– Diploma de Honra ao Mérito Esportivo: Meu Agradecimento!

Com alegria, participarei das Homenagens e Distribuição de Títulos Honoríficos concedidos pela Câmara Municipal de Jundiaí, através da indicação do Vereador Albino.

De coração, agradeço o Diploma “Capitão Nivaldo Bonassi” de Incentivo ao Esporte Jundiaiense. Muito me honra em especial o fato da Homenagem levar o nome do querido e saudoso Capitão Bonassi, a quem eu admirava pela hombridade e que sempre foi muito bacana e atencioso comigo nas diversas vezes que conversamos dentro e fora do mundo do futebol.

O evento acontecerá dia 26 de Outubro, e desde já convido aos amigos que desejarem a participar da Solenidade, às 19h00, no Teatro Polytheama.

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– O Ensino Religioso nas Escolas: o que você pensa?

Claro que ensinar bons valores, falar de Deus, propagar a paz é bom. Indispensável. Mas alguns “poréns” a serem discutidos sobre a disciplina “Religião” nas Escolas:

1- A introdução do ensino religioso nas escolas públicas contará com professores especializados (teólogos) e preparados para alunos (e não necessariamente fiéis)?

2- A permissão para que os alunos que não queiram participar das aulas saírem da sala não ocasionará casos de “classes vazias” e/ou constrangimentos, com público diminuto demais (valeria ainda a idéia da introdução da aula de religião em substituição a outra?)

3- E a profissão de fé a ser escolhida: Umbanda, Budismo, Islamismo, Judaísmo? E se for Cristianismo, seria Católico, Evangélico ou Ortodoxo? O Ecumenismo foi descartado?

Enfim, repito: a religião é algo para pacificar, trazer mensagens de amor e unir (independente de qual seja). O problema é agradar as diferentes crenças e fazer com que os alunos não crentes em determina fé não reclamem da escolha ofertada pela instituição de ensino.

Enfim: independente das escolas oferecerem (nesse complicado cenário) as aulas de religião, fica o lembrete: a Igreja, a família e a comunidade são as primeiras evangelizadoras do aluno. Sem contar, claro, o ensino da ausência de fé (ateísmo) ou do não crer mas não duvidar (agnóstico), que se deve respeitar dentro do espírito democrático no nosso país.

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– Força, Roger!

Muito triste: o atacante Roger, ex-São Paulo, Ponte Preta e atualmente no Botafogo (e que justamente nesse ano foi motivo de comoção por sua filha deficiente visual), descobriu que possui um tumor renal e está fora do futebol até o final do ano.

Ele é atleta, se cuida bastante e tem apenas 33 anos. Dizer o quê?

Nada para escrever, apenas dizer e torcer: #ForçaROGER!

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– Você levaria sua filha para a encenação pornô do MAM?

O Museu de Arte Moderna (MAM) trouxe uma performance onde havia um homem nu. Mas diferente da mostra gaúcha de péssimo gosto Queermuseum, onde havia ofensas à religião, imagens de pedofilia e zoofilia abertas ao público, aqui o museu paulistano reservou um espaço com TODOS OS AVISOS do conteúdo que seria encontrado, já que La Bête (ou em português: A Besta) é uma encenação forte para menores de idade. Ou seja: um evento para adultos que simpatizam com tal obra, em ambiente fechado (não me incluo naqueles que entendem isso como “arte”, mas respeito quem pensa diferente). Entretanto, algumas mamães com crianças resolveram participar com suas filhas por lá. 

É culpa da Arte, do Museu ou das Mamães extremamente ultra-liberais o fato de tanta repercussão?

Imagine essa imagem (abaixo) se acontecesse na casa do vizinho; na rua; ou em um lugar qualquer… se uma inocente criança fosse incentivada a tocar um estranho pelado, como isso seria chamado?

Criança deve ser criança. Sempre!

Erotização precoce, aliás, é sinônimo de boa Educação? Desde quando?


Foto 1: La Bête exibida em Salvador-BA

Foto 2: La Bête exibida em São Paulo-SP

– A Bandeira da Felicidade dentro das Organizações

Chefes que pensam no bem estar da equipe e na alegria de cada um de seus funcionários? Isso é possível?

Para o autor de “Felicidade dá Lucro“, sim!

Extraído de: http://epocanegocios.globo.com/Carreira/noticia/2016/09/respeitar-uma-pessoa-no-trabalho-nao-e-so-falar-baixo-com-ela.html

RESPEITAR UMA PESSOA NO TRABALHO NÃO É SÓ FALAR BAIXO COM ELA.

Marcio Fernandes, CEO da Elektro, ficou conhecido por sua filosofia de gestão ancorada na felicidade. Para ele, as empresas têm de criar uma relação de afetividade com os trabalhadores — e isso não tem a ver com ser permissivo

Imagine o seguinte cenário. Uma empresa concorrente faz uma proposta para contratá-lo. Animado, você ensaia deixar o cargo atual e partir para a nova casa. Já está tudo certo para você sair. Só que o seu empregador faz uma contraproposta. E… Fica difícil negar. Se você não passou por tal situação, certamente tem um colega que sim. Mas para Marcio Fernandes, CEO da distribuidora de energia Elektro, a estratégia dessas empresas não faz o menor sentido. “É impossível fazer uma gestão de engajamento em um ambiente onde você compra a permanência das pessoas”, afirma. Marcio ficou conhecido por levantar, com firmeza, a bandeira da felicidade dentro das corporações. Ele é autor do livro “Felicidade dá Lucro” (Companhia das Letras), lançado no ano passado, e suas ideias vão contra os modelos mais tradicionais de gestão.

O executivo, que assumiu a presidência da Elektro aos 36 anos, defende que, com abertura para diálogo e “convergência de propósitos”, é possível ir muito mais longe. Trata-se de uma forte relação de confiança e respeito com os trabalhadores. “A gente precisa entender que respeitar uma pessoa não é só falar baixo com ela ou falar de maneira adequada — isso é não cometer assédio moral.” E se engana quem pensa que a filosofia tem a ver com ser mais permissivo. Nada disso. A “régua é alta” para os funcionários. Ou melhor, “colaboradores”. No meio da entrevista, Marcio Fernandes pede para fazer um adendo: “Não falo de funcionário, falo de colaborador. Máquinas funcionam, pessoas podem optar por colaborar. É bem sensível, mas faz diferença”.

No começo de novembro, ele falará sobre como fazer da felicidade uma vantagem competitiva na HSM Expo 2016, em São Paulo. Nesta entrevista, o executivo aborda a relação que gestores devem construir com sua equipe, o lado positivo de trabalhar sobre pressão e como não deixar que a crise espalhe pessimismo dentro da empresa.

Até que ponto um gestor deve se preocupar com a felicidade de sua equipe no que diz respeito a questões que vão além do trabalho?
Ele tem de se preocupar 100%. Mas não é o “dono” do que acontece na vida das pessoas. Ele tem de ter limites de respeito — não pode invadir a individualidade de maneira alguma —, mas tem de se interessar. É importante saber se a pessoa está bem em casa, se está endividada, se está doente ou se há alguém doente na família. É o interesse genuíno. Isso porque é muito difícil chegar para alguém e dizer: “Minha visão dos seus valores está ali naquela parede, somente siga”. O cara vai odiar, nem sabe se concorda. O que fazemos é, antes de dizer o que queremos dele, perguntar o que ele quer. Se conseguimos ter esse nível de discernimento e sensibilidade, teremos uma equipe de altíssima performance porque saberemos respeitar os momentos de cada pessoa.

Se a pessoa está com algum problema, qual é o próximo passo? Como o gestor poderia interferir?
Aqui [na Elektro], oferecemos ajuda. Tem ações institucionais, como o sistema “Mais Apoio”. As pessoas podem acioná-lo a qualquer hora do dia, com total confidencialidade e anonimato, para falar de qualquer problema. Se está endividada, ela tem auxílio de um consultor financeiro para reestruturar as contas e renegociar dívidas. Ou, se preferir, pode ir direto para o gestor. Uma colaboradora está com a filha na UTI desde que nasceu. A licença maternidade já acabou, ela voltou para o trabalho, mas a menina continua no hospital porque nasceu muito prematura. Então, conversamos e construímos uma escala de trabalho que viabilize que a mãe priorize a filha. Isso gera um processo de engajamento e credibilidade que transcende a relação de trabalho. É uma relação de confiança.

O ideal, então, é que os gestores conversem frequentemente?
Dimensionamos as equipes para que o líder tenha condições reais de, durante o período de um mês, falar com todas as pessoas individualmente, com qualidade, pelo menos três vezes. Isso vai gerando um alinhamento, uma combinação melhor das expectativas. Saímos do efetivo — regras, metas — e ampliamos para o que é afetivo também.

E assim o trabalhador sente-se mais motivado?
É uma construção. A primeira coisa é abrir diversos canais para que as pessoas possam ser ouvidas. Investimos muito na preparação da nossa liderança para que ela soubesse abrir espaço para o diálogo. Historicamente, no mundo normal, o chefe é o cara que manda. Colocamos aqui uma quebra de paradigmas. Nem chamamos nossos líderes de chefes, mas de facilitadores. E também medimos o líder, em indicadores de performance, pelo desenvolvimento de pessoas. A gente não faz avaliação de desempenho, mas um diário de competências, ressaltando o que está indo bem e apontando o que precisa de melhorias — e contribui para esse processo. À medida que tudo isso se desenrola, as pessoas vão se sentindo mais à vontade para opinar, para participar, para mudar de área.

Ouço o sr. falando muito sobre respeito. Imagino que vá muito além de simplesmente não levantar a voz com o subordinado. 
A gente precisa entender que respeitar uma pessoa não é só falar baixo com ela ou falar de maneira adequada. Isso é não cometer assédio moral. Respeito vai muito além. Respeitamos as pessoas, por exemplo, quando não fazemos julgamento em relação às escolhas que ela faz — sejam opções pessoais ou de carreira. Não fazemos um trabalho para que a pessoa fique onde a gente quer que ela fique. A gente trabalha para que elas fiquem onde elas sonharam ficar. Ela não precisa mentir para fazer uma média com o chefe. Aqui ninguém faz média. Todo mundo sabe que os facilitadores são medidos pelo desenvolvimento de pessoas. Se a pessoa for sincera com ele e sincera consigo mesma, ela vai buscar o que sonha. E nós vamos respeitar. O normal é o vertical: o cara entra em uma posição de advogado júnior, vai para advogado pleno, depois advogado sênior, depois gerente do jurídico. Aqui a gente deixa aberto para ele dizer, em uma conversa franca, o que quer. Ele pode dizer que o sonho dele é trabalhar no RH. Aí, fazemos uma análise do que ele tem e do que ainda falta para ele conseguir a vaga que busca, ele vai investir nele mesmo e vamos ter um programa de educadores. Quando fazemos isso, conseguimos uma grande convergência de propósitos. Todo mundo ganha.

Se você conseguir se conectar com um propósito, seja lá o que fizer, vai ter mais momentos de felicidade do que a média”

No momento econômico turbulento pelo qual passa o país — quando todos são mais cobrados —, como não deixar que o pessimismo se espalhe dentro da empresa?
Essa é uma dúvida recorrente. A crise, muitas vezes, degenera a vontade das pessoas de lutar. Parece que a guerra está perdida — elas acabam aceitando muito passivamente. Chegam a usar esse momento difícil como justificativa para insucessos individuais. Também muitas empresas falam da crise como a grande culpada de tudo. O que temos feito para nos blindar e impedir que as pessoas se influenciem é, basicamente, duas coisas. Primeira: criar movimento. Significa fazer com que a vida da pessoa passe a ter ritmo, que não seja só guiada. Tem que ser uma vida de protagonismo, de autonomia. A segunda parte: dar abertura total a propostas. Ao mesmo tempo em que vivemos uma crise, estamos batendo recordes de eficiência gerados pelo protagonismo dessas pessoas. A gente tem, sim, dificuldades. Afinal, a crise nos afeta, já que o consumo de energia diminui. Mas por outro lado, a gente chega a quase 30% de eficiência em custos, sem fazer nada absurdo. Pelo contrário, a gente fala de eficiência e não de corte. As pessoas é que estão sendo as protagonistas disso. A gente promove uma verdadeira revolução no currículo das pessoas que querem fazer coisas diferentes. A abertura para propostas faz com que as pessoas queiram participar. E as pessoas que participam têm mais reconhecimento. Elas entram em um ambiente de movimento contínuo. Todo esse movimento faz com que não se sintam vulneráveis à crise.

Então mais pressão não precisa significar menos chances de ser feliz?
Costumo dizer que a pressão é só mais um ingrediente. Eu, por exemplo, gosto de ambientes com um pouco mais de pressão. A gente precisa de algum gatilho. Em momentos de pressão, as pessoas tendem a se movimentar com mais ênfase. E o que seria um motivo para pessoa ficar triste e frustrada, torna-se o contrário. Porque ela teve uma disciplina maior para buscar aquilo que sonhou e, óbvio, terá mais êxito.

Muitas pessoas criticam a ideia de que você tem de buscar felicidade o tempo todo. Você discorda delas?
Não. Acho que é impossível buscar o tempo inteiro a felicidade. Realmente existem momentos que não são considerados felizes. É só que, na minha opinião, precisa ter sempre uma conexão muito clara com propósitos. Se você conseguir se conectar com um propósito, seja lá o que você fizer, vai ter mais momentos de felicidade do que a média de pessoas.

Sua filosofia tem a ver com acabar com a ideia de que existe uma vida no trabalho e outra fora. Quando essas duas se convergem?
Elas estão sempre misturadas. O problema é quando tentamos separar. Na minha visão, quando você fala “na minha vida pessoal, eu não sou assim” ou “no meu trabalho tenho que assumir uma postura diferente da minha vida pessoal”. Isso gera um peso. É uma máscara difícil de carregar e manter. Sou um grande adepto da ideia de que temos uma única vida. E ela não é divida em duas partes. Eu sou o que eu sou no trabalho. E eu sou o que eu sou na vida pessoal. As duas coisas são a mesma. O que é importante deixar bem claro é que há quatro momentos que a gente precisa garantir. O tempo para trabalhar, o para família, o para dormir e o para você mesmo. Não significa sejam excludentes.

Quais são os piores exemplos que já observou em empresas?
Tem inúmeros exemplos. A perda de produtividade está na falta de coerência, por exemplo: “faça o que eu falo, não faça o que eu faço”. Isso é muito frequente, infelizmente, nessas empresas com gestão tradicional, fadada à morte. Essa coisa da retenção também. É impossível fazer uma gestão de engajamento em um ambiente onde você compra a permanência da pessoa. É péssimo. A gente nunca passa da média. Quem quiser ficar aqui tem de ser por uma opção de vida. E ainda há empresas que fazem debate sobre políticas de retenção. Acho isso tão imbecil.

O que tem de ser feito no lugar?
Para mim, um processo de encantamento, para que a pessoa decida trabalhar com você.

Como um gestor pode ajudar o colaborador a encontrar seu propósito?
Você não cria um propósito no trabalho para a pessoa. Você pega o propósito que a pessoa tem para a vida dela e converge para os seus propósitos de trabalho.

Atender bem o cliente, respeitar o fornecedor… Cara, isso não é propósito para a pessoa, é propósito para a empresa”

Como assim?
Digamos que a empresa tem o propósito de ser a maior do Brasil, com a maior rentabilidade, com o melhor serviço ao cliente. Esse é o propósito de uma empresa.  Aí você pega a pessoa e vê qual é o propósito de vida dela. E você tem de conversar com pessoa por pessoa para saber. Você vai mapear isso, registrar e fazer com que os propósitos de empresa e das pessoas seja convergente. Eu já tive uma discussão com o diretor de uma empresa do setor financeiro. Ele disse que criava propósito para as pessoas: atender bem o cliente, respeitar o fornecedor… Cara, isso não é propósito para a pessoa, é propósito para a empresa. A pessoa pode olhar e questionar: “essa empresa só quer isso de mim?”. Isso é o que ela vai fazer porque você está pagando. O que é preciso saber é o que a pessoa quer para a vida dela. Ela vai ver que existe interesse genuíno. Não dá para você ficar mandando, obrigando, fiscalizando as pessoas o tempo inteiro. O controle custa caro demais, então a gente precisa criar convergência de propósito.

Depois de virar referência em felicidade, a procura por cargos na Elektro aumentou?
Nossa, muito. Tivemos um aumento muito legal. A gente fazia programa de seleção de estagiários e, para completar o número de vagas, dava um trabalhão. Afinal, o setor de energia elétrica não é muito sexy. Então a gente sofria. Agora, vou dar o exemplo do último programa que a gente fez. Foi no meio do ano, período não muito comum para procurar estagiários. Tivemos também 20 vagas — só que 60 mil inscrições. Foi de cair da cadeira. No final, acabamos ampliando o programa e chamando 40.

Ser um líder de que todos gostam pode afetar a maneira como o gestor faz suas decisões?
A gente não é uma ONG. Todas as lideranças aqui são, sim, admiradas. Mas o que as faz ser assim não é serem paternalistas ou simplesmente passivas. É fazer tudo com ética, justiça, coerência. Ser admirado como gestor é resultado de uma gestão transparente, aberta, participativa. Não é que você pode fazer coisas erradas. “Ah, não vão me mandar embora.” Pelo contrário, temos uma régua muito mais alta agora que nos tornamos exemplo.

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– Se o Barcelona se separar no referendo da Espanha que ocorrerá amanhã…

A Espanha está repleta de grupos separatistas. Seja na região de San Sebastian, na dos Países Bascos ou na Catalunha. E é justamente a Catalunha, cuja capital é Barcelona, que vez ou outra acontecem referendos para a separação do território (como o de amanhã).

Claro que o Governo não reconhecerá o novo país, mas a Real Federação Espanhola se adiantou: em se separando, Barcelona e Espanyol, os dois times catalães, não jogarão mais o Campeonato Espanhol (diferente de Mônaco, cuja equipe homônima joga no Campeonato Francês e dos times de Malta e San Marino, que jogam no Campeonato Italiano).

E sabem onde devem jogar?

Supostamente, o Barcelona já estaria conversando com a Liga Francesa, já que a Catalunha tem grande afinidade com o povo francês (a língua catalã é uma mistura de espanhol, português e francês). A questão é: depois das rusgas entre Barça e PSG, poderia se concretizar tal mudança de praça (caso exista um reconhecimento do novo país)?

Só o futuro dirá.

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– Um ótimo sábado em 5 cliques!

Mobgrafia é a arte de fotos via celular. E para compartilhar minha rotina de madrugador incentivando aos amigos fazerem o mesmo, em 5 fotos, abaixo, a rotina da manhã.

1. Bom dia! Apesar do #vento chato e da #garoa insistente lá fora, tudo pronto para correr. Vamos suar?
#Fui #RunningForHealth #run #cooper #saúde #corrida
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2. Correndo e Meditando com #Jesus, o #Cristo Salvador – #JesusCristo ontem, hoje e sempre; o alfa e o ômega!
#Fé #Santidade #Catolicismo #PorUmMundoDePaz
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3. Fim de #cooper – suado, cansado e feliz, curtindo a beleza das #flores.
#corrida #running #flowers #CorujãoDaMadrugada #alvorada #flor
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4. Desperta, #Jundiaí! Excelente #dia a todos nós, mesmo com o #céu lusco-fusco depois da #chuva da madrugada.
#sol #sun #sky #céu #photo #nature #manhã #morning #alvorada #natureza #horizonte #fotografia #paisagem #inspiração #amanhecer #mobgraphy #FotografeiEmJundiaí
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5. Eis que o brilho do #sol surgiu, contagiou e animou nosso dia!
OPS: cadê ele???
#natureza #paisagem #fotografia #amanhecer #morning
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Ótima jornada para gente, e que seja um bom sábado de trabalho e/ou descanso!

– A Depressão afetando o Trabalho. E há quem não leve a sério…

Sou do tempo em que diziam: psicólogo é médico de gente fresca e psiquiatra é especialista em louco”.

Hoje, sabemos que não é nada disso, embora muitas pessoas não levem a sério tais profissionais. Cada vez mais a população sofre com distúrbios comportamentais e crises emocionais. Nestas ocasiões, um bom psicólogo é ótimo para ajudar com suas conversas / terapias ou um ótimo psiquiatra para questões de desequilíbrios ocasionados pelo corpo que estejam afetando a mente.

Sendo assim, reconheçamos: depressão, agorafobia, pânico e outras síndromes similares são DOENÇAS, que precisam ser tratadas sem postergação da procura de tratamento.

Vemos muitos bons profissionais tendo dificuldades em seus trabalhos pois são afetados por esses males. Nas empresas, o perigo de uma decisão equivocada de um gerente influenciado pelo quadro enfermo de Síndrome do Pânico, ou uma ordem determinada para um subordinado depressivo, dependendo do teor, traz riscos e prejuízos a todos.

A questão é: o quanto essa pessoa acaba, involuntariamente, prejudicando a vida profissional e pessoal?

Recentemente, no mundo do futebol, uma notícia que me espantou: Nilmar, aquele atacante que começou no Internacional-RS, jogou no Lyon da França, atuou pelo Corinthians-SP e que jogava no Oriente Médio (onde se tornou milionário), abandonou o seu ofício no Santos-SP pela depressão, fruto de dificuldades pessoais e histórico de contusões.

Um ótimo jogador, bem resolvido financeiramente, com estrutura familiar estável e bom nível técnico. Como justificar seu quadro clínico?

Àqueles que não acreditam em depressão, um prato cheio para se dizer que é, como antigamente, “frescura”. Coisa que todos nós sabemos que não é.

Ao menor sintoma perceptível, ligue o alerta!

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– O Golpe da “Bomba Louca”

O que você acha se a Bomba de Combustível continuasse contabilizando o abastecimento mesmo depois de encerrado?

Será que precisamos chegar ao cúmulo de cobrar “mangueiras transparentes”, a fim de garantir que o golpe não seja consumado?

Veja só o golpe da “Bomba Louca” em alguns postos:

– O País das Empreendedoras

Você sabia que o Brasil é o país com maior número de Empreendedoras do mundo?
Compartilho matéria da Isto É, Ed 2305, por Jamil Chade.

BRASIL, O PAÍS DAS EMPREENDEDORAS

Elas compõem mais da metade da população nacional. São maioria nas faculdades, ocupam 42% das vagas de emprego do País e sustentam, sozinhas, 35% dos lares. Mas a brasileira quer mais, muito mais. E para isso tem enveredado por um caminho que, durante muito tempo, foi dominado pelos homens – o do empreendedorismo. Hoje, segundo dados da consultoria internacional Grant Thornton, a mulher brasileira é a que mais empreende no planeta. Depois de ouvir 11 mil empresas em 39 economias, o centro de pesquisas constatou que, no Brasil, a taxa de empreendedoras é de 12% contra uma média mundial de 4%. “A brasileira quer e pode mais”, diz Madeleine Blankenstein, sócia-diretora do International Business Center da Grant Thornton Brasil. “Com a economia aquecida, ela pode escolher como quer ganhar seu dinheiro.” E muitas escolhem abrir o próprio negócio, depois de refletir de maneira cuidadosa e calculada. “A mulher que abre uma empresa no susto, para ter uma fonte de renda, qualquer que seja ela, não é mais tão comum”, explica Bruno Caetano, diretor superintendente do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) em São Paulo.
Fernanda Mion, 27 anos, é exemplo disso. Logo que entrou na faculdade, ela buscou uma forma de complementar sua renda. Descobriu que comprando bijuterias na 25 de Março, rua de comércio popular em São Paulo, e revendendo para as colegas na universidade, conseguiria algum dinheiro. Mas logo percebeu que as amigas revendiam suas bijuterias e farejou uma oportunidade de negócio. “Se pudesse produzir desenhos meus, comprar direto da fundição e distribuir para minhas amigas revenderem, teria um negócio”, diz. Com R$ 2 mil emprestados do pai, começou a Fernanda Mion Acessórios. Hoje ela tem três lojas físicas, uma virtual, 50 revendedoras e 12 funcionários – dois dos quais são seu pai e sua mãe, que trabalham, orgulhosos, com a filha. “Depois de me formar em rádio e tevê, fui fazer um curso de vendas para o varejo e o atacado”, diz ela, que investiu em formação. O Rio de Janeiro é o próximo mercado que Fernanda quer explorar.
“A mulher empreendedora tem muitas qualidades”, diz Odair Soares, economista e professor de administração na Pontifícia Universidade Católica (PUC-SP). Ele lembra, por exemplo, que as mulheres, por serem ao mesmo tempo mães, profissionais, esposas e donas de casa, têm capacidade única para administrar vários problemas simultaneamente – uma qualidade que se desdobra em muitas outras, como mostrou o estudo Global Entrepeneurship Monitor 2010, fruto de parceria entre o Sebrae e o Instituto Brasileiro da Qualidade e Produtividade (leia quadro). “Não é à toa que vemos uma ascensão constante, desde 2002, da presença feminina entre os brasileiros que abrem empresas no País”, afirma Caetano, do Sebrae. Nos últimos nove anos, a participação subiu sete pontos percentuais, de 42% para 49%.
Mas, antes dessa ascensão vigorosa, já havia muitas empreendedoras fazendo sucesso. É o caso da dentista e proprietária da rede Sorridents, Carla Renata Sarni. Em 1995, meses depois de se formar, ela já tinha aberto o próprio negócio, de olho no atendimento de pacientes em larga escala. O que começou com uma sala de 21 metros quadrados na Vila Císper, zona leste de São Paulo, virou um império com 161 franquias pelo País, uma sede com 83 funcionários e mais de 30 mil pacientes atendidos por mês. “Sempre fui vendedora, sei fazer isso muito bem e só consegui explorar essa habilidade plenamente depois de abrir meu negócio”, diz Carla.
O setor de prestação de serviços, no qual o contato humano e o traquejo social são mais valorizados, ainda é a área com a maior presença de mulheres empreendendo. A sensibilidade feminina também trabalha a favor quando as metas são claras. “Nós temos objetivos muito bem definidos desde o começo da empresa”, explica Neusa Barata, que fundou a NBSete, uma agência de promoção publicitária, em 2006, pouco depois de perder o emprego e sofrer um grave derrame cerebral, do qual se recuperou completamente. Desde então, ela já mudou de endereço duas vezes para acomodar mais funcionários – no início eram dois, hoje são 35. “Coloco meta em tudo e sempre consigo atingi-las”, diz Neusa. Segundo o Sebrae, empresas como a NBSete têm tudo para conti­nuar dando certo. Embora o serviço ainda não tenha dados para comprovar essa tese, os consultores do instituto já observam que empresas criadas por mulheres vão menos à falência que as lideradas por homens. 

– Sobram exames de Mamografia em Jundiaí: DIVULGUEM!

Em tempos que muito se fala sobre a Prevenção ao Câncer de Mama, leio no Jornal de Jundiaí (ed 29/09/2017, matéria de Niza Souza), que a oferta do Exame de Mamografia (que é o principal meio de se diagnosticar precocemente os tumores) foi de quase 30.000 exames no último semestre na cidade. Entretanto, em média, SOBRAM 570 exames / mês (segundo a Secretaria de Saúde de Jundiaí, renomeada Unidade de Gestão e Promoção da Saúde)!

E sabe qual é a grande facilidade? Não é necessário marcar consulta, é só se dirigir a uma UBS e pedir o agendamento da mamografia (não há fila de espera).

Diante das campanhas preventivas, por quê não se cuidar?

Se você conhece alguém que não faz a prevenção, oriente-a!

A matéria do JJ está disponível em: http://www.jj.com.br/noticias-49644-em-jundiai-sobram-mais-de-500-exames-de-mamografia-por-mes

EM JUNDIAÍ, SOBRAM MAIS DE 500 EXAMES DE MAMOGRAFIA POR MÊS

Há dois dias do início do tradicional mês de campanha de prevenção do câncer de mama, o chamado Outubro Rosa, um dado chama a atenção em Jundiaí: sobram vagas para o exame de mamografia, principal aliado do diagnóstico precoce. De acordo com dados da Unidade de Gestão de Promoção da Saúde, da prefeitura, por ano são ofertados 29.892 exames e no primeiro semestre deste ano sobraram, em média, 570 por mês.

De acordo com dados da Unidade de Gestão de Promoção da Saúde, no ano passado deixaram de ser agendados 1.555 mamografias. Somente nos meses de outubro e novembro, por conta dos eventos do Outubro Rosa, a quantidade de agendamentos aumentou.

“Em 2016, nesse período, foram realizados 5.253 mamografias. Isso significa o dobro do que foi realizado nos demais meses do ano”, informa a diretora de Atenção Básica à Saúde, Viviane dos Santos Vacchi.

A campanha Outubro Rosa foi criada justamente para chamar a atenção e alertar as mulheres sobre a importância do diagnóstico precoce. Estudos mostram que o câncer de mama, quando detectado precocemente, tem 88% de chances de cura. Mas, mesmo com o índice positivo, ainda existe a resistência entre muitas mulheres em realizar o exame.

“A realização da mamografia é o principal exame para identificação da doença. O autoexame somente detecta nódulos a partir de um centímetro. A precocidade é fundamental para as chances de cura”, explica Viviane, lembrando que o exame está disponível na rede pública de saúde gratuitamente. A solicitação pode ser feita sem a necessidade de uma consulta. Basta pedir o agendamento na unidade básica de saúde (UBS) do bairro. Não há fila de espera para realizar o procedimento.

No ano passado foram registrados 165 novos casos de câncer de mama entre as mulheres em idade fértil. Até maio de 2017, 60 novos casos da doença foram registrados na rede pública municipal.

O tratamento – cirurgia, quimioterapia ou radioterapia – é feito no Hospital São Vicente de Paulo e não há fila de espera para nenhum dos procedimento, segundo a prefeitura. São realizadas, em média, 20 cirurgias por mês para a retirada de câncer de mama. Segundo a Unidade de Saúde, o tempo entre o diagnóstico da doença e o início do tratamento é de 30 dias, em média, podendo ser reduzido conforme o estágio do tumor.

A abertura do Outubro Rosa será no domingo (1), no Parque da Cidade, com atividades esportivas e exames. As Unidades Básicas de Saúde também estão preparando atividades específicas para o mês.

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– Bom dia , 6a feira!

Puxa, hoje acordei “meia-boca” e gazeteei meu costumeiro cooper matutino. Paciência, amanhã tem mais.

Entretanto, a beleza desse lindo amanhecer não pode ser descartada, não?

Olha só na Divisa das cidades de Jundiaí e Itupeva que maravilhoso cenário do céu:

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Ótima 6a feira a todos nós!

– Sobre intolerância social: Escola sem Partido, a Ideologia de Gênero, Cura Gay e outras considerações.

Causa muita repercussão as manifestações nas Redes Sociais contra a aprovação do Projeto “Escola sem Partido” em Jundiaí. Alguns dizem que o projeto é inconstitucional, outros alegam censura e demais pessoas colocam inúmeros defeitos. Claro, são manifestantes contrários.

Mas manifestam cientes do conteúdo? Quem se sente atacado? A troco de quê?

Sinceramente, você sabe / entende / está por dentro do que é isso?

O professor ético não está nem aí com o projeto, pois ele já pratica o ensino apartidário em sua sala de aula, sem ferir conteúdos que o faça tendencioso a alguma coisa.

Quer exemplo?

Eu tinha uma professora quando era criança que era eleitora (e fanática devota) de Orestes Quércia! Ela não gostava do Maluf, tinha medo do Suplicy, odiava o Antonio Ermírio de Moraes (candidatos a governadores da época) e falava a nós, talvez com 8 a 9 anos, da importância de falar aos pais sobre votar no Quércia, “contra a inércia do Estado(decorei e não esqueci mais a fala dela, de tanto que massificou).

Ora, isso é militância descarada! O que ela nos ensinou sobre Política e Democracia? NADA! Mas entendíamos algo? Muito pouco. Nas classes onde eu trabalhei / trabalho, então adulto e lecionando no ensino superior, tomava isso como exemplo a não ser praticado e sempre procurava mostrar todos os lados da política nos assuntos pertinentes, falando da Sociedade, condenando a Politicagem (que é o uso ruim da Política), defendendo o uso democrático do voto e sem Partidarismo! Aliás, professor-doutrinador de esquerda ou direita é dose, mostrando-se mal profissional. Deve-se ensinar a cidadania, e mostrar virtudes e fraquezas do sistema, mas NUNCA tentar fazer campanha eleitoral no sagrado ambiente da sala de aula. Assim, não me preocupo em dizer: ESCOLA SEM PARTIDO não é escola alienada nem censurada, mas sim um ambiente educacional de pluralidade de opiniões (não de imposições).

– E sobre a Ideologia do Gênero?

Cansamos de falar nesse blog sobre a insistente questão da erotização das crianças e a incessante fala de grupos que querem tornar nossas crianças como recém-nascidos assexuados e ao mesmo tempo adolescentes sexualizados demais. Ora bolas, é pecado o menino ser menino e a menina ser menina? Por quê querer unisexualizar os ambientes de ensino? A orientação sexual do cidadão é outra coisa; idem às aulas tão necessárias de Educação Sexual. O que não se pode é fazer uma semi-apologia do homossexualismo, ao invés de permitir que a criança aprenda as coisas a seu tempo e a arranque da infantilidade à força em nome da liberdade sexual.

Por fim, sobre a cura gay: ora, se o indivíduo que se afirma heterossexual tem a liberdade de buscar ajuda médica / psicológica para tentar descobrir se a tendência homossexual é real e estaria ele em uma fase de auto-afirmação necessária, por que aquele que se intitula homossexual e tem dúvida sobre a sexualidade não pode fazer o processo de descoberta da heterossexualidade ou não? Claro, o termo “cura gay” é de fato pejorativo, mas ao mesmo tempo é incompreensível que grupos LGBTTQ critiquem a liberdade da pessoa em buscar a mesma ajuda médico / psicológica ao contrário!

Sabe o que penso? Que essa história de Orgulho Gay e Orgulho Hétero são as grandes causadoras dessas discórdias! As pessoas são humanas, com características próprias e gostos singulares. Um grupo competir com o outro, vangloriar-se sobre o seu irmão, nada mais é do que pura bobagem; a mesma bobagem da discussão intolerante daqueles que estão radicalmente berrando aos quatro cantos sobre a Escola Sem Partido. O cara (reforço: o radical) reclama que está sendo censurado (não está), discute, grita, berra e impõe sua ideologia partidária, e no fundo pratica o que acha que está lhe acontecendo: uma pseudo-ditadura de opinião! A PESSOA RECLAMA DE INTOLERÂNCIA, MAS É SÓ TOLERANTE ÀS COISAS DO SEU INTERESSE, percebe?

Permitir que o cidadão / humano / pessoa tenha a sua preferência sexual sem fazer apologia na escola, ouvir diversas opiniões e conhecer a Política e a Sociedade do país de forma aberta e independente de partidarismo, respeitar a decisão de escolha das pessoas, é algo democrático! Vir com a Ideologia do Gênero, a Escola COM Partido e a condenação de pessoas que queriam reverter sua condição, isso sim me parece ditadura!

Mais conversa, mais inteligência, mais respeito. Menos radicalismo, menos alienação, menos corrupção de conduta. É isso que o Brasil precisa, onde tal carência significa coexistir nas questões gerais, como a religião, o futebol, a diversidade, a política, o regionalismo, a etnia, a condição social… tudo sem discurso de ódio, palavras raivosas e unilateralismo.

Tenho pena das pessoas que ao discordar de alguém, surgem com o discurso do errado, onde somente elas são as donas da verdade.

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– A boa arbitragem de Luiz Flávio na final de Cruzeiro x Flamengo e o pênalti em dois toques

Muita discussão pré-jogo (relevante) pela escala do Septeto de Arbitragem capitaneado por Luiz Flávio de Oliveira. O juiz paulista apitou muito pouco nesse ano, se lesionou, teve problemas em alguns jogos e na última rodada do Brasileirão foi mal. Entretanto, mostrou-se “senhor do jogo” na partida entre a Raposa x Mengão, correndo bastante, estando bem disciplina e tecnicamente.

A partida, em si, foi ruim por parte das equipes. Ô finalzinha chata para se assistir, com os times deixando a desejar na ousadia.

Na decisão do jogo por tiros penais, discutiu-se um suposto “bi-toque” na cobrança do decisivo pênalti chutado pelo Thiago Neves. Não foi uma situação de “dois toques”, pois a bola não bate na outra perna dele quando acontece a escorregada.

IMPORTANTE – Se a bola bate na perna e se caracteriza dois toques DURANTE O TEMPO DE JOGO, deve-se marcar tiro livre indireto para o adversário. Se isso ocorre durante a decisão do resultado por tiros penais, considera-se o chute irregular e o tiro perdido (NÃO SE REPETE A COBRANÇA).

Outros jogos que ocorreram o “bi-toque”:

São Paulo x Vitória (escorregão de Juan em 2013), em: https://pergunteaoarbitro.wordpress.com/2013/10/06/o-penalti-em-dois-toques-de-sao-paulo-x-vitoria/

Em Belarus, com a bola rolando, a la Cruyff, aqui: https://pergunteaoarbitro.wordpress.com/2015/08/29/o-penalti-de-dois-toques-em-belarus/

Atlético de Madrid x Real Madrid (semifinal da Champions League 2016/2017, cobrado por Griezmann), em: https://pergunteaoarbitro.wordpress.com/2017/05/10/o-penalti-de-2-toques-de-griezmann-ja-aconteceu-no-morumbi/

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