– Mês Rosa do Câncer de Mama e a Insensibilidade de Alguns

No mundo, o mês de Outubro é dedicado à campanha de conscientização e prevenção do Câncer de Mama, chamada de Outubro Rosa. Para isso, campanhas utilizando o cor-de-rosa são feitas. A linhas Aéreas Azul pintou algumas aeronaves dessa cor, para lembrar a data. O Google, em determinado dia, deixou sua página rosa também.

Mas ainda há idiotas machistas que buscam atrapalhar as pessoas bem-intencionadas. Vejam só: na Venezuela, o Deportivo Tachira jogaria contra o Atlético Venezuela, pelo campeonato venezuelano de futebol. Para incentivar a campanha, o Tachira entrou de rosa. Revoltados, os torcedores invadiram o gramado e impediram a realização da partida por achar a camisa muito feminina…

Santa ignorância!

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– Dia do Saci e Dia das Bruxas

Tenho amigos que acreditam em Saci-Pererê. Aliás, são criadores de sacis e possuem até mesmo uma associação (ANCS – Associação Nacional dos Criadores de Saci)! E duvide deles para você ver…

Digo isso pois hoje é o Dia do Saci! A data foi criada em 2005, contrapondo-se à festa do HalloweenÉ uma espécie de resposta do folclore brasileiro a uma inculturação americana.

Entretanto, tanto o Saci como o Halloween tem origens diversas. Uma das estórias conta que o Saci era uma entidade indígena que conhecia as plantas, uma espécie de “deus das ervas”, e misturando-se com a cultura afro, virou negrinho e começou a fumar cachimbo. Depois, nossos escritores o tornaram mais simpático com gorrinho e molecagens! Já o Halloween tem origem Celta e era a festa das vésperas do Dia de Todos os Santos, uma celebração pagã que encontrou um sentido sincrético-religioso.

Dois textos abaixo sobre esse assunto, com as citações abaixo:

DIA DO SACI

O Saci, ou Saci-pererê, é um personagem bastante conhecido da mitologia brasileira, que teve sua origem presumida entre os indígenas da região das Missões, no Sul do país. Inicialmente retratado como um endiabrado, é uma criança indígena, com uma perna e de cor morena, com a diferença de possuir um rabo. Suas histórias se espalharam e chegando à Região Norte do Brasil, a mitologia africana o transformou em um negrinho que perdeu uma perna lutando capoeira, imagem que prevalece nos dias de hoje. Herdou também a cultura africana do pito, uma espécie de cachimbo, e da mitologia européia, herdou o píleo, um gorrinho vermelho.

Considerado uma figura brincalhona, que se diverte com os animais e pessoas, fazendo pequenas travessuras que criam dificuldades domésticas, ou assustando viajantes noturnos com seus assobios. O mito existe pelo menos desde o fim do século XVIII. O saci não tem amigos, vivendo solitário nas matas. Também conhecido como menino de uma só perna.

A função desta “divindade” era o controle, sabedoria, e manuseios de tudo que estava relacionado às plantas medicinais, como guardião das sabedorias e técnicas de preparo e uso de chá, mezinhas, beberagens e outros medicamentos feitos a partir de plantas.

Como suas qualidades eram as da farmacopéia, também era atribuído a ele o domínio das matas onde guardava estas ervas sagradas, e costumava confundir as pessoas que não pediam a ele a autorização para a coleta destas ervas.

O primeiro escritor a se voltar para a figura do Saci-Pererê foi Monteiro Lobato, que realizou uma pesquisa entre os leitores do jornal O Estado de S. Paulo, colhendo depoimentos sobre o nosso “diabinho”. O resultado foi publicado (1918) em forma de livro: ‘O Sacy-Pererê – resultado de um inquérito’; além de publicar ‘O saci’ – obra-prima sobre o folclore brasileiro – Lobato utilizou a figura do simpático diabrete no conto Pedro Pichorra, em que um menininho se vê confrontado com o seu medo ao Saci. Imortalizado nas histórias contadas à beira das fogueiras nas cidades do interior do Brasil, o Saci ganhou um novo e importante aspecto cultural nos livros de Monteiro Lobato e nas histórias em quadrinhos de Ziraldo, criador da ‘Turma do Saci Pererê’, alcançando desta forma, também as crianças da cidade grande. Figura ainda em muitas histórias do Chico Bento, personagem criada por Maurício de Sousa, típico caipira do interior paulista. Com a contribuição destes escritores o mito do Saci sobrevive à invasão das culturas estrangeiras amplamente divulgadas pela mídia. Com a transposição dos textos de Lobato para a Televisão, o Saci deixou o imaginário para ser personificado numa figura de carne e osso.

O Saci é apenas o mais famoso integrante do Dia das Bruxas nacional.

DIA DO HALLOWEEN

Todos os anos, na noite de 31 de outubro, milhões de crianças de toda a América do Norte pintam seus rostos, vestem fantasias e vão de porta em porta coletando doces. Os adultos freqüentemente decoram suas casas com figuras fantasmagóricas, esculpem rostos assustadores em abóboras e põem velas dentro delas para criar lanternas. Infelizmente, em meio a milhões de norte-americanos satisfeitos em suas fantasias, muitos são ademais muçulmanos. Esse artigo ira emitir alguma luz no significado e nas origens da véspera do Dia de Todos os Santos e porque muçulmanos não deveriam participar desta data.

Origens do festival da Véspera do Dia de Todos os Santos

O clássico festival celta (irlandês/escocês/galês), chamado “Samhain”, é considerado por muitos historiadores e eruditos o predecessor da atual Véspera do Dia Todos Santos. Samhain era o dia de Ano Novo dos celtas pagãos. Era também o Dia dos mortos, época em que se acreditava que às almas dos que morreram durante o ano era permitido acessar na “terra dos mortos”. Muitas crenças tradicionais e costumes associados ao Samhain continuam sendo praticados atualmente no dia 31 de outubro.

Os costumes mais notáveis são a prática de deixar oferendas como comida e bebida (hoje doces) para foliões mascarados e fantasiados e, o ato de acenderem fogueiras. Elementos desse festival foram incorporados ao festival cristão de Véspera de Todos os Santos, a noite que precede o Dia de Todos os Santos.

O significado do nome “hallow-even” (Véspera do Dia de Todos os Santos) foi o que nos deu o nome “halloween”. Até recentemente, em algumas partes da Europa acreditava-se em que nessa noite os mortos andavam entre eles e que as bruxas e feiticeiros voavam com eles. Preparando-se para isso, fogueiras eram feitas a fim de repelir esses espíritos maléficos.

No século XIX, brincadeiras de bruxas foram substituídas por travessuras de crianças. O espírito do samhain, uma vez acreditado ser selvagem e poderoso, é agora reconhecido como sendo maligno. Devotos cristãos começaram a rejeitar esse festival. Eles descobriram que os supostos deuses, deusas e outros seres espirituais das religiões pagãs eram trapaças diabólicas. As forças espirituais as quais as pessoas experimentaram duramente o festival eram certamente reais, mas eram manifestações do mal que desencaminhava as pessoas para o culto de falsos ídolos. Conseqüentemente, eles rejeitaram os costumes associados à Véspera do Dia de Todos os Santos, incluindo todas as representações de fantasmas, vampiros e esqueletos humanos – símbolo dos mortos, do diabo e de outras malignas criaturas. É preciso ser notado também que, ate hoje, muitos adoradores de “satã” consideram a noite a noite de 31 de outubro como sendo a mais sagrada e, muitos devotos cristãos hoje continuam se distanciando desse festival pagão.

Texto 1- Extraído de: CLIQUE AQUI

Texto 2 – Extraído de: CLIQUE AQUI

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– A Burla que pode Revolucionar o Futebol?

Qualquer árbitro de futebol que se atentou às declarações do Procurador da Justiça Desportiva Paulo Schmidt, percebeu que ele simplesmente disse algo que revolucionaria o mundo do futebol. Para ele:

Não há elemento na regra ou no código da Fifa em que se proíba o quarto-árbitro de ter auxílio externo. Procurei e não encontrei nenhuma referência.”

Sua fala se refere a Regra 5 e remete à confusão entre Internacional X Palmeiras, ocorrida no último sábado e que ganhou grande repercussão. Pela interpretação pessoal de Schmidt, a Regra do Jogo veta o uso de auxílio externo ao árbitro do jogo, mas não ao quarto-árbitro!

Ora, por essa lógica, as partidas de futebol disputadas até agora deixaram de usar a tecnologia por ignorância mundial dos árbitros, de suas comissões de arbitragem, dos jogadores de futebol e da própria FIFA, já que a Internacional Board (a entidade que é a gestora das Regras) já permitia influência de fora, como a televisiva.

É de se espantar que uma autoridade como ele defenda que, na teoria, o árbitro não pode ver uma imagem e tomar uma decisão durante o jogo; mas se a imagem for vista pelo quarto-árbitro e este lhe informar, aí pode!

Mas o que diz a Regra?

A regra diz que se o árbitro tomou uma decisão, ele só poderá modifica-la (desde que não tenha reiniciado o jogo), se for avisado por um dos bandeiras ou quarto-árbitro (e dos árbitros adicionais de meta, quando eles existirem, pois estão em testes oficiais da FIFA).

Portanto, o árbitro só pode tomar a decisão com as imagens do que viu no momento do lance ou com o auxílio de alguém do sexteto de arbitragem. Não vale informação de delegado, observador, assessor, membro de Comissão de Arbitragem, nem de qualquer meio eletrônico, já que a Regra não cita a permissão do uso desses elementos/ meios tecnológicos. A Regra apenas diz “o que pode”! Portanto, qualquer outra forma de influenciar a decisão do árbitro, “não pode”!

Tal texto está no original do Livro de Regras do Jogo FIFA, pg 25:

The referee may only change a decision on realising that it is incorrect or, at his discretion, on the advice of an assistant referee or the fourth official, provided that he has not restarted play or terminated the match”.

Se preferir, a tradução oficial do Livro fornecido pela CBF, pg 32:

O árbitro somente poderá modificar uma decisão se perceber que a mesma é incorreta ou, a seu critério, conforme uma indicação de um árbitro assistente ou do quarto árbitro, sempre que ainda não tiver reiniciado o jogo ou terminado a partida”.

Ora, se o árbitro, que é autoridade principal, só pode marcar o que viu sem ajuda externa, por quê o quarto-árbitro poderia ter um facilitador a mais? Ele também não pode ter acesso a consulta externa, como ao delegado do jogo ou do uso de TV, assim como o árbitro. E caso pudesse fazer uso de imagem de TV, seria da emissora A, da B ou da C? E se a partida não tivesse transmissão televisiva?

Por todos esse motivos, a equipe de arbitragem não pode usar as imagens de TV. Caso pudesse, ela seria normatizada nas regras do jogo e seria citada. Dr Paulo Schmidt, infelizmente, derrapou com os seus conhecimentos de regras de futebol nesse item.

Mas há uma irregularidade no pós-partida, importante para ser debatida: na Regra 5, temos que o árbitro:

provides the appropriate authorities with a match report, which includes 
information on any disciplinary action taken against players and/or team officials and any other incidents that occurred before, during or after the match” (pg 25)

Se preferir, do livro da CBF:

remeterá às autoridades competentes um relatório da partida, com informação sobre todas as medidas disciplinares tomadas contra jogadores e/ou funcionários oficiais das equipes e sobre qualquer outro incidente que tiver ocorrido antes, durante e depois da partida” (pg 32).

Aí vem a questão: 7 minutos de paralisação não é um incidente? Está relatado tal situação que ocorreu durante a partida Internacional X Palmeiras?

Como é de conhecimento público, não foi informado nada sobre o incidente nos documentos do jogo.

Se realmente foi o quarto-árbitro quem informou o árbitro sobre a irregularidade do gol de Barcos,obrigatoriamente ele deveria relatar o fato. Está no Livro de Regras, na Regra 5 em um capítulo especial chamado: “O Quarto-Árbitro e o Árbitro Assistente Reserva”. Lá está escrito que o quarto-árbitro:

He assists the referee to control the match in accordance with the Laws of the Game. The referee, however, retains the authority to decide on all points connected with play (pg 57) (…) After the match, the fourth official must submit a report to the appropriate authorities on any misconduct or other incident that occurred out of the view of the referee and the assistant referees. The fourth official must advise the referee and his assistants of any report being made (pg 119)”.

Se preferir, na tradução oficial da CBF, o quarto-árbitro:

Ajudará o árbitro a controlar a partida de acordo com as regras do jogo. O árbitro, todavia, continua com a autoridade para decidir sobre todas as ocorrências do jogo (pg 118) (…) Depois da partida, o quarto árbitro deverá apresentar um relatório às autoridades competentes sobre qualquer falta ou outro incidente que tenha ocorrido fora do campo visual do árbitro e dos árbitros assistentes. O quarto árbitro informará ao árbitro e a seus assistentes sobre a elaboração de qualquer relatório. (pg 119)”.

Se foi o quarto-árbitro quem viu a mão de Barcos, fora do campo visual do árbitro, por que não informou em documento (se foi ele quem realmente viu)?

Sobre o confuso lance de Internacional X Palmeiras, outros textos anteriores podem ser acessados em:

-Seis minutos são demais:

http://www.redebomdia.com.br/blog/detalhe/13868/Seis+minutos+sao+demais%21

-O Polêmico gol anulado em Inter-RS X Palmeiras:

http://www.redebomdia.com.br/blog/detalhe/13835/O+Polemico+Gol+anulado+em+Inter-RS+X+Palmeiras

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– A Burla que Pode Revolucionar o Futebol

Qualquer árbitro de futebol que se atentou às declarações do Procurador da Justiça Desportiva Paulo Schmidt, percebeu que ele simplesmente disse algo que revolucionaria o mundo do futebol. Para ele:

Não há elemento na regra ou no código da Fifa em que se proíba o quarto-árbitro de ter auxílio externo. Procurei e não encontrei nenhuma referência.”

Sua fala se refere a Regra 5 e remete à confusão entre Internacional X Palmeiras, ocorrida no último sábado e que ganhou grande repercussão. Pela interpretação pessoal de Schmidt, a Regra do Jogo veta o uso de auxílio externo ao árbitro do jogo, mas não ao quarto-árbitro!

Ora, por essa lógica, as partidas de futebol disputadas até agora deixaram de usar a tecnologia por ignorância mundial dos árbitros, de suas comissões de arbitragem, dos jogadores de futebol e da própria FIFA, já que a Internacional Board (a entidade que é a gestora das Regras) já permitia influência de fora, como a televisiva.

É de se espantar que uma autoridade como ele defenda que, na teoria, o árbitro não pode ver uma imagem e tomar uma decisão durante o jogo; mas se a imagem for vista pelo quarto-árbitro e este lhe informar, aí pode!

Mas o que diz a Regra?

A regra diz que se o árbitro tomou uma decisão, ele só poderá modifica-la (desde que não tenha reiniciado o jogo), se for avisado por um dos bandeiras ou quarto-árbitro (e dos árbitros adicionais de meta, quando eles existirem, pois estão em testes oficiais da FIFA).

Portanto, o árbitro só pode tomar a decisão com as imagens do que viu no momento do lance ou com o auxílio de alguém do sexteto de arbitragem. Não vale informação de delegado, observador, assessor, membro de Comissão de Arbitragem, nem de qualquer meio eletrônico, já que a Regra não cita a permissão do uso desses elementos/ meios tecnológicos. A Regra apenas diz “o que pode”! Portanto, qualquer outra forma de influenciar a decisão do árbitro, “não pode”!

Tal texto está no original do Livro de Regras do Jogo FIFA, pg 25:

The referee may only change a decision on realising that it is incorrect or, at his discretion, on the advice of an assistant referee or the fourth official, provided that he has not restarted play or terminated the match”.

Se preferir, a tradução oficial do Livro fornecido pela CBF, pg 32:

O árbitro somente poderá modificar uma decisão se perceber que a mesma é incorreta ou, a seu critério, conforme uma indicação de um árbitro assistente ou do quarto árbitro, sempre que ainda não tiver reiniciado o jogo ou terminado a partida”.

Ora, se o árbitro, que é autoridade principal, só pode marcar o que viu sem ajuda externa, por quê o quarto-árbitro poderia ter um facilitador a mais? Ele também não pode ter acesso a consulta externa, como ao delegado do jogo ou do uso de TV, assim como o árbitro. E caso pudesse fazer uso de imagem de TV, seria da emissora A, da B ou da C? E se a partida não tivesse transmissão televisiva?

Por todos esse motivos, a equipe de arbitragem não pode usar as imagens de TV. Caso pudesse, ela seria normatizada nas regras do jogo e seria citada. Dr Paulo Schmidt, infelizmente, derrapou com os seus conhecimentos de regras de futebol nesse item.

Mas há uma irregularidade no pós-partida, importante para ser debatida: na Regra 5, temos que o árbitro:

provides the appropriate authorities with a match report, which includes 
information on any disciplinary action taken against players and/or team officials and any other incidents that occurred before, during or after the match” (pg 25)

Se preferir, do livro da CBF:

remeterá às autoridades competentes um relatório da partida, com informação sobre todas as medidas disciplinares tomadas contra jogadores e/ou funcionários oficiais das equipes e sobre qualquer outro incidente que tiver ocorrido antes, durante e depois da partida” (pg 32).

Aí vem a questão: 7 minutos de paralisação não é um incidente? Está relatado tal situação que ocorreu durante a partida Internacional X Palmeiras?

Como é de conhecimento público, não foi informado nada sobre o incidente nos documentos do jogo.

Se realmente foi o quarto-árbitro quem informou o árbitro sobre a irregularidade do gol de Barcos, obrigatoriamente ele deveria relatar o fato. Está no Livro de Regras, na Regra 5 em um capítulo especial chamado: “O Quarto-Árbitro e o Árbitro Assistente Reserva”. Lá está escrito que o quarto-árbitro:

He assists the referee to control the match in accordance with the Laws of the Game. The referee, however, retains the authority to decide on all points connected with play (pg 57) (…) After the match, the fourth official must submit a report to the appropriate authorities on any misconduct or other incident that occurred out of the view of the referee and the assistant referees. The fourth official must advise the referee and his assistants of any report being made (pg 119)”.

Se preferir, na tradução oficial da CBF, o quarto-árbitro:

Ajudará o árbitro a controlar a partida de acordo com as regras do jogo. O árbitro, todavia, continua com a autoridade para decidir sobre todas as ocorrências do jogo (pg 118) (…) Depois da partida, o quarto árbitro deverá apresentar um relatório às autoridades competentes sobre qualquer falta ou outro incidente que tenha ocorrido fora do campo visual do árbitro e dos árbitros assistentes. O quarto árbitro informará ao árbitro e a seus assistentes sobre a elaboração de qualquer relatório. (pg 119)”.

Se foi o quarto-árbitro quem viu a mão de Barcos, fora do campo visual do árbitro, por que não informou em documento (se foi ele quem realmente viu)?

Sobre o confuso lance de Internacional X Palmeiras, outros textos anteriores podem ser acessados em:

-Seis minutos são demais:

http://www.redebomdia.com.br/blog/detalhe/13868/Seis+minutos+sao+demais%21

-O Polêmico gol anulado em Inter-RS X Palmeiras:

http://www.redebomdia.com.br/blog/detalhe/13835/O+Polemico+Gol+anulado+em+Inter-RS+X+Palmeiras

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– Índice de Adulteração de Combustíveis no RJ é o maior do Brasil

Quer cenário mais criminoso do que este? No norte fluminense, 31% dos postos de combustíveis vendem produtos adulterados! A média – alta – no Rio de Janeiro é de 6,5% de postos que adulteram, contra a média-Brasil de 2,5%.

Extraído de: http://is.gd/BDzvc8

RIO DE JANEIRO TEM GASOLINA MAIS ADULTERADA DO PAÍS, DIZ ANP

O índice médio de não conformidade (adulteração) da gasolina comercializada nos postos do Estado do Rio de Janeiro é 6,5%, o maior do País. Em algumas cidades, ele é ainda maior, como é o caso do município de Campos dos Goytacazes e imediações, no norte fluminense, onde o índice de não conformidade chegou, no início do ano, a 31%. O ideal é que o índice de adulteração fique em torno de 2,5%.

“Este resultado em Campos (dos Goytacazes), principalmente na gasolina do tipo C, é absolutamente intolerável. Então fizemos um esforço grande de fiscalização, com o auxílio da polícia, e chegamos à conclusão de que o combustível era adulterado com a adição de óleo diesel e que essa adulteração era feita no transporte. O produto saia correto da distribuidora e já chegava ruim no posto de gasolina”, disse a diretora-geral da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), Magda Chambriard.

Segundo Magda, a partir de trabalho desenvolvido com a polícia, foi identificada uma máfia de adulteração de combustível na fase do transporte. “Hoje nós conseguimos reduzir de forma significativa o índice de não conformidade na região de Campos e imediações”.

A diretora-geral da ANP informou que a agência também identificou um índice de não conformidade além do tolerável na zona oeste do Rio de Janeiro, onde encontrou índice de adulteração de 8% a 10%. Ela informou que, no Brasil, o índice de adulteração encontra-se em torno de 2% a 2,5%, seguindo os padrões internacionais.

“No Brasil como um todo nós estamos bem, o que não significa que no Rio de Janeiro a situação esteja sob controle, uma vez que existem bairros, como a Barra da Tijuca e Jacarepaguá (todos na zona oeste) com 10%. No Estado o índice de não conformidade também é bem acima da média, em torno de 6,5% – bem superior à média nacional.

Magda informou que a ANP está investigando a comercialização de derivados na zona oeste para detectar a causa do elevado índice de não conformidade, mas que ainda não tem uma conclusão a respeito. Ela disse que a ANP tem em execução o Programa de Monitoramento de Combustíveis, que chega a coletar em torno de 20 mil amostras por mês de combustíveis em todo o território nacional.

Este ano, a ANP efetuou cerca de 160 autuações em todo o País por adulteração na gasolina comercializada nos postos, contra cerca de 200 efetuadas ao longo do ano passado. As declarações da diretora-geral da ANP foram dadas na sede do Instituto Nacional de Propriedade Industrial (INPI), na zona norte do Rio, onde ela participou da assinatura de um acordo com o Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro) para aprimorar a fiscalização em postos de combustíveis.

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– Encerramento do Ano Jubilar dos Leigos e Evento “Juventude e Ecologia”

Assembléia Geral Ordinária do CNLB-Sul 1 e Levante do Laicato Jovem do Estado de São Paulo, convidam:

De 9 a 11 de novembro, o Conselho Nacional do Laicato do Brasil – Regional Sul 1, promove a sua Assembléia Geral Ordinária (AGO) para celebrar o encerramento do Ano Jubilar de fundação do Conselho de Leigos no Estado de São Paulo.

Simultaneamente à realização da AGO, acontece também o Levante do Laicato Jovem do Estado de São Paulo, que estará refletindo o tema “Juventude e Ecologia” e com o lema “Sustentabilidade: Essa é a nossa conduta, vamos unir para mudar”.

Importante lembrar que a AGO é um momento de comunhão e partilha para o laicato do Estado de São Paulo. Participe!  O local do evento será no Centro de Convivência das Irmãs Agostinianas, em Jundiaí/SP e as inscrições podem ser feitas pelo site www.cnlbsul1.com.br

Pelo Reino de Deus, no coração do mundo”. (Dom Pedro Casaldaliga)

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– Uma dúzia de questionamentos: Meritocracia Abandonada na Arbitragem Paulista

A coisa está feia no mundo do apito. Se já não bastassem as confusões nas quais alguns árbitros vêm protagonizando, ora culpados por erros cometidos em jogos, ora vítimas de culpas impostas injustamente pelo STJD, temos agora outra situação vexatória protagonizada pela cartolagem do apito. E dessa vez, com antecedência: a escolha dos árbitros assistentes para o Paulistão 2013!

Entenda: o Sindicato dos Árbitros de Futebol do Estado de São Paulo divulgou uma lista de 48 nomes de bandeiras que trabalharão no Campeonato Paulista da série A1 do ano que vem. Doze observações:

CONSIDERAÇÃO 1: Não deveria ser a Federação Paulista de Futebol quem deveria divulgar a relação? Quem promove o evento é ela, o Sindicato deve lutar pelos direitos dos seus associados!

CONSIDERAÇÃO 2: Por quê é que os bandeiras foram selecionados agora, e os árbitros ainda não foram divulgados? Qual o motivo para tanto suspense? Qual a pendenga que impede a exposição pública dos nomes?

CONSIDERAÇÃO 3: Em São Paulo, existe o ranking da arbitragem, onde não há pontuação, tampouco colocação. Os grupos são divulgados em relação nominal por ordem alfabética, e ao invés de serem divulgados ao final da temporada (se é ranking, deveria funcionar como um campeonato: os melhores, depois dos torneios, liderariam a classificação), tem os nomes divulgados no site da FPF em épocas diferentes: um ano em janeiro, outro dezembro, neste em março… Ou seja, ranking nebuloso e ao mesmo tempo nefasto, pois impede de que o árbitro saiba quanto ele dista do seu companheiro para chegar à elite.

CONSIDERAÇÃO 4: na lista divulgada, temos os seguintes nomes:

  • Alberto Poletto Masseira
  • Alex Alexandrino
  • Alex Ang Ribeiro
  • Alexandre Basilio Vasconcellos
  • Anderson J. Moraes Coelho
  • Bruno Salgado Rizo
  • Carlos Augusto Nogueira Junior
  • Claudenir Donizeti Gonçalves
  • Daniel Luis Marques
  • Daniel Paulo Ziolli
  • Danilo Ricardo Simon Manis
  • David Botelho Barbosa
  • Edson Rodrigues dos Santos
  • Eduardo Vequi Marciano
  • Emerson Augusto de Carvalho
  • Everson Luiz Luquesi Soares
  • Fabio Rogerio Baesteiro
  • Fabricio Porfirio de Moura
  • Fausto Augusto Viana Moretti
  • Giuliano Neri Colisse
  • Gustavo Chacon Moreno
  • Gustavo Rodrigues de Oliveira
  • Herman Brumel Vani
  • Humberto Lellis T. Leite
  • João Edilson de Andrade
  • Junivan Rodrigues de Souza
  • Leandro Matos Feitosa
  • Leonardo Schiavo Pedaline
  • Maiza Teles Paiva
  • Marcelo Carvalho Van Gasse
  • Marcelo Ferreira da Silva
  • Marcio Luis Augusto
  • Marco Antonio de A. Motta Jr
  • Marco Antonio Gonzaga da Silva
  • Maria Eliza Correa Barboza
  • Maria Nubia Ferreira Leite
  • Mauro André de Freitas
  • Miguel Cataneo R. da Costa
  • Patricia Carla de Oliveira
  • Paulo de Souza Amaral
  • Renata Ruel Xavier de Brito
  • Ricardo Pavanelli Lanutto
  • Risser Jarussi Correa
  • Rogerio Pablos Zanardo
  • Sergio Cardoso dos Santos
  • Tatiane Sacillotti S. Camargo
  • Vicente Romano Neto
  • Vitor Carmona Metestaine

Nela, vejo a importante ausência de alguns nomes que trabalharam em clássicos, que estão há um certo tempo na CBF e  e que costumam atuar com ótimo desempenho. E, num exaustivo trabalho de tabulação de dados, percebe-se que os bandeiras que foram preteridos são:

  • Claudson Begiatto – Trabalhou em mais de 5 Campeonatos Paulistas e tem mais de 35 anos
  • Reinaldo Rodrigues – Trabalhou em mais de 5 Campeonatos Paulistas e tem mais de 40 anos
  • Willian Turola – Trabalhou em 2 Campeonatos Paulistas e tem menos de 35 anos
  • Luis Nilsen – Trabalhou em mais de 5 Campeonatos Paulistas e tem mais de 40 anos
  • Ricardo Busette – Trabalhou em 2 Campeonatos Paulistas e tem menos de 35 anos
  • Servio Buciolli – Trabalhou em mais de 5 Campeonatos Paulistas e tem mais de 35 anos
  • Carlos Funari – Trabalhou em mais de 5 Campeonatos Paulistas e tem mais de 35 anos
  • Celso Barbosa – Trabalhou em mais de 5 Campeonatos Paulistas e tem mais de 35 anos
  • Fabio Freire – Trabalhou em mais de 5 Campeonatos Paulistas e tem mais de 35 anos
  • Jumar Nunes – Trabalhou em mais de 5 Campeonatos Paulistas e tem mais de 35 anos
  • Marcio Jacob – Trabalhou em 2 Campeonatos Paulistas e tem mais de 35 anos
  • Mauricio Alexandrino – Trabalhou em menos de 5 Campeonatos Paulistas e tem mais de 35 anos
  • João Bourgalber – Aposentado por idade
  • Rafael Ferreira – Trabalhou em mais de 5 Campeonatos Paulistas e tem mais de 35 anos
  • Leandro Santos – Trabalhou em 2 Campeonatos Paulistas e tem mais de 35 anos
  • Osny Silveira – Trabalhou em mais de 5 Campeonatos Paulistas e tem mais de 35 anos
  • Rodrigo Aragão – Trabalhou em 1 Campeonato Paulista e tem mais de 35 anos de idade
  • Caio Mesquita – Trabalhou em mais de 5 Campeonatos Paulistas e tem menos de 35 anos
  • Matheus Camolesi – Trabalhou em mais de 5 Campeonatos Paulistas e tem mais de 35 anos
  • Maurício Ferronato – Trabalhou em mais de 5 Campeonatos Paulistas e tem mais de 35 anos

CONSIDERAÇÃO 5: Gostaria de, sinceramente, perguntar a cada um desses bons bandeiras que não estarão no Paulistão 2013: será que foram chamados à entidade para receber a informação sobre os motivos da não convocação para a Primeira Divisão, depois de bons serviços prestados? Houve alguma satisfação?

Arrisco-me a dizer que, na maioria, não tiveram qualquer explicação sobre suas ausências. O árbitro é usado, colocado de lado e abandonando. E fica lá, ignorante dos seus erros (se é que eles existiram).

CONSIDERAÇÃO 6: Se acreditarmos que a dispensa em massa da série A1 se deve a renovação, estaremos errados. Cito alguns que permaneceram, mesmo tendo mais de 5 anos de casa: David Botelho, Mauro André, Giuliano Colisse, Junivan Souza, Risser Jurassi, Alexandre Basílio, Claudenir Donizeti, Eduardo Vequi, Marco Motta.

Aqui, não julgo a competência deles (pois são bons), mas a ausência dos companheiros semelhantes a eles. O que apitaram de diferente? Ou a que se submetem?

Dos novatos, temos: Alex Ang, Edson Rodrigues, Everson Luquesi, Gustavo Chacon, João Edilson, Leonardo Pedaline, Marcelo Ferreira e Sérgio Cardoso. Não vale argumentar que são jovens de 18 anos com muito potencial, já que alguns tem mais de 35 anos de idade (se a desculpa for a idade).

CONSIDERAÇÃO 7: O que justifica nomes bem colocados no ranking (somente os próprios árbitros sabem seu ranqueamento, e não sabem dos seus companheiros), despencarem sem ter cometido erros?  Cito: Celso Barbosa (Santos x São Paulo – 2010), Rafael Ferreira (Palmeiras x Corinthians – 2011), Claudson Begiatto (Santos x Corinthians – 2008), Luiz Nilsen (Corinthians x Santos e São Paulo x Santos – 2012) e Carlos Funari (São Paulo x Corinthians – 2011).

CONSIDERAÇÃO 8: Por não serem profissionais, os árbitros se submetem a escalas de toda e qualquer natureza. Por exemplo: campeonatos varzinos, amadores, de clubes, no terrão, etc… Tais torneios servem para jovens iniciantes ou para árbitros amadores, que devem ser escalados pelo Sindicato da Categoria, que funciona (mesmo talvez não devendo ser) como empresa de arbitragem. É constrangedor que um árbitro da série A1, que esteja nessa relação, que trabalhe nesses jogos e divida seu espaço com novatos. Os bandeiras da elite, nas folgas, devem se recuperar e descansar, e não fazer jogo a valor de taxa irrisória, sujeitando-se a lesões e agressões.

CONSIDERAÇÃO 9: Um árbitro dessa relação que se recuse a bandeirar jogos por míseros trocados em periferias da capital, a fim de ficar com a família ou curtir o descanso dos jogos oficiais, sentiria algum constrangimento em abdicar dos jogos?

CONSIDERAÇÃO 10: Não seria importante o Sindicato dos Árbitros defender os seus associados e instigar os critérios da Federação Paulista? Penso que seria importante que esses árbitros, que pagam suas mensalidades e devem ser atendidos, pressionem suas entidades de defesa. Porém, nem Sindicato dos Árbitros ou Cooperativa dos Árbitros se manifestaram. No site do Sindicato, nada do descontentamento. No da Cooperativa, parece que há meses nada é publicado.

CONSIDERAÇÃO 11: Neste difícil momento para os árbitros, não há uma clara incompatibilidade de cargos? Safesp e Coafesp (Sindicato e Cooperativa) são presididos por funcionários da Federação Paulista de Futebol. Se o árbitro recorrer ao presidente do Safesp, sr Arthur Alves Júnior, como ele reclamará a Comissão de Árbitros da FPF, da qual o dirigente faz parte? Ou se escolher o caminho da Cooperativa, solicitando ajuda do presidente Silas Santana, como este fará já que ele é Ouvidor de Árbitros da FPF? Nada em questionar a lisura desses senhores, que são honestos  e conhecidos no meio do futebol, mas sim de discutir: não traz constrangimento?

CONSIDERAÇÃO 12: Por quê a FPF não abre publicamente as notas, punições e premiações aos árbitros? Nada disso aconteceria…

E você, o que pensa sobre isso? Deixe seu comentário:

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– As dificuldades do Blackberry em se manter desejado!

Um dia, o Blackberry era o aparelho mais desejado dos executivos. Um computador de mão, que até fazia chamadas telefônicas. Na verdade, o acesso aos e-mails era um dos seus diferenciais. Só que veio um problema: a evolução e popularização dos smartphones!

Veja as dificuldades da canadense RIM, fabricante do aparelho:

Extraído de: http://www.istoedinheiro.com.br/noticias/101179_O+BLACKBERRY+PERDEU+O+CHARME

O BLACKBERRY PERDEU O CHARME

Símbolo de status no passado, o smartphone da fabricante RIM deixa de seduzir os consumidores e fica para trás na disputa com os rivais.

Por Bruno GALO

Assim que o presidente americano Barack Obama foi eleito, a notícia de que ele não abriria mão do seu BlackBerry durante seu mandato correu o planeta. “Ele é o primeiro presidente BlackBerry”, declarou, na ocasião, o cantor Bono Vox, vocalista da banda irlandesa U2, após uma reunião com Obama. O ano era 2008 e o telefone inteligente da fabricante canadense Research in Motion (RIM) estava no auge, visto como um símbolo de modernidade pelos profissionais da política e dos negócios à época, o hoje onipresente smartphone da Apple, o iPhone, era um récem-nascido, lançado alguns meses antes. Já o primeiro aparelho com o sistema operacional do Google, o Android, seria lançado apenas em outubro daquele ano.

O futuro, portanto, parecia promissor e as oportunidades de crescimento infinitas para o BlackBerry. A palavra adequada é essa mesmo: parecia. Desde então o mercado de smartphones mudou radicalmente, e o BlackBerry passou a viver momentos difíceis. As ações da empresa, que atingiriam seu pico em junho de 2008, cotadas a US$ 144, caíram para US$ 6,3 em setembro deste ano. Em valor de mercado, a empresa chegou a ser avaliada em US$ 75 bilhões, muito acima dos atuais US$ 4 bilhões. A participação de mercado também minguou: se nos dias de glória ela superava os 50% nos EUA, hoje está em 5%. Tão ou mais delicada que os números ruins, no entanto, é a percepção que os consumidores passaram a ter do equipamento.

Uma reportagem publicada no The New York Times na semana passada dá uma boa dimensão desse fenômeno. O jornal nova-iorquino traz depoimentos de clientes nada elogiosos à reputação do aparelho. “Tenho vergonha dele”, disse Rachel Crosby, representante de vendas em Los Angeles. Rachel contou ainda que esconde o celular com medo de que seus clientes formem uma opinião negativa sobre ela. As principais reclamações dos donos do smartphone da RIM são a falta de aplicativos disponíveis em plataformas rivais, como iPhone e Android, a qualidade inferior das fotos tiradas e do seu navegador de internet.

Por conta disso, frequentemente os usuários se veem obrigados a pedir a amigos para buscar algum endereço ou fazer a reserva de um restaurante, entre outras atividades. “Sinto-me completamente inútil”, afirmou Victoria Gossage, que trabalha em um fundo de investimento americano. No campo financeiro, por sua vez, as notícias também são decepcionantes para a RIM. Em junho deste ano, a companhia anunciou seu primeiro prejuízo operacional em oito anos e informou que vai demitir cinco mil funcionários, quase um terço de sua força de trabalho. Para reverter esse quadro, a empresa aposta no BlackBerry 10, seu novo aparelho que deve ser lançado em março do ano que vem.

“Temos trabalhado duro e dormido pouco”, declarou no fim de setembro o CEO da RIM, Thorsten Heins, que assumiu o cargo em janeiro de 2012. “Temos o objetivo de ser o terceiro maior ecossistema móvel do mundo”, afirmou. Quando questionado do porquê de não ter como meta ser o líder do setor, ele respondeu: “Precisamos escalar a montanha um degrau por vez.” A boa notícia para a companhia é que, em meio a todo esse cenário, alguns usuários ilustres continuam fiéis ao aparelho. É o caso justamente de Barack Obama. Em campanha pela sua reeleição, o presidente foi flagrado recentemente pela imprensa americana se atrapalhando na hora de fazer uma ligação com um iPhone. “Olha, é que eu ainda tenho um BlackBerry”, disse o presidente americano.

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– Entra Haddad e sai Haddad em cerca de 50 km

Em São Paulo, venceu a eleição para prefeito Fernando Haddad.

Fenomenal! Abraçou  Maluf, recebeu apoio de membros acusados do Mensalão mas foi blindado por Lula. De desconhecido à popular político em menos de 3 meses. Nova estrela do PT.

Aqui em Jundiaí, sai Miguel Haddad. De prefeito realizador a acusado de incentivar a especulação imobiliária em um mandato. Amargo fim da gestão do PSDB.

Dois Haddads, em diferentes realidades.

– E a Maconha na Capa da Veja?

Àqueles que defendem a legalização da Maconha, vale a pena dar uma lida na Revista Veja dessa semana.

O discurso de que a droga é inofensiva não cola mais. Os efeitos perniciosos à saúde são graves, bem como o prejuízo socio-familiar. Só quem tem viciados no seu convívio sabe o quão penoso é a recuperação da pessoa. Imagine das drogas mais pesadas então…

Drogas? Bah, tô fora. Que pena que o nosso vizinho Uruguai deve se tornar uma Amsterdã em breve, pois quer legalizar a maconha.

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– 6 minutos são demais!

Alguém quer me convencer que o quarto-árbitro Jean Pierre viu a mão do Barcos e avisou o árbitro, na partida de sábado entre Internacional X Palmeiras?

Mentira deslavada. Pôxa, fui árbitro e assim como eu, todo árbitro sabe que:

  • 1) O quarto árbitro dificilmente veria aquela mão, pois está longe da jogada, a quase 60 metros, e com um pelotão de atletas à frente dele, sendo que a mão foi do lado encoberto!
  • 2) Ninguém percebeu que o quarto árbitro estava de costas, preparando uma substituição? Como ele viu?
  • 3) Quando um lance polêmico como esse acontece e o quarto árbitro percebe, imediatamente avisa o árbitro, grita no microfone, gesticula, abre os braços, faz alguma coisa. Ele levou quase 7 minutos para avisar o juizão!

A CBF só não pode admitir que o árbitro recebeu uma informação do 4o árbitro advinda de interferência externa pois seria erro de direito e a partida teria que ser anulada. Para mim, foi justamente isso o que aconteceu! Porém, como o calendário é apertado, não se tem datas, dá muito trabalho refazer jogo… ficará o “dito pelo não dito”.

Para quem não leu sobre o que a Regra permite nessas situações, o link pode ser acessado em: http://is.gd/goldebarcos .

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– Autoconfiança: como anda a sua?

Compartilho interessante matéria sobre a autoconfiança: como alguns esportistas a afloraram e usaram os benefícios em suas conquistas – a inteligência motivacional / emocional!

Extraído de: http://www.istoe.com.br/reportagens/247219_DE+ONDE+VEM+TANTA+AUTOCONFIANCA+

DE ONDE VEM TANTA AUTOCONFIANÇA?

Como a inteligência emocional – além de golpes certeiros – ajuda o campeão Anderson Silva a nocautear adversaries

Por Rodrigo Cardoso

Psicopata Americano. O apelido dá a dimensão do quão durão pode ser o lutador americano Stephan Bonnar, 35 anos, quando solto dentro do octógono do Ultimate Fighting Championship (UFC), maior evento de MMA do planeta. No sábado 13, para o seu azar, ele teve de dividir o espaço no UFC Rio 3 com o maior atleta da história da modalidade, o brasileiro Anderson Silva. Aos 37 anos, invicto no torneio desde 2006, Anderson foi escalado às pressas e teve pouco mais de um mês para se preparar. Mesmo assim, ganhou a luta no primeiro round, depois de derrubar o americano com uma joelhada no tronco e nocauteá-lo com uma sequência de socos. Não foi, porém, a sua explosão muscular que surpreendeu quem assistia à luta. O brasileiro deu um show de autoconfiança, uma competência emocional própria de quem é dotado de autoconhecimento e pleno domínio do campo no qual atua. 

Isso ficou claro quando, antes de ele liquidar o oponente, baixou a guarda, encostou o corpo na grade e pediu que Bonnar o golpeasse. Entre uma esquiva e outra, Anderson levou socos no rosto, mas seguiu com a mesma tática. Com o Psicopata Americano a um braço de distância, encontrou brecha, ainda, para, no meio da luta, dizer “calma, calma” ao seu treinador, que, desesperado, gritava para ele não agir daquela maneira. O campeão, porém, não estava se exibindo ou caçoando do oponente. O que se viu ali foi uma demonstração de sabedoria. “Se fosse uma atitude egoica, Anderson iria se dar mal. Mas ele sabia o que estava fazendo. E a autoconfiança surgiu – como sempre ocorre – em um contexto que o sujeito domina”, afirma a professora de neurologia Denise Menezes, da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP), uma especialista em neurologia e medicina mente-corpo.

Essa habilidade mental não foi construída com socos em saco de areia ou levantamento de peso. A autoconfiança é uma condição que as pessoas desenvolvem ao longo da sua história. A avaliação das experiências vividas e de metas factíveis traçadas em um plano são o ponto de partida. “Na medida em que uma pessoa passa a ter vitórias na vida, mesmo que modestas, ela se sente reforçada a buscar algo maior”, explica a psicóloga do esporte Katia Rubio, da Universidade de São Paulo (USP). “Foi nesse processo que Anderson se tornou cada vez mais confiante a ponto de sua postura ser tida, inclusive, como uma pré-vitória sobre adversários suscetíveis a uma imagem predeterminada.” 

A vida de Anderson não foi fácil. Aos 4 anos, deixou São Paulo e foi morar com os tios, em Curitiba, porque seus pais não tinham condições de criá-lo. Lá, treinava boxe tailandês sem deixar de cumprir suas obrigações como atendente de uma rede de fast-food, onde trabalhou por sete anos. Do seu tio, um ex-policial, não se esquece do jeito como ele o encarava. É um exemplo clássico de alguém que aprendeu com a vida. Esse processo, segundo a professora Henriette Tognetti Morato, do Departamento de Psicologia da Aprendizagem, Desenvolvimento e Personalidade da USP, potencializa a possibilidade de a autoconfiança surgir. Hoje, Anderson diz perceber no olhar do adversário quando esse titubeia. “Sempre falo para ele: ‘Se não sabe de onde veio e onde está, não sabe para onde está indo’”, conta Ramon Lemos, treinador de Anderson. Apesar de ser uma condição psíquica, a autoconfiança pode produzir respostas fisiológicas que deixam o indivíduo ainda mais seguro e hábil, de acordo com o psicobiólogo Ricardo Monezi, pesquisador do Instituto de Medicina Comportamental da Universidade Federal de São Paulo. Anderson tem sua própria avaliação, que pode servir de bússola para os outros. “Acredito que a autoconfiança vem de você acreditar em si mesmo acima de tudo”, disse o lutador à ISTOÉ. “E de muito treino.”

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– Musicão do Roberto Carlos na Novela das 8h!

Como sou um romântico à moda antiga, aprecio demais as músicas do rei Roberto Carlos. E fiquei feliz por, depois de muito tempo, ouvir uma canção inédita dele. E que musicão! Nem sei o nome dela, mas faz parte da trilha sonora da Novela ”Salve Jorge”.

Será que estará disponível em breve no iTunes, ou precisamos aguardar a Globo lançar o CD?

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– Falou mal na Internet, Evo Morales censura?

Está na coluna Panorama da Revista Veja dessa semana: Evo Morales decidiu que o governo boliviano vai monitorar e punir quem fizer críticas ao presidente Morales através das redes sociais.

Pensou se a moda pega por aqui? Reclamou da dona Dilma, vem a PF e encerra o Facebook? E se bobear, leva para o xilindró!

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