– Eu não queria ser Raphael Claus no Domingo de Derby!

Pense bem: todo árbitro quer apitar um Grenal, um FlaFlu ou um Derby Paulistano. Mas, claro, sendo em condições normais.

Pergunto aos amigos leitores: já imaginaram como está a cabeça do bom árbitro Raphael Claus, escalado domingo para o importante jogo do Brasileirão entre Verdão x Timão?

Ele, que no último Palmeiras x Corinthians no Allianz Parque expulsou correta e corajosamente o goleiro Cássio por cera, trabalhará em mais um Derby – mas agora em condições adversas.

Mediante o clima de desconfiança e de pressão, o honesto árbitro deverá estar blindado das teorias conspiratórias que podem atrapalhar sua concentração. Afinal, a falibilidade é algo humano!

– Se Claus errar um lance qualquer que beneficie o Palmeiras, ouvirá: “chegou a hora da compensação”;

– Se Claus errar a favor do Corinthians, sem dúvida escutará: “tá vendo como há favorecimento?

Que fria! Mas torço para que sua competência o ajude manter a concentração. Raphael Claus tem sido o destaque positivo em grandes jogos Brasil afora.


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– A Vida em 1o lugar!

Compartilho informativo importante sobre movimento de Cidadania promovido pela Diocese de Jundiaí, a ser realizado na próxima 2a feira.

Abaixo:

FÓRUM DAS PASTORAIS SOCIAIS DA DIOCESE DE JUNDIAÍ PROMOVE O “GRITO DOS EXCLUÍDOS” NO DIA 7 DE SETEMBRO

Por Reinaldo Oliveira

O Fórum das Pastorais Sociais da Diocese de Jundiaí, promove no dia 7 de setembro. Mais uma edição do Grito dos Excluídos. O Evento começa às 15h, na Catedral Nossa Senhora do Desterro, com uma celebração presidida pelo bispo Dom Vicente Costa.

O Grito dos Excluídos que é uma manifestação pacífica e política, em sua 21ª edição nacional e 5ª edição diocesana, traz como tema “Vida em primeiro lugar” e como lema “Que país é este, que mata a gente, que a mídia mente e nos consome”.

Num momento de grandes acontecimentos políticos, econômicos e sociais , o Grito vem com a proposta desde a sua criação, de ser um espaço aberto p à manifestação de todos/as que sentem ad dificuldades apresentadas pela brutal desigualdade social.

Por este motivo, como nos anos anteriores após a celebração na catedral, todos/as são convidados/as a “gritarem” seus sofrimentos e angústias, a na “fila do povo”, na praça central, organizada pelos agentes da Pastoral Fé e Política da Diocese de Jundiaí.

No dia 2 de setembro foi realizada uma coletiva de imprensa na sede da CNBB, em São Paulo, onde foi destacado este grande evento que é realizado em todo o Brasil, e que pode ser também conhecido através do site www.gritonacional.org.nr

O Fórum das Pastorais Sociais convida toda a população de Jundiaí e Região a participar de mais esta manifestação pacífica e juntar-se aos movimentos sociais, organismos, entidades sindicais e demais segmentos da sociedade civil organizada.

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– Os 7 pecados capitais na “Crise do Apito” do Futebol Brasileiro

Esqueça as teorias conspiratórias que pipocam pela Internet. Nada em dizer que estão favorecendo o Corinthians pois, devido a crise econômica, o “Time do Povo” deve ser beneficiado para acalmar os ânimos do povão. Descreia daquele que lhe disser que o interesse é da Rede Globo. Não acredite em acordo às escuras entre o deputado Andrés Sanches e o presidente da CBF Marco Polo Del Nero para que a CPI do Futebol seja avaliada.

Os problemas da arbitragem brasileira se resume a um só: PRESIDÊNCIA da CBF.

Sim. E vamos entender o motivo de Marco Polo (e não só ele) levar a culpa.

– Sérgio Correa da Silva foi presidente da Comissão de Arbitragem por muitos anos na gestão Ricardo Teixeira. A fim de agradar clubes cariocas, em meados do ano 2000 Sérgio foi “demitido” da CA e realocado para um recém criado Departamento de Árbitros (cargo só para ele e com o mesmo salário). Ficou pouco tempo lá, pois José Maria Marin o reabilitou para a CA e Marco Polo o manteve.

Portanto, avalie: há quanto tempo Sérgio comanda a arbitragem do Brasil? A Presidência da CBF (através de seus 3 presidentes do período) foi responsável. E por todo esse período, é razoável crer que uma safra de árbitros foi perdida.

Mas Sérgio Correa tem muitos pecados na sua gestão?

Sim, pelo menos 7. Vamos à eles:

1A FORMAÇÃO DOS JUÍZES: como a CA-CBF formou seus árbitros atuais? E a resposta é simples: não formou, deixou para as Federações Estaduais. Em São Paulo, por exemplo, o Cel Marcos Marinho (que combatia a violência das torcidas nos Estádios) virou presidente da CEAF-FPF! Sendo assim, a má formação transita entre as hierarquias.

2- A CRITERIZAÇÃO DOS ÁRBITROS SORTEADOS: o descritério das escalas é gritante: Marlon Rafael de Oliveira, o bandeira que muito errou em Atlético Mineiro 0x1 Atlético Paranaense (era estreante na série A), foi suspenso. Mas até a manhã de sexta-feira, ele constava como bandeira escalado para Salgueiro x Cuiabá na série C, sendo substituído posteriormente. A propósito, outro estreante da Série A, Evandro Gomes Ferreira, atuará no jogo do Atlético Mineiro contra o vasco da Gama.

3- A FORMALIZAÇÃO DA “GELADEIRA” DOS ÁRBITROS: sempre existiu afastamento dos árbitros por má atuações. É que o torcedor nunca ficou sabendo. Agora, a novidade, é a divulgação pública. Além disso, a falta de critério para “encher esse freezer”: árbitros que PODEM ser suspensos foram. Alguém afastaria Luiz Flávio, Sandro Meira Ricci, Marcelo de Lima Henrique, Leandro Vuaden, Ricardo Marques Ribeiro, ou outro figurão do apito, caso errem (como já erraram) no Brasileirão?

4- A FALTA DA RECICLAGEM E APRIMORAMENTO: Reciclar árbitros não é afastá-los! É dar jogos nas categorias menores para que eles se aperfeiçoem. Não existe aperfeiçoamento se o cara fica parado na sala de aula. O treino do árbitro é o próprio jogo! Pior é que os que treinam no jogo se atrapalham, vide a questão da mão na bola e a bola na mão, quase uma regra tupiniquim, a “12-B”, paralela ao que a FIFA manda. E a cada erro, a justificativa da CA de que o árbitro acertou…

5- A FRIEZA DAS ESTATÍSTICAS: aumentou o número de bola rolando e caiu o número de infrações. Pudera, estamos deixando de dar faltas e aumentando os acréscimos! Os números são frios e permitem a interpretação de quem os divulga e contabiliza. Neste caso, é o próprio Sérgio Correa quem o faz…

6- A AUSÊNCIA DA MERITOCRACIA: árbitros de vários lugares do Brasil, onde o futebol não é tão evoluído, com a desculpa de que são necessários para integrar o país. Se dá chance para árbitros do PA, MT, RO, TO em detrimento de outros centros mais desenvolvidos na série A?

7- OS CRITÉRIOS GEOGRÁFICOS DE ESCALA: em alguns momentos os clássicos regionais são apitados por árbitros de outras praças; em determinadas rodadas, de mesma. Árbitros da mesma federação do mandante em alguns jogos escolhidos a dedo; Implantação de 4o e 5o árbitros em alguns jogos; invenção de dois delegados por partida; em outras, apenas um. A cada rodada, uma invencionice.

O mais importante: crer que a arbitragem melhorará com afastamento de 5 bandeiras e um árbitro é demagógica barata. Quem os escala – Sérgio Correa – é o responsável por eles, e o responsável pelo cargo de confiança que é a Comissão de Árbitros é o presidente Marco Polo Del Nero.

Instiga tanto apreço que Marco Polo tem por Sérgio. Desde o tempo em que Sérgio era presidente do Sindicato dos Árbitros e membro da Comissão de Árbitros da FPF, sob a administração Marco Polo, a sintonia é grande.

Enfim: precisamos um Choque de Gestão na CBF, e em especial, na Comissão de Árbitros. Mudar tudo, abandonar as estruturas viciadas e dependentes (ou alguém acredita na independência das instituições de futebol entre si?) e, em especial, colocar pessoas capacitadas para essa revolução.

Me custa crer que a curto prazo esses senhores que há décadas militam no futebol sem nenhuma ação louvável mudarão para melhor a administração do futebol. Triste realidade…

Ah: sobre os erros pró-Corinthians? Ora, é claro que para os clubes de massa, se a favor, repercutem mais. Em um campeonato tão comprido como o Brasileirão, eles acontecem à todas as equipes (só despertam menor discussão dependendo do time e do placar). Mas calma: eles realmente não se compensam, pois há times que terão árbitros e bandeiras mais fracos, estádios que permitem maior pressão, e tantos outros fatores da debilidade e incompetência humana. E que acabe o aceite de que, se errou contra hoje, tudo bem pois errará amanhã a favor. O correto é: errar nunca!

(charge Vodu, de Mário Alberto, Jornal Lance 04/09)

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– A CBF encontra a solução para resolver os problemas da Arbitragem!

E a coisa é simples: a CBF acaba de resolver os problemas da arbitragem brasileira: colocou 5 bandeiras e 1 árbitro para a “geladeira” do Brasileirão!

Fácil, não?

Quem os escala continuará firme no cargo, trabalhando a R$ 50.000,00/ mês. Afinal, a culpa é só dos árbitros e dos bandeiras. Ou não?

Fico pensando: por quê alguns são suspensos por determinados erros e outros nomes mais importantes não?

Interessante…

Será que o presidente da Comissão de Árbitros tem tanto prestígio assim com Marco Polo Del Nero? Afinal, se continua no cargo, é porque comungam dos mesmos ideais para a arbitragem brasileira…

Sobre a análise da arbitragem de alguns jogos de ontem:

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