– Ufa!

Dia 40 de aproximadamente 150 vencidos. Graças a Deus.

Tentando ser “pãe” na ausência da mamãe, que está se sacrificando por todos nós (motivo em: https://wp.me/p4RTuC-Bm4).

Com sinceridade: não sei dizer os sentimentos que estou sentindo. Um pouco confuso devido ao cansaço…

Até amanhã!

– Formandos que se Tornam Líderes Corporativos dando Aula.

Eis um projeto salutar para a nação, glorioso para a Educação e com retorno garantido ao profissional: ajudar comunidades carentes intelectualmente, a partir da boa vontade de recém-formados, garantido boa impressão às empresas que desejam contratar. Abaixo:

QUER SER UM BOM LÍDER? VÁ DAR AULA

Extraído de Época Negócios, pg 30, Ed Abril, por Marcos Todeschini

Com o apoio de grandes empresas, um novo projeto recruta os melhores alunos para lecionar em escolas públicas com problemas

Uma das maiores dificuldades de dar jeito no ensino é atrair profissionais de topo – o status e a recompensa financeira não ajudam. Nos Estados Unidos, que enfrentam o mesmo problema, uma ex-aluna da Universidade Yale criou, em 1992, o programa Teach for America. E conseguiu recrutar, desde então, 25 mil dos melhores cérebros do país para dar aulas nas escolas públicas com as piores notas. A grande sacada foi atraí-los por prazo determinado, bem no início da carreira.

Essa idéia está agora chegando a algumas escolas públicas brasileiras. O programa Ensina recruta os melhores recém-formados, em diversas áreas, oferece treinamento e coloca-os para dar aulas de reforço. A iniciativa começou este ano com 30 professores em 13 escolas do Rio de Janeiro, e deve chegar a cidades de outros estados, como São Paulo e Minas Gerais.

Por 40 horas semanais, os “ensinas” recebem cerca de R$ 2 mil. Eles são seduzidos pelo idealismo, mas há outra recompensa: são bem-vistos por empresas como Tecnisa, Natura e Itaú, apoiadoras do projeto. Elas favorecem membros do Ensina! na fase de seleção, fazendo os pular as etapas iniciais. Por quê?

“Os ensinas desenvolvem habilidades valorizadas, como a capacidade de resolver conflitos, cumprir metas, liderar e dar feedback“, diz Maira Pimentel, diretora do Ensina!. Nos Estados Unidos, as escolas do programa subiram de nível. Espera-se resultado semelhante no Brasil.

Voluntariado empresarial: entenda como funciona! - MGN Consultoria

Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida.

– Conquistando o funcionário.

Nas empresas, muitas vezes vemos tantos líderes dificultando coisas simples… relacionamentos conturbados, críticas desnecessárias e pouca empatia.

Abaixo, um simples mas necessário quadro para se conseguir mais comprometimento dos empregados:

Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida. Quem puder informar para créditos, agradeço de antemão.

– São Paulo anuncia construção de maior roda-gigante da América Latina às margens do Rio Pinheiros.

Projetada para receber os primeiros visitantes em junho de 2022, a maior roda-gigante da América Latina será inaugurada às margens do Rio Pinheiros, …

Continua em: São Paulo anuncia construção de maior roda-gigante da América Latina às margens do Rio Pinheiros

– Santos FC e Juca Kfouri: todos estão perdendo.

Juca Kfouri, respeitado jornalista, foi deselegante ao chamar em um texto inteiro o Santos FC por Ninguém FC. Não sei se foi infeliz, ou provocou gratuitamente alguém. Correto, cá entre nós, não foi.

O Peixe, que não gostou, tem o direito de reclamar. Mas punir o UOL, que é o veículo de imprensa que abriga o Blog do Juca, é exagero. Brigue” com o jornalista, não com os demais profissionais que não têm nada a ver com isso (até porque a opinião dos colunistas não necessariamente representam a opinião do órgão que os contrata.

Por fim: jogando mal e sem dinheiro, acaba virando chacota de muitos o glorioso e importante Santos FC. Repense, presidente Rueda, a decisão de como evitar constrangimentos, mesmo sendo o ofendido.

Santos: saiba onde assistir aos jogos do Peixe em 2020

Imagem extraída de: https://www.torcedores.com/noticias/2020/01/santos-assistir-jogos-2020

– O Racismo contra a mulher no Shopping Parque das Bandeiras.

Olhe só que tristeza: gratuitamente, uma mulher ofendeu uma mãe acompanhada de crianças no parquinho por conta de ser… negra!

A ofensora pagou R$ 1.500,00 de fiança, e responderá por injúria racial em liberdade.

A matéria é da EPTV. Que triste isso acontecer ainda hoje… Em: https://g1.globo.com/sp/campinas-regiao/noticia/2022/04/13/mulher-sofre-injuria-racial-ao-brincar-com-crianca-em-shopping-de-campinas-e-denuncia-caso-aqui-ta-cheio-de-preto-ouviu.ghtml

Ou em: https://globoplay.globo.com/v/10479645/

– Explique logo, Bolsonaro, e acabe com as críticas sobre o Viagra (ou não).

Essa história do Exército gastar nosso dinheiro para comprar Viagra e Prótese Peniana é uma vergonha! Quais as justificativas?

Se o presidente Bolsonaro e seus militantes insistem que ele não pode ser responsabilizado, que venha a público e cobre as explicações dos responsáveis. Ou fará como Lula “cansou de fazer” a cada escândalo do Mensalão e Petróleo, dizendo: “eu não sabia”?

A minha geração não esquece das desculpas esfarrapadas do ex-presidente petista quanto seus pares estavam enrolados. Estamos repetindo o filme agora?

Foto: Adriano Machado / Reuters, extraída do UOL.

– Sucesso ao Metropolitano FC.

Eu gosto de iniciativas empreendedoras no esporte, como as de criar um clube-empresa.

Em meu Mestrado, lá no ano 2000, pude falar de Marketing e Gestão Profissional, e defendi os “clubes que tinham dono”, saindo do provincianismo de associações que tinham presidentes irresponsáveis e que davam prejuízo.

No meu projeto para o Doutorado (que por duas vezes “quase engatei”, mas fiquei somente como Aluno Especial), eu quis falar da Responsabilidade Social dos clubes, formando não só atletas, mas cidadãos!

Disse tudo isso por ver que o Metropolitano FC, do amigo Vinícius Pontes, que é de Jundiaí mas está jogando em Campo Limpo Paulista, abraça esses propósitos. É um clube-empresa que trabalha corretamente, como se fosse qualquer outra instituição do mercado, e que tem princípios comerciais (não é nenhum pecado, pois é uma empresa), esportivos e humanitários. E isso está bem claro em seu site, na Missão do Clube.

Neste último final de semana, o time estreou no Paulistão Sub-17 da FPF, vencendo o tradicionalismo Juventus.

Que surjam outras entidades sérias e responsáveis como o Metropolitano!

Visite em: https://www.metropolitanofc.com.br/

– E se você fosse submetido ao PIR?

Muitas organizações estão aplicando exames para avaliar o caráter dos seus funcionários. Entre eles, o PIR (teste de Potencial de Integridade Resiliente).

Saiba mais extraído de OESP, 14/05/17, Caderno “Carreiras & Empregos” (abaixo):

TESTE DE CARÁTER VIRA ETAPA DE CONTRATAÇÃO

Empresas adotam no processo seletivo avaliação de potencial de resistência de candidato quando colocado diante de dilemas éticos

Por Cris Olivette

Ter competência técnica, experiência internacional, currículo rico e facilidade para trabalhar em equipe, já não são suficientes para conquistar uma vaga de emprego. Isso porque os casos de fraude e corrupção chegaram ao ambiente corporativo e as empresas começam a procurar formas de avaliar a capacidade de resistência dos candidatos, quando são expostos a dilemas éticos.

O gerente nacional de assistência a clientes da Localiza, Jairo Barbosa, ocupa a função há dois meses. Ele só foi contratado depois de realizar um teste que mediu o seu potencial de integridade, que ocorreu na etapa final do processo seletivo.

Ele também participou de treinamento sobre integridade que abordou a Lei Anticorrupção e apresentou o programa de compliance da companhia. “Sempre trabalhei em grandes empresas e esta foi a primeira vez que fui convidado a fazer esse tipo de treinamento e teste.”

Segundo ele, essa abordagem dá ao candidato segurança para ingressar na empresa. “Esse conjunto de procedimentos demonstra a seriedade da companhia que tem políticas transparentes e bem definidas, com posicionamento claro sobre esse tema tão delicado.”

A gerente de RH da Localiza, Adriana Baracho, conta que desde o ano passado esse tipo de teste integra o programa de compliance da companhia. “O comportamento ético é um de nossos pilares e precisávamos de uma ferramenta que nos desse respaldo na hora de contratarmos novos funcionários.”
Adriana afirma que quando o resultado do teste não recomenda a contratação, a equipe de recrutamento faz verificação aprofundada. “Durante um processo seletivo, o teste apontou um indício que foi confirmado posteriormente, quando conferimos as referências.”

Segundo ela, além desse cuidado no processo de contratação, todos os funcionários assinam termo de compromisso afirmando que concordam com a conduta ética da empresa, que é renovado periodicamente.

Adriana diz que quando participa de eventos da área de RH e comenta que realiza esse tipo de teste, todos se interessam. “As empresas ainda não sabem que essas ferramentas existem.”
Gerente de recrutamento e seleção da Brookfield Incorporações, Carolina Caldeira diz que há dois anos a empresa passou a aplicar teste de integridade no processo seletivo.

“Precisávamos medir se quem trazemos para dentro da empresa compartilha nossos princípios éticos. No futuro, também vamos avaliar aqueles que foram contratados anteriormente”, afirma.
Segundo ela, a avaliação é aplicada na seleção para todos os níveis de contratação. “Inclusive para a obra, a partir do cargo de assistente administrativo.”

Carolina conta que já foram registrados dois casos de conduta inadequada na companhia. “Em um dos casos, a pessoa foi contratada quando começávamos a fazer esse tipo de avaliação e ainda não trabalhávamos em parceria com a área de compliance, como ocorre atualmente. Mesmo com o resultado indicando que aquele candidato não era recomendável, seguimos com a contratação. Depois de algum tempo, ficou comprovado que o alerta do teste era procedente”, afirma.

Ela conta que o programa Atitude Compliaence da Brookfiled compõe uma das metas de resultados da companhia. “Ele faz parte de uma das premissas básicas para se chegar a uma remuneração variável”, diz.

Segundo ela, a empresa mantém canal confidencial para denúncia anônima tanto para funcionários quanto para clientes. “Até mesmo os nossos fornecedores têm de passar por processo de homologação antes de serem aceitos.”

NECESSIDADE. O advogado Renato Santos, sócio da S2 Consultoria, explica que a Lei Anticorrupção brasileira determina que as empresa façam o monitoramento dos profissionais e que o processo seletivo seja mais apurado.

Segundo ele, não existe impedimento legal para a aplicação desse tipo de teste. “Inclusive, saiu recentemente uma decisão do Tribunal Superior do Trabalho (TST), que impede que as empresas façam levantamento de antecedente criminal dos candidatos”, ressalta.

Segundo ele, neste caso, a decisão do TST teve por objetivo impedir que houvesse preconceito em relação ao profissional. “Com essa decisão, as empresas precisam encontrar outras formas para avaliar o caráter do candidato.”

Santos conta que como resultado de sua tese de doutorado, desenvolveu o teste Potencial de Integridade Resiliente (PIR), que tem grau médio de predição de 77%.
“Com a decisão do TST, esse tipo de ferramenta ganha força e importância, pois elas não têm o objetivo de olhar o passado da pessoa ou classificá-la entre ética e não ética”, afirma.

Segundo ele, a proposta do teste é entender como a pessoa tende a lidar com dilemas éticos. A avaliação é feita por meio de simulações, nas quais o candidato escolhe, entre algumas alternativas, o que faria em determinada situação. “Conforme as respostas, é possível observar o nível de resiliência do profissional.”

Como existe a possibilidade de que a pessoa dê respostas politicamente corretas, o teste tem outra etapa. “A análise inclui perguntas abertas, com curto tempo de resposta, tanto dissertativas quanto por meio de gravação de vídeos. Tudo é avaliado pelos recrutadores, que observam a coerência do que foi dito e a linguagem corporal”, afirma.

Há oito anos, a organização internacional de apoio ao empreendedorismo Endeavor, utiliza ferramentas que testam o grau de integridade de empresários que passam pelo processo de seleção de empreendedores.

“É uma etapa obrigatória. Os empresários ficam, então, com a impressão de que estão entrando em uma organização séria e que realmente acredita nesses valores”, diz o diretor de apoio a empreendedores, Guilherme Manzano. Segundo ele, durante a seleção, a equipe da Endeavor mantém conversas francas com os empresários sobre comportamentos antiéticos, apontando o quanto elas afetam o desenvolvimento do negócio.

Manzano afirma que a organização já deixou de aceitar empreendedores por conta do resultado do teste. “Ele materializa evidências que obtemos durante a convivência com os empreendedores que estão sendo selecionados. O resultado obtido por meio do teste é somado às impressões que já haviam sido identificadas. A nossa lógica é evitar riscos”, ressalta.

O diretor afirma que alguns empreendedores que passaram pelo teste gostaram tanto da ferramenta que passaram a adotá-la em suas empresas.

“Todas as companhias deveriam usar algum processo para prevenir problemas de postura ética e moral, porque as consequências acabam com a sua reputação. Além disso, é uma forma de manter a saúde organizacional, cultural, financeira e da imagem no mercado.”

Origem. O advogado e sócio da S2 Consultoria, Renato Santos, que desenvolveu um teste de integridade, diz que desde a década de 1970 os americanos se preocupam com a questão do caráter dos funcionários.
“Eles criaram o polígrafo, que ficou conhecido como a máquina da verdade ou detector de mentiras. Esse teste foi aplicado em larga escala naquele país, em mais de dois milhões de candidatos”, conta.

Ocorre que na década de 1980, o uso do polígrafo foi proibido, por ser muito invasivo. “Surgiram, então, os testes de integridade criados, principalmente, nos Estados Unidos e Israel.”

Santos afirma que no Brasil, testes de integridade ainda são aplicados de maneira muito incipiente, porque as empresas nem sabem que a ferramenta existe.

“Mesmo assim, nos últimos doze meses, tivemos aumento de 35% nas consultas. Entre março de 2015 e abril de 2016, recebemos 1.482 consultas. Nos últimos doze meses, o número chegou a 2.031. Afinal, é muito mais barato predizer o comportamento que reagir a ele.”

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Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida.

– Ô lugar encantado…

Ah, Jundiaí

Cada vez que passo por aqui (Serra do Japi), cai uma lágrima de saudade. Mas o vai-e-vem ajuda a matar minha vontade de permanecer no meio do mato.

Por aqui, beleza e atividades para todos os gostos, em meio a natureza

🍃 #FOTOGRAFIAéNOSSOhobby

– O poeta Daniel Alves sobre o São Paulo FC.

Quando você sai de um emprego, bem ou mal, evite qualquer comentário que possa polemizar.

É sabido que o SPFC ficou devendo salários ao lateral Daniel Alves. É direito dele reclamar. Mas tendo feito um acordo, vida que segue para ambos.

Eis que ontem, o jogador “filosofou”, dizendo, segundo a TNT Sports:

“Ao falar sobre sua passagem pelo São Paulo, Dani Alves relembrou o efeito da Olímpiada na sua decisão de deixar o clube: ‘Comecei a pensar muito se nos estávamos fazendo bem, porque quando você começa a viver lindos momentos em lugares diferentes, você começa a comparar uma coisa boa e uma coisa ruim. Aí você fala: ‘Cara, a abelha não tem tempo de ensinar a mosca que mel é melhor que m*erda.'”
Créditos: Dani Crazy Dream/FIFA+
Pra quê dizer isso? Não tem assessor de imprensa ou alguém para orientar a não falar coisas sem sentidos, ou a “inventar ditos equivocados”?

– Recomeçar. Do zero. Do começo. Voltar. Destruir. Reconstruir!

Em sua vida, quantas vezes você passou pelo processo de reconstrução pessoal ou profissional?

Se muitas, deve ter visto como é difícil. Se nenhuma, não o fez com medo das dificuldades de tal ato?

Compartilho esse ótimo artigo sobre a “necessidade de reconstrução como gente” – independente de quais aspectos sejam mais ou menos necessários.

Abaixo, extraído de: https://www.linkedin.com/pulse/renda-se-aos-recome%C3%A7os-la%C3%ADs-schulz

RENDA-SE AO RECOMEÇO.

Por Laís Schulz

O pavor de fazer tudo de novo. O pavor de ter que planejar, projetar, colocar em ação, errar, acertar. O medo de passar por tudo aquilo novamente e ainda ter que encontrar energia pra mudar, inventar, criar e fazer melhor.

Quantas vezes você já teve que recomeçar?

Quantas vezes você já precisou transformar sua vida? Deixar um emprego e começar em outra empresa, da posição mais baixa? Mudar de casa, cidade ou país e começar uma nova vida?

Não é fácil abandonar o passado, deixá-lo para trás – ou ao menos uma parte dele. Parar de se agarrar na segurança do que você conhece e abraçar o incerto. Pular de paraquedas sem saber muito bem onde vai aterrissar.

Dar este salto de fé é desafiador. Mesmo quando nos encontramos em uma situação desconfortável. Ainda assim, encontramos dificuldade em abandonar a zona de conforto.

Isso porque no presente temos a certeza, sabemos exatamente onde pisar, sabemos o que nos machuca e o que nos faz feliz. Está tudo na nossa frente, é palpável, é real.

Enquanto isso, o futuro, as mudanças e tudo aquilo que não conhecemos é um território novo e misterioso. Não existe, está na nossa mente e basta.

O novo, o inexplorado, o incerto, o que não existe. Tudo isso gera desconforto.

Não existe nada palpável, nada em que possamos nos apoiar. E aí divagamos sobre tudo, tudo que pode acontecer e, principalmente, tudo que pode dar errado.

Não porque somos pessimistas, mas, porque temos medo de quebrar a cara. Temos medo de precisar recomeçar e acabar no meio do nada, em um território desconhecido e inexplorado.

E o medo causa uma dor excruciante. O medo é paralisante.

Por isso é tão difícil deixar o passado ir. Mesmo que ele te machuque, mesmo que te desaponte. Mesmo que seja um detalhe, uma pessoa, um objeto, um cargo.

Nós escolhemos nos agarrar ao que conhecemos, àquilo que é seguro. 

Nós passamos a viver como sobreviventes de um naufrágio. Nos agarramos àquele único pedaço da embarcação destruída como se nossa vida dependesse daquilo. Daquela fração, daquele único fragmento.

E, por incrível que pareça, por mais incomodados que estejamos nos parece muito mais fácil viver à deriva rezando por um milagre. Rezando para que alguém nos encontre e nos leve à terra firme em vez de simplesmente começar a nadar.

Isso porque o medo de algo que não aconteceu e, possivelmente, nunca acontecerá nos paralisa.

No fim, não é a insegurança em si que é ameaçadora. A ameaça muitas vezes não está lá fora. Está dentro de cada um de nós. Somos nossos maiores aliados, mas também sabemos ser nossos maiores inimigos quando queremos.

Conhecemos nossos pontos fracos. Sabemos exatamente o que nos machuca e usamos isto como uma espécie de auto sabotagem. Nos agarramos aos pensamentos que nos impedem de seguir em frente, simplesmente porque temos medo.

Fazemos isto quando a verdade é que a maior parte dos obstáculos que enxergamos só existe dentro de nós. Eles estão em nossos pensamentos, fora da vida real. E isso se torna pior à medida que negamos a causa de nossa paralisia.

Precisamos entender que temos, dentro de nós, a força necessária para seguir, para recomeçar ou para simplesmente começar e continuar.

Mas, acima de tudo, precisamos compreender que o medo de ir não é razão para ficar, é razão para partir. Partir em busca de seus sonhos e de sua felicidade, seja lá o que isso significa para você.

Porque recomeçar não é um sinal de fraqueza, recomeçar é um sinal de coragem. Decidir recomeçar quer dizer que você foi corajoso o suficiente para abandonar tudo, deixar que a maré destrua o castelo de areia que você construiu para construir um novo, maior e mais forte no dia seguinte.

Portanto, renda-se. Recomece. E se precisar, recomece uma outra vez.

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Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida.

– Tendo 4 anos para fazer uma obra…

Saí de Bragança Paulista bem cedinho para não pegar trânsito em Jundiaí, a fim de chegar adiantado às minhas aulas em Cabreuva. Mas eis que a estrada… tudo parado por serviços importantes.

As obras são necessárias, lógico. Mas por que elas ocorrem acumuladas em ano eleitoral? Será que… cala-te boca.

 

🧐 #dúvidas

– Liturgia Diária de 13/04/2022: Quarta-feira Santa.

Féria de 1ª Classe – Missa Própria – Estação em S. Maria Maior Não pode a Igreja olvidar nestes dias da Paixão de seu Salvador, a sua Mãe Santíssima,…

Continua em: Liturgia Diária – 13/04/2022 – Quarta-feira Santa

– Um clique maravilhoso do amanhecer.

Para inspirar: o clarão da quarta-feira às 06h30 na Represa do Biriçá, em Bragança Paulista.

Tá bonito o infinito ou não? Veja só:

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– Na escola, não pode (nem deve) ter partido!

Eu me assusto quando ouço discussões sobre as escolas terem com certa frequência professores de “Direita” ou “Esquerda”.

Não é função do professor ideologizar, assim também como não é função da escola fingir que isso não existe.

Nas instituições de ensino, nos assuntos pertinentes, os professores devem mostrar todos os lados, sem influência pessoal, e permitirem ao aluno o desenvolvimento do espírito crítico. Fora isso, torna-se algo perigoso: militância! E em alguns casos, pior: doutrinação.

Senso crítico: o que é e como desenvolver? - Blog do Stoodi

Imagem extraída de: https://www.stoodi.com.br/blog/filosofia/como-eu-faco-para-desenvolver-meu-senso-critico/

– Bom dia, 4a feira (post 4 de 4).

🌅 05h45 –Desperte, Bragança Paulista, ainda nublada.  

Que a quarta-feira possa valer a pena! 

(E há de valer, creiamos nisso).

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– Bom dia, 4a feira (post 3 de 4).

🌺 Fim de cooper! Valeu o treino (além do esforço).

Estou suado, cansado e feliz, alongando e curtindo a beleza da natureza. Hoje, com essas delicadas plantas: rosas da cor coral.

Curta flores! Elas nos desestressam e aliviam a mente.

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