– GM Camaro nos EUA mais barato do que Fiat Palio no Brasil

Coisas que só são explicadas pela alta carga de impostos do nosso país: um carro popular aqui custa muito mais caro do que um de luxo nos EUA. Veja:

(Extraído de: http://economia.uol.com.br/ultimas-noticias/infomoney/2012/08/31/chevrolet-camaro-custa-nos-eua-menos-que-palio-weekend-no-brasil.jhtm)

GM CAMARO CUSTA MAIS BARATO DO QUE FIAT PALIO

SÃO PAULO – O preço de um Chevrolet Camaro nos Estados Unidos é menor que o do Palio Weekend Adventure no Brasil. Em concessionárias americanas, o musculoso carro da GM pode ser encontrado por a partir de US$ 23.280 na versão mais simples. Já o carro da Fiat sai por R$ 51.500, segundo a tabela da consultoria Molicar, o que equivale a US$ 25.121,95 pelo câmbio atual.

Com o valor cobrado pela versão do Palio no Brasil, seria possível, portanto, comprar um Camaro nos Estados Unidos e ainda garantir um troco de US$ 1.841,95.

Carros incomparáveis

A diferença de preços entre os países fica ainda mais evidente quando os detalhes do Camaro são comparados com o station wagon da Fiat.

Por US$ 23.280, é possível comprar o Camaro 1LS com motor 3.6L V6 movido à gasolina e câmbio manual de seis marchas. Além de enorme, o motor é muito potente. O modelo acelera de zero a 100km/h em apenas 6 segundos.

O carro ainda vem com CD player, bluetooth, tecnologia de controle de estabilidade, monitorização da pressão dos pneus, airbags frontais e de cortina, direção hidráulica e ar-condicionado com controle de temperatura.

O Camaro começou a ser produzido em 1966 para concorrer com outros famosos “muscle car” americanos: o Ford Mustang e o Dodge Challenger. O modelo foi o grande astro do filme “Transformers” 1, 2 e 3 no papel de Bumblebee e também está presente em vários jogos de videogame, como “Test Drive” e “Need for Speed”.

No Brasil, o Camaro é vendido desde 2010, mas apenas na versão 6.2 V8 16V de 406 cavalos. De acordo com a tabela Fipe, o automóvel custa R$ 200.200.

No caso do Palio Weekend, desembolsando US$ 25.121,95, o consumidor brasileiro leva para casa um carro com motor 1.8 16V flex com câmbio manual de cinco marchas. O modelo acelera de zero a 100km/h em 10,7 segundos.

Neste caso, os itens de série são dois apoios de cabeça no banco traseiro, ar-condicionado, direção hidráulica, faróis de neblina e preparação para som e rodas em liga leve.

Recentemente, um artigo publicado pela revista americana Forbes reacendeu as discussões sobre o alto custo de venda dos veículos no Brasil. Na reportagem, o brasileiro era tratado com ingênuo, já que paga um valor muito alto por um carro que aqui é visto como modelo de luxo, mas que nos Estados Unidos não possui tanto glamour.

Com a intenção de provar essa diferença, um levantamento feito há pouco tempo comparou os preços de alguns modelos que são vendidos no Brasil e nos Estados Unidos.

De acordo com a pesquisa, uma Mercedes ML pode custar 253,33% a mais no Brasil que nos Estados Unidos. Segundo o levantamento, no Brasil o veículo é vendido por R$ 265 mil, enquanto nos Estados Unidos o mesmo modelo pode ser comprado por R$ 75 mil.

Entre as explicações para os altos preços dos automóveis no Brasil, estão os elevados impostos, o alto custo da mão de obra, a baixa competitividade das montadoras locais, o custo elevado de matérias-primas como o aço e a energia e a margem mais elevada das montadoras.

– Bola e Mascote da Copa 2014

A Adidas, em parceria com a Rede Globo, divulgou o nome escolhido para a Bola da Copa do Mundo 2014: com quase 80% de votos, “Brazuca” venceu “Carnavalesca” e “Bossa Nova”.

Sobre o mascote: a Revista Veja dessa semana divulgou o que será revelado dentro em breve->  o Tatu-bola foi escolhido para o Mundial!

Diga se gostou, olha a foto dele aqui:

Tatu-bola, ainda sem nome, que será a mascote oficial da Copa de 2014

– A Morte do Reverendo Moon

Uma das figuras mais polêmicas, influentes e ricas do Século XX morreu: o Reverendo Moon, líder religioso, detentor de extensas propriedades de terra e vários negócios no mundo (e principalmente no Brasil).

Extraído de: http://jovempan.uol.com.br/noticias/mundo/2012/09/reverendo-moon-um-polemico-messias-que-levantou-um-imperio-milionario.html

REVERENDO MOON: O POLÊMICO MESSIAS QUE LEVANTOU UM IMPÉRIO

por Agência EFE

Sun-Myung Moon, que morreu nesta segunda-feira aos 92 anos, foi o fundador da Igreja da Unificação, um controvertido movimento espiritual com vários milhões de seguidores pelo mundo todo, e que amealhou uma enorme fortuna.

Pai de 15 filhos e avô de mais de 40 netos, o multimilionário reverendo Moon, autoproclamado “messias” perante seus seguidores, viveu quase sempre rodeado de uma polêmica que não o impediu de conjugar sua faceta espiritual com atividades empresariais e políticas, principalmente na Ásia, Estados Unidos e América Latina.

Sun-Myung Moon nasceu em janeiro de 1920 em uma família de camponeses no que hoje é a Coreia do Norte, quando o território se encontrava sob o jugo do império japonês.

Após estudar dois anos engenharia em Tóquio, retornou à península coreana e pregou na Coreia do Norte, onde foi preso três anos pelo Governo comunista e mais tarde libertado pela coalizão liderada pelos EUA, assim que explodiu a Guerra da Coreia (1950-1953).

Outra vez na Coreia do Sul fundou em 1954 a Igreja da Unificação, uma seita religiosa marcada pela glorificação do próprio Moon, o “pai autêntico”, que assegurava agir por mandato divino e sob os ensinamentos da Bíblia.

Moon, que considerava a Coreia como uma “terra sagrada”, expandiu seu movimento com um discurso neocristão e crenças como a chegada de um segundo messias, a comunicação com os mortos e a predestinação divina de todo indivíduo.

No começo dos anos 70 decidiu se mudar para os EUA, onde passaria 13 meses na prisão em 1984 por evasão de impostos.

O reverendo assegurava que o próprio Jesus Cristo lhe pediu para completar o trabalho evangelizador que Deus tinha encomendado e que não pôde finalizar ao ser crucificado.

Os “moonies”, como se denomina os seguidores da Igreja da Unificação, ocuparam as capas das revistas por causa dos casamentos em massa e simultâneos, nos quais dezenas de milhares de pessoas que não se conheciam previamente contraíam casamento.

No maior deles, cerca de 30 mil casais contraíram casamento em 1992 no estádio olímpico de Jamsil (Seul).

Este tipo de cerimônia suscitou as críticas de quem assegurava que o movimento tentava subjugar a vontade de seus fiéis, já que frequentemente era o próprio Moon que escolhia os futuros esposos e esposas.

Mas se alguma coisa deu publicidade internacional à Igreja da Unificação foi a batalha na mídia que manteve em 2001 com o Vaticano por causa do famoso caso do bispo africano Emmanuel Milingo.

O religioso católico contraiu casamento em março daquele ano pelo rito da seita Moon com uma mulher sul-coreana, o que criou um grande rebuliço e representou a ameaça de excomunhão para o bispo rebelde, que finalmente voltou ao “rebanho” e mostrou seu arrependimento perante João Paulo II.

No plano político, Moon, apesar de sua forte tendência anticomunista, chegou a se reunir com líderes como o fundador da Coreia do Norte, Kim Il-sung, no começo dos anos 90; Richard Nixon nos anos 70; o último presidente da URSS, Mikhail Gorbachev, nos 80; e o argentino Carlos Menem nos 90.

Enquanto levantava seu reinado espiritual, se assentava como um ativo magnata empresarial, com negócios que abrangiam desde os meios de comunicação até a hotelaria, a indústria e o esporte na Coreia do Sul, Estados Unidos e América Latina.

Fundou vários meios de comunicação, entre eles o jornal americano “The Washington Times”, que representa um sólido ponto de vista conservador e que em 2010 tinha uma tiragem de perto de 40 mil exemplares.

O braço empresarial da Igreja da Unificação é o grupo Tongil, um dos maiores conglomerados da Coreia do Sul e proprietário entre outras coisas do Seongnam Ilhwa Chunma, o time de futebol com mais títulos da K-League (Campeonato Coreano).

Moon também passará para a história por peculiares façanhas como publicar até 450 volumes de sermões, oferecer um discurso de 16 horas seguidas sem descanso ou ser o único líder que alcançou em vida levar sua religião a mais de 190 países, segundo sua organização.

Após sua morte, à frente da Igreja vai continuar seu filho mais novo, Hyung Jin Moon, nomeado líder desta em 2008, enquanto o conglomerado Tongil continuará presidido por seu quarto filho, Kook Jin Moon.

– Autoridade, Autoritarismo e Respeitabilidade na Arbitragem

Na sociedade, em todos os setores, não basta ser bom profissionalmente. Tem que parecer ser bom! Se mostrar competência e, principalmente, demonstrar confiabilidade (valores fundamentais para o sucesso de qualquer atividade), o resto se torna mais fácil.

 

Digo isso pelas arbitragens do Campeonato Brasileiro. Há uma clara postura diferente de árbitros quanto à demonstração da autoridade em campo. E, na última rodada, tal fato ficou mais evidente.

 

Comparemos Wilson Luís Seneme no Internacional X Flamengo e Péricles Bassols no Corinthians X Atlético Mineiro. Ambos do quadro da FIFA e com postura diferente em campo.

 

Seneme demonstra a sua firmeza alicerçada na confiança que os atletas têm em sua boa atuação e histórico. Quando ordena algo em campo, o faz com autoridade que é prontamente aceita pelos jogadores. Só em olhar firme, já consegue bom comportamento.

 

– Péricles demonstra a sua firmeza alicerçada em cara feia e gritos esbravejantes. Quando ordena algo em campo, o faz sob os olhares duvidosos dos atletas.

 

Não vale dizer que o primeiro é veterano e o segundo experimenta o noviciado. Ambos tem boa rodagem. A diferença é que Seneme exerce a autoridade com respeito e serenidade, enquanto que Péricles a faz com exagerada antipatia. Ontem, no Pacaembu, ficou nítido que em certos momentos beira a arrogância o comportamento do árbitro. Não que ele seja arrogante, mas faz parecer ser.

 

Ora, árbitro não deve ser simpático ou complacente, mas simplesmente… árbitro! Zeloso pela Regra do Jogo, respeitoso pelos atletas que ali estão trabalhando, atento para ludibriagens e cumpridor do seu dever. E é aí que Péricles Bassols tem pecado: fazer excessivamente o papel de “malvado”, dar má resposta ou mostrar a falta de empatia. Não é necessário ‘conversar com jogador’ (já que muitos atletas reclamam que árbitro não conversa com eles – no fundo, querem a contemporização de punições disfarçada do desnecessário ‘bate-papo’), mas sim demonstrar que está seguro de suas marcações em campo. Ou será que jogador não tem a sensibilidade suficiente para perceber quando o árbitro está inseguro durante a partida, ou sente a pressão?

 

Jogador não é inimigo de árbitro, nem a relação inversa. O problema é ganhar o respeito! E isso só o fará mudando a postura.

 

Ter autoridade não é ser arrogante. Vide Seneme, PC, Heber… Se isso ocorre, até mesmo quando o árbitro acerta em lances difíceis, será contestado e até mesmo ironizado!

 

Por fim: após o jogo entre Corinthians X Atlético Mineiro, um jornalista perguntou ao treinador Cuca (e ao mesmo tempo criticou) o fato de um carioca apitar jogo de mineiro no Brasileirão, onde o Atlético-MG é seguido pelo Fluminense-RJ na tabela. Ora, se partirmos para esse raciocínio, não teremos mais árbitros à disposição. Se assim fosse, o Internacional, que luta com o São Paulo por uma vaga no G4, deveria reclamar da escala do paulista Seneme. Escalaremos então árbitros da Roraima, Acre, Amapá… de qualquer estado da federação que não esteja na série A, pois, em breve, todos os jogos terão interesse entre si. Ou tragamos estrangeiros ou extraterráqueos!

 

Que o novo comandante da CA-CBF, Aristeu Tavares, aproveite a sonda americana Curiosity, que está há pouco tempo em Marte e faça contatos por lá! Quem sabe encontre algum árbitro disponível…

 

E você: também acha que alguns árbitros confundem autoridade com autoritarismo? Deixe seu comentário:

 

– Autoridade, Autoritarismo e Respeitabilidade na Arbitragem

Na sociedade, em todos os setores, não basta ser bom profissionalmente. Tem que parecer ser bom! Se mostrar competência e, principalmente, demonstrar confiabilidade (valores fundamentais para o sucesso de qualquer atividade), o resto se torna mais fácil.

Digo isso pelas arbitragens do Campeonato Brasileiro. Há uma clara postura diferente de árbitros quanto à demonstração da autoridade em campo. E, na última rodada, tal fato ficou mais evidente.

Comparemos Wilson Luís Seneme no Internacional X Flamengo e Péricles Bassols no Corinthians X Atlético Mineiro. Ambos do quadro da FIFA e com postura diferente em campo.

Seneme demonstra a sua firmeza alicerçada na confiança que os atletas têm em sua boa atuação e histórico. Quando ordena algo em campo, o faz com autoridade que é prontamente aceita pelos jogadores. Só em olhar firme, já consegue bom comportamento.

– Péricles demonstra a sua firmeza alicerçada em cara feia e gritos esbravejantes. Quando ordena algo em campo, o faz sob os olhares duvidosos dos atletas.

Não vale dizer que o primeiro é veterano e o segundo experimenta o noviciado. Ambos tem boa rodagem. A diferença é que Seneme exerce a autoridade com respeito e serenidade, enquanto que Péricles a faz com exagerada antipatia. Ontem, no Pacaembu, ficou nítido que em certos momentos beira a arrogância o comportamento do árbitro. Não que ele seja arrogante, mas faz parecer ser.

Ora, árbitro não deve ser simpático ou complacente, mas simplesmente… árbitro! Zeloso pela Regra do Jogo, respeitoso pelos atletas que ali estão trabalhando, atento para ludibriagens e cumpridor do seu dever. E é aí que Péricles Bassols tem pecado: fazer excessivamente o papel de “malvado”, dar má resposta ou mostrar a falta de empatia. Não é necessário ‘conversar com jogador’ (já que muitos atletas reclamam que árbitro não conversa com eles – no fundo, querem a contemporização de punições disfarçada do desnecessário ‘bate-papo’), mas sim demonstrar que está seguro de suas marcações em campo. Ou será que jogador não tem a sensibilidade suficiente para perceber quando o árbitro está inseguro durante a partida, ou sente a pressão?

Jogador não é inimigo de árbitro, nem a relação inversa. O problema é ganhar o respeito! E isso só o fará mudando a postura.

Ter autoridade não é ser arrogante. Vide Seneme, PC, Heber… Se isso ocorre, até mesmo quando o árbitro acerta em lances difíceis, será contestado e até mesmo ironizado!

Por fim: após o jogo entre Corinthians X Atlético Mineiro, um jornalista perguntou ao treinador Cuca (e ao mesmo tempo criticou) o fato de um carioca apitar jogo de mineiro no Brasileirão, onde o Atlético-MG é seguido pelo Fluminense-RJ na tabela. Ora, se partirmos para esse raciocínio, não teremos mais árbitros à disposição. Se assim fosse, o Internacional, que luta com o São Paulo por uma vaga no G4, deveria reclamar da escala do paulista Seneme. Escalaremos então árbitros da Roraima, Acre, Amapá… de qualquer estado da federação que não esteja na série A, pois, em breve, todos os jogos terão interesse entre si. Ou tragamos estrangeiros ou extraterráqueos!

Que o novo comandante da CA-CBF, Aristeu Tavares, aproveite a sonda americana Curiosity, que está há pouco tempo em Marte e faça contatos por lá! Quem sabe encontre algum árbitro disponível…

E você: também acha que alguns árbitros confundem autoridade com autoritarismo? Deixe seu comentário:

– Fim dos Tempos neste 2012?

Na última edição da Revista Superinteressante de 2011, houve uma matéria falando sobre “Apocalipse e Fim de Mundo”, por Salvador Nogueira.

O texto bacana e curioso mostra alguns cenários para o mundo acabar. Supersticiosos negarão, e alguns dizem que 2012 é a data limite. Mas um trecho da publicação me chamou a atenção:

“(…) O mundo já acabou para 99% de todas as espécies que surgiram desde que a primeira de todas as formas de vida apareceu, há 3,5 bilhões de anos.”

Puxa, somos uma fraçãozinha perto do que o planeta já viveu. O mundo já acabou diversas vezes e renasceu outras tantas, com formas diferentes de vidas e espécies.

A questão é: estamos na derradeira oportunidade, e se somos o 1% que sobrou é porque somos mais resistentes, como sobreviventes, ou somos a própria nova ameaça?