– Não é para chocar, mas para louvar! 

A imagem abaixo é da nossa caçulinha Maria Estela Porcari, com 15 dias de vida (à esquerda) e com 4 meses (à direita).

Repare na grossura dos bracinhos, na expressão do rostinho, na coloração da pele

Sabe porque ela está tão bochechudinha, saudável e feliz?

Foi por conta da misericórdia de Deus. Foi por conta das orações dos parentes e dos amigos. Foi por conta da vontade de viver

Não é para ficar tristemente impressionado com a imagem, mas sim para louvar e agradecer ao Céu. Em particular, nós, papai e mamãe, para testemunharmos a intercessão de Nossa Senhora da Saúde junto ao seu Filho Jesus Cristo. 

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– Sobre a escala do árbitro Claus para Santos x Corinthians

O bom árbitro Raphael Claus apitará o jogão entre Peixe x Timão. Mas um detalhe curioso: até agora a Comissão de Árbitros da CBF insistiu em, na quase totalidade dos clássicos, escalar árbitros de outros estados em confrontos regionais.

Depois de muita reclamação das diretorias de Santos e Corinthians junto à CBF (por conta de erros de arbitragens em seus jogos), o critério parece ter mudado e a bolinha, por conspiração dos astros do Universo, felicitou a sorte (após um longo tempo)  de sair no sorteio um árbitro paulista para clássico paulista.

O que será que mudou na cabeça dos cartolas, não?

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– A Ciência do Brasil mostrando valor: a caneta que diagnostica o câncer!

Coisa boa, de gente inteligente e esforçada, que trabalha para um mundo melhor: um equipamento em forma de caneta que identifica certos tumores. E é desenvolvido por brasileira!

Abaixo, extraído de: http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/ciencia-e-saude/2017/09/07/interna_ciencia_saude,624131/caneta-criada-por-quimica-brasileira-identifica-canceres-solidos.shtml

CANETA CRIADA POR QUÍMICA BRASILEIRA IDENTIFICA CÂNCERES SÓLIDOS

A ferramenta ajudará cirurgiões a diferenciar os tecidos doentes dos sadios durante a retirada do tumor

Paloma Oliveto

Uma ferramenta de diagnóstico do câncer idealizada por uma cientista brasileira reduz em 150 vezes o tempo necessário para diferenciar tecidos doentes dos saudáveis com quase 100% de precisão. O método, que em 10 segundos faz essa identificação, foi testado com sucesso em 253 amostras retiradas de pacientes e em animais vivos. De acordo com a química Livia S. Eberlin, principal investigadora do trabalho, publicado na capa da revista Science Translational Medicine, no ano que vem, serão realizados os estudos com humanos na sala de cirurgia, durante procedimento de remoção de tumor, assim como se fez, agora, com roedores. A tecnologia vai ajudar cirurgiões a delimitar a área de resseção de cânceres sólidos, além de reduzir, significativamente, a espera pelo resultado de biópsias.

Nascida em Campinas e graduada na Unicamp, Livia vive nos Estados Unidos há uma década, onde fez doutorado e pós-doutorado. Pesquisadora do Departamento de Química da Universidade do Texas em Austin, ela conta que, desde que começou os estudos de pós-graduação, sonhava em desenvolver um projeto que tivesse aplicação prática na medicina. Como trabalha com espectrômetro de massa, equipamento que identifica as propriedades de moléculas e, portanto, consegue caracterizá-las, a química idealizou um método capaz de reconhecer tecidos doentes no momento em que o cirurgião faz a resseção do câncer. “A maioria das pesquisas com espectrômetro fica no laboratório. Desde o começo, meu interesse era utilizá-lo para resolver um problema real”, revela.

Com a colaboração de uma equipe multidisciplinar, incluindo engenheiros, a cientista desenvolveu um dispositivo automatizado, descartável e biocompatível que, para realizar o diagnóstico, precisa apenas de uma gota d’água, além do espectrômetro de massa e de um software treinado para reconhecer o câncer. Por enquanto, o sistema consegue caracterizar tumores malignos de mama, pulmão, tireoide e ovário, incluindo seus subtipos, algo fundamental para a orientação do tratamento.

No momento, os cientistas trabalham para ampliar a gama de cânceres sólidos que poderão ser identificados. “A ideia é ajudar o médico a achar a margem cirúrgica”, conta a pesquisadora. Ela lembra que, quando o paciente oncológico é submetido ao procedimento de remoção do câncer, é difícil estabelecer o tamanho exato de tecido que deve ser removido, de forma a retirar toda a parte afetada, sem, contudo, avançar por tecidos saudáveis.

O oncologista Carlos Henrique dos Anjos, da unidade de Brasília do Centro de Oncologia do Hospital Sírio-Libanês, explica como funciona o procedimento padrão. “Quando se opera um câncer, poupar tecido não é prioridade, pois prioridade é remover o câncer. Para alguns órgãos, a retirada de tecido a mais não é problema, caso do intestino, que é muito grande”, exemplifica. “Mas digamos que o cirurgião esteja operando um tumor de mama muito próximo do mamilo. Ele não sabe se o tumor encosta no mamilo. Então,  poderá ter de retirar o mamilo, que é uma estrutura de grande importância estética para a paciente”, observa. Por outro lado, caso o cirurgião retire material de menos, a doença não terá sido curada.

Para tomar a decisão, dentro da sala de cirurgia, um patologista faz o exame chamado biópsia de congelação, ou transoperatório. Ou seja, ele examina o tecido no microscópio, ali mesmo. O laudo, que vai guiar o procedimento, sai em cerca de 15 minutos e, dependendo do resultado, o médico tem de continuar operando o paciente ou pode encerrar a cirurgia. Além de não ser um diagnóstico definitivo, a acurácia não é tão alta quanto a obtida pelo método desenvolvido na Universidade do Texas em Austin.

FACILIDADE

O procedimento proposto pela equipe liderada por Livia S. Eberlin se propõe a resolver todos esses problemas. A facilidade de manuseio do dispositivo chama a atenção: o cirurgião encosta a caneta descartável no tecido e, com o pé, aciona um pedal que vai liberar uma gota d’água. A água absorve as moléculas contidas na superfície e é sugada por um cano de 1,5m a 2m, ligado ao aparelho de espectrometria de massa. Em menos de um segundo, o equipamento revela a estrutura das moléculas. Essa informação é lida por um computador conectado à máquina e, em 10 segundos, o diagnóstico é feito: câncer ou tecido normal.

A cientista brasileira explica que o software é treinado para fazer esse reconhecimento e, para exemplificar, compara-o ao Facebook: da mesma forma que o algoritmo da rede social aprende a reconhecer rostos à medida que são marcados nas fotos, passando, ele mesmo, a dizer quem é quem nas imagens postadas, o programa utilizado pelos pesquisadores da Universidade do Texas em Austin vai sendo instruído para distinguir diversos perfis moleculares. Por isso, embora por enquanto ele esteja restrito a quatro tumores (com os respectivos subtipos), em tese, é capaz de dar o veredito a respeito de qualquer tumor maligno sólido (cânceres de plasma ou sangue, como leucemia, não podem ser identificados pelo método).

Por enquanto, o sistema testou 253 amostras de tecidos humanos — saudáveis e doentes —, além de ter sido utilizado em roedores vivos, durante a cirurgia. A precisão foi de 96,6%. Segundo Livia S. Eberlin, no ano que vem, devem ser realizados os primeiros procedimentos com pacientes na sala de operação, tal como o método foi idealizado.

Para o oncologista do Grupo Oncologia D’Or Carlos Gil Ferreira, coordenador da Rede Nacional de Pesquisa Clínica de Câncer, o trabalho publicado na Science Translational Medicine pode ser considerado um grande avanço. Embora destaque que, antes de ser incorporado à prática clínica, ainda serão necessários alguns anos de pesquisa, ele observa que o resultado obtido é um marco. “Na minha visão, o futuro da patologia muda a partir desse artigo”, considera. “É um trabalho de altíssimo nível. A comunidade científica talvez esperasse esse resultado somente para daqui a três anos. Agora, o desafio é trazê-lo para a prática”, diz.

Ferreira calcula em cinco anos o tempo para que a tecnologia esteja disponível nos centros de excelência norte-americanos. Além da necessidade de se replicar os resultados em outros centros médicos, o oncologista destaca a diminuição do tamanho do espectrômetro e a redução dos valores desse aparelho, ainda muito caro, para a transladação da pesquisa para a prática.

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– A expulsão correta de Mané!

Viram que jogaço do Manchester City contra o Liverpool? Cinco a zero para os Citizens contra os Reds, com mais uma grande atuação do menino Gabriel Jesus.

Mas o lance do jogo foi a jogada na qual o goleiro brasileiro Ederson (MCity) vai defender a bola e o adversário Sadio Mané (Liv) tenta roubá-la. A sola do atacante atinge o rosto do arqueiro que precisa ser levado ao hospital. Mané recebeu cartão vermelho, e o seu treinador, o alemão Jurgüen Klopp, reclamou que foi um lance “somente” imprudente.

Nada disso, ali foi força excessiva, sendo merecedor de cartão vermelho. A altura que ele levanta a perna e como ele atinge certeiramente o rosto com as travas da chuteira não permitem dizer que “foi sem querer”. Expulsão corretíssima!

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– Nós não vai ser preso?

Lembram da frase arrogante, polêmica e com erros da língua portuguesa de Joesley Batista (que é o título dessa postagem)?

Joesley teve a prisão decretada na madrugada deste domingo. Ufa!

Será uma luz de esperança para o país cheios de Odebrechts, OASs e tantos outros fortes e criminosos empresários que mandam e desmandam através de propinas polpudas em Geddels, Lulas, Alckmins e Temers da vida política?

Cadeia para esses bandidos do colarinho branco. Eu suo para pagar meus impostos, sendo que nunca me sobra nada. E o Governo faz o quê com meu dinheiro? Divide com seus pares somando-os com o dinheiro da corrupção?

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– Os dois lances reclamados em São Paulo 2×2 Ponte Preta

Boa arbitragem do árbitro carioca Marcelo de Lima Henrique, com duas situações polêmicas, e por que não, didáticas. Vamos a eles?

1 – O gol de Bruno Alves

Estando no ataque, o zagueiro Bruno Alves (SPFC) aguarda uma bola que vem pelo alto para cabecear. O goleiro Aranha (AAPP) sai do gol para tentar espalmá-la e não chega a tempo, permitindo que o são paulino faça o gol de cabeça. Na sequência, Aranha reclama de falta pois estava fazendo a defesa.

Houve falta ou não?

Não! O que existe é que quando o goleiro salta numa bola e está na iminência de agarrá-la, não pode sofrer uma dividida/ tranco de algum adversário que tente disputá-la. Ali foi o contrário, é Bruno Alves que está tentando cabecear e Aranha quem bobeia, saindo atrasado.

2 – A expulsão de Jucilei

Esse é um lance que alguns amigos me perguntaram se, com as novas orientações das Regras do Futebol, não seria Cartão Amarelo ao invés de Vermelho.

Não é. O que mudou é o seguinte: quando um jogador evita uma situação clara e iminente de gol EM DISPUTA DE BOLA DENTRO DA ÁREA (ou seja: tentando roubar do adversário, dando um carrinho que atinge o oponente ao invés da bola por errar a jogada, ou ainda um lance imprudente), não é mais Vermelho, mas sim Amarelo a ser aplicado e tiro penal a ser marcado. Nas situações em que não há disputa de bola (Agressão, Uso indevido das Mãos na Bola, e outras situações diversas), mantém-se a orientação antiga: Cartão Vermelho Direto e Tiro Penal.

Um detalhe bacana: apesar da idade acima da média dos árbitros do Brasileirão (talvez o mais velho do quadro), Marcelo de Lima Henrique correu bastante e usou da sua experiência para ter uma ótima atuação. Parabéns a ele!

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– O domingo bonito clicado em 8 fotos

Bom dia! Mais uma oportunidade para viver intensamente a vida, dom gratuito do Pai.

Para ter a energia necessária, bem cedinho fui correr. Foto 1:

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Com bastante concentração, corri e meditei com a memória de São Nicolau de Tolentino, homem de Deus (celebrado pela Igreja Católica hoje) que é considerado um grande intercessor pelas almas do Purgatório (sua história aqui: santossanctorum.blogspot.com.br/2012/09/sao-nicolau-de-tolentino-padroeiro-das.html?m=1). Foto 2:

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Depois do cooper, uma caminhada revigorante com a alvorada colorida na divisa de Jundiaí com Itupeva. Foto 3:

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Pós-treino, alongando entre as flores do jardim. Foto 4:

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Indo trabalhar depois de tanta atividade física, e o lindo sol vai comigo na foto 5:

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E agora, 08h45, uma pausa para contemplar o céu. Olha só que azul infinito. Foto 6:

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Ótimo domingo para todos nós!

Ops: depois do trabalho, minha tarde será exclusiva à patroa e às minhas duas maluquinhas. Como não ficar derretido?

O sorriso da caçulinha Maria Estela Porcari, foto 7:
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A alegria da primeirinha Marina Porcari, foto 8:
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Obrigado, vida!