– Neymar não é um jogador. É uma empresa! Sobre o bloqueio de bens do garoto…

Os números impressionam: de 2011 até 2013, Neymar e as empresas de sua família sonegaram R$ 63,6 milhões, referentes a rendimentos – entre eles, do Barcelona.

Ué, quer dizer que recebeu o por fora dos catalães mesmo? Afinal, ele ainda jogava no Santos FC nesse período.

Aliás, quanto será que o menino já faturou? A Receita Federal bloqueou R$ 188,8 milhões dele. Seus advogados dizem que a Justiça não pode bloquear mais do que 30% do patrimônio de ninguém e que Neymar Jr possui “apenas R$ 19 mi” como pessoa física. Porém, os próprios advogados informam que como pessoa jurídica, Neymar tem R$ 242,2 milhões em patrimônio nas empresas, sendo elas a Neymar Sporting, N&N Administradora, N&N Consultoria e N&N Marketing.

Deve-se condenar a sonegação e aplaudir o talento para a bola e para os negócios. Afinal, se ele receber 1 milhão de dólares por mês no Barcelona, quanto não deve receber de outras fontes publicitárias, para alcançar esse montante?

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Neymar não é um jogador de futebol. É uma indústria.

– Dilma e sua lojinha de R$ 1,99: da falência à Presidência da República!

Pensei que era alguma pegadinha, mas não é: a “Revista Isto É” trouxe a matéria sobre o último comércio administrado pela presidente Dilma Rousseff: uma loja de artigos de 1,99…

Veja que história curiosa,

extraído de: http://www.istoe.com.br/reportagens/436885_COMO+DILMA+QUEBROU+SUA+LOJA+DE+R+1+99+E+UM+PAIS+

COMO DILMA QUEBROU SUA LOJA DE R$ 1,99 E UM PAÍS

Pão & Circo. Com esse nome sugestivo, alusivo à estratégia romana destinada a entreter e ludibriar a massa insatisfeita com os excessos do Império, a presidente Dilma Rousseff abriu em fevereiro de 1995 uma lojinha de bugigangas, nos moldes das populares casas de R$ 1,99. O negócio em gestação cumpriu a liturgia comercial habitual. Ao registro do CNPJ na Junta Comercial seguiu-se o aluguel de um imóvel em Porto Alegre, onde funcionava a matriz. Quatro meses depois, uma filial foi erguida no centro comercial Olaria, também na capital gaúcha. O problema, para Dilma e seus três sócios, é que a presidente cuidou da contabilidade da empresa como lida hoje com as finanças do País – recém-rebaixado pela agência de risco Standard & Poors por falta de confiabilidade. Em apenas 17 meses, a loja quebrou. Em julho de 1996, já não existia mais.

Tocar uma lojinha de quinquilharias baratas deveria ser algo trivial, principalmente para alguém que 15 anos depois se apresentaria aos eleitores como a “gerentona” capaz de manter o Brasil no rumo do desenvolvimento. Mas, ao administrar a Pão & Circo, Dilma cometeu erros banais e em sequência. Qualquer semelhança com a barafunda administrativa do País atual e os equívocos cometidos na área econômica de 2010 para cá, levando ao desequilíbrio completo das contas públicas e à irresponsabilidade fiscal, é mera coincidência. Ou não.

Para começar, a loja foi aberta sem que os donos soubessem bem ao certo o que seria comercializado ali. Às favas o planejamento, primeiro passo para criação de qualquer negócio que se pretenda lucrativo. A empresa foi registrada para vender de tudo um pouco a preços módicos, entre bijuterias, confecções, eletrônicos, tapeçaria, livros, bebidas, tabaco e até flores naturais e artificiais. Mas a loja acabou apostando no comércio de brinquedos para crianças, em especial os do “Cavaleiros do Zodíaco”, série japonesa sucesso entre a meninada dos anos 90. Os artigos revendidos pela Pão & Circo eram importados de um bazar localizado no Panamá, para onde Dilma e uma das sócias, a ex-cunhada Sirlei Araújo, viajaram três vezes para comprar os produtos. As mercadorias eram despachadas de navio até Imbituba (SC) e seguiam de caminhão até a capital gaúcha.

Apesar de os produtos ali vendidos custarem bem pouco, o negócio de Dilma era impopular – como a presidente hoje, que ostenta míseros 7% de aprovação. Os potenciais clientes e até mesmo os comerciantes vizinhos reparavam na apresentação mal-acabada da loja, com divisórias de tábua de madeira. “Não entrava ninguém ali”, afirmou ao jornal Folha de S.Paulo Ênio da Costa Teixeira, dono de uma pizzaria próxima. Ao abrir a vendinha de importados, a presidente também não levou em conta um ensinamento básico do bom comerciante: “o olho do dono é que engorda o gado”. Segundo relato dos próprios sócios, Dilma aparecia na loja “eventualmente”. Preferia dar ordens e terceirizar as tarefas do dia a dia, situação bem semelhante ao contexto atual, em que delegou a economia ao ministro da Fazenda, Joaquim Levy e a política ao vice Michel Temer, até este desistir da função dizendo-se boicotado pelo ministro Aloizio Mercadante, da Casa Civil.

Na sociedade da Pão&Circo, o equivalente ao Mercadante era Carlos Araújo, o ex-marido. Era Araújo quem aconselhava Dilma sobre como ela poderia turbinar as vendas. Mas o ex-conjuge se revelou tão inepto quanto o titular da Casa Civil. “Acho que ela não era do ramo”, afirmou o comerciante, André Onofre, dono de um café ao lado. Depois de tantas trapalhadas comerciais, não restou outro destino à lojinha de R$ 1,99 de Dilma senão a bancarrota.

Questionada sobre a mal sucedida experiência no mundo dos negócios, a Dilma comerciante lembrou mais uma vez a Dilma presidente. Há duas semanas, numa espécie de negação da realidade, a presidente rechaçou a “catástrofe” econômica vivida atualmente pelo Brasil. Ao se referir à lojinha, cinco anos atrás, a Dilma comerciante saiu-se com a seguinte pérola: “Quando o dólar está 1 por 1 e passa para 2 ou 3 por 1, o microempresário quebra. É isso que acontece com o microempresário, ele fecha. A minha experiência é essa e de muitos microempresários desse País”. Ou seja, como boa petista, a presidente jogou a culpa em FHC pela malfadada experiência administrativa – que hoje, sabe-se, seria apenas a primeira. Com a agravante que a crise atual, também de sua inteira responsabilidade, atinge milhões de brasileiros. A outra teve alcance bem restrito, afetando somente o seu bolso e as economias de seus sócios. Bem, de todo modo, se Dilma atribui a falência à relação dólar/Real no período em que o negócio esteve em funcionamento, com todo respeito, ela comete um grave erro matemático. Dilma administrou seu comércio de quinquilharias importadas no melhor momento da história do Brasil para se gerir esse tipo de negócio — quando o Real estava valorizado em relação ao dólar. No ano e mês em que a Pão&Circo foi criada – fevereiro de 1995 – o dólar valia R$ 0,8. Quando quebrou, a moeda americana ainda não passava de R$ 1.

O negócio tocado pela então política filiada ao PDT fechou as portas em julho de 1996. Três anos depois ao encerramento da casa de bugigangas em Porto Alegre, Dilma assumiria o cargo de secretária de Minas e Energia na gestão Olívio Dutra (1999-2002). O resto da história, todos sabem.
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– O Mega Escândalo da Volkswagen na Emissão de Poluentes do Diesel

Há pouco tempo, a VW revelou que tinha um revolucionário sistema ecologicamente correto para motores Diesel, que poluíam muito menos e seria um sucesso.

Não é que toda a sua propaganda era enganosa? O sistema “falsificava os dados em vistorias”, mas no dia-a-dia poluía comumente.

Tal escândalo levou à demissão do presidente mundial da Volks!

Toda a história, extraída de Globo.com, abaixo:

ESCÂNDALO DA VOLKSWAGEN: VEJA COMO A FRAUDE FOI DESCOBERTA

Denúncia surgiu neste mês, nos EUA, mas investigação começou em 2009. Inicialmente, montadora negou; depois admitiu fraude em milhões de carros

A Volkswagen está envolvida em um escândalo de falsificação de resultados de emissões de poluentes que levou, inclusive, à renúncia do presidente-executivo do grupo, nesta quarta-feira (23). O escândalo veio à tona na última quinta (17), nos Estados Unidos, mas as suspeitas foram levantadas muito antes. Veja abaixo a cronologia do caso.

2004-2007 – EUA endurecem padrões

O governo dos Estados Unidos endurece os padrões para emissão de óxido de nitrogênio (NOx), um dos principais poluentes resultantes da combustão do óleo diesel. Na época, as autoridades reconheceram que os novos níveis seriam difíceis de serem cumpridos.

2009 – Volkswagen anuncia carros com diesel limpo

A Volkswagen começa as vendas dos modelos de carros diesel que possuem um sistema diferente para cumprir regras de poluentes. Esses motores, chamados EA 189, dispensam o uso de ureia na mistura de gases e água, que ajuda a amenizar o efeito nocivo do óxido de nitrogênio, recurso mais comumente usado por outras montadoras.

2013 – Dados não batem

O baixo nível de emissões de veículos da Volkswagen com motor a diesel chama a atenção de um grupo independente, o Conselho Internacional de Transporte Limpo (ICCT, em inglês), que decidiu estudar o sistema para mostrar como o diesel poderia ser um combustível limpo, junto com a Universidade de West Virginia, nos Estados Unidos.

Eles começaram a analisar 3 carros: um Jetta 2012, um Passat 2013 e um BMW X5, rodando por cerca de 4.000 km entre a Califórnia e o estado de Washington. E constataram discrepâncias entre o nível de emissão observado e os números dos testes oficiais dos modelos da Volkswagen.

2014 – Governo dos EUA é alertado

O ICCT e a Universidade de West Virginia alertam a Agência de Proteção Ambiental (EPA), do governo federal, e o conselho de emissões da Califórnia (CARB) sobre a descoberta.

Na época, A Volkswagen afirmou que estudo era falho e culpou questões técnicas para os resultados. Mesmo assim, a empresa realizou um “recall branco” (quando não há obrigatoriedade e risco à segurança) de 500 mil carros nos EUA, prometendo resolver o caso, mas sem sucesso.

A CARB e a EPA continuaram a tentar encontrar o motivo das diferenças de dados em laboratório e nas ruas.

2015 – Software é descoberto

A EPA descobre que um software instalado na central eletrônica dos carros da Volkswagen altera as emissões de poluentes nesses veículos apenas quando são submetidos a vistorias. O dispositivo rastreia a posição do volante, a velocidade do veículo, quanto tempo está ligado e a pressão barométrica, baixando os poluentes emitidos. Em condição normal de rodagem, os controles do escape são desligados e os carros poluem mais do que o permitido.

18 de setembro de 2015 – Volkswagen é acusada

O governo dos Estados Unidos acusa a Volkswagen de burlar os dados de emissões de gases poluentes a fim de atender à regulamentação do país, e abre um processo criminal. Segundo a EPA, 482 mil veículos com motores a diesel violaram os padrões federais, entre eles Jetta, Beetle (chamado de Fusca no Brasil), Golf, Passat e o Audi A3 –da marca que pertence ao grupo Volkswagen. Os veículos foram fabricados entre 2009 e 2015.

20 de setembro de 2015 – Montadora se desculpa

O presidente-executivo da Volkswagen, Martin Winterkorn, divulga nota se desculpando pela má prática. “Pessoalmente e profundamente lamento muito que tenhamos quebrado a confiança de nossos clientes e do público. A Volkswagen não tolera nenhuma violação, nem de leis, nem de normas”, declarou.

21 de setembro de 2015 –  ‘Ferramos tudo’, diz CEO

“Ferramos tudo. Nossa empresa foi desonesta”, afirma o presidente da Volkswagen nos EUA, Michael Horn, durante o lançamento do Passat, em Nova York.

22 de setembro de 2015 –  Fraude envolve outros países

A empresa admitiu que um dispositivo que altera resultados sobre emissões de poluentes não foi usado apenas nos EUA, mas em 11 milhões de veículos a diesel em todo o mundo, em modelos de várias marcas pertencentes ao grupo. No entanto, não diz quais são os carros, nem em que países eles estão. Winterkorn torna a pedir desculpas, agora em um vídeo divulgado pela montadora.

23 de setembro de 2015 – ‘Chefão’ renuncia

Martin Winterkorn renuncia ao cargo de presidente-executivo e pede demissão da Volkswagem. No entanto, diz que não tem ciência de nenhum erro de sua parte. O Conselho  empresa também diz que Winterkorn “não tinha conhecimento da manipulação de dados de emissões”.

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– João Alberto versus Romário: quem está certo?

Repercutiu pouco o depoimento do Deputado Federal João Alberto (PMDB-MA), afilhado político da Família Sarney (lembrando que Fernando Sarney é vice-presidente da CBF), durante os trabalhos da CPI do Futebol.

Disse o Parlamentar em defesa dos atuais cartolas do futebol, na última 4a feira:

Nosso futebol é muito bem organizado, se não fosse, não teríamos tantas conquistas. Não podemos achar que o quarto lugar na Copa do Mundo foi o fim do mundo.

João Alberto foi interrompido pelo Senador Romário (PSB-RJ), que retrucou:

Não sei se, felizmente ou infelizmente, mas discordo totalmente do que Vossa Excelência disse, senador João Alberto. Temos dirigentes ruins e péssimos. O resultado da Copa do Mundo, com todo respeito, não posso concordar que o senhor os considere como bons resultados, depois de levar de 7 a 1 em casa (…) Com todo respeito a Vossa Excelência pelo seu histórico, mas esse senhor (Del Nero) não presta, ele é imoral. Esse senhor para mim é um dos cânceres que temos no futebol, e câncer, assim como a doença, tem de ser extirpado”.

Um dia antes, Romário, em entrevista à Gazzetta Dello Sport, afirmou que Dunga não usa critérios técnicos para convocar a Seleção Brasileira e questionou os interesses do treinador da Seleção, que prometeu processá-lo.

E aí, o que você acha dos dois depoimentos de Romário e a afirmação do Deputado João Alberto? Deixe seu comentário:

– Partido Novo, Aécio e Dilma

Ouvi na Rádio Jovem Pan a entrevista do presidente do Partido Novo, a nova agremiação política do Brasil.

Gostei! Parece, de fato, uma terceira via. Mostrou ter uma ideologia liberal, de centro, sem políticos velhacos e viciados no jogo corrupto. Gente trabalhadora cansada dos mesmos nomes. Mostrou-se ético e, de certo ponto, “pixotesco” (no sentido bom da palavra).

De Dilma e o pessoal do PT, cansamos. De Aécio, a decepção por surgimentos de denúncias bem fundamentadas, em especial ao do uso particular por dezenas de vezes do avião do Governo de MG para recreação no RJ.

Tomara que seja uma alternativa o pessoal do Novo!

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– Análise da Arbitragem Pré-Jogo para Paulista x Rio Branco

Rafael Gomes Félix da Silva, Professor de Educação Física, apitará o confronto do Galo contra o Tigre na Copa Paulista. Jovem (32 anos), apitou algumas partidas da A3 e 3 jogos da A2. Esteve no Jayme Cintra como 4o árbitro na derrota do Paulista contra o Guarani neste ano.

Sua principal característica é o ótimo condicionamento físico, estando sempre próximo das jogadas. Não costuma dar muitos cartões e gosta de jogo corrido. Guardada as proporções, lembra (pelo porte físico e estilo) o árbitro da A1 Marcelo Aparecido Ribeiro.

Osvaldo Apipe de Medeiros Filho, Policial Militar, com experiência em série A1 e Leandro Almeida dos Santos, Vigilante Privado, com experiência em A2, serão os bandeiras.

José Guilherme Almeida e Souza, Contabilista, será o 4o árbitro.

Novamente uma crítica: mais uma vez temos um quarteto de arbitragem com pouca experiência no Jayme Cintra. Mas em Penápolis, para Penapolense x Nacional, teremos Thiago Scarascati, revelação da série A1 neste ano.

Qual o critério de escalas, dona FPF?

Gostaria que no próximo jogo do Galo tivéssemos também um árbitro de Primeira Divisão. É pedir muito, Coronel Marinho?

Ficarei esperando.

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