– Beijinhos!

Beijinhos de cor salmão – a fim de embelezar a nossa labuta!

Viva a natureza e a sua beleza.

📸 #FOTOGRAFIAéNOSSOhobby
#flores #inspiration #flowers #jardim

– Mais mortes do que nascimentos no Sudeste do Brasil. Meu Deus…

Da CNN Brasil:

“O Sudeste brasileiro teve, pela primeira vez na história, um mês com mais mortes do que nascimentos, de acordo com os dados da Arpen-Brasil. Com cerca de 85 milhões de habitantes, a região registrou, até esta sexta (30), 81.525 óbitos e 76.508 nascimentos.”

Que Deus nos ajude. Triste momento da humanidade, carregada pela culpa da pandemia (ou melhor: de quem não a leva a sério).

Covid-19: as principais perguntas e respostas | Veja Saúde

– Corinthians x São Paulo: quando, dona FPF?

Sexta-feira, fim de tarde. Corinthians x São Paulo jogarão no domingo e não tem horário ainda?

O que estão esperando: a Globo, o Governador, o Ministério Público ou ambos se pronunciarem?

Logicamente, o desejo dos organizadores é ser o jogo da TV aberta às 16h. Mas conseguirão?

Sportbuzz · Corinthians x São Paulo: Saiba onde assistir e as prováveis  escalações do majestoso

 

– A Nobre Arte do Networking

Compartilho texto extremamente inteligente do prof José Renato Santiago Sátiro, extraído do “Blog do Conhecimento”, a respeito do Networking, tão falado em nossos dias e poucas vezes bem aproveitado. 

Vale a pena conferir, extraído de: http://www.jrsantiago.com.br/area_de_conhecimento/_Editorial/A_nobre_e_as_vezes_esquecida_arte_do_Networking_ou_puro_Interesse

A NOBRE, E AS VEZES ESQUECIDA, ARTE DO NETWORKING, OU PURO INTERESSE

Palavra originada justamente de nosso atual tempo onde as tecnologias passaram a fazer parte de nosso dia a dia, o ato de desenvolver networking, no entanto, tem sua origem datada dos primórdios dos tempos de nossa sociedade.
Foi exatamente a necessidade de todo e qualquer ser humano possui de viver em sociedade, em grupo seja qual for seu tamanho, é que sinalizou algo similar a ser feito dentro de nosso ambiente profissional.
A princípio o fato de desenvolvermos relações pessoais interessantes, serve para nos auxiliar a busca por eventuais oportunidades. Sim, pois a lembrança de conversas e trocas de informações nos auxilia a manter em nossa mente, a imagem e nome de pessoas que poderão atender eventuais demandas existentes.
Pode parecer um pouco brusco afirmar, mas a razão principal do networking se fundamenta justamente do interesse. E não há mal algum nisso. Infelizmente, alguns segmentos de nossa sociedade enxergam apenas o significado egoísta que está atrelado a palavra interesse, e que envolve questões de outra natureza.
Ledo engano, pois até mesmo quando nos envolvemos com a pessoa amada, isto apenas ocorre devido a existência do interesse, no caso, pela parceira. O amor envolve interesse…
O interesse, digamos, do mal, que envolve o networking, é quando ele ocorre simplesmente pela necessidade. Quando um dos lados precisa atender a um problema pontual existente, e aí, não é networking, apenas oportunismo, ou melhor, uma mera tentativa.
O efetivo networking existe em cada dia, em nossa rotina, ao longo das mais simples e cotidianas ações que tomamos, desde um simples bom dia, ao bom humor e alegria que emanamos para todos, e até mesmo do compartilhamento de eventuais e futuras oportunidades.
Devemos esquecer, no entanto, que haja algum problema, de haver o interesse nestes atos. É legítimo e justo que ele exista. Chocado?
Pois bem, alguns meses atrás, ao desenvolver um projeto em uma organização, tive contato com uma pessoa que depois de aproximadamente alguns dias, teve que se afastar por questões médicas, para se submeter a uma cirurgia contra um câncer.
Muito possivelmente, ela não voltaria mais a organização, tão severa parecia ser a cirurgia. Como é um hábito na minha família, sobretudo com o meu pai, que reza um terço para cada um de seus amigos e parentes (pode acreditar!!), comprei um terço para ela, e pedi que a entregassem, tendo como único objetivo, servir de uma lembrança e sinal de que haveria alguém, mesmo não próximo, torcendo por ela.
De longe, fiquei sabendo da evolução de seu tratamento, e esta semana, fui presenteado com um afetuoso abraço dela, que “voltou ao batente”, devidamente curada. Sim, quero sempre receber gestos como este, na verdade estas coisas é que me mantem forte, são meus combustíveis, é por meu interesse.

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– O que fazer quando uma pessoa tiver uma crise de ansiedade?

Li e compartilho, extraído do LinkedIn da Dra Atena Nardy:

EM CRISE:

Durante uma crise de ansiedade, fique ao lado da pessoa e não julgue!

Segure na mão, diga que vc sabe que ela está sentindo algo terrível, mas que ficará com ela até passar.

Se possível, leve-a para baixo do chuveiro quente.

Respeite o tempo dela, não duvide do que ela está sentindo.

Se puder, pegue uma pedra de gelo e coloque na palma da mão dela.

Peça para ela tentar lembrar de alguém que ela ama muito.

Não tente achar uma explicação e não se desespere.

A pessoa está sentindo que vai morrer e a sensação é real, não é frescura, não é “piti”, não é para chamar atenção e ela não tem controle sobre o que está sentindo.

O corpo inteiro dela acha que ela está diante de um terrível perigo, os hormônios do estresse disparam, o coração acelera, as mãos ficam tremulas, a pessoa pode vomitar, ter diarreia, achar que o corpo está flutuando, que ela está enlouquecendo, ter fortes tonturas, entre outros sintomas.

A crise demora em geral de 20 a 40 min para passar.

Tenha paciência, ajude, respire com ela, se a pessoa for religiosa, reze com ela e abrace ela junto ao seu coração.

NENHUMA SENSAÇÃO É PIOR DO QUE NADA ESTAR ACONTECENDO E VC TER A CERTEZA DE QUE VAI MORRER.

AJUDE! ACOLHA E JAMAIS JULGUE alguém com uma crise de ansiedade ou de pânico.

Ansiedade: 22 sintomas físicos e psicológicos e teste online | Zenklub

🧠 #saúdemental com Atena Nardy

– Espatódea.

Espatódea, bisnagueira ou mijinho: não importa o nome dessa flor, ela sempre é muito bonita!

Bem fotografada, ganha mais vida ainda. E com o céu azul de fundo…

📸 #FOTOGRAFIAéNOSSOhobby
#natureza #paisagem #fotografia #inspiração #flowers

– O que as vozes das arquibancadas diriam para o seu time?

Considere os seis times paulistas abaixo:

  • O São Paulo, que engatou a 8a vitória seguida com Crespo (no Estadual e na Libertadores),
  • O Palmeiras, que está bem na competição continental mas não engatou na regional (considerando a maratona de jogos realizada e as primeiras contestações ao trabalho de Abel – justas ou não),
  • O Corinthians, péssimo na Sulamericana e oscilante no Paulistão (com Mancini na “corda-bamba”),
  • O Santos, que não conseguiu ainda pontuar na Libertadores e pode ser eliminado na 1a fase,
  • A Ponte Preta, mal no Campeonato Paulista (e cujos jogadores sofreram ataques da torcida organizada), e
  • O Red Bull Bragantino, aparecendo como potencial emergente tanto no cenário estadual quanto nacional (buscando alcançar o posto como “novo grande” brasileiro).

Na hipótese de um mundo sem pandemia, os respectivos estádios (Morumbi, Allianz Arena, NeoQuímica Arena, Vila Belmiro, Moisés Lucarelli e Nabizão) estariam com:

  1. Arquibancadas lotadas aplaudindo o time?
  2. Arquibancadas lotadas vaiando o clube?
  3. Arquibancadas vazias pelo desinteresse na equipe?

É óbvio que o Tricolor e o Massa Bruta conseguiriam encher seus estádios pelas empolgantes ótimas campanhas, pois o torcedor gosta disso. Mas e no Verdão: teríamos divisão de vaias e aplausos? No Timão e na Macaca, quem seriam as vítimas dos protestos: diretoria, jogadores ou treinador? E no caso do Peixe: o público ficaria em casa ou protestaria na arquibancada?

Tudo na imaginação, mas… e se não existisse proibição de torcida nos estádios: muitos nomes teriam sido trocados dentro e fora de campo? Haveria reflexo direto nos resultados e no campeonato?

Borussia Mönchengladbch dá 'jeitinho' para lotar estádio no retorno da  Bundesliga: torcedores de papel | TNT Sports

– Mobilidade em SP? Esqueça!

O trânsito da capital paulista é infernal, isso é sabido. Mas veja esse dado da CET (a Cia de Engenharia de Tráfego): existem 7 milhões de carros rodando. Nos 17 mil quilômetros de vias, se colocássemos todos os veículos enfileirados, sobrariam apenas… 3 mil km livres!

Daqui há um tempo, se todos os carros fossem colocados na rua um na frente do outro, simplesmente não haveriam espaços disponíveis.

Enquanto isso, o transporte público…

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– Parabéns, Red Bull Bragantino, pela parceira com os Educadores.

Empresa que investe bem, com gestão profissional e marketing afinado com os dias atuais, faz parcerias adequadas: descontos para professores da Universidade São Francisco em seus planos.

Parabéns, Red Bull Bragantino! O caminho é esse mesmo.

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– Quando estiver aflito, lembre-se de São João Crisóstomo!

Muitas vezes, estamos angustiados pela nossa labuta diária e nos esquecemos de pensar nas coisas do Alto. Perdemo-nos nas barreiras e nos desafios das tarefas, entediando-nos nos detalhes corriqueiros e nem nos lembramos das finalidades e suas importâncias.

Simplesmente, pensemos nesta reflexão de São João Crisóstomo:

“Quando adotares uma resolução, considera os resultados e não as dificuldades.”

E não é verdade? Nos deixemos levar pela alegria da busca da conclusão de algo bom, não pelos empecilhos até a sua chegada. Durante as dores do caminho, Deus nos alivia.

Em tempo: S J Crisótomo (padroeiro dos pregadores) nos dá ensinamentos fantásticos, como os da imagem abaixo:

São João Crisóstomo | Frases de Santos | São joão crisóstomo, Perdão, Frases

– Os primeiros efeitos em represália à Superliga da Europa.

A ECA (Associação dos Clubes Europeus, formada por 234 clubes), reuniu o conselho da entidade e destituiu seu próprio presidente, Andrea Agnelli (Juventus) pelo episódio da Superliga. No seu lugar assumirá Tamim bin Hamad al Thani Al-Khelaifi (PSG). O alemão Rummenigge (Bayern) entrará no lugar de Florentino Perez (Real Madrid) na cadeira de membro da ECA na UEFA.

Como se vê, quem ficou do lado da UEFA, ganhou em importância na instituição (embora, convenhamos, uma entidade mais representativa do que influente na prática de ações concretas). E os que promoveram a cizânia, foram afastados por seus pares.

Fonte: a própria instituição, em: https://www.ecaeurope.com/about-eca/membership/

ECA to Hold Special General Assembly - Football Legal

 

– Pelo prazer de fotografar!

Diga: qual a sua sensibilidade em ver o cenário pintado pelo Criador, tão belo e inspirador?

Eu curto fotografias, e nelas encontro um maravilhoso lazer. Essa, do clarear do dia e suas nuvens coloridas, foi uma das mais legais! Abaixo:

🍃🙌🏻 #FOTOGRAFIAéNOSSOhobby #sol #sun #sky #photo #nature #morning #alvorada #natureza #fotografia #pictureoftheday #paisagem #inspiração #amanhecer #mobgraphy #mobgrafia

– O que é um “amigo virtual”? E até que ponto ele é um amigo? Sobre: valer a pena ter amizades no Facebook.

Amigos (amigos pra valer) temos muito poucos na vida. É fato! Temos muitos conhecidos, colegas e pessoas que se relacionam com a gente. Mas amigos de verdade, não são muitos.

E amigos virtuais? 

Essa categoria criada pelo Facebook (que se estendeu para Twitter, Instagram e outras Redes Sociais) engloba os amigos, colegas, conhecidos, famosos, anônimos, admiradores e até haters. “Cabe todo mundo”.

Mas deveria caber?

Talvez sim, talvez não. Se a pessoa te incomoda, reclama de tudo o que você posta, por quê está inserida na sua Rede Social? Não faz sentido!

Facebook e seus semelhantes são: entretenimento, ferramenta de trabalho ou as duas coisas concomitantemente. Mas pense: vale a pena aguentar trolls?

Nunca haverá bloqueio, desfazer amizade ou retaliação por argumentar diferente por minha parte. Não fui educado para isso… o debate inteligente, respeitoso e cordial sempre fará parte. Mas se ele ocorre somente por um dos lados que discute, pra quê insistir nessa “amizade virtual”?

Aqui vale uma lembrança sobre discordar em Redes Sociais e seus limites de respeito: https://professorrafaelporcari.com/2020/04/26/discordar-com-educacao-pode/

Na questão da educação necessária neste mundo virtual: https://professorrafaelporcari.com/2020/03/25/a-cultura-de-ofender-sem-sentir-vergonha-nas-redes-sociais-por-politica-um-apelo/

Sobre o Fanatismo desse ambiente: https://professorrafaelporcari.com/2020/04/05/por-que-uma-pessoa-rotula-a-outra-anti-lulista-anti-bolsonarista-ou-isentao/

Por fim, um importante lembrete sobre radicalização: https://professorrafaelporcari.com/2020/04/03/saudade-do-orkut-faca-o-teste-e-comprove-lula-bolsonaro-coronavirus-e-outros-temas-espinhosos-ganham-corpo-com-os-algoritmos-do-facebook/

O que é Educação 4.0 e como ela vai mudar o modo como se aprende ...

– Brilhe, sol!

☀️ Um sol muito bonito de natureza e beleza indescritíveis vem surgindo. Olhe lá o brilho dele ao longe!

Obrigado, Mãe-Terra, pela paisagem inspiradora desta manhã.

🌱🌞 📸 #FOTOGRAFIAéNOSSOhobby
#inspiração #amanhecer #morning #fotografia #paisagem #sun #céu #landscapes

– Há 2 anos: Márcio Chagas da Silva: mais uma vítima de racismo entre tantos, infelizmente!

Um tema que não pode ser esquecido: há 2 anos, o árbitro Márcio Chagas sofria com o racismo. Relembrando:

Corajoso! Palmas para Márcio Chagas, o ex-árbitro gaúcho que contou sobre as ofensas racistas que sofreu e que sofre, em entrevista ao UOL.

Felizmente, há alguém para testemunhar e alertar a sociedade. Infelizmente, Márcio é somente mais uma das inúmeras vítimas de racismo.

Somente existe uma raça: a raça humana. E a cor da pele? Nada importa.

Força Márcio!

Extraído de: https://esporte.uol.com.br/reportagens-especiais/marcio-chagas-denuncia-racismo?fbclid=IwAR3xEU-SMcly7TMi8OFCp_FdnMK4andKN3XakXes6T4fg1Bg-dW4LzloO24#matar-negro-e-adubar-a-terra

MATAR NEGRO É ADUBAR A TERRA

Comentarista de arbitragem da Globo denuncia agressões racistas que ouviu no campo e na cabine

Por Tiago Coelho

Um dia meu filho de cinco anos me perguntou por que os pretos dormem na rua e são pobres. Expliquei que é um resquício da escravatura, que estamos tentando mudar isso, mas que é difícil. Não sei se ele entendeu. Às vezes nem eu entendo. Sendo negro em um estado racista como o Rio Grande do Sul, eu me acostumei a ser o único da minha cor nos lugares que frequento.

Fui o único negro na escola, o único namorado negro a frequentar a casa de meninas brancas e, como árbitro, o único negro apitando jogos no Campeonato Gaúcho. Hoje sou o único negro comentando esses jogos na TV local. Durante muito tempo, me calei ao ouvir alguma frase racista. Engolia, como se não fosse comigo. Mas era comigo. A verdade é que estou puto com os racistas. Todo fim de semana escuto gente me chamando de preto filho da puta, macaco, favelado. “Matar negro não é crime, é adubar a terra”, eles dizem. Estou de saco cheio dessa história.

A galera saiu do armário total, não tem vergonha nenhuma. As manifestações racistas estão vindo cada vez mais ferozes e explícitas. O fato de eu estar na TV agride muito mais as pessoas do que quando eu apitava. O racista não aceita que você ocupe um espaço que você não deveria ocupar.

Dá vontade de sair na mão com esses caras, mas sei que se eu fizer isso vou perder a razão.

Em um Avenida x Internacional, em Santa Cruz do Sul, o juiz marcou um pênalti que não aconteceu e eu comentei no ar que o pênalti não aconteceu. Um torcedor foi no meu Instagram e escreveu: “Não gosta de ser chamado de preto, mas tá fazendo o quê aí?” O que tem a ver a minha cor com o meu comentário? Outro cara me chamou de “crioulo burro” e um terceiro disse que, se pudesse, me enfiaria uma banana no rabo. Os caras escrevem isso em público, com nome e sobrenome. Já acionei o Ministério Público.

Caxias do Sul, para mim, é uma das cidades mais terríveis para trabalhar. Há algumas semanas, fui transmitir um jogo no estádio Alfredo Jaconi e passei uma tarde inteira ouvindo xingamentos. Tive que ouvir que era um preto ladrão, que estaria morrendo de fome se a RBS, a Globo local, não tivesse me contratado, que eles tinham trazido banana pra mim. A cada cagada que o árbitro fazia em campo, eles se voltavam contra mim na cabine e xingavam. Eu virei um para-raios pro ódio deles.

Um dia, em um Juventude x Internacional, a arbitragem estava tendo uma péssima atuação. Houve um pênalti não marcado para o Juventude, e uns torcedores que ficavam perto da cabine se viraram para mim dizendo coisas como: “E aí, preto safado, vai falar o quê agora?” Eu já tinha dito no ar que o juiz tinha errado ao não marcar o pênalti. O clima já estava pesado desde o começo, e eu me segurava para não descer lá e ir pro soco com os caras, mas é tudo que eles querem, não é?

Uma mulher com uma criança de colo se virou para mim e começou a xingar: “Negro de merda, macaco, fala alguma coisa”. Ela veio em minha direção, achei que ia me dar uma bofetada ou cuspir na minha cara, que é uma coisa que eles costumam fazer na serra gaúcha.

“O que eu fiz para você”, perguntei quando ela se aproximou.

“Você não está vendo que ele está roubando, que não marcou o pênalti?”, perguntou de volta, apontando ao árbitro em campo.

“Moça, tudo que você está falando eu disse na transmissão. Por que você está dizendo essas coisas para MIM?”

“É que você colocou ele lá”, ela respondeu. E eu tive que explicar que quem escala os árbitros é a Federação Gaúcha e que eu não tenho nenhuma influência sobre ela.

No intervalo, um rapaz que estava com a namorada virou e disse: “Aprendeu direitinho como roubar o Juventude, né, preto de merda? Se não fosse a RBS, estaria na Restinga roubando ou morrendo de fome.” Os racistas costumam usar o bairro periférico e violento da Restinga, em Porto Alegre, para me atacar. Quando essas coisas acontecem, os colegas brancos dizem para eu deixar pra lá, que eu sou maior que isso, que estamos juntos, que bola pra frente. Juntos no quê? Deixar pra lá como? Quem sente a raiva e o constrangimento sou eu. Como “estamos juntos”?

Depois de muito tempo ouvindo esse tipo de coisa, eu desenvolvi uma forma de defesa, que também é uma forma de ataque. No final do jogo, quando um cara disse que tinha trazido uma banana (“porque eu sei que tu gosta”), eu falei que gostava mesmo. “Já brinquei muito de banana com tua mãe.” Os amigos dele riram, e o cara saiu com o rabo no meio das pernas.

Tem um motivo de eles sempre se referirem a bananas quando querem me agredir.

No dia 5 de março de 2014, o Esportivo jogou contra o Veranópolis, em Bento Gonçalves, uma cidade perto de Caxias, também na serra gaúcha. Essa é a região mais racista do estado. Logo que saí do vestiário já fui chamado de macaco, negro de merda, volta pra África, ladrão. Falei pros meus colegas:

“Se nem começou o jogo os caras já estão assim, imagina no final.”

Acabou a partida. Jogando em casa, o Esportivo venceu por 3 a 2, e não teve nada anormal no jogo: nenhuma expulsão, nenhum pênalti polêmico, lance de impedimento controverso, nada. Mesmo assim os torcedores se postaram na saída do vestiário para me xingar.

A uma distância de uns dez metros, questionei um senhor que estava com o filho:

“É isso que você está ensinando pro seu filho?”

“Vai se foder, macaco de merda.”

“Uma ótima semana pro senhor também”, respondi e desci ao vestiário. A polícia não fez menção de interpelar os torcedores, mas registrei os xingamentos na súmula.

Tomei meu banho, esperei meus colegas e saí do vestiário pra pegar meu carro, que estava em um estacionamento de acesso restrito à arbitragem e funcionários dos clubes. Encontrei as portas do carro amassadas e algumas cascas de banana em cima.

Ao dar partida no carro, ele engasgou duas vezes. Na terceira tentativa, caíram duas bananas do cano de escapamento. Alguém colocou duas bananas no cano do escapamento. Meu colega Marcelo Barison ficou horrorizado.

Caminhei revoltado para o vestiário. O atacante do Esportivo Adriano Chuva, negro, me pegou pela mão e me levou um pouco mais afastado. Ele disse que ali aquilo era normal. “Você tem que ver o que eles fazem com a gente no centro da cidade.” Ele dizia que os negros do time preferiam jogar fora de casa para não ser chamados de macaco em seu próprio estádio.

Ao chegar em Porto Alegre, refleti sobre o que deveria fazer. Encaminhei um texto para uns jornalistas que eu conhecia, e o caso veio a público. Francisco Novelletto, o presidente da Federação Gaúcha, me ligou, dizendo que eu deveria tê-lo procurado antes de falar com a imprensa, porque a denúncia estava prejudicando a imagem do campeonato. Ele disse que poderia pagar para consertar meu carro.

“Não quero seu dinheiro, quero respeito”, eu lembro de ter dito. Novelletto também sugeriu que se eu continuasse com a denúncia, isso poderia prejudicar a minha carreira. Eles fazem essa chantagem emocional. Eu continuei com a denúncia.

No Superior Tribunal de Justiça Desportiva, o Esportivo perdeu três pontos por causa desse jogo e acabou rebaixado naquele campeonato. Até hoje, quando querem me atacar, os racistas dizem que fui eu quem rebaixei o clube. Mas eu não rebaixei ninguém. O que eu fiz foi denunciar o ataque absurdo que sofri. O clube nunca entregou a pessoa que colocou as bananas no meu carro.

Tiago Coelho/UOL

Ao longo do processo, me senti desamparado e desvalorizado pela federação. Eu tinha 37 anos e era aspirante à Fifa, imaginava que ainda podia ter uma carreira internacional. Mas, por causa desse episódio, fiquei tão de saco cheio que resolvi largar o apito. Apitei a final do campeonato e parei. Até hoje não posso pisar na federação. A federação nunca mais teve um árbitro negro.

Na esfera cível, processei o Esportivo por danos morais. Durante o julgamento, o advogado deles debochou do racismo que sofri no estádio. “Chamar negro de macaco não é ofensivo”, ele disse. “Ofensivo é amassar o carro porque, como diz a propaganda do posto Ipiranga, todo brasileiro é apaixonado por carro.” Essa frase me fez decidir abandonar o futebol. Em janeiro deste ano, o Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul condenou o clube a me pagar R$ 15 mil. Até hoje não pagaram.

Eu refleti muito antes de vir aqui contar tudo isso. No futebol, existe uma tendência ao silenciamento quando o assunto é racismo. Muito jogador negro que passa por isso prefere ignorar os ataques temendo ter problemas na carreira se abrir a boca. Outro dia um jogador saiu de campo na Bolívia. Todos deviam fazer o mesmo, principalmente os medalhões.

Eu posso até me prejudicar no trabalho, mas resolvi comprar a briga porque nos fóruns que reúnem negros, costumamos dizer que os racistas podem nos fazer duas coisas: ou eles nos matam ou eles nos adoecem.

Eu me recuso a morrer ou adoecer. Prefiro lutar. Quando esses ataques acontecem, minha mulher, que é negra, me dá a força que ela consegue. Ela sabe muito bem o que é isso. Meus filhos ainda não sabem. Eu fortaleci a consciência da minha negritude principalmente pelo rap, ouvindo aquela música, analisando aquela letra e me identificando com aquela situação retratada.

Os racistas não sabem, mas eles só fortaleceram minha consciência racial. Eu falo pro meu menino que ele é lindo. Enalteço o nariz e o cabelo “black power” dele, digo para ele sempre valorizar a negritude que ele tem. Minha filha tem dois anos e vou procurar fazê-la ter orgulho de si mesma, assim como eu tenho da nossa raça.

Minha briga é por mim, mas também por eles. Os racistas não vão nos matar.

Procurado pela reportagem para comentar a declaração de Márcio Chagas da Silva, o presidente da Federação Gaúcha de Futebol, Francisco Novelletto, afirmou que as críticas do ex-árbitro são injustas e que não deixou de apoiá-lo no episódio de racismo em 2014.

“O Márcio está faltando com a verdade”, afirmou Novelletto. “Quando soube do fato, liguei para ele em um gesto de grandeza para saber o que tinha acontecido. Ele me narrou uma versão ‘super light’ dos fatos e tirou toda a culpa do Esportivo. No dia seguinte, para minha surpresa, apareceu dando entrevista chorando na TV e se dizendo indignado. Achei isso estranho.”

Segundo Novelletto, a federação lançou uma nota de repúdio contra o comportamento do Esportivo e iniciou uma campanha no seu site de combate ao racismo. De acordo com o cartola, as ofensas que Márcio Chagas sofre são consequência da briga que ele comprou contra o Esportivo. “Eu se fosse patrão dele, não mandava ele para trabalhar nessas cidades, você sabe como torcedor é.”

Para o cartola, não é papel da federação defender o árbitro porque “ele é um prestador de serviço”. “E os donos da federação são os clubes”, disse ele.

Esportivo diz que assunto ficou no passado

Presidente do Esportivo desde 2017, Anderson Vanela afirmou que o clube não faria maiores comentários sobre o episódio das bananas em 2014 porque “o assunto ficou no passado.”

“O clube acata a decisão judicial, mas não concorda. A cidade se machucou muito, a comunidade inteira sentiu. Bento Gonçalves é uma cidade turística, que acolhe a todos e não tem em seu histórico qualquer tipo de ato racial”, afirmou Vanela.

O Esportivo já fez o depósito dos R$ 15 mil a título de reparação a Márcio Chagas. “Aqui no clube ninguém mais fala do assunto.”

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– Bom dia, 6a feira.

👊🏻 Olá amigos! Mas que #vento chato nesta #madrugada, não?
Tudo pronto para suar mais uma vez em busca de #saúde. Vamos correr a fim de produzir e curtir a tão necessária #endorfina?
🏃🏻👟 #Fui #RunningForHealth #run #cooper #training #corrida #sport #esporte #running #umderarmour #asics
Clique 1:

🙏🏻 Correndo e Meditando:
Ó #NossaSenhoraAparecida, rogai por nós que recorremos a vós. #Amém.”
⛪😇 #Fé #Santidade #Catolicismo #Jesus #Cristo #Maria #NossaSenhora #PorUmMundoDePaz #Peace #Tolerância #Fraternidade #Aparecida #Padroeira
Clique 2:

🌺 Fim de #cooper!
Suado, cansado e feliz, alongando e curtindo a beleza da #natureza.
Hoje, com essa #roseira tão bonita de dias atrás.
🏁 🙆‍♂️ #corrida #treino #flor #flower #flowers #pétalas #pétala #jardim #jardinagem #flores #garden #flora #run #running #esporte #alongamento #rosa
Clique 3: Continuar lendo

– Saudade de um dia de passeio…

Como não desejar sorrir, curtir a vida e brincar com as crianças?

Tenho uma saudade enorme de passear livremente… mas não podemos; afinal, o mundo está vivendo o caos pandêmico.

Deus nos ajude que, em breve, possamos curtir uma jornada de descanso e de lazer livre como essa, no campo e girassóis com minha princesa Marina (anos atrás).

– 615 mortos por Covid-19 há 1 ano. Hoje, 5 X mais e nos acostumamos!

Que tristeza. Há 1 ano, chorávamos o absurdo número de mortos pela Covid (que passou de 600). Hoje, 5 vezes maior, “acostumou-se” com a tragédia… Relembrando:

615 MORTOS POR COVID-19. NÃO PODEMOS NOS ACOSTUMAR A ISSO.

Boa lembrança de William Bonner, há pouco, no Jornal Nacional: 205 pessoas morreram na tragédia da Brumadinho, na barragem que se rompeu. Mortes evitáveis. As pessoas se indignaram.

Hoje, em nosso país, 615 pessoas morreram de Covid-19. Mais de 8.500 mortos (por enquanto). E… parece que estamos nos acostumando.

Lamento que muitos estejam usando isso como briga política, deixando até mesmo a população confusa. E fique claro: não são pessoas que morreram de doenças inevitáveis, mas de uma enfermidade que requer atenção, pois pode ser fatal. Lamento ainda mais não ver um só esforço do Presidente da República Jair Bolsonaro em pedir para as pessoas tomarem precauções.

Neste momento, a doença que chegou através dos ricos que vieram de passeios internacionais ou a trabalho por quem tem que viajar, passou para as periferias das capitais e está chegando nas cidades pequenas do Interior. A tendência é o número de vítimas aumentar.

Não creia que são números falsos, forçados. Veja nos cemitérios: não há pessoas que deixaram de morrer de uma doença X ou Y e foram atestadas como Covid-19, são mortes a mais explicando, de tal forma, o colapso nos velórios e enterros.

Rezemos! Mas façamos a nossa parte, pois o Estado (e digo nas 3 esferas) parece estar perdido.

Como será o novo mundo depois que o coronavírus passar? | NeoFeed

– Cadê a palavra, Feliciano?

Caramba, o deputado Marco Feliciano é o exemplo clássico de “político profissional”, não? Fala mansa, discurso bem demagogo, populismo na entrelinhas…

Aqui, não tem nada a respeito dele ser pastor ou falar bastante de religião (isso não quer dizer nada, há ateus virtuosos e cristãos muito pecadores – e vice-versa), mas sim pelo comportamento de sujeito acima do bem e do mal, fazendo promessas e soltando bravatas.

O exemplo disso? Falou aos quatro cantos (assista abaixo no link do Programa Pânico) que ele retiraria o apoio ao Presidente Bolsonaro (e ameaçou levar a bancada evangélica junto), caso ele não destitui-se a nova presidente da Capes, a Profa. Cláudia Toledo, até a última 2a feira. 

Estamos na 5a feira e…

Assista em: https://www.youtube.com/watch?v=VnWb-YUUmFw

– E agora, Timão? Corinthians 0x2 Penãrol.

Em casa, o Corinthians perdeu de maneira apática, e continua o “sobe-e-desce” da segurança de Vágner Mancini como treinador.

Se o técnico ganhou fôlego após a vitória no último confronto contra o Santos na Vila Belmiro, perdeu o mesmo contra o Peñarol pela Sulamericana. Com apenas 1 ponto em 6 disputados, vê a desclassificação bem próxima, já que nessa competição, diferente da Libertadores, só passa de fase o melhor do grupo.

O próximo jogo será em casa contra o São Paulo, pelo Brasileirão. Mancini será o técnico até lá?

Em tempo: com o atual estado de ânimo dos atletas, além da qualidade técnica desses mesmos jogadores, provavelmente nem Guardiola salvaria o Timão.

Corinthians x Peñarol | Ao vivo | Copa Sul-Americana

– O que houve, Uninove?

Nesta situação ocorrida no começo de semana, infelizmente parece que a “Uninove não foi 10”, parafraseando seu bordão de outrora.

Para quem não viu: a universidade teve o bloqueio de mais de ½ bilhão de reais por multa em decorrência de suposta sonegação de impostos após pagamento de propinas a envolvidos na “Máfia dos Fiscais”.

Que tudo possa ser esclarecido. Afinal, uma importante instituição de ensino como ela precisa explicar publicamente tal fato grave.

Extraído de: https://www1.folha.uol.com.br/amp/cotidiano/2021/04/justica-bloqueia-r-562-mi-da-uninove-por-suposta-participacao-em-esquema-de-corrupcao.shtml

JUSTIÇA BLOQUEIA R$ 562 MILHÕES DA UNINOVE POR SUPOSTA PARTICIPAÇÃO EM ESQUEMA DE CORRUPÇÃO.

por Rogério Pagnam e Artur Rodrigues

A Justiça de São Paulo determinou na noite desta segunda-feira (26) o bloqueio de bens de mais de R$ 560 milhões da Uninove, uma das maiores faculdades privadas do país, por suposta participação em esquema de corrupção para fugir do pagamento de impostos ao município de São Paulo.

A decisão do juiz José Eduardo Cordeiro Rocha, da 14ª Vara da Fazenda Pública da capital, atende pedido do Ministério Público de São Paulo em ação civil pública. A decisão, em caráter liminar, estende-se a ex-fiscais do município e a empresário que forneceu notas fiscais frias à universidade.

De acordo com a ação civil pública proposta pela Promotoria do Patrimônio Público na semana passada, o esquema durou de 2003 a 2012 e teve participação direta de integrantes da cúpula da instituição e de fiscais corruptos, integrantes da chamada máfia de fiscais.

Entre os funcionários da universidade que estariam envolvidos está o reitor, Eduardo Storópoli, e o pró-reitor administrativo, Marco Antônio Malva, que admitiram o pagamento de propina aos agentes municipais, mas se colocam como vítimas de extorsão praticada por fiscais.

Um deles é José Rodrigues Freitas, então fiscal da prefeitura de São Paulo que ficou conhecido como rei dos fiscais, cujo patrimônio milionário foi revelado pela Folha em 2015.

Na esfera criminal, tanto Freitas quanto lideranças da Uninove foram condenados em primeira instância em razão desse esquema.

Agora, na área cível, o promotor Silvio Marques quer reaver aos cofres municipais os valores devidos, R$ 556 milhões relativos a isenções de ISS, IPTU e ITBI a que a universidade supostamente não tinha direito, mas conseguiu graças ao esquema montado pelos servidores.

Também requer devolução dos valores recebidos pelos fiscais a título de propina, R$ 4,6 milhões.

Caso não ocorra acordo durante o processo, uma condenação por improbidade administrativa pode prever multa, o que elevaria o valor a ser pago em mais de R$ 2 bilhões.

A Promotoria afirma que a instituição de ensino deveria ter procurado a Polícia Civil ou o Ministério Público para relatar a suposta extorsão. Não o fez porque, segundo a ação, a imunidade concedida pelos fiscais era indevida e poderia ser suspensa facilmente.

De acordo com a ação, a Uninove não tinha direito à imunidade tributária porque, concluiu a prefeitura, diretores e mantenedores alugavam imóveis à própria instituição por valores acima dos praticados no mercado. “Em alguns casos, o valor da locação pago aos mantenedores era superior ao dobro do total considerado razoável”, afirma a Promotoria.

Essa prática gera conflito de interesses e, também, caracteriza obtenção de lucros por parte desses dirigentes, algo vedado para a obtenção de imunidade tributária por instituições sem fins lucrativos.

Segundo a ação, Freitas procurou a Uninove em 2003, quando teria pedido propina ao então pró-reitor administrativo Marco Antônio Malva para manter a imunidade tributária da universidade.
Após conversar com o reitor Storópoli, diz a ação, Malva decidiu ir à Secretaria de Finanças para pedir informações sobre o processo administrativo. Depois disso, segundo o relato, o fiscal voltou à Uninove.

“O demandado [Freitas] afirmou, então, que todo o setor estava envolvido no ‘esquema de propina’ e que ele representava a organização criminosa. Os representantes da Uninove, então, concordaram em realizar o pagamento de vantagem indevida a José Rodrigo de Freitas, de modo a garantir à instituição de ensino a imunidade tributária”, diz a ação.

Os pagamentos, de R$ 1.607.962,50 entre 2003 e 2009, foram feitos por meio de várias empresas que não prestavam qualquer serviço à universidade, aponta a Promotoria. De 64 cheques, 43 foram destinados à Emsergraf Serviços Gráficos Ltda., segundo a documentação.

Segundo a Promotoria, a Emsergraf Serviços Gráficos, hoje extinta, tinha como sócio-administrador Ilcio Alves Lucas, que era amigo de José Rodrigo de Freitas.

De acordo com a Promotoria, em 2008, a universidade foi procurada pelo auditor fiscal Leonardo Leal Dias da Silva. “O demandado apresentou-se como ‘chefe dos fiscais’ e, valendo-se do mesmo modus operandi de José Rodrigo, solicitou pagamento de valores indevidos com idêntica finalidade de não cassar ou suspender a imunidade da entidade de ensino”, diz a ação.

Segundo a ação, o auditor disse que tinha poderes para indeferir o pedido de imunidade tributária “e deixou claro que os valores por ele arrecadados também eram destinados a outros agentes públicos, cujos nomes não foram revelados”. “O demandado recebeu da Uninove em 2009, a título de propina, o total de R$ 1 milhão, em espécie, dividido em quatro parcelas”, diz.

∴ℜøck Steel∴ - Eventøs

– Deliciosa Pitaya.

Como Pitaya é gostosa! E não me conformo com o preço aqui na região de Bragança Paulista. Hoje paguei apenas R$ 2,50 a unidade!!!

Claro, é baixo por conta da produção na vizinha Socorro… mas em muitos lugares, o kg chega a mais de R$ 20,00.

Essa aqui estava docinha!

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– A fusão da Hering com a Soma transformará o mercado?

O bilionário mercado de vestuário no Brasil está atento à fusão (para muitos, compra) da Soma com a Hering. 

O grupo Soma, proprietário de marcas como FARM, ofereceu 3 bilhões para a Hering mais participação em ações, ultrapassando a proposta da Arezzo, que a desejava também (segundo o site Valor Econômico). Se concretizado, será o 4o mais importante ator do ramo (de acordo com o InfoMoney).

O ranking desses grandes empreendedores ficaria:

  1. Renner: R$ 6,6 bi
  2. Riachuelo (Guararapes): R$ 4,32 bi
  3. C&A: R$ 4,08 bi
  4. Soma + Hering: R$ 2,37 bi
  5. Marisa: R$ 2,17 bi

Como se vê, os números não são para amadores…

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