– Ufa!

Dia 35 de aproximadamente 150 vencidos. Graças a Deus.

Tentando ser “pãe” na ausência da mamãe, que está se sacrificando por todos nós (motivo em: https://wp.me/p4RTuC-Bm4).

Hoje foi bem melhor do que ontem. Dei conta das tarefas e cuidei com muito carinho da minha filha mais velha. Que seja sempre produtiva a jornada como a desse dia que encerra.

Até amanhã!

– Entendendo a Nova Frugalidade.

A Nova Frugalidade chegará ao nosso país, ou já está repercutindo, inconscientemente, em nossas vidas?

Nos EUA, um fenômeno econômico-social aconteceu: as pessoas deixaram de ir a shoppings, teatros ou de gastar em produtos não-essenciais, devido a crise econômica. O abandono de consumidores de certas áreas econômicas foi chamado de Nova Frugalidade, e como todo modismo global, em breve repercutirá no Brasil.

Entenda o que é essa tal de “Nova Frugalidade”, extraído de: http://portalexame.abril.com.br/revista/exame/edicoes/0942/marketing/reverso-fortuna-466551.html

O REVERSO DA FORTUNA

por Daniel Hessel

Em apenas oito meses, a crise financeira americana provocou estragos sem paralelo na história recente dos Estados Unidos. Além de fulminar o mercado de crédito, o índice Dow Jones e a cidade de Detroit, os raios mortíferos provenientes da tempestade econômica atingiram também um dos pilares do american way of life: o consumismo desenfreado e livre de culpas que movimenta mais de dois terços da economia do país. Endividada, assustada pelo fantasma do desemprego e acusada de estar entre os culpados por boa parte da crise com sua gastança desmedida, a classe média americana virou as costas para shopping centers, lojas de grifes, restaurantes estrelados e até mesmo shows e peças de teatro. Hoje, em plena ressaca moral de décadas de consumismo, tornou-se popular a doutrina da nova frugalidade (new frugality), marcada por um estilo de vida austero, em que economizar cada dólar é a regra. O último relatório da divisão de análise econômica do Departamento de Comércio dos Estados Unidos, divulgado no dia 14 de abril, mostra o impacto dessa mudança. Entre março de 2008 e março de 2009, as vendas do varejo diminuíram 9,5%, a primeira queda em quase duas décadas. Ao mesmo tempo, os índices de poupança, que eram próximos de zero em agosto, estão em patamares equivalentes aos de dez anos atrás. Para os economistas, os dois índices combinados indicam que os americanos estão receosos do que vem pela frente. Pesquisas de opinião mostram que a tendência é uma redução nos gastos ainda mais aguda. Segundo um levantamento do instituto Lightspeed Research, do grupo britânico WPP, 70% dos americanos pretendem mudar seus hábitos de consumo nos próximos meses e apenas 45% dos entrevistados acreditam em uma rápida retomada econômica.

No campo oposto estão os que defendem que as mudanças vieram para ficar. O principal argumento desse grupo é que nunca antes houve um aperto no crédito como o provocado pela atual crise e que o estrangulamento nas finanças domésticas das famílias foi tamanho que deixará sequelas na maneira como os americanos encaram o consumo. “Nossas pesquisas apontam que os consumidores buscam mais segurança. E, para eles, gastar menos e manter dinheiro no banco é uma forma de alcançar essa segurança perdida”, diz Michael Silverstein, especialista em tendências de consumo do Boston Consulting Group.

Seja temporária, seja definitiva, a nova frugalidade tem assumido diversas facetas – algumas quase caricatas de tão radicais. De maneira geral, a redução de gastos com combustíveis e bens duráveis, como móveis e eletroeletrônicos, foi prioridade no processo de reajuste (veja quadro acima). Em menor escala, os americanos cortaram as despesas com roupas, acessórios, brinquedos, livros, CDs e DVDs. Ao mesmo tempo, as vendas de alimentos, bebidas e produtos de higiene pessoal e beleza aumentaram. Em meio à frieza generalizante das estatísticas há nuances curiosas, como o crescimento abrupto do mercado para produtos do tipo faça-você-mesmo (do it yourself, ou DIY). Tome-se o exemplo das tinturas para cabelo para uso doméstico, cujas vendas cresceram 27% desde o início da crise – um sinal de que as americanas trocaram os salões de cabeleireiro pela pia do banheiro. Da mesma forma, as famílias estão deixando de pagar por serviços como limpeza doméstica e manutenção de jardins e casas – o que tem sustentado a boa performance dos fabricantes de produtos de limpeza e de varejistas especializados em bricolagem, como a rede Home Depot. O outro lado da moeda é que o setor de serviços domésticos, que sustenta cerca de 18 milhões de americanos, se prepara para tempos ainda mais difíceis.

Num cenário de aperto financeiro, há empresas que são naturalmente favorecidas. É o caso do Wal-Mart, do McDonald’s e da loja online Amazon, reconhecidos por estratégias agressivas de descontos e preços competitivos. Da mesma forma, grandes fabricantes de produtos de consumo para higiene e beleza, como Procter&Gamble e Johnson&Johnson, têm se beneficiado da tendência de o consumidor se permitir pequenas indulgências – um dos raros luxos admitidos pela nova frugalidade. Outras têm se demonstrado irremediavelmente comprometidas com o antigo modelo de consumo supérfluo e precisam de reparos urgentes na estratégia de marketing. Enquadram-se nessa categoria a rede de cafés Starbucks, as grifes internacionais de artigos de luxo e as lojas de departamentos. No caso das marcas de luxo, os especialistas em tendências já deram até um nome ao tipo de reação que elas passaram a despertar no americano médio. Trata-se do populismo vingativo (vengeful populism), em que as marcas são identificadas com o estilo de vida arrogante e perdulário de banqueiros de investimento e altos executivos, acusados de levar o país à ruína. “Essas marcas precisarão resolver esse conflito sob o risco de estar definitivamente associadas a um estilo de vida que as pessoas passaram a desprezar”, diz Thomas O’Guinn, professor de marketing da Universidade de Wisconsin-Madison.

Para sobreviver em meio à crise, os marqueteiros das empresas têm buscado inspiração nos remotos anos 30, período da Grande Depressão americana. A rede de lojas de departamentos Sears ressuscitou um modelo de vendas dirigido a clientes endividados e sem crédito na praça. Trata-se do layaway, sistema em que o cliente escolhe um produto, faz um pequeno depósito e a loja reserva a mercadoria por determinado período (em média 90 dias). A ideia é que o cliente vá pagando o produto em parcelas, conforme for recebendo o dinheiro. Vencido o prazo, ele quita o saldo remanescente. “As redes que não mantiverem uma forte política de descontos e promoções ou não apostarem em soluções criativas como o layaway não conseguirão atrair os consumidores”, diz Kathy Grannis, porta-voz da Federação Nacional do Varejo nos Estados Unidos. Quem não se adaptar à nova frugalidade, seja ela duradoura ou efêmera, corre o risco de ter o mesmo fim dos dinossauros.

bomba.jpg

Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida.

– Pais e Bullying.

Me preocupo quando vejo casos de crianças bolinadoras que ficam atazanando a vida dos seus colegas. Por mais que uma pessoa já formada seja preparada para suportar o sempre condenável bullying, as sequelas uma hora ou outra aparecerão, de dimensões e traumas diferentes.

Se ainda assim a sociedade tem a preocupação com adultos supostamente melhor condicionados a enfrentar essa situação, imagine com crianças e adolescentes que não tem estrutura emocional! Que estrago.

Eu sei que as escolas tratam, em sua maioria, com muita atenção esse tema. Os educadores fazem a parte deles. Mas… e os pais?

Será que quem pratica esse ato tem dimensão das consequências? Claro que não, não foram conscientizadas disso. Por isso o pai e a mãe são fundamentais para evitar tal prática, pois a primeira educação vem deles.

Em especial, na pré-adolescência, onde a criança não é tão criança mas ainda não é moça, e os hormônios e crises existenciais estão a mil por hora, todo cuidado é pouco. Portanto, a quem possa colaborar para um mundo menos traumático, fica a dica: questionem seus filhos a fim de ajudá-los na prevenção do bullying – evitando a prática e ajudando a quem sofre.

O que é bullying | Escola da Inteligência

Imagem extraída da Internet.

– Persistência tem limite.

Você sabe como identificar o momento de mudar de ramo?

Reduzir as chances de quebra é importante tanto quanto o limite da insistência.

Compartilho, extraído de:

http://www1.folha.uol.com.br/mercado/2017/04/1877554-empresario-precisa-saber-identificar-qual-e-a-hora-de-desistir-de-um-negocio.shtml

PERSISTÊNCIA TEM LIMITE

Por Jussara Soares

Para ser um empreendedor de sucesso, além de ter boas ideias e conhecimento de mercado, é preciso saber a hora de parar de insistir e mudar os planos.

“O empresário deve perceber quando está sendo persistente e quando está sendo teimoso. Há empreendedor que, por vaidade, só quer provar que tem razão”, afirma José Marques Pereira Junior, professor da Escola de Negócios do Sebrae-SP.

Para decidir se vale a pena resistir ou não, o profissional deve fazer uma autocrítica amparada em indicadores que apontem a viabilidade da empresa e o fôlego financeiro -e emocional- de quem deseja manter o negócio.

“Se o empreendedor percebe que não está indo a lugar nenhum, é hora de repensar o modelo do negócio”, complementa o consultor.

Em 2008, o procurador do Trabalho Renato Saraiva, 48, criou um curso preparatório para o exame da Ordem dos Advogados do Brasil presencial e transmitido via satélite para algumas universidades.

Um ano depois, a concorrência de escolas tradicionais e o alto custo da tecnologia quase o levaram à falência. Para salvar o empreendimento, Saraiva passou a veicular as aulas pela internet.

“Abandonamos o curso presencial e criamos o que depois viria a ser o primeiro curso on-line da CERS, uma holding de educação digital”, explica ele, presidente do grupo. A mudança fez com que o faturamento passasse de R$ 1 milhão em 2009 para R$ 73 milhões em 2016.

Hoje, a holding prepara profissionais para a carreira pública e para o mundo corporativo. Cerca de 700 mil pessoas já estudaram com a ajuda da empresa.

SOB NOVA DIREÇÃO

Em muitos casos, a melhor saída é encerrar um projeto e recomeçar. “É comum empreendedores tentarem várias vezes antes de obter sucesso. Essas tentativas podem significar aprendizado e experiência”, diz Luiz Manzano, diretor de apoio a empreendedores da Endeavor Brasil.

Os irmãos Rennan Sanchez, 30, e Ricardo Brandão, 38, comemoram a expansão da empresa Sky.One, especializada no serviço de “cloud” (armazenamento de dados na nuvem) para fabricantes de softwares, fundada por eles e outros dois sócios em 2014.

Eles têm 500 clientes no Brasil e mais de 20 nos Estados Unidos, além de uma base que está sendo montada em Viena, na Áustria, para atender o mercado europeu. O sucesso, no entanto, veio depois de tentativas frustradas em outros negócios na área.

PREVENIR É MELHOR – O que pode ser feito para reduzir as chances de quebra:        

1.O plano de negócio pode e deve mudar ao longo da vida da empresa. Vale fazer uma revisão a cada três meses no primeiro ano e uma vez por semestre no segundo. A partir do terceiro, uma análise anual pode bastar.

2.Permaneça atento: sempre pode haver um risco que não foi contabilizado, como sazonalidade, normas e regulamentações do setor ou necessidade de injeção de capital, que pode minar a viabilidade do produto.

3.Observe se outras empresas de seu ramo estão vendendo bem, como se relacionam com os clientes, que tipo de inovação criam e se há novas tendências no segmento.

4.Expandir a empresa no momento errado pode ser um tiro no pé. Avalie se é possível gerir um negócio de maior porte com a estrutura atual.

Imagem relacionada

Imagem extraída da Internet.

– A beleza e a fé.

A bonita fotografia da Catedral Nossa Senhora da Conceição, a Matriz de Bragança Paulista (hoje, um pouco antes da chuva, no começo da noite).

Não há problema da beleza acompanhar a fé!

📸 #FOTOGRAFIAéNOSSOhobby
#sky #céu #natureza #horizonte #fotografia #paisagem #landscapes #inspiração #mobgrafia #igreja #fé #church #Catolicismo #nuvens

– Os efeitos da Música sobre as crianças.

Música é vida! Para muitas pessoas, ela influencia demais o dia-a-dia. Mas além disso, existe musicoterapia e outros usos muito nobres.

Você sabe como é a influência da música para as crianças?

Abaixo, uma postagem muito interessante sobre isso:

Publicado originalmente em ilpensierononlineare: 

Musical/Mente: gli effetti della musica sui bambini.

La vita dell’essere umano è scandita fin da subito (dall’esperienza intrauterina), dalla presenza del ritmo. Le esperienze prenatali includono infatti la regolare presenza del battito cardiaco e del respiro materno; esperienze a cui seguirà dopo la nascita l’uso di tutta una serie di “suoni” che chi si prende cura del bambino, userà per comunicare con quest’ultimo/a. Tra i primi suoni utilizzati per comunicare o attirare l’attenzione del bambino, abbiamo l’uso delle filastrocche o ninnenanne.

Le filastrocche o comunque tutte quelle canzoncine usate, sono di solito caratterizzate da elementi comuni ovvero: estrema regolarità, semplicità e ripetitività. Si tratta in sostanza di canzoncine molto semplici (sia dal punto di vista ritmico che melodico), che riescono a creare come una sorta di sospensione, di attesa, un “prima o poi qualcosa accadrà”, che riesce a tenere i bambini calmi e sereni, analogamente a quanto accadeva quando nell’esperienza intrauterina erano cullati e coccolati dal suono della voce materna.

Numerose ricerche hanno affrontato il tema poc’anzi esposto. In generale si potrebbe dire che tutti nasciamo con una “certa” predisposizione ai suoni (proprio in vista delle esperienze intrauterine vissute), tuttavia i ricercatori hanno deciso di indagare ulteriormente la questione. Si è quindi deciso di valutare se, in qualche modo, essere sottoposto a giochi o attività musicali abbastanza precocemente possa rendere successivamente più bravi a distinguere/riconoscere i suoni oppure a percepirne la loro regolarità/irregolarità. La domanda a cui provare a rispondere diventa pertanto se l’allenamento possa essere un valido aiuto nello sviluppare la capacità di elaborazione dei suoni, oppure se solo chi in partenza ha una sensibilità più spiccata è poi successivamente più propenso a dedicarsi alla musica.

Christina Zhao e Patricia Kuhl, dell’Università di Washington, hanno distinto le due possibilità dividendo circa 40 bambini di nove mesi in 2 gruppi e facendoli poi giocare per un mese con i genitori: un gruppo ha ascoltato musiche complesse (ad esempio un Valzer) aiutando i genitori a batterne il ritmo mentre l’altro gruppo si è dedicato a giochi come quello delle macchinine; gioco simile a quello dell’altro gruppo (in termini di intensità e interazione di movimenti), ma senza musica.

Lo step successivo è stato far ascoltare altre musiche dai ritmi simili ma con anomalie e interruzioni del ritmo. I successivi esami dell’attività cerebrale (magnetoencefalografia) hanno mostrato che chi aveva ascoltato musica attivava di più le aree uditive e la corteccia prefrontale in risposta alle anomalie; si dimostrava pertanto una maggior capacità di attenzione e analisi dei suoni. Il dato interessante fu tuttavia un altro, ovvero che questi bambini erano anche maggiormente capaci di attivare una “risposta” in seguito all’ascolto di una lingua straniera.

“L’ascolto musicale precoce sembra migliorare la capacità dei bambini di decodificare suoni complessi individuandovi regolarità, un aspetto importante nella comprensione del linguaggio, e quindi potrebbe favorire anche l’apprendimento linguistico”, Zhao et Kuhl, “Proceedings of the National Academy of Sciences”.

L’importanza dell’educazione all’ascolto musicale fu compresa anche da Maria Montessori che nel suo testo “Il metodo della pedagogia scientifica”, comprese come “la musica aiuta e potenzia capacità di concentrazione, ed aggiunge un nuovo elemento alla conquista dell’ordine interiore e dell’equilibrio psichico del bambino” evidenziando inoltre come questa capacità fosse di sostegno allo sviluppo del linguaggio e all’ampliamento del vocabolario.

Da musicista e psicologa ho sempre sostenuto l’importanza della musica. Credo sia fondamentale potenziare l’educazione all’ascolto; la capacità di concentrazione e sintonizzazione sul proprio e altrui Sè, che ascoltare un qualsiasi pezzo musicale richiede, è un potente mezzo nonchè una potente risorsa che l’essere umano ha. Investiamo tanto tempo nella velocità del nostro tempo moderno, dimenticando di fermarci ogni tanto, anche solo per una piccola pausa. E’ la musica che ce lo insegna.. ogni tanto prendiamo un piccolo respiro, un piccolo silenzio tra le mille note che riempiono la nostra giornata e impariamo ad ascoltare.. più intensamente. Di più.

“Finisce bene quel che comincia male”

Dott.ssa Giusy Di Maio.

– Que feio, Abel Braga!

Puxa, sempre tive muito respeito e admiração pela pessoa do Abel Braga. Mas, ao ver o desdenho dele com o ocorrido no Ninho do Urubu… decepcionante.

Não foi o Fluzão que passou algo parecido (após a eliminação da Libertadores) como o que aconteceu com o Mengo?

Para quem não viu, aqui: https://esportes.r7.com/futebol/abel-braga-ironiza-protestos-no-ct-do-flamengo-que-se-f-eles-08042022

Abel Braga ironizou a crise no Flamengo e os protestos no Ninho: "Me desculpa e que se f... eles"

ALEXANDRE NETO/PHOTOPRESS/ESTADÃO CONTEÚDO – 21/03/2022

– Sunset.

18h no Interior Paulista.

Rapaz… isso se chama “Natureza Perfeita”! Viram a foto abaixo?

Neste sol, o Criador caprichou no poente…

📸 #FOTOGRAFIAéNOSSOhobby
#inspiration #paisagem #mobgrafia #sol #sun #nature #landscape #sunset

– Dicas do “Sucesso” em pessoa! Qual é a fórmula do bom êxito?

Li uma reportagem a respeito do SUCESSO. A matéria trouxe uma entrevista de Malcoml Gladwell, conhecido como “doutor Sucesso”, e um dos campeões de venda de livros nos EUA.

Basicamente, ele diz que a fórmula do sucesso é um mix composto de:

  1. TALENTO GENIAL;
  2. ESFORÇO OBSTINADO;
  3. AMIGOS INFLUENTES; e
  4. SORTE.

O texto, extraído em duas partes, de: 

http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EMI17730-15204,00-O+DOUTOR+SUCESSO.html

http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EMI17725-15228,00.html

Resultado de imagem para sucesso

Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida. Quem conhecer, favor informar para crédito.

– Crie suas opiniões.

Eu sempre costumo falar aos meus alunos, sejam eles de Administração, Empreendedorismo ou qualquer outra disciplina: ouçamos tudo e a todos, e filtremos as informações válidas para termos condições de opinar.

Ler e conhecer todos os lados é importante para nosso espírito crítico!

Uma mensagem, abaixo:

– Porquê Seneme trocou a Conmebol pela CBF, sem ingenuidades:

De maneira bem clara: todo mundo sabe que, na Conmebol, é “Brasil x Hermanos de Língua Espanhola”. O fato dos clubes brasileiros, nas últimas edições dos torneios continentais, estar monopolizando os jogos finais (e também semifinais) desagrada a muitos.

A Comissão de Árbitros é muito estratégica na entidade. Carlos Alarcón, por muitíssimo tempo, fez o que quis sempre com a benção dos argentinos e olhos tortos dos brasileiros (Carlos Amarilla e Ubaldo Aquino que o digam). E Wilson Luís Seneme, que colocou as coisas nos eixos por lá, substituiu muito bem o ex-cartola (que caiu em meio aos escândalos de prisões de presidentes da Conmebol).

Entretanto… 

Quando ocorreram erros do VAR e de outros árbitros nas competições, havia muita chiadeira pelo fato dele ser brasileiro. Dê um simples “Google” e verá os clubes da AFA enchendo a paciência de Alejandro Domíngues.

Seneme estava ajudando a CBF a arranjar um nome estrangeiro (de preferência, europeu) para comandar os árbitros brasileiros, e existiram recusas (a principal, de Vítor Pereira). E estando há apenas dois dias do início do Brasileirão, veio a ótima oportunidade: A Conmebol, que estava satisfeita com Seneme mas acuada pelos clubes e entidades de fora do Brasil, poderia “demiti-lo” sem remorso, para que ele assumisse a CBF no dia seguinte da sua demissão (informações de que isso foi acordado entre Ednaldo Rodrigues e Alejandro Domíngues do GloboEsporte, no link citado em: https://pergunteaoarbitro.wordpress.com/2022/04/07/e-deu-seneme-na-cbf/).

O paraguaio Enrique Cáceres, um nome unânime entre clubes e Conmebol, assumiu a Comissão de Arbitragem (e ela o chefe do VAR da Sul-americana).

Portanto, a demissão de Seneme na Conmebol para assumir a CBF no dia seguinte foi algo combinado entre os presidentes da entidadepara a sul-americana, a fim de agradar argentinos; para a nacional, a fim de preencher um cargo importante onde não conseguiu nome estrangeiro. E bom para o Seneme, que não entrará na fila do Seguro-Desemprego.

Sobre o que era desejado inicialmente, em: https://youtu.be/gxyDGuMQuDg

– A história dos M&M’s

Se você é chocólatra, achará curioso: os simpáticos M&M’s, tão coloridos e saborosos, surgiu durante a Guerra Civil Espanhola!

Mas veja outras interessantes particularidades ao longo dos anos desse chocolate de sucesso, abaixo:

Extraído de: http://chocolatedocechocolate.blogspot.com/2013/10/m-e-sua-historia.html

M&M’S E A SUA HISTÓRIA

Quem poderia imaginar que a idéia para os M&M’s nasceu no cenário da Guerra Civil Espanhola?

A lenda conta que, durante uma viagem à Espanha, o comerciante Forrest Edward Mars encontrou soldados que estavam a comer pequenos pedaços de chocolate envoltos em cascas açucaradas rígidas, evitando assim que eles derretessem. Inspirado nesta ideia, Mars voltou à sua cozinha e inventou a receita exclusiva dos famosos M&M’s, recebendo a patente dos confeitos no dia 3 de Março de 1941. 

Vendido ao público pela primeira vez ainda nesse ano, os confeitos de chocolate com leite M&M’s tornaram-se os favoritos dos soldados americanos que serviam na Segunda Guerra Mundial.
Embalados em tubos de cartolina, foram vendidos aos militares como um lanche conveniente, porque suportava bem as viagens sob qualquer clima.

O nome da marca deriva de “Mars & Murrie” (Bruce Murrie, filho do então presidente da tradicional Hershey’s era o parceiro de negócios de Forrest Mars). Os confeitos foram lançados originalmente em cinco cores: castanho, amarelo, vermelho, verde e violeta.

Imediatamente se tornou um sucesso porque, na época, o ar condicionado ainda era muito pouco comum e o derretimento das barras de chocolate tornou-se um grande problema na época do verão, o que não acontecia com os M&M’s por causa de seu revestimento, e permitindo que pudessem ser comercializados o ano inteiro.

No final da década, os M&M’s começaram a ser comercializados para o público em geral e, mais uma vez, foi um sucesso.

Em 1948, a embalagem mudou do tubo para o característico saquinho castanho de celofane conhecido hoje, e no ano seguinte a cor violeta seria substituída pelo bronze. E foi somente em 1950 que a letra “M” passou a ser impressa nos confeitos em cor preta, divulgada pelo slogan “Look for the M on every piece”(“Procure o M em cada confeito”), e só em 1954 mudou para  acor branca como é conhecida nos dias de hoje. 

Atualmente, o “M” gravado em todos os confeitos é colocado por uma máquina com calibragem sensível, evitando assim que os confeitos se quebrem.

Com a publicidade da televisão nessa década, os M&M’s tornaram-se parte do vocabulário americano e uma guloseima constante nos lares de milhões de pessoas.

Com a estreia oficial de seus coloridos personagens na televisão e a primeira expansão na linha de produto, com a introdução da versão feita com amendoim, a marca popularizou-se pelo país inteiro muito rapidamente.

Em 1976, os M&M’s vermelhos foram retirados da tradicional mistura de cores, devido à controvérsia pública a respeito dos corantes de alimentos que levavam essa cor serem cancerígenos. Esse corante vermelho (“red dye #9”) não era utilizado nos tradicionais M&M’s. Porém, para evitar confusão na mente dos consumidores e causar dúvidas, o confeito vermelho foi retirado da mistura. Nesse mesmo ano, a cor laranja foi adicionada à mistura dos M&M’s Amendoim, juntando-se ao verde e ao amarelo, que foram adicionados em 1960 à cor castanha já existente.

Em 1980, os famosos saquinhos de M&M’s ganharam 10% a mais de peso sem que o preço fosse aumentado, numa promoção chamada “You Get More For Your Money From M&M’s”. Foi a partir deste momento que a marca deu início a uma forte expansão internacional, e nos próximos dois anos, M&M’s seria lançado em 16 países incluindo Austrália, Canadá, Hong Kong, Malásia, Dinamarca, França, Alemanha, Irlanda, Itália, Japão e Reino Unido.

1981, o produto foi escolhido pelos astronautas da primeira nave espacial da NASA para ser incluído na lista de suprimentos. Era a publicidade que a marca precisava.

Pouco depois, em 1984, a empresa investiu em mais uma ação eficaz de marketing, quando os M&M’s foram nomeados como doce oficial dos jogos olímpicos de Los Angeles, Califórnia. Uma linha especial de produtos para os dias festivos foi desenvolvida no início desta década. Essas novas misturas de cores sazonais incluíam verde e vermelha nos M&M’s especial para o Natal e cores pastéis para a edição de Páscoa.

Posteriormente, outras edições especiais foram introduzidas com cores laranja e preto para o Dia das Bruxas (Halloween); além do vermelho, rosa e branco para o Dia dos Namorados (Valentine’s Day).
O ano de 1987 foi muito importante na história da marca. Foi nesta época que o confeito vermelho voltou à tradicional mistura de cores, atendendo a intensos e calorosos pedidos dos consumidores. Com isto, a mistura original dos M&M’s passou a contar com seis cores.

Em 1993, novos M&M’s foram disponibilizados em lojas especializadas, que ofereciam 24 cores diferentes do delicioso confeito. No ano seguinte, a cor azul (em substituição ao bege) passou a fazer parte da mistura do M&M’s original.

Em 1996, a marca continuou literalmente na boca do povo com ações inusitadas e pioneiras, como o M&M’s STUDIO, um hotsite lançado em 1996, nos primórdios da Internet. Nesse portal a marca parodiava o universo de Hollywood utilizando suas coloridas e cativantes mascotes, onde os internautas poderiam acompanhar detalhes sobre as vidas de celebridades.

Outro momento histórico para marca ocorreu durante o verão de 2000. Foi decidido, depois de tantos anos, que os M&M’s Chocolate com Leite eram bons demais para serem chamados de “Simples” (expressão americana para designar o item) e toda a linha de embalagem passou por uma mudança de denominação: de Confeitos de Chocolate Simples para Chocolate com Leite. O anúncio foi feito pelo tagarela personagem vermelho, afirmando que era ele quem vinha a fazer toda a campanha por essa mudança já há um bom tempo. Além disso, neste ano ocorreu o relançamento do M&M’s MINI com novas embalagens (quatro opções de cores) que se encaixavam formando esculturas.

A cor lilás foi introduzida no ano de 2002 através de uma enorme votação que envolveu consumidores de 200 países. 

Em Junho de 2004, a marca ganhou ainda mais popularidade quando o piloto da SpaceShipOne, Mike Melvill, abriu um pacote dos famosos confeitos ao atingir a fronteira do espaço, mostrando a leveza do ar enquanto os pedaços coloridos de chocolate flutuavam na cabine.

Recentemente a famosa revista americana BusinessWeek compilou uma lista com os doces mais populares do mundo, e em primeiro lugar aparecem os confeitos de chocolates M&M’s. Uma prova da eficicácia do marketing da marca, que transformou M&M’s em uma vasta gama de produtos muito além dos confeitos.  

Os produtos da M&M’s são comercializados em mais de 100 países ao redor do mundo, transformando-se nos confeitos de chocolates mais populares e vendidos do planeta.

Cada saquinho tradicional de M&M’s, na versão chocolate ao leite, possui uma proporção de: 30% de confeitos marrons, 20% de vermelho, 20% de amarelo, 10% de azul, 10% de laranja e 10% de verde.

Agradecimentos a http://mundodasmarcas.blogspot.pt   

Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida.

– Não ao ABORTO! Sim, à vida. Sobre a triste frase de Lula:

Pode ser qualquer candidato: Bolsonaro, Ciro, Dória, Lula, Moro ou qualquer outro. Se defender o aborto, certamente não terá meu voto.

Eu defendo o nascituro. Não podemos tirar a vida de ninguém, e um indefeso bebê no ventre não pode ter culpa dos possíveis erros ou escolhas de seus pais.

Desta vez, foi Lula quem defendeu o aborto, dizendo que a “pauta da família, dos valores, é muito atrasada”. E ressaltou que não se deve ter vergonha disso:

“(…) Na verdade, deveria ser transformado em uma questão de saúde pública e todo mundo ter direito, e não vergonha.”

Sou descaradamente contra o aborto, por questões humanitárias e também por situações pessoais. Defendamos a vida!

LULA DIZ QUE “PAUTA DA FAMÍLIA É MUITO ATRASADA” E VOLTA A DEFENDER O ABORTO.

O pré-candidato à presidência da República pelo Partido dos Trabalhadores (PT), Luis Inácio Lula da Silva, declarou nesta terça-feira, 5 de abril, que a “pauta da família, dos valores, é muito atrasada”.

Lula participou do debate “Brasil-Alemanha-União Europeia: desafios progressistas, parcerias estratégicas”, realizado pela fundação Perseu Abramo, do próprio PT, e pela fundação alemã social-democrata Friedrich Ebert, que atua no Brasil desde 1985.

Segundo reportagem da agência católica de notícias ACI Digital, o candidato petista afirmou em defesa do aborto:

“Mulheres pobres morrem tentando fazer aborto porque o aborto é proibido, é ilegal, quando a madame pode ir fazer um aborto em Paris, escolher ir pra Berlim. Na verdade, deveria ser transformado em uma questão de saúde pública e todo mundo ter direito, e não vergonha. A sociedade evoluiu muito, os costumes evoluíram muito e precisamos ter coragem para fazer esse debate”.

Em março, Lula já tinha se pronunciado a favor da legalização do aborto no Brasil, embora recostando-se numa postura escorregadia para tentar alegar que, pessoalmente, não o apoia:

“Eu, Lula, pai de cinco filhos, sou contra o aborto e sempre fui. Agora, eu, chefe de Estado, preciso tratar o assunto como saúde pública”.

A dubiedade da afirmação foi criticada pelo cardeal dom Odilo Pedro Scherer, arcebispo de São Paulo, que a qualificou como “uma declaração infeliz“.

Em tempo: reforço que qualquer candidato que defender o aborto não terá o meu voto. Aliás nenhum dos senhores pré-candidatos até agora me convenceu, pois procuro alguém honesto, competente e que tenha credibilidade (e não achei nenhum).

Feto Humano Dentro Icon Set 471279 Vetor no Vecteezy

Imagem extraída de: https://pt.vecteezy.com/arte-vetorial/471279-feto-humano-dentro-icon-set

– E se Paulo Sousa e Vítor Pereira voltassem no tempo, assinariam com Flamengo e Corinthians?

Os treinadores de Flamengo e Corinthians estão assustados com o que estão vendo em seus clubes, não tenhamos dúvida.

O flamenguista vê críticas ao seu trabalho, uma diretoria confusa no relacionamento com torcedores organizados e uma certa má vontade dos seus jogadores. O corintiano idem, somando-se às dificuldades financeiras da equipe, que são públicas e notórias.

Será que tanto Paulo Sousa e Vítor Pereira, se pudessem voltar no tempo, recusariam esses trabalhos no Brasil?

Acrescente-se a questão envolvendo, em particular, ao Timão: ameaças ao goleiro Cássio e reuniões com torcedores organizados.

Cá entre nós: se Flamengo ou Corinthians fossem clubes-empresas, SAFs ou simplesmente tivessem uma gestão mais profissional e não passional, tudo isso estaria acontecendo?

Fica para a reflexão: a passionalidade incontrolável dos dirigentes e torcedores está acabando com o futebol brasileiro, ou o problema é outro?

Destaque do Brasileirão é descartado no Flamengo e Corinthians em 2022 |  Futebol | iG

Imagem extraída de: https://esporte.ig.com.br/futebol/2021-10-27/destaque-do-brasileirao-e-descartado-no-flamengo-e-corinthians-em-2022.html?Foto1

– Um bonito dia.

Sem filtros, o Lago do Taboão às 11h30, em Bragança Paulista.

O dia está bonito ou não?

📸 #FOTOGRAFIAéNOSSOhobby
#amanhecer #morning #sol #sun #sky #céu #natureza #horizonte #fotografia #paisagem #landscapes #inspiração #mobgrafia #XôStress #nuvens #clouds

– Redes Antissociais? A Internet não pode ser tóxica.

O que você quer de uma Rede Social?

Eu quero ter o direito de opinar o que pensomas devo respeitar, logicamente, o que os outros pensam. Afinal, não é um ambiente particular de publicação, é uma rede na sociedade (e precisamos ter boa educação, evidentemente).

Dentro dessa ideia, me custa crer que as pessoas, quando não concordam com alguém, resolvem não debater, mas ir à página alheia ofender! Não existe diálogo social na Rede Social?

Discutir é importante, sobrepor opinião ou desqualificar a sua… não vale. 

Aliás, quem inventou essa história de que “amigo” de Rede Social necessariamente é seu amigo? Pode ser um hater! Essa história de amigo virtual faz com que repensemos quem faz parte da nossa rede e que seja amigo, conhecido, interessado ou apenas curioso.

Se percebemos a toxidade de uma Rede Social (ou seja: que ela não faz bem), vale pensar: vale a pena estar nela? Ou melhor: vale a pena estar com quem, dentro dela?

O que seria entretenimento, informação e diversão, não pode nunca ser fardo.

Facebookcídio: usuários contam por que saem do Facebook (e por que ...

Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida.

 

– Bom dia, 6a feira (post 4 de 4).

🌅 05h45 – Desperte, Bragança Paulista, com horizonte dourado.

Que a sexta-feira possa valer a pena!

(E há de valer, creiamos nisso).

🍃🙌🏻 📸 #FOTOGRAFIAéNOSSOhobby
 #sky #céu #photo #nature #morning #alvorada #natureza #horizonte #fotografia #pictureoftheday #paisagem #inspiração #amanhecer #mobgraphy #nofilter