– A ilusão de ótica do gato.

E esta ilusão de ótica?

Tiramos essa foto do gatinho Mimi hoje, quando ele estava deitado ao lado da pedra.

Não parece que é tudo uma coisa só?

Gato + Pedra = Bicho estranho e camuflado. Ampliando, se vê melhor a diferença. Nessa resolução, não.

E aí, você curte fotos “ilusórias”?

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– 3864 mortes por Covid nas últimas 24 horas: o desafio de viver em meio a pandemia e sobreviver na crise financeira.

Texto de ontem, com roupagem (infelizmente) atualizada para hoje. Que tristeza… dia após dia, mais mortes!

Já faz mais de um ano que estamos vivendo em meio a este inferno pandêmico. Cansa. Cansou. Já deu. Mas…

Mas precisamos resistir!

A VIDA é a coisa mais importante que existe para nós. Em muitos casos, não a nossa própria existência, mas as vidas de nossos filhos, cônjuges e pais. E como ela / elas pode (m) ser mantida(s)?

Precisamos ter saúde. E, infelizmente, estamos perdendo dia-a-dia a condição saudável e vendo nossos amigos partirem. E aqui amplio a reflexão: perdemos muitos amigos pela Covid, vitimados por essa cruel doença que é desdenhada por muitos insensatos. E estamos perdendo outros tantos amigos para a depressão, pelo desespero, por angústia de não ter mais a saúde da mente e, em muitos casos, a saúde financeira. Afinal, não se pode desconsiderar a quebradeira e a falência comercial, o desemprego e a falta de recursos de muitos que acabam resultando na falta de comida.

Já não é mais redução de custos, mas falta de condição de sobrevivência. Aí vem a amargura, a discórdia e a revolta.

Todos nós estamos sofrendo. E neste triste recorde de mortos hoje (desta matança inenarrável), precisamos nos preservar. Não saiamos à toa de casa, façamos somente o necessário. E se não tiver jeito, usemos as máscaras, álcool gel e todas as medidas preventivas quando estivermos ausentes do lar. Mas mais do que isso: COBREMOS as autoridades para que sustente os empregos e dêem o auxílio necessário.

Nos EUA, Trump mandou cheques às pessoas físicas e jurídicas. Na Inglaterra, o lockdowm foi compensado por reembolso do Governo. Aqui há dificuldades para se entender a necessidade de conciliação – e isso deturpou as relações das pessoas, vivendo o radicalismo do #FiqueEmCasa sem qualquer discussão e/ ou #Negacionismo estúpido e inconsequente.

Por ora, nos cuidemos e tentemos ajudar a salvar vidas. Mas tenhamos empatia por todos.

Obs: aqui, lembremos de puxar a orelha dos irresponsáveis que saem para as festas clandestinas e não se cuidam, tornando-se multiplicadores de contágio.

Acréscimo: no último domingo, uma interessante homilia do Papa Francisco onde ele alerta sobre o desespero das pessoas com as vidas perdidas e a crise econômica, fazendo com que o “Inimigo de Deus se aproprie da desesperança para gerar discórdia entre as pessoas”. A quem interessar, aqui: https://professorrafaelporcari.com/2021/03/29/o-papa-o-maligno-e-a-pandemia/).

Manaus virou capital mundial da covid-19 e lockdown é única alternativa',  diz pesquisador - BBC News Brasil

– O desabafo do Prefeito de Mongaguá.

Um triste momento, extremamente impactante: o choro do prefeito de Mongaguá, Marcio Melo Gomes, que perdeu o pai e o irmão para a Covid.

Pressionado pelos comerciantes locais para não fechar a cidade, ele, que foi criado no Comércio, explicou os motivos do lockdown proposto de uma forma espontânea. É de se emocionar…

– O que as Empresas Querem de Você?

Veja se você tem essas características / habilidades como profissional:

1.Superformação
2.Multicultural
3.Útil e Inovador
4.Pensa Digitalmente
5.Transdisciplinar
6.Autoadministração
7.Empreendedor
8.Competências Emocionais.

Se as tiver, parabéns. Você é o modelo profissional desejado nos dias atuais.

Compartilho a matéria sobre o tema, extraído de: http://is.gd/dfRYzF

O PROFISSIONAL QUE O MERCADO QUER

O mundo do trabalho vive sua maior transformação desde a Revolução Industrial e busca um novo tipo de pessoas. Agora o que vale mais é ter formação diversificada, ser versátil, autônomo, conectado e dono de um espírito empreendedor

Por Débora Rubin

Esqueça tudo o que você aprendeu sobre o mercado de trabalho. Estabilidade, benefícios, vestir a camisa da empresa, jornadas intermináveis, hierarquia, promoção, ser chefe. Ainda que tais conceitos estejam arraigados na cabeça do brasileiro – quem nunca ouviu dos pais que ser bem-sucedido era seguir tal cartilha? –, eles fazem parte de um pacote com cheiro de naftalina. O novo profissional, autônomo, colaborativo, versátil, empreendedor, conhecedor de suas próprias vontades e ultraconectado é o que o mercado começa a demandar. O modelo tradicional de trabalho que foi sonho de consumo de todo jovem egresso da faculdade nas últimas duas décadas está ficando para trás. É a maior transformação desde que a Revolução Industrial, no século XVIII, mandou centenas de pessoas para as linhas de produção, segundo a pesquisadora inglesa Lynda Gratton, professora da London Business School e autora do livro “The Shift: The Future is Already Here” (“A mudança: o futuro já começou”, em tradução livre).
Nas novas gerações esse fenômeno é mais evidente. Hoje, poucos recém-formados se veem fiéis a uma única empresa por toda a vida. Em grande parte das universidades de elite do país, os alunos sequer cogitam servir a um empregador. “Quando perguntamos onde eles querem trabalhar, a resposta é: na minha empresa”, conta Adriana Gomes, professora da Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM), de São Paulo. Entre os brasileiros que seguem o modelo tradicional, a média de tempo em um emprego é de cinco anos, uma das menores do mundo, segundo o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) – os americanos trocam mais, a cada quatro anos. O ritmo dinâmico inclui mudanças de função, de empregador, e até de carreira.
O cenário atual contribui. “Estamos migrando de um padrão previsível para um modelo no qual impera a instabilidade”, diz Márcio Pochmann, presidente do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). Quem apostar na estrutura antiga vai sair perdendo, segundo a professora Tânia Casado, da Faculdade de Economia e Administração da Universidade de São Paulo. Isso significa, inclusive, rever o significado de profissão. “O que passa a valer é o conceito de carreira sem fronteiras, ou seja, a sequência de experiências pessoais de trabalho que você vai desenvolver ao longo da sua vida”, define Tânia, uma das maiores especialistas em gestão de pessoas do País. Dentro desse novo ideal, vale somar cada vivência, inclusive serviços não remunerados, como os voluntários, e os feitos por puro prazer, como escrever um blog.
O conceito não é novo. Surgiu em 1993 da mente futurista de Michael Arthur, professor de estratégia e negócios da Universidade Suffolk, nos Estados Unidos. Só agora, quase 20 anos depois, é que a teoria começa a virar realidade. De acordo com sua tese, a carreira sem fronteiras é aquela que se apoia no tripé “por quê, como e com quem”. “É preciso se perguntar o que você quer da sua vida e por quê; estudar para obter a técnica necessária e, por fim, estabelecer relações nas quais exista uma troca de conhecimentos”, explica Tânia, estudiosa da tese de Michael. Ou seja, você pode até passar anos no mesmo lugar, como fizeram seu pai e avô, desde que tenha a mente flexível do profissional sem fronteiras e busque autoconhecimento, atualização constante e intercâmbio de experiências.
O novo profissional também tem que ter jogo de cintura para os novos arranjos trabalhistas. “A tendência é ter mais flexibilidade na remuneração, no tempo de duração da atividade, no conteúdo e no fuso e local de trabalho”, destaca Werner Eichhorst, diretor do Instituto de Estudos sobre o Trabalho de Bonn (IZA, sigla em alemão), na Alemanha. O home-office, prática de trabalhar em casa que começa a ganhar terreno, será a realidade de milhões de brasileiros nos próximos dez anos, sobretudo nas grandes cidades sufocadas pelo trânsito.
A revolução trabalhista está na pauta do dia por diversas razões. Em seu livro, Lynda Gratton apresenta o resultado de um estudo feito com 21 companhias globais e mais de 200 executivos na London Business School. Do extenso debate, ela elegeu as cinco forças que estão moldando o trabalho e, claro, seus profissionais. Em primeiro lugar, está a tecnologia. Como na Revolução Industrial, quando as máquinas aceleraram a produtividade, hoje a vida em rede e os recursos de ponta eliminam uma série de empregos e modificam outros tantos. No cenário brasileiro, há de se considerar a herança deixada pelas amargas décadas de 1980 e 1990, nas quais o desemprego e a terceirização explodiram – segundo Pochmann, o número de trabalhadores sem carteira assinada e por conta própria subiu de 11,7% para 58,2% somente entre 1985 e 1990. Nos últimos anos, o desemprego vem diminuindo e a formalização aumentou. Esse crescimento, porém, se deve mais pela geração de novos postos de trabalho com carteira assinada do que pela regularização do trabalho informal. Hoje, 45% dos brasileiros ativos não são registrados, de acordo com o Ipea.
Outras três forças citadas por Lynda Gratton são globalização, mudanças demográficas e preocupações ambientais. A primeira traz com ela a entrada de novos países no grande jogo econômico global – como o próprio Brasil. A segunda diz respeito à quantidade de gente no mundo – seremos nove bilhões em 2050 –, e à maior expectativa de vida. E a terceira tem a ver com as mudanças necessárias na forma de produzir e consumir para reduzir os impactos no meio ambiente. Por fim, a autora destaca a quinta força: as tendências de comportamento humano. Mais gente viverá só, as famílias serão menores e as relações afetivas serão foco de maior atenção. Trabalhar em casa ou próximo da moradia, mais que uma questão sustentável, será uma opção pelo bem-estar, algo que o brasileiro já valoriza. Em uma pesquisa feita pela Associação Brasileira de Recursos Humanos (ABRH), no começo do ano, a meta profissional mais desejada em 2012 pelos entrevistados é “melhorar a qualidade de vida”, acima até da opção “ganhar mais”. “O workaholic está saindo de moda”, afirma a professora Adriana Gomes, da ESPM. “Aos poucos, as pessoas foram percebendo que a produtividade delas caía a médio e longo prazos.”
Não é só o profissional que deve estar preparado para tamanha virada. As empresas, sobretudo as grandes corporações que se expandiram ao longo dos últimos 20 anos, também precisam arejar suas convicções. Uma das principais mudanças é dar mais autonomia para que o funcionário crie, produza e evolua sem ficar estafado. Tânia Casado, da USP, coordena um grupo de estudo que tem se debruçado sobre um tema fresquinho, curioso e fundamental para o mundo corporativo: o “opt-out”. Trata-se da prática, ainda pouco conhecida e aplicada, na qual as pessoas podem continuar sua trajetória dentro de uma empresa sem ter que necessariamente seguir a trilha convencional de subir na hierarquia. “Executivos de grandes grupos me procuram preocupados com a fuga de talentos e me perguntam o que podem fazer para retê-los”, diz a professora. Isso inclui principalmente mulheres que gostariam de passar mais tempo com seus filhos após a licença-maternidade, sem abrir mão da carreira. A resposta de Tânia é: opt-out. Ofereça opções ou os talentos vão embora. Principalmente em um momento bom da economia.
O desafio de lidar com esse novo perfil é tão grande que é o tema do Congresso Anual de Gestão de Pessoas (Conarh) deste ano, que será realizado em agosto. “Os profissionais, em especial os jovens, guiam suas carreiras por suas causas e valores”, diz Leyla Nascimento, presidente da ABRH, que organiza o evento. “Se percebem que seu empregador não compra a sua causa, ele simplesmente vai embora.” Outra insatisfação grande, segundo ela é não ser reconhecido, cobrado e valorizado, o que exige melhorias na comunicação e na forma como as lideranças atuam. Até mesmo o uso das redes sociais é visto como uma questão estratégica. “É uma realidade e não pode mais ser ignorada.”
Nas empresas de médio porte, em especial as de tecnologia, esse novo profissional já encontra território acolhedor. Na Conectt, os 150 funcionários têm a liberdade de propor ideias a qualquer momento. São eles que decidem também os programas de bem-estar, além de desfrutar de horários maleáveis. Alguns designers nunca pisaram na sede da empresa, em São Paulo, e trabalham remotamente de diferentes pontos do Brasil. No ano passado, um programador recém-contratado avisou que sairia em seguida para passar uma temporada na Austrália. Foi incentivado e lhe asseguraram que teria sua vaga na volta. Segundo o sócio-diretor Pedro Waengertner, o importante é a equipe entregar o trabalho, independentemente da quantidade diária de horas trabalhadas, e ela se sentir parte fundamental do processo. “O funcionário é um ativo valioso e, para reter os melhores, é preciso ter flexibilidade”, diz ele.
Nesse cenário de mudanças aceleradas, a legislação trabalhista brasileira é um entrave. Criada em 1943 por Getúlio Vargas e alterada em poucos detalhes ao longo das últimas décadas, a essência da Consolidação das Leis Trabalhistas (CLT) corresponde a um Brasil que já não existe. A rigidez da CLT, que impede, por exemplo, a opção de meio período para várias profissões, é o ponto mais criticado pelos especialistas. Um estudo realizado no ano passado pelo IZA, de Werner Eichhorst, em parceria com a USP, faz um comparativo entre os dois países e mostra que a possibilidade de os funcionários alemães negociarem seus salários diretamente com os empregadores, sem sindicatos nem governo no meio, ajudou a salvar 350 mil postos durante a crise de 2008. No Brasil, a pesquisa aponta a cultura de desconfiança entre as partes como fruto de uma lei extremamente paternalista. Resultado: dois milhões de casos julgados na Justiça do Trabalho a cada ano.
Apesar do embaraço legal, o mercado trata de pressionar, na prática, por mudanças. “Os empregadores vão achando as brechas até alguém ter a coragem de mudar”, acredita a professora Adriana, da ESPM. O governo Dilma acena com transformações. Irá propor ao Congresso duas novas formas de contratação, a eventual e a por hora trabalhada. As alterações podem dar mais dinamismo ao mercado e permitir que quem dá expediente dois dias na semana ou três horas por dia seja integrado formalmente à força produtiva do País. Se a proposta for adiante, estará em maior sintonia com a realidade atual. Afinal, a revolução no mundo do trabalho já começou.

Dicas para Crescer no Trabalho e Alavancar a sua Carreira

– Somos todos Desonestos ou Não?

A Revista Época, em uma edição antiga, trouxe uma interessantíssima matéria, intitulada Somos todos um pouco trapaceiros, por Daniel Venticinque. Nela, se discute o livro “A mais pura verdade sobre a desonestidade”, do psicólogo israelense Dan Ariely.

O livro recém lançado fala sobre o fato de todas as pessoas terem uma queda, em certo momento da vida, para a desonestidade. E a culpa vem das situações cotidianas, que trazem naturalmente à tona esse defeito humano. Seriam 5 fatores para a desonestidade e outros 5 para a honestidade. Abaixo:

5 FATORES QUE NOS FAZEM TRAPACEAR DEMAIS

1- CAIR NA PIRATARIA: as pessoas que usam produtos falsificados tendem a ser mais desonetas em outros aspectos da vida. O sucesso desse pequeno deslize nos torna propenso a arriscar deslizes maiores.

2- SER MALTRATADO: para quem sente que não foi respeitado, a desonestidade pode ser uma revanche. Quem não é bem tratado por um vendedor raramente devolve o dinheiro se ele errar o troco para mais.

3- DAR ASAS À CRIATIVIDADE: além de ter uma tendência a questionar regras, as pessoas cujas profissões exigem criatividade são melhores para inventar desculpas e para bolar maneiras de desobedecer às leis.

4- FAZER O BEM PARA OUTROS: quando o desonesto beneficia outros além do trapaceiro, trapacear fica ainda mais fácil. O mal-estar da trapaça é compensado pela sensação de fazer o bem.

5- LIDAR COM VALORES VIRTUAIS: ver alguém cometer um ato desonesto aumenta muito as chances de fazermos o mesmo naquela situação. É a regra do “todo mundo faz”, que já entrou para o folclore da política brasileira.

5 ATITUDES QUE NOS TORMAM MAIS HONESTOS

1- DAR SUA PALAVRA: É antiquado, mas funciona. Assinar um temo de responsabilidade ou se comprometer a seguir um código de ética é um bom lembrete mental para evitar a tentação da trapaça.

2- TER FÉ: discursos e símbolos religiosos nos tornam menos propensos à trapaça, por estar associados à boa conduta. Não é por acaso que a música gospel é pouco atingida pela pirataria.

3- CRIAR UMA CULTURA DE HONESTIDADE: quando a desonestidade é malvista e há poucos maus exemplos maus exemplos a seguir, trapacear fica mais difícil. Isso explica por que a trapaça é mais difundida em alguns países.

4- MANTER A TRANQUILIDADE: como a trapaça é uma tendência natural, ser honesto exige esforço. Evitar o cansaço mental ajuda a manter a compostura diante de uma oportunidade de trapacear.

5- CONTRATAR FISCAIS DESINTERESSADOS: Trapaceamos menos quando somos fiscalizados. Mas os fiscais precisam ser isentos. Quanto maior o contato deles com quem fiscalizam, maiores as chances de que todos caiam na trapaça.

E aí: concorda com eles ou não? Deixe seu comentário:

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– A 5a feira Santa e a Missa dos Santos Óleos

Amanhã, quinta-feira, estaremos vivendo um dia especial da Semana Santa. Costumeiramente, há uma grande celebração diocesana, onde os bispos reunem os sacerdotes para abençoar os óleos sagrados (alguns lugares celebram na 4a feira).

Saiba mais em: https://www.a12.com/jovensdemaria/artigos/crescendo-na-fe/voce-sabe-o-que-e-a-missa-dos-santos-oleo

MISSA DOS SANTOS ÓLEOS

Hoje, as dioceses se reúnem em suas catedrais para a celebração da Missa dos Óleos Santos. Mas, você sabe qual o simbolismo desse momento para a Igreja?

Durante esta celebração, se abençoa o óleo dos catecúmenos e dos enfermos e se consagra o óleo do Santo Crisma, daí, a celebração ser também chamada de ‘Missa dos Santos Óleos’.

Após o término do rito, os padres voltam para suas comunidades e levam a porção dos óleos para que possa ocorrer a prática dos sacramentos dos seus fiéis.

Nela também se renovam as promessas sacerdotais pronunciadas no dia da ordenação, sendo também chamada de “Missa da Unidade”, expressando a comunhão diocesana em torno do Mistério Pascal de Cristo, constituindo um momento forte de comunhão eclesial, de participação intensa das comunidades e de valorização dos sacramentos da vida da Igreja.

O bispo, se necessário, pode antecipar a celebração. Em algumas dioceses, ela é celebrada na Terça-feira Santa. 

Entenda o significado dos óleos:

– Óleo dos Catecúmenos: Concede a força do Espírito Santo aqueles que serão batizados para que possam ser lutadores de Deus, ao lado de Cristo, contra o Espírito do mal.

– Óleo dos Enfermos: É um sinal utilizado pelo sacramento da Unção dos Enfermos, que traz o conforto e a força do Espírito Santo para o doente no momento de seu sofrimento. O doente é ungido na fronte e na palma das mãos.

– Óleo do Crisma: É um óleo utilizado nas unções consacratórias dos seguintes sacramentos: depois da imersão nas águas do batismo, o batizado é ungido na fronte; na Confirmação é o símbolo principal da consagração, também na fronte; depois da Ordenação Episcopal, sobre a cabeça do novo bispo; depois da ordenação sacerdotal, na palma das mãos do néo-sacerdote.

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– Das 8 mais caras contratações do Corinthians, nenhum jogador é titular. E os empréstimos de empresários?

O jornalista Ricardo Perrone, em seu blog no UOL, trouxe que, de acordo com o balanço de 2020, dos 8 maiores gastos com jogadores realizados pelo Timão, NENHUM é titular.

(Matéria disponível em: https://www.uol.com.br/esporte/futebol/colunas/perrone/2021/03/27/corinthians-nao-tem-titulares-entre-oito-maiores-gastos-em-contratacoes.htm).

São eles:

1- Luan (o Corinthians tem 50% dos direitos federativos, e pagou por essa metade quase R$ 29 mi – restando 21 mi para pagar).
2- Araos (custou R$ 24 mi, falta pagar 12 mi).
3- Bruno Mendéz (comprou 80% ao custo de R$ 21 mi, falta pagar 15 mi).
4- Ramiro (comprou 70% do passe ao custo de R$ 20 mi, falta pagar 7 mi).
5- Sornoza (comprou 100%, está emprestado ao Tijuana, custou R$ 11,5 mi).
6- Cantillo (custou R$ 10,5 mi).
7- Richard (comprou 70% e custou R$ 10,4 mi).
8- Danilo Avelar (custou R$ 8,6 mi).

Acrescente aqui outras loucuras que devem pesar: por exemplo, Jonathan Cafú, que assinou por 3 anos com o Corinthians e só jogou 103 minutos (recebendo R$ 300 mil / mês), emprestado ao Cuiabá com o alvinegro bancando seus salários parcialmente.

Outra dívida assustadora é com empresários. Veja que maluquice: o Corinthians se socorreu a agente de jogadores e deve R$ 20 milhões a eles! (fonte: Gazeta Esportiva, aqui: https://www.gazetaesportiva.com/times/corinthians/corinthians-deve-r-20-milhoes-a-empresarios-e-r-83-milhoes-a-bancos/).

1 – André Cury (empresário de Cazares e Otero): R$ 3,2 mi com juros de 0,6%/mês.
2 – Carlos Leite (empresário de diversos atletas): Em 2017, R$ 4,1 mi com juros de 1,94%/mês (hoje R$ 9,5 mi)
3- Giullano Bertolucci (idem): Em 2017, R$ 5,2 mi com juros de 1,5%/mês (hoje R$ 7,7 mi).

Como faz para o treinador Vagner Mancini escalar seu time sem receber nenhuma pressão de diretoria ou empresário (imagine no time profissional e na base, quantos atletas esses senhores gerenciam a carreira), livre de qualquer conflito de interesses?

Dívida do Corinthians dispara para mais de R$ 900 milhões | Arivaldo Maia

– A flor do jambeiro.

🇺🇸 The Jambeiro flower! The beautiful nature of Brazil shows us its diversity, such as, for example, this delicious fruit: Jambo (that blossomed). / 🇧🇷 A flor do Jambeiro! A natureza tão bela do Brasil nos mostra sua diversidade, como, por exemplo, esta fruta deliciosa: Jambo (que desabrochou).

📸 #FOTOGRAFIAéNOSSOhobby

– A falta de empatia do cidadão, em plena pandemia:

Se algumas cidades criaram um mega-feirado para que as pessoas ficassem em casa, a fim de diminuir a disseminação do novo coronavírus, por quê o sujeito tem que insistir em ir passear mesmo quando o lugar de destinado sabidamente está bloqueado?

Alguns exemplos de falta de empatia, egoísmo ou despreocupação com comprometimento social abaixo,

Extraído de: https://noticias.uol.com.br/saude/ultimas-noticias/redacao/2021/03/27/turistas-descumprem-restricoes-por-feriadao-na-praia-quem-ia-nos-parar.htm

TURISTAS DESCUMPREM RESTRIÇÕES POR FERIADÃO NA PRAIA

“Qual é o problema de a minha família vir para o litoral? Estou pagando para usar o apartamento”, diz o empresário Waldir Gonçalves, 44.

Ele decidiu ir com a mulher e os filhos passar o feriadão decretado pelo prefeito Bruno Covas (PSDB) em um apartamento de frente para a praia, no bairro do Boqueirão, em Santos (SP). Ele o alugou por R$ 600 por dia.

Andei lendo que estavam fazendo lockdown para a gente não conseguir chegar aqui. Mas eu queria ver quem ia nos parar. Eu e a minha família vamos para onde quisermos, o dinheiro é nosso. A lei garante isso e não vai ser um governadorzinho ou um prefeitozinho de araque que vai nos impedir.
Waldir Gonçalves, empresário

Mesmo com as proibições e restrições decretadas pelos municípios litorâneos, turistas como Gonçalves descem a serra desde anteontem. A medida de antecipar os feriados adotada por Covas tinha por objetivo restringir a circulação e esvaziar a cidade.

Segundo a Ecovias, apesar da suspensão da Operação Descida no sistema Anchieta-Imigrantes, a redução de veículos foi de apenas 20%. No último final de semana (de 19 a 21 de março), passaram pelas duas rodovias 206 mil veículos, em contraponto aos 256 mil registrados na semana anterior (de 12 a 14 de março).

Diante do alarmante crescimento das contaminações e mortes pela covid-19, as nove cidades da Baixada Santista decretaram lockdown rigoroso, com fechamento de praias, restrições no comércio e fiscalização nas ruas.

“Isso é um exagero, pra que tudo isso?”, questionou o especialista em tecnologia da informação Renato Sousa, 42, cuja família possui apartamento no mesmo andar alugado pelo amigo Waldir Gonçalves.

“Falei para ele alugar no mesmo prédio porque assim a gente pode ficar junto, jogar cartas de noite, já que não vai ter para onde ir. Mas amanhã cedo a gente vai tentar pegar uma praia. Eu soube que vai dar para aproveitar em Guarujá ou na Praia Grande. Vamos ver.”
Renato Sousa, técnico em TI

Assim como o amigo, Sousa mora em um bairro nobre de São Paulo, com a esposa e uma filha de 12 anos. Costuma passar quase todos os finais de semana em Santos. Indagado se não tinha receio de contrair a doença, foi enfático: “Se eu ficar com medo, minha esposa ficar com medo, minha filha vai ter medo também. E não queremos isso para ela. Ela tem que ser forte, a vida não é moleza, ainda mais para uma mulher”, diz.

“E não vai ser uma gripe qualquer que vai assustar a gente. Essa história de tanta gente morrendo de covid é um exagero. Eles inflam os números, trocam a causa da morte para ganhar uma grana. Meu médico já disse que só morre quem é velho e doente.”
Renato Sousa, técnico em TI

COM LOCKDOWN E CHEIO DE TURISTAS

Proprietária de uma das sorveterias mais tradicionais da cidade, Camila Duarte Andreazzi, 38, tenta manter o negócio. Ela e o marido, Alexandre, 51, atendem o público no mesmo endereço no bairro do Boqueirão há muitos anos.

“Estamos em pleno lockdown e o bairro está cheio de turistas. Até no meu prédio, muitos apartamentos estão ocupados por gente que não conhecemos. Quando podíamos atender no sistema de ‘take away’ [pegar e levar], aparecia muita gente de fora, inclusive sem máscara.

Camila conta que, certa vez, teve de obrigar uma cliente a se retirar do salão. “A mulher, além de não querer usar a máscara, ainda começou a gritar comigo e me ofender, dizendo que quem usava máscara era covarde, que ‘lambia as bolas’ do [governador João] Doria.”

Com uma dívida de R$ 65 mil e um movimento que caiu mais de 90%, a comerciante está vendendo bolos e tortas.

Já o marido, que também é fotógrafo, presta serviços capturando imagens com drones. As filhas tiveram que trocar de escola por falta de pagamento das mensalidades. O único carro da família foi vendido nesta semana para pagar dívidas trabalhistas. Mas Camila é a favor do lockdown.

“Acho que, se tivéssemos feito um lockdown de verdade, com todo mundo colaborando, poderia dar certo. Ainda mais se tivesse sido feito no ano passado, quando o vírus ainda estava começando a se espalhar. Agora a gente está endividado e com medo. Perdendo amigos e familiares para essa doença. Se tivermos que esperar ainda mais por uma solução, acho que acabaremos morrendo de fome.
Camila Duarte Andreazzi, comerciante

– Quem quer um dente-de-leão?

Pela carinha sapeca dela, alguma arte a minha Estelinha vai fazer!… Ou melhor: fez.

Esta foto é de antes do lockdown aqui em Bragança Paulista. Neste dia, caminhamos pelas praças e nos divertimos no Lago do Orfeu, colhendo dente-de-leão.

Acaba logo, pandemia!

– Na rotina da 4a feira.

👊🏻 Olá amigos!
Um ótimo dia de vida já começou há algum tempinho por aqui. Vamos para o #cooper costumeiro, a fim de ter pique para a jornada?
S’imbora suar.
🏃🏻👟 #Fui #RunningForHealth #run #training #corrida #sport #esporte #running #asics #nike
Clique 1:

🙏🏻 Correndo e Meditando:
“Ó #NossaSenhoraAparecida, rogai por nós que recorremos a vós. #Amém.”
⛪😇 #Fé #Santidade #Catolicismo #Jesus #Cristo #Maria #NossaSenhora #Aparecida# Padroeira #PorUmMundoDePaz #Peace #Tolerância #Fraternidade
Clique 2:

🌺 Fim de #cooper!
Suado, cansado e feliz, alongando e curtindo a beleza da #natureza.
Hoje, com a #rosa vermelha (clicada outro dia).
🏁 🙆‍♂️ #corrida #treino #flor #flower #flowers #pétalas #pétala #jardim #jardinagem #flores #garden #flora #run #running #esporte #alongamento
Clique 3:

🌅 Desperte, #BragançaPaulista, neste derradeiro dia de #Março.
Que a #QuartaFeira possa valer a pena!
🍃🙌🏻 #sol #sun #sky #céu #photo #nature #morning #alvorada #natureza #horizonte #fotografia #pictureoftheday #paisagem #inspiração #amanhecer #mobgraphy #mobgrafia
Clique 4:

Ótima jornada para todos!

#FOTOGRAFIAéNOSSOhobby

– 3780 mortes por Covid nas últimas 24 horas: o desafio de viver em meio a pandemia e sobreviver na crise financeira.

Já faz mais de um ano que estamos vivendo em meio a este inferno pandêmico. Cansa. Cansou. Já deu. Mas…

Mas precisamos resistir!

A VIDA é a coisa mais importante que existe para nós. Em muitos casos, não a nossa própria existência, mas as vidas de nossos filhos, cônjuges e pais. E como ela / elas pode (m) ser mantida(s)?

Precisamos ter saúde. E, infelizmente, estamos perdendo dia-a-dia a condição saudável e vendo nossos amigos partirem. E aqui amplio a reflexão: perdemos muitos amigos pela Covid, vitimados por essa cruel doença que é desdenhada por muitos insensatos. E estamos perdendo outros tantos amigos para a depressão, pelo desespero, por angústia de não ter mais a saúde da mente e, em muitos casos, a saúde financeira. Afinal, não se pode desconsiderar a quebradeira e a falência comercial, o desemprego e a falta de recursos de muitos que acabam resultando na falta de comida.

Já não é mais redução de custos, mas falta de condição de sobrevivência. Aí vem a amargura, a discórdia e a revolta.

Todos nós estamos sofrendo. E neste triste recorde de mortos hoje (desta matança inenarrável), precisamos nos preservar. Não saiamos à toa de casa, façamos somente o necessário. E se não tiver jeito, usemos as máscaras, álcool gel e todas as medidas preventivas quando estivermos ausentes do lar. Mas mais do que isso: COBREMOS as autoridades para que sustente os empregos e dêem o auxílio necessário.

Nos EUA, Trump mandou cheques às pessoas físicas e jurídicas. Na Inglaterra, o lockdowm foi compensado por reembolso do Governo. Aqui há dificuldades para se entender a necessidade de conciliação – e isso deturpou as relações das pessoas, vivendo o radicalismo do #FiqueEmCasa sem qualquer discussão e/ ou #Negacionismo estúpido e inconsequente.

Por ora, nos cuidemos e tentemos ajudar a salvar vidas. Mas tenhamos empatia por todos.

Obs: aqui, lembremos de puxar a orelha dos irresponsáveis que saem para as festas clandestinas e não se cuidam, tornando-se multiplicadores de contágio.

Acréscimo: no último domingo, uma interessante homilia do Papa Francisco onde ele alerta sobre o desespero das pessoas com as vidas perdidas e a crise econômica, fazendo com que o “Inimigo de Deus se aproprie da desesperança para gerar discórdia entre as pessoas”. A quem interessar, aqui: https://professorrafaelporcari.com/2021/03/29/o-papa-o-maligno-e-a-pandemia/).

——-MORTES POR COVID NO MUNDO HOJE——

1º Brasil – 3.780

2º EUA – 563

3º Itália – 529

4º Polônia – 461

5º Rússia – 409

6º Índia – 355

7º França – 348

8º Ucrânia – 286

9º Hungria – 274 1

0º Alemanha – 234

11º México – 203

Ou então: Brasil – 3.780 versus 10 países seguintes – 3.662

Por que ficar em casa é a melhor maneira de controlar o vírus? - Ciência na  rua

– Que exemplo de vacinação, NY!

A partir de hoje, todas as pessoas acima de 30 anos poderão se vacinar contra a Covid-19 em Nova Iorque. Na semana que vem, começa a vacinação para as pessoas acima de 16!

Que isso seja uma realidade em breve no Brasil também…

EUA já aplicaram 143 milhões de doses de vacinas contra Covid-19 | Jovem Pan

– De onde vem tanto dinheiro para bancar as loucuras do Grêmio?

Escrevo por pura ignorância: sei que o Grêmio-RS vende muito bem seus jogadores e o “cofre está cheio”. Mas a contratação de Rafinha (que não é nada barata) e a oferta ESPANTOSA por Borré são de se assustar!

Cerca de R$ 34 milhões em luvas, além de um salário mensal próximo de R$ 1 milhão, por um contrato de 5 anos: essa foi a oferta gremista ao jogador colombiano que atua no River Plate (fonte: ESPN Argentina, em: https://www.espn.com.br/futebol/artigo/_/id/8395083/premier-league-apos-ouvir-gallardo-e-esperar-europa-borre-entra-na-mira-do-brighton-que-fara-proposta-diz-site).

E se Borré aceitar e não der certo? Como sustentar tudo isso com um contrato tão longo e caro? Aliás, respeitosamente, o atacante é um jogador muito bom; mas craque, não. Quanto valeriam Careca ou Evair hoje, se comparados a ele?

Agora, diz-se que o Brighton, da Inglaterra, entrou na negociação pelo atleta. Aguardemos, mas ainda persistindo com a dúvida: há um mecenas como ocorre no Atlético Mineiro ou simplesmente é dinheiro da própria gestão?

Grêmio prepara bolada astronômica para ter Rafael Borré; veja valores

– Ovos de Páscoa ou Ovos de Ouro?

E os preços dos Ovos de Páscoa?

Caramba, estão custando uma fortuna! Seriam eles de ouro, não de chocolate?

Chegará um tempo em que compraremos ovos pagando em 10 vezes, ou teremos a modalidade de consórcio.

Com a carestia atual, como é que alguém ousa cobrar tanto dinheiro por algumas gramas de chocolate? Compare o peso dos ovos e das barras de chocolate.

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– Autogolpe?

Tenho algumas restrições aos textos dele, mas Mário Sabino foi cirúrgico ao escrever este, abaixo, que compartilho: sobre a troca dos Ministros de Bolsonaro – em especial ao da Defesa, que não queria fazer apologia pública ao Governo – fica a constatação: o presidente quer um “Pazzuello” no comando?

Abaixo, sobre a resistência de politização das Forças Armadas e o conceito de “autogolpe” (se resguardar com os militares, jeans estando no poder), extraído de: https://www.oantagonista.com/opiniao/bolsonaro-acha-que-pode-ameacar-com-um-autogolpe/

BOLSONARO ACHA QUE PODE AMEAÇAR COM UM AUTOGOLPE

Como dissemos, Jair Bolsonaro está dinamitando as últimas conexões que mantinha com a realidade, ao mesmo tempo que se vê obrigado a ceder espaço ao Centrão, que passou a encarar o impeachment como possibilidade.

Está claro que, ao demitir Fernando Azevedo e Silva do Ministério da Defesa, o presidente da República mostra a cara de capitão insubordinado. Ele acha que pode ameaçar o mundo da política e da Justiça com um autogolpe sustentado por militares da sua confiança e adjacências. O limite da fidelidade de Fernando Azevedo e Silva (e a fidelidade se mostrou cheia de manifestações extemporâneas) foi a cabeça do general Edson Pujol, comandante do Exército contrário à politização das Forças Armadas. O agora ex-ministro não quis entregá-la na bandeja da traição — preservou as FA como instituições de Estado — e foi despachado. Bolsonaro viu aí também a chance de atenuar a imagem de fraqueza diante do seu gado, depois de ser obrigado a tirar Ernesto Araújo do cargo de chanceler.

É no sentido da fantasia bolsonarista do autogolpe que devem ser entendidos os tweets de Bia Kicis e Eduardo Bolsonaro em homenagem ao policial militar da Bahia que entrou em surto psicótico e foi morto depois de dar tiros para o ar e disparar contra integrantes do Bope daquele estado. Os dois deputados catapultaram o rapaz a mártir na luta contra a “ditadura” dos governadores que impõem medidas restritivas — e ambos incitaram policiais militares do país todo à sublevação. Expressaram, assim, a visão de mundo aloprada do próprio Bolsonaro.

Essa gente realmente acredita que as Forças Armadas terão um surto psicótico e se entregarão a um sociopata que considera algo natural a morte de centenas de milhares de cidadãos brasileiros por Covid.

Eles não passarão.

Autogolpe de Bolsonaro em marcha - RIC