– O desafio e a dor de Francisco (e das vítimas também).

O Papa Francisco, no voo de volta de Abu Dabi, em entrevista aos jornalistas que o acompanhavam, reconheceu os tristes casos de abusos sexuais e a falta de operância da Igreja Católica para puní-los (situação que ele promete que vai se empenhar para acabar). Para mostrar a transparência do seu Pontificado, estando com o semblante triste, revelou que em alguns mosteiros há relatos de ABUSOS SOBRE FREIRAS, mantidas como ESCRAVAS SEXUAIS!

Imagine a tristeza desse homem, que tanto tem que chefiar a Igreja e orientar os fiéis, ao ver essa libertinagem no clero.

Claro, a dor das vítimas que silenciosamente não ousam declarar tal coisa, a fim de não ter que se expor publicamente (o que ocorre na maioria dos casos tão traumáticos), talvez seja maior.

Aí vem o questionamento: como pessoas que se consagram à vida religiosa, buscando levar o conforto espiritual, praticam tal atrocidade? Somente duas coisas podem responder isso: pré-disposição e tentação.

Infelizmente, o Inimigo de Deus usa dos servos dEle para tais ações demoníacas. Mas se ele está conseguindo entrar, é porque na humanidade desses padres e bispos houve uma porta aberta para tal, não? Quem fala de santidade (embora não seja santo porque é falível como qualquer homem ou mulher) PRECISA SE ESFORÇAR na vida em santidade, evitando as oportunidades e usando a armadura da oração e da fé!

Rezemos para os vocacionados servirem fielmente a Deus, pela Santa Igreja e pelas vítimas desses abusos.

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