

Como a polícia está atuando

Há notícias de casos de suicídio relacionados ao jogo da baleia azul em diversos estados. No Rio de Janeiro, a delegada Fernanda, da (DRCI), disse, na última quarta-feira, que os “curadores” do desafio podem ser indiciados até por homicídio.

De acordo com Fernanda, um inquérito foi instaurado para investigar os crimes de associação criminosa, ameaça, lesão corporal (em relação às automutilações praticadas pelos participantes) e homicídio tentado ou consumado. A delegada informou, ainda, que notificará as secretarias municipal e estadual de Saúde para que casos de mutilações graves em adolescentes e jovens sejam comunicados diretamente à DRCI.

Policiais Civis do Paraná estão investigando as circunstâncias de sete tentativas de suicídio de adolescentes, todas ocorridas nesta terça-feira na capital do estado, Curitiba. A Secretaria municipal de Saúde avalia que pode haver uma relação entre esses casos e o “jogo da baleia azul”. De acordo com autoridades, os jovens tinham sinais de automutilação e de ingestão de remédios.

Em Minas Gerais, a polícia investiga o caso de um garoto de 19 anos, encontrado morto no último dia 12, em Pará de Minas, no centro-oeste do estado. O celular do jovem já foi periciado e as autoridades aguardam o resultado do laudo.

Um inquérito foi instaurado no Mato Grosso para apurar as circunstâncias da morte de uma adolescente de 16 anos, encontrada numa represa de Vila Rica. De acordo com as autoridades, a mãe da jovem teria identificado cortes nos braços da vítima há cerca de dois meses. Ela também entregou à polícia duas cartas escritas a mão pela filha. Os investigadores aguardam ainda o resultado da perícia no celular da jovem.

Repercussão Nacional

A Câmara dos Deputados aprovou a realização de uma audiência pública para discutir o “jogo da baleia azul”. A reunião, ainda sem data marcada, será promovida pela Comissão de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática da Casa. Os organizadores da audiência convidarão um representante da Unicef Brasil e o youtuber Felipe Neto, que gravou um depoimento em seu canal no site de vídeos para alertar as famílias sobre o jogo e sobre a necessidade de atenção à saúde mental dos adolescentes.

Na audiência, representantes do Facebook e do WhatsApp, meios em que os jovens são geralmente cooptados para o jogos, deverão explicar o que as empresas têm feito para combater a propagação do jogo na web. O senador Magno Malta (PR-ES) também pediu, nesta quarta, urgência para a leitura do requerimento de instalação da CPI dos Maus Tratos Infantis, com o objetivo de investigar diversos tipos de violência contra crianças. Um dos argumentos foi o jogo da Baleia Azul.

A deputada Eliziane Gama (PPS-MA) solicitou à Polícia Federal, nesta quarta-feira, que investigue o desafio “baleia azul”, que incentiva a automutilação e o suicídio entre jovens e adolescentes. O ofício foi endereçado ao diretor-geral da PF, Leandro Daiello, e pede a abertura de inquérito para se chegar aos responsáveis pela propagação do jogo, praticado em grupos fechados nas redes sociais.

Repercussão nas redes

O youtuber Felipe Neto divulgou um desabafo que considerou o vídeo mais importante que já fez. Ele revelou que foi diagnosticado com depressão, mas disse que leva uma vida normal, já que faz tratamento para a doença. O youtuber acredita que o “desafio da baleia azul” é um problema porque atrai as pessoas que sofrem com distúrbios de saúde mental, como a depressão.

“Vocês acham que o jogo da Baleia Azul é o responsável pela morte desses jovens? Eu não gostaria de acreditar que alguém saudável, estável psicologicamente jogue um jogo desse e termine se matando. Então eu acho que o problema aqui não é o jogo. Eu vejo muita gente falando ‘porque o jogo matou…cuidado com o seu filho jogando o jogo’. Sim, óbvio, cuidado com o seu filho, óbvio. Mas, cuidado com o seu filho”, salientou o youtuber.

Na contramão dos desafios macabros propostos pelo jogo da “baleia azul”, alguns “concorrentes” do bem começaram a surgir na internet. O Baleia Verde dá aos participantes 35 tarefas que estimulam a autoconfiança e autoestima dos jogadores. A página no Facebook leva uma mensagem de apoio àqueles já tiveram ou têm ideias suicidas

Já o “Baleia rosa” conta com mais de 200 mil seguidores. O jogo propõe desafios como “escreva na pele de alguém o quanto você a ama”, “poste uma foto usando a roupa que te faz sentir bem” e “faça carinho em alguém”. Os administradores contaram ao GLOBO tem recebido muitas mensagens de crianças pedindo ajuda e entraram em contato com uma psicóloga para ajudar a responder os casos mais sérios.

Uma das fotos compartilhadas no site da Baleia rosa – Reprodução Baleia Rosa

Os boatos que estão surgindoUma mensagem que circula pelo Whatsapp ameaçando estudantes de uma escola da cidade de Ipanema, em Minas Gerais, gerou pânico entre os pais dos alunos. O texto diz que um dos desafios propostos pelo infame “jogo da baleia azul” é envenenar 30 crianças e que a Escola Estadual Nilo Morais Pinheiro seria o alvo escolhido. A Polícia Militar está investigando o caso para chegar ao autor da mensagem e a suposta ligação com o jogo.

Ameaça de envenenamento alarma direção de escola e pais de alunos – WhatsApp/Reprodução

Um homem de 24 anos foi detido no município de Novo Mundo, no Mato Grosso, por propagar a mesma mensagem pelo WhastApp. Segundo a Polícia Militar, o jovem que mandou a mensagem considerava tudo uma brincadeira e afirmou, em depoimento, que não está envolvido no jogo. Acionada pelo número de emergência, a PM também apreendeu o telefone do suspeito, que foi posteriormente encaminhado à delegacia local.

Robson Silvério dos Anjos, de 24 anos, foi preso por ter enviado ameaça a crianças da cidade de Novo Mundo, no Mato Grosso – WhatsApp/Reprodução

Como identificar e ajudar seu filho a não se envolver no jogo

Os pais precisam ficar de olho se a criança ou adolescente apresentou alguma mudança brusca de comportamento. Segundo Elizabeth dos Reis Sanada, doutora em psicologia escolar e docente no Instituto Singularidades (SP), isso pode ser sinal de que a criança ou adolescente esteja sofrendo com algo que não pode lidar. Os pais também devem demonstrar interesse por sua rotina para entender se o jovem está com problemas.

Os filhos também devem se sentir acolhidos e, por isso, Elizabeth reforça que os pais revertam suas expectativas em relação a eles. Os jovens precisam buscar pessoas em quem confiam para compartilhar seus anseios, seja na escola ou na família.

“É preciso que o adolescente fique à vontade para falar de suas frustrações e se sinta apoiado. Se ele tiver um espaço para dividir suas angústias e for escutado, tem um fator de proteção”, dsse.

Para Angela Bley, psicóloga coordenadora do Instituto de Psicologia do Hospital Paqueno Príncipe (PR), o adolescente muitas vezes não tem capacidade de discernir sobre todo o conteúdo ao qual é exposto e, por isso, é importante o diálogo franco.

Iniciativas da escola

As escolas podem ajudar a identificar situações de risco entre os alunos. “Não é qualquer criança que vai responder ao chamado de um jogo como esse, são os que têm situações de vulnerabilidade. A escola ajuda a construir laços e tem papel fundamental de perceber como os alunos se desenvolvem”, afirma Elizabeth. Alguns colégios, já cientes da viralização do jogo, começaram a pensar em alternativa para aumentar a conscientização sobre a importância de cuidar da vida.

O jogo da Baleia Azul teria surgido na Rússia – Reprodução do Facebook

 

– Os áudios da ditadura: que horror!

Rapaz… e os áudios da Ditadura? Que triste verdade, que só confirma o quanto o país sofreu com a falta de Democracia, numa nação onde radicais de Direita e de Esquerda se enfrentavam, e que muitas pessoas que não faziam parte dos movimentos revolucionários acabavam sofrendo com tortura…

E há quem negue tudo isso, não? Inegáveis os excessos de ambos os lados.

A matéria completa sobre isso, em: https://noticias.uol.com.br/politica/ultimas-noticias/2022/04/19/stm-audios-confissao.htm

ÁUDIOS DO STM NA DITADURA TÊM CONFISSÕES SOBRE MARTELADAS E ABORTO APÓS CHOQUE

Os ministros do STM (Superior Tribunal Militar) tinham conhecimento sobre as torturas cometidas no período da ditadura militar no Brasil. O fato é comprovado por áudios gravados nas sessões —tanto as secretas, quanto as públicas —, disponibilizados ao público em 2017, e que vieram à tona no último domingo (17).

Entre as violências que chegaram às mesas dos ministros, há tortura de grávidas, violência contra a mulher, uso de martelos para obter confissões e um sólido entendimento de que as polícias eram violentas com os presos.

As gravações foram divulgadas pela jornalista Miriam Leitão, no jornal O Globo, a partir de análise do historiador Carlos Fico, especialista do período e professor de História do Brasil na UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro).

O UOL separou trechos dos áudios divulgados até agora, que reúnem elementos e detalhes da tortura praticada no período da ditadura militar:

Tortura de grávidas e aborto após choque

Em um dos áudios, o general Rodrigo Octávio descreve denúncias de torturas em instalações militares. Em 24 de junho de 1977, um áudio de 3 minutos e 48 segundos expõe como mulheres grávidas foram violentadas, o que levou até a um aborto.

O general Rodrigo Octávio narra, durante sessão para a apelação 41.048, que José Roberto Monteiro denuncia que fora torturado — e, por isso, negou confissões que havia feito sob aquelas condições — e que o mesmo também aconteceu com sua mulher, Nádia Lúcia do Nascimento.

Na voz do general, descreve-se o que aconteceu com Nádia: “(…) sofreu um aborto no próprio Codi-Doi em virtude de choques elétricos em seu aparelho genital, fato ocorrido no dia 8 de abril de 1974”.

A sequência do áudio traz a defesa de Nádia, a partir de uma leitura.

“Não participou de qualquer ação delituosa, nem mesmo estava ligada ao MR8, e que se por acaso for considerada responsável por aquilo que disse, pede que seja tomada em consideração o fato, como salientou, não aguentava mais a pressão à qual fora submetida e até mesmo coação. Deseja ainda esclarecer suas atitudes, pois estava grávida de três meses ao ser presa, tinha receio de perder o filho, o que veio a acontecer no dia 7 de abril nas dependências da Oban [Operação Bandeirante]”.
Defesa de vítima na tortura em leitura do general Rodrigo Octávio em 1977

Confissão a marteladas

Os áudios também expõem uma série de detalhes das torturas praticadas. No dia 15 de junho de 1976, o ministro togado Amarílio Lopes Salgado expõe um desses casos. O áudio tem 2 minutos e 33 segundos e trata da apelação 41.027, referente a um assalto a banco. O crime não teve causa política, mas os assaltos do tipo também eram julgados pelo STM de acordo com as regras da época.

O acusado confessa ter assaltado dois bancos, mas destaca que, no assalto em questão, não teve culpa. O ministro afirma que há dois policiais citados pela vítima da tortura, que recebeu marteladas para confessar o crime.

“É o seguinte é que ele alega que para fazer essa confissão na polícia – ele assaltou dois bancos – mas esse ele não podia porque estava preso”, diz Lopes Salgado.

Na sequência, o ministro continua: “Faz uma diligência e vê isso aí. Vou dar uma cópia para o procurador geral porque esse moço apanhou um bocado, baixou hospital, e citou o nome das duas pessoas que martelaram ele”, explicitando o tipo de tortura.

Sangue pelo nariz, capuz e fome

Em outro áudio, do dia 15 de fevereiro de 1978, o brigadeiro Faber Cintra descreve exemplos de tortura. O áudio de 5 minutos e 47 segundos está no âmbito da apelação 41.648.

Cintra coloca em dúvida alguns relatos de torturados, mas os descreve, apesar de ponderações:

  • Ana Maria Mandim, que sofreu coações;
  • Sergio (?) Simões, que sofreu muitas “sevícias” (maus-tratos) e coações;
  • Antônio Viana Sad, que sangrava pelo nariz “três ou quatro anos” após sair da prisão, em decorrência da tortura;
  • Romeiro Passos, que ficou oito dias sem comer na Vila Militar

Cintra lê trecho da sentença que destaca os acusados negando os interrogatórios em juízo por estarem “sob violenta coação”. A sentença ainda diz: “[ficaram presos] em locais que não puderam identificar pelo fato de terem sido aquinhoados entre aspas com um capuz na cabeça e assim levados para prestar depoimento”.

Tortura praticada por policiais

Trechos dos áudios também expõem que os ministros do STM recebiam denúncias e tinham ciência da violência policial na época. Em um trecho de voz não confirmada, um homem afirma que fica “com um pé atrás” quando o inquérito vem da polícia.

O historiador avalia que o autor da frase pode ser o almirante Sampaio Ferraz em um aparte no voto do ministro togado Amarílio Lopes Salgado, na mesma apelação 41.027 já citada, mas agora no dia 16 de junho de 1976. O áudio tem 1 minuto e 22 segundos.

O homem fala sobre um processo do qual é revisor: “eram quatro indiciados no inquérito, todos eles confessaram direitinho na polícia, que tinham tomado parte, uns acusaram os outros, mas na ocasião do sumário ficou provado que um deles não tinha nada a ver com a história”, lembra, indicando que houve coação.

O homem continua, e explica que o acusado disse que ou confessava “ou entrava no pau”.

Eles apanham mesmo. Por isso, quando vejo um inquérito na polícia eu fico logo com um pé atrás. Como revisor, eu tomo muito cuidado, examinando isso, porque o que se sente é que na polícia, no Dops, eles entram no pau. Ou confessam ou então apanham. Então não tem valor quase esse inquérito policial, a não ser um inquérito policial militar. Então estou de pleno acordo que é preciso acabar com isso.
Ministro do STM, com identidade não confirmada, em sessão em 1976

Em 13 de outubro de 1976, o ministro togado Waldemar Torres da Costa diz haver precedente na tortura cometida por policiais. Em um áudio de 3 minutos e 50 segundos, na apelação 41.229, ele defende as Forças Armadas, mas se coloca contra as polícias.

Quando as torturas são alegadas e às vezes impossíveis de ser provadas, mas atribuídas a autoridades policiais, eu confesso que começo a acreditar nessas torturas porque já há precedente.
Ministro togado Waldemar Torres da Costa, em sessão em 1976

O mesmo discurso é proferido pelo almirante Julio de Sá Bierrenbach, em sessão do dia 19 de outubro de 1976. Ele também defende as Forças Armadas, mas corrobora que policiais são “sádicos” para obter confissões.

Senhores ministros, já é tempo de acabarmos de uma vez por todas com os métodos adotados por certos setores policiais de fabricarem indiciados, extraindo-lhes depoimentos perversamente pelos meios mais torpes, fazendo com que eles declarem delitos que nunca cometeram, obrigando-os a assinar declarações que nunca prestaram e tudo isso é realizado por policiais sádicos, a fim de manterem elevadas as suas estatísticas de eficiência no esclarecimento de crimes.”
Almirante Julio de Sá Bierrenbach, em sessão do dia 19 de outubro de 1976

Defesa do Exército e busca por provas

Ao mesmo tempo em que criticavam as polícias, os ministros defendiam o Exército. Os trechos de áudios mostram que uma das principais críticas era às torturas praticadas por policiais, que poderiam impactar a imagem das Forças Armadas.

Bierrenbach, na sessão do dia 19 de outubro de 1976, continuou sua fala preocupando-se com a imagem do Brasil no exterior:

Essa ação sinistra de poucos é que extravasa além das nossas fronteiras repercutindo no exterior, como se todos nós fôssemos uns infratores dos direitos humanos, sei o que pensa o nosso preclaro presidente da República sobre o assunto. Tenho contatos com os oficiais generais das três forças Armadas que em sua totalidade deploram tais fatos.
Almirante Julio de Sá Bierrenbach, em sessão do dia 19 de outubro de 1976

O ministro togado Waldemar Torres da Costa também expõe a mesma preocupação, e cita que o Exército, sim, apurava crimes “contra a segurança nacional”.

Mas eu fico nessa preocupação de atribuir o que constituiria uma desmoralização a prática de tortura por oficiais do Exército que estão apurando crimes contra a segurança nacional. Eu não me recuso a me convencer dessas torturas, mas exijo que essas torturas tragam uma prova e não fiquem apenas no terreno da alegação.
Ministro togado Waldemar Torres da Costa, em sessão em 1976

Na sequência de dúvidas sobre os relatos dos torturados, há ministros que pedem provas sobre os maus-tratos e práticas relatadas pelas vítimas.

As alegações dos acusados em juízo, no sentido de que sofreram coações morais e físicas, não podem ser consideradas, pois desprovidas de qualquer elemento probatório por mais simplório que fosse um laudo médico particular que à época constatasse qualquer lesão, mesmo superficial do acusado.”
Brigadeiro Faber Cintra, em sessão do STM em 1978

Também Cintra disse que acusações “desde que procedentes, devem ser apuradas”, mas que “simples alegações (…) visam denegrir a prova colhida e afrontar autoridade constituída, pois em última análise trata-se de palavra contra palavra”.

O ministro insinua que as alegações de maus tratos, “sem qualquer elemento de convicção”, estavam sendo usadas como estratégia primeira de defesa dos acusados, e que acatar tais alegações serviriam de “incentivo” a essa suposta tática.

O que são os áudios?

Os áudios divulgados no último domingo (17), das sessões secretas e públicas, abrangem o período entre 1975 e 1985.

Em entrevista ao UOL News, o historiador Carlos Fico explicou que tem analisado os áudios nos últimos quatro anos, mas que decidiu entregá-los à jornalista Miriam Leitão após o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) duvidar da tortura sofrida por ela no período da ditadura militar.

O material é uma pequena parte das mais de 10 mil horas disponibilizadas pelo STM após uma extensa luta judicial travada pelo advogado Fernando Augusto Fernandes, que obteve no STF (Supremo Tribunal Federal) o direito de ter acesso a todas as gravações do STM entre 1975 e 2004.

  • O historiador Carlos Fico foi entrevistado ao vivo pela apresentadora do UOL Fabíola Cidral, no UOL News, sobre os áudios do STM:

Manifestação estudantil contra a Ditadura Militar em 1968 - Arquivo Nacional/Domínio Público

Manifestação estudantil contra a Ditadura Militar em 1968 Imagem: Arquivo Nacional/Domínio Público

– Parabéns, Luciana!

Em Jundiaí, quem é primo de 1o, 2o ou 3o grau, é carinhosamente chamado de primo. Primo é primo e ponto final. E a Luciana Mariano é uma prima querida, batalhadora, que desde os tempos da Rádio Difusora esbanjava competência.

Fico extremamente feliz que ela não deixou que os gratuitos, injustos e imbecis ataques sexistas que ela recebe (justamente por homens invejosos) ficassem impunes. Nas Redes Sociais, idiotas pensam que “tudo podem”, pois equivocadamente acham que é uma “terra sem lei”.

As pessoas não conhecem a história de luta, os momentos de sofrimento, angústia e até mesmo depressão que alguém pode vivenciar na batalha de um simples trabalho honesto. Especialmente as mulheres em um mundo machista.

Todos os meus aplausos à Luciana, e que tal atitude inspire outras tantas mulheres. Abaixo:

Extraído de: https://www.uol.com.br/universa/noticias/redacao/2022/04/19/narradora-da-espn-entra-na-justica-contra-comentarios-de-odio-em-suas-redes.htm?utm_source=twitter&utm_medium=social-media&utm_content=geral&utm_campaign=noticias

NARRADORA DA ESPN ABRE 156 PROCESSOR POR ATAQUES EM REDES

Toda vez que abre o microfone pra trabalhar, a narradora de futebol Luciana Mariano recebe uma enxurrada de mensagens. Muitas são elogios. Mas junto das palavras de apoio, a jornalista diz que também é atacada por comentários de ódio. As mensagens vão desde “você é horrível” a desejos como “quero que você morra de câncer” ou “quero que sua família morra em um acidente de carro e só você sobreviva, para que sofra”.

“É uma coisa muito revoltante. Quando a gente entra para narrar começam a surgir milhares de tuítes. Imagine você trabalhando e o tempo todo alguém dizendo que você faz mal seu trabalho. Se isso não é uma espécie de assédio moral, não sei o que é”, conta, em entrevista a Universa. Cansada dos ataques, Luciana decidiu entrar na justiça. E já abriu 156 processos e ganhou 48.

As mensagens mais pesadas costumam vir por inbox no Instagram, rede social que Luciana quase não usa para falar de suas transmissões. A narradora conta com uma equipe legal de oito pessoas que monitoram as redes e como seu nome é citado 24 horas por dia. Os conteúdos são analisados por advogados e uma psicóloga para saber se é possível enquadrá-los em algum crime ou não. Muitos dos agressores têm perfil falso e, segundo ela, 90% alegam não ser empregados, o que os impede de pagar multa, mas não de fazer trabalho social. “Eu não vou abrir mão de nada”, diz.

A ideia da Luciana não é ganhar dinheiro com isso, tanto que não lucrou um real com as ações. “Meu foco não é dinheiro, e sim, a justiça”, diz.

Machismo na carreira

Com 30 anos de carreira no esporte, Luciana Mariano foi a primeira narradora de futebol na televisão do Brasil. E por mais que o quadro de nomes tenha aumentado nos últimos anos, o preconceito com a voz feminina no esporte continua. Após um longo período de ataques online, a jornalista resolveu tomar medidas legais.

“Esse é um processo que está acontecendo há bastante tempo. Não só comigo. Todas as mulheres que narram relatam a mesma coisa: o ódio e a invasão que recebemos na internet”, diz Luciana, que reforça que a princípio as mulheres no esporte precisavam ser bonitas e eram usadas como acessórios, mas com o passar do tempo, o movimento feminista deu força a elas, mostrando que a inclusão era importante. “Foram necessários 20 anos para termos uma comentarista mulher. Ser narradora é última barreira”, conta.

“Quando dizem que não gostam de mulher narrando é porque não estão acostumados com a gente. Em 20 anos, por exemplo, um narrador homem chegou a fazer 6 mil jogos. Eu tenho apenas 400. É como comparar o desempenho de uma criança de um ano com alguém que já está fazendo mestrado. E por que não temos esse entendimento e paciência? Por causa do machismo. Caso contrário, entenderiam que é importante dar oportunidade”, diz Luciana.

Ela, inclusive, já recebia apoio de um nome de peso do jornalismo para exercer sua função desde o início da carreira: Luciano do Valle. “Ele me alertou sobre isso há 30 anos. Dizia que o problema não era eu narrar, porque conteúdo eu tinha, e sim, que eu precisava de sequência. Outra coisa que escutei dele e que entendi agora foi que quando uma mulher narra, não vão prestar atenção no jogo, e sim, na mulher e procurar erros”, conta.

Só porque exerço uma função que é normalmente masculina para uma sociedade machista e patriarcal mereço ser xingada, hostilizada e ofendida?none

Com tantos ataques e constantes, a jornalista pensou em desistir milhares de vezes. Para ela, ler esse tipo de conteúdo constantemente pode fazer adoecer devido ao grande desgaste emocional. “Acredito que é difícil para toda mulher que entra nesta função. Chega um ponto em que as pessoas ficam normalizando a situação, dizendo que é normal. Eu não acho”, questionaLuciana.

Conscientização necessária

Com esses processos, Luciana afirma que sua tentativa é conscientizar as pessoas que a internet não é terra de ninguém. “Embora tenha que ser por punição. Não tem outro caminho. Estou lutando por algo que já deveria ser meu, mas é necessário fazer isso para que haja um exemplo. Não dá para virar saco de pancada só porque eu trabalho”, diz.

Após o post comentando os processos, os ataques diminuíram. Teve até quem comentou que estava se sentindo ameaçado.

Luciana Mariano trabalhando ao lado de Larissa Erthal da Band e a Milene Domingues ex jogadora e comentarista - Acervo pessoal  - Acervo pessoal
Luciana Mariano trabalhando ao lado de Larissa Erthal da Band e a Milene Domingues ex jogadora e comentarista. Imagem: Acervo pessoal

Luciana tem uma reunião com o departamento de inclusão e diversidade da ESPN em breve e quer levar o assunto para se der discutido dentro da empresa também. “É algo que interessa a todos e temos que trabalhar juntos. Sei que é muito difícil uma emissora se pronunciar por algo que não é público, já que as piores ofensas chegam via inbox. Como me pronuncio frente a um cara que paga para assistir ao canal e não gosta? Sei que me afeta, mas, às vezes, não é um assunto para a emissora”, diz.

Para ela, além das medidas legais, é preciso um trabalho de conscientização também dentro das empresas. Funcionária da ESPN, onde há um núcleo de inclusão e diversidade, Luciana diz que é preciso pensar uma forma de proteger as mulheres.

“Não estou falando no sentido de privilegiá-las. Mas, por exemplo, dar sequência de jogos, não mudar o time toda hora, porque isso causa um alvoroço. E também evitar jogos como, por exemplo, que um Galvão Bueno narraria. Ainda estamos passando por um processo de aprendizagem”, diz.

– Trade Dress em Alta no Mundo Corporativo.

Cada vez mais as empresas sérias sofrem com os picaretas de plantão. Algumas empresas praticam uma espécie de pirataria de imagem, logo e conceitos. Tal prática é combatida por uma proteção jurídica conhecida como TRADE DRESS (uma espécie de registro de aparência). 

Compartilho um case sobre o assunto, extraído de: https://epocanegocios.globo.com/Revista/Common/0,,EMI160465-16363,00-O+QUE+E+TRADE+DRESS.html

O QUE É TRADE DRESS?

Por Rafael Barifouse

Ari Svartsnaider, fundador da marca de calçados Mr. Cat, ficou furioso ao entrar num shopping de Goiânia e dar de cara com a Mr. Foot, um concorrente que havia copiado suas ideias. “Tudo era muito parecido. O saco de embalar o sapato. A letra do logo. A arquitetura da loja. Fiquei louco”, diz Svartsnaider. “Meu advogado disse que seria difícil ganhar a causa, porque não era uma cópia. Mas fui em frente.” Em 2003, após seis anos, a ação foi favorável à Mr. Cat. O caso tornou-se referência no Brasil de um conceito jurídico recente, o conjunto-imagem, mais conhecido pelo termo em inglês trade dress.

Trata-se de uma forma de proteger a propriedade intelectual que abrange não a imitação exata de uma marca, mas a cópia sutil que confunde o consumidor. O conceito surgiu nos Estados Unidos, que têm uma lei que trata do tema, o Ato Lanham. No Brasil, onde ainda não há legislação, o mais comum é processar o imitador por concorrência desleal, como fez a Mr. Cat.

Segundo o escritório de advocacia Barbosa, Müssnich & Aragão (BM&A), foram registradas 50 ações de trade dress no país em 2009. L’Oréal e Spoleto são exemplos de empresas que já acionaram outras por cópia. “Imitar uma marca virou algo infantil. Já a cópia de elementos do conjunto é mais difícil de provar”, afirma o advogado Pedro Barroso, do BM&A. “São empresas lícitas que buscam pegar carona na fama de outras.” E a forma de combater isso é o trade dress.

– As obras de misericórdia devem ser perenes.

Há 5 anos, os católicos viveram o “Ano Santo da Misericórdia, determinado pelo Papa Francisco. E “obras de misericórdia” foram sugeridas. Algumas delas, abaixo:

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A questão é: tais comportamentos devem ser perenes na vida de um cristão. Sendo assim, continuamos a praticar tais obras?

– Brilhe, natureza!

A bonita paisagem dos raios de sol iluminando o lago: como não se inspirar?

Viva a natureza e a sua beleza!

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– O pênalti inexistente em Fluminense 3×2 Vila Nova.

Os árbitros desaprenderam a apitar sem o VAR?

Injustificável o pênalti marcado para o Fluminense, contra o Vila Nova, pela Copa do Brasil. O defensor não atinge as pernas do atacante, tampouco o empurra. E se supostamente o fizesse, o ponto de contato (que é onde determina a infração) teria sido fora da grande área, independente de cair dentro). Entrou na malandragem do jogador, o juizão…

A questão é: o árbitro Rodolpho Toski entrou no quadro da FIFA em 2017! E o que apresentou até agora? Há 5 anos na elite, tem correspondido?

Um árbitro FIFA, em tese, pode apitar qualquer jogo do mundo, pois é o supra-sumo da arbitragem. Teria ele condições de apitar um Boca x River pela Libertadores? Ou de um FlaFlu, de um Grenal ou de um Derby?

Campeonato importante sem VAR e árbitro FIFA que não consegue render o que se espera. Seneme, o novo gestor, terá trabalho.

E a CBF aposta alto nele. Olhe só: https://www.cbf.com.br/a-cbf/informes/arbitragem/rodolpho-toski-destino-tracado-pela-arbitragem

Em tempo: sábado, teremos ele estará apitando Tombense x Cruzeiro pela Série B.

Curso de capacitação do Árbitro de Vídeo

Imagem extraída do link acima, por Marcos Paulo Rebelo / CBF

– O foco é o sol!

🇺🇸 07 a.m. – From the balcony of my house, between the window screen and the sky, I see the luminous circle of the radiant sun!
🇧🇷 07h – Da sacada da minha casa, entre a tela da janela e o céu, vejo o círculo luminoso do sol radiante!

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– Fez uma “call”?

Na Sala de Professores, “dias desses”, ouvi um colega falando: “preciso fazer uma ‘call’”.

Minha filha, dias desses, disse: “fiz uma ‘call’ para mãe, pai”.

No rádio (fiquei pasmo), ouvi um jornalista informando que “o presidente fez uma ‘call’ (…).”

Pô, eu estou fora de moda ou a palavra “callsubstituiu “chamada”, “ligação”, “telefonema” no Aurélio? Ou está proibido falar determinadas palavras da língua portuguesa?

No dia-a-dia, “call” virou reunião, contato e afins. Mas está amplo demais o termo para o Brasil, não?

Imagem extraída de: https://pt.wikihow.com/Fazer-Uma-Liga%C3%A7%C3%A3o-a-3?amp=1

– De repente… 5!

E minha vitoriosa, guerreirinha, sapeca e muito amada Maria Estela completa sua 5ª primavera neste dia!

Prematura, mostrou desde novinha que é persistente, justamente para desabrochar como uma florzinha linda e sorridente.

Quando era mais miudinha:

E hoje, toda cheia de vida, esbanjando carisma:

Feliz Aniversário, minha querida Tetéia!

– Amanhecer.

🌄 MORNING (clique das 6h):

🇺🇸 An extremely beautiful dawn in Bragança Paulista, interior of Brazil. Cheer the nature!

🇧🇷 Um amanhecer extremamente bonito em Bragança Paulista, interior do Brasil. Viva a natureza!

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