– Entardecendo à beira do lago.

E esse foi o entardecer por aqui… que final de dia!

Como não se inspirar com a beleza da natureza?

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– Você sofre de FOMO? Tratando sobre “O Dilema das Redes” e “O Dilema da Vida”.

Você tem “medo de ficar de fora” dos últimos acontecimentos das Redes Sociais? Quer estar on-line, por dentro as últimas atualizações?

Você pode estar sofrendo de FOMO.

Sabe o que é isso?

Aliás, você CONFIA nas suas interações e nos dados que compartilha?

Extraído de: https://virtualidades.blog/2021/04/02/um-mal-do-nosso-tempo/

UM MAL DO NOSSO TEMPO

por Solon Saldanha

Essa constatação nem mais é sequer passível de discussão: o mundo virtual que nos aproxima, que encolhe o planeta e expande horizontes em termos de possibilidades, também nos adoece. Um desses riscos para nossa saúde, em especial a mental, tem agora até mesmo um nome específico: FOMO. Isso nada mais é do que uma sigla, que vem da expressão em inglês “Fear of Missing Out”. Traduzindo, algo assim como “Medo de Ficar de Fora”. Segundo estudos recentes, as pessoas estão enfrentando uma nova necessidade psicológica, de constantemente saber o que as outras estão fazendo, ao mesmo tempo em que precisam relatar sobre aquilo no que elas próprias se ocupam. Essa necessidade, que não é real e sim criada, traz como resultado imediato sentimentos de ansiedade, com um forte impacto nas atividades que cada um de nós deve desempenhar no dia-a-dia. Ou seja, se torna algo que implica em queda da produtividade e da qualidade do que precisa ser feito.

Mesmo considerando como verdadeira essa situação acima descrita, no meu entender o problema transcende a observação. Nesse quadro, as mídias sociais têm relevância, não os supostos “amigos” que temos através delas. Elas passam a ter valor em si. Twitter, Facebook, Youtube e Instagram são janelas pelas quais em tese se pretende olhar o mundo dos outros e revelar o nosso, mas que terminam sendo elas mesmas a nova realidade. O que é visto ou mostrado se torna pretexto para essas janelas serem abertas. Elas passam a ser a própria vida, com o meio tendo mais relevância do que a mensagem e também assumindo a posição de fim.

Sintomas característicos de quem está acometido da enfermidade FOMO, ou seja, de quase todos nós: dedicar tempo crescente às redes sociais; fazer constante atualização do feed de notícias; usar o smartphone nas horas mais impróprias, como durante o trabalho, as refeições e até mesmo dirigindo; esperar a todo instante novas notificações no celular; negar aumento da irritabilidade, mesmo quando alertado por familiares, amigos e colegas; não viver momentos em eventos, passeios, festas e em família, preferindo fazer fotos da ocasião para postagem. Esse último item em especial aponta para a hipótese que levanto: a vida é a rede social em si, sendo nela que depositamos as emoções e os sentimentos. Se os outros tiverem acesso a isso, melhor; se não tiverem tanto assim, não fará muita diferença. Você oferece o gozo em compartilhamento, se outros participarem, tudo bem. Não participando azar o deles, pois você já atingiu o clímax que desejava e precisava.

Interessante é que está comprovado que existem determinados riscos na vida online. Porta de acesso para hackers; segurança não absoluta em termos de transações financeiras e compras; uso de dados pessoais por terceiros, no cometimento de crimes; falsas expectativas quando se estabelece algum relacionamento afetivo através delas; e muito mais. No entanto, se isso tudo pode gerar angústia, parece que viver offline também se revela como fator de potencial geração de ansiedade, mau humor, estresse e depressão. Se para evitar-se as primeiras citadas basta ter atenção e buscar proteção tecnológica, com antivírus e senhas seguras, por exemplo, essas outras têm combates mais complicados. Isso porque exigem reconhecer a situação e perseverança no necessário esforço para alterar rotinas. As redes podem dar uma falsa percepção de pertencimento e de proximidade, quando de fato a pessoa está se isolando, se não todo o tempo com certeza naquele gasto com esse mergulho dado no mundo virtual. Numa realidade que não é real.

FOMO se combate vivendo de verdade os momentos, ao invés de publicá-los. Para ninguém será mais importante aquela oportunidade e aquelas emoções. Conte depois, mais tarde, se quiser. Para tanto, trate de priorizar sempre as pessoas que estão por perto. Marque e respeite um tempo limite para o uso de dispositivos eletrônicos, sejam celulares, smartphones, computadores ou tablets. Ocupe seu tempo livre de forma mais criativa, lendo livros e revistas, ouvindo música, produzindo textos, em atividades ao ar livre – onde permitido e com os devidos cuidados –, criando hortas caseiras ou ao menos plantando folhagens, praticando atividades físicas ou mesmo apenas passeando com seu animal de estimação. E se você enfrentar alguma dificuldade para fazer, seja apenas um ou todos os itens sugeridos, não estranhe. Sintomas de dependência podem assolar qualquer um de nós. Mas não esqueça que existia vida anterior à existência de tudo isso: se não acredita, pergunte para alguém com mais idade, gente da época do telefone fixo. E também convêm lembrar que você ainda tem vontade própria, tem condições de enfrentar e vencer condicionamentos. Não abra mão da tecnologia. Mas compreenda que ela está aqui para servir você, não o contrário.

O bônus de hoje é um trailer. O objetivo é indicar para os leitores do blog que vejam o documentário O Dilema das Redes, que está disponível na Netflix. Ele dá uma visão preocupante sobre o funcionamento de um sistema complexo de desinformação, polarização política, discurso de ódio e teorias da conspiração. E oferece também algumas sugestões de como escapar isso tudo que acontece nas redes sociais.

– Kassio Nunes Marques e a liberação dos Templos: você leu na íntegra a decisão?

Leio muita gente xingando e outros comemorando a permissão de celebrações religiosas por parte do Juiz do STF, Kassio Munes Marques. Mas você leu o despacho?

São 16 páginas, e preocupado em não criticar ou elogiar sem ter conhecimento da causa, resolvi ler o cansativo documento. E não é que (falando com a razão, sem paixão política, religiosa ou ideológica), ao contrário do que se vê nas manchetes, a decisão dele foi extremamente cautelosa?

Vamos lá: o juiz citou o transporte coletivo, mercados e farmácias como exemplos de serviços essenciais que continuam funcionando durante a pandemia, e lembrou que são maiores aglomerações do que as Igrejas e de difícil controle. Escreveu:

“Tais atividades podem efetivamente gerar reuniões de pessoas em ambientes ainda menores e sujeitos a um menor grau de controle do que nas igrejas. Daí concluo ser possível a reabertura de templos e igrejas, conquanto ocorra de forma prudente e cautelosa, isto é, com respeito a parâmetros mínimos que observem o distanciamento social e que não estimulem aglomerações desnecessárias”.

Mas não é verdade? Onde existem maiores aglomerações: nas igrejas ou nos metrôs?

As autoridades que haviam proibido celebrações religiosas são as mesmas que diminuíram o número de ônibus e vagões, superlotando o já lotado transporte público, ao invés de desafogá-lo.

No documento, se limita a ¼ da capacidade dos prédios, com todas as precauções, que se cumpridas, não provocam contágio:

  • uso de máscaras;
  • afastamento mínimo de 1,5m entre as pessoas;
  • o ambiente deve ser arejado com portas e janelas abertas;
  • limitar a lotação a 25% da capacidade;
  • disponibilizar álcool em gel e medir a temperatura na entrada nos templos.

Por fim, escreveu o Ministro:

“Reconheço que o momento é de cautela, ante o contexto pandêmico que vivenciamos. Ainda assim, e justamente por vivermos em momentos tão difíceis, mais se faz necessário reconhecer a essencialidade da atividade religiosa, responsável, entre outras funções, por conferir acolhimento e conforto espiritual.”

Aqui, o problema não é liberar qualquer atividade que seja: religiosa, esportiva, comercial ou de utilidade pública. É a POLITIZAÇÃO, o extremismo do “claro que não pode” versus o “lógico que pode”. Discute-se pouco, decide-se muito. A falsa impressão que muitos podem ter é que “liberou missa, culto, sessão espírita, ou qualquer outra manifestação” como era antes da pandemia, e não é nada disso.

Aí, corre-se o risco de generalizar a questão espelhando-se nos que usam a fé para ganhar dinheiro – lobos em pele de cordeiro que poderiam ter feito lobby por conta da queda do dízimo.

Sejamos parcimônicos para não cometermos injustiças. As medidas determinadas, se cumpridas corretamente, não trazem contaminação. Se não forem cumpridas, é lógico que trarão.

Abaixo, uma imagem para se refletir: padre Alex Motta, da Paróquia Santa Luzia, cuja igreja tem capacidade para mais de 300 pessoas (já contando o distanciamento, pois sem ele cabe muito mais gente), celebrando a Vigília Pascal de maneira on-line, solitário no altar, com o cálice contendo o Sangue de Cristo em suas mãos: há risco de contágio 75 pessoas em sua Missa, nas condições exigidas? Onde há a aglomeração nesse caso?

Para se evitar contratempos, e estando a uma semana do fim da fase emergencial, provavelmente muitos religiosos aguardarão para a retomada (algumas dioceses já sinalizam assim).

– Sobre a expulsão de Neymar:

A respeito de mais uma expulsão de Neymar pelo PSG, agora contra o Lille, algo que é notório: “bola” (ou seja, qualidade de futebol jogado), Ney Jr tem de sobra. O que falta é: maturidade, que parece nunca chegar!

Neymar tem 29 anos. Compare com Gabriel Jesus, que aniversariou semana passada e fez 24. Quem é mais maduro?

Sabendo que o brasileiro do PSG é “esquentadinho”, torna-se natural que o provoquem. E aí surgem as expulsões. O centroavante Evair era assim, e depois se emendou.

Lógico que cabe à arbitragem estar atenta para não exagerar na cor do cartão a ele, tampouco deixar de punir quem o provoca. Mas alguém precisa sugerir uma preparação mental melhor para ele. Dinheiro não lhe falta para isso.

Neymar prejudicou Gabriel Jesus na Copa do Mundo? - YouTube

– Cebola à Milanesa?

Olhe que sou caipira, mas essa qualidade de cebola (maior que a palma da mão), nunca vi.

É uma cebola normal, mas muito (e bota muito nisso) grande. Serve para fazer à milanesa, aberta como pétalas.

O curioso é: nascem ao acaso em meio à outras. Como a natureza é impressionante!

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– E quais outras opções? Pobre país…

Vi essa imagem na Internet, e fiquei pensando: os radicalismos nunca ajudaram o país! Lula, com todos os pepinos do Mensalão e Petrolão, não dá pra encarar. Deus nos livre! Bolsonaro já deu, cansou. Quieto, ele contribui mais ao país do que com suas falas desastradas e inconsequentes.

  • O problema é: QUEM? 

Dória, Ciro, Amoedo, Marina, Boulos?

Ô, como é difícil… uns querem Fulano, outro Beltrano; outros, nenhum dos dois. Que apareça uma terceira via razoável!

De consenso, felizmente, ninguém quer a Covid. Ou há quem queira?

– Lilás ou Roxo?

Flores do dia, para alegrar e embelezar nossa timeline.

Jardinagem é um ótimo passatempo! A Fotografia, idem.

Gostaram dessas delicadezas de cor lilás? Ou roxa?

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– O caso de racismo envolvendo Diakhaby e Juan Cala.

Pelo Campeonato Espanhol, o francês Diakhaby, do Valência, deixou o campo após discutir com o espanhol Juan Cala, do Cádiz, alegando ter sido vítima de racismo.

O time do Valência, na sequência, deixou o campo, em solidariedade ao seu jogador, mas voltou ao jogo sem ele para evitar punições.

O árbitro não puniu ninguém pois não ouviu xingamentos nem pode comprová-los, mas relatou em súmula que Diakhaby reclamou ter sido chamado de “negro de merda”.

Eu tenho muito cuidado com injustiças. Toda a minha solidariedade ao atleta vítima de racismo, mas reservo-me a uma preocupação: há imagem / áudio comprovando a ofensa? 

Digo isso, pois, sabemos, no futebol acontecem várias coisas: acusações, brigas, discussões e… até mesmo invenciones (ressalto: não estou dizendo que é invenção do atleta francês, mas apenas tendo a preocupação de não acusar alguém injustamente – lembre-se, guardadas as proporções, do episódio Najla e Neymar).

RACISMO – seja no esporte ou na sociedade, é algo INTOLERÁVEL!

Extraído de: https://www.uol.com.br/esporte/futebol/ultimas-noticias/2021/04/05/jornal-marca-racismo-diakhaby.htm

RACISMO: JORNAL SE SOLIDARIZA COM DIAKHABY

O jornal espanhol Marca se solidarizou com o jogador Mouctar Diakhaby, do Valencia, que foi vítima de racismo por parte de um adversário durante jogo contra o Cádiz, ontem (4), pelo Campeonato Espanhol.

Na edição de hoje do jornal, o Marca fez uma capa preta com a foto de Diakhaby fora do gramado após o caso de racismo e escreveu: “Não está sozinho”.

“Intolerável episódio racista no futebol espanhol”, publicou o jornal.

Com meia hora do jogo, Diakhaby discutiu com o espanhol Juan Cala e se irritou com algo dito pelo adversário. Alegando racismo, o zagueiro e seus companheiros decidiram ir para o vestiário, mas mudaram de ideia pouco depois por temer uma punição.

O Valencia voltou a campo sem Diakhaby, que se trocou e foi para a arquibancada. Juan Cala, por outro lado, continuou jogando normalmente.

As, Sport e Mundo Deportivo, outros dos principais jornais esportivos da Espanha além do Marca, não deram muito destaque ao episódio de racismo nas capas da edição de hoje.

– Começa hoje 2021 ou não? Pelo jeito…

Antigamente, se falava jocosamente que o “Brasil começava a trabalhar depois do Carnaval”, e não do Reveillon. Para muitos, a labuta só se inicia depois da Páscoa!

Entretanto, em SP, o Plano Emergencial impossibilita a normalidade agora. Até o dia 11, o Comércio e as Escolas estão “em espera”. A rotina é outra, diferente, complicada…

Tomara que a próxima semana seja mais calma, a pandemia menos severa e, a partir da outra Segundona, as coisas comecem “a entrar no eixo”.

Aguardemos!

CALENDÁRIO DOS FERIADOS NA ITÁLIA EM 2021

– O Supermercado da Fé.

Cada vez mais a fé tem se tornado um produto. Na cidade de São Paulo, a cada 2 dias, surge uma nova igreja em algum ponto estratégico. As opções são várias, e, claro, dentro de um Estado democrático em que vivemos, não há problema algum, já que a liberdade religiosa é garantida a qualquer cidadão.

Qualquer um pode crer (ou não crer) no que quiser. Entretanto, na mesma proporção se torna assustadora a quantidade de casos de charlatanismo, ou seja, pessoas que exploram a inocência e a boa-fé das outras e se aproveitando do nome de Deus ou do deus que queira anunciar em proveito próprio.

Compartilho material interessante da TV UOL (reproduzido, pasmem, há 10 anos), que abordou esse assunto com números muito parecidos como o de hoje. Dessa forma, sobre esse tipo de proliferação e o mercado da crença, clique em: A Fé Sob Medida em SP

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– Dia de relembrar e festejar: Galo 2×1 River Plate

Há 15 anos, o Paulista vencia o River Plate pela Libertadores da América.

Teria sido essa a vitória mais “significativa” do Paulista (em jogo único) por ter sido em um torneio internacional oficial? Em importância, não há o que se discutir que a Copa do Brasil seja a maior conquista (em campeonatos).

Sobre o jogo, aqui:

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Veja o vídeo pela Fox en Español: https://www.youtube.com/watch?v=tm0PVDKv_co&feature=youtu.be

– Ajude a Estante Solidária para ajudar os outros!

Muitas pessoas tomam boas iniciativas de ajudar o próximo. Uma delas é a “Estante Solidária”, onde você deposita livros a fim de que quem não possa comprá-los, possa os ler gratuitamente.

Alguma alma de bom coração lotou essa aqui, em Bragança Paulista, entre o Jardim Europa e Jardim Primavera: doou uma quantidade significativa!

Parabéns ao anônimo, que faz o bem sem olhar a quem e ainda promove a Cultura e a Educação do nosso país.

Olhe abaixo:

– Maragogi? Eu iria, se…

Maragogi é um lugar maravilhoso no Brasil, onde a natureza presenteou a paisagem com belas praias. Mas aqui (abaixo), uma região de água doce tão bela quanto à beira-mar.

Poxa, como eu queria ter a normalidade de volta (e dinheiro, lógico) para retornar a esse paraíso e passear…

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– Ilusão de Ótica.

E não é que realmente a tal da “ilusão de ótica” nos engana?

Nesta imagem, abaixo, se você olhar com o efeito reto da luz, não terá sentindo algum. Se você colocar virado na diagonal (faça bem devagar e fique olhando; depois repita fazendo rápido) formará um urso panda!

Quem inventa coisas assim é genial, não!