– Ipês Rosas!

Como não agradecer a Natureza pela beleza desses pés de ipês?

Abrindo a Primavera, os ipês rosas e brancos são o destaque. Já passou a época do roxo e ainda têm-se um pouco do amarelo.

Jardinagem e fotografia são meus hobbys; fico feliz pela pose que a árvore deu pra mim nesta segundona!

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– Escala para Cruzeiro x Flamengo, final da Copa do Brasil

Viram o lance do pênalti decisivo equivocadamente marcado em Bahia 1×0 Grêmio no último minuto? Edilson nem tocou em Allione, mas o árbitro Luiz Flávio de Oliveira marcou pênalti.

Luiz é ótimo árbitro, mas o ano dele está ruim (lembremo-nos que o lance polêmico entre Jô, Rodrigo Caio e o goleiro Renan foi apitado erroneamente por ele, sendo ajudado pela sinceridade do são-paulino).

Pois é: Luiz Flávio, um dia depois do erro contra o Grêmio, está escalado para apitar a final da Copa do Brasil no Mineirão entre a Raposa e o Mengo.

Nada contra o Luiz, ele é gente boa, bom árbitro, mas… depois de um erro capital, parece premiação!

Lembro-nos também que após o erro de arbitragem de Corinthians x Vasco (o gol de mão de Jô), o Coronel Marcos Marinho, chefe da CEAF, prometeu não punir ninguém. Repetiu a atitude agora.

Prêmio para quem erra? Eu gosto da meritocracia para quem acerta.

Aliás, como não teremos árbitro de vídeo, escalou-se um SEPTETO de Arbitragem para quarta-feira: um árbitro, dois bandeiras, dois árbitros adicionais na linha de fundo, quarto-árbitro e quinto-árbitro!

Tá bom o trabalho da CBF, não?

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– E o Bullying às Avessas?

O escritor Rodrigo Constantino, em sua coluna semanal na Revista Isto É, cutucou um tema doloroso para o mundo de extremo-liberalismo: o “bulliyng do ‘corretinho’ cidadão”.

Antes, a preocupação era bolinar (sim, o termo aportuguesado é esse) contra as minorias. Mas quem são esses indivíduos “diferentes dos dias atuais”?

Leia o texto até o final e depois responda: você tem vergonha de ser o que você realmente é?

Extraído de: http://istoe.com.br/saindo-do-armario/?platform=hootsuite

SAINDO DO ARMÁRIO

João era um aluno exemplar. Não matava aula para fumar maconha, não fazia bagunça, não desrespeitava o professor, nem mesmo quando ele aparecia com um broche do seu partido na escola, o que é proibido. Sentava na primeira fila e tirava notas boas. Mas João tinha um “problema”, e por isso sofria bullying dos colegas, era alvo do escárnio de seus pares, e até o professor o intimidava.

Pedro queria muito ser um cineasta. Desde cedo via tudo que era filme, adorava os melhores diretores, lia sobre o assunto, era muito esforçado. Acabou acumulando um vasto conhecimento na área, de dar inveja aos melhores profissionais do ramo. Mas Pedro tinha um “defeito”, e por isso era constantemente boicotado, não recebia um só centavo da Lei Rouanet.

Mariana era uma boa menina. Numa vizinhança dominada pelo tráfico, ela fazia questão de usar uma roupa decente, de falar um português correto, gostava de música clássica e lia Shakespeare, além de cuidar da avó. Ela namorava firme e frequentava a missa aos domingos. Mas Mariana tinha um grave “ponto fraco”, e por isso era ameaçada pelos vizinhos.

Tanto João como Pedro e Mariana eram liberais com viés conservador. Eram, portanto, a menor minoria de todas em seus respectivos ambientes. Na escola de João, a maioria era socialista, inclusive o professor, que bancava o militante em sala de aula e escrevia “Fora, Temer” no quadro. Havia adesivos do PSOL no mural, e o grande “problema” de João era não aderir ao politicamente correto, preferir ler os clássicos em vez de repetir slogans marxistas. Sofria represália por isso.

Já Pedro tinha excelentes ideias de filmes, queria falar sobre o amor entre um homem e uma mulher, sobre virtudes como o heroísmo individual, a coragem, a determinação. Coitado! Era ridicularizado por todos, alvo dos mais duros ataques daqueles que recebiam polpudas verbas públicas e faziam filmes elogiando comunistas. Pedro era um estranho naquele ninho, uma minoria punida por seu “defeito”: a ideologia errada.

Mariana, por sua vez, só queria ser feliz com seu namorado, absorver as lições bíblicas aos domingos, mergulhar nas incríveis histórias shakespearianas sobre a natureza humana, imutável ao longo dos séculos. Mas não a deixavam em paz. Ela era vítima dos mais sujos rótulos, pois não simpatizava com o movimento feminista, não era da turma LGBT, não achava que banalizar o aborto era algo legal.

Por muito tempo os três sofreram calados a condição de minorias atormentadas. Não mais! Agora eles decidiram sair de vez do armário. Resolveram se assumir pelo que são: liberais clássicos e conservadores, fãs de Reagan e Thatcher, ou “coxinhas reacionários” pela ótica de seus detratores. Passara da hora de reagir…

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– Risos pela Internet em Outros idiomas!

Achei curiosa essa matéria da última edição da Revista Superinteressante. Ela aborda como se escrevem os “risos” em diversos outros países.

No Brasil, um modismo é escrever “kkkk”.

Sabia que na Grécia os internautas usam “Xaxaxaaxa”?

Na Inglaterra é “Lol”; na Coréia do Sul é “Kekekkeke”; em francês há duas formas: “MDR” (morrendo de rir) e “PDR” (peidando de rir).

Já em japonês são várias letras w: “wwwwwwwww”; na Dinamarca é “GGGG”; por fim, na Tailândia, o mais esquisito: “555555”.

Coisas de um mundo globalizado mas que guarda as suas coisas regionais. É por isso que gosto dos escritos da minha sogra na Internet. A Zabezinha, minha segunda mãe, escreve docemente: “ki ki ki”.

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– Ôba! Segunda-feira… em 4 cliques!

Bom dia! A semana está começando e a carga de trabalhos mais delicados e pesados também.
Vamos correr para gastar a adrenalina e produzir a tão necessária endorfina?

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Durante o cooper, pedindo a intercessão de Nossa Senhora dos Aflitos (linda devoção dos fiéis à Virgem Maria), junto a Jesus Cristo, seu Filho e Nosso Mestre:

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Pós-treino, alongando entre as flores do jardim. É bela ou não essa roseira com filtros?

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Enfim, olha só a Natureza que desperta! Inspiradora:

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Ótima segunda-feira a todos.