– Ufa!

Dia 45 de aproximadamente 150 vencidos. Graças a Deus.

Tentando ser “pãe” na ausência da mamãe, que está se sacrificando por todos nós (motivo em: https://wp.me/p4RTuC-Bm4).

Felizmente, uma ótima jornada vivida. Com sono, mas cumprindo as obrigações.

Até amanhã.

– A lua bonita!

Que luar!

O anoitecer veio acompanhado desta brilhante lua cheia…

Boa noite!

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– Suspenso na Conmebol, mas bandeirando Flamengo x Palmeiras?

Lembram do jogo Chile x Argentina pelas Eliminatórias, onde os bandeiras esqueceram seus equipamentos e fizeram uma adaptação com colete?

Relembre em: https://professorrafaelporcari.com/2022/01/28/chile-1×2-argentina-com-bandeirinhas-adaptadas-por-brasileiros-que-circo/

Pois bem: Fabrício Vilarinho, o assistente número 1, foi suspenso por Wilson Seneme até junho pelas competições da Conmebol. Porém, Seneme, agora pela CBF, o escala justamente para Flamengo x Palmeiras.

Não pode trabalhar num jogo como Táchira vs Emelec, mas serve para esse importante jogo do Brasileirão (que será arbitrado por Wilton Sampaio)?

Ah, se der algum problema… tomara que não dê! Uma situação totalmente evitável. Há de se ter coerência.

– Grande trabalho, Felipe Salaro!

Felipe Salaro publicou seu trabalho que ficou sensacional: um sobrevôo de drone no entardecer multicolorido a partir da Praia do Embaré, em Santos.

Vejam só a beleza do Litoral, além da magnífica Basílica de Santo Antonio do Embaré.

No link em: https://www.youtube.com/watch?v=EG5AyPTtpI8

– 18 anos do Vice-Campeonato Estadual do Galo.

Que pecado o Paulista não ter sido Campeão Estadual há exatos 18 anos!

Naquele ano atípico (que o Corinthians quase caiu para a A2), a final foi entre Paulista (de Zetti como treinador) contra o São Caetano (do Muricy Ramalho). Quem não se lembra da confusão que fez o jogo ir para Araras, na semifinal contra o Palmeiras? 

Aquele time, sem dúvida, foi o embrião da equipe que venceu a Copa do Brasil. O Galo deu azar porque o São Caetano era muito bom!

Um lembrete da campanha daquele ano, do site da FPF, em: http://2016.futebolpaulista.com.br/imprimir/2016-04/97338

A foto da Gazeta Express, no jogo 1: (SP – FINAL DO CAMPEONATO PAULISTA – ESPORTES -Torcida Paulista durante jogo do Paulista x São Caetano – Estádio Pacaembu – São Paulo-SP- Brasil -Foto: Djalma Vassão/ Gazeta Press – 11/04/2004).

 

SP – FINAL DO CAMPEONATO PAULISTA – ESPORTES – Torcida Paulista durante jogo do Paulista x Sao Caetano – Estadio Pacaembu – Sao Paulo – SP – Brasil – Foto: Djalma Vassao / Gazeta Press 11/04/2004

E uma matéria do jogo, aqui: https://www.youtube.com/watch?v=uIsZk6N6tPY

– Como os funcionários enxergam as pesquisas de desempenho?

Um importante assunto: como as empresas “pensam” a avaliação de seus empregados e como eles recebem essa sondagem.

Um ótimo material, em: https://jrsantiagojr.medium.com/as-avaliações-de-desempenho-sob-o-ponto-de-vista-dos-colaboradores-ccccf694db4a

AS AVALIAÇÕES DE DESEMPENHO SOB O PONTO DE VISTA DOS COLABORADORES

por José Renato Sátiro Santiago

PUBLICADO ORIGINALMENTE NA REVISTA HARVARD BUSINESS REVIEW EM OUTUBRO DE 2016

Pesquisa indica que as empresas precisam alinhar o discurso com a prática.

A existência de iniciativas relacionadas à análise da performance de equipes e colaboradores é tema constante nas organizações e costuma esbarrar em certas questões de difícil solução. Uma delas, talvez a mais crítica, é a identificação de eventuais diferenças entre analisar a performance dos colaboradores e avaliar os resultados obtidos pelas atividades por eles realizadas. Há inúmeros fatores que podem influenciar o sucesso ou o fracasso em alcançar metas preestabelecidas. A ação dos colaboradores, por meio de sua dedicação e de competências, é “apenas” um deles. Vale lembrar que nem sempre equipes motivadas e de excelente desempenho atingem as metas estabelecidas pela empresa. O principal objetivo do estudo apresentado neste artigo é identificar as práticas do mercado brasileiro adotadas por algumas empresas para avaliar seu desempenho e processos, bem como o desempenho e atividades de seus colaboradores pela percepção deles próprios da efetividade dessas práticas no seu dia a dia.

O mercado globalizado tem contribuído para o significativo aumento da competitividade entre as empresas, o que pode ser considerado um dos motivos das frequentes reduções de margem em boa parte dos produtos e serviços oferecidos no mercado de forma geral. O motivo deste cenário decorre do princípio básico da lei da oferta e da procura. Quanto maior a oferta, o que costuma ser provocado pelo aumento de players, maior a queda dos preços. Por isso a gestão das margens em patamares aceitáveis se faz presente, principalmente no que diz respeito à produtividade. Ela foi o tema central de uma pesquisa realizada junto a organizações atuantes no Brasil de diversos setores.

A primeira questão buscou identificar a percepção dos funcionários da relevância dada pela alta administração à avaliação de desempenho. Para evitar eventuais distorções e/ou direcionamentos, não houve com os respondentes nenhum alinhamento prévio de conceitos, práticas e/ou iniciativas relacionadas ao tema. Também não se levou em conta nenhuma distinção referente às formas de contratação.

Mais de 65% dos respondentes indicaram que a alta administração explicita preocupação na adoção de ações voltadas para a avaliação de desempenho (ver quadro 2). Durante as discussões, constatou-se que parte significativa desse entendimento se deveu à necessidade, segundo o que divulgaram os dirigentes das empresas, de contar com equipes de trabalho mais enxutas que não somente atinjam melhores índices de produtividade, mas principalmente que estejam alinhadas e comprometidas com as metas e objetivos estabelecidos. Constatou-se também uma estreita ligação entre avaliação de desempenho e aumento de produtividade. Por mais paradoxal que possa parecer, não há nenhuma comprovação científica, acadêmica ou prática que permita garantir que a simples adoção da prática da avaliação de desempenho resulte em mudança nos índices de produtividade. Do ponto de vista meramente analítico, não deixa de ser surpreendente que quase 30% dos respondentes não se deram conta de que a alta administração explicita preocupação pelo tema. Dessa forma, é possível especular que existem instrumentos de avaliação de desempenho que os colaboradores não percebem como valorizados pela alta administração. Se verdadeira esta hipótese, as empresas podem estar perdendo tempo e energia em programas aparentemente sem grande valia.

Verificou-se que, para a análise de desempenho, quase 80% das organizações costumam utilizar questionários e reuniões. Dentro deste espectro, tal resultado, especificamente, permite concluir que pouco se inovou nos meios, instrumentos e formatos adotados. É improvável que os ares inovadores que constituem importante combustível para a evolução do atual mundo corporativo não tenham propiciado a geração de novos modelos e propostas que possam cumprir a meta de avaliar colaboradores e simultaneamente substituir os já manjados formulários com perguntas e as pouco produtivas reuniões. Talvez isso explique também as respostas relativas à periodicidade das avaliações. Em 76% das empresas pesquisadas, as avaliações são semestrais ou anuais (ver quadro 3). Este índice constitui um grande paradoxo, pois onde o tempo é uma questão cada vez mais crítica, os ciclos evolutivos mais curtos e a cobrança por resultado algo tão presente, seria natural contar com menores intervalos entre as análises de desempenho.

As respostas suscitaram a seguinte pergunta: que outros objetivos uma empresa pretende alcançar ao desenvolver iniciativas voltadas para avaliação de suas equipes e processos? O entendimento de que ela servirá “apenas” para atender à necessidade de aumento da produtividade organizacional não obteve a mesma ressonância quando se perguntou se essas iniciativas são consideradas como critério de evolução profissional: 42% do universo pesquisado indicou que não (ver quadro 4). A disparidade conceitual entre avaliação de desempenho, aumento produtividade e evolução profissional existe na prática e costuma ser citada pelas empresas quando se discute o tema meritocracia. Durantes as discussões com os respondentes, a sinalização de haver outros critérios utilizados como referências para o crescimento profissional serviu para firmar o desalinhamento entre o discurso da adoção da meritocracia e a prática vigente nas empresas pesquisadas. Com relação à meritocracia, nota-se que há reais diferenças entre o discurso propagado pelas empresas e a prática, uma vez que os próprios funcionários, nas últimas questões, indicaram haver outros critérios que subsidiam a evolução profissional (ver quadro 5).

Outra percepção foi de que as empresas em geral não utilizam de forma significativa a potencialidade dos eventuais bons frutos, tais como planos de capacitação e outras iniciativas voltadas para melhorias de processo, que podem ser colhidos graças à adoção de práticas de avaliação. Segundo 50% dos respondentes, isso ocorre porque essas práticas nem sequer são vistas como critério para promover o crescimento profissional, muito menos para propiciar outros tipos de benefício. Mas o pior deste cenário é o empate técnico entre os que entendem que as iniciativas de avaliação são utilizadas para planejar o crescimento profissional e os que nem souberam reconhecer essa possibilidade: respectivamente 29,5% e 28,6%. É possível que os critérios adotados pelas organizações para definir as políticas de remuneração e premiação dos colaboradores expliquem o alto índice de rejeição às avaliações. Isso explica também, como apontado anteriormente, o efetivo distanciamento dos conceitos que fundamentam a prática da meritocracia. Para 18% dos respondentes, não há nenhum critério objetivo para tal. Esse índice, se somado ao dos que não souberam informar quais são os critérios, chega ao patamar de quase 30%, isto é, de cada três empresas, uma não expõe de forma clara os critérios adotados para avaliar o desempenho dos colaboradores. Mais desolador ainda é verificarmos que 38% dos entrevistados sinalizaram que a afinidade com a chefia imediata é a grande chave para o crescimento profissional na empresa. Apenas 30% aproximadamente indicaram o desempenho, individual ou em grupo, como critério para definir políticas de ascensão profissional dos funcionários.
Outra questão também muito discutida durante a pesquisa diz respeito às iniciativas propostas pelas organizações para promover a discussão ou troca de ideias entre as equipes de colaboradores com o intuito de avaliar os desempenhos. Notou-se que mais de metade das empresas costuma promover o feedback entre as áreas e 20% apenas estimulam encontros informais entre os colaboradores. Estas indicações sinalizam que boa parte das organizações, 73%, costuma realizar ações que potencializam a integração entre as equipes como forma de buscar a melhoria de desempenho, o que, sem dúvida alguma, é promissor.

A surpresa: apenas 16% dos respondentes percebem que a área de recursos humanos participa de forma direta, através de reuniões, das iniciativas voltadas à discussão do desempenho dos colaboradores. Embora não estivesse presente de forma explícita em nenhuma das questões apresentadas, foi interessante notar a percepção do afastamento do RH na promoção dessas discussões, o que difere muito do que acontecia em outros tempos, quando havia uma imediata associação do tema com práticas geridas pelos profissionais dessa área.

Historicamente, nas empresas, sempre se entendeu que quaisquer atividades relacionadas às pessoas, como carreira, capacitação e benefícios, estariam mandatoriamente acompanhadas, quando não geridas, por profissionais de recursos humanos. Embora o arcabouço dessas atividades, compreendidas dentro desses limites, tenha aumentado de forma relevante ao longo dos anos, o que fez crescer, e muito, a relevância e o papel da área de recursos humanos nas organizações, acabou por provocar a redução de sua presença em temas muito importantes, como avaliação de desempenho.

Uma análise prévia, fundamentada durante as discussões, permite sugerir que houve realmente mudança desse ponto de vista e que a avaliação de desempenho passou a ser compreendida como algo que não precisa ser gerido e/ou acompanhado necessariamente pela área de recursos humanos. Essa percepção pode, por mais estranho que pareça, ser considerada uma boa notícia para os profissionais desse setor, por indicar que cabe à área de recursos humanos um papel mais amplo, uma visão sistêmica sobre a gestão das pessoas nas empresas.

É, portanto, salutar promover um ambiente interno efetivamente competitivo que clame, com maior frequência, por melhores resultados e metas ainda mais audaciosas. Isso só será possível quando todas as áreas da organização passarem a adotar iniciativas e critérios objetivos para avaliar o desempenho de suas equipes. Dentro deste espectro, eventualmente poderá caber a uma área específica, quem sabe até mesmo recursos humanos, o papel de facilitador das atividades de avaliação, com base na formação de uma visão sistêmica e alinhada às premissas e intentos operacionais e estratégicos definidos pela alta administração. Desta forma, caberia às diversas áreas de uma empresa definir e realizar as avalições de seus profissionais a partir de diretrizes e orientações das equipes de recursos humanos — o contrário do que historicamente se fazia, quando era atribuição apenas da área de RH controlar e operacionalizar tais ações.

Por outro lado, cabe considerar o aumento do risco de haver certa falta de alinhamento entre os critérios a serem adotados por cada uma das áreas da empresa, uma vez que, segundo esta proposta, não caberá mais a uma área específica a responsabilidade pela análise de desempenho. Sendo assim, pode-se imaginar o surgimento de dúvidas quanto à metodologia mais adequada, aos instrumentos mais pertinentes, à periodicidade a ser estabelecida e, por fim, quanto ao modo como as análises de desempenho deverão estar estreitamente alinhadas
a uma política de reconhecimento e evolução profissional do colaborador. Esses processos e instrumentos estão sendo atualmente reavaliados por muitas empresas que não empregam mais apenas as avaliações de desempenho anuais.

Não há respostas definitivas para tais dúvidas, mas sim apenas a certeza de haver um caminho ainda a ser percorrido que passa necessariamente pela disseminação conceitual, que deve começar prioritariamente pela alta administração, e passa também pela estruturação de um processo que permeie todas as áreas da organização.

Fonte http://hbrbr.com.br/as-avaliacoes-de-desempenho-sob-o-ponto-de-vista-dos-colaboradores/

– Pausa para rezar.

Uma pausa para rezar é muito importante, não?

Aqui na Catedral Nossa Senhora da Conceição, em Bragança Paulista-SP, na Missa das 12h, ouvimos a esperançosa mensagem de Jesus, que, estando ressuscitado, nos diz: alegrai-vos!

EVANGELHO DE SÃO MATEUS 28,8-15.

— O Senhor esteja convosco.

— Ele está no meio de nós.

— Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo Mateus.

— Glória a vós, Senhor.

Naquele tempo, 8as mulheres partiram depressa do sepulcro. Estavam com medo, mas correram com grande alegria, para dar a notícia aos discípulos. 9De repente, Jesus foi ao encontro delas, e disse: “Alegrai-vos!” As mulheres aproximaram-se, e prostraram-se diante de Jesus, abraçando seus pés.

10Então Jesus disse a elas: “Não tenhais medo. Ide anunciar a meus irmãos que se dirijam para a Galileia. Lá eles me verão”. 11Quando as mulheres partiram, alguns guardas do túmulo foram à cidade, e comunicaram aos sumos sacerdotes tudo o que havia acontecido. 12Os sumos sacerdotes reuniram-se com os anciãos, e deram uma grande soma de dinheiro aos soldados, 13dizendo-lhes: “Dizei que os discípulos dele foram durante a noite e roubaram o corpo, enquanto vós dormíeis. 14Se o governador ficar sabendo disso, nós o convenceremos. Não vos preocupeis”.

15Os soldados pegaram o dinheiro, e agiram de acordo com as instruções recebidas. E assim, o boato espalhou-se entre os judeus, até o dia de hoje.

— Palavra da Salvação.

— Glória a vós, Senhor.

Catedral Nossa Senhora da Conceição, Bragança Paulista / SP. Arquivo Pessoal.

– Caindo a tarde.

Não há entardecer como esse do Bairro Medeiros, em Jundiaí.

O clique foi às 17h, enquanto as nuvens faziam graça com o sol!

Valeu ou não?

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– Os 18 torcedores briguentos presos em Santos x Coritiba. E quem pagará a reforma da UPA?

Em plena Páscoa, vários torcedores de Santos e Coritiba brigaram nas ruas da Baixada Santista. Apenas 18 foram presos (9 de cada time). E além da bagunça, vandalizaram uma UPA.

O que o Pronto Socorro público tem a ver com esses caras? Quem pagará os prejuízos?

Se estivéssemos num país sério, esse pessoal só seria liberado (se é que já não foram) após os consertos e um julgamento justo (mas rigoroso).

Cansa, toda a semana, ver violência no futebol.

Briga entre torcedores de Santos e Coritiba rende caos e vandalismo; veja os vídeos

Torcedores de Peixe e Coxa espalharam selvageria no litoral paulista, imagem extraída de. Foto: Reprodução (extraída de: https://www.bandab.com.br/esporte/times/coritiba/briga-torcedores-santos-coritiba-videos/).

– Pérolas da Internet: a entrevista de Lula à Playboy em 1979!

O tempo faz com que amadureçamos e nos arrependamos de algumas falas. Acontece com todos!

E perdida na web, um trecho de Lula falando sobre à admiração a homens que derrubam governos (inclua-se Fidel, Hitler…)!

Abaixo (público na Internet):

PLAYBOY (EDIÇÃO 1979 E LULA)

Playboy – Há alguma figura de renome que tenha inspirado você? Alguém de agora ou do passado?

Lula [pensa um pouco]- Há algumas figuras que eu admiro muito, sem contar o nosso Tiradentes e outros que fizeram muito pela independência do Brasil (…). Um cara que me emociona muito é o Gandhi (…). Outro que eu admiro muito é o Che Guevara, que se dedicou inteiramente à sua causa. Essa dedicação é que me faz admirar um homem.

Playboy – A ação e a ideologia?

Lula – Não está em jogo a ideologia, o que ele pensava, mas a atitude, a dedicação. Se todo mundo desse um pouco de si como eles, as coisas não andariam como andam no mundo. (…)

Playboy – Alguém mais que você admira?

Lula [pausa, olhando as paredes] – O Mao Tse-Tung também lutou por aquilo que achava certo, lutou para transformar alguma coisa.

Playboy – Diga mais…

Lula – Por exemplo… O Hitler, mesmo errado, tinha aquilo que eu admiro num homem, o fogo de se propor a fazer alguma coisa e tentar fazer.

Playboy – Quer dizer que você admira o Adolfo?

Lula – [enfático] Não, não. O que eu admiro é a disposição, a força, a dedicação. É diferente de admirar as idéias dele, a ideologia dele.

Playboy – E entre os vivos?

Lula [pensando] – O Fidel Castro, que também se dedicou a uma causa e lutou contra tudo.

Playboy – Mais.

Lula – Khomeini. Eu não conheço muito a coisa sobre o Irã, mas a força que o Khomeini mostrou, a determinação de acabar com aquele regime do Xá foi um negócio sério.

Playboy – As pessoas que você disse que admira derrubaram ou ajudaram a derrubar governos. Mera coincidência?

Lula [rápido] – Não, não é mera coincidência, não. É que todos eles estavam ao lado dos menos favorecidos.

Playboy – No novo Irã, já foram mortas centenas de pessoas. Isso não abala a sua admiração pelo Khomeini?

Lula – É um grande erro… (…) Ninguém pode ter a pretensão de governar sem oposição. E ninguém tem o direito de matar ninguém. Nós precisamos aprender a conviver com quem é contra a gente, com quem quer derrubar a gente. (…) É preciso fazer alguma coisa para ganhar mais adeptos, não se preocupar com a minoria descontente, mas se importar com a maioria dos contentes.

Imagem extraída de: https://twitter.com/izzynobre/status/1094301593166536705?lang=hr

– Na Dom Pedro I…

A beleza do Interior Paulista: aqui, Atibaia, no trecho da Rodovia Dom Pedro I.

Viva a natureza e a sua beleza!

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– Mansidão e Pobreza de Espírito.

Existe uma expressão popular na qual chamamos as pessoas insensíveis e/ou desumanas de “pobres de espírito”.

Na Bíblia, especialmente no Sermão da Montanha, Jesus se refere aos pobres de espírito como mansos, abertos e confiantes à mensagem do Pai. Pobreza no sentido de humildade, aceitação e confiança!

Nas tribulações, estamos seguros de que Deus nos ajudará? Já passamos em nossas vidas tantos percalços e superamos os mesmos – com a ajuda do Criador. Por quê seria diferente agora?

Nos momentos de dificuldades, dando a mão para Nossa Senhora (intercessora junto a Jesus), agarremo-nos na Providência Divina. Sem desespero, com a certeza do amparo celestial, caminhemos!

E você: confia o suficiente na Ajuda do Alto, é manso e sereno? A oração em local calmo e sem dispersão espiritual é um grande auxílio para ser Pobre de Espírito no sentido religioso.

Jesus é Deus: TERCEIRO SERMÃO DA MONTANHA

Imagem extraída da internet, autoria desconhecida. Quem conhecer o autor, favor informar para crédito.

– A passionalidade dos comentários sobre os times de futebol.

comentaristas de futebol muito bons na imprensa brasileira. Gosto de acompanhá-los, os ouvir e aprender com eles. Aliás, desde a minha cidade natal, Jundiaí, passando pela minha atual, Bragança Paulista, até à mídia nacional, leio e escuto coisas excelentes.

Porém…

Em todas as atividades há os bons e há os ruins. Vide o que acontece neste começo do Brasileirão: numa rodada, Paulo Sousa, treinador do Flamengo, parece que é o maior “mico” estrangeiro dos últimos tempos trazido ao Brasil, e que vai cair. Bastou ganhar de 3×1 do São Paulo jogando bem… e alguns mesmos críticos bradam: o “Portuga é bom”!

Rogério Ceni, quando fez um abafa com o São Paulo sobre o Palmeiras no primeiro jogo da final do Paulistão, era genial! Ao perder para o Verdão no 2o jogo, em 3 dias, virou uma besta.

É muita passionalidade, e serve para todos os clubes. A volatilidade de alguns sobre Abel Ferreira ou Vítor Pereira são outros exemplos. É diferente de você mudar de opinião pois a circunstância mudou, mas sim uma contradição de ponto de vista unicamente por um resultado obtido.

Insisto: a coerência, acompanhada pelo conhecimento, encantam o ouvinte mais racional. A incoerência, o comentário exaltado e “superlativo” em todos os sentidos, agrada o torcedor mais passional.

Nesta última rodada, já há quem defenda Roger Guedes na Seleção Brasileira, por conta dos gols marcados pelo Corinthians contra o modesto Avaí! Mas todos os problemas do Timão simplesmente se dissiparam?

É por isso que crises surgem e somem tão rapidamente…

Comentar com o cérebro ou com o coração?

Imagem extraída de: https://www.medicus.pt/pt/blog/post/coerencia-cardiaca-como-praticar

– Brilhe, Astro-Rei.

Cada novo dia, uma nova oportunidade para se viver!

Que beleza o lindo sol que temos hoje! Esse aqui, cliquei na divisa de Jundiaí com Itupeva:

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– Ofereça o que puder!

Em nossa vida, precisamos ser gentis, educados e propositivos no acolhimento.

Nestes tempos tão difíceis, ofereça a bondade do seu coração!

Abaixo, uma imagem simplória, mas necessária de se praticar:

Imagem extraída da internet, autoria desconhecida. Quem conhecer o autor, favor informar para crédito.

– Uma bonita alvorada.

Na imagem, um amanhecer muito bonito na Pista de Atletismo do Bolão, em Jundiaí-SP, de dias atrás. As nuvens e o colorido do céu dão um charme à alvorada da Terra da Uva.

Como não ter inspiração?

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– Cães e gatos.

O que vale é a Amizade! 🫣

Como explicar essa relação dos nossos bichinhos?

A gata e a cachorra ora brincam, ora brigam. Dormem juntas, se esquentam, e dá uns 5 minutos e… vira MMA, UFC, ou algo que o valha.

E são invocadas! Olhe só o vídeo, em: https://youtu.be/gNPleycv_x4

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