– Diploma de Honra ao Mérito Esportivo: Meu Agradecimento!

Com alegria, participarei das Homenagens e Distribuição de Títulos Honoríficos concedidos pela Câmara Municipal de Jundiaí, através da indicação do Vereador Albino.

De coração, agradeço o Diploma “Capitão Nivaldo Bonassi” de Incentivo ao Esporte Jundiaiense. Muito me honra em especial o fato da Homenagem levar o nome do querido e saudoso Capitão Bonassi, a quem eu admirava pela hombridade e que sempre foi muito bacana e atencioso comigo nas diversas vezes que conversamos dentro e fora do mundo do futebol.

O evento acontecerá dia 26 de Outubro, e desde já convido aos amigos que desejarem a participar da Solenidade, às 19h00, no Teatro Polytheama.

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– O Ensino Religioso nas Escolas: o que você pensa?

Claro que ensinar bons valores, falar de Deus, propagar a paz é bom. Indispensável. Mas alguns “poréns” a serem discutidos sobre a disciplina “Religião” nas Escolas:

1- A introdução do ensino religioso nas escolas públicas contará com professores especializados (teólogos) e preparados para alunos (e não necessariamente fiéis)?

2- A permissão para que os alunos que não queiram participar das aulas saírem da sala não ocasionará casos de “classes vazias” e/ou constrangimentos, com público diminuto demais (valeria ainda a idéia da introdução da aula de religião em substituição a outra?)

3- E a profissão de fé a ser escolhida: Umbanda, Budismo, Islamismo, Judaísmo? E se for Cristianismo, seria Católico, Evangélico ou Ortodoxo? O Ecumenismo foi descartado?

Enfim, repito: a religião é algo para pacificar, trazer mensagens de amor e unir (independente de qual seja). O problema é agradar as diferentes crenças e fazer com que os alunos não crentes em determina fé não reclamem da escolha ofertada pela instituição de ensino.

Enfim: independente das escolas oferecerem (nesse complicado cenário) as aulas de religião, fica o lembrete: a Igreja, a família e a comunidade são as primeiras evangelizadoras do aluno. Sem contar, claro, o ensino da ausência de fé (ateísmo) ou do não crer mas não duvidar (agnóstico), que se deve respeitar dentro do espírito democrático no nosso país.

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– Força, Roger!

Muito triste: o atacante Roger, ex-São Paulo, Ponte Preta e atualmente no Botafogo (e que justamente nesse ano foi motivo de comoção por sua filha deficiente visual), descobriu que possui um tumor renal e está fora do futebol até o final do ano.

Ele é atleta, se cuida bastante e tem apenas 33 anos. Dizer o quê?

Nada para escrever, apenas dizer e torcer: #ForçaROGER!

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– Você levaria sua filha para a encenação pornô do MAM?

O Museu de Arte Moderna (MAM) trouxe uma performance onde havia um homem nu. Mas diferente da mostra gaúcha de péssimo gosto Queermuseum, onde havia ofensas à religião, imagens de pedofilia e zoofilia abertas ao público, aqui o museu paulistano reservou um espaço com TODOS OS AVISOS do conteúdo que seria encontrado, já que La Bête (ou em português: A Besta) é uma encenação forte para menores de idade. Ou seja: um evento para adultos que simpatizam com tal obra, em ambiente fechado (não me incluo naqueles que entendem isso como “arte”, mas respeito quem pensa diferente). Entretanto, algumas mamães com crianças resolveram participar com suas filhas por lá. 

É culpa da Arte, do Museu ou das Mamães extremamente ultra-liberais o fato de tanta repercussão?

Imagine essa imagem (abaixo) se acontecesse na casa do vizinho; na rua; ou em um lugar qualquer… se uma inocente criança fosse incentivada a tocar um estranho pelado, como isso seria chamado?

Criança deve ser criança. Sempre!

Erotização precoce, aliás, é sinônimo de boa Educação? Desde quando?


Foto 1: La Bête exibida em Salvador-BA

Foto 2: La Bête exibida em São Paulo-SP

– São Jerônimo e o Dia da Bíblia

Hoje é dia de São Jerônimo, doutor da Igreja que organizou a Bíblia Sagrada (por isso que se celebra neste 30/09 também o Dia da Bíblia).

Conheça sua bela história: 

http://instagram.com/p/tkIdmdnYwW/

Extraído de CancaoNova.com

SÃO JERÔNIMO

Nasceu na Dalmácia em 340, e ficou conhecido como escritor, filósofo, teólogo, retórico, gramático, dialético, historiador, exegeta e doutor da Igreja. É de São Jerônimo a célebre frase: “Ignorar as Escrituras é ignorar a Cristo”.Com posse da herança dos pais, foi realizar sua vocação de ardoroso estudioso em Roma. Estando na “Cidade Eterna”, Jerônimo aproveitou para visitar as Catacumbas, onde contemplava as capelas e se esforçava para decifrar os escritos nos túmulos dos mártires. Nessa cidade, ele teve um sonho que foi determinante para sua conversão: neste sonho, ele se apresentava como cristão e era repreendido pelo próprio Jesus por estar faltando com a verdade (pois ainda não havia abraçado as Sagradas Escrituras, mas somente escritos pagãos). No fim da permanência em Roma, ele foi batizado. Após isso, iniciou os estudos teológicos e decidiu lançar-se numa #peregrinação à Terra Santa, mas uma prolongada doença obrigou-o a permanecer em Antioquia. Enfastiado do mundo e desejoso de quietude e penitência, retirou-se para o deserto de Cálcida, com o propósito de seguir na vida eremítica. Ordenado sacerdote em 379, retirou-se para estudar, a fim de responder com a ajuda da literatura às necessidades da época. Tendo estudado as línguas originais para melhor compreender as Escrituras, Jerônimo pôde, a pedido do Papa Dâmaso, traduzir com precisão a Bíblia para o latim (língua oficial da Igreja na época). Esta tradução recebeu o nome de Vulgata. Assim, com alegria, dedicação sem igual e prazer se empenhou para enriquecer a Igreja universal. Saiu de Roma e foi viver definitivamente em Belém no ano de 386, onde permaneceu como monge penitente e estudioso, continuando as traduções bíblicas, até falecer em 420, aos 30 de setembro com, praticamente, 80 anos de idade. A Igreja declarou-o padroeiro de todos os que se dedicam ao estudo da Bíblia e fixou o “Dia da Bíblia” no mês do seu aniversário de morte, ou ainda, dia da posse da grande promessa bíblica: a Vida Eterna.

São Jerônimo, rogai por nós.

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– A Bandeira da Felicidade dentro das Organizações

Chefes que pensam no bem estar da equipe e na alegria de cada um de seus funcionários? Isso é possível?

Para o autor de “Felicidade dá Lucro“, sim!

Extraído de: http://epocanegocios.globo.com/Carreira/noticia/2016/09/respeitar-uma-pessoa-no-trabalho-nao-e-so-falar-baixo-com-ela.html

RESPEITAR UMA PESSOA NO TRABALHO NÃO É SÓ FALAR BAIXO COM ELA.

Marcio Fernandes, CEO da Elektro, ficou conhecido por sua filosofia de gestão ancorada na felicidade. Para ele, as empresas têm de criar uma relação de afetividade com os trabalhadores — e isso não tem a ver com ser permissivo

Imagine o seguinte cenário. Uma empresa concorrente faz uma proposta para contratá-lo. Animado, você ensaia deixar o cargo atual e partir para a nova casa. Já está tudo certo para você sair. Só que o seu empregador faz uma contraproposta. E… Fica difícil negar. Se você não passou por tal situação, certamente tem um colega que sim. Mas para Marcio Fernandes, CEO da distribuidora de energia Elektro, a estratégia dessas empresas não faz o menor sentido. “É impossível fazer uma gestão de engajamento em um ambiente onde você compra a permanência das pessoas”, afirma. Marcio ficou conhecido por levantar, com firmeza, a bandeira da felicidade dentro das corporações. Ele é autor do livro “Felicidade dá Lucro” (Companhia das Letras), lançado no ano passado, e suas ideias vão contra os modelos mais tradicionais de gestão.

O executivo, que assumiu a presidência da Elektro aos 36 anos, defende que, com abertura para diálogo e “convergência de propósitos”, é possível ir muito mais longe. Trata-se de uma forte relação de confiança e respeito com os trabalhadores. “A gente precisa entender que respeitar uma pessoa não é só falar baixo com ela ou falar de maneira adequada — isso é não cometer assédio moral.” E se engana quem pensa que a filosofia tem a ver com ser mais permissivo. Nada disso. A “régua é alta” para os funcionários. Ou melhor, “colaboradores”. No meio da entrevista, Marcio Fernandes pede para fazer um adendo: “Não falo de funcionário, falo de colaborador. Máquinas funcionam, pessoas podem optar por colaborar. É bem sensível, mas faz diferença”.

No começo de novembro, ele falará sobre como fazer da felicidade uma vantagem competitiva na HSM Expo 2016, em São Paulo. Nesta entrevista, o executivo aborda a relação que gestores devem construir com sua equipe, o lado positivo de trabalhar sobre pressão e como não deixar que a crise espalhe pessimismo dentro da empresa.

Até que ponto um gestor deve se preocupar com a felicidade de sua equipe no que diz respeito a questões que vão além do trabalho?
Ele tem de se preocupar 100%. Mas não é o “dono” do que acontece na vida das pessoas. Ele tem de ter limites de respeito — não pode invadir a individualidade de maneira alguma —, mas tem de se interessar. É importante saber se a pessoa está bem em casa, se está endividada, se está doente ou se há alguém doente na família. É o interesse genuíno. Isso porque é muito difícil chegar para alguém e dizer: “Minha visão dos seus valores está ali naquela parede, somente siga”. O cara vai odiar, nem sabe se concorda. O que fazemos é, antes de dizer o que queremos dele, perguntar o que ele quer. Se conseguimos ter esse nível de discernimento e sensibilidade, teremos uma equipe de altíssima performance porque saberemos respeitar os momentos de cada pessoa.

Se a pessoa está com algum problema, qual é o próximo passo? Como o gestor poderia interferir?
Aqui [na Elektro], oferecemos ajuda. Tem ações institucionais, como o sistema “Mais Apoio”. As pessoas podem acioná-lo a qualquer hora do dia, com total confidencialidade e anonimato, para falar de qualquer problema. Se está endividada, ela tem auxílio de um consultor financeiro para reestruturar as contas e renegociar dívidas. Ou, se preferir, pode ir direto para o gestor. Uma colaboradora está com a filha na UTI desde que nasceu. A licença maternidade já acabou, ela voltou para o trabalho, mas a menina continua no hospital porque nasceu muito prematura. Então, conversamos e construímos uma escala de trabalho que viabilize que a mãe priorize a filha. Isso gera um processo de engajamento e credibilidade que transcende a relação de trabalho. É uma relação de confiança.

O ideal, então, é que os gestores conversem frequentemente?
Dimensionamos as equipes para que o líder tenha condições reais de, durante o período de um mês, falar com todas as pessoas individualmente, com qualidade, pelo menos três vezes. Isso vai gerando um alinhamento, uma combinação melhor das expectativas. Saímos do efetivo — regras, metas — e ampliamos para o que é afetivo também.

E assim o trabalhador sente-se mais motivado?
É uma construção. A primeira coisa é abrir diversos canais para que as pessoas possam ser ouvidas. Investimos muito na preparação da nossa liderança para que ela soubesse abrir espaço para o diálogo. Historicamente, no mundo normal, o chefe é o cara que manda. Colocamos aqui uma quebra de paradigmas. Nem chamamos nossos líderes de chefes, mas de facilitadores. E também medimos o líder, em indicadores de performance, pelo desenvolvimento de pessoas. A gente não faz avaliação de desempenho, mas um diário de competências, ressaltando o que está indo bem e apontando o que precisa de melhorias — e contribui para esse processo. À medida que tudo isso se desenrola, as pessoas vão se sentindo mais à vontade para opinar, para participar, para mudar de área.

Ouço o sr. falando muito sobre respeito. Imagino que vá muito além de simplesmente não levantar a voz com o subordinado. 
A gente precisa entender que respeitar uma pessoa não é só falar baixo com ela ou falar de maneira adequada. Isso é não cometer assédio moral. Respeito vai muito além. Respeitamos as pessoas, por exemplo, quando não fazemos julgamento em relação às escolhas que ela faz — sejam opções pessoais ou de carreira. Não fazemos um trabalho para que a pessoa fique onde a gente quer que ela fique. A gente trabalha para que elas fiquem onde elas sonharam ficar. Ela não precisa mentir para fazer uma média com o chefe. Aqui ninguém faz média. Todo mundo sabe que os facilitadores são medidos pelo desenvolvimento de pessoas. Se a pessoa for sincera com ele e sincera consigo mesma, ela vai buscar o que sonha. E nós vamos respeitar. O normal é o vertical: o cara entra em uma posição de advogado júnior, vai para advogado pleno, depois advogado sênior, depois gerente do jurídico. Aqui a gente deixa aberto para ele dizer, em uma conversa franca, o que quer. Ele pode dizer que o sonho dele é trabalhar no RH. Aí, fazemos uma análise do que ele tem e do que ainda falta para ele conseguir a vaga que busca, ele vai investir nele mesmo e vamos ter um programa de educadores. Quando fazemos isso, conseguimos uma grande convergência de propósitos. Todo mundo ganha.

Se você conseguir se conectar com um propósito, seja lá o que fizer, vai ter mais momentos de felicidade do que a média”

No momento econômico turbulento pelo qual passa o país — quando todos são mais cobrados —, como não deixar que o pessimismo se espalhe dentro da empresa?
Essa é uma dúvida recorrente. A crise, muitas vezes, degenera a vontade das pessoas de lutar. Parece que a guerra está perdida — elas acabam aceitando muito passivamente. Chegam a usar esse momento difícil como justificativa para insucessos individuais. Também muitas empresas falam da crise como a grande culpada de tudo. O que temos feito para nos blindar e impedir que as pessoas se influenciem é, basicamente, duas coisas. Primeira: criar movimento. Significa fazer com que a vida da pessoa passe a ter ritmo, que não seja só guiada. Tem que ser uma vida de protagonismo, de autonomia. A segunda parte: dar abertura total a propostas. Ao mesmo tempo em que vivemos uma crise, estamos batendo recordes de eficiência gerados pelo protagonismo dessas pessoas. A gente tem, sim, dificuldades. Afinal, a crise nos afeta, já que o consumo de energia diminui. Mas por outro lado, a gente chega a quase 30% de eficiência em custos, sem fazer nada absurdo. Pelo contrário, a gente fala de eficiência e não de corte. As pessoas é que estão sendo as protagonistas disso. A gente promove uma verdadeira revolução no currículo das pessoas que querem fazer coisas diferentes. A abertura para propostas faz com que as pessoas queiram participar. E as pessoas que participam têm mais reconhecimento. Elas entram em um ambiente de movimento contínuo. Todo esse movimento faz com que não se sintam vulneráveis à crise.

Então mais pressão não precisa significar menos chances de ser feliz?
Costumo dizer que a pressão é só mais um ingrediente. Eu, por exemplo, gosto de ambientes com um pouco mais de pressão. A gente precisa de algum gatilho. Em momentos de pressão, as pessoas tendem a se movimentar com mais ênfase. E o que seria um motivo para pessoa ficar triste e frustrada, torna-se o contrário. Porque ela teve uma disciplina maior para buscar aquilo que sonhou e, óbvio, terá mais êxito.

Muitas pessoas criticam a ideia de que você tem de buscar felicidade o tempo todo. Você discorda delas?
Não. Acho que é impossível buscar o tempo inteiro a felicidade. Realmente existem momentos que não são considerados felizes. É só que, na minha opinião, precisa ter sempre uma conexão muito clara com propósitos. Se você conseguir se conectar com um propósito, seja lá o que você fizer, vai ter mais momentos de felicidade do que a média de pessoas.

Sua filosofia tem a ver com acabar com a ideia de que existe uma vida no trabalho e outra fora. Quando essas duas se convergem?
Elas estão sempre misturadas. O problema é quando tentamos separar. Na minha visão, quando você fala “na minha vida pessoal, eu não sou assim” ou “no meu trabalho tenho que assumir uma postura diferente da minha vida pessoal”. Isso gera um peso. É uma máscara difícil de carregar e manter. Sou um grande adepto da ideia de que temos uma única vida. E ela não é divida em duas partes. Eu sou o que eu sou no trabalho. E eu sou o que eu sou na vida pessoal. As duas coisas são a mesma. O que é importante deixar bem claro é que há quatro momentos que a gente precisa garantir. O tempo para trabalhar, o para família, o para dormir e o para você mesmo. Não significa sejam excludentes.

Quais são os piores exemplos que já observou em empresas?
Tem inúmeros exemplos. A perda de produtividade está na falta de coerência, por exemplo: “faça o que eu falo, não faça o que eu faço”. Isso é muito frequente, infelizmente, nessas empresas com gestão tradicional, fadada à morte. Essa coisa da retenção também. É impossível fazer uma gestão de engajamento em um ambiente onde você compra a permanência da pessoa. É péssimo. A gente nunca passa da média. Quem quiser ficar aqui tem de ser por uma opção de vida. E ainda há empresas que fazem debate sobre políticas de retenção. Acho isso tão imbecil.

O que tem de ser feito no lugar?
Para mim, um processo de encantamento, para que a pessoa decida trabalhar com você.

Como um gestor pode ajudar o colaborador a encontrar seu propósito?
Você não cria um propósito no trabalho para a pessoa. Você pega o propósito que a pessoa tem para a vida dela e converge para os seus propósitos de trabalho.

Atender bem o cliente, respeitar o fornecedor… Cara, isso não é propósito para a pessoa, é propósito para a empresa”

Como assim?
Digamos que a empresa tem o propósito de ser a maior do Brasil, com a maior rentabilidade, com o melhor serviço ao cliente. Esse é o propósito de uma empresa.  Aí você pega a pessoa e vê qual é o propósito de vida dela. E você tem de conversar com pessoa por pessoa para saber. Você vai mapear isso, registrar e fazer com que os propósitos de empresa e das pessoas seja convergente. Eu já tive uma discussão com o diretor de uma empresa do setor financeiro. Ele disse que criava propósito para as pessoas: atender bem o cliente, respeitar o fornecedor… Cara, isso não é propósito para a pessoa, é propósito para a empresa. A pessoa pode olhar e questionar: “essa empresa só quer isso de mim?”. Isso é o que ela vai fazer porque você está pagando. O que é preciso saber é o que a pessoa quer para a vida dela. Ela vai ver que existe interesse genuíno. Não dá para você ficar mandando, obrigando, fiscalizando as pessoas o tempo inteiro. O controle custa caro demais, então a gente precisa criar convergência de propósito.

Depois de virar referência em felicidade, a procura por cargos na Elektro aumentou?
Nossa, muito. Tivemos um aumento muito legal. A gente fazia programa de seleção de estagiários e, para completar o número de vagas, dava um trabalhão. Afinal, o setor de energia elétrica não é muito sexy. Então a gente sofria. Agora, vou dar o exemplo do último programa que a gente fez. Foi no meio do ano, período não muito comum para procurar estagiários. Tivemos também 20 vagas — só que 60 mil inscrições. Foi de cair da cadeira. No final, acabamos ampliando o programa e chamando 40.

Ser um líder de que todos gostam pode afetar a maneira como o gestor faz suas decisões?
A gente não é uma ONG. Todas as lideranças aqui são, sim, admiradas. Mas o que as faz ser assim não é serem paternalistas ou simplesmente passivas. É fazer tudo com ética, justiça, coerência. Ser admirado como gestor é resultado de uma gestão transparente, aberta, participativa. Não é que você pode fazer coisas erradas. “Ah, não vão me mandar embora.” Pelo contrário, temos uma régua muito mais alta agora que nos tornamos exemplo.

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– Se o Barcelona se separar no referendo da Espanha que ocorrerá amanhã…

A Espanha está repleta de grupos separatistas. Seja na região de San Sebastian, na dos Países Bascos ou na Catalunha. E é justamente a Catalunha, cuja capital é Barcelona, que vez ou outra acontecem referendos para a separação do território (como o de amanhã).

Claro que o Governo não reconhecerá o novo país, mas a Real Federação Espanhola se adiantou: em se separando, Barcelona e Espanyol, os dois times catalães, não jogarão mais o Campeonato Espanhol (diferente de Mônaco, cuja equipe homônima joga no Campeonato Francês e dos times de Malta e San Marino, que jogam no Campeonato Italiano).

E sabem onde devem jogar?

Supostamente, o Barcelona já estaria conversando com a Liga Francesa, já que a Catalunha tem grande afinidade com o povo francês (a língua catalã é uma mistura de espanhol, português e francês). A questão é: depois das rusgas entre Barça e PSG, poderia se concretizar tal mudança de praça (caso exista um reconhecimento do novo país)?

Só o futuro dirá.

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– Um ótimo sábado em 5 cliques!

Mobgrafia é a arte de fotos via celular. E para compartilhar minha rotina de madrugador incentivando aos amigos fazerem o mesmo, em 5 fotos, abaixo, a rotina da manhã.

1. Bom dia! Apesar do #vento chato e da #garoa insistente lá fora, tudo pronto para correr. Vamos suar?
#Fui #RunningForHealth #run #cooper #saúde #corrida
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2. Correndo e Meditando com #Jesus, o #Cristo Salvador – #JesusCristo ontem, hoje e sempre; o alfa e o ômega!
#Fé #Santidade #Catolicismo #PorUmMundoDePaz
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3. Fim de #cooper – suado, cansado e feliz, curtindo a beleza das #flores.
#corrida #running #flowers #CorujãoDaMadrugada #alvorada #flor
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4. Desperta, #Jundiaí! Excelente #dia a todos nós, mesmo com o #céu lusco-fusco depois da #chuva da madrugada.
#sol #sun #sky #céu #photo #nature #manhã #morning #alvorada #natureza #horizonte #fotografia #paisagem #inspiração #amanhecer #mobgraphy #FotografeiEmJundiaí
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5. Eis que o brilho do #sol surgiu, contagiou e animou nosso dia!
OPS: cadê ele???
#natureza #paisagem #fotografia #amanhecer #morning
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Ótima jornada para gente, e que seja um bom sábado de trabalho e/ou descanso!