– Patas de Dinossauro

‪Aqui neste clique, os famosos eucaliptos da Serra do Japi, no trecho da Serra da Ermida. Repare na sua imponência! ‬

‪Meu sobrinho Miguel sentou em suas “patas de dinossauros” – que são as gigantescas raizes. Muito legal!

‪‪#FOTOGRAFIAéNOSSOhobby‬

– Quem disse que a OMS falou que assintomáticos não transmitem Covid-19? A verdade que foi “recortada” por alguns interesses…

É terrível quando se existe a falta de ética, a má intenção e se promove informação incompleta para ganhar repercussão. Digo isso porquê ontem, na OMS, foi divulgado um estudo chinês (alertado que era um “pequeno estudo”) sugerindo que boa parte dos assintomáticos de Covid-19 não transmitem o Novo Coronavírus.

Pois bem: hoje, a própria OMS disse que NÃO DIVULGOU que assintomáticos não transmitem o Novo Coronavírus, mas mostrou simplesmente esse trabalho citado. Mas como os memes sobre isso bombaram aqui no Brasil?

O problema foi que alguns fanáticos produziram a parte que interessava e reproduziram em nosso país. Parece que começaram a acreditar em estudos chineses desacreditados… vai entender…

Abaixo: https://noticias.uol.com.br/colunas/jamil-chade/2020/06/09/oms-nega-que-evidencias-concluam-que-assintomaticos-nao-repassam-virus.htm

OMS NEGA QUE EVIDÈNCIAS CONCLUAM QUE ASSINTOMÁTICOS NÃO REPASSAM VÍRUS

por Jamil Chade

A OMS nega que tenha dado qualquer sinal de que esteja defendendo para a possibilidade de uma abertura mais rápida das economias e que estudos tenham concluído de forma definitiva que pessoas sem sintomas não repassam o covoronavírus. Para a agência de Saúde, não existem dúvidas: pessoas assintomáticas também transmitem o coronavírus. O que não se sabe é qual a proporção dessas pessoas que, de fato, tem a capacidade de contaminar outras.

Ontem, a chefe da unidade de doenças emergentes da OMS, Maria Van Kerkhove, afirmou que algumas pesquisas indicam que pacientes assintomáticos têm poucas chances de transmitir a covid-19. Ela, porém, citou apenas um estudo de pequeno porte. Imediatamente, milícias digitais do governo iniciaram uma campanha para indicar que tal declaração significaria o fim das quarentenas.

Na manhã de terça-feira, o presidente Jair Bolsonaro repetiu os comentários de suas redes sociais, indicando que espera uma “reabertura mais rápida” após a divulgação da Organização Mundial de Saúde (OMS) ontem, de que a disseminação assintomática do coronavírus é “muito rara”. Bolsonaro, como já havia feito no passado, voltou a distorcer a informação da OMS. Para ele, “o pânico começa a se dissipar”. “Quem sabe poderemos voltar à normalidade que tínhamos no começo deste ano”, disse.

Nesta terça-feira, Van Kerkhove negou que haja uma mudança de recomendação da OMS e explicou que a comunidade internacional hoje não sabe dizer qual é a proporção de pessoas transmitindo o vírus.

Segundo ela, o que se sabe é que a maior parte da transmissão vem de pessoas que tem sintomas. Mas existem aqueles quem não desenvolvem sintomas. O problema é que não se sabe qual o tamanho dessa população. Estudos indicam que isso poderia variar de 6% a 41%. “O que sabemos é que algumas pessoas que não têm sintomas podem transmitir o vírus”, insistiu.

Ela admite que a ciência ainda precisa entender melhor tal fenômeno. Mas esclareceu que, ao falar sobre o caso na segunda-feira, ela fazia referência a um número limitado de estudos realizados em situações específicas. “Não era uma política da OMS”, disse a técnica, chamando o caso de um mal-entendido.

De acordo com Maria, alguns modelos estimam que até 40% da transmissão poderia estar ocorrendo por pessoas assintomáticas.

Ela ainda pediu ajuda dos governos para entender ainda quando uma pessoa é mais infecciosa. Um dos estudos aponta que tal momento é quando o paciente desenvolve sintomas, momento em que ele tem mais vírus no corpo. “Estamos só no começo disso tudo”, afirmou.

Absolutamente convencidos

Michael Ryan, diretor de operações da OMS, também adotou o mesmo tom. “Estamos absolutamente convencidos de que a transmissão por pessoas assintomáticas está ocorrendo, a questão é saber quanto”, afirmou.

“Ambos – sintomáticos e assintomáticos – contribuem para transmissão. A questão é saber qual é a proporção de cada um”, disse Ryan.

Ele da um exemplo: uma pessoa que está num restaurante e bem. Mas de repente começar a se sentir com mal-estar e febre. “É nessa etapa que uma pessoa pode estar transmitindo”, disse. “Temos de admitir: não é um vírus fácil de parar”, afirmou.

Para ele, o que se sabe é que a melhor forma de combater o vírus é a de saber onde ele está para poder suprimir a transmissão. Ou seja, ampliar o número de testes.

Ryan deixou claro que a OMS continua mantendo a mesma recomendação em termos de resposta de distanciamento social e que nada mudou por enquanto. Ele lembra que os números da pandemia continuam aumentando. “Estamos subindo ainda a montanha. Precisamos adotar as medidas, pois sabemos que funcionam”, afirmou.

Para ele, se houver uma operação maior dos governos para identificar os surtos, com amplos testes, existiria a possibilidade de não ter de colocar em confinamento 100% da população. Mas, para isso, a tarefa será a de identificar e testar. “Isso pode ter êxito para parar a doença e ainda ajudar a economia”, defendeu. Nos últimos dias, a OMS vem apontando como as estratégias de confinamento funcionaram no esforço de barrar o vírus.

Manipulação

Bolsonaro, porém, escolheu apenas certos trechos da reunião para usar na defesa de uma abertura mais rápida da economia. Ele não citou a mesma diretora da OMS alertando minutos antes que o combate contra a pandemia estava “longe de terminar” e que o “maior risco” neste momento é a complacência por parte de governos. Nada disso, porém, foi citado pelo presidente brasileiro.

Na mesma coletiva de imprensa, a OMS pediu que o Brasil mantivesse a transparência nos dados e, num recado velado, apelou para que a América do Sul mostrasse liderança política.

A OMS também deixou claro que a situação internacional está piorando, e não melhorando. Entre sábado e domingo, o mundo registrou o maior número de casos em seis meses, com 136 mil novos diagnósticos positivos.

Nada disso foi mencionado por Bolsonaro. “Ontem a OMS também disse que a transmissão de pessoas assintomáticas é praticamente zero. Muitas lições serão tomadas. Isso pode sinalizar a uma abertura mais rápida e do comércio e a extinção de medidas mais rígidas autorizadas pelo STF e por prefeitos e governos estaduais. O governo federal não participou disso. Vai ter muita discussão”, disse Bolsonaro durante a 34ª reunião do Conselho de Ministro.

“Esse pânico que foi pregado lá atrás por parte da grande mídia começa talvez a se dissipar levando em conta o que a OMS falou por parte do contágio dos assintomáticos”, completou o presidente.

Maria van Kerkhove - OMS - Christopher Black/OMS

Maria van Kerkhove – OMS Imagem: Christopher Black/OMS

 

– Recomeçar a carreira: nada é mais difícil para os profissionais no mercado de trabalho.

Vez ou outra vejo e leio reportagens sobre pessoas que largaram tudo para recomeçar a carreira. Sonho, ilusão ou necessidade?

As dificuldades de um recomeço são sempre impactantes (positiva ou negativamente), não tenhamos dúvida. Abandonar velhos hábitos, por mais que eles sejam maçantes, é algo complicado. E se torna traumático dependendo do sucesso ou não do propósito da própria mudança. Entenda:

– Se a pessoa até então era um profissional vitorioso, com boa remuneração mas cansado da rotina, os novos desafios levarão em conta a importância (ou irrelevância) da questão financeira: valeu ou não a pena mudar? Se o dinheiro não for um problema, ótimo! Caso contrário…

– Muitos procuram qualidade de vida profissional e pessoal. E quem consegue tão fácil esse propósito?

– Sem dinheiro e com crise econômica, nada é mais difícil do que portas abertas em organizações e/ou incentivo ao empreendedorismo. Há de se pensar antes de mudar…

– Acima de todas as questões, a principal torna-se: a SAÚDE! É uma tecla que insisto: a saúde do corpo, da alma e da mente. Vale a pena estar no mesmo emprego com as condições atuais, levando em conta esse aspecto? Até onde a saúde aguenta, todos suportam. Mas quando você percebe disfunções… é hora de reinventar-se!

Deve-se pensar nisso. Os novos desafios surgem pelas oportunidades ou, muitas vezes, pelas carências.

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– As linhas de crédito da CBF para os clubes

Você pode entender por 3 pontos de vista a abertura das linhas de crédito que a CBF vai liberar aos clubes da série A e B:

  1. Uma ótima iniciativa, pois os clubes estão sem dinheiro e qualquer verba que entrar será bem vinda;
  2. Uma ação normal, já que a CBF é formada pelos clubes e a eles deve servir; ou,
  3. Uma atitude demagógica, pois ela não está dando dinheiro, mas sim adiantando os valores das cotas de TV que as agremiações receberão e que irão para a sua conta como garantia de pagamento (ou seja, risco zero de calote).

Enfim: acreditar que existe caridade por parte da CBF e clubes, é muita ingenuidade. Simplesmente são negócios!

Extraído de: https://www.uol.com.br/esporte/futebol/ultimas-noticias/2020/06/08/cbf-anuncia-linhas-de-credito-para-clubes-das-series-a-e-b-do-brasileiro.htm

CBF ANUNCIA LINHAS DE CRÉDITO PARA CLUBES DAS SÉRIES A E B DO BRASILEIRÃO

A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) anunciou hoje uma linha de crédito para times da primeira e da segunda divisões do Campeonato Brasileiro, em resposta à pandemia do novo coronavírus e a consequente paralisação de campeonatos. A ideia da entidade é estabelecer um apoio direto às equipes.

Para os participantes da Série A de 2020, a confederação disponibilizará uma linha de crédito total de até R$ 100 milhões sem juros. Os recursos serão concedidos tendo como garantia os valores que cada equipe receberá de contratos de TV e os prêmios por desempenho em competições.

A ideia da CBF, que pagará os valores imediatamente, é compensar a perda de arrecadação dos clubes com a redução dos valores pagos pelas televisões entre abril e junho, além de outras formas de receita — bilheterias, patrocínios e programas de sócio-torcedor, entre outros.

“Temos procurado todas as formas de apoiar os clubes nesse momento difícil”, afirmou o presidente da CBF, Rogério Caboclo. “Não basta que voltem as competições. Precisamos de clubes capazes de retornar a elas de forma competente”, acrescentou o dirigente (cont no link).

A Nova Identidade Visual da CBF - Mariane Mendes

– Jacindamania

E a Nova Zelândia foi a primeira nação a erradicar o Novo Coronavírus!

Neste momento, a jovem premier neozelandesa Jacinda Ardern tem sido elogiada por seu engajamento na luta (e vitória) contra a pandemia. Mas quem é ela, que está roubando os holofotes para suas ações?

Abaixo, extraído de: https://www.cnnbrasil.com.br/internacional/2020/06/08/quem-e-jacinda-ardern-premie-da-nova-zelandia

JACINDA ARDERN

Nesta segunda-feira (8), o mundo voltou sua atenção para a Nova Zelândia após o anúncio de que o país erradicou os casos ativos de Covid-19. A face da gestão de crise bem sucedida, que dará fim às restrições de isolamento social, é a da primeira-ministra Jacinda Ardern, de 39 anos.

Em menos de dois anos como premiê, a líder do Partido Trabalhista neozelandês roubou os holofotes em outras ocasiões. Ela ficou conhecida por levar sua filha de três meses a uma reunião da Organização das Nações Unidas (ONU) e virou exemplo por sua reação aos ataques terroristas contra as mesquitas de Christchurch, em março de 2019.

Mas, em meio à alta de popularidade que a permitiria governar sem coalizão, alcançando 56,5% de aprovação no último mês de maio, a premiê encara também críticas pela postura da agência de serviços sociais de seu governo, que estaria tratando crianças da minoria nativa maori de maneira “desumana”.

Saiba mais sobre a trajetória de Ardern, a terceira mulher a ocupar o cargo de primeira-ministra na Nova Zelândia e a segunda líder mais jovem da história do país.

‘Jacindamania’

Eleita em outubro de 2017, com apenas 37 anos, Ardern chegou ao cargo mais importante do governo neozelandês com apenas três meses à frente do Partido Trabalhista.

Ela era filiada à legenda desde os 17 anos e assumiu o grupo depois que seu antecessor, Andrew Little, decidiu renunciar no início da campanha eleitoral, quando o partido passava por uma baixa nas intenções de voto.

Mas, em agosto de 2017, depois que Ardern assumiu o posto, surgiu a “Jacindamania”, um grupo de entusiastas da então parlamentar e líder da oposição, que incluía principalmente a população mais jovem, simpática às suas visões a favor do casamento homoafetivo e do aborto.

A porcentagem de votos do partido trabalhista pulou para pouco mais de 37%, suficientes para formar um governo com o apoio do NZ First (“Nova Zelândia Primeiro”, um partido populista anti-imigração) e do esquerdista Green Party (“Partido Verde”), dando fim a nove anos de dominância dos conservadores.

Ardern nasceu em Hamilton, a sétima maior cidade da Nova Zelândia, mas cresceu em uma pequena cidade rural chamada Murupara, conhecida pela presença dos Tribesmen, uma gangue de motoqueiros que praticavam roubos.

Sua mãe era funcionária de um refeitório escolar e seu pai policial em Morrinsvile, município de 7 mil habitantes, o que, segundo a primeira-ministra, formou sua maneira de enxergar a política.

“Isso (crescer em cidades pequenas) irá influenciar para sempre a maneira que eu enxergo o trabalho que faço e as políticas que tenho em mãos para desenvolvimento”, disse ela em entrevista ao site local RNZ em 2017.

Na juventude, Ardern trabalhou como DJ e foi mórmon por alguns anos. O seu perfil não convencional atraiu milhares de pessoas para as convenções do partido e aumentou o interesse da imprensa pelo governo.

Mas nem toda atenção foi positiva. Nos primeiros meses no novo cargo, a premiê enfrentou questionamentos sobre sua aparência e sobre sua habilidade de governar o país com possíveis filhos, encarados como comentários sexistas por membros do partido, já que as mesmas perguntas nunca eram aplicadas sobre homens.

Gravidez durante o mandato

Em 21 de junho de 2018, apenas 8 meses após assumir o cargo de primeira-ministra, Ardern deu à luz sua primeira filha, Neve, de sua relação com o apresentador de televisão Clarke Gayford.

Ela foi a primeira premiê do país a ter um filho durante o mandato, e tirou apenas seis das 18 semanas de licença-maternidade previstas por lei na Nova Zelândia, se mantendo disponível para possíveis urgências.

Em uma resposta involuntária aos questionamentos midiáticos, Ardern viralizou nas redes sociais ao ser fotografada com a bebê, então com apenas três meses, na reunião da Assembleia Geral da ONU, em Nova York.

Acompanhada de seu namorado, que se tornou noivo apenas em 2019, Ardern foi registrada brincando com a filha enquanto aguardava para discursar na cerimônia, que homenageou o centenário de Nelson Mandela.

Seu companheiro, Gayford, cuidou da criança enquanto a primeira-ministra falava para outros líderes internacionais, e brincou com a situação inusitada. “Gostaria de ter capturado o olhar assustado de uma delegação japonesa dentro da ONU ontem, que entrou numa sala de reuniões no meio da troca de fraldas”, escreveu em seu perfil no Twitter.

Atentados em Christchurch

No dia 15 de março de 2019, um atirador invadiu mesquitas na cidade de Christchurch, em um ataque terrorista que deixou 51 mortos.

Ao comentar os acontecimentos, transmitidos ao vivo nas redes sociais do terrorista, Ardern sempre optou por não citar seu nome e pediu para que os veículos jornalísticos não mostrassem seu rosto, para evitar dar publicidade ao criminoso.

Como alternativa, a premiê formou um grupo pluripartidário para visitar a família das vítimas. As imagens das visitas de Ardern, sempre com a cabeça coberta por um hijab (véu sagrado da religião muçulmana), em respeito às tradições das famílias afetadas, viraram símbolo de sua postura em meio à crise de segurança, elogiada por especialistas políticos.

Apenas seis dias depois do atentado, a primeira-ministra determinou também a proibição da venda de fuzis e outras armas semiautomáticas no país e a aplicação de uma multa de 4 mil dólares e até três anos de prisão para quem não entregasse o armamento já adquirido dentro do período de adaptação à lei.

Minoria Maori

Mas apesar dos pontos altos de sua gestão, Ardern também enfrenta críticas sobre sua postura diante da minoria maori, povo nativo da Nova Zelândia.

Segundo o jornal britânico The Guardian, a agência de serviço tutelar da Nova Zelândia cometeu “violações sem precedentes de direitos humanos” contra crianças maori.

As informações foram fornecidas por Naida Glavish, líder de um inquérito realizado pelos próprio povo nativo, que ocupa a Nova Zelândia desde 10 anos D.C, praticamente isolados até a grande onda de colonização do país pelos ingleses, em 1841.

Em fevereiro, a investigação, que havia começado há seis meses, apontava que funcionários do serviço social teriam realizado inúmeras tentativas de tirar um bebê da etnia de sua mãe pouco depois do nascimento.

O relatório detalha o que as famílias chamam de “recorte racial”, espalhando o medo entre famílias Maori de que seus filhos possam ser retirados de seus lares, e o abuso de poder de funcionários do serviço social do governo.

Com relatos de incidentes em que policiais armados, com cachorros, foram enviados para retirar as crianças de suas famílias biológicas por “falta de higiene”, delitos antigos que já foram punidos e ligação de antigos parceiros com gangues locais.

Mais de 1.000 famílias Maori foram entrevistadas pelo inquérito, que mostrou que os casos não são isolados e que parentes próximos dos pais que perdem custódia não tem permissão para pleitear a guarda das crianças, o que é previsto pela lei neozelandesa.

“Para nós não existe nenhuma possibilidade de permitirmos que isso continue”, falou Glavish ao Guardian. “Atingimos um nível em que já passou dos limites.”

Ardern não comentou o caso. Já o Ministério das Crianças, responsável pela agência do Conselho Tutelar, respondeu às acusações afirmando que todos os casos de crianças Maori, que são 13, de acordo com o órgão, são “altamente emocionais, desafiadores e complexos”, e afirmou que os críticos não levam em conta o bem estar dos menores.

Covid-19

Nesta segunda-feira (08), a Nova Zelândia completa 17 dias sem novos casos de contaminação por Covid-19.

As medidas duras de Ardern foram muito elogiadas como responsáveis pelo sucesso da contenção da pandemia no país. Foram sete semanas de isolamento social rígido.

No dia 23 de março, a premiê anunciou que os 5 milhões de neozelandeses tinham 48 horas para se preparar para um bloqueio que excluiria apenas trabalhadores essenciais de uma quarentena obrigatória de quatro semanas.

Nas últimas três semanas, ela já ensaiava pequenas flexibilizações, com brechas para caminhadas respeitando o distanciamento social.

Apesar de duras, as medidas foram bem sucedidas, com apenas 1.132 casos e 22 mortes no território do país. “Estamos confiantes que eliminamos a transmissão do vírus na Nova Zelândia por agora”, declarou a premiê em um comunicado televisionado, afirmando que os Kiwis, como são apelidados os cidadãos do país, “se uniram de maneiras nunca antes vistas para destruir o vírus.”

Segundo Ardern, ela fez uma “pequena dança” em sua sala de estar para celebrar a conquista do país, também uma grande conquista para seu governo.

Premiê da Nova Zelândia, Jacinda Ardern

– Descubra se você foi vítima do golpe do auxílio emergencial, assim como Neymar:

Golpistas aproveitam demais das falhas tecnológicas nos momentos em que algo novo é implantado. Um desses casos é: o Auxílio Emergencial da Caixa Econômica Federal.

No dia 07 de Abril, quando o sistema entrou no ar, estelionatários se valeram disso e, por roubo de dados, fizeram pedidos de ajuda com nome e documentos de várias pessoas. Um desses casos foi o de Neymar, que pediu o auxílio de R$ 600,00 (ou melhor: os bandidos usando os documentos dele fizeram o pedido) e que foi aprovado em 15/04/2020, conforme divulgado pela Dataprev.

Para descobrir se você tem um pedido em aberto ou já liberado, clique no site oficial do Auxílio Emergencial. Está em: https://auxilio.caixa.gov.br/#/inicio.

Neymar tem nome registrado em auxilio emergencial; estafe nega ...

– Como é difícil enxergar o próximo como irmão!

Responda sinceramente: você enxerga a pessoa que está ao seu lado como irmão, aos olhos da fé e coração de amor?

É difícil ver a figura do Cristo-irmão no outro, não?

Se até mesmo com os irmãos de sangue nós temos dificuldade em amá-los quando nos magoam, o que dizer dos irmãos de fé? Ou ainda, irmãos da sociedade, da comunidade, de tantos coleguismos em geral. Mais do que isso: irmãos desconhecidos!

Perdoar, fazer o bem sem esperar nada em troca, ou simplesmente relevar o que nos chateia, dando o outro lado da face a tapa, é dureza. E quantas vezes nos esforçamos para ajudar alguém, amando a pessoa solidariamente, e nos sentimos traídos? O perdão se torna difícil e a misericórdia rareia.

Pense: “o próximo” também é você próprio, visto da ótica do outro. E esse outro: terá a mesma temperança conosco?

Impossível não lembrar do Pai Nosso. Quando pedimos a Deus para “perdoar nossas ofensas assim como nós perdoamos a quem nos tenha ofendido”, fazemos de coração sincero?

O importante, no dia-a-dia e na busca da santidade, é: ser desprovido de vaidade, ajudar e perdoar com todas as forças! Mesmo se o sentimento do outro for totalmente contrário. Nisso se baseia o Amor ao Próximo e a prática verdadeira da vida cristã.

Que dói, dói sim. Mas se o perdão for puro, a mágoa não fica.

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– A queda do dólar e alta das bolsas..

Quem estava assustado com o dólar na casa dos R$ 6,00 e comprou a moeda, deve estar chorando: cada vez mais o valor está caindo, abaixo de R$ 5,00 (e a bolsa fazendo o movimento contrário: subindo)!

Mas saiba: isso tem acontecido desde a semana passada, por diversos fatores. A explicação, abaixo:

Extraído de: https://economia.uol.com.br/cotacoes/noticias/redacao/2020/06/05/dolar-bolsa-mercado.htm

POR QUE O DÓLAR DESPENCOU E A BOLSA DISPAROU?

O dólar comercial acumulou queda de 6,6% nesta semana, emendando a terceira semana seguida de desvalorização e fechando abaixo de R$ 5 pela primeira vez desde 26 de março. A Bolsa subiu 8,28% na semana. O que explica esses resultados, semanas após a Bolsa despencar e o dólar bater recorde atrás de recorde, chegando a beirar R$ 6?

De acordo com especialistas, o otimismo com a reabertura gradual da economia em vários países e a injeção de dinheiro nos mercados são os principais fatores que explicam a queda do dólar e a valorização da Bolsa. Além disso, eles avaliam que o cenário político interno foi mais calmo nesta semana, com a aproximação entre o governo e deputados de partidos do Centrão.

Os mercados têm sido impulsionados pelo otimismo em relação a uma retomada da atividade nas principais economias, como Alemanha, França e Reino Unido, devido a relaxamentos graduais das restrições contra o coronavírus.

Segundo analistas da Easynvest, mesmo que os problemas ainda não estejam resolvidos e que haja risco de uma segunda onda de contágio, há expectativa de que o pior da crise econômica do coronavírus já tenha passado.

Os dados sobre o mercado de trabalho nos Estados Unidos em maio, divulgados hoje, também reforçam essa avaliação positiva. O relatório mostrou que a taxa de desemprego na maior economia do mundo teve uma queda inesperada em maio, passando de 14,7% em abril para 13,3%. As expectativas de analistas ouvidos pela agência de notícias Reuters eram de que a taxa subisse para 19,8%.

BCs injetaram muito dinheiro no mercado

Ao mesmo tempo, continuam no radar dos investidores as medidas de estímulo adotadas por diversos países.

Analistas do Bradesco destacam, por exemplo, a ampliação do programa de estímulos feito pelo Banco Central Europeu para enfrentar a crise do coronavírus, para um total de 1,35 trilhão de euros (R$ 7,57 trilhões).

O governo alemão também aprovou um pacote de 130 bilhões de euros (R$ 729 bilhões) em gastos públicos, e há a expectativa de pacotes adicionais de estímulo nos EUA, que podem chegar a US$ 1 trilhão (R$ 4,97 trilhões).

Medidas como essas aumentam a liquidez global, ou seja, aumentam o volume de dinheiro disponível para investidores. Parte desses dólares acaba vindo para o Brasil. Com mais dólares aqui, a cotação da moeda tende a cair.

Com ações baratas, Bolsa atrai capital externo

Além disso, como as taxas de juros no mundo todo estão em níveis muito baixos, ativos mais arriscados, que podem render mais, atraem esse capital, como o mercado de ações.

“Com dinheiro em abundância em um cenário de juros baixos no mundo todo, digamos que o dinheiro parado ‘queima’ na mão”, afirmou Matheus Soares, da Rico Investimentos.

Ações de empresas brasileiras acabam sendo favorecidas. Como a Bolsa brasileira caiu muito ao longo da crise, chegando a acumular desvalorização de 45% no ano, a percepção é de que as ações agora estão baratas.

“O mundo não para de colocar dinheiro no sistema. Fundos de investimento dedicados a mercados emergentes, caso do Brasil, voltaram a captar. Depois de o dinheiro ter ido para as Bolsas norte-americanas, depois para as europeias, chegou agora a vez das Bolsa dos emergentes”, afirmou Roberto Motta, responsável pela mesa institucional de futuros da Genial Investimentos.

E a crise política no Brasil?

No Brasil, apesar de o número de infectados e de vítimas fatais do coronavírus não parar de subir, os investidores também estão otimistas em relação à retomada da economia, com planos de reabertura das atividades em algumas cidades.

Em relação ao cenário político, analistas avaliam que a semana foi mais calma. “Tivemos uma semana de mar de almirante”, afirmou Álvaro Bandeira, economista-chefe do banco digital Modalmais. “Não aconteceu nada surpreendente. O presidente Jair Bolsonaro até pediu para os apoiadores dele não irem às manifestações”.

Denilson Alencastro, economista-chefe da Geral Asset, destacou a aproximação do governo com deputados de partidos do Centrão. Nas últimas semanas, o governo ofereceu cargos a esse grupo, visando obter apoio a projetos de seu interesse na Câmara. “Tivemos uma guinada nas últimas semanas, porque estávamos num cenário em que o governo estava com problemas, houve saída de ministros, confusão política. Agora, o governo começou a ficar mais próximo do Centrão”, disse.

Para Motta, “o governo ter apoio do Centrão é fundamental para o Brasil retomar as reformas que o país precisa. Sem falar que também diminui bastante o risco de impeachment, que assustou o mercado”, afirmou.

Tito Gusmão, CEO da Warren Gestão de Patrimônio, também destacou o risco menor de impeachment. “Não que o mercado goste ou não de Bolsonaro, mas um processo de impeachment seria algo demorado, tenso e que traria muita volatilidade”, disse.

Os desdobramentos políticos, porém, continuam sendo vistos como motivo de cautela, com expectativa de manifestações nas ruas no fim de semana.

O presidente Jair Bolsonaro voltou a chamar os manifestantes de grupos pró-democracia contrários ao seu governo de “marginais” e “terroristas” nesta sexta-feira, e pediu que as forças de segurança do país atuem contra as manifestações marcadas para domingo se os grupos “extrapolarem” os limites.

Dólar acumula alta de 24% no ano

Apesar das quedas recentes, o dólar acumula alta de 24,29% em 2020, afetado por um cenário de incertezas políticas, juros baixos e fortes impactos econômicos causados pela pandemia de coronavírus.

Para os mercados, ainda é difícil dizer se o real deve manter a recuperação das últimas semanas. Riscos negativos, como a possibilidade de uma segunda onda de infecções por covid-19 e incertezas políticas, permanecem no horizonte.

A Bolsa acumula queda de 18,17% no ano.

*Com Reuters

Por que estes gestores estão apostando na queda do dólar

– Com muito planejamento e protocolos, dependendo do lugar, é possível recomeçar: o caso Red Bull Bragantino.

Sou totalmente contra a volta dos campeonatos de futebol no país enquanto a pandemia continuar. Lógico, sabedor que um dia a vida há de recomeçar (e tem que voltar à normalidade). Vai demorar…

No Rio de Janeiro, onde está um caos, a desordem é completa (leia aqui sobre as considerações de lá: https://wp.me/p4RTuC-q4B).

Entretanto, se os torneios estaduais e nacionais ficam comprometidos por enquanto devido aos grandes centros estarem com a proximidade do pico, é sabido que as diferenças de cada cidade são grandes. No estado de São Paulo, vide a Capital e o Litoral, com milhares de casos, além de outras cidades populosas do Interior começando a perder o controle. Mas Bragança Paulista, terra do Red Bull Bragantino, não tem a mesma aglomeração urbana que as citadas (assim como Novo Horizonte, Araraquara e outras cidades-sedes de times da Série A1), facilitada pela área rural que ajuda a dispersar contingentes numerosos. A quantidade de infectados e óbitos é bem menor (claro que cada falecido não tem preço mensurável, a dor da saudade é indiscritível para quem perde), e os protocolos de reabertura também já haviam sido discutidos anteriormente (quando ocorreram as barreiras sanitárias).

Neste cenário menos ruim, o Massa Bruta (confesso não saber se é válido o apelido atualmente ou se devo escrever Toro Loko devido à fusão das equipes, não há problema algum para mim essa questão, o que vale é a gestão profissional) voltou aos treinos. E, na semana passada, em suas mídias, divulgou que:

O Red Bull Bragantino vem informar que, como parte do protocolo de volta aos treinos, realizou os testes de detecção da Covid-19 em 75 pessoas, contando jogadores, comissão técnica, staff e funcionários do centro de treinamento utilizado pela equipe profissional.

Foram feitos os exames de PCR (cotonete) e sorologia (sangue), e os resultados foram os seguintes:

– 70 negativos
– 3 negativos para Covid na fase ativa, mas com imunização nos exames. Ou seja, já tiveram contato com o vírus
– 2 resultados positivos

Os dois resultados positivos não apresentam sintomas da doença, mas estão cumprindo o período de isolamento e todos os cuidados passados pelo departamento médico para voltarem à rotina.

Taí a importância do acompanhamento da saúde de todos. É ótimo que os clubes façam isso (mesmo sabendo que poucos têm condição financeira para bancar sozinhos). Embora existam queixas de que o “combinado com a FPF e os clubes era de voltar todos juntos”, parece-me que isso existia entre o Trio de Ferro e o Santos, não abrangendo os demais, permitindo a volta dos trabalhos de algumas equipes (autorizada pelas autoridades municipais / sanitárias / médicas, como nesse caso).

Creio que quem conseguir voltar antes, poderá fazer diferença no Campeonato Paulista (se prosseguir dentro de campo), já que o condicionamento físico é um fator preponderante hoje.

Red Bull Bragantino volta aos treinos após testar jogadores

Foto: Bragança em Pauta (Jornal Bragança Em Pauta).

– Boa 3a feira, em 4 cliques!

👊🏻 Bom dia!
Tudo pronto para suar mais uma vez em busca de #saúde.
Vamos correr a fim de produzir e curtir a tão necessária #endorfina?
🏃🏻👟 #Fui #RunningForHealth #run #cooper #training #corrida #sport #esporte #running

🙏🏻 Correndo e Meditando:
“Ó #NossaSenhoraDoCarmo, rogai por nós que recorremos a vós. #Amém.”
⛪😇 #Fé #Santidade #Catolicismo #Jesus #Cristo #MãeDeDeus #Maria #NossaSenhora #PorUmMundoDePaz #Peace #Tolerância #Fraternidade

🌺 Fim de #cooper!
Suado, cansado e feliz, alongando e curtindo a beleza da #natureza.
🏁 🙆‍♂️ #corrida #treino #flor #flower #flowers #pétalas #pétala #jardim #jardinagem #flores #garden #flora #run #running #esporte #alongamento

🌅 Desperte, #Jundiaí.
Que a #TerçaFeira possa valer a pena!
🍃🙌🏻 #sol #sun #sky #céu #photo #nature #morning #alvorada #natureza #horizonte #fotografia #pictureoftheday #paisagem #inspiração #amanhecer #mobgraphy #mobgrafia

Ótima jornada para todos!

#FOTOGRAFIAéNOSSOhobby