– Empresas Transformadoras!

Dona Luiza Helena Trajano, a dona do Magazine Luiza, está na capa da Exame na matéria a respeito de “empresas transformadoras durante a COVID-19”.

Justo! Tem feito por merecer, não só no Comércio, mas na agenda de Cidadania proposta em muitas ocasiões para o nosso país!

– Descubra a Música do Roberto Carlos

Olhe só que brincadeira legal, extraída do site do próprio cantor Roberto Carlos, que fez 80 anos ontem:

A Amazon Music, no seu perfil do instagram (@amazonmusicbr), propôs essa brincadeira.
Quais hits de Roberto Carlos você vê nesta imagem?

Será que consegue descobrir todos? https://www.instagram.com/p/CN2YdntrgMU/?utm_source=ig_web_copy_link

– Como explicar a liberação para a Conmebol, e não para a FPF?

O Ministério Público-SP liberou as partidas de futebol no Estado de São Paulo para antes das 20h, desde que sejam as competições da Conmebol. O Paulistão continua sendo depois deste horário.

Taí algo extremamente incoerente: por quê para um pode, e para outro não, se a pandemia é a mesma e os locais idem?

Será que o vírus não entende espanhol, se assusta e vai embora?

Apenas um pedido: coerência! Ou explicação convincente…

Conmebol TV, programada pela Band, começa a ser comercializada - TELA VIVA  News | TELA VIVA News

– Vinícius Pereira da Silva, o “bonzão” racista do prédio!

REVOLTANTE! Veja só que ridículo o papelão que esse senhor racista promoveu, humilhando uma correta e humilde porteira negra.

Abaixo, extraído de: https://br.noticias.yahoo.com/morador-ameaca-porteira-em-predio-de-goiania-e-faz-ofensas-racistas-chimpanze-voce-nao-presta-185750241.html

MORADOR AMEAÇA PORTEIRA

Um homem ameaçou e fez ofensas racistas contra uma porteira de um prédio residencial do Jardim Goiás, em Goiânia (GO), neste domingo (18). Segundo a vítima, o homem, identicado como Vinícius Pereira da Silva, é morador do prédio e alegou ser policial.

Em uma gravação, feita pela própria vítima, divulgada pelo G1, o homem aparece disparando as ofensas. Mesmo com a câmera do celular ligada, Vinícius Pereira não se intimida e xinga a mulher de “macaca”. “Grava, macaca. Chimpanzé. Chipanga. Me encara, desgraça”, esbrabeja.

De acordo com a porteira, que preferiu não ter a identidade divulgada, a discussão começou porque o morador chegou de carro em frente ao portão da garagem e piscou os faróis, querendo entrar sem se identificar.

A funcionária, por sua vez, explicou que não poderia abrir para qualquer um que fizesse um sinal e que precisava que o homem se identificasse. Segundo o G1, isso teria irritado o morador.

Após as ofensas racistas, o homem subiu ao apartamento onde mora. Em seguida, ligou na portaria e continuou com a discussão. A porteira relatou ao G1 que perguntava a todo momento o motivo de estar sendo ofendida, mas Vinícius Pereira continuava com as injúrias raciais.

“Porque você não presta, desgraça. Você é uma merda, abaixo de zero”, teria dito ele.

Por fim, o homem ameaçou a porteira, dizendo ser policial e que iria descer armado. “Vou meter minha arma na cintura e vou aí resolver”.

A reportagem do Yahoo! Notícias não encontrou Vinícius Pereira da Silva, que aparece nas imagens, para pedir uma posição sobre a situação.

A Polícia Civil também não o encontrou para conduzi-lo à delegacia e colher depoimento. A corporação informou que ainda não levantou se o morador realmente é um policial, conforme se identificou à porteira. O nome do agressor também não consta na lista de pagamentos da policia civil de Goiás.

Em uma gravação, feita pela própria vítima, o homem aparece disparando as ofensas (Foto: Reprodução/TV Globo)

– Teremos que rever conceitos sobre Produção e Globalização quando tudo passar!

Depois de tanta complicação no dia-a-dia por conta do Covid_19, algumas observações sobre o processo de globalização precisam ser discutidas.

Coisas “tão bobas” (aparentemente) deixaram de ser produzidas e foram para a China. Por exemplo: 95% das máscaras de proteção consumidas pelos EUA eram chinesas. Aproveitava-se a mão de obra barata e as condições paupérrimas de lá para produzir (lembremo-nos: a China se parece muito com o Brasil em alguns lugarejos, com metrópoles modernas contrastando com longínquas regiões paupérrimas – o moderno versus o arcaico).

É necessário terceirizar tudo? Salvaguardar a produção local não se faz necessário, em seus diversos itens?

E se a indústria nacional resolvesse fabricar uma gama maior de mercadorias? Mais empregos, certamente, ocorrerão. 

Por fim, ficará a questão: sobretaxar a importação, mesmo no mundo tão liberal, não é uma necessária medida protecionista?

Globalização: o que é, origem, efeitos, pontos positivos e ...

– Entendendo a Nova Frugalidade

A Nova Frugalidade chegará ao nosso país, ou já está repercutindo, inconscientemente, em nossas vidas?

Nos EUA, um fenômeno econômico-social aconteceu: as pessoas deixaram de ir a shoppings, teatros ou de gastar em produtos não-essenciais, devido a crise econômica. O abandono de consumidores de certas áreas econômicas foi chamado de Nova Frugalidade, e como todo modismo global, em breve repercutirá no Brasil.

Entenda o que é essa tal de “Nova Frugalidade”, extraído de: http://portalexame.abril.com.br/revista/exame/edicoes/0942/marketing/reverso-fortuna-466551.html

O REVERSO DA FORTUNA

por Daniel Hessel

Em apenas oito meses, a crise financeira americana provocou estragos sem paralelo na história recente dos Estados Unidos. Além de fulminar o mercado de crédito, o índice Dow Jones e a cidade de Detroit, os raios mortíferos provenientes da tempestade econômica atingiram também um dos pilares do american way of life: o consumismo desenfreado e livre de culpas que movimenta mais de dois terços da economia do país. Endividada, assustada pelo fantasma do desemprego e acusada de estar entre os culpados por boa parte da crise com sua gastança desmedida, a classe média americana virou as costas para shopping centers, lojas de grifes, restaurantes estrelados e até mesmo shows e peças de teatro. Hoje, em plena ressaca moral de décadas de consumismo, tornou-se popular a doutrina da nova frugalidade (new frugality), marcada por um estilo de vida austero, em que economizar cada dólar é a regra. O último relatório da divisão de análise econômica do Departamento de Comércio dos Estados Unidos, divulgado no dia 14 de abril, mostra o impacto dessa mudança. Entre março de 2008 e março de 2009, as vendas do varejo diminuíram 9,5%, a primeira queda em quase duas décadas. Ao mesmo tempo, os índices de poupança, que eram próximos de zero em agosto, estão em patamares equivalentes aos de dez anos atrás. Para os economistas, os dois índices combinados indicam que os americanos estão receosos do que vem pela frente. Pesquisas de opinião mostram que a tendência é uma redução nos gastos ainda mais aguda. Segundo um levantamento do instituto Lightspeed Research, do grupo britânico WPP, 70% dos americanos pretendem mudar seus hábitos de consumo nos próximos meses e apenas 45% dos entrevistados acreditam em uma rápida retomada econômica.

No campo oposto estão os que defendem que as mudanças vieram para ficar. O principal argumento desse grupo é que nunca antes houve um aperto no crédito como o provocado pela atual crise e que o estrangulamento nas finanças domésticas das famílias foi tamanho que deixará sequelas na maneira como os americanos encaram o consumo. “Nossas pesquisas apontam que os consumidores buscam mais segurança. E, para eles, gastar menos e manter dinheiro no banco é uma forma de alcançar essa segurança perdida”, diz Michael Silverstein, especialista em tendências de consumo do Boston Consulting Group.

Seja temporária, seja definitiva, a nova frugalidade tem assumido diversas facetas – algumas quase caricatas de tão radicais. De maneira geral, a redução de gastos com combustíveis e bens duráveis, como móveis e eletroeletrônicos, foi prioridade no processo de reajuste (veja quadro acima). Em menor escala, os americanos cortaram as despesas com roupas, acessórios, brinquedos, livros, CDs e DVDs. Ao mesmo tempo, as vendas de alimentos, bebidas e produtos de higiene pessoal e beleza aumentaram. Em meio à frieza generalizante das estatísticas há nuances curiosas, como o crescimento abrupto do mercado para produtos do tipo faça-você-mesmo (do it yourself, ou DIY). Tome-se o exemplo das tinturas para cabelo para uso doméstico, cujas vendas cresceram 27% desde o início da crise – um sinal de que as americanas trocaram os salões de cabeleireiro pela pia do banheiro. Da mesma forma, as famílias estão deixando de pagar por serviços como limpeza doméstica e manutenção de jardins e casas – o que tem sustentado a boa performance dos fabricantes de produtos de limpeza e de varejistas especializados em bricolagem, como a rede Home Depot. O outro lado da moeda é que o setor de serviços domésticos, que sustenta cerca de 18 milhões de americanos, se prepara para tempos ainda mais difíceis.

Num cenário de aperto financeiro, há empresas que são naturalmente favorecidas. É o caso do Wal-Mart, do McDonald’s e da loja online Amazon, reconhecidos por estratégias agressivas de descontos e preços competitivos. Da mesma forma, grandes fabricantes de produtos de consumo para higiene e beleza, como Procter&Gamble e Johnson&Johnson, têm se beneficiado da tendência de o consumidor se permitir pequenas indulgências – um dos raros luxos admitidos pela nova frugalidade. Outras têm se demonstrado irremediavelmente comprometidas com o antigo modelo de consumo supérfluo e precisam de reparos urgentes na estratégia de marketing. Enquadram-se nessa categoria a rede de cafés Starbucks, as grifes internacionais de artigos de luxo e as lojas de departamentos. No caso das marcas de luxo, os especialistas em tendências já deram até um nome ao tipo de reação que elas passaram a despertar no americano médio. Trata-se do populismo vingativo (vengeful populism), em que as marcas são identificadas com o estilo de vida arrogante e perdulário de banqueiros de investimento e altos executivos, acusados de levar o país à ruína. “Essas marcas precisarão resolver esse conflito sob o risco de estar definitivamente associadas a um estilo de vida que as pessoas passaram a desprezar”, diz Thomas O’Guinn, professor de marketing da Universidade de Wisconsin-Madison.

Para sobreviver em meio à crise, os marqueteiros das empresas têm buscado inspiração nos remotos anos 30, período da Grande Depressão americana. A rede de lojas de departamentos Sears ressuscitou um modelo de vendas dirigido a clientes endividados e sem crédito na praça. Trata-se do layaway, sistema em que o cliente escolhe um produto, faz um pequeno depósito e a loja reserva a mercadoria por determinado período (em média 90 dias). A ideia é que o cliente vá pagando o produto em parcelas, conforme for recebendo o dinheiro. Vencido o prazo, ele quita o saldo remanescente. “As redes que não mantiverem uma forte política de descontos e promoções ou não apostarem em soluções criativas como o layaway não conseguirão atrair os consumidores”, diz Kathy Grannis, porta-voz da Federação Nacional do Varejo nos Estados Unidos. Quem não se adaptar à nova frugalidade, seja ela duradoura ou efêmera, corre o risco de ter o mesmo fim dos dinossauros.

bomba.jpg

– Ciência, Fé e Coronavírus

Fé e Razão são “duas asas que nos elevam para o Céu”, disse um dia São João Paulo II. E neste momento tanto delicado da pandemia que o planeta vive, Religião e Ciência estão de mãos dadas dialogando pela humanidade.

Um excelente texto sobre isso, compartilhado em: https://pt.aleteia.org/2020/04/26/onde-ciencia-e-religiao-dialogam-para-enfrentar-o-coronavirus/

ONDE CIÊNCIA E RELIGIÃO DIALOGAM PARA ENFRENTAR O CORONAVÍRUS

O magistério da Igreja sempre defendeu a responsabilidade social, a solidariedade com os mais frágeis e a cooperação internacional

Por Francisco Borba Ribeiro Neto

Num momento de tantas polêmicas sobre quarentenas e drogas alternativas, de busca de solidariedade e esperança, precisamos ter claro como, na perspectiva católica, pode haver um diálogo entre ciência e religião – e como ele nos ilumina na luta contra a Covid-19. A Santa Sé conta com órgãos voltados especificamente para o diálogo com a ciência e a técnica no mundo atual. Em fins de março, três deles lançaram documentos voltados especificicamente à crise atual. As Pontifícias Academias de Ciências e de Ciências Sociais publicaram, em coautoria, Responding to the Pandemic, Lessons for Future Actions and Changing Priorities (em português: “Respondendo à pandemia, lições para ações futuras e mudança de prioridades”) e a Pontifícia Academia para a Vida, Pandemia y Fraternidad Universal (título da versão em espanhol).

As três academias caminham no mesmo sentido, exortando o trabalho dos cientistas e o apoio dos governos à pesquisa (ainda que reconhecendo os limites inerentes ao conhecimento científico); chamando os entes públicos à responsabilidade diante da vida das pessoas, particularmente dos mais pobres e vulneráveis; valorizando a solidariedade entre todos na sociedade e a cooperação internacional. Pode parecer que esses tópicos, assim resumidos, apenas façam coro às posições externalizadas pela maior parte da mídia e da opinião pública. Mas, na verdade, sua implicação é muito maior.

O realismo diante da ciência

O cristianismo sempre procurou se afastar das superstições e ilusões. Por isso, na Antiguidade e na Idade Média, realizou um intenso diálogo com a filosofia, confiante em que a verdade é sempre única, ainda que se manifeste de muitas formas, e todos os que a buscam sinceramente podem se entender. A doutrina católica condena, por isso, tanto a ideologia negacionista, que não quer reconhecer o conhecimento científico quando esse contraria sua visão de mundo, quanto a ideologia cientificista, que espera usar a ciência para validar o comportamento humano e a moral.

Trata-se de uma postura realista em relação à ciência. A investigação baseada no método científico mostrou que não podemos confiar de modo inquestionável em nossa percepção da realidade, pois ela muitas vezes é falha. O exemplo clássico e o de uma vara mergulhada em águas claras: ela parece “se quebrar” na superfície e sofrer um pequeno desvio na parte submersa, por causa de uma ilusão de ótica explicada pela física. A ciência elucida o fenômeno e mostra o erro de nossos sentidos. No mundo atual, não podemos simplesmente negar os dados da ciência porque eles nos desagradam. Mas os cientistas também erram. Um importante filósofo da ciência, Karl Popper, afirma que a ciência nunca pode afirmar com certeza quando uma afirmação é certa, apenas quando é errada. O fato de todas as evidências corroborarem uma hipótese, não significa que amanhã não surgirá uma nova evidência que mostre seu erro. Basta essa única evidência contrária para sabermos que a teoria está errada e deve ser descartada ou revista. O bom cientista está sempre disposto a reconhecer erros em suas teorias e render-se a novas evidências.

Para que um trabalho científico ser aceito, deve passar por uma “revisão por pares”, isso é, outros cientistas que conhecem profundamente o assunto devem fazer uma revisão do estudo, para verificar se a metodologia foi bem aplicada, se os dados não foram falseados e se as conclusões fazem sentido. É esse sistema que faz o conhecimento científico atual tão consistente e confiável, em contraposição às teses negacionistas que se baseiam em percepções subjetivas e individuais da realidade.

A contribuição da sabedoria

Quem acredita de forma cega nas teorias científicas é tão ideológico quanto aquele que nega a ciência. Mas, provavelmente, o maior perigo do cientificismo não é acreditar que a ciência é infalível, mas sim querer usá-la para validar a moral. A ciência nos fala de relações entra causa e efeito, mas não nos informa sobre o sentido das coisas. Nos explica como o coronavírus se dissemina e afeta nosso organismo, permite traçar modelos matemáticos do desenvolvimento da pandemia e fazer previsões sobre seu choque na economia. Mas não nos diz nada sobre o sentido da vida dos que morreram, não nos permite entender por que a esperança não morre em nosso coração ou vislumbrar a beleza que se aninha nos braços da verdade. Uma resposta para essas questões depende da sabedoria, que não vem da ciência, mas da experiência de vida, da filosofia e da religião.

O magistério da Igreja sempre defendeu a responsabilidade social, a solidariedade com os mais frágeis e a cooperação internacional. Para os cristãos, essas não são “descobertas” desse tempo de pandemia, basta lembrar a defesa que o Papa tem feito dos migrantes e refugiados e as encíclicas sociais de seus antecessores. Quando a Igreja defende esses princípios, não está “se rendendo” à mentalidade dominante, mas sim conclamando a todos para aderirem aos princípios que sua sabedoria milenar sempre anunciou.

O diálogo entre a ciência e o cristianismo não pode negar o conhecimento científico em nome de posicionamentos subjetivos e particulares, mas deve iluminar a ciência com a sabedoria que nasce do encontro com Cristo.

Sobre la redondez de la tierra y otros asuntos

– O insensível calendário abusivo do futebol resultará em problemas.

Fico pasmo ao ver a omissão total do Sindicato dos Atletas quanto a questão da maratona de jogos dos atletas no Paulistão. Os clubes estão entrando em campo a cada 48 horas, sendo que eles não tem elenco suficiente para essa loucura, e nem conseguem treinar a contento. Por quê o silêncio?

Pense na Libertadores da América: como os plantéis cansados e sem tempo para treinar (vivendo do “pijama training” – expressão criada por Vanderlei Luxemburgo para dizer que o time sai do estádio e volta para o hotel dormir, até a próxima partida seguida) enfrentarão equipes descansadas e treinadas? É obvio o prejuízo físico, técnico e tático dos brasileiros – em decorrência do excesso de jogos e falta de treinamento.

E é só um problema para os grandes?

Veja só: Audax x Sertãozinho jogarão às 22h nesta 3a feira, pela A2 (seguindo o mesmo protocolo sanitário, a bolha de prevenção e arcando com os custos). E depois de amanhã, retornam a campo. Dia sim, dia não, tem jogo na 2a divisão! E por conta das dificuldades de infraestrutura desta categoria, temos coisas impensáveis: o “Clássico da Cidade Azul”, Rio Claro x Velo Clube Rioclarense, será jogado em Santa Bárbara do Oeste, por conta da falta de iluminação na casa do mandante.

Quer cenário tão insensível quanto esse, mas ao inverso?

Dos 150 clubes filiados à FPF em suas diversas divisões, 2 equipes profissionais amargam um recorde de inatividade pela indefinição do campeonato: faz 6 meses e 10 dias que Grêmio Osasco e Paulista não entram em campo! Essas equipes estavam na 3a divisão e caíram para a 4a. Como essa divisão (oficialmente chamada de 2a divisão Sub 23) ainda não tem nem previsão de início, os remanescentes dela estavam ativos há mais tempo do que os dois citados, por conta do calendário de 2020 que foi estendido. 

Quem os ajuda a se manterem vivos?

Nem Sindicato dos Clube, nem Federação Paulista de Futebol. E depois se fala da preocupação em democratizar o futebol, contra o elitismo e a favor dos pequenos (discurso muito ouvido por conta da Superliga)… O que nós, no Brasil, estamos fazendo para sermos coerentes com o discurso?

(Sobre a Superliga da Europa, citada acima, abordamos aqui: https://professorrafaelporcari.com/2021/04/19/calma-pessoal-da-superliga/)

Campeonato Paulista da Segunda Divisão Já Tem Data Para Começar

– The Sun

Esse clique é um dos meus preferidos!

Ficou muito bom: o nascer do sol aproveitando o “buraco da árvore”.

Gostaram? Foi em Jundiaí, meses atrás.

Imagem

#FOTOGRAFIAéNOSSOhobby
#sol #sun #nature #natureza #inspiration #inspiracion #paisagem #landscapephotography #PictureOfTheDay #Brasil #Jundiaí #fotografia #amanhecer #céu

– Cores da bonita Manhã.

🌄🇺🇸 An extremely beautiful dawn in Bragança Paulista, interior of Brazil. Cheer the nature! / 🇧🇷 Um amanhecer extremamente bonito em Bragança Paulista, interior do Brasil. Viva a natureza!

📸 #FOTOGRAFIAéNOSSOhobby
#fotografia #inspiração #natureza #pictureoftheday #sunshine #inspiration #nature #amanhecer #Brazil #Brasil

– O velho debate sobre “qual trabalho” é o ideal!

O salário possível versus o salário ideal: qual a diferença?

Dissertando sobre “trabalhar no que gosta” ou “no que se pode”, e o utópico desejo de outras nuances, em: https://www.youtube.com/watch?v=8ViM2VltEkg

– Bom dia, 3a feira!

👊🏻 Olá amigos!
Verticalizando o esqueleto para suar bem cedinho. E que #frio…
Eu prefiro o #calor, mas tudo bem. Mesmo assim, vamos correr a fim de produzir e curtir a tão necessária #endorfina?
🏃🏻👟 #Fui #RunningForHealth #run #cooper #training #corrida #sport #esporte #running #asics
Clique 1:

🙏🏻 Correndo e Meditando:
Ó #VirgemMaria, #MãeDeDeus e nossa também, rogai por nós que recorremos a vós. #Amém.
⛪😇 #Fé #Santidade #Catolicismo #Jesus #Cristo #Maria #NossaSenhora #PorUmMundoDePaz #Peace #Tolerância #Fraternidade
Clique 2:

🌺 Fim de #cooper!
Suado, cansado e feliz, alongando e curtindo a beleza da #natureza.
Hoje, com as #roseiras tão bonitas.
🏁 🙆‍♂️ #corrida #treino #flor #flower #flowers #pétalas #pétala #jardim #jardinagem #flores #garden #flora #run #running #esporte #alongamento
Clique 3:

🌅 06h00 – Desperte, #BragançaPaulista.
Que a #TerçaFeira possa valer a pena!
🍃🙌🏻 #sol #sun #sky #céu #photo #nature #morning #alvorada #natureza #horizonte #fotografia #pictureoftheday #paisagem #inspiração #amanhecer #mobgraphy #mobgrafia
Clique 4:

Ótima jornada para todos!

#FOTOGRAFIAéNOSSOhobby