– E se a Bola bater no Árbitro e for ao Gol em Tiro Livre Indireto?

A pergunta interessante e rica em detalhes vem do internauta Dydyer Mateus, via Twitter:

Em um tiro livre indireto, antes da bola pegar em qualquer jogador, bate no árbitro e vai para o gol. O que fazer?

A marcação de um tiro livre indireto surge de uma infração (solada / pé alto / reclamação, entre outras – sempre sem contato físico) e significa que uma falta será cobrada, mas dela não pode ser confirmado um gol diretamente. Necessita a participação de um segundo toque (do próprio time – exceto do cobrador – ou de um adversário).

  • – Se um jogador chutar a bola diretamente ao gol adversário, será marcado tiro de meta.
  • – Se a bola bater na trave, e na sequência entrar no gol, tiro de meta.
  • – Se bater na trave e for chutada/desviada/resvalada/tocada por qualquer atleta, independente se companheiro ou adversário do cobrador e entrar no gol, é gol legal.
  • – Se bater no árbitro, assistente ou adicional, e entrar no gol, é tiro de meta (já que o árbitro é neutro).
  • – Se um jogador chutar a bola diretamente ao próprio gol, não se confirma o gol-contra e será marcado escanteio.

Vale lembrar que se o atleta que cobrar o tiro livre indireto tocá-la antes dela entrar em jogo (ou seja, ser tocada por outro jogador), deverá ser marcado tiro livre indireto no local da ocorrência à equipe adversária.

Nunca se repete a cobrança, exceto na situação em que o árbitro assinala tiro livre indireto e esquece de informar aos atletas (o sinal é: levantar quaisquer um dos braços, e abaixá-lo no momento em que existe o segundo toque). Se o árbitro perceber seu esquecimento, o tiro pode ser repetido (desde que seja observado antes do reinício do jogo).

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– E se a Bola bater no Árbitro e for ao Gol em Tiro Livre Indireto?

A pergunta interessante e rica em detalhes vem do internauta Dydyer Mateus, via Twitter:

Em um tiro livre indireto, antes da bola pegar em qualquer jogador, bate no árbitro e vai para o gol. O que fazer?

A marcação de um tiro livre indireto surge de uma infração (solada / pé alto / reclamação, entre outras – sempre sem contato físico) e significa que uma falta será cobrada, mas dela não pode ser confirmado um gol diretamente. Necessita a participação de um segundo toque (do próprio time – exceto do cobrador – ou de um adversário).

  • – Se um jogador chutar a bola diretamente ao gol adversário, será marcado tiro de meta.
  • – Se a bola bater na trave, e na sequência entrar no gol, tiro de meta.
  • – Se bater na trave e for chutada/desviada/resvalada/tocada por qualquer atleta, independente se companheiro ou adversário do cobrador e entrar no gol, é gol legal.
  • – Se bater no árbitro, assistente ou adicional, e entrar no gol, é tiro de meta (já que o árbitro é neutro).
  • – Se um jogador chutar a bola diretamente ao próprio gol, não se confirma o gol-contra e será marcado escanteio.

Vale lembrar que se o atleta que cobrar o tiro livre indireto tocá-la antes dela entrar em jogo (ou seja, ser tocada por outro jogador), deverá ser marcado tiro livre indireto no local da ocorrência à equipe adversária.

Nunca se repete a cobrança, exceto na situação em que o árbitro assinala tiro livre indireto e esquece de informar aos atletas (o sinal é: levantar quaisquer um dos braços, e abaixá-lo no momento em que existe o segundo toque). Se o árbitro perceber seu esquecimento, o tiro pode ser repetido (desde que seja observado antes do reinício do jogo).

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– A Crise dos Combustíveis no Brasil

Mesmo com tanto alarde sobre o Pré-Sal, a Petrobrás viu suas ações despencarem nos últimos dias. Já se fala sobre um outro aumento no preço dos combustíveis no final do ano. Para piorar, o Governo admite ter que importar mais Gasolina.

Como crescer sem infraestrutura e recursos? Falta dos mesmos ou má gestão?

Extraído de: http://economia.terra.com.br/noticias/noticia.aspx?idNoticia=201302051939_RTR_SPE91407L

PETROBRAS ELEVARÁ IMPORTAÇÃO DA GASOLINA

Mesmo com aumento da mistura de etanol na gasolina, de 20% para 25% a partir de maio, a Petrobras prevê um aumento na importação de gasolina de 22% este ano na comparação com 2012 para atender a crescente demanda no mercado interno, de acordo com a empresa.

A expectativa para este ano é que as compras externas de gasolina somem 110 mil barris ao dia, em média. Em 2012, a importação de gasolina chegou a 90 mil barris ao dia, um volume historicamente alto, que acabou afetando os resultados da companhia juntamente com a alta nas compras externas de diesel.

Por conta do crescimento nas compras externas de derivados, vendidos com preços defasados no mercado interno ante o valor internacional, a área de Abastecimento contabilizou em um prejuízo de R$ 22,9 bilhões em 2012.

“É preciso contabilizar o crescimento do mercado este ano”, disse o diretor de Abastecimento da empresa, José Cosenza, em conferência nesta terça-feira para explicar os resultados.

Segundo a Petrobras, enquanto a produção de derivados cresceu no ano passado 5%, a demanda avançou acima desse patamar e atingiu 7%. A gasolina ancorou essa expansão de venda de derivados em 2012, com mais 17%.

A estatal informou que o forte consumo de gasolina se deu por conta do aumento da frota de carros bicombustível no país e pelos preços mais competitivos do combustível frente ao álcool na maior parte do País.

O aumento na importação da gasolina tem relação com o fato de as refinarias da estatal estarem no limite de operação para a produção desse combustível, associado a um consumo com crescimento na casa de dois dígitos.

Na média de 2012, a empresa ampliou a carga refinada em 82 mil barris, um ganho de 4% ante 2011. As unidades de processamento bateram recorde de utilização ao atingirem 96 por cento na média do ano.

A previsão da diretoria de Abastecimento da empresa é manter a importação de diesel este ano em 190 mil barris de petróleo ao dia, em média.

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– Seleção do Felipão agradará?

Nessa quarta teremos um amistoso de dois gigantes: daqueles que inventaram o futebol contra os que reinventaram a maneira bretã.

Inglaterra X Brasil é para quem gosta de futebol. Os ingleses aprimoraram o esporte, criaram suas regras e o exportaram. Os brasileiros, com sua miscigenação de raças e estilos, mudaram o jeito de jogar, com dribles/ fintas e beleza no jogo.

A ideia de que o futebol inglês seja apenas de chuveirinho ‘já era’: a Premier League é sensacional, entusiamante e bacana de assistir. Nós, ao contrário, engessamos o nosso futebol-arte e, por muitas vezes, preferimos erroneamente a força do que a ginga.

Porém, uma grata surpresa: a escalação de Felipão, já antecipada para a imprensa, traz uma esperança àqueles que gostam do futebol bem jogado: Paulinho e Ramirez no meio de campo (jogadores técnicos, nada botinudos), com Ronaldinho Gaúcho e Oscar armando jogadas para Neymar e Luís Fabiano.

Será a reviravolta do futebol brasileiro, de R10 e do próprio Scolari, além da afirmação de Neymar?Tomara!

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