– O que é Amar?

Perfeita definição:

“Amar é acolher, é compreender, é fazer o outro crescer.”

Sábias palavras da saudosa Dona Zilda Arns, fundadora da Pastoral da Criança.

Os benefícios de amar e se amar de verdade | SEGS - Portal Nacional de  Seguros, Saúde, Info, Ti, Educação

– Há 1 ano, a Covid matava 20 vezes menos no Brasil e estávamos assustadíssimos. Mas hoje…

No ano passado, em Abril, nos escandalizávamos com 200 mortes por dia na pandemia – que era desdenhada por Fake News. E hoje, com quase 4000 falecimentos, qual a reação?

Relembrando: https://professorrafaelporcari.com/2020/04/16/prevenir-se-se-faz-ainda-mais-necessario-contra-o-novo-coronavirus-viram-os-numeros-de-hoje/

COVID

E há quem não leve a sério as mortes pelo Covid-19, desdenhando dessa maldição. Somente hoje, quase 200 mortos. E a conta só cresce…

Lembrando que, dias atrás, alguns números oficiais desmentiram as fake news de que “morre mais gente de dengue e H1N1 do que do Novo Coronavírus” (aqui: https://is.gd/3fVuh9)… ou, pior: “é só uma gripezinha” (e aqui, sem juízo político, mas observação de imprudência).

Abaixo, os números: 

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– Reinventar-se é preciso!

Já “cansou de si mesmo”?

Eu sim. E já externei várias vezes a necessidade que cada um de nós tem para mudar, de fazer algo diferente, de buscar novos desafios (mesmo tendo muitos compromissos diários ou sendo workaholic).

A questão é: mudar como?

Em trabalho? Em hábitos? Em qualidade de vida? Em padrão social?

Talvez em disposição, na forma de encara o dia-a-dia.

Particularmente, sou muito pilhado em tudo estar certinho. Metódico, sistemático mesmo. O correto, o justo, o ético e o moral estão sempre associados comigo, e não consigo desvencilhar-me dessas coisas, gerando excesso de preocupação, irritação, inconformismo!

Calma, não sou “certinho”, sou apenas um cara que gosta das coisas em ordemmas isso não me dá o direito de pegar no pé de quem pensa diferente ou de censurar o meu próximo.

Na verdade, a crise econômica / social / educacional que o país vive nos obriga a imaginar diversas situações. Tenho amigos que deixaram o Brasil, mas isso é uma solução?

Isso é mudar, concordo, mas não precisa ser algo tão radical (no meu caso).

O melhor mesmo é não desanimar, tentar ver o mundo de uma maneira menos ruim e saber que você não pode mudar o mundo sozinho (embora, não se pode acomodar com as injustiças sociais).

O maior medo é: por acompanhar alguns amigos que enfartaram tão jovens, ser vítima de um enfarto! É por isso que tenho que manter em alta o ânimo e praticar atividades físicas. Eu não quero viver com depressão, nem enlouquecer lentamente.

Ops: ao escrever essa última colocação, me lembrei que ela faz parte de uma música do polêmico Lobão (poeta, mas louco!), que fala sobre consciente e a “menor expressão de angústia”…

Taí, gostei. Compartilho para reflexão: e acrescento – valorize a vida, pois na canção abaixo se pede “para que você não tente se matar pelo menos nessa noite”. Não se mate nunca! Viva a vida, reinvente-se.

Escute clicando em: https://www.youtube.com/watch?v=U6hIdLm5qTU

– E aí, Jair?

Jair Ventura foi aclamado no Sport quando salvou o time da queda da Série A do Brasileirão. Há quem tenha feito tatuagem, pedido estátua e… agora foi demitido pelo clube, em meio a Copa do Nordeste.

Depois de 2 meses da aclamação, ele desaprendeu tudo ou é simplesmente mais um episódio corriqueiro das cácas da cartolagem esportiva do país?

Lamentável…

Sport demite Jair Ventura após goleada | Esporte | O DIA

– Correr faz bem para o Coração. Mas faz mesmo?

Praticar esportes faz bem para a saúde, isso é sabido. Mas… a que ritmo?

Compartilho interessante material sobre o excesso de corrida maltratando o coração.

Extraído de: http://www.istoe.com.br/reportagens/338201_OS+PERIGOS+DA+MARATONA+PARA+O+CORACAO

OS PERIGOS DA MARATONA PARA O CORAÇÃO

Pesquisadores canadenses verificam que corredores amadores estão sob risco de apresentar lesões cardíacas após a conclusão da prova

Por Michel Alecrim

Um estudo canadense acendeu um alerta para corredores amadores que resolvem participar de maratonas. De acordo com o trabalho, realizado pela Universidade de Laval, adeptos de corrida que não têm o preparo adequado expõem-se ao risco de sofrer lesões cardíacas após as provas. Os problemas são reversíveis, mas os cientistas ressaltam que o resultado reforça a necessidade de uma preparação correta antes de se lançar ao desafio. A pesquisa foi publicada no “Canadian Journal of Cardiology”.

Os cientistas acompanharam as condições de 20 participantes da Maratona de Quebec que não estavam acostumados a esse tipo de corrida. Eles tinham entre 18 e 60 anos. Testes após a prova mostraram que metade deles apresentou redução funcional nos ventrículos esquerdo e direito do coração. Alguns manifestavam inflamação, edema e redução do fluxo sanguíneo. Os achados inquietaram os pesquisadores. “Ficamos surpresos com os resultados, já que os corredores são considerados o segmento mais saudável da população”, explicou à ISTOÉ o cientista Eric Larose, coordenador do estudo. Após submeter os participantes a exames três meses depois da prova, os cientistas verificaram que as lesões haviam desaparecido.

As conclusões somam-se a outras evidências de risco cardíaco para corredores amadores em situações extenuantes. Sabe-se, por exemplo, que horas de corrida podem até provocar necrose em pequenas áreas do órgão. “Normalmente, há uma regeneração depois. A questão é saber se no período pós-maratona esses atletas despreparados estão mais sujeitos a um infarto. Mas seriam necessários outros estudos para se avaliar isso”, afirma o cardiologista Nelson Souza e Silva, do Instituto do Coração da Universidade Federal do Rio de Janeiro.

O cardiologista Daniel Kopiler, diretor da Sociedade Brasileira de Medicina do Exercício e do Esporte, compara os efeitos sofridos pelo miocárdio aos danos causados em músculos do restante do corpo após exercícios extenuantes. No coração, eles podem levar de fato a uma morte súbita, principalmente se a pessoa tiver uma doença cardíaca ou uma má-formação genética. Até para os jovens há esse risco. “Além de uma preparação de longo prazo, qualquer candidato a maratonista precisa pelo menos fazer um eletrocardiograma”, adverte.

Essas recomendações são fundamentais, em especial nesses tempos em que correr – e participar de maratonas – virou moda. Estima-se que no Brasil esse público já chegue a um milhão de pessoas. “A chance de ocorrência de morte súbita nas maratonas é de uma em 100 mil. E 50% delas ocorrem nos dois últimos quilômetros”, afirma Gláucio Soares, especialista em reabilitação cardíaca.

É possível reduzir os riscos de problemas seguindo algumas orientações. Além de uma avaliação clínica inicial, o futuro maratonista tem de seguir rigoroso planejamento, com treinos de três a cinco vezes por semana. Só quando for capaz de correr bem 32 quilômetros a pessoa pode enfrentar o desafio. “Muita gente me procura querendo saber se em dois ou três meses já pode participar da prova. Não oriento a isso”, conta Eduardo Netto, diretor técnico da rede de academias Bodytech.

O especialista aconselha a quem quer correr uma prova de 42 quilômetros a fazer um treinamento paulatino com o auxílio de um profissional de educação física. O advogado carioca José Alfredo Sabino já correu dez maratonas em diferentes países. “Mas antes fiz um programa de treino. Também procurei começar com a meia maratona para me preparar. Seguindo todas as recomendações, nunca tive qualquer problema durante ou depois das provas”, conta.

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– Nosso Mini Jambo!

Não o tenho mais… foi há 1 ano, mas era muito bom. Recordando para matar saudades!

Dias atrás, mostrei o nosso pé de jambo com seus deliciosos frutos (o Jambo Amarelo). Aqui, a 1a colheita de Mini Jambo (ou Jambo Smith, Jambo Pink), outra espécie, bem menor, mas da família dos Jambos.

A natureza nos presenteia sempre com delícias!

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– NY começa a vacinar pessoas com 16 anos! E nós perdemos a chance de tê-la desde antes…

Os novaiorquinos a partir dos 16 anos de idade começaram a receber a vacina da Pfizer hoje! E aqui no Brasil perdemos a grande chance de recebê-la em Dezembro, após a recusa do presidente em Agosto.

Confesso estar muito triste, pois todos os dias vejo conhecidos morrendo. Ontem, com tristeza, a querida colega professora Silaine Touro – jovem que deixou duas filhas… um pecado, ela era uma pessoa amável e de ótimo coração!

Com pesar, estamos colhendo os frutos do negacionismo e da birra, vaidades que prejudicaram a população. Por isso, somos obrigados a nos esconder em nossas tocas, trabalhar com inúmeros equipamentos de proteção quando estamos na rua, ou, ainda, evitar contato perenemente.

Lamentável. Triste. Sem palavras. “Menos mal” que parece ter “caído a ficha” do presidente Bolsonaro, que parou de falar bobagens e começou a incentivar a vacinação.

Quando as pessoas de 16 anos serão vacinas aqui?

Tenhamos paciência: hoje poderemos (com muita dor escrevo isso e torcendo para que não se concretize) passar de 4000 mortos /dia.

EUA: empresas de saúde estão cobrando pela vacina - Olhar Digital

– A água tônica é o grande remédio?

‪Cada pérola que se acha na Internet... e a moça não fica nem vermelha?‬

Quer dizer que a água tônica é boa contra o Covid-19? E a informacao secreta enfim foi revelada!

Só pode ter gravado essa barbaridade para aparecer… tal insanidade não é possível.

‪Em: https://twitter.com/WalfridoWarde/status/1250228747732647936/video/1‬

 

 

– Por dias mais coloridos!

Hoje o dia está extremamente nublado aqui em Bragança Paulista. Detesto dias assim! São tristes. Prefiro dias de céu azul, com sol reluzente, pois trazem ânimo / energia (e isso é científico, pois os dias escuros / feios não ajudam a produzir os hormônios de bem-estar nas pessoas).

Para colorir nossa timeline, um amanhecer qualquer em Jundiaí, de dias atrás, para clarear a mente e despertar a mente. Abaixo:

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#FOTOGRAFIAéNOSSOhobby

– Brasil: uma Potência da Fé?

Foi de 13/04/2016, mas continua atual. Leia:

O Brasil se converteu em um centro mundial de catolicismo global, de pentecostalismo global e de movimentos afro-americanos globais. O Brasil está surgindo como potência econômica global, mas também está surgindo como potência religiosa nessas três religiões.

(José Canova, especialista em Sociologia das Religiões, em: http://is.gd/Y0T5gk)

Econômica, não mais. Mas e aí, somos uma potência da fé? Deixe seu comentário:

– A vaquinha solidária do Corinthians para pagar as contas. O que você pensa sobre isso?

Dias atrás, falamos sobre as dívidas e pendengas financeiras absurdas do Corinthians, e que não fogem muito do retrato da má gestão de Botafogo, São Paulo ou Santos, entre tantos outros. (vide aqui: https://wp.me/p4RTuC-tZC). E agora, leio que o Timão quer fazer uma “vaquinha virtual solidária” entre os torcedores, a fim de amortizar seu saldo negativo.

Trocando em miúdos: a diretoria gastou demais, está sem dinheiro e pede ajuda de doações dos torcedores para pagar as contas!

Dias atrás, falamos de algo parecido com a equipe paraense da Tuna Luso, que pediu a seus simpatizes o envio de pix em seu CNPJ, já que com a crise financeira estava com muitos problemas em seu caixa (reveja aqui: https://wp.me/p4RTuC-tLk). Mas… o Corinthians?

Um clube de torcida nacional, com milhões de torcedores (que podem ser consumidores), precisa chegar a tal ponto? Não seria, talvez, por ventura, quem sabe… (estou escolhendo as palavras), meio que… humilhante?

Seus rivais Palmeiras, Flamengo e Grêmio estão dando demonstrações de equilíbrio / sobra financeira (se preferir: dinheiro no cofre), e o Alvinegro tomando tal atitude?

Insisto: clubes de médio / pequeno porte, ou de torcida regional ou ainda novatos, há de se entender a dificuldade de recursos. Mas com apelo popular tão grande quanto ao Corinthians, não é algo irreal?

Não sei como funciona a lei para permitir tais doações, mas se for concretizado o desejo, corroboro a opinião do jornalista Ricardo Perrone, do UOL, que sugeriu condições para isso. Abaixo, o texto dele: https://www.uol.com.br/esporte/futebol/colunas/perrone/2021/04/05/sete-exigencias-que-a-fiel-deveria-fazer-em-caso-de-vaquinha-por-dividas.htm

SETE EXIGÊNCIAS QUE A FIEL DEVERIA FAZER EM CASO DE VAQUINHA POR DÍVIDAS

Na última quinta (1°), membros da Gaviões da Fiel discutiram com a diretoria do Corinthians a possibilidade de criação de uma vaquinha para torcedores ajudarem a pagar dívida do clube, entre outros assuntos. Na opinião deste blogueiro, não será justo se a Fiel for convocada para ajudar a cobrir o estrago feito pela incompetência de seguidas administrações. A dívida é de R$ 956,9 milhões, sem contar o débito pela construção do estádio.

A torcida não foi ouvida antes de o clube contratar Luan, Araos, Ramiro, Davó, Everaldo, Richard, Jonathan Cafu e Sornoza, entre outros. Assim, não faz sentido ela ajudar a pagar a conta.

Porém, se o projeto sair do papel, os eventuais doadores deveriam exigir contrapartidas, já quem ninguém coloca dinheiro no clube sem uma compensação e/ou garantia. Abaixo sugestões do blog de pedidos que os torcedores deveriam fazer para abraçar uma eventual campanha de doação.

1 – Documento assinado pela diretoria no qual ela se compromete a usar o dinheiro apenas para pagar dívidas. Os débitos a serem quitados devem ser detalhados. Em caso de não pagamento, as quantias devem ser devolvidas.

2 – Prestação de contas publicada no site do Corinthians.

3 – Antes de a doação ser feita, o Conselho Deliberativo deve aprovar alteração estatutária que dê direito a voto ao sócio-torcedor.

4 – Inclusão no estatuto, antes de as doações começarem, de artigo que proíba o clube de pegar empréstimos com empresários. O descumprimento daria motivo para abertura de processo de impeachment.

5 – Criação de artigo no estatuto definindo que todas as contratações de funcionários do clube devem ser feitas por processo seletivo criado por empresa especializada. Não poderão se candidatar às vagas parentes e pessoas que tenham ou já tiveram relação profissional com diretores, conselheiros, funcionários e patrocinadores do Corinthians.

6 – Mudança no estatuto que defina que apenas diretores profissionais contratados por processo seletivo possam atuar nas categorias de base. Conselheiros e sócios ficariam proibidos até de frequentar o departamento e de integrar as delegações em viagens.

7 – Novo artigo no estatuto que torne inelegível no clube por período a ser definido todos os integrantes de uma diretoria que aumente a dívida do Corinthians, a menos que o alvinegro seja ressarcido por eles. Esses dirigentes também perderiam direito a voto no conselho e para presidente, além de não poderem ocupar nenhum cargo enquanto durar a punição.

A seguir, os valores bilionários recebidos pelos clubes de futebol, divulgados pela Pluri Consultoria, compreendendo o período anterior ao da pandemia:

– É graças ao Nazismo que temos a Fanta?

Vejam que interessante: se a Coca-Cola está intrinsecamente ligada à indústria americana, a Fanta, pasmem, à alemã!

Muito curioso, extraído de: https://aventurasnahistoria.uol.com.br/noticias/reportagem/invencao-fanta-nazismo.phtml

A INVENÇÃO DA FANTA PELO NAZISMO.

As condições de guerra levaram a um novo refrigerante na Alemanha — completamente diferente da versão atual

Em 1930, a Coca-Cola era a bebida não alcoólica mais popular da Alemanha. Nos primeiros anos do regime nazista, foram construída scerca de 50 fábricas do refrigerante. O país vendia cerca de 5 milhões de caixas por ano.
Quando a Segunda Guerra Mundial eclodiu em 1939, acabou a festa. Com a guerra no Atlântico, e o o xarope usado na produção da Coca-Cola, importado dos EUA, se tornou uma raridade. Com a entrada dos EUA na guerra em 1941, nada mais de Coca: os laços comerciais entre os dois países foram rompidos.
Incapazes de produzir a bebida, os alemães precisavam de algo que pudesse refrescar suas gargantas. Max Keith, chefe de operações de bebida da filial alemã, precisava encontrar uma solução. Keith utilizou os ingredientes existentes na Alemanha para criar uma alternativa. Misturou soro de leite e fibras de maçã — dois “restos dos restos” da indústria alimentícia, segundo ele mesmo lembrou — com açúcar e água carbonada. Só faltava o nome.
Foi uma escolha rápida. A reunião para decidirem como chamariam o produto começou por Keith falando a todos usarem de sua imaginação (fantasie em alemão). E ouviu, gritado, do vendedor Joe Knipp: “Fanta!”.

A bebida virou uma febre no país – chegando a ser utilizada inclusive em receitas de doces e bolos.

Keith apresentou a bebida para a filial da Coca-Cola na Holanda ocupada, que assim como a da Alemanha, estava impossibilitada de prosseguir com a produção. Diferentemente do refrigerante alemão baseado em maçã, a Fanta holandesa possuía o sabugueiro, uma fruto europeia, como a base do sabor.

Após o fim da guerra, a produção da Coca-Cola foi restabelecida na Alemanha e na Holanda. A Fanta foi aposentada, mas não esquecida. Por vontade do público, a bebida só voltaria às prateleiras em 1955, quando a Coca-Cola quis competir com o lançamento de vários refrigerantes sabor fruta da Pepsi. Só então, numa fábrica italiana, surgiu a Fanta sabor laranja, a que hoje é sinônimo de simplesmente Fanta.

Hoje, a Fanta é vendida em mais de 100 países com mais de 90 sabores.

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